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Complexo do Ombro

Material sobre o cíngulo do membro superior e articulação do ombro. Apresenta o complexo ósseo (úmero, escápula, clavícula, esterno, costelas), as articulações esternoclavicular, acromioclavicular, glenoumeral e escapulotorácica, seus ligamentos e movimentos da escápula.

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Prévia do material em texto

Cíngulo do membro 
superior e Ombro
DISCIPLINA DE CINESIOLOGIA 
PROFª BRUNA MELLO CHAMMA
2020
Articulação do ombro
Complexo do ombro
Úmero Escápula Clavícula
Esterno Costelas
1 2
3
4
5
6
7
1
2
3
4
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
ARTICULAÇÕES
ARTICULAÇÕES ÓSSEAS
• Esternoclavicular
• Acromioclavicular
• Glenoumeral
ARTICULAÇÕES FUNCIONAIS
• Escapulotorácica
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
Articulação artrodial
É a única articulação que conecta a extremidade superior diretamente com o tórax
Articulação selar com 3 graus de liberdade
As extremidades esternal da clavícula e a chafradura do esterno são separadas por um disco 
articular
Os movimentos ocorrem tanto na clavícula e no disco quanto entre o disco e o esterno
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
Em relação ao manúbrio do esterno, a clavícula movimenta-
se 15° em sentido anterior com protação
E movimenta-se 15 ° em sentido posterior com retração 
A rotação da clavícula resulta em um pequeno movimento 
deslizante rotativo na articulação esternolcavicular
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
O disco serve como uma dobradiça para o movimento e 
amortecimento de choques das forças aplicadas através dos braços
Ligamentos
• Interclaviculares
• Conecta uma clavícula na outra.
• Esterno claviculares anterior e posteriores
• Conecta a clavícula ao esterno.
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
LIGAMENTOS
Ligamentos
Costoclaviculares
• Conecta a clavícula às primeiras costelas;
Os ligamentos suportam o peso das extremidades superiores, limitam os movimentos claviculares e previnem a 
luxação da articulação
Movimentos
A elevação da articulação é de 30° a 45°, com a maior parte da movimentação ocorrendo nos primeiros 90° da 
elevação do braço
Movimento Articular, 2005
ARTICULAÇÃO ESTERNOCLAVICULAR
Da posição em repouso a clavícula pode ser deprimida de 5° a 10°, até que essa 
seja barrada pela 1° costela
Protrusão 15° Ligamento esternoclavicular posterior e costoclavicular limitam o 
movimento
Retração 15° Ligamento esternoclavicular anterior limita a retração
A excursão Escapular acompanha a retração e a protrusão da clavícula
Movimento Articular, 2005
Movimento Articular, 2005
Movimento Articular, 2005
ARTICULAÇÃO ESCÁPULOTORÁCICA
Não é uma articulação sinovial
Mecanicamente unida as outras duas articulações
Essencial para a mobilidade e estabilidade da extremidade superior
A movimentação da articulação fornece uma base móvel para o úmero
ARTICULAÇÃO ESCÁPULOTORÁCICA
É sustentada dinamicamente por seus 
músculos 
Não conta com suporte ligamentar 
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Movimentos da Escápula
Elevação
Depressão
Protração - Abdução
Retração – Adução
Rotação para cima
Rotação para baixo
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
• movimento lateral de distanciamento entre a 
escápula e a coluna vertebral, como ao 
alcançar um objeto à frente do corpo.
Abdução 
(protação)
• movimento medial de aproximação entre a 
escápula e a coluna vertebra, como ao 
comprimir as escápulas uma contra a outra,
Adução 
(retração)
• movimento ascendente ou superior da 
escápula, como no movimento de 
encolhimento dos ombros.
Elevação
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
• movimentos descendente ou inferior da escápula, como ao retornar à posição 
normal após o movimento de encolhimento dos ombros.Abaixamento
• giro da cavidade glenoidal em sentido ascendente, com o distanciamento 
súperolateral entre o ângulo inferior e a coluna vertebral para auxiliar na elevação 
do braço para o lado.
Rotação 
ascendente
• retorno do ângulo inferior à sua posição normal mediante o seu deslocamento nos 
sentidos medial e inferior em direção à coluna vertebral e à cavidade glenoidal, 
como ao abaixar o braço para o lado. (Depois que a escápula retorna à sua posição 
anatômica, qualquer rotação descendente adicional resulta, na verdade, em um 
ligeiro descolamento superomedial do ângulo superior).
Rotação 
descendente
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Movimentos 
Para realizar alguns dos movimentos do cíngulo do membro
superior anteriormente citados, a escápula precisa girar ou
inclinar-se sobre o seu próprio eixo. Embora não sejam
movimentos básicos do cíngulo do membro superior, esses
movimentos são necessários para que a escápula se
movimente normalmente com a sua amplitude total de
movimentos durante os movimentos do cíngulo do membro
superior.
Movimentos
• movimento consequencial no qual a escápula gira em torno
de seu eixo vertical durante a abdução, resultando no
movimento anterior da borda lateral.
Inclinação lateral 
(inclinação para 
fora):
• retorno a partir da inclinação lateral; movimento
consequencial durante a adução extrema em que a escápula
gira em torno de seu eixo vertical, resultando no movimento
anterior da borda medial e no movimento posterior da borda
lateral.
Inclinação medial 
(inclinação para 
dentro):
Movimentos
• movimento rotacional consequencial da escápula em torno
do eixo frontal que ocorre durante a hiperextensão da
articulação do ombro, resultando no deslocamento
anteroinferior da borda superior e no deslocamento
posterossuperior do ângulo inferior.
Inclinação anterior 
(inclinação para 
cima):
• movimento rotacional consequencial da escápula em torno
do eixo frontal que ocorre durante a hiperflexão da
articulação do ombro, resultando no deslocamento
posteroinferior da borda superior e no deslocamento
anterossuperior do ângulo inferior.
Inclinação posterior 
(inclinação para 
baixo):
Músculos 
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
ARTICULAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR
Articulação artrodial
Envolve a margem medial do acrômio e a extremidade 
acromial da clavícula
Liga a escápula e a clavícula em movimentos semelhantes e ao 
mesmo tempo acomoda movimentos individuais dos ossos
ARTICULAÇÃO ACROMIOCLAVICULAR
Realiza movimento de deslizamento de 20 e 30° e um movimento rotacional 
que acompanha outros movimentos das articulações do cíngulo do membro 
superior e do ombro
Ligamentos
• Coracoclaviculares
• Conóide e trapezoide
• Acromioclaviculares
• Superior 
• Inferior Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Movimento Articular, 2005
Movimento Articular, 2005
SULCO BICIPITAL
O tendão da cabeça longa do bíceps fixa-se no tubérculo supraglenóideo 
da escápula e arqueia-se por cima da cabeça do úmero
O tendão é retido no sulco pelo ligamento coracoumeral e pelo 
ligamento umeral transverso, que cobre o sulco desde a tuberosidade 
menor à maior
Durante os movimentos de ombro, a cabeça do úmero desliza sobre a 
superfície inferior do tendão
SULCO BICIPITAL
Na rotação externa completa as fixações proximal e 
distal estão em linha
Nas outras posições o tendão está dobrando, sujeito 
a desgaste e lesão com o tempo e lesões de colisão 
ao arco coracoacromial
ARTICULAÇÃO SUPRAUMERAL OU 
SUBACROMIAL
Os movimentos da articulação glenoumeral exigem grandes 
movimentos entre a cabeça do úmero e o arco formado pelo colo da 
escápula, processo do acrômio, ligamento coracoacromial rígido e o 
processo coracoíde
Conhecido como desfiladeiro do supra espinhoso
ARTICULAÇÃO SUPRAUMERAL OU 
SUBACROMIAL
Área propensa a compressão e lesão dos tecidos 
moles que residem entre as estruturas rígidas:
• Tendões do manguito rotador (especialmente o supraespinhoso)
• Tendão da cabeça longa do bíceps braço
• Cápsula
• Ligamentos capsulares
• Bolsas subdeltóideas e Subacromial
ARTICULAÇÃO SUPRAUMERAL OU 
SUBACROMIAL
As lesões de colisão do ombro ocorrem porque a linha de tração do 
músculos deltoide para elevação do braço é diretamente superior e faz 
com que o úmero se mova verticalmentee colida com o acrômio.
Normalmente para que isso não ocorra, o movimento vertical é 
impedido:
• Pela linha para baixo de tração dos músculos manguito rotador
• E pela depressão da cabeça do úmero pelos tendões do supraespinhoso e a cabeça longa 
do bíceps
Articulação do Ombro
ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
Os movimentos do ombro são muitos 
e variados
É incomum haver movimento do 
úmero sem movimento da escápula
ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
Articulação esferóide
Articulação mais importante do grupo
Superfícies esféricas, 3 eixos e com 3 graus de liberdade
CABEÇA UMERAL
• Orientada para cima, para dentro e trás
• Esfera não é regular
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
LÁBIO GLENÓIDE
• Anel fibrocartilaginosos
• Localizado na margem glenóide
• Ocupa a incisura glenóide e aumenta ligeiramente a 
superfície glenóide 
• Acentua a concavidade, melhorando a congruência das 
superfícies articulares
Movimento Articular, 2005
ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
•Contém duas proeminências 
nas quais se inserem os 
músculos periarticulares
•Tubérculo maior
•Tubérculo menor
CABEÇA 
UMERAL
ARTICULAÇÃO GLENOUMERAL
• É côncava em ambos os sentidos
• Sua concavidade é irregular e menos 
acentuada do que a convexidade da cabeça 
• Está rodeada pela margem glenóide, 
interrompida pela incisura glenóide na sua 
parte anterossuperior
• A superfície é menor que a da cabeça umeral
CAVIDADE 
GLENÓIDE 
DA 
ESCÁPULA
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Cápsula 
Articular
ESTRUTURAS DE 
COAPTAÇÂO
LIGAMENTOS
Glenoumeral
Coracoacromial
• Conóide 
• Trapezóide
Coracoclaviculares
Transverso do Úmero 
Movimento Articular, 2005
LIGAMENTOS 
LIGAMENTO CORACOUMERAL
• Do processo coracóide, até a tuberosidade maior do úmero, 
(ponto de inserção do músculo supra espinhal) e até a 
tuberosidade menor do úmero, (ponto de inserção do 
músculo subescapular)
• A separação dos dois fascículos do ligamento córaco umeral 
fecha, na parte de cima da incisura intertuberositária
LIGAMENTOS 
LIGAMENTO GLENOUMERAL
• Fascículo superior, médio, inferior
• Função de coaptação, durante a abdução
• Outro fator limitante é o impacto da tuberosidade maior 
do úmero contra a parte superior da glenóide
• A rotação externa desloca a tuberosidade do úmero para 
trás no fim da abdução
Manual de 
Cinesiologia 
Estrutural, 2015
COAPTAÇÃO DO 
OMBRO
Tendão da porção longa do bíceps
O tendão desempenha uma papel importante
Quando o bíceps contrai para levantar um objeto pesado, as suas duas partes 
desempenham um papel para manter a coaptação simultânea do ombro
Porção curta - Eleva o úmero com relação à escápula e se apóia sobre o 
processo coracóide
Junto com os outros músculos longitudinais (porção longa do tríceps, 
coracobraquial, deltoide), impede a luxação da cabeça umeral para baixo
Manguito Rotador
Os tendões dos quatro músculos 
escapuloumerais curtos que produzem 
rotação interna e externa fundem-se 
com a cápsula e formam as duas fixações 
distais nas tuberosidades do úmero.
Cinesiologia Clínica de Brunnstrom, 1997
Coaptação Muscular do ombro
Manguito Rotador
Subescapular
•Estabilizador passivo impede a subluxação 
anterior de úmero.
•A parte inferior da capsula e o subescapular são 
as principais estruturas que limitam a rotação 
externa
Cinesiologia Clínica de Brunnstrom, 1997
Manguito rotador
Supraespinhoso
• Fixa-se no turbérculo menor do úmero e posteriormente;
Infraespinhoso e o Redondo Menor fundem-se com a 
capsúla para fixar-se mais embaixo na tubérculo menor;
• Esses tendões são as principais estruturas que limitam a rotação 
interna na primeira metade da abdução.
Manguito rotador
As estruturas do manguito rotador podem ser lesadas ao 
baterem contra os processos do acrômio ou coracóide ou 
contra forte ligamento conector coracoacromial
Esta lesão ocorre com atividades que exigem a elevação 
do braço, como no trabalho acima da cabeça ou 
atividades esportivas que exigem arremesso
Movimento Articular, 2005
Movimento Articular, 2005
Movimento Articular, 2005
Coaptação Muscular do ombro/ Deltóide
A maior parte da força gerada pelo deltóide é dirigida para o componente 
estabilizador
Compressão da cabeça do úmero contra a glenóide
Na posição de elevação do braço o deltoide e as forças horizontais dos 
músculos do manguito rotador fornecem estabilidade à articulação 
glenoumeral
Movimentos do Ombro
O ombro é articulação mais móvel do corpo humano
Possui 3 graus de liberdade 
3 Planos do espaço
3 Eixos
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
• movimento do úmero esticado 
anteriormente (para a frente) a 
partir de qualquer ponto no plano 
sagital.
Flexão
• movimento do pumero esticado 
posteriormente (para trás) a partir 
de qualquer ponto ao plano sagital: 
às vezes denominado hiperextensão.
Extensão
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
FLEXÃO - EXTENSÃO
•Movimentos de escassa 
amplitudeExtensão
•Movimento de grande 
amplitude Flexão 
Músculos
FLEXÃO EXTENSÃO
Peitoral Maior Grande Dorsal
Deltóide Anterior Redondo Maior
Coracobraquial Tríceps do braço 
(cabeça longa)
Bíceps do braço Deltóide Posterior
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
• movimento lateral ascendente 
do úmero no plano frontal, 
afastando-se do corpo para o 
lado.
Abdução
• movimento descendente do 
úmero no plano frontal, 
aproximando-se medialmente 
do corpo a partir da abdução.
Adução
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
ABDUÇÃO
Do ponto de vista das ações musculares e do jogo articular, a abdução a partir da posição anatômica 
passa por três fases :
0 a 30°, que unicamente pode se realizar na articulação escápulo umeral
30° a 180° entra a participação da articulação escapulo-torácica
A cada 2° de abdução do ombro, ocorre 1° de rotação lateral na escapulo-torácica
Abdução de 150° a 180° - além das articulações escápulo-torácica, inclinação do lado oposto do 
tronco
Elevação do Braço
A amplitude normal de flexão ou abdução do ombro
Movimento ocorre glenoumeral e escapulotorácica
Os movimentos escapulares são acompanhados pelos 
movimentos esternoclaviculares e acromioclavicular
Ritmo Escapuloumeral
Primeiros 30°- Ombro
Acima dos 30° - Ombro/ escapulotorácica
2:1- 2° de abdução do ombro 1° de rotação superior da escápula
120° Ombro
60° Escpulotorácica
ADUÇÃO
A partir da posição anatômica a adução é mecanicamente impossível devido a 
presença do tronco
Só é possível a adução se for associada à:
Uma extensão: leve adução
Uma flexão: a adução alcança de 30° a 45°
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
• movimento do úmero 
lateralmente no plano transverso 
em torno de seu eixo longo, 
afastando-se da linha mediana.
Rotação 
lateral
• movimento do úmero 
medialmente no plano transverso 
em torno de seu eixo longo em 
direção à linha mediana.
Rotação 
medial
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
ROTAÇÃO
Posição anatômica
Evitar a somatória das rotações com os 
movimentos de supinação e pronação
Rotação Interna 
Rotação Interna – 30°
Para conseguir essa rotação o antebraço deve necessariamente passar por trás 
do tronco, necessário um certo grau de extensão do ombro
Condição para realizar a higiene perineal posterior
Com relação aos primeiros 90° de rotação interna é exigida necessariamente 
uma flexão do ombro sempre que a mão estiver na frente do tronco
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
•movimento do úmero em 
plano horizontal ou transverso, 
afastando-se do tórax.
Abdução 
horizontal 
(extensão)
• movimento do úmero em 
plano horizontal ou transverso, 
em direção ao tórax, cruzando-
o.
Adução 
horizontal 
(flexão)
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
Extensão horizontal
Movimento que associa a extensão e adução de menor 
amplitude 30° - 40°, ativa os seguintes músculos:
• Deltóide - fibras posteriores
• Supraespinhal• Infraespinhal
• Redondo menor e maior
• Rombóides
• Trapézio
• Grande dorsal
Adução horizontal – Flexão horizontal
Deltóide –
fibras 
anteriores
Subescapular
Peitorais 
maior e 
menor
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
•movimento do úmero em um 
plano diagonal, afastando-se 
da linha mediana do corpo.
Abdução 
diagonal
•movimento do úmero em um 
plano diagonal em direção à 
linha mediana do corpo.
Adução 
diagonal
Manual de Cinesiologia Estrutural, 2015
CIRCUNDUÇÃO
Combina os movimentos elementares ao redor dos 3 
eixos 
Quando a circundução alcança a sua amplitude 
máxima, o braço descreve no espaço um cone 
irregular
FIM

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