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Filme Amistad

Resumo do filme Amistad: narra a revolta de 1839 no navio negreiro La Amistad, a captura nos EUA e a batalha judicial envolvendo Theodore Joadson, Roger Baldwin e John Quincy Adams, o debate sobre se os africanos eram mercadoria e sua libertação e retorno à África.

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RESUMO DO FILME AMISTAD
A história é ocorrida no ano de 1839 a bordo do navio negreiro espanhol La Amistad, que transportou 53 negros para serem escravizados em Cuba, alguns morreram no percurso por estarem doentes e outros foram assassinados de forma brutal, sendo amarrados uns aos outros em correntes e jogados ao mar com pedras para serem afogados. Ainda no navio os negros rebelam-se matando a tripulação e obrigando à dois integrantes do comércio escravo, à levá-los de volta até o continente africano. Mais foram enganados e acabaram por ancorar nos Estados Unidos, sendo presos e acusados de assinato, em seguida sendo disputado a posse deste povo remanescente do navio La Amistad, pela rainha da Espanha e oficiais norte-americanos que interceptaram o barco.No meio de tanto conflito, surge defensores para este grupo de africanos, Theodore Joadson um negro livre e Roger Baldwin um jovem advogado. 
Que apesar das divergências culturais, tenta estabelecer uma relação de diálogo entre eles e Cinque.
Apesar do obstáculo do idioma e o constante desagrado dos conservadores, os negros são levado a julgamento. Causando uma grande repercussão política que preocupa o presidente Martin Van Buren que deseja ser reeleito, concordando com o aprissionamento dos negros e a sua venda como mercadorias. Os jornais menciona duas edições relatando os fatos intitulada de “O massacre no mar” e “Luta pela liberdade no mar”.
Um dos grandes questionamentos do filme é se os negros são mercadorias, então eles não podem ser condenados por assassinato, continuando o impasse a quem pertencia estas mercadorias?
Os Estados Unidos e a Espanha, mostra a grande preocupação com a diminuição do seu poder econômico com a libertação destes escravos.
No primeiro julgamento o advogado Baldwin questionou a escravidão e conseguiu comprovar por meio do inventário do navio que os negros não foram comprados em Cuba, mas capturados na àfrica e sendo contrabandeados.
Com a primeira vitória conquistada por Roger Baldwin, os negros não foram condenados por assassinato, nem extraditados para a Espanha. Conseguiram a sua tão sonhada libertação e seriam enviados de volta à África pelos navios americanos. Outro fato marcante foi quando os oficiais foram presos por fraude.
O presidente questionou a decisão do tribunal de libertação e levou a caso até a Suprema corte. O que fez com que Theodore Joadson e Roger Baldwin, fossem procurar novamente o ex-presidente John Quincy Adams, um abolicionista não-assumido, a sair da sua aposentadoria e lutar à favor dos africanos, o qual já tinha rejeitado a sua ajuda durante o início do caso.
A defensa elaborada por Adams, foi baseada na constituição do país, utilizando também conhecimentos de Cinque, o qual mencionava que sempre pedia ajuda aos seus antepassados 
para lhe dar forças.
Adams rasgou a constituição perante o tribunal e enfatizou que os negros não eram mercadorias, portanto não pertenciam a Cuba, nem a Espanha e sim ao seu país de origem de onde foram sequestrados. Após o vibrante discurso de Quincy Adams, todos
os negros foram libertados e enviados de volta para o continente africano.

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