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Arquiteto

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as alternativas, podemos 
denominar essas três atividades, respectivamente, como
(A) levantamentos, diagnóstico e plano.
(B) diagnóstico, prognóstico e plano.
(C) diagnóstico, levantamento analítico e prognóstico.
(D) levantamento analítico, projeções e prognóstico.
(E) levantamentos, prognósticos e projeções.
38. No desenho urbano de um projeto de campus universitário, 
foi prevista a hierarquização do sistema viário. São efeitos 
esperados dessa solução metodológica de projeto
(A) a máxima flexibilidade no uso dos diferentes espaços do 
campus, pela uniformização dos atributos locacionais.
(B) uma menor priorização da circulação pedestre em bene-
fício de modais hierarquicamente superiores, em espe-
cial o automóvel.
(C) o aumento da necessidade de percursos pedestres, 
especialmente entre os bolsões de estacionamento e 
as edificações.
(D) a redução do comprometimento de áreas com o sistema 
viário e a redução dos custos de implantação de infra-
estrutura.
(E) a concentração de vagas de estacionamento de auto-
móvel em um ou mais bolsões, com a proibição de 
estacionamento nas vias hierarquizadas.
39. No processo participativo de elaboração de um projeto, o 
programa de necessidades de uma edificação será apresentado 
aos futuros usuários. Isso significa apresentar
(A) os prazos e recursos disponíveis para a execução e as 
soluções tipo a serem empregadas no projeto.
(B) os prazos e recursos disponíveis para a execução e o 
partido arquitetônico.
(C) sua função, as atividades que irá abrigar e as soluções 
tipo a serem empregadas no projeto.
(D) sua função, as atividades que irá abrigar e seu dimen-
sionamento.
(E) o dimensionamento dos ambientes e o partido arquite-
tônico.
34. Segundo determina o Estatuto da Cidade, para garantir a 
gestão democrática da cidade, deverão ser utilizados, entre 
outros, os seguintes instrumentos, citados em seu artigo 43:
(A) órgãos colegiados de política urbana e iniciativa popu-
lar de projeto de lei e de planos, programas e projetos de 
desenvolvimento urbano.
(B) pesquisas de opinião e iniciativa popular de projeto de 
lei e de planos, programas e projetos de desenvolvimento 
urbano.
(C) órgãos colegiados de política urbana, plebiscito e 
referendum.
(D) pesquisas de opinião, debates, audiências e consultas 
públicas.
(E) plebiscito, referendum, debates, audiências e consultas 
públicas.
35. O Estatuto da Cidade determina como parte do conteúdo 
mínimo do Plano Diretor do Município
(A) a definição detalhada e a delimitação das zonas de uso 
correspondentes à área urbana do município, as catego-
rias de uso permitidas e os índices urbanísticos.
(B) a definição do sistema viário estrutural correspondente 
ao Plano Municipal de Mobilidade Urbana, contem-
plando os diferentes modais nele previstos.
(C) o Plano de Obras Públicas, de caráter vinculante, com 
a respectiva prioridade, cujos prazos serão ajustados à 
disponibilidade de recursos.
(D) as medidas não estruturais definidas no Plano Municipal 
de Saneamento Básico, quando pertinentes ao ordena-
mento territorial.
(E) a delimitação das áreas urbanas onde poderá ser aplica-
do o parcelamento, edificação ou utilização compulsó-
rios de imóveis ociosos ou subutilizados.
36. Um traço identificado em grandes conjuntos habitacionais 
promovidos pelo SFH, com recursos do FGTS, na década 
de 70, que se repete em uma série de empreendimentos de 
maior porte do programa Minha Casa Minha Vida é
(A) a predominância de soluções com mistura de usos do 
solo.
(B) a padronização tipológica das unidades habitacionais, 
bem como o uso de terrenos situados nas periferias das 
cidades.
(C) o emprego do aluguel social e da bolsa-aluguel como 
forma de permitir o acesso rápido de famílias de renda 
mais baixa ao direito à moradia.
(D) o rompimento com o modelo da casa própria, em 
benefício de soluções orientadas para a locação das 
unidades.
(E) a produção direta de moradias pelo Estado, eliminando-
-se a intermediação de empresas, públicas ou privadas, 
na contratação de obras e serviços.
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11 UFSP1302/013-Arquiteto
43. Considerem-se os detalhes construtivos técnicos e arqui-
tetônicos a seguir, extraídos da norma de acessibilidade 
(NBR9050:2004). As medidas estão em centímetros.
11 a 20
22 a 3042 a 53
21 a 27
60
a
75
anel
2,0
100
sinalização
Detalhe A
Detalhe B
1
,5
Os detalhes A e B correspondem, respectivamente, a
(A) sinalização de corrimãos e sinalização tátil de alerta no 
piso.
(B) barra de adaptação de sanitário para cadeirante e sinali-
zação tátil de alerta no piso.
(C) sinalização podotátil direcional e padrão de espaçamento 
de caracteres em braile.
(D) sinalização de corrimãos e sinalização podotátil dire-
cional.
(E) barra de adaptação de sanitário para cadeirante e padrão 
de espaçamento de caracteres em braile.
44. Uma edificação existente, com uso predominante para fins 
didáticos, será objeto de avaliação pós-ocupação. O projeto 
garantiu boas condições de climatização natural e dimensio-
namento adequado das instalações elétricas. Para se chegar a 
propostas de aumento da eficiência energética dessa edifica-
ção, recomenda-se que o levantamento de dados contemple
(A) os hábitos de uso dos ocupantes e a as cargas térmicas 
produzidas internamente.
(B) o consumo de energia na produção de seus materiais 
e componentes e as cargas térmicas produzidas inter-
namente.
(C) o consumo de energia na produção de seus materiais e 
componentes e os hábitos de uso dos ocupantes.
(D) o consumo individual dos equipamentos e os hábitos de 
uso dos ocupantes.
(E) o consumo individual dos equipamentos e as cargas 
térmicas produzidas internamente.
40. Na elaboração do projeto de um auditório, determinou-se 
que o palco deve situar-se entre 70 e 90 cm de altura em 
relação ao piso. Considerando-se que o espectador da 
primeira fileira tem sua visão a 1,10 m, em média, a fixação 
de uma altura mínima do palco decorre do fato de que
(A) um palco muito baixo cria dificuldades por exigir uma 
grande inclinação da plateia.
(B) em caso de altura excessiva, o espectador é obrigado a 
forçar a musculatura do olho ou do pescoço.
(C) é necessário garantir a segurança do palco em relação à 
plateia, em situações de pânico.
(D) a propagação do som deve sofrer a mínima interferência 
possível no percurso entre a fonte emissora e o ouvinte.
(E) a passagem de pessoas andando em frente ao palco não 
deve encobrir a visão de pessoas sentadas na plateia.
41. Um projeto arquitetônico está sendo desenvolvido em local 
cujo clima é úmido e apresenta pequena amplitude térmica 
diária, porém maior variação de temperaturas entre o verão, 
no qual as médias podem superar os 30 °C, e o inverno, que 
pode registrar dias com médias abaixo dos 10 °C. A edifi-
cação está localizada em local sombreado e pouco exposta, 
portanto, a radiação solar direta.
Nessas condições, melhor resultado poderá ser obtido, em 
relação à capacidade de isolamento térmico de vedos ex-
ternos, por meio de
(A) revestimento externo com materiais termicamente 
refletivos.
(B) revestimento interno com materiais termicamente refle-
tivos.
(C) criação de uma camada de ar confinada em parede dupla.
(D) criação de uma camada de ar ventilada em parede dupla.
(E) utilização de materiais com elevada inércia térmica.
42. Uma sala multiuso voltada para atividades didáticas extre-
mamente exigentes do ponto de vista de qualidade de recep-
ção do som pelo usuário deverá receber tratamento acústico 
capaz de oferecer desempenho adequado tanto para ativi-
dades envolvendo a voz humana e a palavra falada quanto 
para apresentações musicais de câmara. Não se prevê o uso 
de som amplificado. Esse resultado poderá ser obtido ao se 
fazer variar, de forma controlada,
(A) o isolamento acústico das paredes envoltórias, do teto e 
da cobertura, por meio de materiais absorventes sonoros 
colocados na superfície interna dos vedos.
(B) o isolamento acústico das paredes envoltórias, do teto e 
da

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