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Redes de Computadores - Ebook 1

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E-book 1
Carlos Renato Carneo
REDES DE 
COMPUTADORES
Neste E-Book:
INTRODUÇÃO ���������������������������������������������� 3
REDES DE COMPUTADORES: 
HISTÓRIA E EVOLUÇÃO ���������������������������4
CONCEITOS DE REDES DE 
COMPUTADORES ��������������������������������������13
EVOLUÇÃO NO MUNDO E NO 
BRASIL COM DATAS RELEVANTES �����24
CONSIDERAÇÕES FINAIS ����������������������29
SÍNTESE �������������������������������������������������������30
2
INTRODUÇÃO
Neste módulo, temos o compromisso de navegar 
pelo conhecimento sobre Redes de Computadores. 
Especificamente, viajaremos no tempo desta fan-
tástica disciplina e, com isso, entenderemos sua 
origem, história e evolução tanto no Brasil quanto 
no mundo.
Por incrível que pareça, a disciplina teve início na 
década de 1960, nos laboratórios do Massachusetts 
Institute of Technology (MIT), nos EUA, onde Leonard 
Kleinrock começou os primeiros estudos de envio de 
filas de pacotes de dados de um computador a outro. 
Desde então, estamos constantemente em evolução, 
ou seja, aprimorando as tecnologias e comunicações 
para, cada vez mais, estarmos interligados, não im-
portando onde estamos no planeta.
Assim, estudaremos ainda conceitos referentes 
às redes de computadores, abordando os seguin-
tes tópicos: História de Redes de Computadores, 
Conceitos e Fundamentação teórica, Evolução no 
mundo e no Brasil, com datas relevantes. Viajaremos, 
dessa forma, pelo tempo da evolução da disciplina, 
percebendo datas importantes e seus acontecimen-
tos e fatos.
3
REDES DE 
COMPUTADORES: 
HISTÓRIA E EVOLUÇÃO
A história de redes de computadores remonta aos 
anos 1960, no auge da Guerra Fria, nos laboratórios 
do Massachusetts Institute of Technology (MIT). 
O engenheiro e cientista da computação Leonard 
Kleinrock (1934-) foi o responsável pelos primeiros 
estudos sobre a teoria das filas de pacotes de dados 
de um computador a outro.
Esses pacotes de dados, ou tramas, são a divisão 
de uma transmissão, como um e-mail, uma imagem, 
uma mensagem etc. Pensando em uma forma bem 
simples, a informação é dividida em pequenas partes 
que navegam pela malha de uma rede e, à medida 
que as partes chegam ao destino, são “montadas” 
ordenadamente, formadas e apresentadas de uma 
forma abstrata ao nosso Front End (tela do com-
putador), satisfazendo a necessidade e solicitação.
Quando, por algum motivo, essa montagem não 
acontece corretamente, o que chamamos de sinal 
atrasado, existe um período (ou Delay) que retrans-
mite os pacotes até que sejam liberados para a so-
licitação ou recusados, impedindo a transmissão e 
visualização.
4
Voltando à nossa viagem no tempo, podemos consi-
derar que nessa mesma época teve início a internet, 
com o advento da ARPANET, que vamos retomar um 
pouco mais adiante.
Até os anos 1960, o que prenominava como comuni-
cação eram as redes telefônicas, e o que se pensava 
como transmissão de origem e destino era a comu-
nicação de voz ou sinais de som para este objetivo.
SAIBA MAIS
Alexander Graham Bell inventou o telefone em 
1876. Mas você sabe qual foi a primeira frase 
transmitida ao telefone? Segundo registros de 
pesquisadores e historiadores, a primeira frase 
transmitida via telefone entre Bell e seu assis-
tente, Watson, foi: “Senhor Watson, venha cá. 
Preciso falar com o senhor”. Ao que tudo indica, 
foi um acidente de pesquisa, e que ótimo foi esse 
acidente de percurso.
Em 1877, Graham Bell (Figura 1) fundou a maior 
empresa de comunicação do mundo, a American 
Telephone & Telegraph, mundialmente conhecida 
como AT&T, apesar de muitos processos de outros 
inventores reivindicarem a autoria dessa descoberta.
5
Figura 1: Alexander Graham bell. Fonte: Wikimedia.
Figura 2: Primeiro telefone. Fonte: www.itu.int.
6
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Alexander_Graham_Bell_(cropped).jpg
https://www.itu.int/en/history/ImagesOverviewOfITUsHistory/EarlyTelephone.jpg
Podemos observar que, de 1876 a 1960, não houve 
mudança significativa nesse segmento. O mesmo 
não se pode falar de 1960 em diante, pois foi a partir 
das pesquisas de Leonard Kleinrock que, em 1964, 
Paul Baran inicia os estudos mais aprofundados 
na comutação de pacotes para fins militares e com 
maior segurança. Quase que simultaneamente, 
Donald Davies e Roger Scantlebury, dois pesqui-
sadores ingleses, também pesquisavam sobre a 
comutação de pacotes.
Por volta de 1967, Lawrence Roberts, pesquisador do 
MIT, publicou na ARPANET que a rede de computa-
dores seria comutada por pacotes, e esses primeiros 
comutadores seriam conhecidos como Interface 
Message Processors (IMP), ou Processadores de 
Mensagens de Interface.
Em 1969, surgiu o primeiro IMP (ou modem), que se-
ria a configuração inicial das redes de computadores 
atuais, dentro da Universidade da Califórnia, como se 
fosse o servidor central, mais três IMP adicionais, um 
no Stanford Research Institute, em Santa Bárbara, 
e outro na Universidade de Utah, sob a supervisão 
de Leonard Kleinrock (Figura 2):
7
Figura 3: Leonard Kleinrock e o primeiro IMP. Fonte: history-com-
puter.com.
Cabe ressaltar que essa foi a primeira utilização 
de um login; ainda, que essa conexão acabou não 
durando muito, derrubando rapidamente o sistema 
com apenas quatro nós. Mas sem dúvida alguma foi 
um grande feito inicial para essa tecnologia.
Nessa época, ainda eram incipientes pesquisas 
sobre redes de computadores. No mercado de 
Tecnologia da Informação (TI), prevaleciam os com-
putadores de grande porte com os chamados siste-
mas proprietários, que eram sistemas que comuni-
cavam estações de trabalho independentes através 
de cabeamentos, ligando as estações diretamente 
nas centrais de processamento de diversos fabrican-
tes como IBM, Burroughs Corporation, dentre outros.
A exemplo desses computadores de grande porte, 
ainda nos anos de 1960 e 1970, podemos citar o IBM 
360 e o Burroughs B-3500, que competiam entre si 
na disseminação e popularização da informática 
no mundo.
8
https://history-computer.com/Internet/Birth/Kleinrock.html
https://history-computer.com/Internet/Birth/Kleinrock.html
Apesar de uma relativa eficiência tecnológica — con-
siderada a terceira geração de computadores —, uma 
das principais características desses fabricantes era 
a inexistência de uma comunicação direta entre eles, 
nem mesmo entre as estações de trabalho, por isso 
eram chamados de sistemas proprietários.
Embora diante dessas condições desfavoráveis para 
a integração dos usuários mundiais, continuaram 
seu progresso até aproximadamente 1975, quando 
alguns fabricantes apresentaram ao mercado os 
minicomputadores, os quais atrairiam um merca-
do de empresas de menor porte que ansiavam pela 
tecnologia da informação e, com isso, aprimorariam 
seus processos organizacionais.
Seria um grande passo na questão da populariza-
ção dos computadores, mas ainda havia dificuldade 
de comunicação entre eles, algo que só foi paliati-
vamente resolvido com a Linguagem Universal de 
Comunicação: O arquivo texto ou TXT, como cha-
mamos até hoje em dia.
Esse modelo de comunicação, no qual se criam ma-
trizes com o mapeamento dos campos que inte-
gram computadores e sistemas diferentes, acabou 
resolvendo essa dificuldade ao longo do tempo e, 
por incrível que pareça, muitas organizações ainda 
utilizam esse modelo para trafegar e atualizar dados 
entre os seus sistemas corporativos.
Em 1980, a IBM lançou seu primeiro microcompu-
tador, o IBM PC/XT (Figura 3) com a capacidade de 
64 KB de memória RAM e 40 KB de ROM, mas dessa 
9
feita com seus componentes de vídeo (fósforo ver-
de), CPU e Teclado com processamento local, isto 
é, o processamento era feito somente dentro desse 
computador. A partir desse momento, a evolução 
dos microcomputadores não parou mais, aumen-
tando sua capacidade de processamento, memória 
e armazenamento.
Figura 4: IBM PC/XT. Fonte: Wikimedia.
E quanto às redes, como ficaram? Pois bem, durante 
as décadas de 1970 e 1980, continuaram as pesqui-
sas no mundo inteirosobre comutação de dados e 
a formação de redes para que os computadores e 
usuários pudessem se comunicar simultaneamente, 
mas ainda com pequenas redes Local Área Network 
(LAN) espalhadas pelo planeta, como Telenet: co-
mutação de pacotes comerciais da BBN baseada 
na tecnologia da Arpanet, Taymnet e Transpac: rede 
10
https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Ibm_px_xt_color.jpg
de comutação de pacotes franceses, Alohanet: rede 
de micro-ondas via rádio que interligava as ilhas do 
Havaí etc.
Para se ter uma ideia, na década de 1970, havia no 
mundo 200 computadores ligados em rede; com o 
final da Guerra Fria, os militares perderam o interesse 
pela Arpanet, que acabou direcionando seus interes-
ses para as universidades dos Estados Unidos, as 
quais, por sua vez, iniciaram uma divulgação para 
outras nações. Na década de 1980, já havia cerca de 
100 mil máquinas interligadas. Em 1 de janeiro de 
1983, o protocolo TCP/IP foi anunciado, passando 
a ser obrigatório em todos os microcomputadores 
(retomaremos esses protocolos mais à frente).
Até 1990, as pesquisas continuaram evoluindo para 
que cada vez mais pessoas e organizações estivessem 
interligas na rede mundial de computadores. Desse 
modo, houve uma guinada com o surgimento da World 
Wide Web (www), a famosa internet, estabelecendo 
a conexão entre pessoas do mundo inteiro e criando 
novos tipos e tecnologias de redes de computadores.
No Brasil, apesar da reserva de mercado da tecnolo-
gia da informação que perdurou até 1990, essa evo-
lução foi acompanhada com alguns anos de atraso. 
Mesmo assim, as organizações foram adequando-se 
dentro de suas condições de investimento que, na 
época, exigia um custo bastante elevado para se 
ter um departamento de Processamento de Dados.
Com o término dessa reserva de TI, ainda em 1990, 
foi criada a Rede Nacional de Pesquisas (RNP) e, em 
1992, foi fundada a Internet Society; nessa época, 
o Brasil contava com pelo menos 200 servidores 
de web em atuação no país. Com isso, percebemos 
11
que o mundo crescia na direção das redes de com-
putadores, ambientes web, hardwares e softwares 
de alta performance, contribuindo para o que temos 
hoje de melhor na área.
De lá para cá, visualizamos uma série de inovações 
tecnológicas que, de acordo com a demanda dos 
usuários, fizeram dos últimos dez anos uma cres-
cente. Por isso, precisamos estar sempre ligados 
nessas inovações, porque elas darão o rumo dos 
estudos referentes a redes de computadores.
REFLITA
Após essa contextualização histórica, você pode 
perceber a evolução ocorrida em um período rela-
tivamente curto. Assim, torna-se pertinente ava-
liar os últimos 5 anos (mudanças, crescimento 
tecnológico etc.) e pensar o que será de nossa 
área nos próximos 5 ou 10 anos. Quais serão as 
inovações, tecnologias emergentes e tendências 
futuras?
FIQUE ATENTO
Fique sempre atento às publicações referentes à 
nossa área, pois não basta apenas estudar para 
se formar. É preciso estender seus conhecimen-
tos através de pesquisas profundas.
12
CONCEITOS DE REDES DE 
COMPUTADORES
Após essa viagem pela história das redes de com-
putadores, precisamos entender seu significado. 
Como conceito principal, podemos afirmar que redes 
de computadores são um conjunto de hardwares, 
softwares e peoplewares interconectados em uma 
malha mundial de comunicação, transmitindo e re-
cebendo todo tipo de informação. Existem vários 
autores e websites definindo diferentemente o sig-
nificado de redes de computadores. Vamos analisar 
algumas:
[...] uma rede de computadores pode ser 
definida como uma estrutura de computa-
dores e dispositivos conectados através de 
um sistema de comunicação com o objetivo 
de compartilharem informações e recursos 
entre si (PORTAL GSTI, [s. d.]).
Com o objetivo de compartilhar serviços, in-
formações e recursos criam-se as redes in-
formáticas, as quais compreendem um con-
junto de dispositivos de diferentes classes 
(computadores, routers, modems), conecta-
dos mediante sinais, cabos, ondas radioelé-
tricas ou qualquer outro tipo de transporte de 
dados digitais (QUECONCEITO [s. d.]).
13
Agora que já temos duas definições, vamos prosse-
guir com o conhecimento, separando-o em partes 
sua fundamentação e os segmentos que compõem 
essa área.
Podemos dizer que a rede de computadores é uma 
das especialidades de uma grande área, a Ciência 
da Computação, que abrange todas as disciplinas 
e que tem como responsável um departamento de-
nominado TIC.
Mas afinal, o que é TIC?
Pois bem, há pouco tempo, chamávamos a área 
responsável pelos processos computacionais nas 
organizações de Tecnologia da Informação (TI); 
com o passar do tempo e a grande evolução das 
comunicações que, além do avanço no tempo de 
resposta para nossas solicitações, englobaram a 
parte de telefonia.
Por exemplo, as empresas deixaram de utilizar a te-
lefonia fixa em suas dependências e a substituíram 
pelas telefonias inteligentes, como VOIP – tecnologia 
que recebe ligações telefônicas via internet dentro de 
uma rede de computadores. Essa mudança trouxe 
uma redução significativa de custos com impulsos 
telefônicos tanto para ligações locais quanto para 
interurbano, além de benefícios e facilidades de su-
porte e instalação de novas linhas.
Dessa forma, vamos entender essa sigla tão impor-
tante no mundo informático:
14
T – Tecnologia
Engloba todas as tecnologias: hardwares, softwa-
res e servidores; switches de redes, estações de 
trabalho, cabeamentos, sistemas operacionais etc., 
usadas para a construção da estrutura física e lógica 
computacional.
I – Informação
Em um mundo onde estão em plana expansão Big 
Datas, Cloud Computing, Inteligência Artificial (IA) 
etc., cabe sempre uma preocupação especial na 
composição de dados e informações. Na área de 
redes não poderia ser diferente. Dimensionar cor-
retamente o tráfego de dados em uma rede é de 
vital importância para o atual objetivo de termos 
altas velocidades de transmissão, disponibilida-
de e integridade total das informações solicitadas 
pelos usuários, pois, em um mundo globalizado 
e ágil, ninguém admite ficar esperando por muito 
tempo algo solicitado e principalmente ficar obser-
vando aquela mensagem no computador “Aguarde 
– Processando…”
Você, que está se preparando para essa atividade, 
deve sempre ter em mente os princípios básicos e 
perceber que é fundamental ter informações dis-
poníveis instantaneamente, não importa onde elas 
estejam armazenadas.
Desde sempre, mas com mais ênfase na atualida-
de, a informação é o bem mais precioso e valioso 
de uma organização, seja ela privada ou pública, 
15
pois com ela é possível tomar decisões visando ao 
crescimento de empresas, retirar perfis de clientes 
oferendo produtos específicos, aumentar as vendas 
de e-commerce ou e-service.
Até nas redes sociais somos vistos como possibili-
dade de negócio. Você já deve ter percebido quando 
de alguma forma acessou uma pesquisa de algum 
produto e, a partir daí, começou a receber propa-
gandas referente ao mesmo produto. Pois é, quando 
participamos de grupos em redes sociais, na verdade 
estamos alimentando um banco de dados com nos-
sas informações que são similares a outras pessoas 
com o mesmo perfil.
C – Comunicação
Abrange a estrutura de comunicação, como redes 
na sua classificação LAN, WLAN, WAN etc., comu-
nicações via satélite, via cabeamento, Wireless etc.
Figura 5: Rede WAN / MAN / LAN. Fonte: www.rte.ie.
16
https://img.rasset.ie/0007e0c5-800.jpg
Percebemos então que a área de Tecnologia da 
Informação e Comunicação (TIC) deve ser respon-
sável pelos resultados de uma empresa através de 
sua participação contínua, auxiliando a tomada de 
decisão sobre quais seriam as melhores opções 
tecnológicas. Para que isso aconteça, no entanto, é 
importante que os profissionais de TIC tenham um 
conhecimento básico de negócios da organização 
(Visão Holística) ou cliente com necessidades de 
implantar um novo sistema, servidor e tecnologias 
web, pois somenteassim será possível efetuar um 
dimensionamento correto e atingir os objetivos de 
uma companhia.
Quer dizer, então, que vou precisar de todo esse co-
nhecimento para criar e administrar uma rede de 
computadores?
Sim. Dependendo do projeto de redes, do tamanho 
da empresa de seu cliente ou de onde você traba-
lha, da disponibilidade financeira e, principalmente, 
do objetivo ou negócio da companhia, nós de TIC 
devemos pensar em cada projeto como algo novo 
e único.
Vamos refletir juntos. Temos uma empresa de pe-
queno porte, de venda de cosméticos pela web atra-
vés de um sistema e-commerce, com cinco fun-
cionários, uma unidade e uma disponibilidade de 
investimento financeiro baixo; outra empresa de 
grande porte multinacional, chegando para vender 
seu produto inédito no Brasil, com cinco unidades, 
mais de 100 funcionários. Com base nesse cenário, 
17
devemos pensar da mesma forma pelos dois pro-
jetos com as mesmas dimensões e tecnologias?
A resposta é sempre não, pois os pensamentos de-
vem ser independentes para cada um deles. Com 
isso, podemos trazer as soluções e tecnologias ade-
quadas a cada necessidade e a disponibilidade de 
investimentos.
Outro ponto de vital importância em um projeto é 
sempre documentar o que está previsto dentro do 
escopo. Isso serve para evitar qualquer contratempo 
futuro sobre o que foi pedido e o que foi entregue, 
uma vez que segurança não é apenas para a rede 
de computadores, mas para nós profissionais de 
TIC também.
Por falar em segurança, outro fator importante em 
nossa área é a segurança de redes, acessos e in-
formação. A segurança a informação está regida, a 
partir de fevereiro de 2020, pela Lei Geral de Proteção 
de Dados do Brasil (LGPD), Lei 13.709/2018. Trata-
se de uma lei sancionada em 2017 que basicamente 
controlará os acessos, armazenamentos e processa-
mento dos dados pessoais espalhados por diversos 
bancos de dados e plataformas existentes.
Se, para o ambiente de dados, já existem normati-
zações estabelecidas por lei, para as redes de com-
putadores, devemos entender sobre segurança de 
acesso, pois redes sempre terão usuários e o que 
mais lhes for permitido. Por isso, vamos entender 
alguns desses importantes fatores, bem como o 
conceito de segurança.
18
Pode-se comparar segurança de redes com a mes-
ma segurança da internet com aplicativos de con-
trole diferentes; conforme já estudamos, atualmente 
os acessos a redes são regidos pela comunicação, 
que na maioria dos casos são os acessos via web. 
Devemos, portanto, pensar primeiramente quais os 
principais fatores que levam à quebra da segurança? 
Podemos pensar em várias causas, mas de uma 
forma ordenada podemos citar:
 ● Ataque de hackers: Na maioria das vezes, o ataque 
de hackers simboliza uma invasão para demonstrar 
falhas e brechas de segurança de um sistema ou 
rede de computadores.
 ● Ataque de crackers: Neste caso, a situação fica 
muito mais séria, pois não são apenas demonstra-
ção de falhas de sistema, mas a intenção de furtar 
informações e valores financeiros, destruir banco 
de dados, adicionar vírus novos sem antivírus, inter-
romper o funcionamento de sistemas transacionais 
e de apoio à decisão, causando assim um enorme 
prejuízo para as organizações empresariais.
Normalmente, os crackers se utilizam de malwares 
(softwares espiões) que, em determinado momento, 
são acionados ou mesmo colocados em nossos 
computadores sem nem mesmo percebermos que 
eles estão lá; daí quando se manifestam causam um 
estrago maior. Por essa razão, é sempre importante 
ter no mínimo um antivírus, antimalwares para mi-
nimizarmos as consequências.
19
 ● Evasão de informações: Este caso é tratado como 
“Pirataria”; pensar em evasão de informações é en-
tender que o caso está sempre ligado a uma questão 
cultural da empresa, à ética dos usuários e, desta 
forma, está muito além dos recursos disponíveis, 
tornando-se muito mais difícil seu controle, pois 
não existe software que impeça alguém de comer-
cializar dados de uma empresa sem autorização. 
Assim, existem muitas empresas que prestam ser-
viços nessa área para treinar a questão cultural da 
empresa, criar dispositivos legais sob a importância 
da responsabilidade de cada usuário e aplicações 
para o controle de acesso às informações.
Mesmo com todo esse trabalho, devemos estar 
conscientes de que estaremos sempre correndo 
riscos de acesso, principalmente quando falamos 
de acesso web; precisamos entender também que 
os benefícios desse acesso são tão importantes 
e ágeis que devemos estar atentos e tomar todas 
as medidas necessárias com vistas a evitar tais 
complicações.
Essas aplicações são softwares que nos auxiliarão 
na proteção de acesso a redes e dados, como anti-
vírus, antispam, gerenciadores de senhas, serviços 
proxy, criptografias etc., mas nada como um bom e 
velho backup e um plano de contingência para nos 
protegermos, seja no âmbito profissional seja no 
pessoal.
Ainda no quesito segurança, dependendo da estru-
tura organizacional, será necessário trabalharmos 
20
com sistemas distribuídos para melhorar a perfor-
mance dos sistemas da companhia. Os sistemas 
distribuídos são equivalentes a plataformas distin-
tas, com sistemas operacionais diferentes, redes e 
comunicação também distintas para um aumento 
significativo de performance.
Por exemplo, imagine uma empresa com várias 
unidades em diversas cidades. Dessas unidades, 
uma é indústria de processos (Fábrica), outra é de 
armazenagem e logística (Estoque e Faturamento) 
e outra é centralizadora (Administração e Vendas). 
Qual seria a melhor estrutura?
Pois então, imaginemos nosso banco de dados na 
nuvem, centralizando as atualizações das informa-
ções e com sistemas transacionais, que têm acesso 
a todos os aplicativos via web. Aí podemos utilizar 
várias redes LAN, uma em cada unidade, para efetuar 
seus processos independentemente, com sistemas 
operacionais diferentes, como Windows, Linux ou 
Samba fazendo a conexão entre eles e, ao final, atu-
alizando seu banco de dados único.
Esse formato nos traz a ideia de uma melhoria con-
siderável na performance, pois os processos sub-
divididos trazem esse benefício e, assim, aplicando 
os cuidados necessários com a segurança, estare-
mos caminhando para o melhor cenário desse case. 
Lembre-se, porém, de que tudo depende de vários 
fatores de um bom planejamento de um projeto.
Entendemos, com isso, que é necessário, em um pro-
jeto de redes, pensarmos além dos detalhes técnicos 
21
e alinharmos o conhecimento com as necessidades 
do cliente, ou seja, visão holística, lembra?
No mundo atual, o foco sempre recai sobre os obje-
tivos do negócio da companhia. Por mais que haja 
inovações e tecnologias envolvidas, se não atin-
girmos esses objetivos, teremos perdido tempo e 
dinheiro sem os resultados esperados, fase chamada 
de Projeto Funcional.
Após esse momento, organize as ideias e parta para 
o que interessa sobre as necessidades do cliente. 
Foque nas tecnologias, topologias físicas e lógicas 
que podem resolver o caso. Contrate bons profissio-
nais e crie uma sinergia em sua equipe. Apresente 
soluções inteligentes e acompanhe de perto a exe-
cução do projeto, aprendendo com os erros. Mensure 
os riscos, pois assim seu projeto certamente apre-
sentará poucas falhas.
Nesse momento, escolha um framework de mercado 
com as melhores práticas para controle de projetos, 
como um ITIL, acompanhado de um PMBOK ou al-
guma ferramenta parecida, pois isso dá mais segu-
rança em decisões importantes ao longo do projeto.
Nas próximas leituras, trataremos de detalhes per-
tinentes a tudo que foi mencionado até agora, visto 
que uma visão geral você já tem, com muita infor-
mação macro do que é necessário para criar e gerir 
uma rede de computadores. Além disso, de alguma 
forma precisamos aprofundar as pesquisas para 
acompanhar o mercado, que vai muito além de tec-
nologias específicas de redes, bem como participar 
22
e entender das tecnologias emergentes e inovaçõesna área, como inteligência artificial, gerenciamento, 
distribuição de caminhos de comunicação de dados 
como middleware, o caminho para as redes mundiais 
wireless tal qual acontece com os smartphones.
Estamos em uma era de mudanças rápidas, pro-
fissões que serão extintas e outras sendo criadas, 
tecnologias que estarão obsoletas muito brevemen-
te. Por isso, é preciso prepare-se; ultrapasse seus 
limites de conhecimento agregando o que precisa 
de melhor, pois essas mudanças acontecerão muito 
rapidamente.
REFLITA
Com tantas tecnologias e inovações, o que você 
está fazendo para manter-se atualizado? Esta-
mos falando em redes interplanetárias e rotea-
dores espaciais, uma vez que a Nasa já está em 
avançadas pesquisas sobre o tema. Assim, fica 
muito claro que não teremos mais aquele mon-
te de cabos e estruturas antigas. Então, procure 
pesquisar mais sobre o assunto e desenvolva 
uma visão diferente da que você tem agora.
23
EVOLUÇÃO NO MUNDO E 
NO BRASIL COM DATAS 
RELEVANTES
Neste tópico, estudaremos a evolução das tecnolo-
gias e redes de computadores, mencionando datas 
relevantes e acontecimentos. Dessa forma, teremos 
uma visão muito maior dos caminhos a seguir.
Datas relevantes e acontecimentos tecnológicos 
no mundo:
 ● Primeira geração de computadores
1943: A Inglaterra lança o Colossus, usado inicial-
mente para decifrar códigos secretos da Alemanha 
durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945); foi 
criado por Alan Turing, considerado até hoje como 
o pai da Ciência da Computação.
Podcast 1 
1945: Von Neumann sugere que os computadores 
utilizem o número binário, com base na lógica ma-
temática e na álgebra de Boole.
1946: Lançamento do primeiro computador, o Eniac 
por J. P. Eckert e John Mauchly.
1947: Invenção do transistor.
1949: Lançamento do Binac com maior portabilidade 
e concepção binária.
24
https://famonline.instructure.com/files/411982/download?download_frd=1
1952: Concluído o Electronic Discrete Variable 
Automatic Computer (Edvac), tornando-se o primeiro 
computador comercializado em escala industrial. 
Neste ano, a IBM lança o IBM 701, com maior ca-
pacidade de processamento.
 ● Segunda geração de computadores
1954: IBM 650 de tamanho médio para a época.
1957: Lançamento do IBM 1401 e o Burroughs B 200.
1958: IBM TX-0 Primeiro computador com monitor 
de alta qualidade.
1959: Criação do MARK I.
 ● Terceira geração de computadores
1960: Computadores IBM 360 e o Burroughs B-3500.
1964: Formação da primeira empresa de software 
do mundo, Computer Sciences Corporation (CSC).
1965: O primeiro minicomputador criado pela Digital 
Equipament Corporation (DEC).
1970: Lançado o primeiro microprocessador pela 
Intel.
1972: Lançamento mundial da Atari e seu pri-
meiro videogame, surgimento dos primeiros 
microcomputadores.
1975: Paul Allen e Bill Gates fundam a Microsoft.
25
1977: Steve Jobs e Wozniak criam o microcompu-
tador Apple.
1980: Lançamento do IBM PC/XT com sistema ope-
racional DOS que permitia a utilização de aplicações, 
como editor de texto Wordstar e a planilha eletrônica 
Lotus 1-2-3.
 ● Quarta geração de computadores
1982: Surge o PC 286 com os monitores CGA, alguns 
modelos eram coloridos, pois até então todos os 
computadores eram com visores de fósforo verde 
em sua maioria.
1985: Surge o PC 386 com monitores VGA coloridos; 
lançamento do Windows 1 criando uma interface 
gráfica para o sistema operacional DOS.
1987: Lançamento do Windows 2.
1988: Primeiro acesso à internet do Brasil (a Bitnet), 
pelo Laboratório Nacional de Computação Científica 
(LNCC), localizado no Rio de Janeiro.
1989/1990: Lançamento do PC 486 DX com monito-
res SVGA coloridos e uma velocidade de processa-
mento muito maior. Aproximadamente neste período, 
a Microsoft lança o Windows 3, momento em que há 
uma debandada geral dos minicomputadores para 
pequenas redes LAN com a Novell e Lantastic em 
uma crescente indescritível.
26
 ● Quinta geração de computadores até os dias 
atuais
É importante mencionar que, devido aos avanços de 
processamento e armazenamento de informações, 
bem como à febre da informatização mais acessível 
a todos, criou-se um mundo informatizado dando 
oportunidade para o nascimento de várias empresas 
desse ramo inovador, tanto para o desenvolvimento 
de hardwares quanto para o de softwares.
1991: Lançamento da primeira versão do Linux 
pelo então estudante universitário finlandês Linus 
Torvalds.
1993: Surge o processador Pentium.
1995: Lançamento do Windows 95.
1997: Surge o processador Pentium II.
1999: Surge o processador Pentium III.
2001: Surge o processador Pentium IV.
Dessa data aos dias atuais, evoluímos rumo a me-
lhorias técnicas, de processamento e armazena-
mento, para falarmos hoje em Big Data e máquinas 
com super processadores.
E o futuro como ficará?
Para falarmos sobre isso, temos que nos apro-
fundar em pesquisas, pois quase que diariamente 
surgem novas tecnologias que são chamadas de 
emergentes, como o Super Computador Quântico 
27
que, segundo estudos, será aproximadamente um 
milhão de vezes mais rápidos do que os computa-
dores atuais mais rápidos. Dessa maneira, fala-se 
até da substituição do binário como tradutor entre 
máquina-homem.
Juntando esse fato com o que a Nasa está pesqui-
sando sobre a internet interplanetária e processa-
dores espaciais, inteligências artificiais, Internet das 
Coisas, estradas inteligentes etc., será que nossa 
querida área de redes de computadores ficará da 
forma como está? A resposta é não. Por isso, deve-
mos cada vez estarmos atualizados nesse mercado 
e no seu futuro. Não pense que o Brasil está de fora 
disso, pois, de alguma maneira, caminhados juntos 
nessa evolução dentro de um mundo globalizado.
Podcast 2 
28
https://famonline.instructure.com/files/411986/download?download_frd=1
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Neste módulo, abordamos a história dos computa-
dores, redes e tecnologias envolvidas na área, tam-
bém estudamos seus conceitos e evolução com 
uma abordagem lógica. Ainda, estudamos as datas 
relevantes, mapeamos todos os grandes aconte-
cimentos e criamos reflexões sobre o futuro das 
tecnologias, suas inovações e o que consideramos 
emergentes. Tivemos a sensação clara de que esta-
mos indo para um futuro muito mais desafiador do 
que os últimos cinco anos, e aí fica uma indagação:
O que você pretende em seu futuro profissional 
promissor? Como você está se preparando para a 
evolução, sabendo que, nos próximos cinco anos, 
essa evolução caminhará muito mais rapidamente 
do que os últimos dez anos caminharam?
29
SÍNTESE
 
 
REDE DE 
COMPUTADORES
CONCEITOS, FUNDAMENTOS, HISTÓRIA
E SUA EVOLUÇÃO
Neste módulo, nosso compromisso foi o de navegar pelo conhecimento sobre Redes 
de Computadores. Mais especificamente, viajamos no tempo dessa disciplina e, com 
isso, entendemos sua origem, história e evolução tanto no Brasil quanto no mundo.
Os tópicos abordados foram:
Rede de computadores: história e evolução:
• 1960: laboratórios do MIT  Leonard Kleinrock (1934-).
Conceitos de Redes de Computadores:
• [...] uma rede de computadores pode ser definida como uma estrutura de 
computadores e dispositivos conectados através de um sistema de comunicação com 
o objetivo de compartilharem informações e recursos entre si.
 O que são as TICs?
T – Tecnologia
I – Informação
C – Comunicação
Evolução no mundo e no Brasil com datas relevantes:
• Primeira geração de computadores;
• Segunda geração de computadores;
• Terceira geração de computadores;
• Quarta geração de computadores;
• Quinta geração de computadores.
Referências Bibliográficas 
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redes sem fio: o guia prático sobre redes wi-
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Computadores: Uma Abordagem Top-Down. 
Bookman Companhia Ed, 2012.
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Computadores e a Internet: uma abordagem Top-
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TANENBAUM, A. S. Redes de Computadores. 4. ed. 
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	INTRODUÇÃO
	REDES DE COMPUTADORES: HISTÓRIA E EVOLUÇÃO
	CONCEITOS DE REDES DE COMPUTADORES
	EVOLUÇÃO NO MUNDO E NO BRASIL COM DATAS RELEVANTES
	CONSIDERAÇÕES FINAIS
	Síntese

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