Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Rafaela Pires Kuwer 
Parasitologia 
Introdução à Parasitologia 
C Definição: capítulo da biologia ou das ciências médicas que trata dos 
parasitas e das doenças por eles provocadas. 
C É uma relação entre os seres vivos – parasitismo: relação desarmônica. 
C Vai depender: 
o Situação do hospedeiro – imunidade baixa; 
o Infestação/infecção alta ou baixa; 
o Ambiente 
 
C Definição de parasito: animal ou planta que, associado com outro ser vivo, 
o prejudica de qualquer modo. 
PARASITO – CONCEITOS* 
Quanto ao número de hospedeiros: 
C MONOxeno: um hospedeiro para completar seu ciclo de vida (fase larval ou 
adulta); 
C HETEROxeno: mais de um hospedeiro em seu ciclo de vida (geralmente um 
para a fase larval e um para a fase adulta, usa dois ou mais hospedeiros); 
Quanto ao tempo de permanência no hospedeiro: 
Rafaela Pires Kuwer 
C Permanente: todo seu período parasitário fica em contato com o 
hospedeiro; não apenas pelo interesse no alimento, mas também no abrigo. 
Ex: piolho (Trichodectes canis); 
C Periódico: parasita em uma determinada fase de sua vida. Ex: Mosca 
(Oestrus ovis – fase larval); 
C Temporário: procura hospedeiro para se alimentar: 
o Intermitente: abandona hospedeiro após se alimentar. Ex: Barbeiro 
(Chagas); 
o Remitente: permanece no hospedeiro após se alimentar. Ex: pulga. 
 
AÇÃO DOS PARASITOS SOBRE O HOSPEDEIRO 
C Ação espoliadora -> o parasito absorve nutrientes ou até mesmo sangue 
do hospedeiro; 
C Ação tóxica -> alguns parasitos, durante o parasitismo ou quando 
morrem, produzem enzimas ou metabólitos que podem lesar o 
hospedeiro; 
C Ação mecânica -> alguns parasitos podem impedir o fluxo de alimento, bile 
ou absorção alimentar 
o Obstrução – de vasos e órgãos; 
o Compressão – pelo aumento de tamanho de um órgão muito 
próximo a outro; 
C Ação traumática -> provocada, principalmente, por formas larvárias de 
helmintos, embora vermes adultos e protozoários também sejam capazes 
de fazê-lo. Ocorre pela fixação e alimentação do parasito no hospedeiro 
(contato demorado ou pela picada); 
C Ação irritativa -> a presença constante do parasito irrita o local 
parasitado, sem produzir lesões traumáticas (geralmente ocorre isso na 
mucosa intestinal); 
Rafaela Pires Kuwer 
C Infecciosa -> vírus, bactérias e fungos entram pelas lesões dos parasitos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PARASITOS X HOSPEDEIROS 
Parasitos: 
C Externos, internos; 
Rafaela Pires Kuwer 
C Monóxenos, heteróxenos; 
C Permanentes, temporários, periódicos. 
Hospedeiros: 
C Intermediários, definitivos; 
C Obrigatório, principal; 
C Paratênicos. 
Classificações – hospedeiro 
C Hospedeiro definitivo - ser vivo que é imprescindível para o parasito já que 
este desenvolverá principalmente sua fase adulta nele; 
C Hospedeiro intermediário – imprescindível no ciclo vital do parasito, onde 
este desenvolve alguma ou todas as fases larvais ou juvenis; 
C Hospedeiro paratênico - ser vivo que serve de refúgio temporário e de 
veículo para alcançar o hospedeiro definitivo. O parasito não evolui nesse e 
portanto, não é imprescindível para completar o ciclo vital, ainda que 
aumente as possibilidades de sobrevivência e transmissão. Também se 
denomina hospedeiro de transporte. 
Entrada de inverno e entrada de verão: desvermifugar animais de produção!!! 
 
FATORES DEPENDENTES DO PARASITO 
Ciclo biológico (ou ciclo de vida): 
C Hospedeiros; 
C Épocas de atividade; 
C Locais de transmissão. 
Transmissão: 
C Modo – ativo (o parasito vai sozinho), passivo (o parasito é levado via 
alimento, via água); 
C Número de indivíduos transmitidos. 
 
FATORES DEPENDENTES DA DENSIDADE 
Rafaela Pires Kuwer 
Quantidade de parasitos: 
C Patogenia; 
C Sinais clínicos; 
C Disseminação; 
C Nível letal; 
C Tratamento. 
 
FATORES INDEPENDETES DA DENSIDADE 
C Fatores climáticos – clima, tempo, mudanças; 
C Relações com outras espécies do ecossistema (pastejo de ovinos e equinos 
em um mesmo piquete); 
C Manipulação humana – ação do homem (manejo – correto ou incorreto). 
 
RELAÇÕES ENTRE PARASITOS E HOSPEDEIROS 
C Parasitos – danos ao hospedeiro = quadro clínico – visível ou não?; 
C Mecanismos patogênicos (infecção do hospedeiro – carga parasitária – 
migração = lesões); 
C Defesa do hospedeiro – sistema imune (idade, nutrição, sanidade). 
 
OUTROS CONCEITOS 
C Período pré-patente – vai da entrada do parasito no hospedeiro até a 
manifestação dos seus ovos, larvas, cistos ou oocistos, evidenciados por 
técnicas laboratoriais de diagnóstico; 
C Período patente – tempo durante o qual os parasitos podem ser 
facilmente demonstrados pelas técnicas de diagnóstico; 
C Infecção – doença causada pela presença de parasitos internos 
(endoparasitos); 
C Infestação – doença causada pela presença de parasitos externos 
(ectoparasitos). 
Rafaela Pires Kuwer 
 
NOMENCLATURA E CLASSIFICAÇÃO 
Categorias taxonômicas: 
C Reino; 
C Filo; 
C Classe; 
C Ordem; 
C Família; 
C Gênero; 
C Espécie = grupo de indivíduos semelhantes, reproduzem-se e geram 
descendentes férteis. 
FORMA DE ESTUDO 
C Parasito – gênero e espécie; 
C Características morfológicas; 
C Biologia: 
o Hospedeiros; 
o Localização; 
o Ciclo evolutivo. 
C Etiologia; 
C Quadro clinico; 
C Patogenia; 
C Diagnóstico; 
C Profilaxia. 
 
 
 
 
 
*Conteúdo baseado em aula – Profª DSc. Marcia Lavina

Mais conteúdos dessa disciplina