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Embriologia Gametogênese ➢ Constituintes do aparelho reprodutor masculino: ➢ Gônadas-> testículos ➢ Vias genitais-> intratesticular: túbulos seminíferos, túbulos retos, rede testicular e túbulos eferentes; extratesticular: epidídimo e ducto deferente. Genitária externa: pênis e saco escrotal. ➢ Glândulas acessórias: vesícula seminal, próstata e bulburetral. A uretra não é considerada via genital, ela só é a passagem para a urina e o sêmen ➢ Dentro dos lóbulos as células de Sertoli são responsáveis para fazer com que as células espermáticas se desenvolvam. Funções: nutrição, fagocitose do citoplasma, inibina (regula a produção exagerada de sptzs) ➢ Espermatogônia->Espermatócito I- >Espermatócito II->Espermátide ➢ A espermiogênese compreende numa citodiferenciação e maturação ➢ Os sptzs são formados por cabeça, peça intermediária e cauda ➢ Túnica albuginea-> cobertura fibrosa do testículo ➢ Em cada lóbulo tem de 4 a 8 túbulos seminíferos ➢ O tecido intersticial, que fica entre os túbulos seminíferos apresenta células (células intersticiais ou células endócrinas ou células de Leydig), essas células são responsáveis pela produção dos hormônios andrógenos masculinos (testosterona e estrógeno ➢ O epidídimo é uma estrutura esférica que tem uma luz que recebe os sptzs produzidos nos túbulos seminíferos. Nesse local há estereocílios. ➢ Túbulos que antecedem o ducto deferente: túbulo seminífero, tubo reto, rede testicular, tubo eferente, epidídimo e ducto deferente ➢ O ducto deferente tem contato com as glândulas ➢ O sistema neuroendócrino é responsável por todo esse processo. O hipotálamo é responsável pela secreção do GNRH, o qual sensibiliza a adenohipófise a produzir o FSH e o LH. O LH atua nas células de Leydig, as quais, a partir de então produzem estrógeno e testosterona. O FSH atua nas células de Sertoli, fazendo com que elas produzam ABP (proteína de ligação a andrógenos, que tem uma íntima relação com os eventos que são direcionados a partir do túbulo seminífero, condução da testosterona e estrógeno para dentro do túbulo seminífero). A testosterona ligada ao ABP é responsável por manter a espermatogênese, mas um outro percentual da testosterona fica no túbulo seminífero e sofre modificação, pela ação das células de Sertoli, e se transforma (assim como o estrógeno) em DHT (dehidrotestosterona) e estradiol, que são responsáveis pela manutenção dos caracteres secundários ➢ Constituintes do aparelho reprodutor feminino: ➢ Gônadas-> ovários ➢ Vias genitais-> tuba uterina, útero e vagina ➢ Glândulas acessórias-> mamárias e vestibulares (maiores ou Bartholin e menores ou Skene) ➢ Genitália externa-> vulva (região externa do órgão genital), grandes e pequenos lábios e monte pubiano (monte de vênus) ➢ Quando as células germinativas primordiais (saem do saco vitelínico) chegam na gônada elas se caracterizam em ovogônias, as quais sofrem mitose, quando elas sofrem a primeira meiose passam a se chamarem de ovócito I. O encontro das células somáticas (do cordão sexual secundário, que passam a ser chamadas de células foliculares) com o o ovócito forma o folículo ovariano primordial. ➢ No caso da mulher, a ovogênese ocorre em dois momentos. Na vida intrauterina, pré-natal, há formação dos folículos primordiais. Quando o bebe nasce, esses foliculos primordiais vão se modificando, há uma redução desses folículos, há a morte de alguns ovócitos,permanecendo assim só as céulas foliculares, formando um novo folículo, chamado de folículo em atresia ➢ Os folículos primordiais que restaram darão origem aos folículos primários (as células folículares deixam de ser planas e passam a ser cúbicas). A membrana do ovócito junto com as células foliculares cúbicas formam a Zona Pelúcida. ➢ O folículo primordial tem, portanto, células foliculares planas e ovócito I. O folículo primário as células foliculares são formadas por células cúbicas que possuem a capacidade de síntese de uma glicoproteína que passa a acompanhar o folículo primário (denominada zona pelúcida). ➢ A transição do folículo primordial para o primário ocorre na primeira infância ➢ As células foliculares cúbicas começam a aumentar de tamanho e camadas (pré-adolescencia) ➢ O folículo secundário apresenta ovócito, ZP e mais de uma camada de células foliculares cúbicas ➢ As células foliculares produzem FMI (fatores inbitórios da meiose), fazendo com que as o ovócito pare em prófase I. Na adolescencia o folículo secundário evolui para folículo maduro, nele o ovócito I termina sua meiose e se transforma em ovócito II (inibição da produção de FMI). Porém esse FMI retorna e há uma nova parada, essa na metáfase II, o processo meiótico só se conclui quando houver fecundação ➢ No folículo maduro há o ovócito II e uma parte das células foliculares cúbicas vão ficar protegendo o ovócito, passando a se chamar Cumulus Oophorus. Uma outra parte forma um cinturão formando as Células Granulosa. ➢ Dentro do ovário tem o estroma, que é um tecido de preenchimento, o qual percebe que o ovócito II está em condições de vulnerabilidade e assim forma um cinturão celular, chamado de Tecas foliculares (interna e externa). Além disso há a formação do Antro, caracterizado como um espaço dentro do folículo. ➢ As tecas são responsáveis pela produção de estrógeno ➢ Na região do antro há produção de um líquido (pelas células da camada granulosa). Esse líquido por influência de hormônios como LH acaba pressionando o conjunto do ovócito, Cumulus oohorus e ZP (complexo de fertilização), provendo assim a expulsão (ovulação). O cumulus oohorus fora do ovário é chamado de Coroa Radiata. ➢ O que fica do folículo maduro são as antigas células da teca e da camada granulosa (chamado a partir de então de corpo amarelo ou lúteo.Essa estrutura passa a produzir estrógeno e progesterona