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Primeiros-socorros Primeiros-socorros CRUZ DA VIDA CADA UMA DE SUAS BARRAS REPRESENTAM A FUNÇÃO EM 6 SISTEMAS DO EMS (SERVIÇO DE EMERGÊNCIA MÉDICA) De acordo com a Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho define-se PRIMEIROS SOCORROS: PRESTAÇÃO E ASSISTENCIA MÉDICA IMEDIATA A UMA VÍTIMA ATÉ A CHEGADA DE AJUDA PROFISSIONAL. INCLUI NÃO SÓ DANO FÍSICO OU DE DOENÇA, MAS TAMBÉM NO ATENDIMENTO INICIAL, INCLUINDO O APOIO PSICOLOGICO PARA PESSOAS QUE SOFREM EMOCIONALMENTE DEVIDO A VIVÊNCIA OU TESTEMUNHO DE UM EVENTO TRAUMÁTICO. Histórico dos primeiros socorros Iniciou-se em 1966 na Guerra do Vietnã Todos os soldados eram treinados em Primeiros Socorros Em 1969 criou-se o Técnico de Emergências Médicas (soldados que retornaram da guerra) Em 1972 o departamento do Trabalho reconheceu a profissão O GOVERNO AMERICANO ADOTOU UMA POLÍTICA PARA DESENVOLVER UM SISTEMA DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA EFICENTE: 911 – TELEFONE ÚNICO PARA EMERGÊNCIAS PROGRAMAS DE TREINAMENTOS PADRÕES DE EQUIPAMENTOS VEÍCULOS PARA ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIAS Atualmente o conceito mais moderno compara o Sistema de Emergências Médicas a uma corrente, onde todos os elos têm uma função a cumprir. PRIMEIRO ELO CIDADÃO COMUM SEGUNDO ELO professores, pM, agente penitenciários, AGENTE DE ESCOLTA E VIGILANCIA, instrutores de academias, motorista de transporte coletivo, comissário de bordo, entre outros. TERCEIRO ELO TÉCNICOS DE EMERGÊNCIAS MÉDICAS SOCORRISTA ATUALIZADO SAIBA LIDAR COM O PUBLICO HONESTO E AUTENTICO MANTER A COMUNICAÇÃO COM A VÍTIMA TER DISCERNIMENTO POSSUIR CONTROLE DOS PRÓPRIOS SENTIMENTOS POSSUIR ESTABILIDADE EMOCIONAL BOA CONDIÇÃO FÍSICA E SAÚDE DEVERES DO SOCORRISTA CUIDAR DA SUA PRÓPRIA SEGURANÇA aPh IMEDIATO SOLICITAR APOIO / ajuda ACIONAR ATENDIMENTO ESPECIALIZADO Coletar o maior número de informações Manter os cuidados e a estabilização da vitima até a chegada do serviço especializado Transmitir todas as informações Acionamento do sistema de aph “a hora de ouro” O acionamento da equipe de resgate / cb tem que ser de imediato A hora de ouro é a primeira hora que se sucede um episódio de trauma Os procedimentos emergenciais realizados nas vitimas em menos de 01 hora após o acidente, aumenta a possibilidade de sobrevivência e reduz as sequelas causadas pelo trauma O mais importante a se fazer é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros, quando se toma ciência de uma vítima O socorrista deve sempre se identificar, informar o tipo de ocorrência, quantidade e situação das vítimas, localização exata com ponto de referência e dados que possam auxiliar no socorro. Tipos de ambulância Tipo a – ambulância de transporte Motorista Tipo b – ambulância de suporte básico Motorista / socorrista / enfermeiro Tipo c – ambulância de resgate Motorista / socorrista / enfermeiro Tipo d – ambulância de suporte avançado Motorista / enfermeiro / médico Regras gerais de biossegurança Evitar contato com sangue ou secreções da vitima Sempre utilizar luvas e métodos de barreira no contato com a vítima Sempre lavar as mãos após qualquer atendimento Descartar os materiais utilizados em local apropriado Identificação dos riscos Observar se há ou poderão surgir riscos AO realizar o atendimento à vítima Coletar o máximo de informação do local da emergência Verificar as condições de segurança para o socorrista e para a vítima Identificação dos riscos Na nossa realidade No caso específico de uma ocorrência na rua Para salvaguardar a equipe Avaliação da vítima Análise primária Exame rápido Avaliar nível de consciência A – aéreas (vias) B – boa respiração C – circulação Avaliar nível de consciência Chamar no mínimo três vezes Tocar no ombro da vitima A – vias aéreas Se não responder Abrir as vias aéreas através da extensão da cabeça, elevação da mandíbula ou tração do queixo b – boa respiração Ver, ouvir e sentir a respiração da vítima ver – movimentos respiratórios Ouvir – sons oriundos da respiração Sentir – na face o ar exalado durante a expiração c – circulação Observar se há sinais de circulação no pulso carotídeo Verificação de grandes hemorragias Observar se há grandes hemorragias na vítima que precisa ser controlada de imediato. Toda vítima que não se houver informações seguras da ocorrência deve ser tratada como sendo portadora de lesão na coluna cervical Análise secundária Observação de sinais e sintomas É uma análise mais objetiva Sinais – ver, ouvir e sentir Sintomas – é o que a vítima relata CABEÇA PESCOÇO TÓRAX E ABDOMEN FERIMENTOS / DEFORMIDADES / AFUNDAMENTOS / SECREÇÕES / DENTES QUEBRADOS / RESISTENCIA OU DOR AO MOVIMENTO / DOR LOCAL / LOCAL AVERMELHADO / HEMORRAGIA PERDA DE SANGUE CIRCULANTE PROVENIENTE DE RUPTURA, DILACERAMENTO OU CORTE DE UM VASO SANGUÍNEO HEMORRAGIA INTERNA HEMORRAGIA EXTERNA HEMORRAGIA EXTERNA FÁCIL VISUALIZAÇÃO PRESENÇA DE SANGUE NAS ROUPAS DA VÍTIMA; PRESENÇA DE SANGUE NO LOCAL; SAÍDA DE SANGUE PELOS FERIMENTOS. CURATIVOS ABERTO UTILIZA-SE APENAS ANTISSÉPTICO. OCLUSIVO APÓS A LIMPEZA DA FERIDA E APLICAÇÃO DO MEDICAMENTO, É FECHADO OU OCLUÍDO COM GAZE OU ATADURA. SECO Curativo fechado com gaze ou compressa seca . Não se usa nada na gase. ÚMIDO Curativo fechado com gase ou compressa umidecida com pomada ou soluções prescrita. COMPRESSIVO É aquele no qual é mantida compressão sobre a ferida, para estancas hemorragias, eviscerações, etc. CURATIVOS ABERTO UTILIZA-SE APENAS ANTISSÉPTICO. OCLUSIVO APÓS A LIMPEZA DA FERIDA E APLICAÇÃO DO MEDICAMENTO, É FECHADO OU OCLUÍDO COM GAZE OU ATADURA. SECO Curativo fechado com gaze ou compressa seca . Não se usa nada na gase. ÚMIDO Curativo fechado com gase ou compressa umidecida com pomada ou soluções prescrita. COMPRESSIVO É aquele no qual é mantida compressão sobre a ferida, para estancas hemorragias, eviscerações, etc.