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Trabalho acadêmico que analisa um caso clínico da psicóloga Selma e possíveis infrações ao Código de Ética. Inclui contextualização da Psicologia Comunitária, descrição do deslocamento de pacientes da ONG para a clínica particular e uso de hipnose no caso de Filomena.

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8
UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI
Flavia Pellicce Camargo Preto – RA: 21427402 
Gabriele Lauton da Costa – RA: 21375070 
Giovanna Barbosa de Souza – RA: 21424194 
Rebeca Vitoria de Toledo Silva – RA: 21462730 
 
 
 
 
 
 
ANÁLISE DE CASO BASEADO NO CÓDIGO DE ÉTICA
 
 
 
 
 
São Paulo 2020
Flavia Pellicce Camargo Preto – RA: 21427402 
Gabriele Lauton da Costa – RA: 21375070 
Giovanna Barbosa de Souza – RA: 21424194 
Rebeca Vitoria de Toledo Silva – RA: 21462730 
 
 
 
 
 
 
 
ANÁLISE DE CASO DA PSICÓLOGA SELMA E SUAS INFRAÇÕES NO CÓDIGO DE ÉTICA
 
 
 
 
 
 
Trabalho “APS” de Estudo de Caso do Curso de Psicologia apresentado à Universidade Anhembi Morumbi como requisito para formação dos estudos aplicados na disciplina
 Orientador: Paulo Eduardo da Silva
 
 
 
 
 São Paulo 2020
SUMÁRIO
 
 
1. INTRODUÇÃO..................................................................................................4
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA PSICOLOGIA COMUNITÁRIA.............................4
3. CASO CLÍNICO................................................................................................4
4. INFRAÇÕES NO CÓDIGO DE ÉTICA...............................................................................................................5
5. ASSOCIAÇÃO ENTRE O CASO E AS INFRAÇÕES DO CÓDIGO DE ÉTICA...............................................................................................................6
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS.............................................................................7
7. REFERÊNCIAS................................................................................................7
1. INTRODUÇÃO
O presente trabalho, na sua essência e objetivo, tem como orientação acadêmica fazer uma análise de caso criado hipoteticamente sobre a psicóloga Selma e as possíveis fraudes cometidas por ela segundo o código de ética.
2. CONTEXTUALIZAÇÃO DA PSICOLOGIA COMUNITÁRIA
A Psicologia Comunitária, que teve a origem do seu termo em uma Conferência de Boston de 1995, teve para esse ramo da psicologia três prioridades definidas: intervir numa perspectiva de mudança, a nível da comunidade e da prevenção.
 Essa área visa o desenvolvimento da consciência dos habitantes como sujeitos históricos e comunitários, identificando os problemas sociais e direcionando-os para intervenções que facilitem o diálogo com a comunidade, promovendo assim mudanças no contexto diante das participações dos indivíduos, buscando assim uma melhoria da qualidade de vida. 
Também tem como propósito compreender e identificar as relações estabelecidas entre os integrantes dessa comunidade. Dessa maneira as intervenções dentro da psicologia comunitária possuem o objetivo de desenvolver uma atitude crítica e autônoma dos indivíduos focando na resolução dos problemas, na elaboração de projetos sociais e em uma melhor condução e postura diante dos conflitos do cotidiano. Tornando importante à existência de um diálogo em que os membros do grupo compartilhem suas experiências para que suas necessidades sejam ouvidas. 
Outro ponto importante é a que a Psicologia Comunitária faz uma crítica ao elitismo uma vez que, de certo modo, busque combater a desigualdade histórica socioestrutural trazendo propostas direcionadas aos setores desfavorecidos, excluídos e marginalizados.
3. CASO CLÍNICO
Selma, 48 anos, psicóloga clínica e comunitária. 
Realiza atendimento à uma ONG de reabilitação 2 vezes por semana. Porém, depois de três consultas grátis com seus pacientes nessa instituição, Selma sugere atendimento particular em sua clínica, garantindo um atendimento melhor e mais completo, cobrando um valor social. Sendo assim, alguns pacientes começaram a deixar o atendimento na ONG e passam a ser atendidos com Selma na clínica particular, acreditando estarem fazendo o melhor para si.
Dentre esses pacientes, tem-se o caso de Filomena que aos 5 anos de idade havia sido violentada pelo próprio padrasto que a pediu para não contar para ninguém sobre o ocorrido porque de acordo com ele, aquilo seria um segredo. Desde então, Filomena criou um trauma que a fez esquecer do episódio, mas esse trauma gerou na paciente transtornos como pânico, ansiedade e depressão que a fez atualmente aos 17 anos de idade buscar por ajuda na ONG, e logo depois começou a juntar o pouco dinheiro que tinha para conseguir resolver o seu problema que a atormentava na clínica de Selma, já que prometera grandes mudanças na vida daqueles que pagassem. 
Selma começou a tratar Filomena com uma prática denominada hipnose, que a ajudou lembrar do que tinha acontecido na sua infância, já que é fundamental descobrir a causa de tantos pensamentos negativos que afetam a vida pessoal com transtornos adquiridos com o tempo. A hipnose é autorizada como uso auxiliar no processo de terapia, mas após a paciente relembrar do seu passado, a psicóloga sugeriu utilizar outros métodos como acupuntura para acalmar os nervos que a traziam ansiedade e o uso de florais sob prescrição para acalmá-la quando tivesse crises de ansiedade e pânico, não tratando com terapia da ferida que anteriormente havia sido reaberta pela profissional.
4. INFRAÇÕES NO CÓDIGO DE ÉTICA
Selma infringe algumas regras impostas pelo código de ética, sendo elas:
Art. 2º – Ao psicólogo é vedado:
f) Prestar serviços ou vincular o título de psicólogo a serviços de atendimento psicológico cujos procedimentos, técnicas e meios não estejam regulamentados ou reconhecidos pela profissão;
i) Induzir qualquer pessoa ou organização a recorrer a seus serviços;
l) Desviar para serviço particular ou de outra instituição, visando benefício próprio, pessoas ou organizações atendidas por instituição com a qual mantenha qualquer tipo de vínculo profissional;
	Art. 4º Ao fixar a remuneração pelo seu trabalho, o psicólogo:
c) Assegurará a qualidade dos serviços oferecidos independentemente do valor acordado;
Art. 20 - O psicólogo, ao promover publicamente seus serviços, por quaisquer meios, individual ou coletivamente:
c) Divulgará somente qualificações, atividades e recursos relativos a técnicas e práticas que estejam reconhecidas ou regulamentadas pela profissão;
d) Não utilizará o preço do serviço como forma de propaganda;
e) Não fará previsão taxativa de resultados;
f) Não fará auto-promoção em detrimento de outros
profissionais;
g) Não proporá atividades que sejam atribuições privativas de outras categorias profissionais;
h) Não fará divulgação sensacionalista das atividades
profissionais
5. ASSOCIAÇÃO ENTRE O CASO E AS INFRAÇÕES DO CÓDIGO DE ÉTICA
Abaixo, serão ligadas as infrações cometidas no Código de Ética com as condutas da psicóloga Selma.
“Porém, depois de três consultas grátis com seus pacientes nessa instituição, Selma sugere atendimento particular em sua clínica, garantindo um atendimento melhor e mais completo, cobrando um valor social”.
Neste caso, ocorre a violação do Art. 2º, Art. 4º e do Art. 20, sendo eles:
Art. 2º – Ao psicólogo é vedado:
i) Induzir qualquer pessoa ou organização a recorrer a seus serviços; 
l) Desviar para serviço particular ou de outra instituição, visando benefício próprio, pessoas ou organizações atendidas por instituição com a qual mantenha qualquer tipo de vínculo profissional; 
	Art. 4º Ao fixar a remuneração pelo seu trabalho, o psicólogo:
c) Assegurará a qualidade dos serviços oferecidos independentemente do valor acordado;
Art. 20 - O psicólogo, ao promover publicamente seus serviços, por quaisquer meios, individual ou coletivamente:
d) Não utilizará o preço do serviço como forma de propaganda;
e) Não fará previsão taxativa de resultados;
f) Não fará auto-promoção em detrimento de outros
profissionais;
g) Não proporá atividades que sejam atribuições privativas de outras categorias profissionais;
	Em outra parte do texto, ocorre o seguinte:
“Mas após a paciente relembrar do seu passado, a psicóloga sugeriu utilizar outros métodos como acupuntura para acalmar os nervos que a traziam ansiedade e o uso de florais sob prescrição para acalmá-la quandotivesse crises de ansiedade e pânico, não tratando com terapia da ferida que anteriormente havia sido reaberta pela profissional”.
	Neste caso, também ocorre violação do Art. 2º e do 20, sendo eles:
	Art. 2º – Ao psicólogo é vedado:
f) Prestar serviços ou vincular o título de psicólogo a serviços de atendimento psicológico cujos procedimentos, técnicas e meios não estejam regulamentados ou reconhecidos pela profissão;
Art. 20 - O psicólogo, ao promover publicamente seus serviços, por quaisquer meios, individual ou coletivamente:
c) Divulgará somente qualificações, atividades e recursos relativos a técnicas e práticas que estejam reconhecidas ou regulamentadas pela profissão; 
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
Conclui-se que, Selma apesar de querer ajudar as ajudar as pessoas, comete muitos erros e isso acaba prejudicando seu trabalho e sua credibilidade
7. REFERÊNCIAS
Brasil. Código de Ética Profissional do Psicólogo, 2005.Brasília: Conselho Federal de Psicologia,2005
Freitas MFQ. Práxis e formação em Psicologia Social Comunitária: exigências e desafios ético-políticos. Estud. psicol. (Campinas) vol.32 no.3 Campinas Julho/Setembro. 2015: p521p532.Disponível em : https://www.scielo.br/pdf/estpsi/v32n3/0103-166X-estpsi32-03-00521.pdf 
Azevêdo AVS. A PSICOLOGIA SOCIAL, COMUNITÁRIA E SOCIAL COMUNITÁRIA: DEFINIÇÕES DOS OBJETOS DE ESTUDO. Psicologia &m foco, Aracaju, Faculdade Pio Décimo, v. 3, n. 3, jul./dez. 2009: p64-p72. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/301339349_A_Psicologia_social_com unitaria_e_social_comunitaria_definicoes_dos_objetos_de_estudo/link/57127e8 508ae39beb87a457d/download
Araújo RC. O PROCESSO DE INSERÇÃO EM PSICOLOGIA COMUNITÁRIA: ultrapassando o nível dos papéis. Revista de Psicologia, Fortaleza, V.13(1/2) V.14(1/2) jan/dez 1995/96: p89-p96 Disponível em: http://repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/11107/1/1995_art_rcaraujo.pdf

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