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Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online 1 2 3 1. A célula secretora realiza a síntese e a secreção do hormônio que vai enviar as informações. 2. A célula-alvo reconhece o hormônio e modifica alguma função celular em resposta a esse hormônio. Atenção! Para visualização completa da tabela utilize a rolagem horizontal Fonte: Shutterstock | Por: Jacob Lund. Clique nos botões para ver as informações. Clique nos botões para ver as informações. Fleck e Deschenes (2016). Fonte: Powers e Howley (2017). Fonte: Kraemer, Fleck e Deschenes (2016). A) Peptídeos liberadores ou inibidores dos vários hormônios da hipófise anterior (ou adeno-hipófise): Agem, respectivamente, estimulando ou inibindo a secreção dos hormônios adeno-hipofisários. B) Peptídeos neuro-hipofisários: Vasopressina (AVP) ou hormônio antidiurético (ADH) e ocitocina, que são sintetizados por neurônios hipotalâmicos e armazenados em terminações axônicas presentes no interior da hipófise posterior ou neuro-hipófise. Atenção! Para visualização completa da tabela utilize a rolagem horizontal 1. Aqueles responsáveis pela secreção de hormônios na circulação porta hipotalâmica-hipofisária. 2. Aqueles que secretam hormônios na circulação geral. Atenção! Para visualização completa da tabela utilize a rolagem horizontal Figura 4: Organização do sistema hipotalâmico-hipofisário. | Fonte: Kraemer, Fleck e Deschenes (2016). 1 2 Hormônios hipotalâmicos Hormônios adeno-hipofisários Hormônio liberador de tireotrofina (TRH) + Hormônio tireotrófico (TSH) e prolactina (Prl) Hormônio liberador de corticotrofina (ACTH) + Hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) e peptídios derivados da pró-opiomelanocortina (POMC) = melanocortinas Hormônio liberador de hormônio luteinizante (LHRH) ou hormônio liberador de gonadotrofinas (GnRH) + Hormônio luteinizante (LH) e + Hormônio foliculoestimulante (FSH) Hormônio liberador de hormônio de crescimento (GHRH) + Hormônio do crescimento (GH) Hormônio inibidor da liberação de hormônio de crescimento (GHRIH = GIH) ou somatostatina (SS) - GH e TSH Fator inibidor da liberação de Prl (PIF) = dopamina (DA), GABA, peptídio associado às gonadotrofinas (GAP) - Prl Fator liberador de Prl (PRF) = peptídio intestinal vasoativo (VIP), peptídio histidina-isoleucina (PHI), TRH + Prl Atenção! Para visualização completa da tabela utilize a rolagem horizontal Clique nos botões para ver as informações. ́ 1 2 ́ Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online Fonte: Shutterstock | Por: wavebreakmedia. subdivisões: sistema nervoso simpático (SNS) e parassimpático (SNP). Fonte: adaptado (BROOKS; FAHEY; WHITE, 2005). | Fonte: Adaptado Brooks, Fahey e White (2004) Fonte: Powers e Howley (2017). concentrações de adrenalina e noradrenalina no plasma durante o exercício físico com intensidade equivalente a 60% do consumo máximo de O (VO máx.). | Fonte: Powers e Howley (2017). 2 2 concentração plasmática de insulina com intensidades crescentes de exercício. | Fonte: Powers e Howley (2017). Atenção! Aqui existe uma videoaula, acesso pelo conteúdo online na mobilização dos ácidos graxos livres e da glicose durante o exercício físico. | Fonte: Powers e Howley (2017). do VO máx. com diferentes durações. | Fonte: Powers e Howley (2017).2 Fonte: Shutterstock | Por: Jacob Lund. 1 2 1 2 2 ́ retroalimentação negativa. | Fonte: Kraemer, Fleck e Deschenes (2016). a) Insulina e glucagon b) Tiroxina e adrenalina c) Triiodotironina e tiroxina d) Hormônio tireoestimulante e tiroxina e) Hormônio tireoestimulante e calcitonina a) Promove quebra de proteínas. b) Aumenta a secreção de glucagon e inibe a secreção de insulina. c) Inibe a entrada da glicose na célula e promove o catabolismo das gorduras. d) Promove a síntese de proteínas e aumenta a ativação da enzima glicogênio sintase, auxiliando na glicogenólise. e) Nenhumas das opções anteriores. a) Maior mobilização de glicose dos músculos inativos para que a glicemia seja controlada. b) Maior mobilização de ácidos graxos do tecido adiposo, devido a ação da insulina para que a glicemia seja controlada. c) Atuação hepática das catecolaminas e do glucagon, promovendo maior mobilização de ácidos graxos para circulação. d) Atuação das catecolaminas e do glucagon no glicogênio hepático, promovendo maior mobilização de glicose para circulação. e) Ação do hormônio ADH, que estimula a queima de gordura e promove rápida gliconeogênese hepática para o lançamento da glicose na circulação.