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provisória com antecedência de: 
 a) 30 dias 
 b) 45 dias 
 c) 15 dias 
 d) 60 dias 
 
264. A contratação de instrutores estrangeiros admitidos como tripulantes, em caráter provisório, 
não poderá exceder a: 
 a) 4 meses 
 b) restrito ao período de instrução 
 c) 6 meses 
 d) 9 meses 
 
265. O tripulante auxiliar do comandante responsável pela operação e controle de sistemas 
diversos é o: 
 a) co-piloto 
 b) comissário 
 c) mecânico de voo 
 d) rádio-operador 
 
266. Nas tripulações simples, o substituto eventual do Comandante, é o: 
 a) co-piloto 
 b) chefe de equipe 
 c) flight engineer 
 d) proprietário da aeronave 
 
267. Das alternativas abaixo, atribuições que o comandante não poderá delegar a outro tripulante, 
são as relativas a(ao): 
 a) segurança de voo 
 b) transporte de valores 
 c) transporte de armas de paxs 
 d) armazenamento de cargas 
 
268. Cessada a validade dos certificados de capacidade física e de habilitação técnica, a licença do 
tripulante: 
 a) não lhe permite exercer função a bordo 
 b) perde a validade ao término da jornada 
 c) tem validade ainda por 30 dias 
 d) tem validade até o retorno à sua base 
 
269. A função, remunerada, a bordo de aeronaves nacionais, e privativa de titulares de licenças 
específicas, emitidas pelo Comando de Aeronáutica, é reservada a: 
 a) estrangeiros e naturalizados 
 b) brasileiros natos e naturalizados 
 c) estrangeiros habilitados no Brasil e naturalizados 
 d) brasileiros e estrangeiros dos estados membros da OACI 
 
270. Para aeronaves de asas rotativas, o tempo de voo é definido como sendo o período 
compreendido entre o(a): 
 a) início da decolagem e o pouso 
 b) partida e o corte dos motores 
 c) início do deslocamento e o estacionamento da aeronave 
 d) início do deslocamento, por seus próprios meios, e a parada total da aeronave 
 
271. Uma tripulação de revezamento, que tenha trabalhado durante 13h e 15min, terá direito a 
um repouso de: 
 a) 12h 
 b) 16h 
 c) 20h 
 d) 24h 
 
272. As refeições do aeronauta, quando em voo, deverão ser servidas a intervalos máximos de: 
 a) 2h 
 b) 3h 
 c) 4h 
 d) 6h 
 
273. A duração do trabalho do aeronauta, computados os tempos de todos e quaisquer serviços, 
em uma semana, não poderá exceder a: 
 a) 50h 
 b) 44h 
 c) 60h 
 d) 176h 
 
274. O comandante é responsável pelos passageiros e bagagens: 
 a) desde o deslocamento da aeronave até o corte final dos motores 
 b) do início do voo até que as autoridades competentes assumam o controle 
 c) quando em escala regular houver uma pane e não estiver no local pessoa credenciada para 
tal atividade 
 d) desde o momento que se apresenta para o voo até o término da viagem 
 
275. Quando uma tripulação simples, a critério do empregador, tiver que realizar seis pousos: 
 a) será transformada em composta 
 b) será transformada em de revezamento 
 c) terá uma hora a mais de repouso depois da jornada 
 d) terá uma hora a mais no repouso que precede a jornada 
 
276. A alimentação do aeronauta em reserva será entre: 
 a) 10 e 12h e 17 e 19h 
 b) 10 e 14h e 19 e 21h 
 c) 11 e 12h e 18 e 19h 
 d) 12 e 14h e 19 e 21h 
 
277. Os limites de tempo de voo para aeronautas de empresas de transporte aéreo regular, que 
tenham trabalho num período inferior a 30 dias: 
 a) serão proporcionais ao limite mensal mais 10 horas 
 b) serão proporcionais ao limite mensal menos 10 horas 
 c) correspondem ao limite mensal 
 d) devem equivaler proporcionalmente ao limite estabelecido 
 
278. Os limites estabelecidos pela regulamentação do aeronauta, no que se refere à reserva, 
serão: 
 a) 06 períodos no mínimo 
 b) 08 períodos no máximo 
 c) não há limites 
 d) 02 semanais ou 08 mensais 
 
279. Um tripulante base SAO efetuou a seguinte programação: 
4ª SAO – GYN – BSB – THE – SLZ 
5ª SLZ – BEL – MCP – STM – MAO 
6ª MAO 
Sab. MAO – BZH – GGR – SAO – BHZ 
Dom. BHZ – SAO – BHZ – SAO 
Quantas jornadas e quantas viagens efetuou, respectivamente? 
 a) 5 - 3 
 b) 4 - 3 
 c) 5 - 1 
 d) 4 – 4 
 
280. Se o tripulante ficar incapacitado, física e permanentemente, ele: 
 a) será suspenso por seis meses 
 b) terá seu certificado de capacidade física cassado 
 c) poderá ser suspenso por 360 dias 
 d) deverá submeter-se a novos exames médicos 
 
281. A duração do trabalho do aeronauta, contado entre a hora da apresentação no local de 
trabalho e a hora em que o mesmo é encerrado, denomina-se: 
 a) viagem 
 b) jornada 
 c) composta 
 d) de revezamento 
 
282. O trabalho noturno não poderá ultrapassar a 10 horas, no que se refere a uma tripulação: 
 a) simples 
 b) mínima 
 c) composta 
 d) de revezamento 
 
283. O período de tempo não inferior a vinte e quatro horas consecutivas, em que o aeronauta em 
sua base contratual e sem prejuízo da remuneração, está desobrigado de qualquer atividade 
relacionada com seu trabalho, denomina-se: 
 a) folga 
 b) reserva 
 c) repouso 
 d) descanso 
 
284. Numa transferência provisória a empresa deverá proporcionar ao tripulante: 
 a) 4 salários referentes a média dos últimos doze meses, transporte até o local, alimentação, 
acomodação e assistência médica 
 b) transporte para o tripulante e seus dependentes, alimentação, acomodação e assistência 
médica 
 c) alimentação, acomodação, transporte aeroporto - hotel - aeroporto, assistência médica e 
transporte até o local 
 d) translação dos móveis, ajuda de custo, transporte aeroporto - hotel - aeroporto, transporte 
para os dependentes, se a transferência ocorrer durante as férias escolares 
 
285. No caso da impossibilidade para comparecer para efetuar um voo, o tripulante deverá: 
 a) comunicar a empresa com a maior antecedência possível 
 b) providenciar a substituição com outro tripulante, que esteja disponível 
 c) pedir ao comandante do voo que solicite a sua substituição junto à escala de voo 
 d) comparecer ao setor médico da empresa e este setor encarrega-se de comunicar à chefia de 
operação 
 
286. Uma empresa poderá operar uma tripulação de revezamento nas seguintes condições: 
 a) voos nacionais e internacionais; com autorização do órgão do SAC; imperiosa necessidade; 
atrasos devido a problemas de manutenção ou falta de tripulantes 
 b) por escala normalmente (quando a empresa tem a concessão do voo); atrasos devido a 
problemas de manutenção ou de meteorologia; com a autorização do órgão do COMAER 
 c) por solicitação do fretante, atrasos devido a extravio de bagagens ou por problemas 
meteorológicos; com autorização do órgão especial COMAER 
 d) por escala; atrasos devido a conexões com voos internacionais para atender outra aeronave 
que esteja com problemas; com autorização do COMAER 
 
287. Ao ser admitido numa empresa aérea, o comissário deve: 
 a) iniciar a voar imediatamente acompanhado com um instrutor 
 b) efetuar o curso de formação novamente para atualizá-lo, se o curso que fez tiver mais de 2 
anos 
 c) efetuar cursos dos equipamentos, da Empresa, que irá tripular 
 d) efetuar o curso do equipamento que irá tripular e do serviço de bordo da empresa 
 
288. Após aprovação na bando do DAC, e antes de iniciar a voar em uma empresa, o comissário 
precisa passar pelas seguintes etapas: 
 a) seleção na empresa 
 b) curso de equipamento que irá tripular 
 c) exame do DAC para obtenção do CHT 
 d) todas as anteriores se completam 
 
289. O Certificado de Habilitação Técnica (CHT): 
 a) é válido por um ano 
 b) é válido por dois anos 
 c) não tem validade 
 d) é permanente, com reciclagens anuais 
 
290. O comissário pode ter, no máximo, CHT dos equipamentos que tripular, em número de: 
 a) 1 
 b) 2 
 c) 3 
 d) 4 
 
291. Para tripular um novo tipo de equipamento, o comissário deve: 
 a) voar acompanhado de um instrutor do novo equipamento

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