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EMPREENDEDORISMO 
SOCIAL
Ricardo da Silva e Silva
Avaliação de impacto 
socioambiental
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deverá apresentar os seguintes aprendizados:
 � Explicar o conceito de avaliação e para que serve.
 � Reconhecer como se desenham os planos de avaliação.
 � Descrever de que maneira é possível extrair aprendizados do processo 
de avaliação e disseminar seus resultados.
Introdução
No contexto da avaliação dos impactos socioambientais que produzi-
mos, é fundamental conhecer as ferramentas legais que promovem a 
prevenção e a realização dessa avaliação, que, ainda, precisa ser planejada 
e, posteriormente, divulgada. 
Neste capítulo, você compreenderá o conceito de avaliação de im-
pacto socioambiental e aprenderá para que serve, reconhecendo como 
se desenham os planos de avaliação e, ainda, como é possível extrair 
aprendizados do processo de avaliação e disseminar seus resultados.
1 Avaliação de impacto socioambiental 
e seus conceitos
O conceito de avaliação é polissêmico, histórico, político e epistêmico, podendo 
ser definido de distintas maneiras conforme a época, o lugar e a finalidade 
de utilização. Tendo já sido relacionado a vários significados, como medida, 
descrição, julgamento e negociação, Guba e Lincoln (2011) dividem o con-
ceito de avaliação, de acordo com a história, em quatro gerações, como você 
confere a seguir. 
 � A primeira geração, intitulada mensuração, identifica o avaliador como 
um técnico que constrói e usa instrumentos que medem o fenômeno 
estudado. 
 � A segunda geração, denominada descrição, para além de medir, enfatiza 
a descrição do processo. 
 � A terceira geração, caracterizada pelo julgamento, além de descrever 
e medir, exerce a função de juízo de valor. 
 � A avaliação de quarta geração, denominada avaliação construtivista 
responsiva, diferentemente das três primeiras, que estabelecem a avalia-
ção a priori, parte da investigação, das reivindicações, das preocupações 
e das questões dos grupos de interesse de acordo com os princípios 
metodológicos do paradigma de investigação construtivista.
Conforme Kantorski et al. (2009), os grupos de interesse foram classificados 
por Guba e Lincoln (2011) em três categorias — os agentes, os beneficiários e 
as pessoas —, entre os quais os integrantes de uma equipe são identificados 
como agentes, e a avaliação, principalmente a de quarta geração, por exigir a 
investigação, precisará de um agente preocupado com as questões do grupo.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, para avaliar é impor-
tante realizar um “[...] levantamento consistente, sistemático e replicável de 
dados, informações e conhecimentos [...]” (BRASIL, 2014, p. 10), essencial 
nas intervenções no seu contexto de atuação e que tem como objetivos metas 
de curto e longo prazos, além de poder contribuir para o aperfeiçoamento de 
programas e projetos sociais. 
Para Silva et al. (2017, documento on-line), no guia prático Avaliação para 
Negócios de Impacto Social, a avaliação é definida:
[...] como a investigação de uma ação, com base em um exercício metodológico 
rigoroso, capaz de produzir julgamento de mérito (efeitos) e de relevância 
(utilidade, aderência, viabilidade, eficiência, qualidade) desta ação com base 
em critérios consistentes e válidos para os stakeholders.
Avaliação de impacto socioambiental2
Como vemos, a prática avaliativa é composta por ações que exigirão do 
avaliador compreensão, atividades de medida, comparação e julgamento, 
partindo de um olhar holístico e, ao mesmo tempo, criterioso e justo de acordo 
com cada situação. Segundo o guia prático Avaliação para Negócios de Impacto 
Social, a “[...] avaliação, aprendizagem e eficácia institucional são conceitos 
que caminham juntos [...]” (SILVA et al., 2017, documento on-line), a partir 
dos quais devemos pensar a avaliação em nossos campos de ação e atuação.
Por que e para que avaliar?
Assim como definir avaliação é uma tarefa complexa, em virtude de seu caráter 
polissêmico, pensar por que e para que avaliamos também se torna difícil. 
Um avaliador (aqui, especificamente, um avaliador dos impactos socioam-
bientais), de acordo com a Silva et al. (2017), deve avaliar o motivo pelo qual 
deve pensar de maneira coerente em como utilizará os recursos, tanto em 
caráter público quanto privado, de forma sustentável e efetiva. Um avaliador 
também deve partir da proposição de como poderá melhorar as ações planejadas 
em busca de eficiência e de sua melhor aplicabilidade, avaliando os pontos 
positivos e negativos do que está realizando, com o propósito de conduzir 
com qualidade suas ações nas organizações, nos negócios de impacto, nos 
programas e nas políticas públicas. Ainda, deve observar no erro a solução 
para os problemas, identificar o que não está indo bem e o que está desajustado, 
evitando complicações futuras.
Na prática do avaliador dos impactos ambientais, as modificações do 
tempo são inerentes, dinâmicas e, frequentemente, imprevisíveis. Nesse sen-
tido, retomar periodicamente o que foi planejado torna-se essencial, com a 
necessidade, muitas vezes, de alguns ajustes e reajustes: 
Se queremos liderar nossas iniciativas/empreendimentos com responsabili-
dade e apoiados em boas evidências, as avaliações podem ser ferramentas 
para fortalecer ou corrigir práticas, para alterar o enfoque dos investimentos, 
para buscar novas alianças estratégicas, para alterar a forma como nos co-
municamos, entre outras demandas comuns ao dia a dia da gestão (SILVA et 
al., 2017, documento on-line). 
3Avaliação de impacto socioambiental
De acordo com uma pesquisa realizada por Cária e Paiva (2018), em uma 
conjuntura na qual a busca recai em uma maneira ideal de avaliar, sem deixar 
de lado o vivido e a compreensão do processo histórico, observa-se uma 
busca de formas mais justas, inteligentes, criativas e eficazes de avaliar. Um 
avaliador deve estar atento à complexidade do mundo em que vivemos e às 
suas transformações e necessidades. 
O Painel de Transparência GIFE (Grupo de Institutos Fundações e Empresas) publica 
em seu site relatórios específicos de avaliação institucional (da própria organização), 
de programas e/ou projetos específicos ou pesquisas com beneficiários, organizando 
e disponibilizando informações institucionais relevantes sobre as fundações e os 
institutos associados ao GIFE a partir de um grupo de indicadores. 
2 Planos de avaliação dos impactos 
socioambientais e a teoria da mudança
De acordo com o guia prático Avaliação para Negócios de Impacto Social 
(SILVA et al., 2017), o emprego da avaliação para iniciativas de impacto 
socioambiental é necessária para compreender as consequências positivas e 
negativas do que fazemos, inclusive no âmbito de um negócio de impacto, 
para que a iniciativa reconheça os seus talentos, identifique os seus erros e 
limitações, bem como procure ser transparente e responsável. Assim, sobre-
tudo no âmbito dos negócios de impacto social, é imperativo criar ambientes 
de diálogo, reflexão e produção coletiva, a fim de viabilizar um ambiente 
favorável à cultura da avaliação. Por esse motivo, o guia sugere sete passos 
para delinear uma avaliação para iniciativas socioambientais.
1. Analisar contexto e stakeholders.
2. Formular perguntas avaliativas.
3. Avaliar processos, resultados ou impactos?
4. Eleger o modelo de avaliação.
5. Construir indicadores e critérios de julgamento.
6. Eleger as fontes e coletar as informações.
7. Analisar as informações.
Avaliação de impacto socioambiental4
Teoria da mudança e avaliação
Além de compreender a motivação e a finalidade da avaliação, conhecer as 
ferramentas legais que promovem a prevenção e a avaliação dos impactos 
ambientais também se torna fundamental para um avaliador, que precisa saber 
estruturar as ações a serem executadas. De acordo com Cruz Filho (2018), 
com base em Alvarenga, Cruz Filho e Estiarte (2016), esse processo pode ser 
estruturado em seis etapas (Figura 1).
Figura 1. Processode avaliação de impacto.
Fonte: Adaptada de Cruz Filho (2018).
6
1
2
3
4
5
MONITORAMENTO
E DIVULGAÇÃO
MENSURAÇÃO
E ANÁLISE
CONSTRUÇÃO DA
TEORIA DA
MUDANÇA
DEFINIÇÃO DA
METODOLOGIA
DE AVALIAÇÃO
DEFINIÇÃO DO
PLANO DE
MEDIAÇÃO
DEFINIÇÃO DE
OBJETIVOS
AVALIAÇÃO DE
IMPACTO 
SOCIOAMBIENTAL
5Avaliação de impacto socioambiental
A seguir, você pode observar como Cruz Filho (2018) organiza as etapas 
desse processo.
1. Primeiro, deve-se responder à pergunta “o que é o meu impacto?”,
tentando compreender no que consiste o impacto que se busca gerar.
Uma ferramenta que capaz de contribuir para responder a essa pergunta
é a teoria da mudança.
2. Em um segundo momento, deve-se responder à questão “para que vou
avaliar meu impacto?”.
3. A terceira etapa consiste em responder “qual é a melhor forma de
avaliar meu impacto?”.
4. Na quarta etapa, a questão é “como vou avaliar meu impacto?”.
5. A quinta etapa corresponde à efetiva mensuração do impacto e à análise
dos resultados, em que se responde à pergunta “qual é o meu impacto?”.
6. Finalmente, a última fase contempla o monitoramento e a divulgação
dos resultados da avaliação e permite definir “como vou usar o meu
impacto mensurado?”.
Cada uma das seis etapas deverá passar por um planejamento e processo 
de avaliação que é cíclico, ou seja, não termina — segundo Cruz Filho (2018), 
quando se chega ao final da última etapa do processo, começa-se novamente 
a etapa 1, podendo-se, ao reiniciar as etapas, que o objetivo principal seja 
modificado, transformando o processo de avaliação e promovendo a evolução 
contínua do modo como se está avaliando.
Mas e quanto aos resultados: o que fazemos com eles e como podem ser 
compartilhados? Isso é o que veremos a seguir.
3 Aprendizados a partir do processo de 
avaliação e compartilhamento dos resultados
Um dos grandes desafios que emergem da avaliação de iniciativas socioambien-
tais é o de como transformar as informações obtidas no processo de avaliação 
em saberes e como materializá-los em decisões, no âmbito de cada negócio de 
impacto avaliado. Uma importante questão nesse sentido é: como fortalecer o 
processo de aprendizagem organizacional a partir das avaliações? Ou, ainda, 
como disseminar o conhecimento avaliativo buscando viabilizar uma cultura 
avaliativa? Conforme orientações articuladas no guia prático já citado (SILVA 
Avaliação de impacto socioambiental6
et al., 2017), ao se tratar da divulgação dos dados, é importante investir na 
adequação visual do material ao público-alvo destinado. Para tanto, sugere-se 
que, além do relatório acadêmico tradicional, que deve conter prioritariamente 
sumário (2 a 3 laudas), corpo (20 a 30 laudas) e anexos (detalhando métodos de 
trabalho e instrumentos de avaliação utilizados), haja uma dedicação quanto 
à elaboração de infográficos e vídeos e, especialmente, à linguagem, para que 
os indivíduos envolvidos (empreendedores sociais, investidores, comunidades 
impactadas positivamente pela iniciativa, etc.) absorvam o conteúdo gerado.
O desenvolvimento organizacional representa outro tema em evidência, 
o qual precisa ser considerado no momento de promover a avaliação. Nesse
sentido, é preciso considerar os dilemas da organização e como a avaliação
pode contribuir para dirimi-los, além de abarcar os processos decisórios
existentes e os atores sociais envolvidos, a fim de entender qual o papel da
avaliação nesse cenário.
Provavelmente, a capacidade avaliativa compreenda o principal objetivo 
a ser viabilizado, sobretudo pelas iniciativas socioambientais, pois, conforme 
elucidado no guia por Silva et al. (2017, p. 115), é notório “[...] o desejo de 
construir organizações mais capazes de compreender os efeitos de suas ações 
na sociedade, de operarem de formas mais sustentáveis e, sobretudo, com mais 
transparência [...]”. Por isso, para viabilizar a capacidade avaliativa, esta deve 
seguir algumas orientações: 
 � ser sistemática e permanente e deve articular conhecimentos emergentes
de perspectivas quantitativas e qualitativas;
 � contribuir para o fortalecimento de processos organizacionais;
 � ter propósitos claros;
 � ser coordenada ou liderada por pessoas em condições de se dedicar
tecnicamente ao tema;
 � dialogar com os vários níveis organizacionais.
Outro fator importante está relacionado à incidência política, pois, além da 
aprendizagem organizacional é preciso considerar os impactos proporcionados 
pela organização no ecossistema em que esteja inserida. Assim, as avaliações 
poderão contribuir para identificar o real impacto causado pela iniciativa 
socioambiental, ou seja, se esta fez ou está fazendo a diferença. Nesse sentido, 
fortalecer o capital político é uma forma de impulsionar a força estratégica 
da organização, como por meio da adoção de métodos e ferramentas que 
compreendam os quatro componentes da avaliação estratégica, conforme a 
Figura 2.
7Avaliação de impacto socioambiental
Figura 2. Quatro componentes da avaliação estratégica.
Fonte: Silva et al. (2017, p. 118). 
CRIAR E 
FORTALECER 
CAPITAL 
POLÍTICO
DIFERENCIAR 
A POSIÇÃO 
ESTRATÉGICA
AMPLIAR 
CAPACIDADES 
DE GESTÃO
Avaliações que mostrem 
o impacto social da 
intervenção e que 
apontem caminhos 
que a quali	quem e a 
ampli	quem
Avaliações capazes 
de demonstrar as 
diferenças ético-políticas 
de uma intervenção 
em relação a outras, 
posicionando-a como 
inovadora, relevante e 
exitosa
Avaliações capazes 
de agregar atores e 
recursos em torno de 
projeto político que 
sustenta a iniciativa e 
sua intervenção
Avaliações capazes de 
ampliar a capacidade 
de escuta, articulação, 
decisão e realização das 
equipes e gestores
AMPLIAR 
O IMPACTO 
SOCIAL
Por fim, temos a qualidade de uma avaliação, para a qual existem diversos 
padrões e guias que orientam os indivíduos envolvidos no processo de avaliação 
sobre como produzir uma avaliação de qualidade. Silva et al. (2017) sugere 
os 5 Padrões de Qualidade para Avaliação na América Latina, desenvolvidos 
pela Rede Latino-Americana de Seguimento, Monitoramento e Avaliação 
(Relac), documento de acordo com o qual uma avaliação deve ser rigorosa (1), 
a avaliabilidade ser adequada (2), ser conduzida com princípios jurídicos e 
éticos (3), dispor de uma compreensão cultural adequada ao propósito (4) e 
ser relevante e útil (5).
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome. Avaliação de políti-
cas públicas: reflexões acadêmicas sobre desenvolvimento social e combate à fome. 
Brasília: MDS, 2014. v. 4.
CÁRIA, N. P.; PAIVA, E. C. Avaliação da aprendizagem na educação superior versus 
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3, p. 4–26, 2018. Disponível em: http://revistas.fw.uri.br/index.php/revistadech/article/
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Avaliação de impacto socioambiental8
CRUZ FILHO, P. R. A. Avaliação e mensuração de impacto socioambiental. In: ANASTA-
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GUBA, E. G.; LINCOLN, Y. S. Avaliação de quarta geração. Campinas: Unicamp, 2011.
KANTORSKI, L. P. et al. Avaliação de quarta geração: contribuições metodológicas para 
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13, n. 31, p. 343–355, 2009. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1414-
-32832009000400009&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso em: 11 mar. 2020.
SILVA, R. R. et al. Avaliação para negócios de impacto social: guia prático. São Paulo: Artemisia, 
2017. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/0BzLjxSpSsAKbWTZzUjRET29BV00/
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Leituras recomendadas
BRASIL. Ministério do Meio Ambiente. Manual de impactos ambientais: orientações 
básicas sobre aspectos ambientais de atividades produtivas. Brasília: MMA, [201-?]. 
Disponível em: https://www.mma.gov.br/estruturas/sqa_pnla/_arquivos/manual_bnb.
pdf. Acesso em: 11 mar. 2020.
CETESB.Manual para elaboração de estudos para o licenciamento com avaliação de 
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cetesb.sp.gov.br/cetesb/documentos/Manual-DD-217-14.pdf. Acesso em: 11 mar. 2020.
DNIT. Relatório ambiental: projeto de ampliação da capacidade rodoviária da BR-280/
SC trecho São Francisco do Sul – Jaraguá do Sul. [S. l.: s. n.], 2009. Disponível em: http://
www.dnit.gov.br/download/meio-ambiente/acoes-e-atividades/estudos-ambientais/
br-280.pdf. Acesso em: 11 mar. 2020.
MERCADO IN FOCO. Entenda a importância da avaliação de impactos ambientais. 2019. 
Disponível em: https://mercadoemfoco.unisul.br/entenda-a-importancia-da-avaliacao-
-de-impactos-ambientais/. Acesso em: 11 mar. 2020.
REIS, F. A. G. V. Estudos de impacto ambiental: EIA/RIMA. 2001. Disponível em: http://www.
rc.unesp.br/igce/aplicada/ead/estudos_ambientais/ea06.html. Acesso em: 11 mar. 2020.
INOVA SOCIAL. Resultados do 1º mapa de negócios de impacto social + ambiental. 2017. 
Disponível em: http://inovasocial.com.br/negocio-social/resultados-mapa-negocios-
-impacto/. Acesso em: 11 mar. 2020.
NAIME, R. Os relatórios de impacto ambiental: RIMAs. EcoDebate, Margaratiba, 22 jan. 
2015. Disponível em: https://www.ecodebate.com.br/2015/01/22/os-relatorios-de-
-impacto-ambiental-rimas-artigo-de-roberto-naime/. Acesso em: 11 mar. 2020.
9Avaliação de impacto socioambiental
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Avaliação de impacto socioambiental10

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