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M A I S S A B O R E Q U A L I D A D E P A R A S U A V I D A
ED. 36 • MAIO DE 2018
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Torta de fubá 
com calabresa
Saboresjuninos
O milho sai do arraial e faz bonito no almoço de domingo
Mais saúde 
no prato
Providências fáceis 
de adotar que 
vão transformar 
suas refeiçõesSaboresjuninos
Hora do 
desapego
Como doar 
móveis e 
objetos 
usados para 
instituições 
de caridade
Carreira de futuro
A profissão de açougueiro, quem 
diria, está em alta novamente 
Nhoque é tudo de bom
A história desse patrimônio 
italiano e quatro 
deliciosas receitas 
O milho sai do arraial e faz bonito no almoço de domingo
Hora do 
desapego
Como doar 
móveis e 
objetos 
usados para 
instituições 
de caridade
Carreira de futuro
A profissão de açougueiro, quem 
diria, está em alta novamente 
Nhoque é tudo de bom
A história desse patrimônio 
italiano e quatro 
deliciosas receitas 
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SABORES AJINOMOTO • Coordenação Marketing-Nutrição 
• Conselho editorial Priscila Andrade, Lisiane Miura, Marilia Zagato, 
Ana Beatriz Pose, Izabel Alves, Jackeline Rodrigues e Sarah Naomy Lins 
• Coordenação-geral Editora 4 Capas • Diretora responsável Mariella Lazaretti 
• Diretor executivo Georges Schnyder • Direção de arte Ana Lucia Caldas 
• Editora Flávia G. Pinho • Fotos Ricardo D’Angelo • Revisão Ruth Figueiredo
• Produção culinária Fabiana Badra Eid (assistente: Roseli Querino) 
• Produção de objetos Cristina Esquilante
Jornalista responsável Mariella Lazaretti • MTb no 15.457 PARA FALAR COM A REVIS TA, ENVIAR CAR TAS E SUGES TÕES
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4. Aperitivo – Tudo o que você sempre 
quis saber sobre o micro-ondas
5. Ideias – Plantas que crescem bem em ambientes 
internos, ideais para cultivar dentro de casa 
6. Menu – Os sabores das festas juninas inspiram 
receitas doces e salgadas para o almoço de domingo
10. Lições para sua casa – Como doar móveis, 
roupas e objetos usados para instituições de caridade 
12. Tudo de bom – Conheça a origem do nhoque e 
aprenda a preparar quatro receitas deliciosas
16. Descubra – Um passeio pelas belezas naturais, 
pela cultura e pelos sabores do Pantanal
20. Profissão – Butiques de carne põem 
em evidência a técnica dos açougueiros – 
eles nunca estiveram tão em alta 
22. Vida saudável – Uma 
nutricionista mostra como mudar os 
hábitos alimentares com providências 
simples de adotar
26. Beleza – Valorize os looks 
de festa e do dia a dia combinando 
as roupas e os acessórios 
28. Dica da edição – Toda a 
versatilidade da farinha de arroz, que 
vai bem em doces e salgados
32. Novidades – A Cozinha 
Experimental da Ajinomoto completa 
20 anos e visita à fábrica da Ajinomoto
34. Cantinho do leitor – Uma receita 
bem prática de costelinha com quiabo, vinda 
diretamente de Minas Gerais
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PÁGINA 34
Anúncio 12
PESOS E MEDIDAS
1 xícara (chá) de...
Açúcar = 150 g
Amido de milho = 100 g
Arroz = 170 g
Farinha de rosca = 140 g
Farinha de trigo = 110 g
Fubá = 120 g
Manteiga = 200 g
Qualquer líquido = 200 ml
Queijo ralado = 100 g
1 colher (sopa) de...
Açúcar = 12 g
Amido de milho = 8 g
Farinha de trigo = 9 g
Fermento químico = 12 g
Manteiga = 15 g
Qualquer líquido = 15 ml
1 colher (chá) de...
Sal = 5 g
Que venha o frio!
É bem verdade que, em boa parte do Brasil, o inverno passa quase despercebido, sem 
que a temperatura caia muito. Mas a estação sempre traz um refresco – e, convenha-
mos, ele é suficiente para abrir o apetite. Esta edição de Sabores Ajinomoto que chega 
às suas mãos agora está recheada de gostosuras, a começar pelos pratos inspirados 
nas festas juninas: o milho, que sempre foi o protagonista dos arraiais, vira ingrediente 
de base para sugestões que vão muito bem para o almoço de domingo. Como o frio 
também combina com massa, contamos a história (e ensinamos o preparo) de uma 
das mais gostosas tradições italianas – o nhoque. Ele aparece em diferentes versões, 
da clássica batata à inusitada banana-da-terra. E pode se entregar a esse prazer sem 
medo. Na pág. 22, uma nutricionista mostra como é possível cuidar da saúde e da 
silhueta comendo melhor, sem que seja necessário privar-se dos prazeres à mesa. 
Boa leitura! 
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5
É proibido lavar o micro-ondas por dentro
O molho respingou quando foi aquecido? 
Encha um refratário pequeno de louça 
ou vidro com água e junte 1 colher 
(sopa) de vinagre. Coloque o recipiente 
no micro-ondas e aqueça por 5 minutos na potência 
máxima. Depois, deixe a mistura descansando dentro 
do aparelho por mais 3 minutos. Quando você abrir 
a porta, verá que a sujeira amoleceu – agora basta 
finalizar com papel toalha ou um pano limpo seco. 
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as Moda de novoHit nos anos 80, a 
samambaia voltou 
com força total. Suas 
folhas longas exigem 
vasos suspensos
Como tirar o melhor partido desse grande aliado na cozinha
Não é qualquer planta que cresce bem em 
ambientes internos. Conheça espécies 
lindas, muito decorativas e fáceis de 
cuidar, ideais para cultivar dentro de casa
Escultural
A iúca traz o clima 
tropical para a 
decoração. Deve ser 
posicionada onde 
há claridade e boa 
ventilação
Resistentes
Como suas folhas 
armazenam água, 
as suculentas 
exigem regas 
pouco frequentes
Delicadeza
O inspirador 
lírio-da-paz 
precisa de 
umidade e 
pouca insolação 
para florescer
Espaçosa
A areca-bambu pode 
crescer bastante. Para 
mantê-la pequena, use 
um vaso menor e faça 
podas constantes
Simbolismo
Com fama de 
proteger o ambiente, 
a lança-de-são-jorge 
pede pouca água 
e resiste bem no ar 
condicionado
Arco-íris
As folhas rajadas do 
cróton podem revelar 
tons de vermelho, 
branco, amarelo e laranja
Cantinhos
A zamioculca se desenvolve 
bem em lugares sem luz, onde 
poucas plantas sobreviveriam
Verde
 DE CASA
 DENTRO
MICRO-ONDAS
Mitos e verdades
No dia a dia, o micro-ondas pode ser aquela mão na roda: aquece rapidinho, cozinha a jato, descongela 
sem demora. Mas esse eletrodoméstico, que só se tornou popular no Brasil nos anos 1990, ainda gera 
medo em muita gente. Saiba o que é mito e o que é verdade e aprenda a usá-lo em segurança.
O uso de tampas 
é sempre proibido
Você pode usar tampas sobre 
os recipientes, desde que elas 
tenham perfurações que liberem 
o vapor durante o aquecimento.
O micro-ondas aquece por meio da agitação das 
moléculas de água. Portanto, alimentos muito secos 
podem explodir, causando um bocado de sujeira. O mesmo 
vale para ovos e potes fechados: é explosão na certa.
Alguns alimentos 
podem explodir lá dentro
Metais são proibidos 
no micro-ondas
Durante o funcionamento do 
forno, o metal funciona como uma 
antena, atraindo correntes elétricas, 
podendo até produzir faíscas. O mesmo 
fenômeno ocorre com o papel-alumínio.
A radiação do 
micro-ondas 
prejudica 
a saúde
O equipamento 
é desenhado 
para conter 
a radiação em seu 
interior. Se estiver em 
perfeitas condições, 
não há qualquer 
risco para a saúde. 
No entanto, não use 
se houver qualquer 
problema de vedação. 
O micro-ondas 
exige uma 
instalação 
especial
Ele deve ser 
apoiado em uma 
superfície bem 
nivelada, longe de 
fontes de calor e da 
umidade. Mantenha 
o fio longe da 
água e jamais 
use extensões 
ou adaptadores 
de tomada. 
Qualquer recipiente 
pode ser usado
Cristais, louças com ornamentos 
metálicos e plásticos comuns, como 
embalagens reaproveitadas, são 
vetados. Use apenas recipientes 
de vidro refratário, cerâmicas e 
porcelanas sem ornamentos ou potes 
plásticos que tenham no rótulo a 
indicação “livre de BPA” ou “BPA free”.
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Inspire-se nas delícias típicas das 
festas de junho e prepare um almoço 
diferente para a famíliaBasta ouvir a expressão “festa junina” e a gente logo pensa em quentão, pinhão, bolo de milho-verde, curau, batata-doce assada... Mas quem disse que é preciso 
esperar pelo arraial para matar a vontade de comer essas 
gostosuras? As receitas desta reportagem, desenvolvidas 
com exclusividade para a revista Sabores Ajinomoto, 
trazem as festas de Santo Antônio, São João e São Pedro 
para o almoço de domingo. O milho, um dos ingredientes 
mais presentes em qualquer arraial, continua como prota-
6
JUNINOS
Sabores
gonista. Mas, no lugar de quitutes para comer entre uma 
quadrilha e outra, ele dá origem a pratos substanciosos para 
compartilhar com a família toda. Tem um escondidinho de 
carne-seca muito prático, que dá pouquíssimo trabalho e 
funciona bem como prato único. Tem uma deliciosa torta 
de liquidificador, com massa de fubá e recheio de linguiça 
calabresa refogada – impossível de alguém resistir. E, como 
ninguém é de ferro, uma sobremesa que encanta adultos 
e crianças: maria-mole de morango. 
 
TORTA DE FUBÁ COM CALABRESA
INGREDIENTES
Recheio – 2 colheres (sopa) 
de óleo; meia cebola picada; 
1 e meio gomo de linguiça 
calabresa defumada picada 
(200 g); 1 xícara (chá) de 
requeijão culinário 
Massa – 2 xícaras (chá) de leite (400 ml); 3 ovos; 
meia xícara (chá) de óleo; 1 e meia xícara (chá) de fubá 
(150 g); 2 xícaras (chá) de farinha de trigo (220 g); 
2 sachês de Tempero SAZÓN® Laranja; 1 colher 
(sopa) de fermento em pó
MODO DE PREPARO
Faça o recheio – 1. Em uma panela média, coloque o 
óleo e leve ao fogo alto para aquecer. 2. Junte a cebola 
e refogue por 3 minutos ou até ficar transparente. 
20 minutos 
(+30 minutos 
de forno)
10 
porções Fácil
3. Acrescente a linguiça e frite por 6 minutos ou até 
dourar levemente. Retire do fogo, adicione o requeijão 
culinário, misture e reserve. 
Enquanto isso, prepare a massa – 1. No copo do 
liquidificador, coloque o leite, os ovos e o óleo, e bata 
em velocidade média por 1 minuto. 2. Transfira para 
uma tigela grande, junte o fubá, a farinha de trigo e o 
Tempero SAZÓN®, e misture bem, com o auxílio 
de um batedor manual de arame ou uma colher, até 
ficar homogêneo. Adicione o fermento e misture 
delicadamente. 3. Disponha metade da massa em 
uma fôrma retangular média (26 x 16 cm), untada e 
enfarinhada. 4. Distribua o recheio e cubra com a massa 
restante. Leve ao forno médio (180 graus), preaquecido, 
por 30 minutos, ou até dourar levemente. 5. Retire do 
forno, espere amornar e sirva em seguida.
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MARIA-MOLE 
DE MORANGO 
INGREDIENTES
1 xícara (chá) de água (200 ml); 
1 envelope de gelatina em pó 
incolor, sem sabor; 1 sachê de 
MID® Morango; meia lata de 
creme de leite; meia xícara (chá) 
de açúcar; meia xícara (chá) de 
coco ralado seco
MODO DE PREPARO
1. Em um recipiente pequeno, 
coloque 5 colheres (sopa) da água 
e polvilhe a gelatina. 2. Deixe 
hidratar por 3 minutos e leve ao 
micro-ondas por 20 segundos, 
em potência alta, para dissolver. 
3. Transfira para uma tigela, 
junte a água restante, o MID®, o 
creme de leite e o açúcar, e mexa 
vigorosamente. 4. Disponha 
em um refratário quadrado 
(20 x 20 cm), untado, cubra e leve 
à geladeira por 3 horas, ou até 
firmar. 5. Retire da geladeira, 
corte em quadrados de 4 x 4 cm 
e envolva-os no coco ralado. 
Sirva em seguida.
40 minutos 
(+15 minutos 
de forno)
7 
porções Fácil
 
ESCONDIDINHO 
COM CARNE-SECA
INGREDIENTES
3 colheres (sopa) de manteiga 
sem sal; 1 cebola pequena picada; 
350 g de carne-seca demolhada, 
dessalgada, cozida e desfiada; 
1 sachê de Tempero SAZÓN® 
Vermelho; 3 latas de milho em 
conserva, escorrido; 2 xícaras (chá) 
de leite (400 ml); 1 colher (sopa) de 
amido de milho; 1 pitada de sal; meia 
lata de creme de leite (150 g)
MODO DE PREPARO
1. Em uma panela grande, coloque 
2 colheres (sopa) de manteiga e leve ao 
fogo médio para derreter. Junte metade 
da cebola e refogue por 2 minutos, ou 
até ficar transparente. Adicione a carne 
e frite por 5 minutos, ou até dourar. 
Polvilhe com o Tempero SAZÓN®, 
retire do fogo e reserve. 2. No copo 
do liquidificador, coloque o milho e 
o leite, e bata até ficar homogêneo. 
Passe a mistura pela peneira e 
reserve. 3. Em uma panela média, 
coloque a manteiga restante e leve ao 
fogo alto para derreter. Junte a cebola 
restante e refogue por 3 minutos ou 
até ficar transparente. 4. Adicione a 
mistura reservada, o amido e o sal, 
e cozinhe por 8 minutos, mexendo 
sempre até obter um purê. Retire do 
fogo, acrescente o creme de leite, 
misture e reserve. 5. Em 7 forminhas 
individuais, untadas, disponha a carne 
reservada, espalhando com o auxílio 
de uma colher. 6. Coloque o purê e 
alise com as costas de uma colher. 
Leve ao forno médio (180 graus), 
preaquecido, por 15 minutos. 
Retire do forno e sirva em seguida.
DICA: Se desejar, utilize um refratário 
médio único, untado, em vez 
das forminhas individuais.
15 minutos 
(+3 horas de 
geladeira)
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porções
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Que tal separar 
aqueles móveis e 
objetos que já não 
servem mais e doá-los 
para quem precisa? Hora dodesapego
Casa Hope • hope.org.br
SÃO PAULO
O bazar permanente, que funciona na Avenida Conselheiro 
Rodrigues Alves, 918, Vila Mariana, ajuda a custear os projetos 
de apoio a crianças e adolescentes portadores de câncer e 
transplantados. Aceita doações de roupas, itens de cama, mesa 
e banho, eletrônicos, livros, discos, eletrodomésticos, móveis 
e brinquedos – grandes volumes são retirados em domicílio.
(11) 5084-7111
 
Casas André Luiz • mercatudo.org.br 
GRANDE SÃO PAULO, SOROCABA E CAMPINAS
Vinculada ao Centro Espírita Nosso Lar, a instituição atende 
pessoas com deficiência intelectual desde 1949. O bazar 
Mercatudo Casas André Luiz é uma das mais importantes 
fontes de renda. Doações de móveis, roupas, objetos e eletro-
eletrônicos em bom estado são retirados nas regiões acima. 
 (11) 2459-7000 (Grande São Paulo) 
 (15) 3234-1290 (Sorocaba) 
 (19) 3228-1031 (Campinas)
Apae • www.apaesp.org.br
SÃO PAULO
A entidade, que atende e promove a inclusão de pessoas com 
deficiência intelectual, aceita doações de roupas, calçados, 
bijuterias, acessórios e brinquedos, novos ou usados, desde que 
em bom estado. As peças são retiradas em domicílio e vendi-
das no bazar da Rua Leandro Dupret, 619, Vila Clementino.
 (11) 5080-7187
 doe@apaesp.org.br
Exército de Salvação • 
www.exercitodoacoes.org.br
SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, SANTA CATARINA, DISTRITO 
FEDERAL, PARANÁ, PERNAMBUCO E RIO GRANDE DO SUL
Fundada em 1865, a organização cristã atua no Brasil desde 
1922, onde mantém projetos sociais em 20 cidades. Retira 
em domicílio doações de roupas, móveis, eletrodomésticos, 
calçados, brinquedos, utensílios domésticos, colchões, livros 
e eletrônicos, vendidos nos bazares da instituição. 
 4003-2299 (sem DDD)
Lar de Frei Luiz • www.lardefreiluiz.org.br
RIO DE JANEIRO
Desde 1947, a instituição espírita mantém projetos sociais para 
crianças, adolescentes e idosos, incluindo ambulatório, cestas 
básicas, creche, educandário, lar para idosos e assistência a 
portadores de necessidades especiais. Doações de roupas, 
móveis, utensílios e objetos devem ser entregues no bazar, 
que fica na Estrada da Boiúna, 1367, Taquara, Jacarepaguá 
 (21) 3539-9550
Obras Sociais Irmã Dulce • www.irmadulce.org.br
SALVADOR
Fundada em 1959, a entidade filantrópica tem 21 núcleos e 
faz 4,5 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano pelo 
Sistema Único de Saúde (SUS). Recebe roupas, alimentos, 
móveis, eletrodomésticos e itens de higiene pessoal, que são 
repassados aos beneficiários da entidade ou vendidos no bazar.As doações são retiradas em domicílio ou entregues no Setor 
de Doações, na Avenida Bonfim, Largo de Roma, Portão 1.
 (71) 3310-1105 
evante a mão quem nunca guardou, em casa ou no 
trabalho, coisas antigas que já perderam a serven-
tia. Ter apego por objetos é natural, traz uma certa 
sensação de conforto. Mas dar a eles vida nova, acredite, 
é ainda mais recompensador. Você libera espaço, tem a 
chance de fazer aquela limpeza e ainda faz o bem para 
muita gente. As instituições que listamos a seguir, todas 
L com anos de estrada e muita credibilidade, ajudam na hora do desapego – muitas até buscam em sua casa móveis e objetos doados. O destino das doações é sempre nobre: 
elas podem passar diretamente às mãos de famílias ca-
rentes ou ser vendidas em bazares, cuja renda é revertida 
para programas sociais. Animou-se? Então, comece já essa 
arrumação do bem!
Unibes • www.unibes.org.br
SÃO PAULO
Desde 1915, a União Brasileiro-Israelita do Bem-Estar Social 
mantém projetos que atendem crianças, adolescentes, idosos 
e famílias em situação de vulnerabilidade social. Doações de 
roupas, brinquedos, móveis, eletrodomésticos, utensílios e 
demais produtos usados são retiradas em domicílio e desti-
nadas aos beneficiários do programa. O excedente é vendido 
em cinco bazares, nos bairros de Bom Retiro, Brás e Santana. 
 (11) 3311-7266 
Lar Vicentino • www.larvicentino.org.br
SÃO PAULO
Fundada em 1972 por um grupo de vicentinos, vinculados à 
Igreja Católica, a entidade sem fins lucrativos cuida de idosos 
em situação de risco social e abandono. Doações de roupas, 
calçados, louças, utensílios domésticos e eletrodomésticos 
são retiradas em domicílio.
 (11) 2546-5682
 administracao@larvicentino.org.br
Mensageiro da Caridade • 
mensageirodacaridade.org 
PORTO ALEGRE
A instituição é vinculada ao Secretariado de Ação Social da 
Arquidiocese de Porto Alegre. Qualquer tipo de material rea-
proveitável é aceito como doação: móveis, eletrodomésticos, 
máquinas de escrever e de costura, calculadoras, louças, panelas, 
CDs, relógios, material de construção, computadores, ferragens 
diversas, jornais e até madeira ou alumínio reutilizáveis. 
 (51) 3223-2555
Desapegar faz bem
A Ajinomoto do Brasil adota há algum tempo a 
Metodologia 5S e, em 2017, foi criado um projeto 
no escritório de São Paulo para reforçar seu uso. Surgida 
no Japão, essa metodologia se baseia em cinco conceitos:
Seiri = Descartar aquilo que é desnecessário
Seiton = Organizar aquilo que é necessário
Seiso = Limpeza
Seiketsu = Manter higiene, saúde e padronização
Shitsuke = Autodisciplina
Tais práticas estão fazendo a diferença no dia a dia dos 
funcionários. Somente na primeira etapa de “limpeza” 
das áreas de trabalho, foram descartadas 2 toneladas 
de papéis e 1,4 tonelada de outros produtos que não 
tinham mais serventia.
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Nascido da escassez de 
ingredientes, o nhoque 
tornou-se uma das maiores 
riquezas da cozinha italiana Bolotas
deliciosas
T udo aconteceu lá pelo século XVII. Sem acesso à farinha de trigo, que ficava reser-vada aos ricos, os italianos pobres faziam 
suas massas com pão dormido moído. Assim teria 
nascido o nhoque, relata Sílvio Lancellotti em O 
Livro da Cozinha Clássica – A História das Receitas 
mais Famosas da História (Editora L&PM). “Depois 
de bem trabalhada e firme, a massa se abria em 
cilindros longos, da espessura de um dedo ou mais, 
que então se cortavam em toquinhos”, diz o autor. 
A receita deu tão certo que foi copiada até mesmo 
pelas famílias abastadas – e ganhou o mundo. 
Na Itália, cada região faz gnocchi (esta é a 
grafia em italiano) de um jeito. Tem receita que 
leva ovos na massa, outras que misturam farinha 
de castanhas e farinha de trigo, sem falar nas va-
riações doces, salpicadas com açúcar e canela. 
No Brasil, durante muito tempo imperou o nho-
que de batata, receita clássica que não poderia 
faltar nesta reportagem. Para que eles fiquem 
levinhos, a dica é usar batata do tipo asterix, de 
casca rosada – por ser bem mais seca, ela não 
requer tanta farinha para dar o ponto. Mas os cozi-
nheiros brasileiros, criativos que só, já inventaram 
nhoque de tudo o que é sabor. Aqui, você também 
aprende a preparar as bolotas com batata-doce, 
uma variação pré-cozida sem batata e outra de 
banana-da-terra – em versão salgada mesmo, 
que fica uma delícia. 
Para tornar a refeição ainda mais saborosa, 
que tal aderir ao ritual do Nhoque da Fortuna? 
Manda a tradição que se coloque uma nota ou 
moeda embaixo do prato de nhoque, sempre no 
dia 29 de cada mês, para atrair fortuna. Boa sorte 
e bom apetite!
50 
minutos
6 
porções Fácil
NHOQUE DE BATATA-DOCE
INGREDIENTES
Massa – 800 g de batata-doce cozida e 
espremida; 1 e meia xícara (chá) de farinha 
de trigo; 1 ovo; meia colher (chá) de sal; meia 
colher (chá) de AJI-NO-MOTO®; 2 colheres 
(sopa) de queijo tipo parmesão ralado
Molho – 1 colher (sopa) de óleo; 1 cebola 
pequena picada; 1 lata de tomate pelado (400 g); 
2 xícaras (chá) de água (400 ml); meia colher (chá) 
de sal; meia colher (chá) de AJI-NO-MOTO®
MODO DE PREPARO
Prepare a massa – 1. Em uma tigela grande, coloque 
a batata-doce, a farinha de trigo, o ovo, o sal e o 
AJI-NO-MOTO®, e mexa até ficar homogêneo. 
Em uma superfície lisa e enfarinhada, faça cordões com 
a massa e corte os nhoques. 2. Cozinhe-os, aos poucos, 
em água abundante e fervente, retirando-os com o 
auxílio de uma escumadeira, assim que subirem à 
superfície. Reserve aquecidos.
Faça o molho – 1. Em uma panela grande, coloque o óleo e 
leve ao fogo alto para aquecer. 2. Junte a cebola e refogue 
por 3 minutos, ou até dourar. Acrescente o tomate, a água, 
o sal e o AJI-NO-MOTO®, e cozinhe em fogo médio, 
com a panela semitampada por 20 minutos. 3. Regue o 
nhoque, polvilhe com o queijo ralado e sirva em seguida.
NHOQUE AO MOLHO PESTO
INGREDIENTES
Massa – 2 e meia xícaras (chá) de leite (500 ml); 
2 ovos; 2 colheres (sopa) de manteiga sem sal, derretida; 
1 sachê de Tempero SAZÓN® Laranja; 1 pitada de sal; 
2 xícaras (chá) de farinha de trigo
Molho – 1 xícara (chá) de Azeite de Oliva Extra 
Virgem TERRANO® (200 ml); 5 nozes picadas (30 g); 
1 dente de alho; meia colher (chá) de AJI-NO-MOTO®; 
meia colher (chá) de sal; 5 colheres (sopa) de queijo tipo 
parmesão ralado (40 g); folhas de meio maço de rúcula 
MODO DE PREPARO
Prepare a massa – 1. Em uma tigela grande, coloque o 
leite, os ovos e a manteiga, e misture. 2. Junte o Tempero 
SAZÓN®, o sal e a farinha de trigo, aos poucos, e mexa 
até formar uma mistura homogênea. 3. Transfira para 
uma panela e cozinhe em fogo médio, por 5 minutos, 
mexendo sempre, até desprender do fundo. Retire do fogo 
e deixe esfriar. 4. Em uma superfície lisa e enfarinhada, 
faça cordões com a massa e corte os nhoques. 5. Ferva 
4 litros de água numa panela grande ou caldeirão, 
e cozinhe os nhoques, aos poucos, retirando-os com 
o auxílio de uma escumadeira, assim que começarem 
a subir à superfície e transfira para uma travessa untada.
Faça o molho – 1. No copo do liquidificador, coloque o 
Azeite TERRANO®, as nozes, o alho, o AJI-NO-MOTO®, 
o sal, o queijo ralado e as folhas de rúcula, e bata por 
2 minutos, ou até formar um molho homogêneo. 
Regue o nhoque e sirva em seguida.
50 
minutos
7 
porções Fácil
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NHOQUE DE BANANA-DA-TERRA
INGREDIENTES
Massa – 3 bananas-da-terra cozidas e 
amassadas; 1 ovo; meia colher (chá) de 
RECEITA DE CASA™ Caseiro; 2 xícaras 
(chá) de farinha de trigo; 3 colheres (sopa) 
de queijo tipo parmesão ralado
Molho – 2 colheres (sopa) de manteiga 
sem sal; 1 cebola pequenapicada; 
1 sachê de Tempero SAZÓN® 
Laranja; 2 colheres (sopa) de 
farinha de trigo; 2 e meia xícaras 
(chá) de leite (500 ml)
MODO DE PREPARO
Prepare a massa – 1. Em uma panela grande, coloque a 
banana-da-terra, o ovo e o RECEITA DE CASA™, 
e mexa. Junte, aos poucos, a farinha de trigo e misture 
até ficar homogêneo. 2. Leve ao fogo médio e cozinhe 
por 3 minutos, ou até desgrudar do fundo da panela. 
Retire do fogo e espere esfriar. 3. Em uma superfície 
lisa e enfarinhada, faça cordões com a massa e corte os 
nhoques. 4. Em uma panela grande ou caldeirão, coloque 
4 litros de água e leve ao fogo alto para aquecer. 
5. Ao abrir fervura, junte 1 fio de óleo e cozinhe os nhoques, 
aos poucos. Assim que subirem à superfície, retire-os com 
o auxílio de uma escumadeira e reserve aquecidos.
Faça o molho – 1. Em uma panela média, coloque a 
manteiga e leve ao fogo médio para derreter. 2. Junte a 
cebola e o Tempero SAZÓN®, e refogue por 3 minutos, 
ou até começar a dourar. 3. Acrescente a farinha de 
trigo, misture rapidamente até envolvê-la por completo 
e sem deixar dourar. 4. Adicione o leite, aos poucos, 
e misture até formar um molho homogêneo e liso. 
5. Retire do fogo, regue o nhoque, polvilhe com o queijo 
ralado e sirva em seguida.
1 
hora
5 
porções Fácil
1 
hora
5 
porções Fácil
NHOQUE À BOLONHESA
INGREDIENTES
Massa – 3 batatas médias cozidas e 
espremidas (500 g); 1 colher (sopa) de 
margarina sem sal; 1 ovo; meia colher (chá) de 
sal; meia colher (chá) de AJI-NO-MOTO®; 
1 e meia xícara (chá) de farinha de trigo; meia 
xícara (chá) de queijo tipo parmesão ralado
Molho – 4 colheres (sopa) de margarina sem 
sal; 300 g de carne bovina moída; 1 cebola média 
picada; 2 dentes de alho espremidos; 2 e meia xícaras 
(chá) de polpa de tomate (500 g); meia colher (chá) de 
sal; meia colher (chá) de AJI-NO-MOTO®; 
1 e meia xícara (chá) de água (300 ml)
MODO DE PREPARO
Prepare a massa – 1. Em uma tigela grande, coloque a 
batata, a margarina, o ovo, o sal e o AJI-NO-MOTO®, 
e misture bem. Junte, aos poucos, a farinha de trigo e 
misture até ficar homogêneo. 2. Em uma superfície lisa 
e enfarinhada, faça cordões com a massa e corte os 
nhoques. 3. Em uma panela grande ou caldeirão, coloque 
4 litros de água e leve ao fogo alto para aquecer. Ao abrir 
fervura, junte 1 fio de óleo e cozinhe os nhoques, aos 
poucos. 4. Assim que subirem à superfície, retire-os com 
o auxílio de uma escumadeira e reserve aquecidos.
Faça o molho – 1. Em uma panela média, coloque a 
margarina e leve ao fogo alto para derreter. 2. Junte a 
carne moída, a cebola e o alho, e frite por 10 minutos, ou 
até a carne dourar e o líquido formado secar. 
3. Acrescente a polpa de tomate, o sal, o AJI-NO-MOTO® 
e a água, e deixe cozinhar em fogo médio por cerca de 
10 minutos, ou até o molho encorpar. 4. Regue o nhoque, 
polvilhe com o queijo ralado e sirva em seguida.Fo
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O período 
de seca, que 
vai de maio a 
setembro, é o 
mais disputado 
por turistas 
interessados 
em observar 
e fotografar 
mamíferos e aves 
Um dos principais cartões-postais do país, o 
Pantanal encanta o mundo inteiro. E não só pela 
fauna e flora espetaculares. Descubra por quê
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ão seria exagero dizer que a história do Pantanal 
se divide entre antes e depois da novela de mesmo 
nome, exibida pela extinta Rede Manchete em 1990. 
A saga de Zé Leôncio e Juma Marruá, escrita por Benedito 
Ruy Barbosa, levou toda aquela beleza natural para a sala 
de estar do brasileiro – e o fez olhar com mais orgulho para 
o próprio quintal. Desde então, gente do mundo inteiro 
escolhe o Pantanal como destino nas férias. E com razão. 
A área, um dos maiores santuários ecológicos do planeta, 
abriga 263 espécies de peixes, 122 de mamíferos, 93 de 
répteis, 1.132 de borboletas e 656 de aves. Os visitantes 
são brindados com cenários que mudam completamente, 
conforme a época do ano e a incidência das chuvas. Há dois 
pantanais distintos: um na temporada da seca, de maio 
a setembro, e outro na cheia, de novembro a fevereiro. 
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Brasil
ONDE FICA
O Pantanal se estende 
por Argentina, Bolívia, 
Paraguai e Brasil 
ÁREA TOTAL
210.000 km2
ÁREA BRASILEIRA
150.000 km2 (63% em 
Mato Grosso do Sul e 
37% em Mato Grosso)
Tempo de seca
A partir de maio, as chuvas começam a rarear e a temperatura cai, chegando a 21 graus, em média. 
Eventualmente, pode até gear conforme o inverno avança. Em junho, as águas já estão bem mais 
baixas, revelando a bonita vegetação do cerrado. É quando os mamíferos – capivaras, veados, 
onças e macacos – circulam em busca de alimento e podem ser vistos com mais facilidade. Sem 
falar nos jacarés, que vivem na mira das câmeras fotográficas. A estação da seca também coincide 
com o acasalamento das aves. Entre as mais bonitas estrelas aladas estão os tucanos, as araras e o 
tuiuiú, símbolo do Pantanal mato-grossense, que impressiona pela imponência: a ave pode chegar 
a 2 metros de envergadura com as asas abertas. Os turistas mais aventureiros não abrem mão do 
transporte preferido dos peões pantaneiros: o cavalo. Mas também é possível conhecer, na com-
panhia segura de guias locais, toda essa exuberância de perto, em veículos 4x4 ou em pequenos 
barcos, que circulam pelos rios e baías que sobrevivem à seca. 
Coração do
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Tempo de cheia
Em outubro, em plena primavera, começa a estação das 
águas, que costuma se estender até abril. Nesse período, 
caem chuvas intensas, quase diluvianas, que alagam os 
terrenos, fazendo com que lagoas e rios se unam e pare-
çam um só mar. Essa é a temporada ideal para passeios de 
barco, de jipes 4x4 e para as mais eletrizantes cavalgadas, 
uma vez que a água chega facilmente à altura da barriga 
dos animais. Para os amantes da pesca e do mergulho, o 
verão pantaneiro também oferece as condições perfeitas 
– os barcos turísticos, que passam vários dias percorrendo 
Rapel na Cachoeira do Escorrega Macaco (1), rafting na 
Cachoeira da Velha (2) e tirolesa sobre as cachoeiras de 
Taquaruçu (3): adren (2) e tirolesa sobre as cachoeiras 
de Taquaruçu (3): adrealina para todos os perfis.
À mesa pantaneira
Os alimentos trazidos pelas águas são as principais estrelas da 
culinária do Pantanal. A piranha, que assusta tanta gente, vira um 
caldinho (1) imperdível, bem temperado, que abre o apetite para 
refeições mais substanciosas – os protagonistas costumam ser os 
grandes peixes de rio, como o pacu (2 e 3), fritos ou preparados na 
grelha. Também há lugar para o caribéu (4), guisado de carne de 
sol com mandioca. Embora produzida fora do Pantanal, a famosa 
linguiça de Maracaju (5), à base de carne bovina temperada com 
suco de laranja amarga, é feita lá perto e também faz sucesso. 
Os mesmos ingredientes compõem o macarrão de comitiva 
(6), que leva esse nome por ser o prato preferido dos peões de 
boiadeiro – para o café da manhã, eles gostam mesmo é da 
chipa-guaçu (7), espécie de fritada de milho-verde. Herança 
indígena, o tereré (8) é o chimarrão do Pantanal. 
Conhecer Corumbá (à esq.), 
pescar nos barcos-hotéis ou 
percorrer o aguaceiro a cavalo: 
não faltam bons programas 
os principais rios, funcionam como 
verdadeiros hotéis flutuantes, com 
camarotes confortáveis distribuídos 
por vários andares e bem equipadas 
áreas de lazer. Entre os peixes mais 
disputados pelos pescadores estão o 
pintado, a traíra, o dourado, o pacu, 
a piraputanga e a famosa piranha, 
com seus dentes afiados. Também 
valea pena conhecer a bela cidade 
de Corumbá, considerada a capital 
do Pantanal. Localizada na fronteira 
entre Mato Grosso do Sul e a Bolívia, 
às margens do Rio Paraguai, a cidade 
fundada em 1778 foi palco de disputas 
ferozes entre índios e colonizadores e 
guarda memórias importantes de cada 
acontecimento. Bem preservado, o 
conjunto arquitetônico tombado pelo 
patrimônio histórico merece ser visi-
tado – sobretudo a casa da escultora 
Izulina Xavier e o Museu de História do 
Pantanal, conhecido como Muhpan, 
que fica no bairro Porto Geral. 
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Há algo de novo no universo dos açougues. Nos últi-mos anos, quem vive em grandes centros urbanos viu surgir um tipo diferente de loja, as chamadas bu-
tiques de carne, nas quais se vendem cortes especiais para 
a alta gastronomia. Na carona, a profissão de açougueiro 
renasceu – mas inteiramente transformada. Desses novos 
profissionais, exige-se muito conheci-
mento teórico, informação sobre o que 
acontece no setor, inclusive fora do Bra-
sil, e técnica primorosa. “Até uns cinco 
anos atrás, era uma profissão desvalori-
zada”, diz Flavio Saldanha, de São Pau-
lo, um dos mais conceituados consulto-
res do ramo. “Hoje, é um ofício nobre e 
cada vez mais bonito, que envolve uma 
grande paixão. Já vejo açougueiros com 
status de chefs”, afirma.
Paranaense de Nova Fátima, Welling-
ton Camargo, de 27 anos, faz parte des-
sa nova geração de profissionais. Conhe-
cido como Paraná, ele trabalha há sete 
anos no açougue Rei das Carnes Gour-
met, em Sorocaba, interior de São Paulo. 
Chegou lá com pouca experiência, adqui-
rida em pequenos açougues da cidade 
natal, mas tornou-se pupilo de Alder Lo-
pes, dono da loja e um dos mais famosos 
açougueiros do país. “Foi a melhor coisa 
que poderia me acontecer. Quanto mais 
perto fico do Alder, mais eu aprendo. Ele 
As novas butiques de carnes buscam profissionais 
qualificados como Wellington Camargo
Um setor 
em expansão
Conheça algumas das principais 
butiques de carnes do país:
Açougue Prime
Rio de Janeiro, RJ
(21) 2529-2111
www.acougueprime.com.br 
BBQ Shop
Rio de Janeiro, RJ
(21) 3081-2196
www.bbqshop.com.br
Carne & Sabor
Belém, PA
(91) 3222-0200
www.facebook.com/pg/
carneesabor/about/
?ref=page_internal
De Betti
São Paulo, SP
(11) 3032-8875
www.debetti.com.br 
Feed – Açougue do Produtor
São Paulo, SP
(11) 5627-4700
www.feed.com.br
Meat Shop
Florianópolis, SC
(48) 3234-9548
www.restaurantemeatshopgrill.com.br
Rei das Carnes Gourmet
Sorocaba, SP
(15) 3346-3396
www.facebook.com/pg/
therealbutcheralderlopes/
about/?ref=page_internal
AÇOUGUEIRO
do século XXI
“Enquanto o salário 
médio em um açougue 
comum é de R$ 1.500, 
nas butiques de carne 
chega a R$ 2.000”
Wellington Camargo
a cortes perfeitos para o padrão europeu. “Treinei durante meses a fio com 
o Alder Lopes. Não tem como explicar a emoção, foi muito gostoso”, disse o 
moço, que competiu com equipes da Austrália, Bulgária, França, Inglaterra, 
Alemanha, Grécia, Itália, Nova Zelândia, África do Sul e Estados Unidos. 
FORMAÇÃO PROFISSIONAL
No Brasil, o ofício de açougueiro ainda é aprendido na prática – uma realida-
de bem diferente do que se vê na Europa e nos Estados Unidos, atesta Flavio 
Saldanha. “Quando fizemos a inscrição para o World Butchers Challenge, nos 
perguntaram onde havíamos feito nossa graduação e pós-graduação. Precisei 
explicar que isso não existe no Brasil”, afirma. Por enquanto, ele diz, quem qui-
ser se tornar um açougueiro do século XXI precisa fazer como Paraná, que se 
formou à sombra de um grande mentor. “Quando me perguntam por onde co-
meçar, digo: escolha um açougue de qualidade em que haja um tutor que ensine 
a profissão. Mas é importante que a loja trabalhe com o ciclo completo, desde 
a desossa”, diz Saldanha. Outro caminho é abraçar a profissão por meio da in-
dústria – grandes frigoríficos estão se voltando para esse mercado especial, o 
dos cortes premium, e fornecem treinamento para os funcionários. 
Com a crescente demanda, porém, a tendência é que logo comecem a 
surgir cursos profissionalizantes. O próprio time que competiu em Belfast, 
do qual Saldanha e Lopes fazem parte, está disposto a atrair jovens apren-
dizes. “Queremos ser os agentes dessa mudança, pois esse é um nicho que 
será cada vez mais movimentado. Há restaurantes e lojas especializados 
em carnes especiais abrindo o tempo todo, mas ainda existem poucos pro-
fissionais capacitados”, afirma Saldanha. E as oportunidades de trabalho 
não surgem somente aqui, no Brasil. Nossos açougueiros mais qualifica-
dos têm sido requisitados no exterior, imagine, para dar aulas e workshops 
sobre cortes brasileiros. “Nosso grupo já esteve em quatro cidades da Ará-
bia Saudita, dando aulas para executivos, donos de supermercado e gour-
mets.” Sem dúvida, é uma profissão de futuro. 
exige perfeição, mas está sempre explicando o que preciso 
aprender. Tanto que já sei fazer desossa e todos os cortes es-
peciais vendidos na loja”, diz Paraná. 
No dia a dia, o rapaz é bastante cobrado. Ao longo do 
expediente, que vai das 8 às 16 horas, com uma folga às 
segundas-feiras, Paraná não fica apenas nos bastidores do 
açougue. Cabe a ele também ficar na 
linha de frente da loja, em contato di-
reto com a clientela – que é muito bem 
informada. “É uma parte importante 
do treinamento, porque quem vem à 
loja conhece o assunto. Preciso estar 
preparado para sugerir cortes, orientar 
sobre o preparo e mostrar tudo o que 
temos de melhor.” Financeiramente, ele 
garante que vale a pena tanto empe-
nho. “Enquanto o salário médio em um 
açougue comum é de 1.500 reais, nas 
butiques de carne chega a 2.000 reais.” 
Essa não é a única recompensa. Em 
março, Paraná entrou em um avião pela 
primeira vez na vida – e logo em uma 
viagem internacional. Ele integrou o time 
de seis profissionais que representaram o 
Brasil no World Butchers Challenge, com-
petição considerada a Copa do Mundo 
dos açougueiros, realizada em Belfast, 
na Irlanda. Em apenas três horas, o grupo 
foi desafiado a desossar carcaças de boi, 
frango, porco e cordeiro, reduzindo-as Fo
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CESTINHA DE 
MANDIOQUINHA
INGREDIENTES
Cestinha – 3 mandioquinhas médias 
descascadas (600 g); meio sachê de 
Tempero SAZÓN® Amarelo; 
1 pitada de sal; 2 e meia colheres (sopa) 
de farinha de aveia; 1 ovo
Recheio – buquês de meio maço 
de brócolis picados; meia xícara 
(chá) de castanha-do-brasil picada 
grosseiramente; meio sachê de 
Tempero SAZÓN® Amarelo; 
1 xícara (chá) de ricota, esfarelada 
MODO DE PREPARO
Cestinha – 1. Em um refratário grande, 
coloque as mandioquinhas, faça furos 
superficiais com o auxílio de um garfo 
e regue com 2 colheres (sopa) de água. 
2. Cubra com filme plástico, deixando 
um espaço aberto para a saída do ar 
e leve ao micro-ondas, em potência 
alta, por 6 minutos, virando na metade 
do tempo. 3. Leve ao congelador 
por 2 horas para esfriar e rale no ralo 
grosso. 4. Transfira para uma tigela, 
junte o Tempero SAZÓN®, o sal, a 
farinha de aveia e o ovo, e misture. 
5. Disponha em forminhas de 
empada (7 cm de diâmetro), untadas, 
acomodandono fundo e nas laterais, 
formando cestinhas. 6. Leve ao forno 
médio (180 graus), preaquecido, por 
15 minutos, ou até dourar.
Recheio – 1. Enquanto isso, em 
panela média, coloque os brócolis, 
a castanha e o Tempero SAZÓN®, 
e refogue por 3 minutos em fogo 
baixo. Retire do fogo, junte a ricota 
e misture. 2. Tire as cestinhas de 
mandioquinha do forno e disponha o 
recheio de ricota. Sirva em seguida.
A dotar uma alimentação saudável deveria ser meta de todos. Segundo o Ministério da Saúde, mais da metade dos brasileiros está oficialmente acima 
do peso – e uma em cada cinco pessoas é obesa. Não se 
trata de uma questão puramente estética. O excesso de 
peso tem impacto direto na saúde, causando ou agravando 
doenças cardiovasculares, diabetes e distúrbios do sono, 
só para citar alguns dos problemas mais comuns. 
O mesmo Ministério da Saúde aponta a má alimen-
tação como uma das principais causas desse quadro 
tão preocupante. Na correria do dia a dia, é fácil a gen-
te apelar para soluções rápidas e fáceis para matar a 
fome, esquecendo-se de que os alimentos são o principal 
combustível para o bom funcionamento do organismo. 
Pode parecer uma equação difícil de resolver, mas não 
é. Em entrevista exclusiva a Sabores Ajinomoto, a nu-
tricionista Fernanda Correa, professora de nutrição da 
Universidade Anhembi Morumbi, deu seis exemplos de 
como é possível adotar hábitos bem mais saudáveis sem 
grande esforço. 
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BERINJELA RECHEADA
INGREDIENTES
4 berinjelas pequenas cortadas 
ao meio no sentido do 
comprimento; 2 colheres (sopa) 
de azeite de oliva; 400 g de 
patinho bovino moído; 2 sachês 
de Tempero SAZÓN® Vermelho; 1 pitada de sal; 
1 cebola pequena picada; meia xícara (chá) de 
polpa de tomate; 2 colheres (sopa) de queijo tipo 
parmesão ralado
MODO DE PREPARO
1. Com o auxílio de uma colher, remova parte da polpa 
da berinjela, deixando uma borda de 1 cm, pique a polpa 
e reserve. 2. Disponha as berinjelas em uma assadeira 
e pincele seu interior com 1 colher (sopa) de azeite. 
Leve ao forno médio (180 graus), preaquecido, por 
10 minutos. 3. Em uma panela média, coloque o azeite 
restante e leve ao fogo alto para aquecer. Junte a carne 
moída, o Tempero SAZÓN® e o sal, e frite a carne por 
8 minutos, ou até o líquido formado secar. 4. Acrescente 
a cebola e a polpa da berinjela, e cozinhe por mais 
8 minutos. 5. Adicione a polpa de tomate e deixe por 
mais 5 minutos, ou até o molho encorpar e reduzir pela 
metade. 6. Distribua pelas canoas de berinjela, polvilhe 
com o queijo ralado e leve ao forno médio (180 graus), 
preaquecido, por 15 minutos, ou até a superfície dourar 
levemente. Retire do forno e sirva em seguida.
40 minutos 
(+25 minutos 
de forno)
8 
porções Fácil
Com seis providências simples e bem 
fáceis de adotar no dia a dia, você 
pode transformar suas refeições
1 hora 
(+2 horas de freezer e 
+35 minutos de forno)
5 
porções
Pouco
fácil
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Beba mais água 
Quem recomenda é a Organização 
Mundial da Saúde: devemos beber 2 
litros de água por dia. A água é impor-
tante por vários motivos: além de ajudar 
a manter pele e o cabelo hidratados, 
auxilia no bom funcionamento de to-
dos os órgãos e combate a retenção de 
líquidos. “Muita gente duvida disso, 
mas é verdade: quanto mais água se 
bebe, menor a retenção e o risco de 
inchaço”, diz Fernanda. Durante a re-
feição, no entanto, ela diz que é melhor 
evitar a ingestão de grandes quantida-
des de líquido, o que dificulta a digestão. 
“Melhor limitar a um copo pequeno de 
200 mililitros.” 
Escolha melhor 
os carboidratos 
Dietas que eliminam 100% dos carboi-
dratos ficaram famosas, pois prometem 
perda de peso em tempo recorde. Mas 
eles não devem ser inteiramente corta-
dos da dieta – são nutrientes impor-
tantes, cuja principal função é fornecer 
energia para o organismo. A saída para 
quem quer comer melhor é optar pelos 
carboidratos integrais, ricos em fibras. 
“Embora não sejam menos calóricos, 
eles serão absorvidos por períodos mais 
longos, proporcionando a sensação de 
saciedade por mais tempo”, diz a nutri-
cionista. Portanto, prefira pães, massas, 
bolachas, bolos e cereais integrais. 
Opte por gorduras boas
Sim, também precisamos delas. A fun-
ção das gorduras é regular a tempera-
tura do corpo e transportar vitaminas 
lipossolúveis. Também são importantes 
para o paladar: são elas que “liberam” 
o gosto dos alimentos. Em vez de 
eliminá-las totalmente, opte pelas 
gorduras mono e poli-insaturadas, 
as chamadas gorduras boas, presen-
tes no azeite, nos óleos vegetais, nas 
oleaginosas, como nozes e amêndoas, 
no abacate e nos peixes. Na hora de 
cozinhar, troque a manteiga pelo azeite 
e prefira carnes magras, como patinho, 
lagarto, maminha, coxão-duro, lombo 
suíno e peito de frango. 
Inclua probióticos 
e prebióticos na dieta 
Os probióticos são micro-organismos 
vivos, bactérias que formam a flora in-
testinal e têm como função ajudar na 
absorção de nutrientes e no reforço do 
sistema imunológico. Faz bem incluir 
alimentos com probióticos na dieta, 
como alguns queijos, iogurtes e leites 
fermentados. Mas só isso não basta. 
“É imprescindível ingerir também os 
prebióticos, que são o alimento para 
essas bactérias”, afirma Fernanda. Eles 
estão presentes na cebola, no alho, no 
tomate, na banana, no mel e em cereais 
como cevada, aveia e trigo. “A combi-
nação de iogurte e aveia é ideal”, diz.
Olho vivo no sal e no açúcar 
Use esses dois ingredientes com bas-
tante moderação. Sal em excesso 
provoca retenção de líquidos e eleva 
a pressão arterial, enquanto açúcar 
em demasia pode levar ao diabetes. 
A Organização Mundial de Saúde 
(OMS) recomenda ingerir, no máximo, 
5 gramas de sal por dia – a quantida-
de equivale a uma colher (chá). Mas 
não vale contabilizar somente o sal 
usado na cozinha – o sal contido nos 
alimentos prontos, como enlatados 
e embutidos, também deve entrar na 
conta. No caso do açúcar, a OMS suge-
re que o consumo não ultrapasse 10% 
das calorias ingeridas diariamente.
Equilibre as refeições 
ao longo do dia
Evite encarar um pratão de comida 
e, em seguida, passar horas a fio sem 
comer, até sentir muita fome outra vez. 
Esse ritmo é ruim para o organismo. 
Melhor reduzir a quantidade de alimen-
tos de todas as refeições e distribuí-la 
de forma equilibrada, respeitando os 
primeiros sinais de fome. “Quem chega 
à mesa faminto tende a comer mais 
rápido e não ser tão seletivo”, diz a 
nutricionista. Outra providência esper-
ta é começar o dia com um desjejum 
mais completo e optar por refeições 
mais leves conforme o dia avança, até 
chegar a um jantar bem leve. 
PÃO COM AVEIA
 
INGREDIENTES
3 ovos; 1 copo de iogurte natural 
desnatado (170 g); 1 colher (chá) 
de AJI-SAL®; 1 colher (sopa) de 
Azeite de Oliva Extra Virgem 
TERRANO™; 3 xícaras (chá) de 
farinha de aveia; 1 colher (sopa) de 
fermento em pó; 1 colher (sopa) 
de semente de abóbora; 1 colher 
(sopa) de semente de girassol
MODO DE PREPARO
1. Em uma tigela, coloque os 
ovos, o iogurte, o AJI-SAL® e o 
Azeite TERRANO™, e bata com 
o auxílio de um batedor manual 
de arame, por 3 minutos. 2. Junte 
a farinha de aveia, o fermento e 
metade da semente de abóbora e 
da semente de girassol, e misture 
bem, até obter uma massa 
homogênea. 3. Transfira a massa 
para um fôrma de bolo inglês 
(27 x 11 cm), untada e 
enfarinhada com farinha de 
aveia e polvilhe as sementes 
restantes. 4. Leve ao forno médio 
(180 graus), preaquecido, por 
20 minutos, ou até dourar a 
superfície. Retire do forno e 
sirva em seguida.
20 minutos 
(+20 minutos 
de forno)
4 
porções
Muito
fácil
Inspire-se com a história de Rachel
Com hábitos mais saudáveis, a funcionária da 
Ajinomoto Rachel Thais Zanetti conquistou mais 
confiança no dia a dia e um novo estilo de vida. 
 Ganhei 18 quilos durante a gestação e, depois que meu filho 
nasceu, foi difícil adotar uma rotina alimentar saudável. Eu priorizava 
a comidinha dele e, para mim, só pedia delivery.
Um mês antes do Natal de 2017, deium basta. Com a ajuda de uma 
nutricionista, adotei dieta pobre em carboidratos e rica em proteínas. 
São pratos do dia a dia mais saudáveis: arroz integral, grãos, carnes magras 
e vegetais. Reservo os sábados para preparar as marmitas da semana.
Em quatro meses, perdi 6 quilos e 11 centímetros de cintura, e continuo 
emagrecendo. A maior surpresa veio nos exames: redução de 10% na taxa de 
colesterol. Hoje, adoro pesquisar receitas com pouco carboidrato e sempre 
faço adaptações – como este pão de aveia que leva iogurte e azeite.” 
 Rachel
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A cessórios, vamos combinar, são fundamentais para qualquer look. Um brinco impactante ou aquele sapato perfeito podem fazer toda a diferença. Mas nem sempre é fácil escolher – e o acessório errado também pode pôr tudo a perder. Nesta reportagem, a consultora de moda e estilo Kátia Simone explica algumas regrinhas básicas, bem 
fáceis de seguir, e mostra quais são os erros mais comuns. 
Tem dificuldade na hora de 
escolher os acessórios? Nossa consultora 
de moda mostra como é fácil
Abaixo o conjuntinho!
A moda de combinar colar, brinco, pulseira e anel de 
um mesmo conjunto já passou. Nem por isso, você 
precisa descartar as peças de que tanto gosta – basta 
misturá-las, criando novas composições mais 
modernas. Vale até misturar bijuterias de metais 
diferentes. “É bacana usar pulseiras prateadas e 
douradas com anéis também misturados. O look fica 
mais descontraído”, diz Kátia. 
Viva a harmonia
O tamanho das bijuterias deve ser levado em conta 
– o que vale é o equilíbrio. “Escolheu um brincão? 
Então, economize no tamanho do colar. O ideal é 
atrair o olhar para apenas um ponto, deixando que 
os demais sejam complementares”, diz a consultora. 
A não ser, claro, que você faça o estilo extravagante. 
“Se a proposta é causar, seja ousada e divirta-se!”Dia de festa 
Roupas para ocasiões especiais, como casamentos, costumam ser mais 
enfeitadas. Se quiser valorizar o vestido, evite carregar nos acessórios. 
“Costumo eleger a peça da vez, que pode ser um bracelete mais 
vistoso, e pegar leve nas outras.” Na hora de escolher o sapato, saiba 
que o preto não combina com tudo. “O básico é aquele mais neutro, 
parecido com seu tom de pele.” A bolsa não precisa combinar com o 
sapato e deve ser pequena, mas com tamanho suficiente para guardar 
documentos, dinheiro, celular, batom e grampinhos para uma eventual 
emergência no penteado. 
Belos truques
Você sabia que colares 
longos fazem a silhueta 
parecer mais longilínea? 
Mas não exagere no 
comprimento, pois 
o efeito pode ser o 
oposto. O umbigo, diz 
Kátia, é um bom limite. 
Para disfarçar seios 
grandes, os colares 
não devem ter muito 
volume. E nem terminar 
na altura do busto – 
melhor que fiquem 
acima ou abaixo dele.
Cabeça feita
A escolha dos acessórios também depende 
do penteado, alerta Kátia. “Cabelo curto ou 
preso deixam os brincos em maior evidência, 
especialmente se a roupa é decotada e o pescoço 
fica à mostra.” Nesse caso, ela sugere caprichar no 
colar e optar por brincos mais discretos. 
Dupla descombinada
Outra regra que caiu faz tempo: 
no dia a dia, o sapato não precisa 
combinar com a bolsa – um alívio, 
já que ninguém troca de bolsa 
diariamente. Vale até usar cores 
contrastantes, segundo Kátia. 
Unhas em dia
Hoje, o esmalte já é considerado acessório – e 
fundamental para a composição do look. Mas fazer 
duplinha não é obrigatório: tudo bem escolher uma 
tonalidade para os pés e outra para as mãos. Tampouco 
é preciso coordenar a cor do esmalte com a da roupa. 
Será que
Kátia Simone, consultora de moda e estilo
“Essas regras ajudam a produzir 
looks mais harmônicos. Mas gostoso 
mesmo é estar feliz e se sentir bem. 
Meu lema é: vista-se de felicidade!”
Olho nas estampas
Mais uma vez, não é obrigatório 
fazer combinações clássicas. 
“Ninguém precisa usar bijuteria 
com pedras verdes só porque a 
estampa traz essa cor”, diz Kátia. 
Se o padrão é bastante colorido, 
ela emenda, o mais seguro é 
optar por metais sem pedras. 
“Mas, para quem não abre mão 
delas, sugiro escolher uma cor que 
contraste com a tonalidade que 
predomina na estampa.”
Dica preciosa
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D esde que as dietas livres de glú-ten se tornaram populares, um ingrediente vem sobressaindo nas 
prateleiras dos supermercados e lojas 
de produtos naturais: a farinha de arroz. 
Produzida a partir da moagem do arroz 
integral ou já refinado, ela acena com uma 
série de vantagens. Em primeiro lugar, é 
liberada para celíacos e intolerantes ao 
glúten. Mas não é só: por ter alto teor 
de proteína (no caso da versão integral) 
e baixo teor de gordura, a farinha de ar-
roz promete fácil digestão e faz sucesso 
especialmente entre o público que busca 
diversificar sua alimentação. A versão in-
tegral é ainda mais nutritiva, por ser rica 
em fibras. Na cozinha, ela também bate 
um bolão – de textura bem fina e sabor 
neutro, pode ser usada no preparo de mas-
sas doces e salgadas, incluindo bolos, pães 
e tortas – essas três receitas, muito origi-
nais, são criações da equipe da Cozinha 
Experimental da Ajinomoto.
Ela faz bonito em receitas 
doces e salgadas – e traz 
benefícios para a saúde
PANQUECA DIFERENTE
INGREDIENTES
Massa – 1 e meia xícara (chá) 
de leite (300 ml); 3 ovos; 1 colher 
(sopa) de óleo; 1 e meia xícara 
(chá) de farinha de arroz; meia 
colher (chá) de RECEITA DE 
CASA™ com Pimenta; 1 colher 
(chá) de fermento em pó
Recheio – 1 xícara (chá) de proteína texturizada 
de soja; 2 xícaras (chá) de água fervente (400 ml); 
3 colheres (sopa) de azeite de oliva; meia colher 
(chá) de RECEITA DE CASA™ com Pimenta; 
4 colheres (sopa) de água; meio pimentão 
amarelo picado; 2 xícaras (chá) de vagem 
picada; 1 colher (sopa) de farinha de arroz
MODO DE PREPARO
Prepare a massa – 1. No copo do liquidificador, coloque o leite, os 
ovos, o óleo, a farinha de arroz, o RECEITA DE CASA™ e o fermento, 
e bata até obter uma mistura homogênea. 2. Cozinhe a massa, aos 
poucos, em uma frigideira média (16 cm de diâmetro) untada, até que 
as bordas se soltem facilmente (cerca de 30 segundos de cada lado).
Faça o recheio – 1. Em uma tigela pequena, coloque a proteína de 
soja e a água, e deixe hidratar por 30 minutos. 2. Escorra, esprema 
e reserve. Em uma panela média, coloque o azeite e leve ao fogo 
alto para aquecer. Junte a proteína de soja reservada, o RECEITA 
DE CASA™ e a água, e refogue por 5 minutos, ou até começar 
a secar e a soja começar a dourar. 3. Acrescente o pimentão, a 
vagem e a farinha de arroz, e cozinhe por mais 5 minutos, em fogo 
baixo. 4. Distribua o recheio em uma das extremidades de cada 
massa, enrole e sirva em seguida com o molho de sua preferência.
40 minutos 
(+25 minutos 
de forno)
5 porções
(10 panquecas) FácilA versatilidade da 
farinha de arroz
TROUXINHA COM CREME 
DE VONO® MANDIOQUINHA
INGREDIENTES
Massa – meia xícara (chá) de leite (100 ml); 
1 ovo; 1 colher (sopa) de óleo; meia xícara 
(chá) de farinha de arroz; 1 pitada de sal; 
meia colher (chá) de fermento em pó
Recheio – meia xícara (chá) de requeijão 
(100 g); meia xícara 
(chá) de leite (100 ml); 
2 envelopes de VONO® 
Mandioquinha com 
Cebola e Salsa; 
2 xícaras (chá) de 
couve-flor bem picada
MODO DE PREPARO
Preparea massa – 1. No copo do 
liquidificador, coloque o leite, o ovo, o 
óleo, a farinha de arroz, o sal e o fermento, 
e bata até obter uma mistura homogênea. 
2. Com o auxílio de uma concha, regue 
parte da massa no fundo de uma frigideira 
(16 cm de diâmetro) untada, e deixe até 
que as bordas se soltem facilmente 
(30 segundos de cada lado). Repita o 
processo com o restante da massa e 
disponha em 6 forminhas próprias 
para empadas.
Faça o recheio – 1. Em uma tigela, 
coloque o requeijão, o leite, a VONO® e 
a couve-flor, e misture. 2. Distribua pelas 
massas e leve ao forno médio (180 graus), 
preaquecido, por 20 minutos, ou até as 
massas dourarem.
40 minutos 
(+20 minutos 
de forno)
5 
porções Fácil
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BOLO DE FUBÁ COM COCO
INGREDIENTES
3 gemas; 1 e meia xícara 
(chá) de açúcar; 1 colher 
(sopa) de manteiga sem sal; 
3 xícaras (chá) de 
fubá; 1 xícara (chá) de 
farinha de arroz; meia xícara 
(chá) de leite de coco 
(100 ml); 1 xícara (chá) 
de Azeite de Oliva Extra 
Virgem TERRANO® 
(200 ml); meia xícara (chá) 
de água (100 ml); 3 claras em neve; 
2 colheres (sopa) de fermento em pó
Calda – meia xícara (chá) de água 
(100 ml); meia xícara (chá) de leite 
de coco (100 ml); meia xícara (chá) 
de açúcar; meia xícara (chá) de 
coco seco ralado
MODO DE PREPARO
1. Na tigela da batedeira, coloque 
as gemas, o açúcar e a manteiga, 
e bata em velocidade média, por 
4 minutos ou até obter um creme 
claro e homogêneo. 2. Junte o fubá 
e a farinha de arroz, previamente 
peneirados, e misture. 3. Acrescente o 
leite de coco e o Azeite TERRANO®, 
já misturados, aos poucos, mexendo 
até obter uma massa homogênea. 
4. Adicione as claras em neve e 
misture. Junte o fermento e mexa 
delicadamente, em movimentos 
circulares, de dentro para fora. 
5. Disponha em uma fôrma de 
furo central (23 cm de diâmetro), 
untada e polvilhada com farinha 
de arroz, e leve ao forno médio 
(180 graus), preaquecido, por 
25 minutos, ou até que saia limpo 
um palito espetado na massa.
Faça a calda – 1. Em uma panela 
pequena, coloque a água, o leite 
de coco, o açúcar e o coco ralado, 
e cozinhe por 5 minutos, mexendo 
de vez em quando ou até a calda 
encorpar. 2. Retire do fogo, regue 
o bolo e sirva em seguida.
40 minutos 
(+25 minutos 
de forno)
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porções Fácil
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Feliz 
aniversário!
A Oficina do Sabor®, a Cozinha Experimental 
da Ajinomoto, completa 20 anos
ra o ano de 1998. Com apenas duas funcionárias, a Oficina do Sabor® 
iniciou seus trabalhos para testar os preparos que seriam publicadas 
nas embalagens dos produtos ou nos livros de receitas distribuídos 
pelo serviço de atendimento ao consumidor. 
Hoje, exatos 20 anos depois, enviamos milhares de receitas para os mais 
diversos meios de comunicação – a começar por nossos sites, nos quais é 
crescente a demanda por vídeo receitas. Nossa cozinha acompanhou todo 
esse avanço tecnológico. Ela dobrou de tamanho e os projetos culinários 
passaram a ocupar a agenda em tempo integral. O que continua igual é o 
carinho com que desenvolvemos as receitas para nossos clientes.
No dia a dia, a rotina é parecida com a de uma cozinha doméstica. “Logo 
cedo, vamos às compras dos ingredientes mais frescos”, diz a gerente do 
Departamento de Marketing e Nutrição, Priscila de Aguiar Andrade Barufi. 
“Depois, nos testes que acontecem ao longo do dia, sempre imaginamos 
como nosso consumidor ou cliente vai reproduzir essa receita em sua casa 
ou estabelecimento, com os utensílios que possui”, ela acrescenta. Precisa-
mos entender a realidade do consumidor para poder, então, surpreendê-lo 
e encantá-lo. A etapa final – e mais gostosa – é a degustação. Pessoas de 
paladar bem treinado são convidadas a avaliar as receitas. “Só as melhores 
são divulgadas aos consumidores”, afirma Priscila. 
• Desde 1998, a 
Oficina do Sabor® 
testou mais de 
6.000 RECEITAS – 
e 5.000 foram divulgadas 
aos consumidores 
e clientes
• A equipe já lavou 
mais de 7.000 PANELAS
• Cerca de 
5.000 PESSOAS 
visitaram a cozinha, entre 
estudantes, consumidores 
e clientes de Food Service
20 ANOS DE DELÍCIAS 
E
Um dia na Ajinomoto
Fábrica de Limeira abre suas portas no Dia do Consumidor
Matheus Aguiar
Doraci Oliveira Gabriela Souza
Izabel Alves Adriana Moucherek Michela Saito
Camila de Souza
Ana Beatriz Bianco
Lisiane Miura
Sarah Lins
Jackeline Rodrigues Priscila Andrade Marilia Zagato
A equipe da Cozinha Experimental
A quinta-feira 15 de março foi especial para 
um grupo de 26 moradores de Limeira e 
arredores, no interior de São Paulo. Selecio-
nados entre os consumidores que recebem 
a revista Sabores Ajinomoto e mantêm 
relacionamento com a marca, eles foram 
convidados a conhecer a fábrica.
No evento, organizado pela Central de 
Relacionamento, os convidados conheceram, 
ao longo do dia, a história da Ajinomoto e 
seus projetos de sustentabilidade, aprende-
ram sobre o umami, considerado o quinto 
gosto, visitaram a produção e compartilha-
ram um delicioso almoço. 
Também teve aula de culinária e degusta-
ção de receitas – eles aprenderam a preparar 
batatas ao murro, charutinho de bacalhau e 
doce tentação, sobremesa à base de MID® 
e chocolate. No final, todo mundo foi para 
casa carregando uma gostosura de brinde: 
uma sacola contendo produtos das linhas 
AJI-NO-MOTO®, AJI-SAL®, MID®, FIT™, 
SATIS!®, SAZÓN® e VONO®. 
35
 
* Enviando a receita, você estará automaticamente concordando com sua publicação.
Você também pode
Caixa Postal 78.680, CEP 03533-971, São Paulo, SP. Ou e-mail: sac@br.ajinomoto.com, 
lembrando de colocar no assunto “Cantinho do leitor”
participar desta seção
É muito fácil! Basta enviar sua receita preparada com algum 
produto Ajinomoto para o endereço ou e-mail abaixo: C
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COSTELINHA COM QUIABO
INGREDIENTES
1 kg de costelinha suína em pedaços; 
1 colher (chá) de SABOR A MI® Alho 
e Sal; 1 colher (sopa) de óleo; 1 cebola 
pequena picada; 1 e meia xícara (chá) 
de água (300 ml); meia colher (chá) 
de colorau; 300 g de quiabo cortado 
em 3 partes
MODO DE PREPARO
1. Em uma tigela média, coloque a costelinha e o 
SABOR A MI®, e misture bem. Leve à geladeira 
para tomar gosto por 20 minutos. 2. Em uma 
panela média, coloque o óleo e leve ao fogo alto 
para aquecer. 3. Junte a costelinha e frite por 
10 minutos ou até dourar, mexendo sempre. 
4. Adicione a cebola e refogue por 4 minutos ou até 
ficar transparente. Acrescente o colorau e a água e 
cozinhe por 8 minutos. 5. Junte o quiabo e cozinhe 
por 10 minutos ou até ficar macio. 6. Retire do fogo 
e sirva em seguida.
34
40 minutos 
(+ 20 minutos 
de geladeira)
6 
porções
Pouco
fácil
Receita 
escolhida de
Mayene Greice Coelho
Barão de Cocais • MG
Mesa mineira
Impossível pensar em Minas Gerais e não se lembrar 
imediatamente das delícias que vêm de lá. Comida 
substanciosa, em porções fartas, daquelas que 
ficam na memória. Sem falar nos doces, que não 
economizam no açúcar e na gostosura. A receita 
selecionada para esta edição de Sabores Ajinomoto é 
pura mineirice: costelinha com quiabo. Foi desenvolvida 
pela leitora Mayene Greice Coelho, que vive na bonita 
Barão de Cocais, cidade histórica a 80 km de Belo 
Horizonte. Para temperar a costelinha suína, Mayene 
usou apenas SABOR A MI® Alho e Sal – fácil, não? 
Depois de bem refogada em óleo, cebola e colorau, a 
carne é, então, cozida com o quiabo até ficar macia. 
Quem poderá resistir?
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ABR_TSAZ_Sabores_30anos.pdf 1 20/03/18 17:56
	1_Capa V1
	3_Sumário e carta
	4e5_Aperitivo e ideias
	7_Menu V1
	10e11_Licoes
	12a15_Tudo de bom
	16a19_Descubra
	20e21_Profissão
	25_Vida saudável V1
	26e27_Beleza
	28a30_Dica da edição
	32e33_Novidades 
	34_Cantinho

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