Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

1º SEMESTRE 
Curso: Nutrição 
Disciplina: Biossegurança 
Aluno: Clayton Silva de Souza 
Matricula: 11010805 
 
ATIVIDADE CONTEXTUALIZADA 
 
OBJETIVO DA ATIVIDADE: Elaborar um texto dissertativo com 30 linhas, 
descrevendo algumas doenças que possam ser adquiridas pelos profissionais 
de saúde, pelo não uso e pelo uso incorreto dos EPI’s individual e coletivo, e 
descrever sobre as formas de como adquirir doenças pelo mal ou não uso dos 
equipamentos de proteção - EPI’s. 
 
CONTEXTO: 
 
Há uma gama de patologias que suscetibilizam os profissionais da equipe 
de enfermagem à diversos riscos ocupacionais, dente eles, físicos, químicos, 
ergonômicos, ambientais, porém o risco biológico são os que mais acometem 
essa classe de profissionais, pois estão constantemente e diretamente em 
contato com sangue e fluidos corporais. 
As doenças que são adquiridas pelos profissionais de saúde, pelo 
não uso e pelo uso incorreto dos EPI’s são: Hepatite B (HBV), Hepatite C 
(HCV), Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV), Tuberculose (BK), 
Varicela, Herpes Zoster, Sarampo, entre outras (SPAGNUOLO, 2008). 
Os acidentes com perfuro cortantes podem chegar a um terço de 
acidentes envolvendo toda a enfermagem. As maiores exposições aos riscos 
podem ocorrer durante certos procedimentos como exemplo: a retirada de 
sangue, punção venosa periférica e recapeamento de agulhas contaminadas. 
 
Do ponto de vista social a NR 32 também pretende ampliar o conhecimento 
quanto aos riscos que os trabalhadores da saúde estão expostos em seu dia a 
dia de trabalho. (MARINHO, 2004). 
As formas de como adquirir doenças pelo mal ou não uso dos 
equipamentos de proteção - EPI’s estão relacionados a diversos fatores, dentre 
eles estão: 
Luvas Folgadas: Diminuem o tato e com isso podem causar acidentes. Os 
acidentes podem ocorrer tanto por que diminuindo o tato o trabalhador deixar 
cair um objeto que esteja segurando, quando a própria luva pode sair da mão na 
hora de manusear algum objeto. O objeto pode cair no pé do operador, ou seja, 
além de se acidentar o objeto do trabalho pode ser danificado. São um risco para 
quem trabalha com máquinas, principalmente em máquinas ou correias/polias 
que puxam. Pode acontecer de o trabalhador esquecer o excesso de luva no raio 
de ação da máquina. A máquina pode acabar puxando a luva e as mãos do 
operador simultaneamente. Isso pode causar acidentes graves, inclusive com 
amputações. 
Luvas Rasgadas: Usar luvas demasiadamente gastas ou rasgadas em alguns 
casos é como se não estivesse usando. O que vale mais, o trabalho de solicitar 
uma luva nova ou a própria mão? Afinal, o empregador fornece o EPI sem custo 
ao empregador. Ao trabalhador só basta o trabalho de solicitar. 
Luvas Gasta: Tudo tem uma vida útil. As luvas quando passam da vida útil 
fornecem uma falsa impressão de segurança, e deve ser descartada o quanto 
antes. 
Luvas Inadequadas: As luvas devem ser usadas de acordo com a atividade. 
Não adianta usar uma luva para serviços de limpeza doméstica no trabalho de 
corte de carnes por exemplo. De nada adianta usar luvas de raspa para realizar 
trabalhos que precisará de tato. Cada um no seu quadrado! 
 
Antes de executar a atividade devemos analisar qual é a luva adequada. A CIPA, 
o SESMT ou até mesmo o vendedor da luva pode nos ajudar na escolha. 
O capacete é um EPI de uso obrigatório em vários segmentos. A eficácia 
do EPI depende de como é usado. 
Usar capacete sem carneira: A carneira (aranha) é o que prende o capacete 
na cabeça do usuário. Ela serve para amortecer o impacto de que seria 
absorvido pela cabeça e pescoço em caso de queda de objeto sobre capacete 
(cabeça do usuário). O capacete usado sem carneira perde o efeito do 
amortecimento. 
Usar capacete com boné: Gorro ou boné não pode ser usado entre o capacete 
e a cabeça. Nos testes feitos para a aprovação do capacete boné nem gorro é 
usado. Eles diminuem o efeito do amortecimento proporcionado pela carneira. 
Capacete velho: Capacete velho além de passar uma imagem de desleixo do 
profissional pode ter sua eficácia comprometida. Um EPI usado de forma ineficaz 
ás vezes equivale até ao não uso do EPI 
O uso da jugular: Em lugares onde venta muito ou em mineradoras, etc. o uso 
da jugular é recomendado. 
 A botina só é antiderrapante só o solado estiver conservado. Com o solado 
gasto as vezes escorrega mais do que se estivesse descalço. 
Troque a meia todos os dias: Muitos trabalhadores reclamam que a botina de 
segurança causa mau cheiro (chulé :)), também pudera tem funcionário que usa 
à mesma meia durante dias. Se for uma pessoa que transpira muito poderá 
também usar produtos para minimizar o odor exalado pelo pé. 
Alguns modelos de botina são feitos para diminuir a incidência de mau cheiro 
(chulé). Existem também talcos que evitam ou diminuem o mau cheiro. 
 
Outra dica interessante é retirar as palmilhas para que o calçado tenha uma 
secagem mais eficaz. 
Infelizmente por culpa maior dos próprios funcionários (que muitas vezes usam 
o calçado disponibilizado pela empresa para outros fins) algumas empresas não 
fornecem mais do que um calçado (algumas fornecem um calçado com muito 
custo), mais de um calçado diminuiria muito a incidência do marcado mau cheiro 
(chulé). 
Uso inadequado: Cada tipo de botina tem um uso específico não é correto usar 
um tipo de botina comum para trabalhos de lavar piso por exemplo. Nesse caso 
o máximo que conseguiria é estragar o calçado e correr o risco de se acidentar 
levando um baita escorregão. 
O mau uso dos protetores auriculares compromete atenuação do ruído 
seriamente. Por isso, o treinamento e a conscientização devem fazer parte da 
rotina da empresa para com seus funcionários continuamente. 
ANÁLISE DO CA DO EPI 
O Certificado de Aprovação C.A. é a garantia de que o EPI foi testado por órgão 
competente e está aprovado para uso. O CA é uma garantia muito importante. 
Antes de comprar o EPI devemos com certeza checar o CA do EPI para saber 
se está com a aprovação em dias. 
 
 
MAPA MENTAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: https://viewer.bibliotecaa.binpar.com/viewer/9788595024021s. 
BIOSSEGURANÇA
Princípios
Conceitos
Histórico
Riscos: 
Físico, Ergonômicos, 
químicos, ambiental, 
biológico, 
ocupacional e 
natural. 
Procedimentos de 
Biossegurança
Ações de Controle
Isolamento
NR32
Resoluções: 
Anvisa / CONAMA / 
PNRS
Avaliação
EPI's
Medidas de 
Segurança

Mais conteúdos dessa disciplina