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Aluna: Thaís Ferreira Caldas Prof.: Jackeline Melazo Prurido CONCEITO O prurido é a sensação que causa o desejo de coçar a pele e é experimentado como uma sensação que surge na própria pele. É um evento extracutâneo – um produto da atividade do sistema nervoso central (SNC). O prurigo, ao contrário, caracteriza-se pelo prurido e é primariamente acompanhado de lesão papulosa. FISIOPATOLOGIA O prurido e a dor utilizam muitas ferramentas neurofisiológicas e centros de processamento similares e induzem reações autonômicas semelhantes na pele. A dor crônica e a sensibilização central ao prurido são fenômenos neurofisiologicamente relacionados. Receptores, vias neurais e percepção central Os receptores cutâneos responsáveis pelo prurido consistem em terminações nervosas livres localizadas ao nível da derme subepidérmica da pele e semi-mucosas. Estas terminações são quase todas originadas em neurónios quimio-sensitivos pertencentes a uma subpopulação de fibras do tipo C, amielínicas, que parecem ser funcionalmente distintas, sendo sensíveis à histamina e a outros pruritogénicos, mas insensíveis a estímulos mecânicos. As fibras aferentes entram na medula espinhal maioritariamente pelas raízes dorsais e os seus corpos celulares localizam-se nos gânglios espinhais (gânglio de Gasser para a face). Terminam em sinapse com interneurónios da substância cinzenta dos cornos medulares posteriores, enviam fibras que decussam através da comissura cinzenta e ajudam a formar o feixe espinhotalâmico anterolateral do lado oposto. As fibras do tipo A tem um papel na transmissão de sensações particularmente intensas de prurido, sendo conduzidas através dos cordões posteriores da medula e atingindo a área somestésica cortical após sinapse nos núcleos gracilis e cuneatus, decussação no lemnisco mediano e união sináptica a neurónios talâmicos. Substâncias moduladoras Há múltiplas substâncias endógenas e exógenas que, introduzidas na pele, induzem prurido (mediadores de prurido). Presume-se que atuem sobre as fibras nervosas deflagrando a sucessão de eventos que levam à percepção de prurido ao nível do SNC. Histamina: o protótipo dos mediadores químicos do prurido, foi a primeira a ser identificada, descrevendo-se posteriormente muitos outros mediadores cuja verdadeira importância fisiopatológica ainda se desconhece. Alguns atuam por estimulação dos receptores de prurido ou por ação direta ao nível central. Todavia, a maior parte parece agir indiretamente induzindo a libertação de outros mediadores, principalmente de histamina. A sua ação depende da ligação a receptores H1. As proteases e as cininas são pruritogénicos importantes ao induzirem a libertação de histamina ou ao estimularem as terminações nervosas receptoras. Neuropeptídios: são liberadores de histamina → substância P (potente liberador) CGRP, a endotelina, a neurotensina, o peptídeo intestinal vasoativo (VIP), a secretina e a bombesina. Outras substâncias: morfina e os opióides endógenos (encefalinas e endorfinas)→ liberação da histamina e ação direta nos centros nervosos; prostaglandinas PGE2 e PGH2→ liberação de histamina, já a PGE1 parece possuir ação pruritogênica direta. Crônica Na transmissão do prurido a nível periférico, as fibras nervosas não mielinizadas de tipo C desempenham um papel essencial. Estas dividem-se em dois grupos. Fibras insensíveis a estímulos mecânicos (CMI) são ativadas por histamina e exprimem receptores H1 e H4 e as fibras nervosas tipo C sensíveis a estímulos mecânicos e temperaturas elevadas (CMH) Neurônios exprimindo receptores de neuroquina 1 estão ligados à transmissão da dor e prurido, enquanto neurónios exprimindo receptores do péptido libertador de gastrina (GRPR). Através do trato espinotalâmico, os impulsos nervosos são transportados até ao tálamo, e desta estrutura, são distribuídos para diversos centros cerebrais. Tanto centros corticais como subcorticais participam no processamento central do prurido, incluindo centros de processamento de informação sensorial, afetiva e atividade motora. Em parte, estes centros correspondem aos centros ativados em estados de dor. Estima-se que ocorram fenómenos de cronificação, incluindo processos de sensibilização nervosa periférica e central, contribuindo para a perpetuação do sintoma e, assim, para a cronificação do estado patológico. CLASSIFICAÇÕES Quanto a fisiopatologia • Pruritoceptivo (escabiose) • Neurogênico (colestase) • Neuropático (Tumores) • Psicogênico (delírio parasitose) Quanto a clínica • Grupo I: Pele primariamente lesada. • Grupo II: Pele não lesada. Prurido de origem sistêmica, neurológica ou psiquiátrica. • Grupo III: Prurido crônico levando a alterações secundárias da pele, tais como líquen simples crônico, líquen amiloide e prurigo nodular. Quanto a etiologia O prurido é classificado em cinco categorias relacionadas com a sua origem: prurido dermatológico: surge de doenças cutâneas como eczemas, psoríase, prurido do inverno, escabiose e urticária prurido sistêmico: surge de doenças internas como doença hepática colestática primária, doença de Hodgkin, policitemia vera e determinadas condições multifatoriais, frequentemente alterações metabólicas prurido neurogênico/neuropático: surge de doenças do SNC ou periférico, como tumores cerebrais, esclerose múltipla, neuropatia, irritação ou compressão nervosa, como na notalgia parestésica e prurido braquirradial prurido psicogênico/psiquiátrico: parasitofobia prurido misto ou de superposição. prurido misto ou de superposição. Quanto a duração Aguda ou crônica (>6 semanas). PRURIDOS DE CAUSA SISTÊMICA Insuficiência renal crônica (uremia) Até 30% dos doentes com insuficiência renal crónica (IRC) em fase pré-dialítica têm prurido. Pode tratar-se de prurido localizado ou generalizado. A diálise, ao invés de melhorar o prurido, pode agravá-lo e até desencadeá-lo, de tal forma que 41 a 86% dos doentes em diálise referem prurido com maior ou menor intensidade 10. A diálise peritoneal ambulatória contínua, comparada com a hemodiálise, complica-se com prurido numa menor percentagem de casos. Continuam a ser intrigantes os mecanismos fisiopatológicos do prurido renal. Diversos mecanismos foram propostos: aumento dos níveis de histamina endógena, hiperparatiroidismo secundário e alterações do metabolismo fosfo-cálcico, xerose cutânea, neuropatia periférica, alterações das terminações nervosas receptoras justa-epidérmicas, acumulação de opióides endógenos, aumento das taxas séricas de magnésio e acumulação de vitamina A ao nível da epiderme. Doença hepática (colestase) Os sais biliares não são os mediadores do prurido associado à colestase. Nem os seus níveis plasmáticos nem a sua presença ao nível da pele se relacionam com prurido. Pode-se especular sobre a existência de um mediador ainda não identificado, se bem que uma teoria mais recente aponta a acumulação de opióides endógenos (met- encefalina e leuencefalina) como a causa do prurido colestático. Esta teoria é apoiada pelo facto dos antagonistas dos opiáceos reduzirem o prurido desses distúrbios. Doença da tireoide O hipertiroidismo é uma causa importante de prurido. A pele exibe um aspecto macio e quente. O prurido pode dever-se teoricamente a uma ativação das cininas em resposta ao aumento da taxa metabólica dos tecidos ou a uma redução do limiar do prurido devido ao calor e à vasodilatação cutânea. O hipertiroidismo também pode ser causa de urticária e angioedema. O hipotiroidismo, pelo contrário, não é causa habitual de prurido. D. mellitus (neuropatia e dis. autonômico) Os diabéticos podem referir prurido localizado às regiões genital e perianal, bem como prurido generalizado sem que se conheçam os motivos para tal. Alterações metabólicas, disfunção autonómica e neuropatia diabéticapodem ser os fatores etiológicos nesses casos. A mastocitose é também uma causa de prurido, em virtude dos mediadores químicos libertados pelos mastócitos. Pode apresentar-se somente por prurido generalizado sem lesões cutâneas evidentes. Doenças infecciosas (HIV) e parasitárias O prurido pode relacionar-se com uma dermatose (dermatoses infecciosas ou infestações, dermatite seborreica, xerose cutânea, ictiose adquirida, dermatite atópica, pitiríase rósea persistente, doença de Grover, reções liquenóides, fotodermatite psoriasiforme crónica, toxidermias, urticária, vasculites, amiloidose maculosa, síndroma hipereosinofílico, foliculites eosinofílicas, etc.), com os níveis elevados de IgE (inversamente proporcionais à contagem de CD4), com o maior grau de desgranulação dos basófilos demonstrada in vitro (abrangendo também de forma provável os mastócitos tissulares) e com alterações dos nervos periféricos (particularmente a libertação de substância P induzida pela infecção dos neurónios). Doenças hematológicas e linfoproliferativas O prurido generalizado manifesta-se em cerca de 30% dos casos de doença de Hodgkin, podendo preceder as outras manifestações da doença e associando-se a um pior prognóstico, de tal forma que há quem considere que deveria fazer parte dos sintomas “B”. Também pode ser um sintoma associado a linfomas não Hodgkin e, mais raramente, a leucemias crónicas. Os mecanismos fisiopatológicos são desconhecidos. A policitémia rubra vera manifesta-se por prurido aquagénico em cerca de 2/3 dos casos. Sugeriu-se que a serotonina e a PGE2 possam ter um papel importante na mediação do prurido relacionado com a policitémia vera. A deficiência de ferro, independentemente da causa, pode cursar com prurido generalizado numa proporção significativa de doentes. A fisiopatologia é desconhecida, podendo relacionar-se com alterações epiteliais induzidas pela ferropenia e com a perturbação de diversas vias metabólicas em que intervêm metaloproteínas contendo ferro. Neoplasia visceral O prurido pode associar-se a diversas neoplasias e ser inclusive o sintoma inicial. A sua intensidade, porém, não se correlaciona com a extensão da doença. Não são conhecidos os mecanismos fisiopatológicos, mas sabe-se que nada têm a ver com a invasão da pele por células tumorais. Podem intervir mediadores químicos produzidos pelas células tumorais ou reacções imunológicas a antigénios tumorais. Gestacional O prurido gravídico é provocado por colestase intra-hepática (na maior parte dos casos anictérica) e surge habitualmente no 3º trimestre de gestação. No entanto, também várias dermatoses pruriginosas podem complicar a evolução de uma gravidez, como o herpes gestacional, as placas e pápulas urticarianas pruriginosas da gravidez prurigo da gravidez, dermatose papular da gravidez, entre outras. Prurido por drogas e aquagênico Muitos fármacos podem causar prurido e fazem-no através de vários mecanismos que incluem a hepatotoxicidade colestática, a hipersensibilidade imunológica e as reacções idiopáticas e idiossincráticas. Da lista de fármacos implicados constam diversos antibióticos e antimaláricos, opiáceos, anti-inflamatórios não esteróides (AINE), sais de ouro, alguns psico-fármacos, bleomicina, bloqueadores dos receptores adrenérgicos, inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECA), diazóxido, amiodarona, furosemida, tiazidas, antitiroideus de síntese, estro-progestativos, dexametasona, esteróides anabolisantes, anticoagulantes orais, heparina, insulina, sulfonilureias, alopurinol, colchicina, fotoquimioterapia (PUVA), retinóides, niacina, vitaminas do complexo B e substitutos do plasma. Aquagênico: Trata-se de uma situação bem individualizada e pouco comum, em que o prurido se desenvolve após o contacto com água, na ausência de um distúrbio dermatológico que explique esses sintomas. Pode estar associado a doenças mieloproliferativas (particularmente à policitémia rubra vera), à doença de Hodgkin, ao síndroma hipereosinofílico, aos síndromas mielodisplásicos, ao xantogranuloma juvenil, ao uso de fármacos antimaláricos ou, por fim, tratar-se de uma situação idiopática. PRINCIPAIS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Diagnóstico provável Características Dermatite atópica História pessoal e familiar de atopia (rinite alérgica, asma, eczema), lesões eczematosas (localizadas geralmente nas áreas flexurais, dobras poplíteas e antecubitais, região cervical nos adultos e acometimento facial com surgimento de lesões eczematosas agudas e subagudas nas regiões malares e fronte, poupando o maciço centrofacial nas crianças), presença de xerose, hiperlinearidade palmar, queratose pilar (acentuação folicular geralmente observada na região extensora dos membros superiores), dupla prega infrapalpebral (prega de Dennie-Morgan) Dermatite de contato alérgica História de contato com substância irritante, lesões eczematosas bem delimitadas na área de contato, reação com início de 2 a 7 dias após contato. Psoríase Placas eritêmato-escamosas principalmente em áreas extensoras, região inferior do dorso, palmas, plantas e couro cabeludo. Xerose Prurido intenso, principalmente em pacientes idosos, sobretudo no inverno. Acometimento principal de dorso, flancos, abdome, extremidades e cintura Linfoma de células T Lesões eczematosas ovaladas em áreas não-fotoexpostas. Lesões eczematosas recentes em pacientes idosos. Eritrodermia esfoliativa (eritema e descamação generalizados). Presença de linfonodomegalia generalizada, associada ou não a história de emagrecimento. Escabiose História de prurido mais intenso no período noturno e acometimento de outras pessoas da mesma família. Presença de sulcos, vesicopápulas principalmente nos espaços interdigitais das mãos, axilas, cintura, nádegas, mamas, pênis, face e pés. Em crianças, ocorrem lesões também nas palmas, plantas, couro cabeludo e pescoço. Micoses superficiais Placas eritêmato-escamosas de bordas nítidas e com centro tendendo à cura, como no caso da tinha inguinal. Na tinha pedis, as lesões tipicamente se apresentam como descamação da região plantar ou maceração e descamação dos espaços interdigitais. Pediculose Presença de ovos (lêndeas) aderidos à haste dos cabelos (pediculose do couro cabeludo) ou na haste dos pelos púbicos (pediculose púbica). No caso da pediculose do corpo, caracterizada por prurido variável e urticas, as áreas comumente afetadas são interescapular, ombros, face posterior das axilas e nádegas. Liquen simples crônico Placas liquenificadas (espessamento da pele com acentuação dos sulcos e da cor própria, com aspecto quadriculado) muito pruriginosas que apresentam evolução crônica e progressiva. Liquen plano Pápulas e placas achatadas, poligonais, de coloração violácea, muito pruriginosas, localizadas ou mais comumente disseminadas. Foliculite Prurido intenso associado a presença de pústulas em áreas pilosas (tórax, dorso e coxas). Dermatite herpetiforme Prurido associado a presença de vesículas em áreas extensoras (cotovelos, joelhos, região lombossacral). Penfigóide bolhoso Lesões inicialmente urticariformes e pruriginosas, geralmente em áreas intertriginosas. Formação de bolhas tensas após aparecimento de lesões urticariformes. Doença renal História de insuficiência renal crônica (principalmente em pacientes dialíticos) associada a prurido generalizado, mais pronunciado no dorso. Colestase Sinais de icterícia, história de prurido generalizado, geralmente mais intenso em região palmo-plantar. Policitemia vera Prurido generalizado geralmente induzido por contato com água quente. Doença de Hodgkin Pacientes idosos ou com doença avançada com sintomas de queimação principalmente em extremidades inferiores. O prurido pode preceder sintomas clínicos de linfoma em até 5 anos. Urticária Presença de lesões circunscritas, elevadas e eritematosas comcentro mais pálido. INVESTIGAÇÕES As investigações devem ser priorizadas de acordo com os achados clínicos. Entretanto, em pacientes com prurido generalizado na ausência de sinais e sintomas localizadores, os exames de triagem podem ser realizados primeiro na busca de uma doença sistêmica subjacente. • Hemograma completo • Velocidade de hemossedimentação • Ureia, eletrólitos (inclusive cálcio), creatinina • Glicemia • Provas de função hepática • Provas de função tireoidiana • Raio x torácico TRATAMENTO De modo geral, o prurido pode ser tratado com corticosteroide local (creme ou pomada), corticosteroide sistêmico (excepcionalmente), anti-histamínicos, tranquilizantes, loções e emulsões antipruriginosas (mentol 0,1 a 0,2%; timol 0,5%; liquor carbonis detergens [LCD] 2 a 4%; fenol 0,5%), banhos de aveia e cipro-heptadina (fármaco antisserotonínico). A psicoterapia tem suas indicações, bem como o PUVA e, até mesmo, o simples ultravioleta B. Antidepressivos; antisserotonícos, antagonistas opioides; anticonvulsivantes; fototerapia pela luz UV. Anti-histamínicos Os anti-histamínicos anti-H1 são classificados como de 1a (prometazina, dexclorfeniramina, difenidramina, hidroxizina, clemastina, cipro-heptadina e cetotifeno) e 2a geração (cetirizina, levocetirizina, loratadina, desloratadina, ebastina, fexofenadina, bilastina, epinastina e rupatadina) e anti-H2 (cimetidina e ranitidina). Dermatoses papulopruriginosas FOLICULITE EOSINOFÍLICA A dermatose ocorrendo em pacientes jovens, com estágio de imunodepressão avançado. Caracteriza-se por pápulas, pústulas foliculares e perifoliculares, pruriginosas, em disposição anular ou policíclica, localizadas na face e parte superior do tronco e dos braços. O diagnóstico pode ser confirmado pela histopatologia, que mostra infiltrado inflamatório folicular com predomínio de eosinófilos e ausência de bactérias ou fungos. ERUPÇÃO PAPULAR DA AIDS, PRURIGO DO HIV Caracteriza-se por lesões eritematopapulosas milimétricas, muito pruriginosas, localizadas preferencialmente na face e nas porções distais dos membros superiores e inferiores. De caráter recidivante, com períodos de piora e acalmia, levam ao aparecimento de cicatrizes atróficas e hipercrômicas, ao lado de lesões recentes escoriadas, mostrando o curso crônico da afecção. Em algumas regiões da África e do Caribe, o prurigo, sobretudo em adultos, está frequentemente associado à infecção pelo HIV e sua ocorrência é indicação de pesquisa de infecção retroviral. Há tendência à melhora da sintomatologia em fases terminais da infecção, em que o desaparecimento de lesões é sinal de mau prognóstico. A histopatologia é semelhante à da foliculite eosinofílica, sem a riqueza de eosinófilos. As medicações são as mesmas usadas na foliculite eosinofílica, além de cuidados gerais, como a hidratação da pele com loções emolientes, já que a xerose é proeminente. Devem ser evitados sabonetes cáusticos, principalmente escabicidas, dando-se preferência àqueles à base de glicerina ou óleos vegetais. Os banhos devem ser frios e de curta duração, limitando o uso de sabonetes às regiões inguinal e perianal, pescoço e axilas.