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ASPECTOS ASPECTOS 
EPIDEMIOLÓGICOS DAS EPIDEMIOLÓGICOS DAS 
DOENÇAS DOENÇAS 
TRANSMISSÍVEISTRANSMISSÍVEISTRANSMISSÍVEISTRANSMISSÍVEIS
Sâmara Sales
“As doenças transmissíveis constituem
importante causa de morte e ainda afligem
milhões de pessoas, especialmente nos
países em desenvolvimento.”
� A descoberta de Fleming......
Esperança: aniquilar Esperança: aniquilar 
os microorganismos
• Trabalhou em hospitais militares durante a Primeira• Trabalhou em hospitais militares durante a Primeira
Guerra Mundial;
• Cultivava bactérias afim de observá-las;
• saiu de férias e esqueceu, em cima da mesa no
laboratório, placas de cultura de Staphylococcus
aureus;
• Ao retornar, semanas depois, percebeu algumas
placas contaminadas com mofo, algo bastante comum.
• Havia uma área transparente ao redor do mofo,
indicando que não havia bactérias naquela região.
� RESISTÊNCIA MICROBIANA......
Preocupada com consumo excessivo, ANVISA vai incluir os
antibióticos na lista de medicamentos de uso controlado.
Objetivo é combater o uso indiscriminado e a resistência bacteriana.
A DoençaA Doença
“Desajustamento ou falha nos mecanismos de adaptação
do organismo ou uma ausência de reação aos estímulos
a cuja ação está exposto.”
“O processo conduz a uma perturbação da estrutura ou
da função de um órgão ou de um sistema ou de todo o
organismo ou de suas funções vitais.”
Jenicek & 
Cléroux
A DoençaA Doença
� Categorias
Doença Infecciosa
“Doença, clinicamente manifesta, do homem ou dos animais,
resultante de uma infecção”. OPAS
Infecção: Penetração e desenvolvimento e ou multiplicação de
um agente infeccioso no organismos de uma pessoa ou animal
Infecção: Penetração e desenvolvimento e ou multiplicação de
um agente infeccioso no organismos de uma pessoa ou animal
Agente infeccioso: Ser vivo, vírico, ricketsial, bacteriano,
fúngico, protozoário ou helmíntico que, através de uma das
formas que assume no seu ciclo reprodutivo pode ser
introduzido em outro ser vivo, se desenvolver ou multiplicar-se
e, gera ou não um estado patológico manifesto
Doença Não-Infecciosa
“Doença não resultante de uma infecção”
Ex: Diabetes.
A DoençaA Doença
Doença Doença 
Infecciosas
Doenças infecciosas cujos agentes etiológicos atingem os
sadios através do contato direto desses com os indivíduos
infectados
Ex: Sarampo (Secreções oronasais), Gonorréia e outras
DSTs (contato sexual)
Doença Contagiosas
A DoençaA Doença
Doença causada por um agente infeccioso, ou seus produtos
tóxicos, que se manifesta pela transmissão deste agente ou
produto de uma pessoa, animal infectado ou reservatório a
um hospedeiro suscetível, direta ou indiretamente (vetor,
hospedeiro intermediário)
Doença Transmissíveis
hospedeiro intermediário)
Ex: Tétano (Transmissível e NÃO-CONTAGIOSA)
Esporos dispersos Esporos dispersos 
no meio ambiente
A DoençaA Doença
Apresenta todas as características clínicas típicas.
Doença Manifesta
Não apresenta Sinais ou sintomas.
Infecção Inaparente
OBS: Importante para epidemiologia.
A DoençaA Doença
São aquelas que podem levar a restrição de atividades aos
comunicantes, durante o período máximo de incubação, a
fim de evitar a propagação da doença.
EX: Cólera e Febre amarela.
Doenças Quarentenáveis
EX: Cólera e Febre amarela.
Período de Incubação: Intervalo de tempo entre a exposição
de um agente infeccioso e o aparecimento de sinais ou
sintomas da doença
Exemplo
Poucas horas: Intoxicação alimentar pela enterotoxina estafilocócica
2 a 48 horas: Botulismo
Clostridium botulinum
A DoençaA Doença
24 a 48 horas: gripe
1 a 5 dias: Cólera
Vírus influenza
7 a 14 dias: Febre Tifóide
Salmonella tiphi
Vibrião colérico
Cólera
Salmonella tiphi
14 a 21 dias: Rubéola
Salmonella tiphi
2 a 6 semanas: Raiva
2 ou mais anos: Hanseníase
Rhabdovirus 
Micobacterium leprae
Raiva
Hanseníase
A DoençaA Doença
São doenças que exigem a segregação dos indivíduos
doentes durante o período de transmissibilidade da doença,
em lugar e condições que evitem a transmissão direta ou
indireta do agente infeccioso.
Doenças de Isolamento
EXEMPLOS:EXEMPLOS:
• Tuberculose: Isolamento
respiratório (Máscara)
• Cólera: Isolamento
entérico (Uso de luvas
para lidar com as fezes)
• Infecção estafilocóccica
cutânea: contato (uso de
luvas e capote)
Período de TransmissibilidadePeríodo de Transmissibilidade
Período em que o doente está apto a transmitir a doença ao
individuo sadio, por meio direto ou indireto, ou animais em
condições de transmitir ao homem
OBS: Necessidade de respeitar esse período Evitar a 
propagação da doença na comunidade.
A DoençaA Doença
propagação da doença na comunidade.
Exemplo
� Escolas
Período Período ProdrômicoProdrômico
Neste período os sinais e sintomas apresentados pelo
paciente são geralmente incaracterísticos
OBS: Na maior parte das doenças transmissíveis este 
período dura de 1 a 4 dias.
Quadro clinico inespecífico Diagnóstico 
confirmado por exames de laboratório
Exemplo
� Coqueluche
bactéria Bordetella pertussis, 
A DoençaA Doença
bactéria Bordetella pertussis, 
Sintomatologia de um estado gripal 
Período de EstadoPeríodo de Estado
As doenças revelam-se através de seu quadro clínico
característico
� Coqueluche
Tosse paroxística
Período de convalescençaPeríodo de convalescença
Período de declínio da doença com o desaparecimento dos sintomas.
OBS: Transmissão de doenças
Febre tifóide
A DoençaA Doença
Portadores 
convalescentes
O Hospedeiro SuscetívelO Hospedeiro Suscetível
Sentido Concreto: Indivíduos Sentido Abstrato: Espécie
Hospedeiro Suscetível: Indivíduo, pessoa ou animal, ouHospedeiro Suscetível: Indivíduo, pessoa ou animal, ou
a espécie humana ou outra que em condições naturais,
penetrada por bioagentes patogênicos concede subsistência
a estes, permitindo-lhes seu desenvolvimento ou
multiplicação.
Espécie Refratária: Espécie humana ou outra que
penetrada por bioagente patogênico inviabiliza seu
desenvolvimento ou multiplicação.
O Hospedeiro SuscetívelO Hospedeiro Suscetível
Indivíduo suscetível ou Infectável: Pessoa ou animal
sujeitos a uma infecção.
Indivíduo Resistente: É aquele que, por via de algum
mecanismo natural ou através de imunização artificial,
tornou-se capaz de impedir o desenvolvimento, em seutornou-se capaz de impedir o desenvolvimento, em seu
organismo, de agentes infecciosos.
Não-Expostos
Suscetíveis-Expostos
Expostos, porém resistentes
O Hospedeiro SuscetívelO Hospedeiro Suscetível
Doentes Portadores
Sistema de defesa com o qual o organismo impede a difusão
ou multiplicação de agentes infecciosos que o invadiram ou os
efeitos nocivos dos seus produtos tóxicos.
Aplicável em ambiente natural e para condições 
artificialmente introduzidas pela atividade do 
ResistênciaResistência
artificialmente introduzidas pela atividade do 
homem
Característica 
adquirida
Age sobre a 
Variabilidade 
gênica
Estado atual Estado atual 
de saúde
Sexo
Patrimônio Patrimônio 
genético
Nutrição
Associada a...
ResistênciaResistência
Curva de ResistênciaCurva de Resistência
Evolução e Desenvolvimento da Resistência
Resistência NaturalResistência Natural
Capacidade de resistir a doença independente do prévio
contato com o agente ou fator determinante para produção de
anticorpos ou reação específica dos tecidos.
Resulta de fatores intrínsecos: Anatômicos ou fisiológicos
ResistênciaResistência
Fenômeno que traduz a ação do 
processo seletivo e evolutivoExemplo:Exemplo:
Baixa resistência das populações indígenas isoladas, a infecções que,
são pouco virulentas nas populações civilizadas.
Gripe
ImunidadeImunidade
Estado de resistência, geralmente associado à presença de
anticorpos que possuem ação específica sobre o
microrganismos ou suas toxinas.
Natural Artificial
Desenvolve-se através do contato 
induzido artificialmente com o 
Desenvolve-se através do contato 
espontâneo com o agente ou fator induzido artificialmente com o 
agente ou fator determinante 
espontâneo com oagente ou fator 
determinante 
Passiva Ativa
Via 
Transplacentária Infecção
Passiva Ativa
Soro Vacinação
Vacina Soro 
• Contém agentes
infecciosos inativados ou
produtos deles que induzem
a produção de anticorpos
pelo próprio organismo da
pessoa vacinada.
• Contém os anticorpos
necessários para combater
determinada doença ou
intoxicação.
ImunidadeImunidade
PassivaAtiva
pessoa vacinada.
• Tem poder preventivo.
• Tem poder curativo.
intervalos 
de 5 dias 
Passados 30 dias, o sistema 
imunológico do animal cria 
anticorpos que neutralizam a ação 
do veneno. Então, retiram-se de 6 
a 8 litros de sangue do cavalo em 
intervalos de 48 horas
Plasma
Agem apenas como transportadores de agentes infecciosos
Vetores Mecânicos
Vetores Biológicos
Ex: A mosca doméstica transporta
microrganismos acidentalmente ao pousar sobre
material infectante. Podem conduzir internamente.
Vetores Biológicos
Aqueles nos quais os microrganismos desenvolvem
obrigatoriamente uma fase do seu ciclo vital antes de serem
disseminados no ambiente ou inoculados em novo hospedeiro
Ex: Insetos anofelinos (Malária)
TransmissãoTransmissão
Levar ou fazer passar algo de um ponto a outro
O que???O que???O que???O que???
De Onde???De Onde???De Onde???De Onde???
Para Onde????Para Onde????Para Onde????Para Onde????
Por que Meios???Por que Meios???Por que Meios???Por que Meios???
Transmissão de Agentes InfecciososTransmissão de Agentes Infecciosos
Processo pelo qual o agente infeccioso, oriundo de um indivíduo infectado,
pessoa ou animal, com passagem ou não por intermediários vivos ou objeto ou
material inanimado, tem acesso ao meio interno de um novo hospedeiro.
ElosElos nana transmissãotransmissão dede bioagentesbioagentes patogênicospatogênicos
Saída do agente infecciosoSaída do agente infeccioso
A saída do agente infeccioso de sua relação parasitária atual do meio interno
do indivíduo infectado corresponde à sua entrada no ecossistema ou, então,
à penetração direta em outro hospedeiro infectável.
Principais veículos de doenças transmissíveisPrincipais veículos de doenças transmissíveis
Fazem a intermediação entre reservatório e hospedeiro
Saída do agente infeccioso
PenetraçãoPenetração emem umum hospedeirohospedeiro intermediáriointermediário
(integrante(integrante dada biocenose)biocenose)
1- O agente infeccioso apenas passa pelo trato gastrintestinal sem sofrer
multiplicação ou desenvolvimento
2- Desenvolve etapa biológica que depende do hospedeiro intermediária para2- Desenvolve etapa biológica que depende do hospedeiro intermediária para
ser realizada.
Material de origem vital produzido em processo fisiológico ou patológico por
organismos vivos e que quando destacados destes, carreia consigo formas de
sobrevivência do bioagente infectante
Saída do agente infeccioso
Saída do agente infeccioso
1- Eliminação natural;
2- Extração mecânica;
3- Morte de indivíduos infectados.
11-- EliminaçãoEliminação naturalnatural11-- EliminaçãoEliminação naturalnatural
Processo pelo qual um organismo infectado expele para o exterior, por ação
de força propulsora natural, contingentes de bioagentes infectantes sem a
interferência de auxílios externos.
Ex: O Treponema palidum (Sífilis) é eliminado com
exsudatos de lesões cutâneas úmidas, com a saliva, o
sêmen, as secreções vaginais ou transferido da mãe
para o feto por via plancentária.
Saída do agente infeccioso
22-- EliminaçãoEliminação MecânicaMecânica
Processo pelo qual bioagentes patogênicos são retirados de seu hospedeiro
atual conjuntamente com o substrato onde se encontram no ser vivo, por
intermédio de agentes vivos ou inanimados.
Ex: - Uso de seringas (AIDIS, Sífilis, doença de chagas eEx: - Uso de seringas (AIDIS, Sífilis, doença de chagas e
hepatite B).
-Auxílio de mosquitos.
33-- MorteMorte dede InfectadosInfectados
Morte do hospedeiro infectado e com o uso, como alimento, de partes do
seu corpo.
Ex: Cisticercos de Taenia solium e saginata veiculados no
músculo de porco e gado abatidos, triquinelose
(triquinella spiralis) larvas veiculadas pela carne crua ou
mal cozida (porco)
Estágio do agente infeccioso 
no Ambiente
EstágioEstágio infectanteinfectante
O agente infeccioso passa no meio
interno de um hospedeiro
EstágioEstágio nono AmbienteAmbiente
O agente infeccioso passa fora do
organismo do hospedeirointerno de um hospedeiro
definitivo
organismo do hospedeiro
Poderá ser efetivado por passagem em
hospedeiro intermediário ou por uma
etapa de vida livre, ou os dois
seguidamente.
AoAo ser,ser, provisoriamenteprovisoriamente liberadoliberado
dada relaçãorelação parasitáriaparasitária comcom oo
hospedeirohospedeiro
Viverá uma etapa do seu ciclo
biológico
Importância no Mecanismo de
transmissão: permita ao
bioagente infectar de imediato
um no hospedeiro ou contaminar
o ambiente com possibilidade
futura de infectar outro
hospedeiro
Estágio do agente infeccioso 
no Ambiente
Em geral, a eliminação de helmintos nas fezes não tem importância no
processo transmissivo.
O verme adulto em vida livre não é capaz de seqüenciar o 
seu ciclo biológico através de estágios infectantes.
Curiosidade: Proglotes de taenia eliminadas podem ser ingeridas pelo porcoCuriosidade: Proglotes de taenia eliminadas podem ser ingeridas pelo porco
causando cisticercose (taenia solium). Seqüência do 
ciclo
Alguns bioagentes dependem estritamente da vida parasitária, perecendo
em pouco tempo fora do seu hospedeiro
Ex: Virus. Requer contato direto entre o infectado e o infectável ou um vetor
que extraia do hospedeiro atual e reinjete em no novo hospedeiro.
Ex: Contato direto: Sarampo, Caxumba, Varíola e Gripe.
Vetor: Febre amarela
Resistência a vida livre: Hepatite A e poliomielite (veiculados pela água e
alimentos)
Estágio do agente infeccioso 
no Ambiente
MaturaçãoMaturação
Algumas formas de vida dependem do ecótopo para amadurecerem e se
tornarem infectantes (seja para um hospedeiro definitivo ou vetor biológico)
Ex: Helmintos parasitas. Ascaris lumbricoides pode
necessitar de um tempo médio de 3 semanas apósnecessitar de um tempo médio de 3 semanas após
eliminação com as fezes para se tornar maduro e,
portanto infectante.
Os ovos de schistosoma mansoni eliminados
devem ter contato com a água para que se dê a
eclosão (liberação dos miracídios infectantes para
os moluscos)
Estágio do agente infeccioso 
no Ambiente
MultiplicaçãoMultiplicação
� Cultura in vitro;
� Agentes responsáveis pela intoxicação alimentar que se
multiplicam em alimentos mal acondicionados, mal conservados
ou ainda contaminados por pessoas infectadas;
�Microrganismo de difícil reprodução in vitro;
Estágio do agente infeccioso 
no Ambiente
DesenvolvimentoDesenvolvimento
Alguns parasitas devem ter parte de seu ciclo biológico passsada no
ecossistema.
Ex: Ciclo biológico dos Ancilostomídeos
Ovos do verme 
eliminados com as 
fezes e depositados 
sobre o solo.
Amadurecimento 
(formação de 
larva) eliminada 
com eclosão do 
ovo
Larva 
Filarióide
Larva 
Filarióide
infectante
Estágio do agente infeccioso 
no Ambiente
DesenvolvimentoDesenvolvimento
Padrões de agentes infecciosos que necessitam de hospedeiro
intermediário
1- O bioagente não desenvolve suas etapas biológicas fora de um
hospedeirohospedeiro
2- O agente infeccioso passa parte de seu ciclo biológico em vida livre
e parte em vida parasitária.
A etapa do ciclo vivida no hospedeiro intermediário poderá assumir o
caráter de propagação, desenvolvimento ciclico ou desenvolvimento
ciclico propagativo:
Estágio do agente infeccioso 
no Ambiente
DesenvolvimentoDesenvolvimento
1- Propagação
Multiplicação sem desenvolvimento. A população de bioagentes, que tem
acesso ao hospedeiro intermediário, reproduz indivíduos idênticos e estes
dão origem a outrosdão origem a outros
Ex: Os vírus transmitidos por artrópodes
2- Desenvolvimento cíclico
Desenvolvimento sem multiplicação. O bioagente passa por uma série de
mudas, cumprindo os estágiosbiológicos do seu ciclo. Ao término do ciclo o
número de indivíduos é igual ao número daqueles que tiveram acesso ao
hospedeiro.
Ex: Nematóide dewuchereria bancrofti
Estágio do agente infeccioso 
no Ambiente
Ex: Nematóide dewuchereria bancrofti
Indivíduos adultos 
(Sistema linfático do 
homem) depositam 
ovos que eclodem 
Mosquitos 
conseguem extraí-
las ao sugar o 
No interior do hospedeiro 
intermediário passa por 
vários estágios Larvários ovos que eclodem 
dando embriões 
(microfilárias)
las ao sugar o 
sangue de 
infectados
vários estágios Larvários 
(qde igual a inicial)
Estágio do agente infeccioso 
no Ambiente
DesenvolvimentoDesenvolvimento
3- Ciclo Propagativo
Multiplicação com desenvolvimento. A população de bioagentes, que tem
acesso ao hospedeiro intermediário, reproduz indivíduos idênticos e estes
dão origem a outrosdão origem a outros
Ex: Os plasmódios malarígenos.
Ao final da etapa do ciclo que se passa no hospedeiro
intermediário, a carga infectante do bioagente é bem
maior que aquela que foi extraída da fonte de infecção.

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