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Aula 03 - Sistema Operacional Linux

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INFORMÁTICA
SISTEMA OPERACIONAL LINUX
Livro Eletrônico
FABRÍCIO MELO
Graduado em Sistemas de Informação. 
Especialista em concursos públicos, professor em 
diversos cursos preparatórios de Brasília e São 
Paulo desde 2005. Com mais de 70 cursos na 
área de Informática, suas aulas se destacam pela 
excelente didática voltada para conhecimentos 
práticos aplicados às questões mais recentes de 
provas de concursos públicos.
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SUMÁRIO
Linux ........................................................................................................4
História do Linux ........................................................................................5
Composição do Linux ..................................................................................7
Principais Características do Linux ...............................................................13
As Distribuições Linux ...............................................................................25
Comandos do Linux ..................................................................................27
Entendendo as Permissões no Linux ............................................................54
Estrutura de Diretórios e Arquivos ..............................................................60
Alguns Softwares Presentes no Linux ..........................................................68
Conceitos de Organização e de Gerenciamento de Informações .......................73
Questões de Concurso ...............................................................................80
Gabarito ..................................................................................................82
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LINUX
Hoje, iniciaremos o nosso curso sobre o Sistema Operacional Linux. O famoso 
sistema do “pinguim” que tanto coloca medo nos concurseiros. 
Iremos mesclar questões de várias bancas para incrementar mais ainda a nossa 
aula e conseguirmos cercar o que já foi pedido sobre o Linux.
Seja bem-vindo(a)!
A diferença do que pedem de Windows para Linux é que no Linux as bancas 
seguem mais a vertente dos conceitos e quase nada de prática. Já no Windows, 
cobram os conceitos e a prática.
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História do Linux
Linux é uma cópia do Unix feito por Linus Torvalds, junto com um grupo de ha-
ckers pela Internet. Seguindo o padrão POSIX (família de normas definidas para a 
manutenção de compatibilidade entre sistemas operacionais), padrão usado pelas 
estações UNIX e desenvolvido na linguagem de programação C.
Em 1991, Linus Torvalds, finlandês, criou um clone do sistema Minix (sistema 
operacional desenvolvido por Andrew Tannenbaun que era semelhante ao UNIX), 
que o chamou de Linux. LINUS + UNIX = LINUX.
Linus Torvalds e o Tux.
Curiosidade!
Você sabe qual o motivo de a mascote do Linux ser um pinguim? Simplesmente 
pelo fato de o Linus Torvalds gostar de pinguim. Em uma discussão em grupos, ele 
declarou que tinha simpatia pelo animal, o que bastou para o mundo adotar como 
o símbolo do Linux. O nome dele é Tux.
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1. (FUNCAB/ASSISTENTE/CRF-RO) Linus Torvalds criou o sistema operacional Linux 
com base em que linguagem de programação?
a) Fortran
b) Haskel
c) Clipper
d) C
e) Pascal
Letra d.
Linguagem C e alguns traços da linguagem Assembly.
2. (CESPE/TÉCNICO/CNJ) O kernel do Linux está constantemente em desenvolvi-
mento por uma comunidade de programadores, mas, para garantir a sua qualidade 
e integridade, existem mantenedores do kernel, como o Linus Torvalds, que anali-
sam e julgam a pertinência das alterações.
Certo.
Citando o nome do mantenedor do Linux, Linus Torvalds. Sobre o termo Kernel, 
citado no item, estudaremos logo à frente.
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Composição do Linux
Por ser um Sistema Operacional, o Linux tem a função de gerenciar todo o fun-
cionamento de um computador. Tanto a parte de Hardware (parte física) como a 
parte de Software (parte Lógica).
O Sistema Operacional Linux é composto pelos seguintes componentes:
•	 Kernel (núcleo): é o coração do Sistema Operacional. Ele representa a ca-
mada mais baixa de interface com o hardware, pois faz a comunicação mais 
básica entre ele e o software, sendo responsável por gerenciar os recursos 
Prompt* 
de comando
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do sistema. No caso do Linux, o código-fonte (receita do programa) é aberto, 
disponível para qualquer pessoa ter acesso, assim podendo modificá-lo.
•	 Shell (concha): o intérprete de comandos é a interface entre o usuário e o 
sistema operacional. A interface Shell funciona como o intermediário entre o 
sistema operacional e o usuário graças às linhas de comando escritas por ele. 
A sua função é ler a linha de comando, interpretar seu significado, executar o 
comando e devolver o resultado pelas saídas. Na verdade, a interface Shell é 
um arquivo executável, encarregado de interpretar comandos, transmiti-los 
ao sistema e devolver resultados.
O Linux possui vários tipos de Shell, os mais populares, sh (Bourne shell), o 
bash (Bourne again shell), o csh (C Shell), o Tcsh (Tenex C shell), o ksh (Korn shell) 
e o zsh (Zero shell).
•	 Prompt de comando: é a forma mais arcaica do usuário interagir com o 
Kernel por meio do Shell.
Bash.
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•	 Interface gráfica (GUI): conhecida também como gerenciador de Desktop/
área de trabalho, é a forma mais recente do usuário interagir com o sistema 
operacional. A interação é feita por meio de janelas, ícones, botões, menus e 
utilizando o famoso mouse. O Linux possui inúmeras interfaces gráficas, ge-
nericamente conhecidas como ambiente X. As mais usadas no ambiente Linux 
são: unity, Gnome, KDE, XFCE, LXDE, Cinnamon, Mate etc.
Interface Unity.
3. (FCC/TÉCNICO/TRF-4) O sistema operacional precisa apresentar a cada usuário 
uma interface que aceita, interpreta e, então, executa comandos ou programas do 
usuário. Essa interface é:
a) UNIX.
b) DOS.
c) MS-DOS.
d) SHELL.
e) SUN.
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Letra d.
Você pode querer marcar MS-DOS ou DOS, mas ambos são frutos do shell, que 
INTERPRETA os comandos digitados no sistema Windows enquanto que no Linux 
são: sh (Bourne shell), o bash (Bourne again shell), o csh (C Shell), o Tcsh (Tenex 
C shell), o ksh (Korn shell) e o zsh (Zero shell).
4. (FUMARC/OFICIAL/TJ-MG) Núcleo do sistema operacional que, dentre outras 
funções, gerencia a operação dos dispositivos de hardware é denominado
a) Shell.
b) Batch.
c) Kernel.
d) Prompt.
Letra c.
Termos chave para acertar uma questão de Kernel: núcleo, coração do sistema, ge-
renciamento de operações de hardware, sistema operacional propriamente dito...
5. (FGV/ASSISTENTE/DPE-MT) O sistema operacional é um conjunto de programas 
que interfaceia o hardware com o software. O componente desse sistema que ge-
rencia todos os recursos computacionais é denominado
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a) memória.
b) kernel.
c) shell.
d) ROM.
e) DOS.
Letra b.
Observe: “gerencia todos os recursos computacionais é denominado...”. Só pode 
ser o Kernel.
6. (FUNRIO/ANALISTA/MDIC) O............é o coração do Sistema Operacional. Ele 
representa a camada mais baixa de interface com o hardware, pois faz a comunica-
ção mais básica entre ele e o software, sendo responsável por gerenciar os recursos 
do sistema.
a) Kernel.
b) Bios.
c) Hard disk
d) Compilador
e) Processador de texto
Letra a.
Coração do sistema e gerenciar os recursos do sistema já estão suficientes para 
sabermos que é o Kernel.
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7. (CESPE/COMBATENTE/BOMBEIROS) O principal ambiente gráfico no Linux é o 
bash, por meio do qual é possível manipular e gerenciar o ambiente gráfico, usan-
do-se telas gráficas com alta resolução.
Errado.
Bash não é o principal ambiente gráfico do Linux. Bash é um interpretador de 
comando prompt.
8. (CESPE/CONDUTOR/BOMBEIROS) KDE e Gnome são exemplos de gerenciadores 
de desktop utilizados no Linux, que permitem ao usuário interagir primordialmente 
com o sistema operacional por linhas de comando no Shell.
Errado.
Cuidado com a interpretação de texto. Kde e Gnome realmente são gerenciadores 
de desktop (interface gráfica) usados no Linux. Porém, o usuário não interage PRI-
MORDIALMENTE no ambiente gráfico por meio de comandos, mas sim por meio do 
uso do mouse. Existe a opção de abrir o prompt de comando no ambiente gráfico, 
mas não é primordial, é opcional.
9. (FAU/TÉCNICO/JUCEPAR-PR) Qual das expressões abaixo é utilizada para se re-
ferenciar a interface gráfica do Linux?
a) Kernel.
b) Terminal.
c) Shell.
d) Console.
e) Ambiente X.
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Letra e.
Como vimos nos conceitos anteriores, genericamente as interfaces gráficas do 
Linux são conhecidas como ambientes X.
10. (CESPE/ANALISTA/TJ-SE) No Linux, ambientes gráficos são executados por 
meio de um servidor, geralmente Xwindows ou X11, o qual fornece os elementos 
necessários para uma interface gráfica de usuário.
Certo.
Xwindows, X11 ou até mesmo Ambientes X.
Principais Características do Linux
Software livre: segundo a Free Software Foundation (Fundação para o Sof-
tware Livre), é considerado livre qualquer programa que pode ser copiado, usado, 
modificado e redistribuído de acordo com as necessidades de cada usuário. Em 
outras palavras, o Software é considerado livre quando atende a esses quatro tipos 
de liberdades definidas pela fundação. Nada impede que um desenvolvedor cobre 
pelas modificações feitas, pois há custos como em qualquer outra atividade, porém 
a diferença está na filosofia do Software Livre, a qual visa ao espírito de liberdade, 
e não ao lucro.
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11. (CESPE/TÉCNICO/SEPLAGEDUC) O Linux é um Software de código aberto, gra-
tuito e de ampla distribuição entre usuários, os quais colaboram no desenvolvimen-
to de novas funcionalidades para melhor desempenhar tarefas.
Certo.
Vamos fazer algumas observações, aluno(a)! Observe que ele citou o Linux como 
sendo gratuito. Sim, ele tem essa característica, mas nada impede que sejam ven-
didas as modificações realizadas, por exemplo. E tome cuidado, também, quando o 
examinador associar o fato de o software ser livre porque é gratuito ou vice-versa. 
Uma coisa não tem ligação com a outra. Existe software livre gratuito e pago, assim 
como existe software proprietário (código-fonte fechado) pago como gratuito.
12. (CESPE/TÉCNICO/IBAMA) Ao contrário de um software proprietário, o software 
livre, ou de código aberto, permite que o usuário tenha acesso ao código-fonte do 
programa, o que torna possível estudar sua estrutura e modificá-lo. O GNU/Linux é 
exemplo de sistema operacional livre usado em servidores.
Certo.
Exatamente! Se o software é livre, terá as liberdades citadas no item. E o Linux é 
um dos exemplos mais conhecidos no mundo dos softwares livres.
Temos outros exemplos: Mozilla Firefox, Google Chrome, LibreOffice.
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•	 Multiusuário: permite que vários usuários possam acessar o sistema ao 
mesmo tempo. Geralmente o conceito se aplica a uma rede, na qual podemos 
ter um servidor e várias pessoas acessando simultaneamente.
•	 Código aberto (Open Source): qualquer pessoa pode ter acesso ao códi-
go-fonte (receita) do programa.
•	 Multitarefa: permite que diversos programas rodem ao mesmo tempo, ou 
seja, você pode estar digitando um texto no LibreOffice Writer e, ao mesmo 
tempo, trabalhar na planilha de vendas do Calc, por exemplo. Sem contar os 
inúmeros serviços disponibilizados pelo Sistema que estão rodando em back-
ground (segundo plano) e você nem percebe.
13. (CESPE/ANALISTA/TRE-GO) Assinale a opção correspondente a características 
do sistema operacional Linux.
a) multitarefa, multiusuário, open source
b) monotarefa, multiusuário, open source
c) multitarefa, monousuário, gratuito
d) monotarefa, monousuário, gratuito
Letra a.
b) Errada. Não é monotarefa.
c) Errada. Não é monousário.
d) Errada. Não é monotarefa nem monousuário.
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•	 Multiplataforma: o Linux roda em diversos tipos de plataformas de compu-
tadores, sejam eles x86 (32bits) ou x64 (64bits).
•	 Multiprocessador: permite o uso de mais de um processador no mesmo 
computador.
•	 Protocolos: pode trabalhar com diversos protocolos de rede (TCP/IP).
•	 Case Sensitive: diferenciar letras maiúsculas (caixa alta) de letras minúscu-
las (caixa baixa).
Exemplo: aRQUIVO1ºdt é diferente de arquivo1ºdt.
O Linux permite no máximo 255 caracteres em nomes de arquivos e diretórios.
O caractere ponto “.”antes de um nome renomeia o arquivo para arquivo oculto.
O caractere não aceito em nomes de arquivos e diretórios no Linux é a barra normal “/”.
•	 Preemptivo: é a capacidade de tirar de execução um processo em detrimen-
to de outro. O Linux interrompe um processo que está executando para dar 
prioridade a outro.
•	 Licença de uso (GPL): GPL (licença pública geral) permite que os progra-
mas sejam distribuídos e reaproveitados, mantendo, porém, os direitos do 
autor por forma a não permitir que essa informação seja usada de uma ma-
neira que limite as liberdades originais.
A licença não permite, por exemplo, que o código seja apoderado por outra pessoa 
ou que sejam impostos sobre ele restrições que impeçam que seja distribuído da 
mesma maneira que foi adquirido.
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A GPL baseia-se em 4 liberdades, são elas:
•	 liberdade 0 – liberdade para executar o programa para quaisquer propósitos;
•	 liberdade 1 – liberdade para estudar como o programa trabalha e adaptá-lo 
às suas necessidades. Ter acesso ao código-fonte é essencial para isso;
•	 liberdade 2 – liberdade de redistribuir cópias de forma que você possa ajudar 
outras pessoas;
•	 liberdade 3 – liberdade para melhorar o programa e disponibilizar as melho-
rias para o público, de forma que toda a comunidade possa se beneficiar dis-
so. Ter acesso ao código-fonte é essencial também para isso.
14. (CESPE/ANALISTA/TJRR) No Linux, os nomes de arquivos podem ter até 256 
caracteres, porém o nome de arquivo Um_nome_arquivo_longo+uma_longa_ex-
tensão é invalido, pois o sinal + é um caractere reservado e não pode ser usado.
Errado.
O Linux suporta até 255 caracteres e o sinal “+” pode ser usado.
15. (UFCG/ADMINISTRADOR/UFCG) São características do sistema operacional 
Linux, EXCETO:
a) Conectividade com outros tipos de plataformas como: Windows, Apple, DOS.
b) Não é Case Sensitive.
c) Multiusuário.
d) Preemptivo.
e) Proteção entre processos executados na memória RAM.
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Letra b.
O Linux é case sensitive (capacidade de diferenciar letras maiúsculas de minúsculas).
16. (DOMCINTRA/TÉCNICO/MAPA) Em relação ao Linux, sua licença é do tipo:
a) Shareware;
b) GPL;
c) copyleft;
d) freeware;
e) proprietária.
Letra b.
a) Errada. Shareware: programa do tipo demo (demonstrativo).
b) Certa. Licença pública geral.
c) Errada. Copyleft: é um método geral para tornar um programa (ou outra obra) 
livre (free) no sentido de liberdade, e não de gratuidade, e exigir que todas as ver-
sões modificadas e extensões do programa também sejam livres.
d) Errada. Freeware: software gratuito.
e) Errada. Proprietária: software que possui o código-fonte fechado.
17. (CESPE/TÉCNICO/MPU) Uma diferença marcante entre os softwares Windows e 
Linux é o fato de este ser um sistema de código aberto, desenvolvido por programa-
dores voluntários espalhados por toda a Internet e distribuído sob licença pública.
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Certo.
Olha o português aí, aluno(a)! Ao se referir a “este”, o examinador retoma o último 
termo, que no caso é o Linux. E uma das grandes diferenças dos 2 (dois) sistemas 
é justamente a licença. No Linux: GPL/GNU. No Windows: copyright.
18. (CESPE/ANALISTA/IBAMA) Um arquivo oculto no sistema operacional GNU/
Linux é identificado por um ponto no início do seu nome, como, por exemplo, no 
código.bashrc.
Certo.
Arquivos com ponto no início do seu nome são arquivos ocultos.
•	 Memória Virtual (paginada/paginação): a memória virtual é uma área 
criada pelo Linux no disco rígido (HD) do computador de troca de dados que 
serve como uma extensão da memória principal (RAM).
Por exemplo, se você possui 1 Gb de RAM livre e quer executar um programa que 
ocupa 1,2 Gb de RAM, deverá carregar os primeiros 1 Gb para rodar o início do pro-
grama e os 0,2 Gb restantes serão armazenados na memória virtual, para depois 
serem copiados para a memória principal a fim de serem executados.
•	 Bibliotecas compartilhadas: são arquivos que possuem módulos que po-
dem ser reutilizáveis por outras aplicações. Ao invés do software necessitar 
ter um módulo próprio, poderá recorrer a um já desenvolvido e mantido pelo 
sistema. (arquivo.so).
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•	 Administrador (Superusuário/Root): é o usuário que tem todos os privi-
légios do sistema, esse usuário pode alterar tudo que há no sistema, excluir 
e criar partições na raiz (/), manipular arquivos e configurações especiais do 
sistema, coisa que o usuário comum não pode fazer.
•	 Usuário comum (padrão): é o usuário que possui restrições a qualquer 
alteração no sistema. Esse usuário não consegue causar danos ao sistema 
devido a todas essas restrições.
Devido a essas extensas restrições ao usuário comum, é extremamente aconselhá-
vel a criar apenas um usuário Root e o restante comum. Assim, o sistema se torna 
mais seguro, colocando os acessos privilegiados apenas a uma pessoa.
•	 Sistema de arquivos: um sistema operacional necessita de uma estrutura 
que possa dar suporte a ele para acessar e ler o disco rígido. Esse recurso, 
que constrói uma base estrutural para o sistema operacional, é o sistema de 
arquivos. Então, um sistema de arquivos é uma espécie de gerenciador e or-
ganizador que irá permitir o sistema operacional ler os arquivos que estão no 
HD (disco rígido).
O sistema de arquivos é criado no momento da formatação do HD (disco rígido). 
Os principais sistemas de arquivos do Linux são: eXT2/3/4, ReiserFS, XFS. Todos 
possuem a tecnologia de Journaling (recurso que permite recuperar um sistema 
após um desastre no disco).
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•	 Gerenciador de boot (inicialização): é possível que em um mesmo com-
putador o usuário tenha instalado 2 (dois) sistemas operacionais. O recurso 
é possível particionando (dividindo) o HD (disco rígido) e o computador irá 
interpretar 2 (dois) discos físicos. Basta instalar o Linux em uma partição e 
o Windows na outra. Para isso, teremos softwares, gerenciadores de boot 
(inicialização) que terão a função de gerir o carregamento do sistema que o 
usuário escolher ao ligar o computador. Os gerenciadores de boot mais usa-
dos no Linux são: lILO e o GRUB. No Windows é o DualBoot.
Vantagem: não exige uma máquina potente por conta de o sistema ser carre-
gado de forma independente. Basta ter um bom espaço em disco para a instalação 
dos 2 (dois).
Desvantagem: por rodar de maneira independente, não é possível carregar 
os 2 (dois) ao mesmo tempo. Para trocar de um sistema para outro, é necessário 
reiniciar (boot) o computador.
Existe também a possibilidade de ter 2 (dois) sistemas operacionais na mesma 
máquina sendo executados simultaneamente. Basta usar um software conhecido 
como máquina virtual. Com a máquina virtual instalada, existe a possibilidade exe-
cutar um sistema dentro do outro.
19. (CESPE/TÉCNICO/ANATEL) O Linux, sistema operacional bastante difundido 
atualmente e adotado por grandes empresas, possui capacidade de multitarefa, 
multiprocessamento, memória virtual por paginação e bibliotecas compartilhadas.
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Certo.
Além de ser muito utilizado em ambiente corporativo, possui todas as caracterís-
ticas citadas.
20. (CESPE/TÉCNICO/TRE-GO) No Linux, quando há mais de um administrador 
na rede, eles devem, sempre que possível, utilizar a conta root diretamente. Esse 
procedimento permite que os administradores tenham os privilégios mais elevados, 
sem restrição, para acessar o sistema e para executar aplicativos. 
Errado.
Quando há mais de um administrador na rede, eles NÃO devem utilizar a conta root 
do sistema. O recomendável em qualquer manual de segurança é que apenas crie 
UMA conta root e as demais comuns.
Obs.:� não confunda o administrador da rede com o usuário root do sistema Linux.
21. (CESPE/SOLDADO/PM-AL) Conhecido como o superusuário do sistema opera-
cional Linux, o usuário root é capaz de realizar diversas tarefas de administração 
do sistema; entre elas, a de cadastrar outros usuários.
Certo.
Conceito do root!
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22. (FUNRIO/ANALISTA/IF-PA) São sistemas de arquivos utilizados no Linux:
a) NTFS e JFS.
b) FAT16 e ReiserFS.
c) FAT32 e EXT2.
d) FAT32 e NTFS.
e) EXT3 e XFS.
Letra e.
FAT16/32 e NTFS são sistema de arquivos utilizados no Windows.
23. (CESPE/PERITO/POLÍCIA CIVIL-ES) O carregamento (boot) do sistema opera-
cional Linux pode ser gerenciado pelo programa LILO.
Certo.
Pode ser gerenciado tanto pelo LILO como pelo GRUB.
24. (CESPE/AGENTE/DPF) As rotinas de inicialização GRUB e LILO, utilizadas em 
diversas distribuições Linux, podem ser acessadas por uma interface de linha de 
comando. 
Certo.
Os 2 (dois) softwares podem ser executados tanto via linha de comando como por 
interface gráfica.
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25. (FUMARC/INVESTIGADOAR/PC-MG) Assinale a sigla que identifica a designa-
ção da licença pública para software livre:
a) FSF
b) GNU
c) GPL
d) GSL
Letra c.
Questão polêmica! Muitos candidatos, enxergaram duas respostas: b e c. Na letra b, 
GNU é o nome do projeto para criar um sistema operacional inteiro livre, mas eles 
criaram só os programas acessórios e não tinham um núcleo/kernel – que é a parte 
que interage direto com o hardware e cuida de todas as tarefas do sistema. Com 
isso, juntaram o kernel Linux (outro projeto, criado pelo Linus Torwalds) e daí sur-
giram os sistemas GNU/Linux que conhecemos hoje com várias distribuições. GPL é 
nome da licença de uso livre usada por esse projeto e por muitos outros softwares 
livres. Muitos examinadores e autores citam a GPL como sendo sinônimo de GNU.
GPL – Licença. GNU – Projeto.
Os Linux GNU possuem a licença GPL.
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As Distribuições Linux
Aluno(a), já percebeu que o Linux possui dezenas de distribuições? Ficamos às 
vezes até perdidos com toda essa quantidade de nomes, que são bem variados.
Algumas empresas e organizações de voluntários decidiram juntar os progra-
mas do Linuxem “pacotes” próprios aos quais elas dão suporte. Esses “pacotes” 
são chamados distribuições. O Linux se refere ao Kernel, já o conjunto de aplicati-
vos que são executados no Kernel se chamam distribuição.
As mais famosas distribuições do Linux são: Red Hat, Ubuntu, Conectiva, Man-
driva, Debian, Slackware, Fedora, Open Suse, Apache (WebServer), Fenix, Kuru-
mim, Kali, Kalango, Turbo Linux, Chrome – OS, BackTrack, Arch Linux e o Android 
(Linux usados em dispositivos móveis: smartphone, tablets, relógios).
26. (CESPE/ESCRITURÁRIO/BB) Sabendo que um usuário acessa a Internet para 
desfrutar alguns recursos partir de um computador que tem instalado, como sis-
tema operacional, o Red Hat, é correto concluir que esse computador utiliza uma 
versão Linux de sistema operacional.
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Certo.
Red Hat, uma das distribuições mais populares do Linux em ambientes empresariais.
27. (CESPE/ANALISTA/TRE-MA) Entre as diferentes distribuições do sistema ope-
racional Linux, estão
a) Conectiva, OpenOffice, StarOffice e Debian.
b) GNU, Conectiva, Debian e Kernel.
c) KDE, Blackbox, Debian e Pipe.
d) Debian, Conectiva, Turbo Linux e Slackware.
e) Fedora, RedHat, Kurumim e Posix.
Letra d.
a) Errada. Conectiva (distribuição Linux), OpenOffice (pacote GNU office), starOf-
fice (pacote GNU office), Debian (distribuição Linux).
b) Errada. GNU (órgão regulamentador/projeto de sistema livre), Conectiva (distri-
buição Linux), Debian (distribuição Linux), Kernel (núcleo do Sistema Operacional).
c) Errada. KDE (interface gráfica do Linux), Blackbox (interface gráfica do Linux), 
Debian (distribuição Linux), Pipe (barra vertical “|”).
d) Certa. Debian (distribuição Linux), Conectiva (distribuição Linux), Turbo Linux 
(distribuição Linux), Slackware (distribuição Linux).
e) Errada. Fedora (distribuição Linux), RedHat (distribuição Linux), Kurumim (dis-
tribuição Linux), Posix (normas para portabilidade do código de um programa).
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28. (CESPE/ANALISTA/IBRAM-DF) As diversas distribuições do Linux representam 
a união do kernel, que é uma parte importante do sistema operacional, com alguns 
programas auxiliares. Entre as distribuições do sistema Linux, estão Debian, Sla-
ckware, Red Hat e Conectiva.
Certo.
Dica: o CESPE não tem históricos de citar nomes inexistentes nas suas provas. Se 
você se deparar com nomes de distribuições que não abordamos em nossa aula, 
tente lembrar se fazem parte de algum nome relacionado a produtos do Windows. 
Caso você tenha certeza de que não tem relação com o Windows, é um nome alter-
nativo e você tem margem para “chutar”, marque CERTO na reposta. 
Comandos do Linux
Agora, entraremos na parte mais “chata” de estudar do Linux, os comandos do 
Prompt (bash, sh, shell script...). Existem dezenas de comandos, mas, para facilitar 
o seu estudo, separei os que já foram pedidos nos principais concursos.
Se o Linux que você utiliza entra direto no modo gráfico ao ser inicializado, é 
possível inserir comandos no sistema por meio de uma aplicação de terminal. Esse 
recurso é facilmente localizável em qualquer distribuição. Se o computador que 
você acessa não estiver com o modo gráfico ativado, será possível digitar coman-
dos diretamente, bastando se logar. Quando o comando é inserido, cabe ao inter-
pretador de comandos executá-lo. O Linux conta com mais de um, sendo os mais 
conhecidos o bash e o sh.
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Quando um terminal é acessado, uma informação aparece no campo de inserção 
de comandos. É importante saber interpretá-la. Para isso, veja os exemplos a seguir:
Exemplo 1: [root@proffabricio /root]#
Exemplo 2: [proffabricio@prof /]$
Obs.:� dependendo de sua distribuição e de seu shell, a linha de comandos pode ter 
um formato ligeiramente diferente do que é mostrado nos exemplos.
No Ubuntu Linux, por exemplo, o segundo exemplo fica na seguinte forma:
proffabricio@prof: ~$
Nos exemplos, a palavra existente antes do símbolo @ diz qual o nome do usuário 
que está usando o terminal (lembre-se de que no Linux é necessário ter um usuá-
rio para utilizar o sistema). Os nomes que aparecem depois do @ indicam o com-
putador que está sendo acessado seguido do diretório.
O caractere que aparece no final indica qual o poder do usuário. Se o símbolo for 
#, significa que usuário tem poderes de administrador (root). Por outro lado, se o 
símbolo for $, significa que este é um usuário comum, incapaz de acessar todos 
os recursos que um administrador acessa. Independentemente de qual seja, é de-
pois do caractere que o usuário pode digitar os comandos.
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Os Comandos Básicos do Linux
Agora que você já sabe como agir em um terminal, vamos aos comandos do 
Linux mais comuns. Para utilizá-los, basta digitá-los e pressionar a tecla Enter de 
seu teclado. É importante frisar que, dependendo de sua distribuição Linux, um ou 
outro comando pode estar indisponível. Além disso, alguns comandos só podem ser 
executados por usuários com privilégios de administrador.
O Linux é case sensitive, seus comandos têm que ser digitados em letras minús-
culas. Salvo algumas letras de comandos opcionais que podem ter tanto em mai-
úscula como em minúscula, mas terá diferença de resposta de uma para a outra.
A relação a seguir mostra os comandos seguidos de uma descrição:
•	 bg: colocar a tarefa em background (segundo plano).
•	 cal: exibe um calendário.
•	 cat arquivo: mostra o conteúdo de um arquivo. 
Por exemplo, para ver o arquivo concurso.txt, basta digitar cat concurso.txt. 
É utilizado também para concatenar arquivos exibindo o resultado na tela. Basta 
digitar: $ cat arquivo1 > arquivo2;
•	 cd diretório: abre um diretório.
Por exemplo, para abrir a pasta /mnt, basta digitar cd /mnt. Para ir ao diretório raiz 
a partir de qualquer outro, digite apenas cd.
•	 chattr: modifica atributos de arquivos e diretórios.
•	 chmod: comando para alterar as permissões de arquivos e diretórios.
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•	 chown: executado pelo root, permite alterar o proprietário ou grupo do ar-
quivo ou diretório, alterando o dono do arquivo ou grupo.
# chown usuário arquivo
# chown usuário diretório
Obs.:� para saber quem é o dono e qual o grupo que é o proprietário da pasta, 
basta dar o comando: # ls -l /
 � Dessa forma, você poderá ver os proprietários das pastas e dos arquivos.
Exemplo: passar o diretório mp3 que pertence a root, mas quero que o novo dono 
seja a Maria, então digito: # chown Maria /mp3
Em que Maria é a nova proprietária da pasta mp3 e /mp3 é o diretório cujo proprie-
tário foi mudado, lembrando que, da forma como foi executado o comando anterior, 
ele alterou somente do diretório /mp3, as subpastas dentro dele continuam com o 
proprietário antigo.
Para incluir os subdiretórios, acrescente -R e exibir o resultado, -c.
# chown -c -R daia /mp3
Outro exemplo é alterar o grupo que pertence ao diretório. Por exemplo, o dire-
tório /mp3 pertence à Maria e o grupo é root. Quero que pertença ao grupo inf, 
fica assim:
# chown Maria:inf /mp3
Para incluir os subdiretórios, acrescente -R e exibir o resultado, -c.
# chown -c -R Maria:inf /mp3
•	 clear: elimina todo o conteúdo visível, deixando a linha de comando no topo, 
como se o sistema acabasse de ter sido acessado.
•	 cp origem destino: copia um arquivo ou diretório para outro local.
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Por exemplo, para copiar o arquivo concurso.txt com o nome concurso2.txt para /
home, basta digitar cp concurso.txt /home/ concurso 2.txt.
•	 cut: o comando Cut é um delimitador de arquivos, que pode ser utilizado 
para delimitar um arquivo em colunas, número de caracteres ou por posição 
de campo.
Sintaxe: # cut <opções> <arquivo>
Opções mais utilizadas:
•	 -d: especifica o caractere delimitador;
•	 - f: informa a posição do campo.
Exemplo de uso:
# cut -d “:” -f 1,3,5 /etc/passwd
Irá mostrar as colunas 1, 3 e 5 do arquivo /etc/passwd com o delimitador “:”.
•	 date: mostra a data e a hora atuais.
•	 df: mostra as partições usadas; espaço livre em disco.
•	 diff arquivo1 arquivo2: indica as diferenças entre dois arquivos.
Por exemplo: diff calc.c calc2.c.
•	 dir: lista os arquivos e diretórios da pasta atual. Comando “ls” é o mais usado 
e conhecido para Linux, dir é comando típico do Windows.
•	 du diretório: mostra o tamanho de um diretório.
•	 emacs: abre o editor de textos emacs.
•	 fg: colocar a tarefa em foreground (primeiro plano).
•	 file arquivo: mostra informações de um arquivo.
•	 find diretório parâmetro termo: o comando find serve para localizar infor-
mações. Para isso, deve-se digitar o comando seguido do diretório da pes-
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quisa mais um parâmetro (ver lista seguir) e o termo da busca. Parâmetros:
name – busca por nome;
type – busca por tipo;
size – busca pelo tamanho do arquivo;
mtime – busca por data de modificação.
Exemplo: find /home name tristania
•	 finger usuário: exibe informações sobre o usuário indicado.
•	 free: mostra a quantidade de memória RAM disponível.
•	 grep: procura por um texto dentro de um arquivo.
•	 gzip: compactar um arquivo.
Entre os parâmetros disponíveis, tem-se:
 – -c – extrai um arquivo para a saída padrão;
 – -d – descompacta um arquivo comprimido;

 – -l – lista o conteúdo de um arquivo compactado;

 – -v – exibe detalhes sobre o procedimento;

 – -r – compacta pastas;

 – -t – testa a integridade de um arquivo compactado.
•	 halt: desliga o computador.
•	 help: ajuda.
•	 history: mostra os últimos comandos inseridos.
•	 id usuário: mostra qual o número de identificação do usuário especificado 
no sistema.
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•	 ifconfig: é utilizado para atribuir um endereço a uma interface de rede ou 
configurar parâmetros de interface de rede.
 – -a aplicado aos comandos para todas as interfaces do sistema;
 – -ad aplicado aos comandos para todos “down” as interfaces do sistema;
 – -au aplicado aos comandos para todos “up” as interfaces do sistema.
A seguinte operação dos parâmetros será especificada:
•	 up
Marca a interface “up”. Habilita a interface depois de um “ifconfig down”. Ocorre 
automaticamente quando configurado o endereço em uma interface. Configurando 
esse “Flag”, não há efeito se o ifconfig estiver “down”.
•	 down
Marca a interface “down”. Quando uma interface estiver marcada down, o sis-
tema não tentará transmitir mensagens por meio daquelas interfaces. Se possível, 
a interface será resetada para desabilitar a recepção. Essa ação não desabilitará o 
roteador usando a interface.
•	 kill: encerra processos em andamento. Envia sinais aos processos.
•	 ls: lista os arquivos e diretórios da pasta atual.
Opções:
−	 -a, --all
Lista todos os arquivos (inclusive os ocultos) de um diretório.
−	 -A, --almost-all
Lista todos os arquivos (inclusive os ocultos) de um diretório, exceto o diretório 
atual e o de nível anterior.
−	 -B, --ignore-backups
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Não lista arquivos que terminam com ~ (Backup).
−	 --color=PARAM
Mostra os arquivos em cores diferentes, conforme o tipo de arquivo. PARAM 
pode ser:
never – nunca lista em cores (mesma coisa de não usar o parâmetro --color);
always – sempre lista em cores conforme o tipo de arquivo;
auto – somente colore a listagem se estiver em um terminal.
−	 -d, --directory
Lista os nomes dos diretórios em vez do conteúdo.
−	 -f
Não classifica a listagem.
−	 -F
Insere um caractere após arquivos executáveis (‘*’), diretórios (‘/’), soquete 
(‘=’), link simbólico (‘@’) e pipe (‘|’). Seu uso é útil para identificar de forma fácil 
tipos de arquivos nas listagens de diretórios.
−	 -G, --no-group
Oculta a coluna de grupo do arquivo.
−	 -h, --human-readable
Mostra o tamanho dos arquivos em Kbytes, Mbytes, Gbytes.
−	 -H
Faz o mesmo que -h, mas usa unidades de 1000 em vez de 1024 para especifi-
car Kbytes, Mbytes, Gbytes.
−	 -l
Usa o formato longo para listagem de arquivos. Lista as permissões, data de 
modificação, donos, grupos etc.
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−	 -n
Usa a identificação de usuário e o grupo numérico em vez dos nomes.
−	 -L, --dereference
Lista o arquivo original e não o link referente ao arquivo.
−	 -o
Usa a listagem longa sem os donos dos arquivos (mesma coisa que -lG).
−	 -p
Mesma coisa que -F, mas não inclui o símbolo ‘*’ em arquivos executáveis. Essa 
opção é típica de sistemas Linux.
−	 -R
Lista diretórios e subdiretórios recursivamente.
−	 --full-time
Lista data e hora completa.
Classificação da Listagem
A listagem pode ser classificada usando-se as seguintes opções:
•	 -f
Não classifica e usa -au para listar os arquivos.
•	 -r
Inverte a ordem de classificação.
•	 -c
Classifica pela data de alteração.
•	 -X
Classifica pela extensão.
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•	 -U
Não classifica, lista os arquivos na ordem do diretório.
•	 lshw: fornece informações detalhadas da configuração do hardware e do sis-
tema instalado. Relata a exata configuração da memória, cache e placa-mãe, 
versão e velocidade da CPU e algo mais.
•	 Lspci: esse comando exibe informações sobre dispositivos PCI (Peripheral 
Controller Interconnect).
Algumas opções do comando:
−	 -v: mostra informações detalhadas.
 – -k: exibe informações sobre drivers e módulos do kernel.
 – --version: exibe informações sobre o aplicativo.
•	 lpr arquivo: imprime o arquivo especificado.
•	 lpq: mostra o status da fila de impressão.
•	 lprm: remove trabalhos da fila de impressão.
•	 ln: criar links (atalhos). ln: hardlink. Se o arquivo for alterado, o link tam-
bém será. Ln -s: link simbólico, semelhante ao do Windows. Se o arquivo for 
alterado, quebra o link.
•	 lynx: abre o navegador de internet de mesmo nome.
•	 man: manual interno do Linux (Help).
•	 mv origem destino: tem a mesma função do comando cp, só que, em vez 
de copiar, move o arquivo ou o diretório para o destino especificado. Coman-
do também utilizado para renomear arquivos.
•	 mkdir diretório: cria um diretório.
Por exemplo, mkdir concursos cria uma pasta de nome concurso.
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http://www.uniriotec.br/~morganna/guia/modulos.html
http://www.uniriotec.br/~morganna/guia/kernel.html
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•	 mount: é utilizado para montar um dispositivo na hierarquia no sistema de 
arquivos do Linux.
•	 nice/renice: altera a prioridade dos processos.
•	 passwd: altera sua senha. Para um administrador mudar a senha de um usu-
ário, basta digitar passwd seguido do nome deste.
•	 ps: mostra os processos em execução.
O comando ps possibilita uma listagem de todos os processos em execução na 
máquina. Esse comando possui algumas opções, como:
−	 -a: lista os processos de todos os usuários.
−	 -e: lista as variáveis de ambiente no momento da inicialização do processo.
−	 -x: lista todos os processos que não foram iniciados no console.
−	 -f: lista uma árvore de execução de comandos.
−	 -u: exibe o nome do usuário e a hora de início do processo.
•	 pwd: mostra o diretório em que você está.
•	 reboot: reinicia o sistema imediatamente (pouco recomendável, preferível 
shutdown -r now).
•	 rm arquivo: apaga o arquivo especificado.
−	 -d: remove um diretório.
−	 -f: ele não pede autorização para o usuário e ignora os arquivos não loca-
lizados.
−	 -r: deleta o conteúdo de todos os subdiretórios.
−	 -i: pergunta se realmente deseja apagar o arquivo.
•	 rmdir diretório: apaga o diretório especificado, desde que vazio.
•	 set: exibe as variáveis do sistema e do usuário.
•	 shutdown: desliga ou reinicia o computador, veja:
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shutdown -r now: reinicia o computador
shutdown -h now: desliga o computador
O parâmetro now pode ser mudado.
Por exemplo: digite shutdown -r +10 e o sistema irá reiniciar daqui a 10 minutos.
•	 sort: permite ordenar o conteúdo do arquivo.
•	 startx: abrir o ambiente gráfico.
•	 su: passa para o usuário administrador, isto é, root (perceba que o símbolo $ 
mudará para #).
•	 sudo: permite um usuário em particular executar vários comandos como su-
perusuário sem que possua sua senha, ou seja, sem a senha do root.
•	 system: o comando system chama as funções do sistema.
•	 tail: o comando tail pode ser utilizado para examinar as últimas linhas de um 
arquivo. O comando:
$ tail /etc/passwd
irá exibir as dez últimas linhas do arquivo /etc/passwd.
É possível também especificar o número de linhas a serem exibidas, em vez das 
dez linhas que o comando adota como padrão:
$ tail -n 20 /etc/passwd
Uma diretiva muito útil é “-f”, que permite a visualização dinâmica de um arqui-
vo, ou seja, as linhas são exibidas na tela na medida em que são geradas.
Obs.:� o comando head faz justamente o inverso do tail.
•	 tar arquivo.tar.gz: extrai um arquivo compactado em tar.gz.
Na linha anterior, tar é o comando. Em parâmetros, é possível utilizar várias 
opções. Eis as principais:
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-c – cria um novo arquivo tar;
-t – exibe o conteúdo de um arquivo tar;
-p – 
mantém as permissões originais do(s) arquivo(s);
-r – adiciona arquivos a um ar-
quivo tar existente;
-f – permite especificar o arquivo tar a ser utilizado;
-v – exibe 
detalhes da operação;
-w – pede confirmação antes de cada ação no comando;
-x 
– extrai arquivos de um arquivo tar existente;
-z – comprime o arquivo tar resul-
tante com o gzip;
-C – especifica o diretório dos arquivos a serem armazenados 
(note que, nesse caso, a letra é maiúscula).
•	 telnet: ativa o serviço de Telnet em uma máquina. Para acessar esse com-
putador a partir de outros por Telnet, basta digitar telnet nome da máquina 
ou telnet IP.
Por exemplo: telnet 192.168.0.10.
Após abrir o Telnet, digite help para conhecer suas funções.
•	 top: exibe a lista dos processos, conforme os recursos de memória consumidos.
•	 touch: o comando touch é usado para criar arquivos. Além disso, ele ainda 
pode mudar a data e a hora de acesso e/ou modificação de arquivos.
As opções mais usadas são:
-a: muda somente a data e a hora de acesso para a 
atual;
-m: muda somente a data e a hora de modificação para a atual;
-t dataho-
ra: muda a hora e a data para data/hora definidos.
Exemplos:
fabriciomelo@Tux:$ touch arquivo1
Criei um arquivo de nome arquivo1.•	 uname: mostra informações do sistema operacional e do computador. Digite 
uname -a para obter mais detalhes.
•	 useradd usuário: cria uma nova conta usuário.
Por exemplo, useradd aluno cria o usuário aluno.
•	 userdel usuário: apaga a conta do usuário especificado.
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•	 uptime: mostra há quantas horas seu computador está ligado.
•	 vi: inicia o editor de textos vi.
•	 whereis nome: procura pelo binário do arquivo indicado, útil para conhecer 
seu diretório ou se ele existe no sistema.
•	 w: mostra os usuários logados atualmente no computador (útil para servidores).
•	 wc: faz a contagem em unidade do conteúdo de um arquivo, linhas, caracte-
res e palavras.
•	 who: mostra quem está usando o sistema.
•	 Whoami: listar o nome da conta associada ao login atual.
Finalizando
A melhor forma de conhecer os parâmetros adicionais de cada comando é con-
sultando as informações de ajuda. Para isso, pode-se usar o recurso --help. Veja o 
exemplo para o comando ls:
ls --help
Também é possível utilizar o comando man (desde que seu conteúdo esteja ins-
talado), que geralmente fornece informações mais detalhadas. Par usar o man para 
obter detalhes do comando cp, por exemplo, a sintaxe é:
man cp
Se você estiver utilizando o bash, pode-se aplicar o comando help ou info da 
mesma forma que o comando man:
help cp
info cp
Assim como conhecer os comandos básicos do Linux é importante, também o 
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é saber como acessar seus recursos de ajuda, pois isso te desobriga de decorar as 
sequências das funcionalidades extras.
APRENDENDO NA PRÁTICA
Caso possua o Linux, peço para que treine esses comandos diretamente no termi-
nal, de preferência anotando um a um no seu caderno.
Redirecionar a entrada ou saída de um programa:
Por exemplo, o comando:
meuprograma < minhaentrada
executa um programa chamado meuprograma, sendo que os dados de entrada 
são retirados do arquivo minhaentrada, em vez de serem fornecidos pelo usuário 
usando o teclado.
Os resultados que um programa escreve podem ser armazenados em um arquivo, 
em vez de serem escritos no vídeo redirecionando-se a saída do programa, como 
no exemplo a seguir:
meuprograma > arquivodesaida
Os resultados do meuprograma são armazenados no arquivodesaida.
O redirecionamento para a saída com >> acrescenta dados ao final de um arquivo, 
em vez de substituí-lo por um novo.
A saída de erro stderr pode ser redirecionada com o operador 2>.
Também se pode conectar diretamente a saída de um programa à entrada de outro 
usando o operador |, como no exemplo a seguir:
programa1 | programa2
Os resultados escritos pelo programa1 são usados como dados de entrada para o 
programa2.
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Uso da Barra Invertida no Prompt
No sistema operacional Linux, a barra invertida (\) é pouco utilizada. Na utiliza-
ção para designar diretórios, como, por exemplo, a barra comum (/), é utilizada. 
No Linux a barra invertida possui apenas duas finalidades, sendo a primeira delas 
proteger um caractere que possui um significado especial (curingas e metacarac-
teres), para que este seja interpretado como um caractere comum. E a segunda 
finalidade é indicar que um comando irá continuar na próxima linha.
29. (COPS.UEL/DELEGADO/PC-PR) Deseja-se criar um link simbólico do arquivo 
vim, o qual deverá ser chamado de vi.
Assinale a alternativa que criará, corretamente, tal link simbólico.
a) cp -s vi vim
b) ln -s vim vi
c) ln -s vi vim
d) cp vim vi
e) cp vi vim
Letra b.
ln é para criação de um link simbólico, um atalho. Como pediu link simbólico, usa-
mos o “s”. O link simbólico é parecido com o atalho do Windows, caso o arquivo seja 
movido, o link fica quebrado. Sem o -s, seria criado um hard link, ou seja, caso o 
arquivo seja movido, o link é atualizado.
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30. (COPS UEL/DELEGADO/PC-PR) Assinale a alternativa que apresenta, correta-
mente, o comando que irá desligar o computador.1
a) shutdown -d now
b) shutdown -h now
c) shutdown -p now
d) shutdown -r now
e) shutdown -s now
31. (COPS UEL/DELEGADO/PC-PR) De acordo com os comandos que estudamos, o 
“s” é para desligar o sistema.
A placa de rede de um computador executando Linux estava apresentando um 
comportamento estranho.
De modo a tentar resolver o problema, digitou-se no console a seguinte sequência 
de comandos:
ifconfig eth0 down
ifconfig eth0 up
Em relação ao procedimento realizado, assinale a alternativa correta.
a) O primeiro comando diminuiu a velocidade do dispositivo de rede.
b) O primeiro comando reiniciou o driver de rede.
c) O segundo comando atuou na primeira interface Ethernet.
d) O segundo comando aumentou o throughput do dispositivo de rede.
e) O segundo comando testou o dispositivo de rede.
1 Gabarito: letra e.
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Letra c.
Questão que matamos por eliminação! Ao estudarmos o comando ifconfig anterior-
mente, vimos que somente a letra c procede. E o número zero em eth0 refere-se à 
primeira placa. eth1 segunda, eth2 terceira...
32. (COPS UEL/DELEGADO/PC-PR) Um dispositivo de cdrom foi montado através 
do seguinte comando:
mount /dev/sr0 /media/cdrom -t iso9660 -o ro,exec
Sobre essa montagem, assinale a alternativa correta.
a) A opção -t monta o dispositivo apenas por um período de tempo predeterminado.
b) A montagem permite leitura e escrita.
c) A montagem permite a execução de binários.
d) A opção iso9660 informa o modelo do dispositivo a ser montado.
e) O dispositivo foi montado no diretório /dev/sr0.
Letra c.
Comando mount: mount [disposito] [ponto de montagem] [tipo de sistema de ar-
quivo][opções]
Dispositivo: /dev/sr0;
Ponto de montagem: /media/cdrom;
Sistema de arquivo: iso9660
Opções: ro,exec.
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a) Errada. -t é o tipo de sistema de arquivo, iso9660, padrão para cd-rom.
b) Errada. -o Tem uma opção no caso, uma delas é o ro, quer dizer somente leitura.
d) Errada. iso9660 é sistema de arquivo.
e) Errada. Dispositivo montado está em /media/cdrom
33. (COPS UEL/ASSISTENTE/AFPR) Apesar das interfaces gráficas com o usuário ofe-
recerem mais interatividade, em determinadas situações o uso de comandos de conso-
le possibilita agilidade para usuários acostumados com essa modalidade de comandos.
Considerando os comandos de console no Linux, juntamente com o uso de metaca-
racteres, e supondo que em um determinado diretório existam apenas os arquivos 
(file1, file2, file3 e file04), atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às afirmativas a seguir.
( ) Os comandos #ls -l file1 file2 file3 file04 e #ls -l file* exibirão o mesmo resultado.
( ) O comando #ls -l file? exibirá como resultado os quatro arquivos contidos no 
diretório.
( ) O comando #ls -l file[2-3] exibirá como resultado apenas os arquivos file2 e file3.
( ) O comando #ls -l file0* file[1-3] exibirá como resultado os quatro arquivos con-
tidos no diretório.
( ) O comando #ls ~ exibirá como resultado uma lista de todos os arquivos que 
foram excluídos do diretório.
Assinale a alternativa que contém, de cima para baixo, a sequência correta.
a) V, V, V, F, F.
b) V, V, F, F, V.
c) V, F, V, V, F.
d) F, V, V, F, F.
e) F, F, F, V, V.
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Letra c.
O comando ls tem inúmeras alternativas, confira em nossa tabela anterior.
34. (CESPE/TÉCNICO/MPS) No Linux, os comandos rm e cp permitem, respectiva-
mente, remover e copiar um ou mais arquivos.
Certo.
rm (remove) e cp (copy).
35. (CESPE/TÉCNICO/ANATEL) Ao ser utilizado em conjunto com o comando grep, 
o comando tail permite alterar a saída do conteúdo de arquivo de texto para html.
Errado.
grep: procura uma palavra dentro de um arquivo. tail: exibe as últimas 10 linhas 
de um arquivo de texto.
36. (CESPE/TÉCNICO/ANATEL) O comando touch é utilizado para criar um arquivo 
vazio.
Certo.
touch: criar um arquivo (vazio, devido ao arquivo ser criado em branco).
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37. (CESPE/TÉCNICO/ANATEL) O comando diff é usado para comparar arquivos 
de texto.
Certo.
Comparando, o usuário conseguiria ver as diferenças (diff) de um arquivo.
38. (CESPE/TÉCNICO/ANATEL) O comando cut é utilizado para organizar, em or-
dem decrescente, o conteúdo de um arquivo de texto.
Errado.
Cut é um comando para delimitar o conteúdo de um arquivo.
39. (CESPE/TÉCNICO/TRE-GO) No Linux, o comando cd /etc/teste cria o diretório 
teste dentro do diretório /etc. 
Errado.
Criar diretório é o comando mkdir. cd: abre/troca um diretório.
40. (CESPE/TÉCNICO/TRE-GO) No Linux, a execução do comando ps –aexf | grep 
arq mostrará uma lista de processos em execução que tenham em sua descrição a 
sequência de caracteres arq.
 
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Certo.
O Comando ps -aexf é um comando para listagem de processos – será o comando 
de entrada. A barra vertical/pipe (|) para separar comando de entrada do comando 
de saída. O comando grep -arq é o comando de saída que irá filtrar o comando de 
entrada (ps), exibindo apenas os processos que têm em sua descrição a palavra 
arq, pois o comando grep é para procurar uma palavra dentro de um arquivo.
41. (CESPE/TODOS OS CARGOS/PEFOCE) O comando pwd do Linux possibilita ao 
usuário efetuar a troca de senha (password).
Errado.
pwd (print working directory) exibe o diretório corrente. O comando para alterar a 
senha é o passwd.
42. (UNIVERSA/ANALISTA/SECRIA)
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Considerando a figura acima, que mostra a tela de um terminal do sistema opera-
cional Linux Ubuntu 14.10, assinale a alternativa correta no que se refere ao resul-
tado da execução do comando apresentado.
a) O comando cp copiará, para o diretório atual, o arquivo man, localizado no di-
retório secretaria. 
b) O comando cp copiará, para o diretório secretaria, o arquivo man, localizado no 
diretório atual. 
c) Na tela representada na figura acima, haverá a exibição de algumas proprieda-
des do arquivo man, como, por exemplo, seu tamanho, antes de ser finalizada a 
sua cópia do diretório secretaria para o diretório atual. 
d) Será realizada a instalação do programa cp pelo usuário root, administrador do 
sistema, direto do man, repositório do Ubuntu 14.10. 
e) Será mostrado manual com as informações referentes ao comando cp. 
Letra e.
man: exibir o manual do comando desejado. man cp: exibe o manual do comando cp.
43. (IDECAN/OFICIAL/CBMDF) No sistema operacional Linux, a barra invertida (\) 
é pouco utilizada. Na utilização para designar diretórios, como por exemplo, a barra 
comum (/) é utilizada. No Linux a barra invertida possui apenas duas finalidades, 
sendo uma delas proteger um caractere que possui um significado especial (curin-
gas e metacaracteres), para que o mesmo seja interpretado como um caractere co-
mum. Assinale a alternativa que apresenta a outra finalidade da barra invertida (\).
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a) Indicar o ponto de interrupção de um comando.
b) Marcar ou desmarcar opções em um grupo de opções.
c) Indicar que um comando irá continuar na próxima linha.
d) Mostrar quais foram os últimos comandos acionados na sessão atual.
Letra c.
Como estudado anteriormente, a barra invertida (\) tem 2 (duas) funções no prompt 
do Linux: a que foi mencionada no enunciado e a citada pela letra c.
44. (IDECAN/MANUTENÇÃO/CBMDF) Considere as afirmativas sobre comandos no 
Sistema Operacional Linux.
I – ls é utilizado para exibir o conteúdo do arquivo.
II – pwd exibe o nome diretório corrente.
III – dl mostra o espaço em discolivre.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
a) I.
b) II.
c) I e II.
d) II e III.
Letra b.
I – Errado. ls é para exibir a listagem de arquivos de um diretório. cat: exibir o 
conteúdo do arquivo.
II – Certo. pwd: exibir o diretório corrente.
III – Errado. dl não tem funcionalidade no Linux. O comando correto seria: df.
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45. (IDECAN/SOLDADO/CBMDF) Considere as afirmativas sobre a utilização de co-
mandos nos sistemas operacionais de ambiente Linux.
I – O comando search é utilizado para localizar arquivos.
II – O comando dir é utilizado para listar o conteúdo de um diretório.
III – O comando rm é utilizado para excluir arquivos.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
a) I.
b) II.
c) III.
d) II e III.
Letra d.
I – Errado. find é comando para localizar arquivos.
II – Certo. Tanto o dir como ls servem para a listagem do conteúdo de um diretório.
III – Certo. rm (remove) excluir arquivos.
46. (CESPE/TÉCNICO/TCU) O interpretador de comandos do Linux permite definir 
uma sequência de comandos a serem executados, de forma que a saída de um co-
mando seja usada como a entrada do próximo. Para que isso ocorra, os comandos 
devem ser conectados por meio do caracter &, por exemplo: comando1 & comando2.
Errado.
O caractere que separa o comando de entrada e o de saída é o pipe “|”. O “&”, 
quando usado entre dois comandos, teria que ser usado em duplicidade && e servi-
ria para informar ao Linux para executar o segundo comando somente após a exe-
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cução com sucesso do primeiro. E a outra função do “&” é para quando o usuário 
deseja executar um comando em segundo plano (background). Basta colocar o & 
ao final do comando.
47. (CESPE/MONITOR/SEPLAGEDUC) O caractere & acrescentado ao final de uma 
linha que contém um comando no Linux resulta em uma forma de colocar o pro-
cesso, inicializado por linha de comando, para executar em background, ou seja, 
em segundo plano.
Certo.
Quando um comando é digitado, ele será executado em primeiro plano (foregrou-
nd). Mas, caso seja acrescentado o & após o comando, ele será executado em 
segundo plano (background).
48. (CESPE/ANALISTA/MTE) No Linux, o comando cat arq1 >> arq2 | less lista o 
conteúdo dos arquivos arq1 e arq2 com paginação das telas.
Errado.
cat: exibe as informações de um arquivo. Os símbolos “>>” redirecionam o que foi 
lido pelo comando anterior para o próximo comando. Arq 1 >> arq2 irá redirecionar 
o que foi lido no primeiro comando para o segundo. E o pipe “|” servirá para juntar 
o primeiro (comando de entrada) com o segundo (comando de saída). Assim, o co-
mando estaria criando um arquivo com o conteúdo de ambos em arq2, tela por tela.
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49. (UNIVERSA/AGENTE/PC-DF) A respeito do Linux, assinale a alternativa correta.
a) Kernel é o nome genérico de uma classe de programas que funcionam como 
interpretador de comandos.
b) O Linux é um sistema operacional monotarefa.
c) O sistema operacional Linux foi criado em 1991 por Linux Benedict Torvalds.
d) Um dos comandos básicos do Linux é o CAL, que exibe o calendário do mês cor-
respondente à data atual do sistema ou de um mês e ano especificado.
e) O código-fonte aberto permite que qualquer pessoa veja como o sistema funcio-
na, podendo modificá-lo e vendê-lo livremente.
Anulada.
a) Kernel é o núcleo do sistema operacional. Interpretador de comandos: sh, bash, 
terminal...
b) O Linux é um Sistema Operacional Multitarefa.
c) Foi criado em 1991 por LINUS Benedict Torvalds, e não Linux.
d) Era para ser a alternativa certa. Porém, o comando cal foi cobrado em caixa alta 
(CAL). O Linux, por ser case sensitive, não reconhece comandos principais em cai-
xa alta, apenas em caixa baixa.
e) Pode ser vendida a distribuição, e não o código-fonte.
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Entendendo as Permissões no Linux
As permissões são um dos aspectos mais importantes do Linux (na verdade, de 
todos os sistemas baseados em Unix). Elas são usadas para vários fins, mas ser-
vem principalmente para proteger o sistema e os arquivos dos usuários. Manipular 
as permissões é algo muito interessante, tanto quanto complexo. Mas tal complexi-
dade não deve ser interpretada como dificuldade, e sim como grande variedade de 
configurações, o que permite criar vários tipos de proteção de arquivos e diretórios. 
Como você deve saber, somente o superusuário (root) tem ações irrestritas no sis-
tema, justamente por ser o usuário responsável pela configuração, administração 
e manutenção do Linux. Cabe a ele, por exemplo, determinar o que cada usuário 
pode executar, criar, modificar etc. Naturalmente, a forma usada para determinar 
o que o usuário pode fazer é a determinação de permissões. Irei, agora, explicar 
as configurações de permissões de arquivos e diretórios, assim como modificá-las. 
Observe:
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Observe que a figura anterior exibe uma listagem dos arquivos presentes no 
Linux. Ao lado esquerdo, são exibidas as permissões dos arquivos.
Detalhando as Permissões
•	 Tipos de arquivos (observe a primeira letra à esquerda)
−	 “d” Arquivo do tipo diretório (pasta).
−	 ”-” Arquivo comum (arquivo de texto, planilha, imagens...).
−	 “l” Link (atalho).
•	 Tipos de permissões (o que os usuários poderão fazer com os arquivos)
−	 r: read (ler).
−	 w: writer (gravar).
−	 x: execute (executar).
−	 ”-”: não permitido.
•	 Tipos de usuários (serão três categorias de usuários)
−	 Proprietário (u).
−	 Grupos de usuários (g).
−	 Usuário comum (o).
•	 Tabela de permissões (a tabela é composta de 8 (oito) combinações)
−	 0: sem permissão.
−	 1: executar.
−	 2: gravar.
−	 3: gravar/executar.
−	 4: ler.
−	 5: ler/executar.
−	 6: ler/gravar.
−	 7: ler/gravar/executar.
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