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ÁFRICA: DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO O extrativismo mineral é a principal atividade econômica da África. O subsolo africano é rico em ouro, diamantes e outros minerais raros, encontrados em diversos países do continente. Exploração de carvão mineral em Moçambique. Apesar de sua riqueza natural e de seu potencial produtivo, maior parte das nações da África apresenta baixos níveis de investimentos em infraestrutura e em tecnologia. Por isso, empresas estrangeiras dominam a exploração das atividades extrativistas e agrárias. Norte da África – comércio com a Europa; reserva petrolífera; África subsaariana (exceto África do Sul) – IDHs - mais baixos do planeta, agropecuária de subsistência, com baixa produtividade. A África teve um crescimento econômico, apesar de continuar com elevado índice de pobreza. A Europa é o principal parceiro comercial da África. Aumento das relações comerciais entre os países africanos e a China. O crescimento economico é frágil e pouco diversficado voltado para a produção de matérias-primas. Na África a infraestrutura de transportes e energia é precária e há carência de mão de obra especializada. Ouro, prata, diamante, fosfato, ferro, platina, petróleo, cobre… No Magreb estão os países com melhores condições de vida e sólida economia. No sul do Saara estão os países mais pobres do mundo. A África do Sul é o país com o maior desenvolvimento econômico. O aumento do preço e da procura do petróleo traz mais riquezas aos países produtores. O continente fornece matérias-primas, e as empresas multinacionais detêm a tecnologia. A agropecuária africana está dividida em três blocos principais: a agricultura de plantation, a de subsistencia e o pastoreio nômade. A China é a principal importadora de matéria-prima da África e exportadora de produtos industrializados. Várias empresas chinesas constroem estradas, oleodutos, estradas de ferro, portos, além de hospitais e escolas na África. A Árgelia destaca-se na produção de petróleo e na exportação de produtos de alta tecnologia. Na Túnisia, as telecomunicações, o setor de serviços e o turismo tiveram bom desempenho nos últimos anos. No Marrocos, a agricultura e o turismo têm grande importância econômica. No Egito, destacam-se o turismo, as taxas cobradas para a travessia do canal de Suez e a remessa dos trabalhadores emigrados. Na África do Sul, destacam-se as indústrias automobilísticas, a extração de diamantes e produtos industrializados. Na Nigéria, o petróleo representa cerca de 95% das exportações. O termo apartheid se refere a uma política racial implantada na África do Sul. De acordo com esse regime, a minoria branca, os únicos com direito a voto, detinha todo poder político e econômico no país, enquanto à imensa maioria negra restava a obrigação de obedecer rigorosamente à legislação separatista. A política de segregação racial foi oficializada em 1948, com a chegada do Novo Partido Nacional (NNP) ao poder. O apartheid não permitia o acesso dos negros às urnas e os proibia de adquirir terras na maior parte do país, obrigando-os a viver em zonas residenciais segregadas, uma espécie de confinamento geográfico. Casamentos e relações sexuais entre pessoas de diferentes etnias também eram proibidos. Passadas duas décadas do fim dessa política, o país ainda tenta igualar os padrões de vida entre brancos e não-brancos. Atualmente, com uma população acima de 50 milhões de habitantes (Censo 2012), o desemprego afeta 4,5 milhões de pessoas, um quarto da força de trabalho, e o país lidera a lista das nações com grande desigualdade de renda, com 50% da população vivendo na linha de pobreza, a maioria negra. Somam-se a isso problemas como o difícil acesso ao mercado de trabalho e também a educação pelas camadas mais pobres e a epidemia da Aids. http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/cura-da-aids-mais-proximos-de-uma-geracao-livre-da-doenca.htm Afrikaners Os africânderes ou africâneres (em africâner: Afrikaners), originalmente chamados de bôeres, são um grupo étnico da África do Sul, descendentes dos colonos calvinistas, principalmente da Holanda (35%), mas também da Alemanha (34%), da França (13%), da Grã Bretanha e outros países europeus (7%) que se estabeleceram na África do Sul nos séculos XVII e XVIII. Seu idioma nativo é o africânder, um idioma germânico cuja origem remonta ao holandês falado no século XVII e que sofreu influências de diversas outras línguas. O africânder é uma das onze línguas oficiais da África do Sul, falada como língua materna não apenas pelos africânderes, mas também pela maior parte das pessoas de ascendência mista (européia e africana às vezes asiática). A situação é semelhante na Namíbia, onde o africânder é, na vida diária, a mais importante língua de comunicação interétnica. Minorias de africânderes vivem ainda no Botsuana e no Zimbábue. No fim do século XIX, um grupo significativo de africânderes fixou-se em Angola, particularmente na Humpata, e tentou manter lá a sua cultura e estilo de vida; ao longo do século XX, muitos deles regressaram para a Namíbia e a África do Sul; os últimos deixaram Angola em 1975, dada a maneira conturbada como este país chegou à independência. https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_afric%C3%A2ner https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADnguas_germ%C3%A2nicas https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_neerlandesa https://pt.wikipedia.org/wiki/L%C3%ADngua_oficial https://pt.wikipedia.org/wiki/Nam%C3%ADbia https://pt.wikipedia.org/wiki/Botsuana https://pt.wikipedia.org/wiki/Zimbabwe https://pt.wikipedia.org/wiki/Angola https://pt.wikipedia.org/wiki/Humpata Em fevereiro de 2011, a população no Sudão – país localizado na região norte da África – foi às urnas para definir, em referendo, a separação e emancipação da região na porção meridional do país. Com a aprovação de esmagadores 98,8% dos votantes, surgiu o até então mais novo país: o Sudão do Sul, tendo como capital a cidade de Juba. Apesar das intensas celebrações nas ruas, não tardou para que a população percebesse que havia muito pouco para comemorar, pois o novo país nascia com graves convulsões sociais e pesados desafios a enfrentar. Para piorar, os conflitos com os vizinhos do norte foram retomados em função das indefinições no estabelecimento das fronteiras entre os dois países, que disputam regiões ricas em petróleo. Um sudanês tenta se esconder com seu gado em uma floresta, durante a guerra civil empreendida no início do século XXI pelas milícias armadas. Randy Olson—National Geographic/Getty Images Uma nova onda de conflitos no estado de Kordofan do Sul do Sudão entre forças do governo e um grupo rebelde desencadeou mais uma leva de refugiados que procuram abrigo contra a violência, anunciou hoje (25) o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR). http://www.un.org/apps/news/story.asp?NewsID=42991&Cr=sudan&Cr1=.UGIA3bJlTxF http://www.acnur.org/t3/portugues/ Rebeldes do Sudão do Sul mataram centenas em “massacre étnico” Sofia Lorena 21/04/2014 - 17:33 Quando os homens que combatem o Presidente Kiir entraram em Bentiu separaram os civis por etnias e mataram os membros da comunidade rival. http://www.publico.pt/autor/sofia-lorena