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5/19/2018 Apostila Siemens Pcs7 v8.0 - slidepdf.com
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  Process Control System
PCS 7 - V8.0 
Folha 1 / 93
SIMATIC PCS7
Treinamento
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  Process Control System
PCS 7 - V8.0 
Folha 2 / 93
1. Introdução ....................................................................................................................... 3 
2. Novo Projeto ................................................................................................................... 6 
2.1 Conceitos................................................................................................................... 6 
2.2 Passos para criar um novo projeto ............................................................................ 8 
2.3. Criar Projeto com o New Wizard Project ................................................................ 9
 
3. AS/OS ........................................................................................................................... 14 
3.1. Configuração AS (Hardware Config) .................................................................... 14 
3.2. I/Os e Symbol Table .............................................................................................. 16 
3.3. Interface (PG/ PC).................................................................................................. 18 
3.4. Station Configuration Editor .................................................................................. 19 
3.5. Configuração OS (Station Configuration) ............................................................. 20 
3.6. Plant View –  Níveis Hierárquicos .......................................................................... 22 
4. NetPro ........................................................................................................................... 24 
5. Programas em CFC ....................................................................................................... 28 
5.1. Blocos .................................................................................................................... 28 
5.2. CFC (Continuous Function Chart) ......................................................................... 28
 
5.3. Compile / Download .............................................................................................. 33 
5.4. Chart On-Line ........................................................................................................ 34 
5.5. Dinamic Display / Trend ........................................................................................ 35 
5.6. Blocos DI, AI, DO, AO ......................................................................................... 36 
5.7. Module Drivers ...................................................................................................... 38 
5.8. Mensagens.............................................................................................................. 39 
5.9. Run Time ............................................................................................................... 40 
5.10. Atributos FB’s e FC’s .......................................................................................... 41 
5.11. Referencia Cruzada .............................................................................................. 45 
5.12. Comunicação AS / AS ......................................................................................... 47 
6. SFC ............................................................................................................................... 50
 7. Criar Novos Blocos com SCL....................................................................................... 57
 
7.1 Declaração das variáveis ......................................................................................... 57 
8. OS (WinCC).................................................................................................................. 58 
8.1. Compilando OS ...................................................................................................... 61 
8.2 Criando Tags sem objetos no CFC ......................................................................... 65 
8.3. Configurando OS ................................................................................................... 67 
8.4. Block Icons ............................................................................................................ 71 
8.5. Faceplate ................................................................................................................ 72 
8.6. Graphics Designer .................................................................................................. 72 
8.6.1 Criar Nova Tela................................................................................................ 73 
8.7. Picture Tree Manager ............................................................................................. 75
 8.8. User Administrator................................................................................................. 76 
8.9. On-line trends......................................................................................................... 78 
8.10. Mensagens............................................................................................................ 82 
8.11. Archives ............................................................................................................... 85 
8.12. Relatório ............................................................................................................... 88 
8.12.1. Report Designer - Layout .............................................................................. 89 
8.12.2. Report Designer –  Print Jobs ....................................................................... 90
 
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  Process Control System
PCS 7 - V8.0 
Folha 3 / 93
1. Introdução 
O SIMATIC PCS7 é um software que integra todas as ferramentas para realizar
a automação de uma planta em uma única plataforma. Esta integração é feita
desde o MES até o processo de nível mais baixo.
Esta integração nos permite perceber as seguintes vantagens: facilidade para
otimização dos processos, redução dos recursos de engenharia e flexibilidade
para uma adaptação rápida.
O PCS7 promove a integração horizontal e vertical das plantas.
 A integração horizontal consiste em controlar todos os processos realizados
dentro da planta, desde a logística da entrada até a saída do produto pronto,
utilizando as mesmas ferramentas.
O PCS7 inclui as ferramentas para configurar: sistemas HMI e de automação do
processo, redes de comunicação, I/O distribuídas e ferramentas de engenharia.
De maneira totalmente integrada.
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  Process Control System
PCS 7 - V8.0 
Folha 4 / 93
 A integração vertical consiste em configurar desde o MES até o processo com o
nível mais baixo de processo.
O PCS7 também faz a integração das redes de processo, otimizando-as. Essa
otimização é baseada na tecnologia PROFIBUS.
O sistema PCS7 permite também soluções com redundância em qualquer nível.
Ele permite que até 32 estações de operação estejam acessando dados de um
mesmo servidor. Essa comunicação feita entre servidores, clientes e CLPs é
feita via Ethernet que pode ser de até 100Mbps. Geralmente, os sistemas são
interligados em anel.
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  Process Control System
PCS 7 - V8.0 
Folha 5 / 93
Para a rede de processo, costuma-se usar rede Profibus DP  que pode ser
redundanteou não, fail-safe ou não.
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  Process Control System
PCS 7 - V8.0 
Folha 6 / 93
2. Novo Projeto
2.1 Conceitos
O PCS7 proporciona que se trabalhe com várias equipes ao mesmo tempo no
mesmo projeto.
Isto é possível graças ao conceito de Multiproject , que reúne vários projetos
dentro de uma mesma planta.
O Mult iproject  é o nível mais alto dentro da estrutura do SIMATIC MANAGER e
abaixo deles vêm os Projects e as Master Data Libraries.
O Project  é onde efetivamente é desenvolvido o projeto. É dentro do Project  que
são colocadas as AS’s1 e OS2.
Quando há a necessidade de várias equipes trabalharem em um mesmo projeto,
cada equipe recebe seu Project  e desenvolve seu software nele, para que
depois, sejam integrados ao Multiproject , criando uma única planta.
Library  é onde se localiza a biblioteca do projeto, com os objetos utilizados no
desenvolvimento do software. A principal delas é a MASTER DATA LIBRARY .
Para criação de um projeto, recomenda-se utilizar uma biblioteca apenas, pois
assim evita-se que objetos diferentes possuam o mesmo nome.
1 AS: Automation Station (CLP)
2 OS: Operator Station 
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Folha 7 / 93
MULTIPROJECT
PROJECT
MASTER DATA LIBRARY
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Folha 8 / 93
2.2 Passos para criar um no vo p rojeto
Para criar um novo projeto é recomendado seguir os seguintes passos:
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Folha 9 / 93
Os passos designados neste fluxograma serão explicados detalhadamente
durante o treinamento.
2.3. Criar Projeto com o New Wizard Project
Para criarmos um novo projeto podemos utilizar o New Project Wizard . Este
assistente ajuda-nos a criar um novo projeto padrão, que pode ser editado
posteriormente.
Para isso, seguimos:
i) Selecionamos o menu File e o Wizard ;
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Folha 10 / 93
ii) Selecionamos o tipo de projeto que queremos. Usaremos um Multi-
Project .
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Folha 11 / 93
iii) Selecionamos uma CPU utilizada.
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iv) Selecionamos quantas áreas teremos, que tipo de objetos (CFC ou
SFC) e se teremos OS, e de que tipo será;
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Folha 13 / 93
v) Definimos o local onde ficará o projeto e clicar em MAKE ;
Depois desses passos, o projeto Standard está criado.
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Folha 14 / 93
3. AS/OS
 As configurações de AS estão no Comp onente view . Component View  é uma
das vistas do PCS7.
Dentro do Componente view , podemos observar os principais equipamentos que
são contemplados pela planta. Além disso, podemos ver também as bibliotecas
do projeto. Exemplo:
3.1. Conf ig ur ação AS (Hardware Conf ig )
 A configuração de AS serve para que o PLC identifique seu hardware e
configure suas placas para o seu correto funcionamento.
Para isso primeiro verificamos as placas do PLC e definimos seus endereços,
tanto de memória, quanto de rede.
Esta configuração se dá pela ferramenta HW CONFIG.
 Após entrarmos nela, verificamos ao lado esquerdo uma janela com os
componentes de Hardware. Então, basta selecioná-los, de acordo com os
modelos específicos do projeto e arrastá-los para a área principal. Com os
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Folha 15 / 93
componentes PROFIBUS, se dá da mesma maneira, de modo que eles fiquem
“pendurados” na rede a qual eles pertencem.
Os dispositivos também são parametrizados individualmente. No caso da CPU,
temos várias configurações possíveis, como o tempo de ciclo de cada OB 3, a
memória que cada uma pode ocupar, a prioridade que cada OB tem. No caso da
CP4, podemos configurar seu endereço ethernet, selecionar a qual rede ela
pertence, etc...
Exercício:
Montar no HW CONFIG a seguinte configuração e compilar:
3 OBs: Organization Blocks. Fazem a interface entre o sistema operacional do PLC e o programa do
usuário. Controlam a ordem de execução dos blocos, as interrupções cíclicas, gerenciamento de erros, etc.
4 CP: Communications Processor
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PCS 7 - V8.0 
Folha 16 / 93
3.2. I/Os e Sym bo l Table  
O PCS7 define endereços absolutos de entradas e saídas quando módulos são
inseridos no HW Config . Todo módulo tem seu endereço inicial e os endereços
seguintes são derivados desse endereço de início.
Para facilitar o uso, os endereços absolutos podem ser associados a endereços
simbólicos. Isso é possível de ser feito diretamente nos módulos referentes aos
respectivos endereços absolutos, conforme a figura abaixo.
Todos os nomes simbólicos referentes à programação do PLC pode ser editado
na Symbol Table. Então, cada AS possui sua própria symbol table, que pode ser
acessada na pasta S7 Program da CPU, conforme a figura abaixo.
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 Além de endereços simbólicos, a symbol table contém também os nomes
simbólicos de blocos (FBs, FCs, DBs), endereços de memória, timers, etc.
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PCS 7 - V8.0 
Folha 18 / 93
3.3. Inter face (PG/ PC)
O SIMATIC MANAGER  pode comunicar-se com os equipamentos por vários
protocolos de comunicação. Para isto, basta que o driver  esteja corretamente
configurado. Para selecionar o dispositivo utilizado fazemos:
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Folha 19 / 93
E depois:
Temos os seguintes dispositivos para selecionarmos:
  PC internal (local): para fazer download na própria estação de
engenharia.
  CP1613 (ISO): via placa CP-1613 por protocolo ISO.
  Iso Ind. Ethernet / TCP/IP: via placa OnBoard, por Iso/TCP/IP.
  PC Adapter(Auto): via PC Adapter, sendo transparente o protocolo
utilizado.
  PC Adapter (MPI): via PC Adapter, protocolo MPI.
3.4. Stat ion Con f igurat ion Edi tor
O Station Configuration Editor  é utilizado para fazer as conexões entre AS e OS.
Ele pode ser acessado pelo seu atalho na área de trabalho ou pelo seu ícone na
área de notificação da barra de tarefas do Windows.
Para configurarmos, basta clicar no item com o botão direito e clicar em Add. Ele
deve ser configurado da seguinte forma:
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Folha 20 / 93
  WinCC Application: faz a conexão entre supervisórioe PLC’s; 
  IE General: placa onboard da estação;
  CP 1613: placa de comunicação ISO;
  OPC Server: Estabelece o link OPC.
3.5. Con fig ur ação OS (Statio n Con figu ratio n)
No Simatic Manager  (SM), pelo Componente View, temos que configurar a OS.
Isto é feito pela ferramenta Configuration, disponível ao se clicar sobre uma OSdo projeto. Essa ferramenta carrega no Station Configuration Editor  as conexões
configuradas no SM.
Funciona de maneira similar ao HW Config , basta selecionar os componentes na
BIBLIOTECA do lado esquerdo e arrastá-los para os slots disponíveis na área
principal.
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ATENÇÃO: Esta configuração deve ser montada identicamente a
configuração do Station Conf igu rat ion Edi tor .
Exercício:
Montar a configuração, fazer o download e verificar seu funcionamento, sabendo
que:
i. O supervisório é o WinCC;
ii. A comunicação entre Servers/Clients e com o CLP é feito pela placa
onboard  do computador.
iii. É necessário um link  OPC.
BIBLIOTECA
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Folha 22 / 93
3.6. Plant View  – Níveis Hierárqu ic os
Os níveis hierárquicos são utilizados para que o software fique de maneira mais
organizada e divido por áreas. Isto facilita a localização de objetos.
Esses níveis aparecem também nos alarmes que sobem para o supervisório.
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PCS 7 - V8.0 
Folha 23 / 93
Os níveis hierárquicos, assim como seus objetos, precisam ser associados
às respectivas AS’s e OS. Para isto, clicamos com o botão direito e
procedemos da seguinte maneira:
Para AS 
Para OS 
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Folha 24 / 93
4. NetPro
NetPro é a ferramenta utilizada para configurar a comunicação entre sistemas.
Para acessá-lo, clique no botão:
Para configurar uma conexão entre os dispositivos, seguimos os passos:
i. Selecionamos um objeto (CPU ou WinCC Applic.);
ii. Na parte inferior clicamos com o botão direito e selecionamos Insert
new Connection;
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Folha 25 / 93
iii. Escolhemos o parceiro e selecionamos o tipo de conexão utilizada;
Geralmente, as conexões são do tipo S7 conn ect ions  no caso de PLC’s sem
redundância e S7 conn ect ion faul t -to l lerance  no caso de S7-400H
(redundante).
iv. Selecionar o dispositivo pelo qual será feita comunicação, tanto no
remoto quanto no local (CP 443-1, CP 1613, IE General, etc...). É
possível trocar o nome da conexão para facilitar sua identificação.
Basta escrever o nome no campo mostrado na figura abaixo.
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Folha 26 / 93
v. Compilar e fazer o download.
INTERFACE
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Folha 27 / 93
Exercício:
Criar um projeto seguindo as diretrizes:
i. 2 PLC’s com configurações de hardware idênticas ao exercício
anterior, nomeando-os como: AS1_SE e AS2_SINC;
ii. Uma estação de operação;
iii. Uma fábrica com as seguintes áreas, associando-as as suas OS e
 AS’s:
iv. Compilar AS e OS e fazer o download.
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Folha 28 / 93
5. Programas em CFC
5.1. Blo cos
Blocos são funções que executam algum tipo de algoritmo. Eles podem ser: OB
(Organization Block ), FB (Function Block ), FC (Function), DB (Data Block ). Neste
treinamento usaremos os seguintes blocos para comando e controle:
  DISJUNTOR (FB 200): supervisiona e controla um disjuntor;
  SIPROTEC: supervisiona o relé de proteção;
  SIPROTEC ANALOG: converte os valores lidos do relé para valores
REAIS;
  PRE-COND: verifica as condições e libera o disjuntor para manobra;
  MEAS_MON: monitora valores analógicos;
Usaremos também alguns blocos de drivers, mas trataremos adiante.
5.2. CFC (Continu ou s Funct ion Chart)
CFC é uma linguagem de programação gráfica onde o software do PLC é
efetivamente programado, sem ser necessário um grande conhecimento de
programação. Um CFC chart  é o local onde o programa é criado através de uma
representação gráfica, ou seja, é onde os blocos de controle e supervisão são
inseridos e interligados.
Para criar um chart , deve-se estar no Plant View , dentro do nível hierárquico
desejado, clicar com o botão direito e selecionar conforme abaixo:
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Folha 29 / 93
Depois de criado, precisamos dar um nome ao CFC e começar a programá-los.Para isto basta entrarmos nele começarmos a inserir os blocos de controle.
Fazemos isso, selecionando o bloco nas bibliotecas disponíveis à esquerda e
arrastamos para a área do chart .
É recomendado dar um nome ao bloco. Para isso clicamos com o direito e
selecionamos Object properties:
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Folha 31 / 93
O chart  é divido em 6 partes e podemos arrastar os objetos para qualquer um
deles, que ainda estarão no mesmo chart .
Podemos criar uma nova “área” dentro de um chart , procedendo da seguinte
maneira:
Depois dos objetos inseridos podemos interligá-los, clicando nas saídas e
entradas a serem conectadas.
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Folha 32 / 93
Podemos também, conectar uma entrada/saída de um bloco a um endereço.
Para isso:
i. Clicar com o botão direito na entrada/saída a ser conectada;
ii. Selecionar “Interconnect to Address...”; 
iii. Selecionar o endereço a ser conectado e clicar com o botão esquerdo.
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Folha 33 / 93
5.3. Com pile / Download
Depois de o programa ter sido criado, é preciso compilá-lo. Para isto, clica-se no
botão:
Na janela de compilação do CFC, temos a opção Generate Module Drivers, que
gera o software responsável pela supervisão do hardware do PLC (veremos
mais detalhes adiante).
Caso a compilação seja concluída com sucesso, o programa está pronto para
ser transferido para o PLC. É necessário fazer um download. E então,
procedemos:
Exercício:
Criar um chart  para ler um valor analógico do tipo WORD e jogá-lo em um bloco
de monitoramento analógico (MonAnS), para valores de corrente, tensão e
potência. Compilar e fazer o download no PLC.
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Folha 34 / 93
5.4. Chart On -Line
Para verificarmos o funcionamento do chart , podemos colocá-lo on-line, ou seja,
observamos nos blocos o que está sendo processado no CLP. Para isto, basta
clicarmos nosseguintes botões Test Mode e Watch On:
Observamos que algumas entradas estão na cor amarela. Significa que o
valor mostardo é o que está sendo lido do CLP.
TEST MODE VISUALIZAR
OBJETO ONLINE
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Folha 35 / 93
5.5. Dinamic Disp lay / Trend
Dinamic Display  é utilizado para que possamos ver o valor de algumas
variáveis e compará-las com outras. Para acessarmos o Dinamic Display ,
clicamos em View  e em Dinamic Dysplay .
Para adicionarmos uma variável ao Dinamic Display , clicamos com o botão
direito na variável e selecionamos a opção Insert in Dynamic Display :
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O Trend  é utilizado para visualização de valores analógicos na forma de gráfico.
Para acessarmos, clicamos em View  e em Trend .
Para adicionarmos uma variável ao trend , o procedimento é análogo ao Dinamic
Dysplay .
5.6. Bl ocos DI, AI, DO, AO
Os blocos CH_DI, CH_AI, CH_DO, CH_AO são blocos utilizados para fazer a
interface entre a placa do PLC e o software. Devem-se utilizar esses blocos para
que os endereços de entrada/saída sejam inseridos no software.
Os blocos CH_DI e CH_DO são de mais fácil utilização, pois basta conectar o
endereço à entrada VALUE  do bloco e depois de gerar os drivers durante uma
compilação (opção Generate Module Drivers da janela de compilação).
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CH DI
CH DO
Quanto ao CH_AI e CH_AO, funciona de maneira análoga a acima.
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5.7. Module Driv ers
Depois de todas as entradas ligadas nos CH_DI, CH_AI, CH_DO, CH_AO, e
todo hardware configurado, é necessário fazer uma compilação com a opção
“Generate Module Drivers”. Esta opção gera automaticamente os blocos de
supervisão de todo hardware, de acordo com a sua especificação.
Para isto, basta clicar em COMPILE  e a seguir, a figura abaixo:
Exercício:
Criar 1 byte de entradas digitais, com os endereços iguais aos colocados na
primeira placa da entrada digital no HW Config , e gerar os Module Drivers.
Verificar as entradas e saídas no Dinamic display .
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5.8. Mensagens
O PCS7 cria suas mensagens dentro dos próprios blocos, desde que estes,
estejam preparados para tal.
Para configurar as mensagens, é preciso clicar com o botão direito e selecionar
suas propriedades. Caso o bloco possua a propriedades de gerar mensagens,
pode ser visto um botão chamado “Messages”. Clicando neste, surge a seguinte
 janela:
Nessa janela, temos os seguintes campos:
  Message ID: é o endereço da mensagem para o software.
  Message Class: é a classe da mensagem, que nível de alarme é essa
mensagem.
  Priority : é a prioridade da mensagem, qual mensagem precisa ser
reconhecida antes. Quanto maior o valor, maior a prioridade.
  Event : é o texto da mensagem, onde deve ser inserido o texto que irá
aparecer no supervisório.
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5.9. Run Tim e
O Run Time é a ferramenta utilizada para determinar a ordem de processamento
dos objetos. Os objetos ficam dispostos dentro de runtime groups, de acordo
com seu CFC. Estes runtime groups são processados na ordem em que
aparecem, de baixo para cima, assim como os objetos que estão dentro deles.
Para entrarmos na ferramenta de parametrização do runtime group, basta clicar
conforme a figura abaixo.
Podemos ver a qual runtime group o objeto pertence e a ordem em que ele é
executado.
Para mudar a ordem de algum runtime group ou de um objeto, basta arrastá-lo
para a posição desejada.
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Também podemos criar manualmente um runtime group. Para isto clicamos com
o botão direito na pasta desejada e depois clicamos em Insert Runtime Group,
dando seu nome.
5.10 . Atributos FB’s e FC’s 
Os FB’s e FC’s, são funções que executam certo algoritmo. Eles são compostos
de uma interface com outros blocos e o próprio algoritmo. Esta interface pode
ser do tipo IN, OUT, IN OUT, STAT, TEMP.
  IN: entrada, por onde entram as variáveis a serem utilizadas no algoritmo.
  OUT: saída, a resposta do algoritmo já processado.
  IN OUT: pode ser usado tanto como entrada como quanto saída.
  STAT (só nos FB’s): são memórias do FB que não são perdidas após seu
processamento.
  TEMP: são memórias que são apagadas após o processamento.
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Estas interfaces, dependendo do seu tipo, podem ter determinadas
propriedades. Essas propriedades podem ser vistas clicando com o botão direito
na interface e clicando em propriedades. Para obter mais detalhe sobre,
pressione F1 na janela de atributos.
Caso o bloco não seja protegido, é possível fazer qualquer tipo de alteração nos
blocos existentes.
Se for feita uma alteração apenas na implementação do algoritmo, basta salvá-la
e compilar o programa no CFC para efetivar a alteração no projeto. Se houver
uma alteração na interface, após salvar o bloco, é preciso fazer o seguinte
procedimento:
i. No CFC, no menu Options, clicar em Block Types 
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Selecionamos o bloco que foi alterado e clicamos em New Version 
Nesta janela, estamos autorizando a troca do bloco da versão antiga pela versão
nova.
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Depois deste procedimento é necessário compilar o projeto inteiro e o sistema
está pronto.
Exercício
Criar um FB que execute a seguinte função:
i. Ao receber um sinal, comece a contar até 100. Quando o valor for
maior do que 100 ou receber um outro sinal, parar de contar. Um
terceiro sinal deve iniciar uma contagem regressiva. Testar utilizando
CFC.
ii. Utilizar o mesmo FB para implementar a seguinte melhoria: criar uma
nova entrada na qual se possa inserir um valor máximo qualquer.
Testar utilizando CFC.
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5.11. Referenc ia Cruzada
 A referência cruzada é utilizada para visualização de todos os endereços,
blocos, runtime groups utilizados no CFC. Para isto clicamos no botão mostrado
abaixo.
Dentro do Cross Checker , temos varias opções de visualização:
Endereços: nesta tela podemos ver todos os links entre algum bloco utilizado em
algum chart  e um endereço.
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Blocos: podemos verificar os blocos que foram utilizados nos charts.
Para acessar os locais que precisamos basta um duplo clique no objeto.
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5.12. Comun ic ação AS / AS
Esta comunicação é feita para que um PLC possa se comunicar com outro.
Para isto é necessário que os dois PLC estejam na mesma rede e possuam os
blocos necessários.
Para isto devemos fazer os seguintes itens:
i. Criar uma conexão no NetPro entre os dois PLC’s. 
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Obs.: Atentar para o ID da conexão.
ii. Criar uma DB com os parâmetros que serão utilizados para
comunicação.
iii. No PLC que enviará dados, deve ser inserido o bloco Envia Dados
(FB 950) em algum chart .
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iv. Analogamente, no PLC que receberá dados, deve ser inserido um
bloco ReadData (FB 951) num chart .
Os parâmetros a serem modificados, são os seguintes:
  ID: deve conter o ID da conexão local de cada PLC. Este pode ser
observado no NetPro
  R_ID: deve conter um número idêntico nos dois blocos
  DB_No: número da DB que será utilizada para enviar/receber dados.
  DBStartp: endereço do byte a partir do qual será escrito os dados.
  No_Of_Bytes: número de bytes a ser escritos.
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6. SFC
O SFC nos permite programar de maneira simples uma sequência que deve
ocorrer. Ele é composto, principalmente dos seguintes elementos:
i. Passo (Step): o passo executa algum comando.
ii. Transição: verifica se alguma condição foi alterada e habilita a
continuação da sequência.
Quando uma sequência é iniciada, geralmente, executa-se um passo. Após a
execução deste passo, a transição verifica se o comando foi executado e
também as pré-condições para execução do próximo passo, ou para o fim.
 As sequências podem ter as seguintes estruturas:
  Linear: Segue a sequência normal, de cima para baixo.
  Paralelo: na divisão, são feitos dois passos de maneira simultânea
(P21 e P22), e ativa-se a transição, seguindo o fluxo, depois de T23
estar Ok.
  Alternativo: a sequência segue pelo caminho que estiver disponível.
Caso os dois estejam disponíveis, o da esquerda tem a prioridade.
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  Loop: enquanto a transição T2 for verdadeira, o loop continua a ser
executado.
  Jump: se a transição T22 é satisfeita, o passo a ser executado agora é
o P3. Caso T12 seja satisfeita, o passo executado será o P2. Se as
duas transições estiverem satisfeitas, a da esquerda tem a prioridade.
Um passo pode ser executado de três maneiras:
  Inicialization: os comandos são executados na inicialização, e apenas
uma vez.
  Processing : enquanto a transição não é satisfeita, o comando
permanece sendo executado.
  Termination: o comando é executado apenas uma vez, após a
condição da sua transição satisfeita.
 A transição tem capacidade para 16 sinais, divididas em grupos por porta lógica.
Estas portas podem ser do tipo AND, OR, NAND, NOR.
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Para parametrização da sequencia, seguimos as instruções:
  Criamos um SFC no SM, no nível hierárquico desejado. Clicamos com
o botão direito e:
Para entrarmos na programação do SFC, temos que clicar duas vezes no
mesmo. Após o clique, surgirá a seguinte tela:
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Podemos inserir os passos/transições de acordo com a nossa necessidade
clicando nos botões identificados na figura acima.
No caso de passo, temos que programá-los para executar algum comando. Para
isso, clicamos duas vezes, selecionamos o tipo de comando que será dado
(Inicialization, Processing , Termination) e fazemos o seguinte:
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  Clicamos em Browse para que ele nos mostre os charts/ blocos/ IO’s
que serão comandados;
  Do lado direito, colocamos o valor a ser inserido no IO;
  Clicar em Apply  e Close.
No caso da transição, temos que programar as condições para que o programa
possa avançar. Neste momento são feitas as verificações para que o processo
possa prosseguir com segurança.
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Na coluna da esquerda, colocamos o I/O que queremos monitorar. Na coluna do
meio, utilizamos o operador necessário para lógica (=, <>, <, >). Na coluna da
direita colocamos o valor a ser comparado com o I/O do bloco.
 As lógicas são feitas por portas AND, OR, NAND, NOR. Para isto basta clicar
com o direito na porta e selecionar a opção. Em uma transição é possível utilizar
16 sinais em 5 portas lógicas.
Podemos inserir pré-condições para iniciar a sequencia. Quando estas pré-
condições são atendidas, a sequência inicia-se automaticamente. Para
definirmos estas condições, basta clicarmos com o botão direito conforme
afigura abaixo:
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Depois:
 Assim que essas condições são aceitas, a sequência é partida.
Dento de um SFC, podemos criar várias sequências. Para isto, basta clicarmos
com o botão direito no mesmo local da figura acima e selecionarmos a opção
Insert Sequence Before Current Sequence ou Isenrt Sequence at End .
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7. Criar Novos Blocos com SCL
Para criar novos blocos, que serão utilizados como objetos, é possível fazê-lo na
linguagem SCL.
SCL é a linguagem de mais alto nível para se programar controladores e é
baseada na linguagem PASCAL. É uma linguagem baseada em texto
estruturado.
Usando SCL podemos criar OBs, DBs, FBs e FCs.
7.1 Dec laração das va riáve is
 As variáveis dentro do editor podem ser:
  VAR_INPUT: variável de entrada do bloco.
  VAR_OUTPUT variável de saída do bloco.
  VAR_IN_OUT: variável que pode ser utilizada tanto como entrada
quanto saída.
  VAR: variável interna, equivalente ao STAT.
  VAR_TEMP: variável temporária, perdida depois de processada.
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8. OS (WinCC)
 A OS usa o SIMATIC WinCC como aplicativo principal, como software
supervisório.
 A OS pode ser de 4 tipos principais:
  Server : é o servidor de dados. O servidor é o que comunica
diretamente com o PLC e aquisita seus dados
  Redundant  Server: é um servidor redundante. Trabalha em conjunto
com um outro servidor e no caso de falha de um, o outro assume
  Client : comunica-se com o servidor e utiliza seus dados para monitorar
e controlar a planta. É por ela que se opera a mesma
   Archive Server : servidor que armazena dados do processo e
mensagens
No PCS7 podemos colocar até 12 servidores no mesmo projeto com 32 clientes
por servidor.
Exemplo de configuração:
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O WinCC possui os seguintes editores:
  Computer: Propriedades do computador e runtime 
  Tag Management: onde fica todas as tags. Quando são geradas, elas
são encontradas dentro desta pasta, na subpasta da sua conexão e
nome da AS
  Structure tag: armazena todas as estruturas de TAG. As estruturas
dos objetos ficam armazenadas aqui
  Graphic Designer: onde são construídas as telas
  Alarm Logging: armazena as mensagens

  Tag Logging: armazena os dados que possuem a característica de“archive” 
  Report Designer: criação de relatórios
  Global Script: armazena as funções em C, utilizadas no software
  Text Library: parametrização dos idiomas
  User Administrator: administra os usuários e operadores
  Cross-Reference:
  Server Data: qual é o principal servidor da estação
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  Redundancy: configuração da redundância
  User Archive: arquiva dados do processo/produção, como receitas,
parâmetros de automação, etc 
  Time Syncronization: sincronização do relógio
  Horn: parametrização dos sons
  Picture tree Manager: parametrização do nível hierárquico no
supervisório
  Lifebeat Monitoring: verifica se os sistemas presentes na rede estão
OK
  OS Project Editor: definições básicas do supervisório
  SFC: operação e controle dos SFC’s 
  Web Navigator: utilização de arquivos da internet
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8.1. Com pilando OS
Compilar a OS é o processo que gera no supervisório os objetos criados nos
CFC’s. Além disso, é durante a compilação que são geradas as TAG’s , as
mensagens e os níveis hierárquicos.
Durante a compilação, é preciso selecionar alguns itens:
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i. Qual OS está associada.
ii. Qual a connection será utilizada para comunicação AS/OS. Para
mudá-la, basta clicar em Connnections e selecioná-la, dentre as
disponíveis.
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iii. O escopo da compilação. Pode-se selecionar o que compilar. Temos:
  Tags and messages: gera as tags e as mensagens
  SFC Visualisation: gera os SFC’s no supervisório
  Picture Tree: cria/altera o nível hierárquico
Podemos compilar apenas as alterações (Changes), ou o projeto inteiro (Entire
OS).
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Podemos observar como resultado da compilação:
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8.2 Criando Tags sem o bjetos no CFC
Podemos criar tag’s sem gerar objetos no PCS7. Para isso temos que:
i. Através do Component View , na pasta Blocks, criar uma DB (Data
Block ), incluindo também um nome simbólico (Symbolic Name) para a
nova DB;
ii. Dentro da DB, definir as variáveis que devem ser transformadas em
t ag’s (definir os nomes, tipos e valores iniciais, conforme exemplo na
figura do item abaixo);
iii. Clicar com o direito e selecionar Object Properties;
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iv. Definir o atributo S7_m_c e seu valor true (apenas as linhas com
esse atributo serão transformadas em tags no WinCC);
v. Clicar com o botão direito na DB e selecionar Special Object e 
Operator Control and Monitoring;
vi. Selecionar a opção Operator Control and Monitoring e OK
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Basta compilar e as tags serão geradas no WinCC.
8.3. Con figu rando OS
Para configurarmos a OS temos que nos preocupar com alguns itens.
Propriedades do Projeto: temos que utilizar o Multi-User-Project .
Computer: configurações locais da máquina utilizada, como, idioma, relógio,
teclas, etc..
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8.3.1. OS Project Editor
Nesta ferramenta configuramos o Runtime do projeto. Temos as seguintes
abas:
i) Layout: 
  Resolução de tela do runtime 
  Número de áreas
  Quantidade e disposição de monitores (até 4)
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Folha 69 / 93
ii) Message Display : configuramos a disposição das mensagens. Temos
que ter atenção para o Group Display Hierarchy , pois o alarme sobe de nível
automaticamente. Mas este pode ser gerado de maneira manual, clicando na
opção.
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iii) Area : selecionamos quais as áreas que serão visíveis, assim como sua
ordem
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8.4. Blo ck Icon s
Block Icons são os objetos animados do PCS7, que foram gerados a partir de
um bloco inserido em chart .
O PCS7 trabalha com típicos, ou seja, você cria um objeto e, de acordo com as
parametrizações feitas no CFC, eles são inseridos nas respectivas telas já com
os parâmetros corretos.
Os block icons são configurados nas telas cujos nomes são iniciados com
@PCS7Typicals
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8.5. Facep late
O faceplate funciona de maneira similar ao block icon, só que com informações
mais detalhadas sobre o objeto. O faceplate pode ser divido em subitens
também.
Para acessar o faceplate, basta clicar no seu block icon.
8.6. Graph ics Design er
O Graphics Designer  é a ferramenta utilizada para desenhar as telas,
posicionando os objetos gerados e dinamizando o que for necessário.
Todas as telas do projeto ficam no Graphics Designer, incluindo as telas dos
faceplates, típicos, etc. As telas cujos nomes se iniciam com @ são telas de
sistema.
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Folha 73 / 93
8.6.1 Criar Nova Tela
Clicando duas vezes em Graphics Designer, será aberta uma janela, na qual a
tela dever ser feita.
Temos diversos tipos de elementos dentro do Graphics Designer . Eles podem
ser encontrados na biblioteca localizada do lado direito da tela.
Estes elementos podem ser usados de forma estática ou dinâmica. Para usá-losde forma dinâmicas temos que clicar com o botão direito do mouse e clicar em
propriedades.
Os objetos possuem duas abas:
i. Propriedades (Properties): são as propriedades da figura (ex.
tamanho, cor, texto, etc.);
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ii. Eventos (Events): quando acontece alguma ação com o objeto (clicar
com o mouse, mudara cor, etc.), pode ser programado alguns
comandos.
Cada objeto tem suas propriedades específicas e, para dinamizá-las,
selecionamos o grupo e, a seguir, a propriedade. Então, no campo Dynamic, 
temos as seguintes opções:
  colocar uma tag : coloca-se direto o nome da Tag  que deve ser
utilizada para animar a figura;
  C-Action (escrever uma rotina em C): pode-se escrever uma rotina em
C e retornar um valor, animando o objeto;

  VBS-Action (escrever uma rotina em VBS): pode-se escrever umarotina em VBS e retornar um valor, animando o objeto;
  Dynamic Dialog : os valores a ser retornado para a propriedade são
configurados em uma caixa de diálogo, sendo possível utilizar
condições lógicas e operações simples sem a necessidade de
conhecimento de programação.
Para os eventos, podem ser utilizado os seguintes recursos:
  C-Action: idem acima.
  VBS-Action: idem acima.
  Direct Connection: liga uma propriedade, ou tag, diretamente com
outra.
Exercício
Criar um Led e animá-lo.
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8.7. Picture Tree Manag er
O Picture Tree Manager  é uma ferramenta que permite configurar as áreas e o
nível hierárquico da planta.
Para isto, basta arrastarmos as tela para dentro dos containers. Caso seja
necessário retirar uma tela, basta arrastarmos para a área unassigned
containers and pictures. 
 Atenção: uma eventual compilação da OS com a opção Picture Tree 
selecionada pode sobrescrever as alterações feitas no Picture Tree Manager .
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8.8. User Adm inistr ator
Esta ferramenta permite configurar os usuários e seus níveis de acesso. No
supervisório WinCC podemos bloquear comandos que não podem ser
executados por qualquer pessoa. E no User Administrator  é onde podemos dar
essas autorizações.
Para criarmos um usuário procedemos da seguinte maneira:
Para darmos os direitos ao usuário, basta clicarmos nos círculos. Se estiverem
vermelhas, é porque o usuário tem acesso aquele tipo de operação.
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Também podemos criar novos níveis de operação. Para isso clicamos em:
Para restringirmos o comando de determinados objetos a certos níveis de
usuário, devemos configurar a respectiva propriedade no objeto. Para isso,
entramos no Graphics Designer , clicamos com o botão direito no objeto alvo de
bloqueio, entramos em properties e em Miscellaneous.
Então, basta definir o nível de acesso que é necessário para o objeto.
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8.9. On-l ine trends
Com esta ferramenta, podemos criar curvas on-line de valores analógicos,
desde que este valor exista como Tag  ou Archive.
Para criarmos uma nova curva, seguimos os passos abaixo:
i. Clicamos em Trend System 
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ii. Após a abertura da janela, clicar em New, aparecendo a seguinte tela:
Na opção Contents, selecionamos se os valores da curva são gerados on-line ou
salvos num histórico ( Archive).
Nomear o grupo e clicar em Create.
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Nesta tela devemos nomear a curva e selecionar a Tag / Archive no local
indicado, conforme figura acima.
Caso a curva seja de uma Tag Online, é preciso especificar o tempo de
aquisição de dados. Na mesma tela que seleciona a tag, faz-se esta seleção.
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Exercício:
Criar uma curva online dos valores das medições.......
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8.10. Mensagens
 A tela de mensagens apresenta os seguintes objetos:
a. Volta para o menu principal;
b. Alarmes não reconhecidos;
c. Alarmes reconhecidos;
d. Alarmes que já não estão mais ativos;
e. Alarmes de processo;
f. Lista de operação;
g. Lista geral (todos os alarmes);
h. Lista de alarmes ocultos
i. Lista de alarmes a serem ocultados
 j. Impressora
k. Silencia buzina
l. reconhece os alarmes referentes a tela sendo mostrada.
a b c d e f k lh i
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Podemos configurar o sistema de mensagens pela ferramenta Alarme Logging.
Nesta ferramenta podemos configurar o que deve ser mostrado na tela de
alarmes (ex. Data e hora, classe, Área, etc.).
Para adicionarmos itens, basta selecionarmos o grupo do item necessário e
clicando com o direito devemos clicar novamente em Add/Remove... 
 Após isto, é aberta uma janela com as opções disponíveis.
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Selecionamos a opção desejada e clicamos em OK.
Para alterarmos parâmetros como cor, temos que ir em Messages Class e
selecionarmos aquela que queremos mudar, abrindo a janela abaixo:\
Para alterarmos a visualização da tela no WinCC, temos que abrir a tela
@AlarmNew.pdl  dentro do Graphic Designer . Nessa tela, clicamos duas vezes
no objeto, abrindo as propriedades do WinCC Alarm Control .
 Analogamente, podemos alterar cada tela de alarme individualmente, de acordo
com a necessidade de cada sistema.
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8.11. Arc hives
Esta ferramenta permite a configuração das variáveis que serão armazenadas,
disponíveis como histórico.
Mas, para criar uma variável deste tipo é preciso selecioná-la no CFC. Para isto,
temos que seguir as instruções conforme abaixo:
i) Ir ao I/O do bloco que queremos guardar e dar um duplo clique (caso
o I/O seja do tipo structure, duplo clique também o campo Value);
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ii) Depois de selecionado, é preciso compilar o WinCC, selecionando o
tempo de atualização mínimo do arquivo gravado;
Depois da compilação terminada, percebemos que a variável cuja propriedade
foi selecionada aparece no Tag Logging ;
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iii) Clicando com o botão direito na Tag , e selecionando propriedades,
teremos acesso a informações como tempo de ciclo, unidade, etc.
Depois disso, a variável já está pronta para ser utilizada pelo WinCC.
Exercício
Criar um curva para a mesma Tag do exercício 8.9 só que utilizando seus
valores históricos.
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8.12. Relatório
O sistema de relatório é feito pela ferramenta Report Designer .
No Report Designer , desenvolvemos tantoa parte gráfica do relatório, como
seus scripts.
Os relatórios podem ser:
i) Lista de alarmes de maneira completa, com todos os eventos do
sistema;
ii) Online Report , quando é pressionado o botão Print  em uma das
 janelas de alarme;
iii)  Archive Report , para um relatório de uma variável armazenada.
Para desenvolvimento de Layout , utilizamos a ferramenta Report Designer . Esta
se encontra dentro do Report Designer . Para acessá-la clicamos em:
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Podemos criar um novo Layout, ou modificar um existente.
8.12.1. Report Designer - Layout  
O relatório é dividido em três partes:
i) Cover Sheet  (capa): é estático e a primeira página do relatório;
ii) Closing Page: é a última folha do relatório;
iii) Contents of Report  (conteúdo): é a parte que realmente contem o
relatório. Esta pode ser divida em duas partes:
a. Estática: nesta parte deve-se colocar o cabeçalho do relatório,
assim como os logos, definir os tamanhos e as margens.
b. Dinâmica: nesta parte são alocados os objetos que contém links 
com as Tag’s, ou seja, exibem o estado do campo.
Para alterar entre a parte estática e dinâmica, clicamos nos botões:
Caso seja necessário emitir um relatório na inicialização, é preciso selecionar
duas opções nas propriedades do Server na aba Startup.
Estática Dinâmica
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Para criarmos Layouts, devemos utilizar a biblioteca localizada o lado direito,
conforme figura abaixo:
8.12.2. Report Designer  – Print Jobs  
Print Jobs são os scripts pelos quais são gerados os relatórios. A partir destes é
que um layout  é chamado e é preenchido com os dados do campo.
Quando é necessário gerar um relatório, devemos criar um script que chama o
 print job relacionado ao relatório desejado.
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Para criarmos um print job é necessário no mínimo um layout  e uma impressora
instalada. Assim que é chamado o print job, o relatório é automaticamente
enviado à impressora.
O print job pode ser chamado de 3 maneiras:
i) Controle de tempo: horário, diário, semanal...
ii) Evento: quando certo valor for excedido, nível lógico alto...
iii) Operador: algum botão é pressionado.
Para criarmos um print job, procedemos da seguinte maneira:
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Configuramos os seguintes itens:
a. Name: Nome do Print Job;
b. Layout : qual layout utilizado para o relatório;
c. Start Time (opcional): hora de inicio dos relatórios;
d. Cycle (opcional): de quanto em quanto tempo será gerado o relatório.
a
b
c
d
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Podemos selecionar a impressora, sendo ela a standard do computador, ou
especificar qualquer outra:
Exercício
Criar dois relatórios:
1 – para a lista de mensagens;
2 – o gráfico da variável.....

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