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Guerra do Paraguai

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A livre navegação nos rios e os limites entre o Brasil e o
norte do Paraguai, era o motivo de discordância entre
os dois países ponto para era muito importante é que
está, sem empecilhos a província do Mato Grosso,
navegando pelo Rio Paraguai. Sabendo disto, os
paraguaios mantinham questão dos limites, associada à
livre navegação.
 O principal litígio era em relação a um território
situado à margem esquerda do Rio Paraguai, entre os
rios apa e branco, ocupado pelos brasileiros.
 Enquanto Carlos Lopes (líder do paraguai) era vivo,
Brasil e Paraguai nunca tiveram grandes conflitos.
 Após a morte de Carlos Lópes seu filho Francisco
Solano Lópes assumiu seu lugar.
 Com a invasão do Paraguai (contra Manuel Aguirre) por
tropas brasileiras em 1864, Solano Lópes considerou que
seu próprio país fora atacado.
 Argentina negou acesso em seu território, para que os
paraguaios pudessem atacar o Rio Grande do Sul, com
isso os paraguaios invadiram a Província de Corrientes,
envolvendo Argentina no conflito.
 Argentina e Brasil sempre mantiveram uma relação de
cão e gato desde o tempo da guerra da Cisplatina, mas
neste momento estavam convivendo em paz. 
O apresamento do vapor brasileiro Marquês
de Olinda, que viajava para o Mato Grosso
como o novo presidente dessa província, em
12/11/1864, em Assunção;
A invasão do Sul do Mato
Grosso por tropas
Paraguaias em 28/12/1864;
A invasão do território da Argentina,
ocupando a cidade de Corrientes e
apresamento dos navios vapores
argentinos Gualeguay e 25 de Mayo,
em 13/04/1865.
No início da Guerra da Tríplice
Aliança, a MB dispunha de 45 navios
armados. 
Com o avanço das tropas Paraguaias ao longo do Rio Paraná, ocupando a
província de Corrientes Tamandaré designou o Chefe de divisão
FRANCISCO MANOEL BARROSO DA SILVA, Para assumir a FN brasileira
que subiria ao Rio para efetivar o bloqueio do Paraguai.
Essa foi a 1a missão de Barroso após assumir o cargo em Bela Vista.
 
A força naval brasileira comandada por Barroso era constituída pela
Fragata Amazonas, vapores Jequitinhonha, Belmonte, Beberibe,
Parnaíba, Meamim,
 Araguari, Iguatemi e Ipiranga.
 
 A força naval paraguaia comandada por Pedro Inácio Mezza era
constituída pelos navios: Tacuary, Paraguary, Igurey, Ipora, Jejuy, Salto
Oriental, Marquês de Olinda e Pirabebe + 6 Chatas.
CHATA PARAGUAIA》barco fundo, sem propulsão, com canhão c/ 6
polegadas de calibre. Transportava apenas guarnição do canhão.
Almirante JOAQUIM MARQUES LISBOA (Visconde de Tamandaré) foi
designado como comandante das Forças Navais BR em operação.
Todos os navios paraguaios eram de madeira, menos o PIRABEBE
que era de ferro e a hélice.
TAQUARY 》Verdadeiro navio paraguaio de guerra 
A estratégia naval adotada por Tamandaré, foi a de negar o acesso ao
território paraguaio através do bloqueio.
Mezza se atrasou devido a problemas na propulsão de um
de seus navios (IBERA)e perdeu sua grande chance.
Após organizar a força naval Barroso passou com o
AMAZONAS.
 
 Jequitinhonha encalhou.
 
 Belmonte seguiu sozinho, recebeu fogo concentrado,
tendo que encalhar propositadamente devido avarias
sofridas.
 
 Parnaíba teve o Leme avariado.
 
 Brasileiros que lutaram até a morte na batalha naval
do Riachuelo: guarda marinha Guilherme Greenhalgh
e Marinheiro Marcílio Dias.
 
 Navios paraguaios inutilizadas por Barroso: Marquês
de Olinda e salto oriental. PARAGUARY recebeu o
Rombo no costado e caldeiras.
 
 A esquadra Paraguaia estava praticamente
aniquilada, e não teria mais participação relevante no
conflito. Estava garantido o bloqueio que impediria
que o Paraguai recebesse os encouraçados
encomendados do exterior. Pouco tempo depois a
guerra passou para o território paraguaio.
 
 
 
 Encouraçado Brasil foi o primeiro
encouraçado da MB BR, chegou em
Corrientes em dezembro de 1865.
 
 A canhoneira Ipiranga foi o primeiro
navio a hélice construído no Brasil
por Napoleão level e Carlos
braconnot.
 
 Durante a guerra do Paraguai foram
incorporados 17 navios
encouraçados.
 
 A artilharia Paraguaia ceifou vidas
preciosas como a do Tenente Mariz e
Barros comandante do Tamandaré.
Passagem de Curuzu
 Em 31 de agosto de 1866, nas tropas comandadas pelo General Manoel Marques de
Souza ( Barão de Porto Alegre), desembarcaram para atacar Curuzu. Em 2 de setembro
o encouraçado RJ foi afundado por duas minas flutuantes. Em 3 de setembro foi
conquistada Curuzu.
 
 A maior derrota da Tríplice Aliança foi a com General Bartolomeu Mittre em 22/09
quando foi atacar Curupaiti 
.
 General Luís Lima e Silva ( Duque de Caxias/patrono do exército) foi designado para o
cargo de comandante-em chefe das forças BR.
 
 Joaquim José Ignacio ( Visconde de Inhaúma) substituiu o Tamandaré na força naval,
como chefe de esquadra.
 
 Passagem Curupaiti 
 Em 15 agosto de 1867, Joaquim Ignácio comandou a passagem de Curupaiti.
Recebendo fogo das baterias em terra e obstáculos no rio participaram nessa
passagem 10 navios encouraçados.
 Após a Vitória, Joaquim Ignácio recebeu o título de Barão de Inhaúma.
 
 Em 14 de janeiro de 1865 Mittre reassumiu a presidência da Argentina, deixando o
comando para Caxias.
 
 Passagem Humaitá 
 A força naval de Joaquim Inácio intensificou um bombardeio e a divisão avançada,
comandada pelo capitão-de-mar-e-guerra Delfim Carlos de Carvalho (Barão da
Passagem), avançou Rio acima. 
 Divisão formada por 6 navios:
 3 encouraçados: Barroso, Tamandaré e Bahia.
 3 Minitores: Rio Grande, Pará e Alagoas.
 
 Nessa passagem 3 dos seis navios tiveram de ser encalhados. Alagoas foi atingido por
160 projéteis, entretanto Humaitá estava vencida. Solano López retirou-se com seu
exército.
 
 Em 25 de julho os últimos defensores abandonaram
Humaitá, que foi ocupada pelos aliados. Os aliados criaram
uma fotilha de escalares, lanchas e Canoas para bloquear a
passagem dos fugitivos pela Lagoa de Verá. Os combates
que ocorreram (corpo a corpo) ali, foi um dos episódios
mais dramático da Guerra. Participaram com bravura os
tenentes SALDANHA DA GAMA E JÚLIO DE NORONHA.
 
 O ataque de Caxias para o Sul é conhecido como a
DEZEMBRADA. Ocorreram vários combates terrestres os
quais se destacaram ITORORÓ, AVAÍ e LOMAS
VALENTINAS. 
 
 Último combate no Rio Manduvirá. Em 18170 o Paraguai
estava derrotado e seu povo dizimado.
 A Guerra foi importante para a consolidação dos Estados
nacionais na região do Rio da Prata. A Argentina se
consolidou. Para o Brasil,mobilizou o país e uniu sua
população. Foi lá que os brasileiros se conheceram, passando
a se respeitar e se entender.