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Art. 40. O uso de luzes em veículo obedecerá às seguintes determinações: I - o condutor manterá
acesos os faróis do veículo, por meio da utilização da luz baixa: a) à noite; b) mesmo durante o
dia, em túneis e sob chuva, neblina ou cerração; II - nas vias não iluminadas o condutor deve usar
luz alta, exceto ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo; III - a troca de luz baixa e alta, de forma
intermitente e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, só poderá
ser utilizada para indicar a intenção de ultrapassar o veículo que segue à frente ou para indicar a
existência de risco à segurança para os veículos que circulam no sentido contrário; IV - (Revogado)
V - O condutor utilizará o pisca-alerta nas seguintes situações: a) em imobilizações ou situações de
emergência; b) quando a regulamentação da via assim o determinar; VI - durante a noite, em
circulação, o condutor manterá acesa a luz de placa; VII - o condutor manterá acesas, à noite, as
luzes de posição quando o veículo estiver parado para fins de embarque ou desembarque de
passageiros e carga ou descarga de mercadorias. § 1º Os veículos de transporte coletivo de
passageiros, quando circularem em faixas ou pistas a eles destinadas, e as motocicletas, motonetas e
ciclomotores deverão utilizar-se de farol de luz baixa durante o dia e à noite. § 2º Os veículos que
não dispuserem de luzes de rodagem diurna deverão manter acesos os faróis nas rodovias de pista
simples situadas fora dos perímetros urbanos, mesmo durante o dia 
Art. 44-A. É livre o movimento de conversão à direita diante de sinal vermelho do semáforo onde
houver sinalização indicativa que permita essa conversão, observados os arts. 44, 45 e 70 deste
Código. 
Art. 45. Mesmo que a indicação luminosa do semáforo lhe seja favorável, nenhum condutor pode
entrar em uma interseção se houver possibilidade de ser obrigado a imobilizar o veículo na área do
cruzamento, obstruindo ou impedindo a passagem do trânsito transversal. 
Art. 100. Nenhum veículo ou combinação de veículos poderá transitar com lotação de passageiros,
com peso bruto total, ou com peso bruto total combinado com peso por eixo, superior ao fixado
pelo fabricante, nem ultrapassar a capacidade máxima de tração da unidade tratora. 
Art. 101. Ao veículo ou à combinação de veículos utilizados no transporte de carga que não se
enquadre nos limites de peso e dimensões estabelecidos pelo Contran, poderá ser concedida, pela
autoridade com circunscrição sobre a via, autorização especial de trânsito, com prazo certo, válida
para cada viagem ou por período, atendidas as medidas de segurança consideradas necessárias,
conforme regulamentação do Contran. 
Art. 104. Os veículos em circulação terão suas condições de segurança, de controle de emissão de
gases poluentes e de ruído avaliadas mediante inspeção, que será obrigatória, na forma e
periodicidade estabelecidas pelo CONTRAN para os itens de segurança e pelo CONAMA para
emissão de gases poluentes e ruído. 
§ 6º Estarão isentos da inspeção de que trata o caput, durante 3 (três) anos a partir do primeiro
licenciamento, os veículos novos classificados na categoria particular, com capacidade para até 7
(sete) passageiros, desde que mantenham suas características originais de fábrica e não se envolvam
em acidente de trânsito com danos de média ou grande monta. (Incluído pela Lei nº 13.281, de
2016)
rt. 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre outros a serem estabelecidos pelo
CONTRAN:I -cinto de segurança, conforme regulamentação específica do CONTRAN, com
exceção dos veículos destinados ao transporte de passageiros em percursos em que
seja permitido viajar em pé; II -para os veículos de transporte e de condução escolar, os de
transporte de passageiros com mais de dez lugares e os de carga com peso bruto total
superior a quatro mil, quinhentos e trinta e seis quilogramas, equipamento registrador
instantâneo inalterável de velocidade e tempo;III -encosto de cabeça, para todos os tipos de
veículosautomotores, segundo normas estabelecidas pelo CONTRAN;IV -(VETADO)V -dispositivo
destinado ao controle de emissão de gases poluentes e de ruído, segundo normas
estabelecidas pelo CONTRAN.VI -para as bicicletas, a campainha, sinalização noturna
dianteira, traseira, lateral e nos pedais, e espelho retrovisor do lado esquerdo.VII -equipamento
suplementar de retenção -air bagfrontal para o condutor e o passageiro do banco dianteiro.(Incluído
pela Lei nº 11.910, de 2009)VIII -luzes de rodagem diurna.
Art. 145. Para habilitar-se nas categorias D e E ou para conduzir veículo de transporte
coletivo de passageiros, de escolares, de emergência ou de produto perigoso, o candidato
deverá preencher os seguintes requisitos:I -ser maior de vinte e um anos;II -estar habilitado:a) no
mínimo há dois anos na categoria B, ou no mínimo há um ano na categoria C, quando pretender
habilitar-se na categoria D; eb) no mínimo há um ano na categoria C, quando pretender habilitar-se
na categoria E;III -não ter cometido mais de uma infração gravíssima nos últimos 12 (doze)
meses;IV -ser aprovado em curso especializado e em curso de treinamento de prática
veicular em situação de risco, nos termos da normatização do CONTRAN.Parágrafo único.A
participação em curso especializado previsto no inciso IV independe da observância do disposto
no inciso III.(Incluído pela Lei nº 12.619, de 2012)
Art. 147. (VETADO)§ 1ºOs resultados dos exames e a identificação dos respectivos
examinadores serão registrados no RENACH.(Renumerado do parágrafo único, pela Lei nº
9.602, de 1998)§ 2º O exame de aptidão física e mental, a ser realizado no local de residência ou
domicílio do examinado, será preliminar e renovável com a seguinte periodicidade:I -a cada 10
(dez) anos, para condutores com idade inferior a 50 (cinquenta) anos;II -a cada 5 (cinco) anos,
para condutores com idade igual ou superior a 50 (cinquenta) anos e inferior a 70 (setenta)
anos;III -a cada 3 (três) anos, para condutores com idade igual ou superior a 70 (setenta)
anos. 
Art. 165-B. Conduzir veículo para o qual seja exigida habilitação nas categorias C, D ou
E sem realizar o exame toxicológico previsto no § 2º do art. 148-A deste Código, após 30
(trinta) dias do vencimento do prazo estabelecido:Infração - gravíssima;Penalidade -multa
(cinco vezes) e suspensão do direito de dirigir por 3 (três) meses, condicionado o
levantamento da suspensão à inclusão no Renach de resultado negativo em novo exame.
Parágrafo único. Incorre na mesma penalidade o condutor que exerce atividade remunerada ao
veículo e não comprova a realização de exame toxicológico periódico exigido pelo § 2º do art. 148-
A deste Código por ocasião da renovação do documento de habilitação nas categorias C, D ou E.
Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do
trânsito:I -quando se aproximar de passeatas, aglomerações, cortejos, préstitos e desfiles: Infração -
gravíssima; Penalidade - multa;