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Gestão da Competência e Inovação

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Pedro Luís Bezerra Fontes – RA: 403613
Engª de Produção
Gestão da Competência e Inovação
Internet das Coisas (IoT)
A Internet das Coisas (IoT) é a ideia de embutir sensores em objetos do dia-a-dia – de máquinas industriais a dispositivos wearables – para coletar dados e tomar decisões baseadas nesses dados por meio de uma rede. Ela pode ser encontrada em um edifício que usa sensores para ajustar temperatura e luminosidade automaticamente ou em equipamentos que alertam a equipe de manutenção sobre uma falha iminente. Em resumo, a Internet das Coisas é o futuro da tecnologia que pode tornar nossas vidas mais eficientes.
Manufatura aditiva
Manufatura é, resumidamente, a fabricação de produtos, certo? Dentro disso, temos diferentes tipos de manufaturas: artesanal, por máquinas, processos químicos, biológicos, robóticos, e por aí vai.
Recentemente, a inserção de novos processos revolucionou o mercado, principalmente com as técnicas de manufatura aditiva, uma novidade que permite fabricar quaisquer objetos utilizando uma combinação de softwares e hardwares é a impressão em 3D! Em outras palavras, é 
a criação um objeto físico a partir de um desenho feito no computador, por meio da adição de camadas. 
Realidade virtual e aumentada
A tecnologia nos traz duas grandes possibilidades de interação com a realidade: visitar um lugar diferente sem ir de fato até lá ou explorar novas informações no ambiente em que estamos. Para usá-las, é preciso um aplicativo ou até mesmo um aparelho específico. Você sabe diferenciar e está preparado para aplicar cada uma delas no seu negócio?
Basicamente, a diferença é: a realidade virtual transporta você para um ambiente diferente, 100% virtual, criado por um computador, com o uso de acessórios como os “oculus rift”, por exemplo, ou outros semelhantes que bloqueiem sua visão do mundo real, para que sua imersão seja mais completa. Já na realidade aumentada você continua vendo o mundo real, mas com a projeção de conteúdos complementares: ela adiciona a possibilidade de explorar mais o local onde você está, interagindo com seu smartphone.
Energias Renováveis
Energia renovável, energia alternativa ou energia limpa são três nomes possíveis para qualquer energia obtida por meio de fontes renováveis, que não geram grandes impactos ambientais negativos. Consumir energia 100% limpa é o jeito mais eficiente de compensar as emissões de CO2. A fonte de energia mais usada ainda é o carvão, com o consumo mundial de mais de 28% contra quase 13% de energias renováveis, como hidrelétrica, solar e eólica.
Carro autônomo
Ben Shukman dá uma breve olhada de canto de olho enquanto conduz o carro em um intenso tráfego por ruas com palmeiras alinhadas em Las Vegas. A chuva e o famoso brilho da cidade na estrada molhada avolumam as condições desfavoráveis para dirigir.
Essa é a primeira vez que ele trafega na área. Mas, na verdade, Shukman nunca visitou Vegas –e ele sequer está lá neste momento. Embora esteja dirigindo o carro pelas movimentadas ruas da cidade, ele está fisicamente a 800 quilômetros dali, em Mountain View, na Califórnia.
Shukman é um dos poucos pilotos especializados em controlar carros autônomos, uma função para o caso de os veículos se depararem com situações complicadas as quais o computador de bordo não consiga resolver.
Se o sistema parar, a máquina envia um alerta a uma sala de controle ocupada por operadores remotos responsáveis por monitorar o andamento dos veículos. Os passageiros também podem apertar um botão para pedir que um operador humano assuma o controle remotamente se as condições de direção no momento forem muito difíceis.
Blockchain
Apesar de hoje a aplicação do blockchain estar se dissociando do bitcoin, essa tecnologia começou junto com a criptomoeda. O conceito do primeiro blockchain público nasceu em 2008, no artigo acadêmico Bitcoin: um sistema financeiro eletrônico peer-to-peer, publicado por uma pessoa ou grupo sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto (suposto criador do bitcoin).
Criado em um cenário de crise econômica mundial e bolha imobiliária, o bitcoin nasceu para, entre outras coisas, prevenir o gasto duplo dos valores e aumentar a confiança das transações financeiras, levando-as para a internet.
No ambiente digital, os dados podem ser copiados, alterados e trocados. O blockchain foi a solução para eliminar as duas primeiras características: uma pessoa não pode gastar 1 BTC duas vezes ou dizer que te enviou 10 BTC mas transferir apenas 0,01 BTC, por exemplo.
Drones
Apesar de hoje a aplicação do blockchain estar se dissociando do bitcoin, essa tecnologia começou junto com a criptomoeda. O conceito do primeiro blockchain público nasceu em 2008, no artigo acadêmico Bitcoin: um sistema financeiro eletrônico peer-to-peer, publicado por uma pessoa ou grupo sob o pseudônimo de Satoshi Nakamoto (suposto criador do bitcoin).
Criado em um cenário de crise econômica mundial e bolha imobiliária, o bitcoin nasceu para, entre outras coisas, prevenir o gasto duplo dos valores e aumentar a confiança das transações financeiras, levando-as para a internet.
No ambiente digital, os dados podem ser copiados, alterados e trocados. O blockchain foi a solução para eliminar as duas primeiras características: uma pessoa não pode gastar 1 BTC duas vezes ou dizer que te enviou 10 BTC mas transferir apenas 0,01 BTC, por exemplo.
Industria 4.0
A Indústria 4.0 é um termo de origem alemã, utilizado pela primeira vez durante a feira Hannover Messe. Também costuma ser geralmente chamado de Quarta Revolução Industrial.
Confira todos os artigos e notícias publicados sobre o tema e aprenda o que é Indústria 4.0, seu impacto no mercado industrial e como se preparar profissionalmente para lidar com esse novo conceito.
Economia colaborativa
O termo “economia colaborativa” tem sido cada vez mais dito. E o seu significado será cada vez mais importante, pois é uma excelente maneira de pessoas e empresas reduzirem gastos.
Economia colaborativa é uma economia em que bens e serviços são obtidos de forma compartilhada. Por exemplo: ao invés de ir a uma loja de materiais de construção e comprar uma furadeira, você pode, por exemplo, usar um aplicativo de celular para alugar uma furadeira durante algumas horas.
Assim, você fica com posse do item somente enquanto precisa utilizá-lo, e depois o devolve para que outras pessoas o usem.
Além disso, esse fenômeno, que em inglês é conhecido como “sharing economy”, pode resultar em economias de até 25% em relação ao que se gastaria se você fosse comprar produtos por meios tradicionais.
11/04/2019