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ANA CAROLINA CASALI ZANETTE – 2º SEMESTRE 
Pares de nervos cranianos 
• NERVO OLFATÓRIO – 1: 
Teste 1: Aproximar café ou álcool no nariz do paciente 
com olhos fechados e 1 das narinas tampadas. Questionar 
ao paciente se ele está sentido o cheiro e do que é. 
• EXAMES OCULARES – II; III; IV; VI; 
 Nervo óptico – II: acuidade visual. 
Teste 1: Tabela de Snellen: leitura de textos em 
diferentes tamanhos 
Teste 2: Exame do trato óptico – ipsilateral: verificar se 
há algum lado lesionado (sem visão). 
 
 
 
 
Teste 3: Campimetria visual: fechar um olho do paciente 
e explorar o campo visual conforme a movimentação do 
dedo. – Questionar se está vendo a ponta do dedo e 
encontrar o ponto cego. 
Teste 4: Resposta pupilar a luz: Verificar se a pupila está 
isocórica e fotoreativa ou fotoreagente (quando não 
reage a luz) 
 Nervo oculomotor III: faz a constrição pupilar e 
movimentação ocular 
Teste 5: Fundo de olho: observar retina, vasos 
sanguíneos, papila optica. 
Teste 6: pedir para o paciente acompanhar com o olho a 
ponta do dedo sem mexer a cabeça (norte, sul, leste, 
oeste). 
 Nervo Troclear IV: pedir para o paciente 
acompanhar a ponta do dedo – Teste 6; 
 Nervo Abducente: Pedir para o paciente 
acompanhar o dedo para ver se não tem 
estrabismo. 
 
Exames Ham II 
ANA CAROLINA CASALI ZANETTE – 2º SEMESTRE 
• Nervo trigêmeo V: A parte sensitiva é o exame 
da face; A parte motora é a da mastigação. 
Teste 7: Reflexo massetérico: com um martelinho, bater 
no dedo que está segurando a mandíbula semifechada do 
paciente; 
Teste 8: Sensibilidade facial: Sensibilidade térmica (álcool 
ou água quente/fria no algodão.). Sensibilidade tátil: 
textura de um algodão. (Questionar ao paciente se está 
sentindo forte ou fraco e se está quente ou se está frio). 
• Nervo Facial VII: motricidade facial e gustação. 
Teste 9: Avaliar a simetria da face e a movimentação e 
perguntar ao paciente se o paladar está preservado. 
• Nervo trigêmeo e Nervo facial V e VII: 
Corneopalpebral 
Teste 10: testar o reflexo do paciente, tendo que fechar 
o olho ao aproximar um algodão. 
• Nervo vestibulococlear VIII: 
Teste 11: Otoscopia: verificar a integridade da membrana 
e sinais infecciosos. 
Teste 12: Teste da acuidade auditiva: esfregar os dedos 
nos dois lados e o cabelo também. 
Teste 13: Teste de Weber: No vértice da cabeça colocar 
o diapasão. Deve haver distribuição igual e sentir 
centralizada a vibração. 
Teste 14: Teste de Rinne: Vibrar o diapasão e colocar na 
extremidade óssea atras da orelha. Quando o paciente 
não sentir mais, colocar o diapasão ao lado da orelha ate 
ele parar de ouvir. O resultado normal se dá quando a 
condução aérea for maior que a condução óssea. 
• Nervo Glossofaringeo IX: sensitivo e motor. Parte 
1/3 proximal da língua. Motor é aferente 
(parassimpático) – ex: colocar o palito na língua 
próxima a úvula. 
• Nervo vago X: Parte eferente que é a vontade 
de vomito após colocar o palito na língua. 
• Nervo acessório XI: 
Teste 15: Analisar a movimentação do 
esternocleidomastoideo e trapézio, verificando a força 
também. 
• Nervo hipoglosso XII: 
Teste 16: analisar o movimento da língua para todos os 
lados. 
 
Reflexos neurológicos – uso do martelinho de 
buck 
• Tendão de Aquiles: flexão plantar do pé 
 
• Reflexo patelar: “chute” 
 
• Reflexo do tríceps: 
ANA CAROLINA CASALI ZANETTE – 2º SEMESTRE 
 
• Reflexo biciptal: 
 
• Reflexo braquioradial: 
 
Glândula Tireoide 
1º. Encontrar a tireoide: osso hioide, cartilagem 
tireóidea, cartilagem cricóidea, glândula tireoide e 
cartilagem da traqueia. 
 
2º. Fazer a inspeção, buscando feridas, assimetrias, 
lesões ou marcas. 
3º. Fazer a palpação, com o 2º e 3º dedo, em 
movimentos circulares e palpar o istmo, 
buscando nodulações, aumento de tamanho, 
alguma “coisa” dura; 
4º. Pedir para o paciente engolir para sentir a 
glândula tocar o dedo. 
5º. Ausculta da glândula, buscar sopros. 
Sistema urogenital masculino 
1º. Inspeção: observar o tamanho do pênis e 
escroto comparado a idade, alterações na pele e 
pelos. 
2º. Palpação: expor a glande do pênis e avaliar a 
coroa da glande. A textura do pênis deve ser 
macia. Verificar se não tem placas fibrosa. O 
escroto deve apresentar simetria. 
 
 
3º. Palpação dos linfonodos ignais na virilha. 
4º. Toque retal: 
 Posição: genupeitoral 
 Anuscopia: observar a borda do ânus se tem 
alguma lesão, ferida... 
 Fazer uma leve pressão no esfíncter externo e 
introduzir o dedo. 
 Avaliar tamanho e diâmetro da próstata, assim 
como textura, consistência, qualquer reclamação 
de dor. Avaliar todos os lados. 
 
 
 
 
 
 
 
Avaliar textura, modificações na pele, tamanho, cor, 
simetria, presença de placa, alterações nos pelos ou em 
alguma característica.

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