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QUALIFICACAO DE SOLDADORES E OPERADORES DE SOLDAGEM EM NIVEL AEROESPAClAL SuMARIo 1 Objetivo 2 Normas complementares 3 Definiqks 4 Condie gerais 5 Condiees especikas 6 ins- 1 OBJETIVO Esta norma fixa as condic6es exigibeis para a qualificacao tecnica de soldadores e operadares de soldagem, engajados na soldagem de aeronaves, mkseis e outros equipamentos aeroespaciais, seus componenteseacessbrios, conforme NBR 9540. 2 NDRMAS COMPLEMENTARES Na apl icasao desta Norma 6 necessario consultar: NBR 5874 - Soldagem eletrica - Terminologia NBR 9540 - Requisitos gerais para urn programa de qualificacao de sol dadores e operadores de soldagem em nivel aeroespacial - Procedimento MIL-STD-410 - Nondestrutive testing personnel - Qualification and certifica - tion MIL-STD-453 - inspection, radiographic Origem: ASNT - 8: 03.06-04)4/88 C8-8 - Comitt Brarileiro de Aeranhtica e Transporte Aires CE-8: 03.06 - bmistio de Estudo de Sistema de Garantia da Budida& em Nivel Aeron&Jt& NBR 10680 - Aircraft - Qualification of welders on aerospace - Procedure Foi baseada na Ml LSTD-15958 SISTEMA NACIONAL DE ABNT - ASSOCIA~AO BRASILEIRA METROLOGBA, NORMALIZACAO DE NORMAS TfCNlCAS E QUALIDADE INDUSTRIAL 8 Fmhwr~&avs: soldador . aeroespacial. NBR 3 NORMA BRASILEIRA REGISTRADA CDU: 629.7: 656.562 36 Cdginas 3 NBR 10690/1989 OS termos tecnicos utilizados nesta Norma estao definidos de 3.1 a 3.10 e na NBR 5874. 3.1 Soldador Aquele que realiza operacao manual e semi-automkica de soldagem. 3.2 Operador de soldagem Aquele que opera somente maquina ou equipamento automatico de soldagem. 3.3 CondiCGo de soldado Condicao de solda antes de qualquer tratamento tgrmico, mecsnico ou qurmico. 3.4 Corpo-de-prova Amostra ret i rada do exame de sol dagem para execucao de ensa ios. 3.5 Fustio completa Condicao atingida entre o metal-base e todas as camadas do cordao de solda. 3.6 Pene traC5o comple ta Solda na qua1 se observa a fusao completa at6 a raiz. 3.7 Descontinuidude Interferkcia da estrutura normal de uma peca no que se refere a homogeneidade de caracter;sticas fkicas, mecsnicas ou metalirgicas. Uma descontinuidade nso 6 ne cessariamente urn defei to. 3.8 Defeito Descontinuidade que, por sua natureza, dimensa”o, IocaiizaGao ou efeito acumulado torna a pesa imprc5pria para uso, por nao satisfazer OS requisitos minimos de acei - tacao da especif icacao apt icsvel. 3.9 solda do exame Junta feita por urn soldador ou operador de soldagem corn o objetivo de qualifica- lo. 3.10 Registro da qu.uZifica~~o de soldador Document0 que certifica por escrito que urn soldador e/au operador de soldagem, e xecutou soldas Segundo as normas prescritas. 4 CONDl@ES GERAIS 4.1 Processo de soZdugem Para efeito desta Norma OS processes de solda por fusao estao enumerados na Tabe la 1, OS quais qualificam o soldador e/au operador de soldagem apenas para aquele processo. /TABELA 1 NBR 10680/1989 3 v TABELA 1 - Prowsso de solda por f&o Process0 1 Oxi - Gk 2 Arco eletrico corn eletrodo revestido 3 Arco elkrico submerso 4 At-co elkrico em gas inerte eletrodo de tungstenio (TIG) 5 Arco eletrico em gas inerte corn arame consum;vel (MIG) 6 Arco eletrico em ga’s ativo corn arame consumivel (MAG) 7 Arco eletrico - Plasma 8 Facho de eletrons (Electrons Beam) 9 Raio laser 4.2 M&iris-base Urn exame de soldagem corn urn dos metais-base constante na Tabela 2, qualifica o soldador e/au operador de soldagem apenas para aquele grupo. A qua 1 if icacao em grupo corn sufixo b, qua1 if ica tambern para o mesmo grupo corn sufixo a. - - Grupo I a I b II a Ii b III a III b IV V VI VI I TABELA 2 - Grupos de metais-base Meta i s-base Aces carbonos e ba ixa 1 iga Aces 1 iga Aces inoxidheis ACOS inoxidaveis temperaveis Niquel e 1 igas a base de nrquel Ligas a base de niquel temperaveis Aluminio e ligas corn base de aluminio Ligas corn base de magn;sio Tita^nio e ligas corn base de titsnio Ligas corn base de cobalto 4.3 Espessuru do metal-base OS limites de qualificacao sao estabelecidos em funcao da espessura do metal-base (espessura da chapa ou da parede do tubo) e apl i cam-se a todos OS t i po de solda, ob servando-se as al ineas a) e b): a) urn exame de soldagem corn uma espessura “e”, qua1 if ica para espessuras de 0,7e at& be. Quando a espessura “e” for maior que 25 mm, qua1 ifica pa ra espessuras igual ou maiores que 0Je. 4 NBR 106~/1989 b) dois exames de soldagem, cada urn corn peGas da mesma espessura, porem de espessuras diferentes entre exames, qua1 if ica todas as espessuras interme - disrias, alem das espessuras qua1 ificadas na al ;nea a). 4.4 Posi& de sol&gem 4.4.1 ~oldadores AS posigoes de soldagem qualificadas por urn determinado exame de posicao, es tS0 assinaladas por urn “x” na Tabela 3 e sao estabelecidas em funcso das condic6es e posisao de soldagem. 4.4.2 Operador de soZ&gem Forma do Meta l- base Chapa Cond i @es de soldagem G s Posicoes qualificadas 5 2 Tipo a I Chapas Tubos de :+i 0 6 Tipo de solda Tipo de solda solda ‘$ e .- ul s Topo Angulo Topo Angulo 8 0 c 1G 2G 3G 4G 1F 2F 3F 4F 1G 2G 5G 6G 1F 2F 4F 5F 1G X x x X X Topo 26 x x x x x x X 3G X X x x x X X 4G X X x x x x X 1F X X Angu lo 2F x x x x 3F x x x X 4F x x X x x x 1G x x X x x Topo 2G x x x x x x 5G X X x x x X x x 6~ x x x x xxxx xxx:); IF X X Tubo Angulo 2F x x x x 4F x x X x x x SF x x x x x x x x Chapa Tubo Urn exame de soldagem feito em qualquer posicso qualifica para todas as posicoes, conforme Tabela 3 e Figuras 1 a 6. TABELA 3 - Posi#io de soldapm, forma do metal-base e tipo de solda qualificada por solda do exame NBR 10690/1999 5 @ 26 Posiao Horiro~al Nota: Dimensoes, ver Figura 5. FIGURA 1 - Solda de topo em chapas - Posiq6es lG, 2G, 3G e 46 Nota: Dimensoes, ver Figura 6. FlGURLi 2 - Solda em ingulo de chapas - Posim 1 F. 2F. 3F e 4F /FIGURAS 3 e 4 6 NBR 10660/1989 Pa8ipZb Vertk411 Fixa 26 Po8l@0 rotutiva & soldagam Nota: Dimensoes, ver Figura 7. FIGURA 3 - Solda de topo em tubas - Posi@er lG, 2G, 5G e 6G e$t!$+y \ \ \ IF 4P 2F 4F SF Multipb fIxa Iota: Dimensoes, ver Figura 8. FIGURA 4 - Solda em ~JUIO de tuba - Posi@es 1 F, 2F, 4F e 5F /FlGURA 5 NBR 1068011989 7 r Espessura do metal-base “e” (mm) 2 1,s c/2 L (mm) hd 50 130 I ’ 1,s I 80 200 FIGURA 5 - Solda de topo em chapas /FlGURA 6 8 NBR 10680/1989 t--i--+ r C L -7 H I Espessura do metal -base “e” (mm) L C H (mm) (mm) (mm) 50 100 130 > 135 100 200 80 &xta: Quando as chapas tiverem diferensa de espessura maior que lo%, entre si, a de maior espessura deve f icar na posi tga”o hor i zon ta 1 . FlGURA 6 - Solda em Bngula de chapas NBR 10680/1989 a 4.5 Formato do metal-base e tipo de soZ& 4.5.1 Soldadores OS formatos do metal-base e OS tipos de solda qualificados por urn determinado exa me sso designados por urn X na Tabela 3, corn as excecoes dadas em 451.1 e 4.5.1.2. 4.5.1.1 Qua1 if icaCao para soldagem em angulo de chapas ou tubos corn espessura igual ou menor que 1,s mm requer urn exame especifico. Nesta faixa de espessura urn exame de soldagem de topo nso qualifica soldagem em angulo. 4.5.1.2 Urn exame de soldagem em tubo, de digmetro externo 0, qua1 ifica para tu bos corn dismetro maior ou igual a 0. 4.5.2 @a-xdor de aokfagem Urn exame de soldagem em qualquer format0 do metal-base, corn qualquer tipo de sol da, qua1 if ica pat-a todos OS formatos e todos OS t ipos de solda, conforme Tabela 3. Urn exame de soldagem em tubo corn urn determinado dismetro externo qualifica pa ra tubos de qualquer dismetro. 4.6 Ultras condip?es de soldagem Al6m do processo, posicao e tipo de soldagem, composicao, espessura e format0 do metal-base, outras condiC6es que requerem uma correlacao entre o examede solda gem e a solda de produca”o sgo dadas na Tabela 4. 10 NBR 10680/1989 TABELA 4 - Condit$hs de soidagem qualificada pelo exame Sol da do Mata iunta Qua1 if icacao Solda de topo Tipo de car exame I 4 I Corn Sem I-T- Corn mata-junta I I X Sem mata-junta X X Un Sol da de topo corn chanf ro in i co X Solda de topo corn chanf ro duplo Solda corn penetra - $0 compl eta Solda corn penetra cZ0 partial Sol da corn CA Solda corn CC I I co I rente (A) - Duplo Penetra Penetra ~50 co! ~50 pa7 pl eta cial - CA CC X X X X X X X (A) Aplicavel somente para o process0 TIG (ver item 4 da Tabela 1). 4.7 bame de soZci!zgem Deve ser requerido urn exame para cada combinacao das condicoes descritas no Capitu - lo 4. OS exames devem ser executados de acordo corn procedimento escrito do tipo da junta. 4.7.1 SoZda de topo em chapas A solda do exame 6 uma junta de topo, conforme Figura 1. 4.7.2 Sot& em &guto de chapas A solda do exame 6 uma junta em sngulo, conforme Figura 2. 4.7.3 SoIda de topo em tubas A solda do exame e uma junta de topo, conforme Figura 7. /FIGURA 7 NBR 10680/1989 11 Espessura da parede lie11 6 I,5 > 1,s c (tTiki.) 50 80 FIGURA 7 - Soida de topo em tuba 4.7.4 SoZda em &qLLo de tubos A solda do exame 6 urna junta em Zngulo, conforme Figura 8. Iota: Se a diferenCa entre a espessura dos membros for igual ou maioi- que 10% do membro de menor espessura, o mem _ bro mais espesso deve ser a chapa. FIGURA 8 - Solda em ingub de tuba 12 N8R 106W1969 5 CONOlCdES ESPECI-FICAS 5.1 Inspeciies e ensaios requeridos 5.1.1 Inspecti VisuaZ E requerida para todas as soldas do exame na condiCao de soldado. 5.1.2 InspecZo mdiogr&fica E necesshia para todas as soldas do exame, pordm o ensaio de dobramento pode ser usado coma op~ao, desde que: a) o metal base nao esteja incluido na Tabela 5; b) a diferenca entre as espessuras dos materiais nso seja superior a 10% do mais espesso; c) em soldas de tubos, o dismetro externo seja igual ou maior que 50 mm, ou de espessura de parede maior que 6 mm. /lABELA 5 NBR 106&o/1989 13 T TABELA 5 - Metais-base para OS quais G neceshia a insp@o radiogrHica Grupo de metal-base la lb II a II b ~~-~ - III b IV V VI VI I NGmero unificado NA K 92810 Todos K 63198 K 63199 R 30155 R 30590 s 15500 s 17400 s 35000 s 35500 s 41800 S 42000 S 42200 s 45000 s 45500 Todos Todos A 03569 A 92014 A 92219 Todos R 94620 R 56210 R 56260 R 56620 R 58640 NA NA Todos Descricao comum AGO y Ni - 4 Co AGO martensitico 18 Ni . . . . . . . 19 - 9 DL 19 - 9 DX N 155 s 590 AGO In:. 35 - 5 PH AGO lnox 17 - 4 PH AGO lnox AM 350 f’H AGO lnox AM 355 f’H . . . . . . . 420 422 450 (sob encomenda) 455 (sob encomenda) .I,..,. . . . . . . . 356 2014 2219 Ti - 6~1 - 2Sn - 4Zr - 2Mo Ti - 6Al - 2Cb - 1Ta - 1Mo Ti - 6A1 - 2Sn - 4Zr - 6M0 Ti - 6Al - 6v - 2Sn Ti - 3A! - 8~ - 6cr - 4Mo - 4Zr Ti - 6Ai - 2Sn - 2Zr - 2Cr - 2Mo Ti -15V - 3Cr - 3Mo - 3Sn 14 NBR 10680/1989 c 5.1.3 Ensaio de dobramento E necessariopara soldas em kgulo corn metal-base de espessura maior que 1,s mm ex- ceto quando o ensaio metalografico possa ser usado coma alternativo. 0 ensaio de dobramento de uma solda de topo pode ser usado coma uma al ternat iva 5 inspeGs ra 4iograf ica, coma descrito na sesao 5.1.2. 5.1 .h Ensaio metaZogr6fic.o E requerido para todas as soldas de cordso em metal-base de espessura menor ou igual a 1,s mm. 0 ensaio metalografico pode ser usado coma alternativa para o en - saio de dobramento, em soldas em hgulo coma descritos em 5.1.3, corn metal-base de espessura maior que 1,s mm. 5.1.5 Resume As inspeC6es e ensaios requeridos estso resumidos na Tabela 6. /TABELA 6 TABELA 6 - Ins~ 8 ensaios requeridos Tipo de sol da Ensaio de dobramento I Ensaio metalograf ice Metal-base InspecS I n spec50 visual rad iogrs Forma Espessg fica - ra I IelI b-4 Figura de referkcia Quant idade de corpos- de-prova Quan t i dade da secao t ransver sal - Apl icab i 1 idade - figura de refer&c ia (A) 9 Quantidade Aplicabili de corpos- dade - de-p rova (A) 9 Nenhum - Nenhum Nenhum Nenhum (A) 11 Nenhum - 2 Nen hum Todos I (B) Todos Todos(B) 14 2 (0) Chapa 6 1,s Todos Todos (A) I Topo I > 1,5 I Todos I Todos (*I I I I I I I Topo Tubo s 1,5 Todos Todos (A) ’ 1,5 Todos Todos (A) Angulo Chapa I s I,5 I Todos I Nen hum , 18 4 8 ’ 1,5 Todos Nen hum 18 4 8 Tubo 1-I 19 4 8 Angu lo 19 I 4 I 8 (A) 0 ensaio de dobramento pode ser usado coma alternativa a inspecso radiogrgfica. (B) 0 ensaio metalograf ice pode ser usado coma alternativa ao ensaio de dobramento. 16 5.2 Inspecoes e ensaios NBR 10680/1989 5.2.1 Inspep?o visual - Procedimentc Deve ser executada em todas as soldas do exame, na condicao de soldado, conforme Tabela 7. TABELA 7 - InspeqSo visual - Procedimento Forma do metal- Espessura do metal - Ampliacao p/ Compr i men to do cordso base base i nspecao a ser inspecionado (mm) h-d Chapa e 2 1,5 3 vezes 100 (A) e > 1,5 nenhuma 150 (A) Tubo e i 1,5 3 vezes todo o e > 1,5 nenhuma cordao (A) Tomados no centro do comprimento do cordao de solda. 5.2.2 InspeCCo radiogkfica - Procedimento Deve ser executada em todas as soldas do exame, na condicso de soldado, conforme Tabela 8. TABELA 8 - IntpqSo radiogr4fica . Forma do metal-base Chapa Tubo Espessura do metal -base “e” (mm) e 6 1,s e > 1,s e 25 1,5 e > I,5 Comp r i men to a ser inspeciona do (mm) - 100 (A) 150 (A) Todo o cordso Padrao radio grafico - Conforme Conforme MIL-STD-453 MIL-STD-410 Qua1 if icacao do exam i nador (A) Tomados no centro do comprimento do cordao de solda. 5.2.3 Ensaio de dobramento 5.2.3.1 Prepara&?o dos corpos-de-prcva Devem ser obtidos da solda do exame, por qualquer meio de torte, evitando ao tixi mo a formacao de trincas e zonas afetadas pelo calor, as quais devem ser remov i - das por processes mec;nicos. 5.2.3.1.1 Solda de topo em chapa: OS corpos-de-prova devem ser retirados da sol - da do exame conforme Figura 9. As dimensoes etiposdos corpos-de-prova sao dados na Tabela 9. Cada tipo de corpo-de-prova identificado na coluna 3 da Tabela 9 & identificado na Figura 10. /FIGuRA 9 NBR 10680/1989 17 ‘--=X2=- I Dobramento icmgttudinal FIGURA 9 - Localiza~o dor curposde-prava para ensaio de dobmmento em soida de topo em chapas 4a NBR 10680/1989 TABELA 9 - Corpos-de-prova para soldas de topo em chapas T Corpos-de-prova pa ra dobramen to Metal -base Dimensoes (mm) Tipo mostrado na Figura 10 Espessura N9 unif i cado - e, I C L minimo m;n imo min imo tix imo tix imo e 21,s I Todos DLO-a e 127 26 27 (A) e 153 38 39 2,s DTR-b e DTR-c DTR-b e DTR-c DTR-b e DTR-c DTR-b e DTR-c ou DLA-d 1,5<eS3 Todos 3<cz9,5 (8) Dema i s 390 2,s I 38 38 153 153 I 39 39 395 I e 153 153 38 39 390 3,s I (8) 9,5<e<=19 t- Dema i s 38 395 e e 10 10 153 153 38 39 DTR-b e DTR-c ou DLA-d 990 990 e e cc> Cc) 395 10 390 990 153 * 153 e > 19 (a Dema i s DLA-d DLA-d e e (A) As superf icies da face e raiz ficies 1 isas. da solda devem ser 1 imadas pat-a se obter super (B) UNS 96061 ou UNS 96063 (1 iga de aluminio 6061 ou 6063). (C) Para espessuras do metal-base entre 20 mm e 40 mm L = e; para espessuras mai .ores que 40 mm, “L” deve estar entre 20 mm e 40 mm. /FIGURA 10 NBR 10680/1969 19 T Lbouc Dobrarntnto ktoml- DLA Nutas: a) A dimensao “e ” 6 a aitura do cordso de solda ap& usinagem. 1 b) Todos OS cantos, no sentido longitudinal, devem ser arredondados corn ra i o menor ou igual a 102 da altura do cordso usinado. c) Se os membros da solda do exame diferem na espessura,a dimensao acabada do corpo-de-prova deve ser baseada no membro de menor espessura. FIGURA 10 - Corpos-de-prova para dobramento em so& de topo de chapas 20 NBR 10680/1989 5.2.3.1.2 Solda de topo em tubas: OS corpos-de-prova devem set retirados da sol da do exame conforme Figura 11. As dimensoes e tipos dos corpos-de-prova 60 da - dos na Tabela 10. Cada tipo de corpo-de-prova identificado na columa 3 da Ta be la 10 6 identificado na Figura 12. Dobranbento par&I cw na ml2 Dobramento Lotatal FIGURA 11 - Localiza~o dos corpos-de-prova em soMa de topo em tubs /TABELA 10 NBR 10660/1969 TABELA 10 - Corporde-prova para ensaio de dobramento em solda de topo em tubas I Tubo Corpo-de-prova 21 Dismetro externo Ii II d (mm) Espessura da parede Todos 5sds13 1 O<eZ20 e>20 e<6 6<,es 10 (A) DTR-e e 3 3,s. 38 39,s OS demai s DTR-f (B) 38 39,s DTR-e 3 (A) 3s 38 39,s DTR-f ou 1 DLA-g 3 3,s e e 1 OSe120 OS demais QTR-e e (0 (cl 38 39,s DTR-f ou ( DLA-g 9 10 e e NGmero do Tipo mos Dimensoes (mm) metal-ba h-ado na se Figura 12 5 m;nimo I maxim0 mrnimo ‘L tiximo InspeGs radiograf ica (A) I DTR-e e 3 3s 19 20 OS demais DTR-f (B) (B) 19 20 DTR-e e 3 3s 19 20 (A) DTR-f ou DLA-g 3 3-5 e e OS demais DTR-e e (cl cc> 19 20 DTR-f ou s- DLA-g 9 9 e e (A) DLA-g 3 3 e e OS demais DLA-g 9 1.0 e e L t Inspe&o radiograf ica d>13 > 20 (A) DLA-g 3 395 (D) e OS dermis 9 10 (D) e (A) UNS A 96061 e A 96063 (Liga de alumhio 6061 e 6063). (B) 0 tix imo “eIr’ 6 a espessura resul tante do desempenamento da superf icie curva pa ra superfkie plana. 0 minim0 “el” e’ O,g vezes 0 tiximo. w 0 tix imo “el” 6 a .espessura resultante do desempenamento da superf;cie curva para superficie plana, ou 10 mm. Neste case a mrnima espessura 6 9 mm. (D) Para espessuras de parede 20 5 e 5 40 mm, a dimensao “L” 6 igual a “e”. Pa ra espessuras de parede maior que 40 mm, OS corpos-de-prova devem ser cortados em tiras de 20 mm e 40 mm ou OS corpos-de-prova devem ser dobrados em toda a largura. 22 NBR 10680/1989 c --I- -4 L Dobramento transversal na raiz - DIR Nota: A espessura do corpo-de-prova para dobramento transversal na raiz 6 medida na extremidade,apos a usinagem. t- Dobramento transversal facial - DTR Nota: A espessura do corpo-de-prova para dobramento transversal facial 6 medida no centro do corpo-de-prova. Dobramento lateral - DLA Notas: a) Todos OS cantos no sentido longitudinal dos corpos-de-prova de vem ser arredondados corn urn raio menor que 10% da espessura UST nada final. - b) As 1 inhas tracejadas indicam superfkie usinada. c) Onde OS membos da soida do cxame diferirem na espessura da pare de, a dimensao acabada do corpo-de-prova deve ser baseada na ey pessura do membro mais espesso. - FIGURA 12 - Corpos-tfe-prom para ensaio de dobramento em solda de topo de tubas 5.2.3.1.3 Solda em sngulo de chapas: OS corpos-de-prova devem ser ret i r-ados da solda do exame conforme Figura 13. /FIGURA 13 NBR 10680/1989 23 FIGURA 13 - Localiza@o dos corposde-prova para ensaio de dobtamento de solda em Pngulo de chapas 5.2.3.1.4 Solda em hgulo de tubos: OS corpos-de-prova devem ser ret i rados solda do exame conforme Figura 14. da De > 75 I . 40 Cotpo-d - Prwa a) para tubos corn dihetro externo De < 4 mm b) para tubor corn didmetro externo De > 4 mm FIGURA 14 - Localiza#o dos c~rp~~-daprova para ensaio de dobramervto em soldar em hgulo de chapas 5.2.3.2 Ercecuca"o do ensaio Deve ser executado corn o corpo-de-prova na condiCao de soldado ou tratado termica - men te. 24 NBR 19680/1989 5.2.3.2.1 Solda de topo: 0 m6todo a ser utilizado deve ser conforme Tabela 11. TABELA 11 - Mtodo de ensaio Espessura do metal base (mm) Me todo e s 1,5 I Mandril (A) e > 1,5 I Mandri 1 ou al ternat ivo (5) (A) (B) Mkodo do mandri 1 : 0s corpos-de-prova devem ser dobra dos sobre o guia de dobramento (mandril) conforme Fi gura 15. Ap& fixaGa”o do corpo-de-prova o cilindro de ve ser avanGado, vagarosamente, at& urn Zngulo de 180’ corn relacao ao ponto initial, localizado abaixo do mandril de raio A. Corpos-de-prova dobrados pela rair da solda devem ter sua rarzes vol tadas para o ci 1 indro e OS dobrados pela face devem ter suas facer vol tadas para o ci 1 indro. Mkodo al ternat ivo: OS corpos-de-prova devem ser do brados sobre a matriz de dobramento conforme Figura 16. 0 corpo-de-prova deve ser colocado corn o cent ro da solda coincidindo corn o centro da abertura da ma triz. Em seguida, deve-se apl icar uma carga, atrav& do Gmbolo, at6 que o corpo-de-prova tome a forma da abhrtura da matriz e nao permita que urn arame de 3 & seja inserido entre a matriz e o corpo-de-prova. Cor pos-de-prova dobrados pela raiz da solda devem ser co locados corn a face voltada para o 6mbolo e OS dob r-a dos pela face devem ser colocados corn a raiz voltada para o gmbolo. Uota: 0 raio de dobramento A deve ser conforme Tabela 12. Outros valores de raio podem ser usados desde que o fator de dobramento (ver equaGao das Figuras 15 e 16) esteja dentro da faixa de F at6 l,? F. /FIGURA 15 NBR 10680/1989 25 A = Fe1 A = Raio de dobramento F = Fator de dobramento el = Espessura do C.P. Nota: Dimensoes nao mostradas ficam a crithio do projetista. Uma consi - deras$o essential 6 ter rigidez adequada para aplicac$o de carga. (A) Para corpos-de-prova corn solda transversal, o centro da solda deve localirar-se dentro do hgulo E. (B) A folga “f” deve ser no maxim0 f&x = (1 ,5 + 0,lel) mm. (C) 0 cil indro deve estar 1 ivre para rolar sobre seu eixo e deve ter urn dismetro minim0 de 20 mm. A largura minima do cil indro deve ser igual a dimensao L do corpo-de-prova mais 6 mm. (0) A largura minima do madril deve ser igual a dimensao L do cot- - po-de-prova ma is 6 mm. FIGURA 15 - Mandril para o ensaio de dobramento /FIGURA 16 26 MBR 1068Q/1989 Nota: Dimensoes nao mostradas ficam a crit&io do projetista. Uma considera&o essential e ter rigidez adequada para apl ica ~50 da carga. (A) 0 comprimento do 6mbolo deve ser suficiente para alcan - Car a parte mais baixa da cavidade. (B) A largura mrnima da cavidade da matrix e do gmbolo deve ser igual a dimensao L do corpo-de-prova mais 6 mm. (C) 0 raio msximo da cavidade da matriz deve ser igual a (l,lel + 1,s + A) mm, sendo A o raio de dobramento, e a profundidade deve ser 50 mm, (D) Dimensao igual a 2 vezes o raio da cavidade da matriz. (E) Ressalto tratado termicamente e lubrif icado ou cil in dros tratados termicamente livres para girar corn raio mrnimo de Sel’, ou 20 mm; escolher o menor. FIGURA 16 - Dispositivo para o ensaio de dokramento /TABELA 12 NBR 10680/1989 27 TABELA 12 - Raio de dobramento unid.: mm Espessura do corpo-de-prova Raio de dobramen to A - Metal-base ! Ligas de ti Ligas de Ligas de ti Liga de ti Ligas de tanio - aluminio tsnio - Gnio -aium;nio Outros Ti-5A1-2,5Sn 6061 e 6063 R 50400, R 50250 A 95083 Ti-8Al-lMo- R 50550 e A 95086 1V R 52400 A 95456 I Ti-3Al-2,5V ii-6Al-4V I F = 12 I F = 8 F= F 4 F= = I 3 I F E 2 I ? < I < > = < 2 < > < h < 0,79 0,89 09 0,99 0,99 1,20 (A) 198 ~2,O 23 295 0,74 o,84 1,20 1,27 0,84 o,g4 1,27 I,42 I I I I I I I I ,0,94,w, ~42 I is7 23 391 I I I I I0 3,s 490 0,89 0,vY 1x3 1,57 1,78 1,98 0,79 09 0,99 L12 L32 1,50 1,98 2,24 o,8g 1,02 1,12 1,24 1,50 1,65 2,24 2,51 1,02 1~2 1,24 i,40 i,68 1,80 2,51 2,82 1,22 1,27 1,40 I,62 1,80 2,10 2,82 3,15 0,7g a,89 1,27 1,42 1,62 1,78 2,10 2,36 3,15 3,56 494 590 596 693 790 799 0,89 0,VV 1,42 1,6o 1,78 039 19 1,60 I,78 1,98 0 0,74 t 0,84 0,84 1,12 1,24 I,78 2,00 2,24 2,51 2,97 3,33 4,47 5,oo 0,94 1,24 1,40 2,OO 2,24 2,51 2,82 3,31 3,73 5,Oo 561 10,o 11,2 72,6 1,04 1,40 1,62 2,24 2,51 2,88 3,15 3,73 4JY 5,61 6,30 I,17 l&2 I,78 2,51 2,82 3,E 3,53 4,19 4,72 6,30 7,OY I,32 ~78 ~98 2,82 3,17 3,52 3,964,72 5,28 7,09 7,92 /continua 28 continuti NBR 10680/1989 TABELA 12 - Raio de dobmmento unid. mm L-l Espessura do corpo-de-prova de I dob ramen Ligas de ti - - _ to A - Ligas de alumrnio 6061 e 6063 tan io Ti-5Al-2,5Sn Ti-8Al-lMo- 1V Ti-3Al-2,5V Ti-6Ab4V 4 F = 12 F = 8 -.%Jj-c& 44,7 3,33 3,73 4,98 5,59 50,2 3,73 4,u 5,59 6,27 56,3 k19 4,70 6,27 7,04 6392 4,70 5,26 7,04 7,90 70,6 5,26 5,92 7,90 835 84~ 5,92 6,63 8,86 9,% 89,2 6,63 7,44 100,l 7,44 8,36 l-12,4 )8,36 1 9,37 1 1 . 12691 )9,37 110,51 ) 1 Metal -base Ligas de ti Liga de ti Gnio - tsnio - R 50400, R 52400 R 50550 e R 52400 F = 5 F 4 = > < < = 3,17 3,56 kg6 4,45 3,56 3,99 4,45 5,00 3,gg 4,50 5,00 5,61 4950 ILO3 15,61 (6,30 5,03 5,64 6,3o 7,06 5,64 6,32 7,06 7,g2 6,32 7,11 7,g2 8,go 7J 7,96 &go g,g6 736 8,g4 h94 lo,03 Ligas de alumrnio A 95083 A 95086 A 954% Outros F = 3 I F = 2 -> ‘. k c 5,28 5,28 5,94 5,94 7,92 7,92 02 02 5,94 5,94 6,4o 6,4o 8,92 8,g2 9,98 9,98 6,40 6,40 7,47 7,47 7,47 8,38 83 99 99 99 IO,57 IO,57 7,47(8,381 ) (A) Tolersncia de + O,25 mm ou + 1% A; escolher o maior. - PJotcz: F = Fa tor de dob ramen to. NBR 10680/1989 29 5.2.3.2.2 Solda em kgulo: A chapa vertical do corpo-de-prova deve receber um es - force paralelo 5 chapa de base, de modo que a raiz da solda fique tracionada. esforco deve ser gradativo ate a fratura da solda. Onde for necess&-io, para rantir a fratura da solda, deve ser feita uma ranhura, conforme Figura 17. Em 0 P. ca - SOS de tubos, a ranhura deve ser feita antes da ret i rada dos corpos-de-prova. Notas: a) A dimensio G deve ser no mGximo OJe ou 6,0 mm. Escolher o menor. b) A dimensao P deve set- no maxim0 0,5e. FICURA 17 - En&o de dobramento para solda em &uio 4.2.4 %saio metalogrdfico OS corpos-de-prova devem ser retirados da solda do exame conforme Figura 18 e lg. A remocao dos corpos-de-prova deve ser feita por qualquer meio de torte, contanto que qualquer trinca ou zona termicamente afetada, causadas pelo torte, sejam re movidas por meios me&icos. A secao transversal cortada da solda deve ser polida corn abrasivo fino ou lima e atacada corn reagente adequado. A inspecao deve ser feita numa aplicaG;o de cinco vezes. /FIGURA 18 e 19 30 NBR 10680/1989 e (mm) L b-4 e S 1,s 15 e > 1,5 20 FIGURA 18 - Corposdeprova para ensaio metalogrsfico em solda em Bngulo de chapas FIGURA 19 - Corposde-prova para ensaio metalogrsfico em solda em hgulo de tubos NW7 10680/1989 31 6 INSPECAO 6.1 Critbios de aceita&io 6.1.1 Inspe&Yo mh&? OS criterios de aceitasao estao especificados nas Tabelas 13 e lb. Tip0 de Sol da De top0 Em Ggulo TABE LA 13 - CritMo de acekq%o pat-a inswo visual Descontinuidades nao aceitaveis Trincas, falta de penetraG:o, falta de material de enchimento, protu be&cia al6m do normal - Reba ixos (A) O,OSe ou O,8 mm Desvio da junta (A) (B) 0,le ou 3,0 mm -- ~~~ ReforCo na ra iz ou face Ver Tabela 14 Evidkcia de f-usao do metal-base na superficie oposta 5 solda, trin cas, protubersncia alem do normal Rebaixos Base da solda (A) (A) Cc) 0,le ou 13 mm pa ra e > 1,s Xn < e para eI25mm Xn > 3e ou e + 6 mm para e 2 25 mm ou 25mms Xn s 38 mm Relasao entre amaiore me Convex i dade Concav i dade nor base da solda (cl Xl x2 ' 1,s Xl + x2 > o , 2 9 We (A) Escol her o menor. (8) Para metal-base corn e < 1,s mm 6 permitido urn desvio de OJ5e. (C) Para juntas corn elementos de espessuras diferentes “e” 6 a espessura do mem - bro mais fino. Nota: Xn = Xl ou x2- sao base (pernas) da solda. /TABELA 14 23 NBR 10680/1989 TABELA 14 - Reforqto admitido em solda Reforcos ace i t&e i s (A) Espessura do metal -base II II e -I Face Ra i z Grupo do Qualquer local metal -base (A) Qualquer local (A) Grupo do metal -base IV -~- -7 - - e + 0,8 mm ou I ,8 mm Todos e + 0,s mm ou 1,3 mm *. = :,5 Ia, lb, Ila, I lb, t I la, I I lb, eV e + 0,s mm ou 1,3 mm 1’5 e ou 6 mm IV Ia, lb, Ha, Ilb, Illa, Illb, eV O,8e ou 6 mm O,8e ou 6 mm Todos (A) Escolher o menor. 6.1.2 hsp&io radiogrifica OS criterios de aceitasso estso especificados nas Tabelas 15 e 16. Em camp 1 emen tacso a estas Tabelas, tambern sao motivos de rejeicao. a) qualquer tipo de trinca; b) falta de penetraGao. TABELA 15 - IndicaqGes lineares aceitiveis IndicaS;jes lineares Comprimento da indicacao (A) Para metal -base corn Para metal-base corn e I 1,s mm e > 1,s mm Comprimento de qualquer i nd i caC:o e ou 10 mm (B) 2e Comprimento acumulado em 25 mm de solda I 2e e ou 10 mm (8) Comprimento media e I We ou 5 mm (B) (A) Para juntas corn elementos de espessuras diferentes, “eJt e a espessura membro ma is espesso. (B) Escolher o maior. do NW 10690/1999 33 TABELA 16 - Porosidades aceitiveis Poros idade Qua 1 quer poro Poros de dismetro d = OJe Poros de dismetro d = 0,2e ou 3 mm (D) Area total da poros idade Area de porosidade agrupa das em 13 mm de solda T Area de uma porosidade al inhada (E) ’ (A) Para juntas corn elementos mento mais espesso. Tamanho, &ea ou total de poros Meta 1 -base corn e I 1,6 mn (A) (B) O&e 8 poros WA 0,le mm2 0,04e mm2 0,02e mm2 de espessuras diferentes, (6) Valores aplickeis para urn comprimento do cordso de solda de 100 mm. No case c de tubos OS valores devem ser ajustados de acordo corn o perlmetro. (C) Valores aplicaveis para urn comprimento do cordso de solda de 150 mm. No case Metal-base corn e 2 1,s mm (A) <C> 0,4e ou 5 mm (D) N/A 12 poros 0,le mm2 0,025e mm2 0,015e mm2 “e” 6 a espessura do ele de tubos OS valores devem ser ajustados de acordo corn o perimetro (c i rcunfe rkcia do tubo). (E) Porosidade alinhada 6 definida coma urn grupo corn mais de tres poros, em linha reta. Notas: a) Descontinuidade linear 6 considerada toda falha cuja a sua maior dimen siio seja, no minimo, tres vezes a menor. b) Descontinuidades nso 1 ineares devem ser aval iadas coma urn c?rculo m6dio estimado. Este circulo deve ser considerado para o criteria de ace i ta &iO. c) Inclus6es de tungstkio devem ser consideradas coma porosidade. d) lndica&s de descontinuidades menores que 0,OS mm para espessura do metal-base e s 1,s mm e indicaCGes menores que 0,15 mm ou 0,02e, esco - lher a maior; para e > 1,s mm rkio devem ser consideradas. 6.1.3 Ensaio de dobramento OS criterios de aceitacao estao especificados em 6.1.3.1 e 6.1.3.2. 6.1.3.1 So2da de topo OS corpos-de-prova ensaiados nao devem apresentar descontinuidades maiores que a espessura “e” ou 3 mm, escolher a menor, sobre a superf icie convexa. Trincas ocor - ridas nas bordas nao devem set- consideradas, a menos que sejam evidentes que fo ram resultantes de descontinuidades da solda. 6.1.3.2 So2da em 6nguZo OS corpos-de-prova ensaiados nao devem mostrar fal ta de fusao na raiz da solda. 0 f ilete do lado esquerdo da Figura 20 i lustra esta condicao antes do dobramento. FIGURA 20 - Fatta de fusa”o 6.1.4 intwpreta~cio das descontinuidades 6.1.4.1 Descontinuidade linear e considerada toda indicacao cuja sua maior dimen ~50 seja, no min 6.1.4.2 Descant estimado. Este c I 6.1.4.3 lncl 6.1.4.4 indi tal-base e 2 para e > 1,s USG mo, 0-G vezes a menor. nuidades nao lineares devem ser avaliadas coma urn c;rculo media rculo deve ser considerado para o criteria de aceitacso. s de tungstenio devem ser cons cacGes de descontinuidades menores 1,s mm e indicaC6es menores que 0, mm nao devem set- consideradas. 1 deradas corm porosidades. que 0,OS mm, para espessura de me 5 mm ou O,OZe, escolher a maior; 6. I. 5 Descontinuidades mio ace-itakis 6.1.5.1 Geral: a) trincas que interceptam a face da solda; b) trincas na raiz da solda que excedem 0,2 vezes o tamanho da garganta ou 3 mm; escolher a maior; c) fusao incompleta; d) protuberancia alem do normal; e) rebaixo na secao transversal que exceda 0,le ou 1,s mm; escolher 0 maior; f) pernas da solda menor que “e” para e 6 25 mm e menor que 25 mm pa ra e a) 25 mm. Para elementos de espessuras diferentes, “e” e a espessura do mais fino; g) razao entre a maior e menor perna igual ou menor que 1,s; h) media aritmetica daspernas, em soldas convexas, igual ou menor que w; i) concavidade igual ou menor que 0,Se em qualquer sesao transversal da solda. Para elementos de espessuras diferentes, “e” e a espessura do mais fino; j) descontinuidade linear maior que OJ vezes o tamanho da raiz ou 3 mm; escolher a maior; k) irea total de porosidade maior que 0,OS vezes a area da solda. 6.1.5.2 Espessura do metal-base e d 1,s mm: a) extensso do metal de adicao, na superfrcie oposta a solda, maior que “e” em qualquer seca”o transversal; b) comprimento da perna da solda maior que 6e ou (e + 4,s mm), escolher a maior. Para elementos corn espessuras diferentes, “e” e a espessura do rnais fino; c) fuss0 incompleta em qualquer perna da solda, conforme Figura 20, corn d imensao “b” maior que 0,3 vezes o tamanho real da garganta; d) tamanho do poro individual maior que O,be. Para elementos de espessura diferente, “e” e a espessura do mais fino. 6.1.5.3 Espessura do metal-base e > 1,s mm: a) fusao do metal-base na superf;cie oposta 5 solda; b) comprimento da perna da solda maior que 3e ou 6,O mm: escolher a ma - ior. Para elementos de espessuras diferentes, “e” 6 a espessura do mais fino; 38 NBR 10680/1989 c) falta de fusao; d) tamanho do poro individual maior que 0,4e ou 4,s mm; escolher o menor. Para membros corn espessuras diferentes, “e” 6 a espessura do mais fi no. licenca: Cópia não autorizada