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Julia Habibe de Souza – turma 219 Aparelho genital feminino ........................................................................................................................................................ 1 Útero ........................................................................................................................................................................................ 2 Faces ..................................................................................................................................................................................... 3 Ligamentos .......................................................................................................................................................................... 3 Vascularização .................................................................................................................................................................... 6 Inervação ............................................................................................................................................................................. 7 Sintopia (relações anatômicas) ...................................................................................................................................... 7 Influência da idade ................................................................................................................................................................. 8 Ovário ...................................................................................................................................................................................... 9 Vascularização e Inervação........................................................................................................................................... 10 Tuba uterina ......................................................................................................................................................................... 10 Vascularização e inervação ........................................................................................................................................... 11 Vagina..................................................................................................................................................................................... 12 Vascularização e inervação ........................................................................................................................................... 13 Vulva ...................................................................................................................................................................................... 13 Vascularização e inervação ........................................................................................................................................... 14 Mama ..................................................................................................................................................................................... 14 Vascularização e inervação ........................................................................................................................................... 14 Referências: .......................................................................................................................................................................... 14 Os órgãos genitais femininos estão ancorados no assoalho pélvico, que tem uma descontinuidade (canal vaginal atravessa o assoalho, em função da fisiologia do ato de parir). Ele também serve de suporte para estruturas, como o útero. Estruturas intra pélvicas: útero, tubas uterinas, ovário, vagina Estruturas extra pélvicas: monte púbico, grandes e pequenos lábios, clitóris e vagina Julia Habibe de Souza – turma 219 É organizado em camada externa de tec. conjuntivo = perimétrio; Camada média com mm liso = miométrio; Camada mais interna = tec conj. frouxo disposto em várias camadas de acordo com faixa etária e conhecida como endométrio; É intraperitoneal Acima da região das tubas uterinas = fundo uterino; Abaixo delas = corpo uterino; Parte que afunila/estrangula: istmo Colo uterino/cérvice/cérvix: parte projetada para canal vaginal - porção intravaginal do colo uterino; Outra porção está acima, porção supravaginal/intrapelvica; MACETE: Orifício cervical externo olha para canal vaginal; Orifício que olha para cavidade pélvica é chamado orifício interno do canal cervical/colo uterino, leva à cavidade endometrial Julia Habibe de Souza – turma 219 Cavidade endometrial tem continuidade com tuba uterina; Extremidade da tuba uterina e ovário estão dentro da cavidade peritoneal; Ventral/vesical: voltada para bexiga, peritônio que recobre reflete-se na escavação vesicouterina Dorsal/Intestinal: fossa retouterina é escavação peritoneal Sustentação do útero: diafragma pélvico e ligamentos com auxílio dos vasos Ligamentos largos: lâmina fibrosa coberta por peritônio que divide, junto ao útero, a cavidade pélvica em fossa vesico uterina e reto uterina; Reveste útero e tuba (relação e conexão do útero às paredes laterais da pelve); Mesométrio compõe o ligamento; Entre as lâminas tem a. uterina, tuba uterina, ligamento redondo e paramétrio Atrás do ligamento largo = ovários Ligamento redondo: homólogo do funículo espermático, não tem conotação estrutural para sustentação, é prega de tecido. Ligamento cardinal/paracolpo/cervical cardinal: continuação do largo; é lâmina da fáscia subserosa; Ligamento uterossacral: Atrás do útero, na região supravaginal do colo; Do colo uterino ao sacro contém mm retouterino; Importante para manutenção do útero na cavidade pélvica = impede que ele desça por canal vaginal; Prega vesicouterina/ligamento anterior Prega retovaginal/ligamento posterior Pregas sacrogenitais/retouterinas Escavação retouterina: na porção mais inferior do peritônio parietal; Julia Habibe de Souza – turma 219 Julia Habibe de Souza – turma 219 Julia Habibe de Souza – turma 219 Artéria uterina: ramo da ilíaca interna, emite ramos vaginais inferiores. A a. uterina ganha face lateral de cada lado do útero e sobe com tortuosidade (permite distensibilidade quando útero aumenta de tamanho), emite ramos perpendiculares; Termina fazendo uma anastomose com artéria que vasculariza o ovário (a. gonadal ovariana, oriundas da aorta abdominal) Veia uterina drena para v. ilíaca interna e veia ovariana esquerda para v. renal esquerda, v ovariana direita drena para veia cava OBS: Ureteres: vem de trás para diante e tem intima proximidade com a. uterina Julia Habibe de Souza – turma 219 Simpática: contratilidade do miométrio Nervos derivam do hipogástrico, do plexo ovárico e do 3º e 4º nervos sacrais Útero se projeta sobre bexiga normalmente, é fletido para frente. É posterior à bexiga. *Útero gravídico: pesa sobre a bexiga (urina diversas vezes). A relação de corpo para colo: curva é quase como ângulo de 90º = útero esta flexionado sobre ele mesmo Se encontra em posição antiversofletida. Tec conjuntivo no colo: importante para sustentar útero na cavidade. Recesso entre útero e bexiga: recesso vesico-uterino; Fundo de saco posterior/saco de Douglas: recesso entre reto e útero = recesso retrouterino; É o ponto mais baixo na pelve feminina; Há fina parede entre fundo de saco e fundo da vagina O ovário é projetado na parede pélvica com tuba uterina; tuba sai da porção alta do útero Sustentação do útero na cavidade pélvica: ligamento cervical lateral e ligamento uterossacral + peso do útero transmitidopara bexiga que imprensa o canal vaginal obliquado: postura do útero ajuda na manutenção do útero na posição intrapelvica + assoalho pélvico Julia Habibe de Souza – turma 219 Medidas do útero variam com: idade, número de filhos Cérvice uterina: orifício externo do colo do útero: epitélio pavimentoso estratificado não queratinizado - epitélio cilíndrico com glândulas que produzem muco que vai preencher o canal cervical = nessa transição epitélio-escamosa é onde nascem a maioria dos canceres de útero (junção escamo-colunar); essa transição pode se alterar e migrar para fora (quando ambiente vaginal ácido agride epitélio) ou dentro Recém-nascida: sobre efeito hormonal da mãe: estimula miométrio, seu órgão genital é maior que o da criança Colo da recém-nascida é igual ao da criança: colo uterino não tem mesma quantidade de fibras mm, é majoritariamente feito de tec. conjuntivo = não tem as mesmas respostas hormonais do corpo. Julia Habibe de Souza – turma 219 Topografia normal = 10 mm Ovário direito com 7 foliculos , o maior de 10 mm Ovário esquerdo com 3 foliculos, o maior com 6 mm Sintopia: ovário na parede pélvica lateral (na criança e mulher que nunca pariu), atras do ligamento largo; São 2 gônadas femininas situadas atras do ligamento largo e preso a ele por uma prega tecidual chamada meso-ovario; Preso ao útero por ligamento próprio do ovário; recebe os vasos ovarianos, que vem dentro do ligamento suspensor do ovário: no interior correm artéria ovariana e veia ovariana; se secciona esse ligamento = secciona vascularização do ovário Cada ovário fica na depressão/fossa ovárica, delimitada por vasos ilíacos externos, a umbilical obliterada e ureter. Maior folículo = dominante; só um evoluirá e eclodirá por ciclo; Ovário policístico: folículos ovarianos maiores q 10 mm + número acima de 10 unidades para cada ovário Julia Habibe de Souza – turma 219 Substância medular no centro do órgão para onde se direcionam os folículos maduros = zona vasculosa de Waldeyer A. ováricas da aorta: para ovários e tubas uterinas Veias emergem no plexo pampiniforme; veia ovárica é formada por esse plexo Nervos são derivados do plexo hipogástrico/pélvico Cada uma é suspensa por prega peritoneal, mesossalpinge Epitélio que reveste internamente a tuba uterina é epitélio ciliado; cílios batem em direção a cavidade endometrial; Tuba é dividida em porção intramural, porção istmo, porção ampola, infundíbulo(se comunica diretamente com peritônio) Julia Habibe de Souza – turma 219 Ramos da a. uterina (com artéria de Sampson) e ovárica Linfáticos drenam para vasos uterinos e parcialmente para ováricos Nervos derivado do plexo simpático pélvico e parassimpático sacral Síndrome Fitz-Hugh-Curtis: inflamação da pelve e peritônio, forma pregas de violinho; Julia Habibe de Souza – turma 219 Tubo mm que vai do colo do útero ao exterior; Epitélio pavimentoso não queratinizado estratificado Sintopia: paredes colabadas entre si, rugosas por ação de hormônios; Parede vaginal posterior tem relação íntima com reto Tem flora bacteriana própria Fundo da vagina = fórnice posterior e fórnice anterior da vagina Terço superior é anterior à escavação reto uterina Julia Habibe de Souza – turma 219 A. vaginal, vem da a. ilíaca interna = supre mucosa e anastomosa com uterina + vesical inferior + retal média Ramo da a. uterina para colo forma A. ázigos da vagina, que anastomosa com vaginal Veias formam plexos com veia uterina, vesical e retal, terminando na v. ilíaca interna Nervos derivam do plexo e nervo pudendo Grandes lábios + monte púbico + pequenos lábios que se confluem para baixo do clitóris + 2 pregas que cobrem clitóris Clitóris homologo ao pênis e o que cobre ele é homologo ao prepúcio Abaixo dos grandes lábios: mms semelhantes aos do pênis; Glândulas vestibulares maiores: homologas às bulbouretrais do homem, em contato com bulbo Entre pequenos lábios = vestíbulo(entrada) da vagina; Tem uretra (linear e pequena= mulher tem muito mais cistite que homem) que desemboca muito próxima ao canal vaginal Julia Habibe de Souza – turma 219 Artérias provem da a. pudenda interna = a. perineal, a. do bulbo e a. profunda e dorsal do clitóris Veias drenam no plexo pudendo, esvazia nas veias vaginais e vesicais inferiores Linfáticos para linfonodos inguinais ou da ilíaca externa Nervos vem do nervo pudendo e plexo pélvico Formada por pequenos acinos, glândula túbulo-acinosa Desenvolvimento quando mulher engravida Mamilo tem ductos lactofilos Apoiada em tec adiposo, não tem mm Artérias derivadas dos ramos toráxicos da maxilar, intercostais e torácica interna Veias descrevem círculo venoso, terminando em veias axilares e torácicas internas Nervos derivam dos ramos cutâneos anterior e lateral do IV, V, VI nervos torácicos Drenagem linfática: drena mais para região axilar, o resto para cadeia mamaria interna e para região infraclavicular; se retirar glândulas devido à metástase: drenagem do membro superior também é prejudicada (edema de mms) Aula morfologia turma 219 Gray’s 20ª ed Netter, Atlas de Anatomia, 6ª edição