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INSTITUTO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TEORIA E PRODUÇÃO TEXTUAL PROF.: LISANDRA CLIMENE BONOTTO TURMAS: 101 A 118 O TEXTO: LEITURA, COMPREENSÃO E PRODUÇÃO Orientações para realização desta atividade: Realize esta atividade seguindo as ordens das questões, ou seja, siga todo o roteiro das questões na ordem indicada. Responda as questões no próprio material. No final, há um gabarito para reescrever à caneta, com nitidez, as respostas. Somente este gabarito será devolvido para a escola. O restante do material, guarde em sua pasta de conteúdo. Não esqueça de colocar o nome e a turma. E o mais importante: se o assunto é leitura, leia com atenção todo o material aqui proposto. Estude esse material. Vamos ao estudo?! APRESENTAÇÃO Embora as questões da introdução pareçam bobas, elas têm relevância para o estudo desta atividade. O que veremos a seguir é que ler não é de fato uma atividade simples. Ela requer alguns passos para que possamos chegar à compreensão do texto. Atualmente, temos variados textos que circulam de diferentes formas, as quais temos acesso: placa de rua, propaganda na TV ou em Outdor, bula de remédio, receita, bilhete, pesquisa sobre algum assunto, notícia… Enfim, são inúmeros textos, os quais chamamos de gêneros, que nos cercam todos os dias. É importante entender que: Por trás de um texto, há uma pessoa (AUTOR) que escreve com o PROPÓSITO de transmitir uma MENSAGEM para uma outra pessoa( LEITOR). Para isso, esse autor utiliza um meio (CANAL) para divulgar seu texto, utilizando uma LINGUAGEM( língua escrita ou imagens, desenhos, símbolos, entre outros). Portanto, nunca escrevemos um texto para que não seja lido, compreendido e até mesmo julgado por alguém. Sempre há um objetivo. Nesta atividade, vamos ver como se estuda um texto para melhor o compreender, vamos falar sobre uma realidade que afeta nosso País neste momento e, claro, vamos produzir um texto para que mais pessoas conheçam nossa opinião sobre tal assunto que será abordado. 2 Atividade 1 Interpretação textual 2. Na charge, além da critica à arte moderna presente na fala do personagem, é possível identificar ainda outra crítica. Esta outra crítica está relacionada ao seguinte aspecto: (A) moral (B) estético (C) econômico (D) acadêmico 3. No segundo quadro da tira, a minhoca se esconde para não ser notada pelas cobras. Essa tentativa de desaparecimento da personagem é enfatizada pelo uso do seguinte recurso: (A) caráter exclamativo de uma fala (B) movimento conjunto das cobras (C) ausência da moldura do quadro (D) presença de personagens distintos 4. No último quadro, a fala da minhoca revela uma reação comum das vítimas de discriminação. Essa fala deixa subentendida a intenção da personagem de: (A) atacar o opressor com alguma iniciativa (B) questionar a razão de vários preconceitos (C) aceitar sua condição de certa inferioridade 1. Ao formular sua crítica, o personagem demonstra certo distanciamento em relação à arte moderna. Uma marca linguística que expressa esse distanciamento é o uso de: (A) terceira pessoa (B) frase declarativa (C) reticências ao final (D) descrição do objeto 3 (D) transferir seu problema para outro grupo 5. Na tira, as duas cobras estão dialogando entre si, quando a minhoca interfere. Nessa situação, a repetição e o tom exclamativo da fala da minhoca destacam principalmente a seguinte característica da personagem: (A) raiva (B) ansiedade (C) intolerância (D) contrariedade Como ler? Ler é um processo de busca de significado sobre o que o texto diz. Para chegar a esse significado é preciso que se identifique e conheça melhor alguns elementos presentes no texto. Na apresentação, vimos que todo texto possui: AUTOR - MENSAGEM - LEITOR - CANAL - LINGUAGEM - OBJETIVO. Mas, há outros elementos que precisamos identificar e compreender. Vamos começar falando do significado das palavras. Quanto mais amplo for o nosso conhecimento sobre os significados de uma determinada palavra, mais facilmente compreenderemos um texto. É importante, por mais que seja chato, buscar conhecer o significado dos vocábulos(palavras), os quais desconhecemos. Uma dica: anote o significado do lado da palavra ou em uma folha, caso o livro ou material não seja seu. A interpretação Interpretar significa determinar o sentido preciso de um texto ou de uma lei; explicar o sentido de ; entender; julgar. Interpretar supõe acrescentar sentido, ler nas entrelinhas, preencher os vazios e, dentro dos limites de determinado material, ampliar o conteúdo. 1. Inferência( conhecimento de mundo) Observe a tirinha do Chico Bento 4 Através do desenho e da fala de Chico Bento, é possível saber que se trata de um desmatamento, mas, na fala de Magali, precisamos acionar o nosso conhecimento de mundo para saber qual a relação do rio “estar vazio”, ou seja, seco e o desmatamento que envolve o lugar por onde passa esse rio. A tira não expõe essa relação de forma explícita( direta), mas está implícito( subentendido) na mensagem que o Maurício de Souza quer transmitir. Você sabe que relação é essa? RESUMIDAMENTE: o desmatamento e as queimadas causam sérios danos às florestas e outros tipos de vegetação deixando o solo descoberto e matando os microrganismos e a vida do solo. Este solo sem proteção da cobertura vegetal pode ficar endurecido pela ação das gotas da chuva, o que irá reduzir a velocidade e quantidade de infiltração da água. Desta forma, há um conhecimento que precisamos ter para compreender partes de um texto em que as ideias estão subentendidas, quer dizer, não foram expressas diretamente no texto. Então, é importante pesquisar elementos presente num texto e que desconhecemos o assunto. 2. Os interlocutores O interlocutor é cada um que faz parte de uma comunicação. Então, quando um candidato a vereador planeja um discurso para seu futuro eleitor, os interlocutores desta relação de comunicação são: o candidato e o eleitor. Dependendo do objetivo de um texto, ele terá um leitor mais específico ou mais amplo. No caso do candidato, o seu interlocutor normalmente será alguém que já o conhece ou vota no mesmo partido e pessoas que tenham ideias semelhantes ao político. Assim, fica mais fácil dele convencer o eleitorado. Outro exemplo: um site que dá dicas sobre tatuagem direciona-se mais para pessoas que não são tão tradicionais na sua concepção a respeito do corpo. Até uma propaganda de viagem tem um público mais específico, dependendo do lugar a ser anunciado. Mas, há também os textos voltados para um público mais amplo, como por exemplo, as notícias. E por que isso conhecer os interlocutores é importante? Porque será mais fácil identificar a intencionalidade do texto, o objetivo do mesmo, assim como, perceber as dificuldades que teremos para compreender um texto que é direcionado, por exemplo, para um médico. 3. O tema É importante também identificar o tema, o foco, ou o assunto principal de que trata o texto. Os títulos, muitas vezes, já dão uma prévia do que pode ser esse assunto. Mas, não confunda título com tema. O título é o nome que dou ao meu texto e que deve ter relação com o tema. 4. A síntese É fundamental que você sempre leia o texto, na primeira vez, sem o compromisso de assinalar algo. Caso não dê tempo para isso, vá lendo o texto por partes, retorne no início dessa parte, e comece a elaborar a síntese, ou seja, o resumo desse texto. Como fazer isso? Marcando as ideias principais em cada parágrafo. Observe qual é a informação mais(principal) e qual é a menos( secundária) importante em cada trecho lido. 5 5. O pressuposto Não esqueça que todo texto segue uma sequência. Para avançar na leitura, é preciso compreender o que foi dito ou relacionado anteriormente. 6. A intertextualidadeObserve a charge de Laerte: A cena é bem conhecida de todos: trata-se do reconhecimento de um suspeito de um crime por uma testemunha. Sabemos disso, porque no nosso conhecimento de mundo, vimos essas cenas em muitos filmes e séries. Outro dado que é preciso conhecermos, são os personagens: Descartes, Sócrates, Marx, Nietzche e Sartre. Todos filósofos. Todos eles abordaram em seus estudos o seguinte questionamento: Quem somos? Portanto, a frase que aparece, provavelmente da testemunha, se refere aos textos produzidos por esses filósofos. Desta forma, intertextualidade é quando usamos a referência de um texto, como o que foi produzido pelos diferentes filósofos, em outro texto, que é a charge de Laerte. Quando não temos a percepção da presença desse outro texto e o que ele significa, podemos ter dificuldade de compreender o texto que temos em mão. Prática Não se assuste! Leitura requer prática. Quanto mais lemos, mais conhecimento de mundo temos, mais textos de autores diferentes conhecemos e mais relações conseguimos estabelecer num texto. Por isso, vamos à prática! 6 Atividade 2 Leia o texto a seguir e responda as questões. Mas, não esqueça: faça a primeira leitura somente para conhecer o conteúdo do texto. Depois releia, observando os passos dados anteriormente e somente depois responda as questões. EXIGÊNCIAS DA VIDA MODERNA Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro. E uma banana pelo potássio. E também uma laranja pela vitamina C. Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes. Todos os dias deve-se tomar ao menos dois litros de água. E uriná-los, o que consome o dobro do tempo. Todos os dias deve-se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão). Cada dia uma Aspirina, previne infarto. Uma taça de vinho tinto também. Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso. Um copo de cerveja, para… não lembro bem para o que, mas faz bem. O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber. Todos os dias deve-se comer fibra. Muita, muitíssima fibra. Fibra suficiente para fazer um pulôver. Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente. E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada. Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia… E não esqueça de escovar os dentes depois de comer. Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax. Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia. Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma. Sobram três, desde que você não pegue trânsito. As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia. Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma). E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando. Deve-se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações. Ah! E o sexo! Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina. Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução. Isso leva tempo – e nem estou falando de sexo tântrico. Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação. Na minha conta são 29 horas por dia. A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo! Por exemplo, tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes. Chame os amigos junto com os seus pais. Beba o vinho, coma a maçã e a banana junto com a sua mulher… na sua cama. Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e se sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésio. Agora tenho que ir. É meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro. E já que vou, levo um jornal… Tchau! Viva a vida com bom humor!!! 7 Luís Fernando Veríssimo http://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo 01. A crônica é um gênero textual que tem como objeto de estudo e análise o cotidiano. A excelente crônica de Luís Fernando Veríssimo retrata muito bem a) as angústias dos seres humanos e os medos que todos nós temos de lidar com os problemas da vida. b) o descaso que os seres humanos têm com a sua própria saúde e com a sua vida emocional. c) as alegrias que alimentam o nosso cotidiano e fazem a vida ter mais sentido. d) o desespero das pessoas em alcançar um padrão de vida surreal e que não faz nada bem ao espírito. e) as cobranças a que somos submetidos todos os dias através da mídia, da divulgação de pesquisas e dos comportamentos idealizados pela sociedade. 02– Percebe-se claramente o aspecto de humor do texto através de: a) Ironia ao fato de que nem todas as recomendações são benéficas ao homem. b) Uso da linguagem despudorada que recomenda absurdos à rotina das pessoas. c) Obscuridade nas tarefas que são sugeridas aos homens. d) Sátira pelo excesso de tempo disponível que as pessoas têm. e) Sátira às tantas recomendações para alcançar uma vida saudável e prazerosa. 03. Ao dizer “Viva a vida com bom humor!!!”, no final do texto, o escritor deixa implícita a ideia de que a) devemos tentar fazer o melhor possível, pois, mesmo que não consigamos realizar tudo, teremos tentado concretizar o que for possível. b) devemos fazer da vida uma piada, uma anedota, pois os sérios sofrem mais por não conseguirem realizar as exigências da vida moderna. c) devemos simplesmente viver, com descontração, sem nos preocupar tanto com essas exigências da vida moderna. d) devemos valorizar as boas amizades e não considerar os sentimentos ruins que muitas pessoas querem que sintamos. e) devemos dar menos importância aos problemas da vida e aproveitar o que ela tem de bom a nos oferecer. 04. Quanto ao uso da língua portuguesa, pode-se dizer que Luís Fernando Veríssimo a utiliza nesse texto de uma maneira mais a) formal b) técnica c) erudita d) informal e) regional 05. Para o texto ficar mais descontraído e aproximar-se do leitor, o autor faz uso de quais estratégias linguístico-textuais? I. O uso de muitas palavras no grau diminutivo, grau este que transmite um certo carinho ao leitor. II. Frases e períodos curtos para o texto se tornar mais leve e a leitura ser mais dinâmica. III. O uso do pronome você estabelece um diálogo do autor com o seu leitor, mostrando uma certa intimidade. IV. A preferência pelo verbo no presente para aproximar o leitor da época em que o texto foi escrito. V. O uso de verbos no imperativo em tom de ordem para deixar claro o distanciamento entre o autor e o leitor. VI. O uso de verbos na 1ª pessoa do plural que faz com que o autor compartilhe com os leitores as angústias vividas. a) Estão corretos os itens II, III, e VI. b) Estão corretos os itens III, IV e VI. c) Estão corretos os itens I, II e V. d) Estão corretos os itens I, III e VI. e) Estão corretos os itens III, IV e V. 06. Como solução para o ser humano conseguir realizar tantas exigências, o autor aconselha, ironicamente, http://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo 8 a) selecionar as mais importantes para a sua vida. b) estipular metas e lutar pela realização delas. c) quebrar as regras sociais e fazer o que tiver vontade. d) fazer várias ações ao mesmo tempo. e) administrar o tempo para realizar tudo o que for possível.07. Em muitos momentos do texto, o autor usa verbos no imperativo, como em “Beba o vinho, coma a maçã e a banana junto com a sua mulher… na sua cama”. O uso do imperativo no período em destaque tem o objetivo de a) dar uma ordem. b) narrar um fato. c) fazer um pedido. d) propor uma sugestão. e) fazer uma recomendação. 08. Ao comparar as amizades a uma planta, o autor tem a intenção de: a) Comparar as amizades às plantas, pois ambas são companhia ao homem. b) Distinguir as amizades das plantas, já que não há nenhum traço que as associe. c) Associar as amizades às plantas, pois ambas precisam ser cuidadas. d) Reconhecer a similaridade entre a importância que cada uma representa na vida do homem. e) Conscientizar sobre a necessidade de cuidado ambiental com as plantas que merecem tanta atenção quanto as amizades. CRÔNICA • A palavra crônica deriva do Latim chronica, que significava, no início da era cristã, o relato de acontecimentos em ordem cronológica (a narração de histórias segundo a ordem em que se sucedem no tempo). Era, portanto, um breve registro de eventos. CARACTERÍSTICAS DA CRÔNICA Texto curto, com linguagem simples (fácil) e próxima ao leitor; Relata de forma artística e pessoal fatos colhidos no noticiário jornalístico e no cotidiano. É um texto que pode ser escrito em primeira ou terceira pessoa; O narrador pode participar dos fatos e refletir sobre eles como personagem ou observador daquilo que narra ou comenta. Texto que tem por objetivo divertir e/ou refletir criticamente sobre a vida e os comportamentos humanos. Pode apresentar os elementos básicos da narrativa: fatos, personagens, tempo e lugar; e o espaço são normalmente limitados. Geralmente, as crônicas apresentam linguagem simples, espontânea, situada entre a linguagem oral e a literária. Isso contribui também para que o leitor se identifique com o cronista, que acaba se tornando o porta-voz daquele. TIPOS DA CRÔNICA A crônica é um gênero textual muito presente em jornais e revistas. Em geral, os assuntos abordados em textos desse tipo são voltados ao cotidiano das cidades – a crônica pode ser entendida como um retrato verbal particular dos acontecimentos urbanos. Os bons cronistas são aqueles que conseguem perceber, no dia a dia de suas vidas, impressões, ideias ou visões da realidade que não foram percebidas por todos. Embora não seja uma regra, as crônicas costumam tratar de assuntos mais leves e de um modo humorístico. Crônica narrativa - A crônica narrativa é aquela que contém apenas elementos da narração em sua estrutura, ou seja, que apresenta personagens, tempo, espaço e enredo. Nessas crônicas, não há longos trechos reflexivos ou argumentativos, como é comum naquelas publicadas em jornais. O assunto da crônica narrativa é, em via de regra, um tema vinculado ao cotidiano das cidades. 9 Crônica jornalística - A crônica jornalística pode ser caracterizada como um gênero que mistura fragmentos narrativos – em geral, pequenos fatos cotidianos são contados para, em seguida, promover-se uma reflexão sobre eles – e trechos mais longos de reflexão e argumentação sobre o fato narrado. Por ser publicada em jornais, é esperado que o tema da crônica jornalística seja de interesse de um grupo social e não apenas do próprio cronista. Normalmente, os principais acontecimentos do dia ou da semana anterior são os assuntos redigidos nas crônicas jornalísticas. Crônica humorística - Uma das marcas das crônicas narrativas e jornalísticas é, em geral, ter um enfoque humorístico acerca das cenas e acontecimentos cotidianos. Para atingir esse grau de comédia, cada cronista adota um estilo particular – há aqueles que usam da ironia para marcar sua linguagem, há outros que abordam assuntos cômicos por natureza, ou ainda os cronistas que constroem discursos engraçados por meio de associações inusitadas. Quanto mais original e criativa, melhor será a crônica. Crônica dissertativa - A crônica dissertativa pode ser escrita em primeira ou terceira pessoa do plural. Ela traz à tona o ponto de vista do autor sobre o assunto em foco. Crônica histórica - Ao contrário da crônica jornalística, que destaca eventos recentes, a crônica histórica relembra episódios passados. FIM DA ATIVIDADE BOM TRABALHO!