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Escola Estadual de Educação Padre Francisco Goettler.
Atividade de literatura
Nome: Anderson Manfio Fontana
Turma: 1º A
Ano: 1º ano
Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis)
A obra de Machado de Assis se dá no início ao movimento realista no Brasil em 1881 e também as analises psicológicas dos personagens, mostrando seu caráter, falsidade, vaidades etc. O “defunto autor” depois de morto não tendo mais nenhum compromisso com a sociedade, o autor sente-se livre para criticá-la e expô-la.
Brás Cubas começa relatando sua morte depois ter ser vitima de uma pneumonia, narrando primeiramente sua morte e o enterro onde aparece onze amigos. Depois de sua morte ele da por conseguinte relatos de diversos momentos de sua vida, desde a infância até sua infância adulta.
Ainda no início ele tem uma idéia de trapézio em seu cérebro, essa idéia era a invenção de um medicamento, um emplasto anti-hipocondríaco esse medicamento serviria para aliviar a melancólica da humanidade. Lembrava de seus dois tios e um deles dizia que o “amor da glória” que era uma grande perdição, esse tio era religioso já o outro tiofala que era a coisa mais humana do homem.
Na infância Brás Cubas foi apelidado de “menino diabo” por maltratar escravos, por contar mentiras, por zombar dos outros... e por tudo era acobertado pelo seu pai e sua mãe só sabia rezar para Deus mudar alguma coisa nele. Além disso, Brás Cubas fala sobre um amigo da escola Quicas Borba que acabou-se tornando filósofo do humanitismo.
Já adolescente conhece uma prostituta de luxo por quem ele se apaixona, ele aponta que Marcela o amou “durante quinze meses e onze contos de réis”. Diante desse gasto seu pai resolve afastar Brás Cubas de Marcela e manda ele para estudar na Europa. No final do seu curso superior Brás volta ao Brasil, já adulto com diploma na mão perde sua mãe em seguida 
Brás Cubas faz planos tantos pessoais quanto comercias, mas, no geral ele só fica nos planos, por tanto ele acaba não dando seqüencia a nenhuma deles, outras fragmentos que registram a sua obra são os amores particulares vivido por ele com Virgília, um relacionamento amoroso que durou por alguns anos. Brás Cubas morreu sobre um ponto de vista econômico, mas termina seus dias de forma melancólica, tendo Virgília ao seu lado piedosamente, vem estar nos seus últimos momentos de vida.

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