Prévia do material em texto
1 NOMENCLATURA BOTÂNICA 1) NOMES CIENTÍFICOS X NOMES COMUNS Para designar as espécies, existem dois tipos de nomenclatura: a vernacular e a científica. A primeira trata dos nomes que a população atribui às plantas, os quais variam bastante de uma região para a outra e, em muitos casos, dentro de uma mesma região, dependendo de quem a utiliza. A nomenclatura científica, por outro lado, é universal e única. Isto é, o nome de uma espécie não sofre variação e não pode ser utilizado para outras espécies. Seu uso obedece a regras rígidas contidas no Código Internacional de Nomenclatura Botânica, oferecendo segurança para os usuários. Por essa razão, a nomenclatura científica permite o diálogo sobre determinada espécie entre pessoas de diferentes países e regiões e promove o acesso às informações sobre a mesma. Pesquisas em acervos bibliográficos e de herbários e levantamentos em madeireiras, indicam o uso de muitos nomes vulgares para uma mesma espécie e diferentes espécies botânicas sendo chamadas pelo mesmo nome vulgar. No comércio de madeiras, os nomes populares são atribuídos às espécies através de características como cor, cheiro, forma e densidade, levando os compradores e comerciantes ao agrupamento de espécies, aumentando assim a pluralidade de noves vulgares utilizados. O conhecimento da identidade correta de uma planta viabiliza o acesso à informação sobre aquela espécie, por exemplo, sobre suas propriedades e usos. A identificação errada inviabiliza este acesso ou, ainda pior, resulta em informação errada. Na Amazonia, por exemplo, o nome “Angelim” é atribuído a várias espécies de Leguminosas, principalmente dos gêneros Andira, Dinizia, Hymenolobium, Vatairea e Vataireopsis. Existem, no entanto, outros gêneros que também recebem o mesmo nome de “Angelim”, até mesmo de diferentes famílias botânicas (Ferreira & Hopkins, 2004) 2 Por que os botânicos usam os nomes científicos em latim, em lugar dos nomes comuns (vernaculares) em sua língua??? Por que os nomes comuns apresentam uma série de problemas entre os quais: 1) os nomes comuns (vernaculares), não são universais e podem aplicar-se somente em uma língua 2) os nomes comuns usualmente não proporcionam informações que indique as relações de gênero e família 3) se uma planta é muito conhecida, pode ter uma dezena ou mais de nomes comuns 4) em ocasiões duas ou mais plantas podem ter o mesmo nome comum (exs.: cidreira, jurema, entre outras) 5) muitas espécies, em particular as que são raras, não tem nomes comuns. Desse modo um sistema de classificação é necessário porque permite a identificação das plantas e dos animais e a comunicação científica com outros estudiosos. Na realidade, o nome de uma planta é a chave que abre a porta à totalidade de sua biologia. A Botânica Sistemática não tem significado unicamente para os cientistas. Pode ser utilizada por outras pessoas interessadas na História Natural das plantas e que tenham interesses ou treinamentos diversos. 2) COMPOSIÇÃO DO NOME CIENTÍFICO O nome do gênero e o epíteto específico formam juntos o binômio que se conhece como “nome da espécie”. O termo “nome da espécie” com freqüência se usa erroneamente para referir-se somente ao epíteto específico, pelo fato do nome da espécie constar tanto do nome genérico como do epíteto específico (gênero + espécie). Ao nome científico deve seguir o terceiro elemento, ou seja, o nome da pessoa ou das pessoas que descreveram formalmente a planta. 3 Exemplos: Phaseolus vulgaris L. (feijão); Syzygium aromaticum Merr. & L. M. Perry (cravo-da-índia) Onde: Phaseolus e Syzygium são os nomes dos gêneros, vulgaris e aromaticum os nomes das espécies e L. e Merr. & L. M. Perry são, respectivamente, os autores das descrições. O nome científico não apenas fornece uma “carteira de identidade” universal para um organismo, mas também fornece pistas acerca das relações de um organismo com outro. Para garantir uma certa estabilidade e universalidade aos nomes dados aos diferentes táxons, esses não devem ser dados arbitrariamente, mas sim de acordo com as normas de nomenclatura, que constituem o Código Internacional de Nomenclatura Botânica. 3) CÓDIGO INTERNACIONAL DE NOMENCLATURA BOTÂNICA O Código está organizado segundo princípios, regras e recomendações, sendo atualizado a cada 4 anos, durante os Congressos Internacionais de Botânica. Os códigos podem sofrer modificações, sempre que aprovadas numa Sessão de Nomenclatura, durante um Congresso Internacional de Botânica. Desta forma, após a realização de um Congresso Internacional de Botânica o Código é re-editado com as mudanças propostas. O Código é constituído de: Divisões, Princípios, Seções, Capítulos, Artigos, Apêndices, Exemplos, Regras e Recomendações. Os Artigos são obrigatórios e as Recomendações não. De acordo com o Código Internacional, a Botânica necessita de um sistema preciso e simples de nomenclatura para ser usado pelos botânicos em todos os países, que lide por um lado com os termos que denotam nível dos grupos ou unidades taxonômicas e por outro com os nomes científicos aplicados aos grupos taxonômicos individuais de plantas. 4 4) PRINCÍPIOS DO CÓDIGO INTERNACIONAL Os princípios formam a base e estabelecem a filosofia do sistema nomenclatural. DIVISÃO I Existem 6 princípios: 1.A nomenclatura Botânica é independente da nomenclatura Zoológica e da Bacteriológica O Código se refere unicamente à nomenclatura das plantas. Entretanto, o mesmo nome que se dá a uma planta pode usa-lo os zoólogos para nomear os animais. 2.A aplicação de nomes dos grupos é determinada por meio de tipos nomenclaturais O princípio do ”tipo” sustenta que o nome de cada sp. deve associar-se com um espécimen particular, o tipo nomenclatural. 3.A Nomenclatura de um grupo taxonômico está baseada na prioridade de publicação Este princípio tão importante, sustenta que o nome correto é o nome mais antigo já publicado de acordo com as regras. Os nomes que se publicam primeiro têm preferência sobre os nomes ‘a posteriori’. O Princípio da Prioridade na nomenclatura botânica começa e 1º de maio de 1753 que é exatamente a data da publicação da primeira edição de Species Plantarum de Linneo. 4.Cada táxon tem apenas um nome válido; Cada grupo taxonômico com uma delimitação particular (circunscrição), posição e nível próprios pode ter apenas um nome correto, a saber, o mais antigo em conformidade com as Regras, salvo em casos especificados. 5.Nomes científicos de grupos taxonômicos são tratados em latim, independentemente de sua derivação 5 6.As regras de nomenclatura são retroativas, a menos que expressamente limitadas (ou seja, salvo a existência de uma indicação contrária). As regras são organizadas em artigos, os quais visam por em ordem os nomes já existentes e orientar a criação de novos nomes. As recomendações tratam de pontos secundários e indicam a melhor forma de escolha de um nome. DIVISÃO II REGRAS E RECOMENDAÇÕES CAPÍTULO I. Categorias dos Taxa e termos que os designam Art. 1. Grupos taxonômicos de qualquer nível/categoria (reino, divisão ou filo, classe, ordem, família, gênero e espécie) deverão, conforme este Código, ser referidos no plural: “táxons” (taxa); singular: “táxon” (taxon). Art. 2. Cada planta individual, ou seja, cada indivíduo vegetal, é tratada como pertencente a um número indefinido de táxons de categorias (níveis) hierarquicamente subordinadas, dentre as quais o nível de espécie constitui o nível básico. Art. 3. Os principais níveis (categorias) de táxons em ordem descendente são os seguintes: reino (regnum), divisão ou filo (divisio, phylum), classe (classis), ordem (ordo), família (familia), gênero (genus)e espécie (species). Assim sendo, cada espécie pertence a um gênero, cada gênero a uma família etc. Os principais níveis de nototáxons (táxons híbridos) são notogênero e notoespécies. Estes níveis são o mesmo que gênero e espécie. A adição da partícula “noto” indica seu caráter híbrido. Art. 4.1. Os níveis secundários de táxons são os seguintes em ordem descendente: tribo (tribus) entre família e gênero, seção (sectio) e série (series) entre gênero e espécie, e variedade (varietas) e forma (forma) abaixo de espécie. 6 Art. 4.2. Se houver necessidade de um maior número de níveis (categorias) de táxons, os termos para nomeá-los são criados pela adição do prefixo “sub“ aos termos que denotem os níveis hierárquicos principais ou secundários. Uma planta pode, portanto, ser assim assinalada para os táxons das seguintes categorias (em ordem decrescente): Reino, Subreino, Filo ou Divisão (Subfilo ou Subdivisão), Classe, Subclasse, Ordem, Subordem, Família, Subfamília, Tribo, Subtribo, Gênero, Subgênero, Seção, Subseção, Série, Subsérie, Espécie, Subespécie, Variedade, Subvariedade, Forma, Subforma. O Gênero é uma categoria cujos componentes – as espécies – tem mais caracteres em comum do que com as espécies de outros gêneros da mesma família. Uma deficiência inerente a este conceito é que, ao delimitar gêneros, não é possível considerar os caracteres escolhidos como tendo igual valor em todos os gêneros da mesma família. A Espécie é o conjunto de indivíduos que por todos os seus caracteres, considerados essenciais pelo observador, concordem entre si e com os seus descendentes. Conceito estudado até hoje de espécie resume que é um conjunto de indivíduos capazes de intercruzarem livremente, produzindo indivíduos-filhos, férteis, semelhantes entre si e seus ancestrais e que ocupam uma área geográfica comum. CAPÍTULO II. Status, Tipificação e Prioridade de Nomes (Nomes dos Taxa) Seção 2. Tipificação Art. 7.1. A aplicação de nomes de táxons do nível (categoria) de família, ou abaixo desta, é determinada através de tipos nomenclaturais. Art. 7.2. Um tipo nomenclatural (typus) é o elemento ao qual o nome de um taxon está permanentemente ligado, seja como o nome correto ou como um sinônimo. O tipo nomenclatural não é, necessariamente, o elemento mais típico ou mais representativo de um táxon. Para determinação de um tipo o botânico deve se basear no protólogo. 7 Protólogo (do grego protos, primeiro; logos, discurso): tudo associado com o nome em sua publicação válida, por ex., descrição ou diagnose, ilustrações, referências, sinonímia, dados geográficos, citação de espécimes, discussão e comentários. Recomendação 7A. É fortemente recomendado, que o material no qual o nome de um táxon está baseado, especialmente o Holótipo, seja depositado em um herbário público ou a qualquer outra coleção pública, cujo regulamento permita livre acesso dos botânicos de boa fé aos materiais ali depositados e que o mesmo seja escrupulosamente conservado. Art. 8.1. O tipo (holótipo, lectótipo ou neótipo) do nome de uma espécie ou táxon infra-específico é um único espécime conservado em um herbário, outra coleção ou instituição, ou é uma ilustração. Art. 8.2. Para fins de tipificação, um espécime é uma coleta ou parte de uma espécie ou táxon infra-específico feita num único momento, não consideradas as misturas. Ele pode consistir de uma única planta inteira, de partes de uma ou várias plantas ou de múltiplas pequenas plantas. Um espécime normalmente é montado numa única exsicata de herbário ou em preparações equivalentes, tais como: caixa, envelope, frasco ou lâmina de microscopia. Art. 8.4. Espécimes-tipo de nomes de táxons devem ser permanentemente preservados e não podem ser plantas vivas ou culturas. Entretanto, culturas de algas e fungos, se preservadas em estado metabólico inativo (por ex.: liofilização ou congelamento profundo), são aceitáveis como tipos. Definições de Tipos (mais informações no Código, Artigos 9.1 a 10.7) Chama-se typus o espécime conservado num herbário, do qual se fez uma diagnose original. O typus compreende: Holótipo Holotypus o tipo escolhido pelo autor como modelo e designado por ele, na descrição original Isótipo Isotypus Duplicata(s) do Holotypus Lectótipo Lectotypus É um espécime ou ilustração designado(a) a partir do 8 material original como tipo nomenclatural, se não houve designação de Holótipo na época da publicação ou se o Holótipo está desaparecido Parátipo Paratypus quaisquer exemplares (coletas) citados no protólogo, que não seja o Holótipo, nem um Isótipo, que tenham sido estudados simultâneamente pelo autor, mas de outras coletas com numerações e coletores diferentes. Neótipo Neotypus um espécime ou ilustração selecionado para servir como tipo nomenclatural, quando todo o material original sobre o qual o nome do táxon foi baseado se encontra desaparecido Síntipo Syntipus qualquer espécime citado pelo autor no protólogo quando não há Holótipo, ou seja, quando nenhum foi designado ou especificado como Holotypus ou quando dois ou mais espécimes forem designados, indistintamente, como tipos. As duplicatas dos Syntipus denominam-se Isosyntipus. Fotótipo Fototypus foto do Typus. Capítulo III Nomenclatura de táxons de acordo com seus níveis (Art. 16–28) Art. 18.5. Os seguintes nomes, consagrados pelo longo uso, são tratados como validamente publicados: Nome Consagrado Nome Atual Nome Consagrado Nome Atual Compositae Cruciferae Gramineae Guttiferae Labiatae Asteraceae (tipo: Aster L.) Brassicaceae (tipo: Brassica L.) Poaceae (tipo: Poa L.) Clusiaceae (tipo: Clusia L.) Lamiaceae (tipo: Lamium L.) Palmae Leguminosae Papilionaceae Umbelliferae Arecaceae (tipo: Areca L.) Fabaceae (tipo: Faba Mill.. = Vicia L.) Fabaceae (tipo: Faba Mill.) Apiaceae (tipo: Apium L.) 9 Art. 20.3. O nome de um gênero não pode consistir de duas palavras, a menos que estas palavras sejam unidas por um hífen. Recomendação 20a. Os botânicos que designam nomes genéricos devem levar em conta as seguintes recomendações: a. utilizar terminações em latim, sempre que possível b. evitar nomes não facilmente adaptáveis à língua latina c. não constituir nomes que sejam muito longos ou de difícil pronúncia em latim d. não constituir nomes pela combinação de palavras de diferentes línguas e. não constituir nomes genéricos pela combinação de partes de 2 nomes genéricos já existentes (ex.: Hordelymus de Hordeum e Elymus) porque tais nomes podem ser confundidos com nomes de híbridos intergenéricos f. não dedicar gêneros a pessoas não relacionadas com a botânica ou, pelo menos, com as ciências naturais Seção 4. Nome de espécies Art. 23.1. O nome de uma sp. é uma combinação binária constituída do nome do gênero seguido por um único epíteto específico. Se um epíteto consiste de duas ou mais palavras, estas devem ser combinadas, formando uma só ou ligadas por um hífen. Art. 23.2 O epíteto no nome de uma sp. pode ter qualquer origem e pode, inclusive, ser composto arbitrariamente. Recomendação 23A. Para formar epítetos específicos, os botânicos deverão levar em conta as seguintes considerações; a. utilizar terminações latinas, sempre que possível b. evitar epítetos que sejam muito longos e de difícil pronúncia em latim c. não constituir nomes pela combinação de palavras de diferentes línguas d. evitar aqueles formados de duas ou mais palavras hifenizadas e. evitar, no mesmo gênero, os epítetos que sejam muito semelhantes entre si, especialmente aqueles que diferem somente em suas últimas letras ou no arranjo de duas letras 10 f. evitar o uso de nomes de localidades pouco conhecidas ou muito pequenas, amenos que a espécie seja demasiadamente local. CAPÍTULO IV. Publicação efetiva e válida Seção 1. Condições e datas de publicação efetiva Art. 29. A publicação é efetiva, segundo o Código, somente pela distribuição de matéria impressa (através de venda, permuta ou doação) ao público em geral ou, pelo menos, às instituições botânicas com bibliotecas acessíveis aos botânicos em geral. Não é efetiva pela comunicação de nomes novos em reuniões públicas, pela colocação de nomes em coleções ou jardins abertos ao público, pela produção de microfilme feito a partir de manuscritos, textos datilografados ou outro material não publicado, pela publicação online ou pela disseminação de material distribuído por via eletrônica. Art. 31.1. A data de publicação efetiva é a data na qual a matéria impressa tornou- se disponível conforme definido no Art. 29. Na ausência de prova estabelecendo alguma outra data, a data que aparece na matéria impressa deve ser aceita como correta. Seção 3. Citação de autores Art. 46.1. Em publicações, técnicas ou científicas, mormente aquela que se referem à taxonomia e nomenclatura, é desejável citar o(s) autor(es) do nome em questão Exemplos: Rosaceae Juss.; Rosa L.; Rosa gallica L.; Rosa gallica var. eryostila R. Keller). Art. 49.1. Quando um gênero ou um táxon de categoria inferior muda de categoria (ou seja, tem seu nível alterado), mas conserva seu nome ou o epíteto final em seu nome, o autor do nome do epíteto anterior legítimo deve ser citado entre parênteses, seguido pelo nome do autor que efetuou a alteração (o autor do nome novo). Exemplos: Medicago polymorpha var. orbicularis L., quando elevada ao nível de espécie tornou-se (ou deve ser citada como) Medicago orbicularis (L.) Bartal. 11 Cheirantus tristis L. transferida para o gênero Matthiola torna-se M. tristis (L.) R.Br. DIVISÃO III PROVISÕES PARA GOVERNANÇA DO CÓDIGO O Código pode ser modificado unicamente por ação de uma sessão plenária de um Congresso Internacional de Botânica, após resolução movida pela Sessão de Nomenclatura do referido Congresso. Comissões Permanentes de Nomenclatura são estabelecidos sob os auspícios da International Association for Plant Taxonomy. Os membros dessas Comissões são eleitos por um Congresso Internacional de Botânica. As Comissões têm poder de estabelecer subcomissões (Comitê Geral, além dos Comitês para Plantas Vasculares, para Bryophitas, para Fungos, para Algas, para Plantas Fósseis e o Comitê Editorial). APÊNDICE I NOMES DE HÍBRIDOS 1. A hibridação é indicada pelo uso do sinal de multiplicação ( x ) ou pela adição do prefixo ‘notho’ ao termo indicando o nível do táxon; a expressão total é, então, chamada uma fórmula híbrida. Exemplos: Agrotis L. x Polypogon Desf.; Salix aurita L. x S. caprea L.; Mentha aquatica L. x M. arvensis L. 12 OBSERVAÇÃO Sinonímia ocorre quando um mesmo e único táxon tenha recebido duas denominações distintas, propostas por dois pesquisadores diferentes, a segunda denominação perde sua validade devido a "Lei da Prioridade", permanecendo válida a primeira (desde que, tenha sido publicado após o ano de 1758 e que tenha seguido as leis da taxonomia), sendo a segunda, então, citada como uma sinônimo do táxon válido. BIBLIOGRAFIA UTILIZADA BARROSO, Graziela M. et al. 2002. Sistemática de Angiospermas do Brasil. Vol. Vol. 1. (2ª ed.). Editora UFV, Viçosa, Brasil. FERREIRA, Gracialda C. & HOPKINS, Michael J. G. 2004. Manual de identificação botânica e anatômica - angelim. EMBRAPA, Belém (PA). 101p. JONES Jr., Samuel B. 1988. Sistemática Vegetal. 2ª ed. Libros McGraw-Hill de México S. A. MARZOCA, Angel. 1985. Nociones Básicas de Taxonomía Vegetal. Editorial IICA, Costa Rica. McNEILL, J. (Coord.) et al. 2007. Código Internacional de Nomenclatura Botânica (Código de Viena). Rima Editora, São Carlos, SP. 181p. RAVEN, Peter et al. 2001. Biologia Vegetal. Ed. Guanabara Koogan, RJ, Brasil. Pp. 252- 262 (Cap. 13 – Sistemática: a ciência da diversidade biológica). VIDAL, Waldomiro Nunes & VIDAL, Maria R. Rodrigues. 2000. Taxonomia Vegetal. Editora UFV, Viçosa, Brasil.