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CED-CENTRO EDUCACIONAL DESAFIO
	ENSINO MÉDIO 	
Trabalho sobre o Egito
Anny Karolyny Ferreira de Souza n°06-ADMA1
José
OSASCO-SP
2020
Anny Karolyny Ferreira de Souza
N°06
TRABALHO SOBRE EGITO 
Trabalho orientado pelo professor José Eduardo
Relacionado ao tema do Egito...
Osasco-SP
2020
Sumário 
Introdução..................................................................................................... 4
História do Egito.............................................................................................5
Localização e clima do Egito..........................................................................7
Política e sociedade do Egito .........................................................................8
Economia do Egito..........................................................................................10
Escrita e arte egípcia ......................................................................................11
Aspectos religiosos..........................................................................................13
Pirâmides egípcias ..........................................................................................15
Mumificação.....................................................................................................18
Conclusão.........................................................................................................20
Bibliografia........................................................................................................21
Anexos..............................................................................................................22
Introdução
Este trabalho é sobre o Egito. Fiz uma breve introdução sobre a História do Egito, falei sobre sua localização, clima, política e sociedade, economia, escrita e arte, aspectos religiosos, sobre suas pirâmides e a mumificação. Foquei mais no assunto sobre mumificação e pirâmides egípcias.
O objetivo deste trabalho é trazer conhecimento sobre o Egito que é um país muito interessante e de extrema importância na História, além de ter uma cultura muito rica.
O trabalho está dividido em algumas partes, como disse acima. Dividi para melhor entendimento, por fim coloquei as referências dos sites que me ajudaram a entender o assunto.
A metodologia usada foi uma explicação através de pesquisas em sites, enriquecida com algumas imagens simples para melhor entendimento.
2
História do Egito
A história do Egito se divide em três fases: o Antigo Império; Médio Império e o Novo Império.
Ao longo desses três períodos, o Egito atingiu o apogeu. Porém, a partir do século VII a.C. o Egito foi invadido por vários povos e perdeu o seu antigo esplendor. A seguir, uma rápida explanação sobre cada período.
ANTIGO IMPÉRIO (3200 a.C. – 2100 a. C.)
Durante o Antigo Império foram construídas obras de drenagem e irrigação, que permitiram a expansão da agricultura; são desse período ainda as grandes pirâmides dos faraós Quéops, Quéfren e Miquerinos, construídas nas proximidades de Mênfis, a capital do Egito na época.
As pirâmides eram túmulos dos faraós. Para o seu interior era levada grande quantidade de objetos que pertenciam ao soberano, como móveis, joias e outros objetos preciosos.
Durante o Antigo Império, o faraó conquistou amplos poderes. Isso acabou gerando alguns conflitos: os grandes proprietários de terra e os chefes dos diversos nomos não aceitaram a situação e procuraram diminuir o poder do faraó. Essas disputas acabaram por enfraquecer o poder político do Estado.
MÉDIO IMPÉRIO (2100 a.C. – 1580 a.C.)
Durante o Médio Império, os faraós reconquistaram o poder político no Egito. A capital passou a ser Tebas.
Nesse período, conquistas territoriais trouxeram prosperidade econômica. Mas algumas agitações internas voltariam a enfraquecer o império, o que possibilitou, por volta de 1750 a.C., a invasão dos hicsos, povo nômade de origem asiática. Os hicsos permaneceram no Egito cerca de 170 anos.
IMPÉRIO (1580 a.C. – 715 a.C.)
O período iniciou-se com a expulsão dos hicsos e foi marcado por numerosas conquistas territoriais. Em seu final ocorreram agitações internas e outra onda de invasões. Devido ao enfraquecimento do Estado, o Egito foi conquistado sucessivamente pelos assírios (670 a.C.), persas (525 a.C.), gregos (332 a.C.) e romanos (30 a.C.)
Os registros iniciais da civilização que se formou às margens do Rio Nilo datam de aproximadamente 6 mil anos. O que conhecemos sobre aquela civilização nos indica que atingiu um padrão complexo na arte, na ciência, no comércio e na religião. Essa cultura elaborada acentuava a diferença entre os que tinham e os que não tinham posses.
Localização
O Egito está localizado em região desértica, às margens do Rio Nilo, na porção nordeste do continente africano, é banhado tanto pelo Mar Mediterrâneo quanto pelo Mar Vermelho e limita-se com o Sudão e com o Deserto da Líbia. Apesar de situado numa região desértica, com poucas chuvas, ele é cortado por um vale muito fértil percorrido pelo Rio Nilo, rio que teve um papel decisivo na vida e, principalmente na economia do Antigo Egito.
O nome Crescente Fértil deriva do fato de que, se traçarmos uma faixa de união entre o Rio Tigre, o Rio Eufrates, o Rio Nilo e o Rio Jordão, obteremos a forma de uma meia-lua (lua crescente) e também por ter o seu solo muito fértil em um local onde a maior parte das terras era muito árida para qualquer cultivo.
Esse solo fértil deve-se graças ao regime de enchentes anuais no Rio Nilo que, durante os meses de junho a setembro, o rio transbordava, inundando suas margens; quando voltava a seu leito normal, deixava o vale fertilizado pelo húmus (fertilizante orgânico) e pronto para o plantio.
O território desse país faz fronteira a oeste com a Líbia, ao sul com o Sudão e a Leste com a faixa de Gaza e Israel. A língua oficial é o Árabe e sua capital é o Cairo.
 Clima
No território do Egito os índices pluviométricos são baixos, salvo no inverno, no sul do país os índices são de 2 a 5 mm anuais, intercalados em muitos anos. No litoral, as chuvas atingem 410 mm.
As temperaturas no verão oscilam entre 27 e 32ºC em média, no mar Vermelho 43º e no inverno varia entre 13 e 21º.
Política e sociedade do Egito 
 Os egípcios se organizaram por meio de um conjunto de comunidades patriarcais chamadas de nomos. Os nomos eram controlados por um chefe chamado nomarca. Os nomos se agrupavam em duas regiões distintas, que formavam dois reinos rivais: o reino do Alto Egito e o reino do Baixo Egito.
Por volta de 3.200 a.C. o reino do Norte dominou o reino do Sul, unificando assim, o Egito. O responsável por essa união foi Menés, que passou, então, a ser chamado de faraó, cujo significado é “casa grande”, “rei das duas terras”. O poder dos reis passava de pai para filho, isto é, era hereditário. Como os egípcios acreditavam que os faraós eram deuses ou, pelo menos, representantes diretos dos deuses na Terra, a forma de governo que se instalou foi chamada de monarquia teocrática.
           
Como podemos perceber, a sociedade egípcia era organizada em torno do faraó, senhor de todas as terras e de todas as pessoas. Ele era responsável pela justiça, pelas funções religiosas, pela fiscalização das obras públicas e pelo comando do exército. O faraó era considerado um deus vivo, filho de deuses e intermediário entre eles e a população. Em sua honra, realizavam-se inúmeros cultos.
Abaixo do faraó, e em ordem de importância, estavam o Vizir do Alto Egito, o do Baixo Egito e o Sumo-Sacerdote de Amon-Rá, um dos principais deuses do Egito Antigo. Os vizires contavam com a ajuda dos supervisores e dos nomarcas, isto é, os governadores dos nomos, os distritos do Egito. Os nomarcas por sua vez, eram auxiliados pelos funcionários do governo, os escribas, que sabiam ler e escrever.
A centralização política do Egito não foi de fato uma constante em sua história. Vários episódiosde dissolução do Estado podem ser observados durante sua trajetória. Por volta de 2.300 a.C., uma série de contendas internas e invasões deram fim à supremacia do faraó. Nos três séculos subsequentes os nomos voltaram a ser a principal unidade de organização sócio-política. Esse primeiro período que vai da unificação ao restabelecimento dos nomos corresponde ao Antigo Império.
Ao fim do século XXI a.C., o Estado centralizado foi restabelecido graças aos esforços do faraó Mentuhotep II. A servidão coletiva foi mais uma vez adotada, permitindo a construção de vários canais de irrigação e a transferência da capital para a cidade de Tebas. Mesmo sendo um período de diversas conquistas e desenvolvimento da cultura egípcia, o Médio Império chegou ao seu fim em 1580, com a dominação exercida pelos hicsos.
A presença estrangeira serviu para que os egípcios se unissem contra a presença dos hicsos. Com a expulsão definitiva dos invasores, temos o início do Novo Império.
Entre as civilizações dominadas pelos egípcios, destacamos os hebreus, fenícios e assírios. Tal expansão das fronteiras possibilitou a ampliação das atividades comerciais durante o Novo Império.
O Novo Império, considerado o mais estável período da civilização egípcia, teve seu fim com a deflagração de uma série de invasões. Os assírios, persas, macedônios e romanos invadiram e controlaram o Egito ao longo da Antiguidade. Ao longo de mais de 2500 anos, os egípcios ainda foram alvo do controle árabe, turco e britânico.
Economia do Egito
Economia no Egito Antigo A economia no Antigo Egito era majoritariamente agrária. Às margens do Nilo plantava-se cevada, trigo e outros cereais além de frutos, como a uva, e também o papiro. A pesca e a criação de animais eram atividades muito disseminadas como complemento dessa economia, assim como o artesanato.
A agricultura era a atividade econômica principal dos egípcios. Inicialmente, para melhor aproveitar as águas do rio Nilo, os camponeses uniam-se, empenhando-se na construção de diques e no armazenamento de cereais para a época de escassez.
Com o tempo, a produção agrícola tornou-se variada, sendo cultivados algodão, linho (utilizados na fabricação de roupas), trigo, cevada, gergelim, legumes, frutas e, principalmente, oliveiras.
Às margens do rio os camponeses faziam pomares e hortas, produzindo favas, lentilhas, grão–de–bico e pepinos. Cultivavam ainda uva, utilizada na fabricação do vinho.
Perto de suas casas, eles criavam porcos e carneiros. O trabalho no campo era realizado com o auxílio de um arado de madeira puxado por bois.
Os camponeses que moravam nos pântanos e nos lagos costeiros, organizados em equipes, criavam em tanques numerosas variedades de peixes. O peixe, seco e conservado, era consumido muitas vezes com pão e cerveja, e constituía parte importante da alimentação dos egípcios.
Contando com um intenso artesanato, o comércio também foi outra importante atividade econômica no Egito Antigo. Como o faraó era dono da terra e dos instrumentos de trabalho usados pelos camponeses, eles precisavam pagar tributos ao Estado para usá-los, o pagamento era feito através dos produtos que aquela comunidade produzia ou pagos na forma de trabalho.
Escrita e arte egípcia
Escrita
Até os dias de hoje não sabemos ao certo qual é a origem da escrita egípcia, se foi organizada pelos próprios Egípcios ou se sofreu alguma influência dos povos mesopotâmicos. 
Desenvolveram três tipos de escritas diferentes, a hieroglífica que se baseia na utilização da impressão, em seguida a escrita hierática, que é uma forma simplificada da hieroglífica, e a demótica que é utilizada para escritos de menor importância.
A principal escrita egípcia eram os hieróglifos, que foram decifrados em 1822 pelo francês Jean-François Champollion. Os egípcios também tinham outros dois tipos de escrita, a hierática que era hieroglífica simplificada e a demótica que era mais simples e rápida.
A importância dessa escrita para com o Império Egípcio é inegável. Por se tratar um império de uma grande massa territorial a escrita foi a peça chave para tal administração, apesar de ser um privilégio para poucos dentro da sociedade faraônica. 
Quem dominava a leitura e a escrita dos hieróglifos eram conhecidos como Escribas, que obtinham uma posição de destaque perante a sociedade. Sua formação acontecia em uma escola onde os mais bem preparados conseguiam cargos de fundamental importância dentro do estado. Dentre as suas funções estavam contabilizar impostos, fiscalizar ações públicas e avaliar propriedades. 
Compreender tal escrita não era uma tarefa muito fácil. Era preciso muito conhecimento. Até os pesquisadores da atualidade tem uma certa dificuldade na leitura de algumas fontes históricas. Todo o conhecimento sobre ela é muito “recente”.
As artes
A parte artística e cultural dos povos egípcios estava relacionada a tradições religiosas e funerárias. Pouca parte das obras egípcias foi criada como a arte pela arte, praticamente quase todas estavam interligadas num contexto religioso e político, como a representação do faraó. O que mais marcou a arquitetura foram as grandes pirâmides construídas no Antigo Egito, com suas proporções gigantescas e com larga utilização da pedra como matéria-prima. Até hoje atualmente, ainda não se sabe direito como foram construídas essas pirâmides, os historiadores dizem que os egípcios utilizavam rampas de terra para colocar os milhares de blocos de pedra uns sobre os outros, e quanto ao transporte, teria sido usado, provavelmente, trenós. As pirâmides representavam à força política e perpétua do governante divinizado e tinham relação com a imortalidade da alma.
Foram construídos também outros túmulos, além das pirâmides, os hipogeus, que eram subterrâneos, e as mastabas, que eram trapezoidais.
Nas esculturas era observada a lei do frontalidade, ou seja, o corpo humano era representado de frente e dividido em duas partes iguais, e o hieratismo, ou seja, a rigidez.
Nas pinturas era utilizada a pintura afresco, e as pinturas eram representadas com o rosto, pés e pernas de perfil, enquanto que os olhos e o tórax eram vistos de frente. Eram representadas cenas do cotidiano nas pinturas, e tinham também a função decorativa. A pintura era realizada principalmente na folha de papiro. Os egípcios sabiam lidar bem com cálculos e faziam previsões das cheias do Nilo. A literatura era basicamente em cima da ideologia religiosa e moral. Um dos livros mais importantes da literatura egípcia é o Livro dos Mortos ou Livro Sagrado, que seria para eles como uma bíblia.
Para eles havia 360 dias divido em 12 meses, mais 5 dias de festas religiosas. O calendário baseava-se no movimento do Sol. As estações eram ditas conforme a agropecuária: verão, estação das cheias e inverno.
Aspectos Religiosos
A religião tinha um papel importante na sociedade egípcia: todos os aspectos da vida de um egípcio eram regulados por normas religiosas. 
Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma, no juízo final e no retorno da alma ao mesmo corpo, por esse motivo, quando mortos, os faraós eram embalsamados para que o seu corpo se conservasse até a sua volta.
A religião era de caráter politeísta. A religião desempenhou um papel de predomínio no cotidiano e no padrão cultural.
A representação divina podia ser de três formas: zoomórfica, antropomórfica e antropozoomórfica.
Havia cerimônias religiosas para os acontecimentos individuais: nascimento, casamento, morte etc., e para os acontecimentos que envolviam toda a sociedade, como as festas na época da colheita.
As crenças egípcias giravam em torno da adoração de vários deuses, o politeísmo, e a crença em deuses com forma humana e animal, o antropozoomorfismo. Muitos deles eram associados a determinadas forças da natureza. O politeísmo egípcio era acompanhado pela forte crença em uma vida após a morte. É a partir desse princípio religioso que podemos compreender a complexidade dos rituais funerários e a preparação dos cadáveres através do processo de mumificação.
Os antigos egípcios acreditavamnuma vida após a morte e no retorno do espírito ao corpo. Muito do que conhecemos hoje sobre os costumes e o modo de vida do Egito Antigo está associado a essa crença. A maior parte do nosso conhecimento vem da análise das pinturas e dos objetos deixados pelos egípcios nos túmulos.
No antigo Egito, entendia-se que homem e natureza deveriam conviver em harmonia para sempre. Seu culto era politeísta (crença em vários deuses, ao invés de um apenas, como na religião cristã), onde cada deus atuava em um campo específico da vida dos cidadãos. Haviam também deuses que combinavam o aspecto de homem e de outros animais, como por exemplo Anúbis, retratado com cabeça de chacal e corpo humano.
A religião ainda estava presente na estrutura de poder desta antiga civilização. O faraó declarava parentesco com os deuses e era neles que apoiava sua monarquia. Era o poderoso monarca que poderia assim, com sua ligação divina, proporcionar uma agricultura fértil, além de uma ótima condição de vida a cada cidadão.
Com as constantes invasões estrangeiras, o culto local acaba entrando em decadência. Primeiro, ele se mistura com a religião grega, e vai acumulando outros elementos quando o Egito é anexado pelo Império Romano. Com a ascensão do cristianismo, o Egito é um dos lugares onde a nova religião mais prospera, e por volta do século IV da nossa era, os últimos templos de culto aos deuses egípcios eram demolidos.
Os egípcios tinham por hábito eleger um deus como protetor de sua cidade. Além disso, eram erguidos vários templos para adoração de uma divindade em especial, onde se realizavam rituais e oferendas.
Pirâmides egípcias 
As pirâmides do Egito são túmulos construídos em pedra para abrigar os corpos dos faraós.
Há 123 pirâmides catalogadas, no entanto, as três mais conhecidas são Quéops, Quéfren e Miquerinos, na península de Gizé.
Este conjunto arquitetônico é guardado pela Esfinge, um ser mitológico com corpo de leão e a cabeça de um faraó.
As pirâmides foram construídas em um período em que florescia no Egito uma civilização rica e poderosa.
Sua edificação começou no Antigo Império (por volta de 2686 a 2181 a.C.) e perdurou até o século IV d.C., mas o auge das construções é registrado entre a Terceira e a Sexta Dinastia, em torno do ano de 2325 a.C.
Nesse período, o Egito vivia sob estabilidade política e prosperidade econômica. Por sua vez, os faraós acreditavam ser uma espécie de divindade escolhida para serem os mediadores entre deuses e humanos.
Por isso, após a morte física, os egípcios acreditavam que o espírito do rei, que era conhecido como Ka, permanecia no corpo e necessitava de cuidados especiais. Assim, seus cadáveres eram mumificados.
As Primeiras Pirâmides
Até o início da Primeira Dinastia, 2950 a.C., as tumbas eram esculpidas em rocha ou eram edificadas estruturas denominadas "mastabas". Esta tinha uma forma piramidal, mas pareciam quadrados empilhados em cima do outro e não eram tão altas.
A primeira pirâmide usou como modelo de mastaba e foi feita por volta de 2630 a.C., pelo rei Djoser, o qual pertencia à Terceira Dinastia.
Os egípcios escolheram a forma de pirâmide para facilitar a ascensão do faraó aos céus, onde seria acolhido por Rá, a divindade mais poderosa na mitologia egípcia.
Essa pirâmide exibe seis degraus de pedra que, juntos, somam 62 metros de altura. Era o túmulo mais alto da época e foi cercado de santuários e templos para o soberano Djoser desfrutar na sua vida após a morte.
A pirâmide de Djoser estabeleceu um parâmetro para os enterros reais. Entre os monarcas que viveram tempo suficiente para coordenar a construção de seu próprio túmulo com as mesmas dimensões estava Sneferu, que viveu entre 2631 a.C. e 2589 a.C.
Características das Pirâmides do Egito
As pirâmides recebem os nomes dos faraós cujos corpos estão sepultados em seu interior. Cada uma delas representa a grandeza do mandatário para povo e para os deuses.
Essas edificações fazem parte de um complexo funerário que era utilizado pelos faraós e altos funcionários. As três pirâmides mais famosas são Queóps, Quéfren e Miquerinos.
A pirâmide de Quéops 
É a maior túmulo do mundo com 230 metros de largura na base e sua altura é de 174 metros.
Três pequenas pirâmides foram construídas em alinhamento ao túmulo de Quéops e serviram para abrigar os corpos das rainhas. Há, ainda, uma tumba com o sarcófago da rainha Hetepherés, mãe de Quéops, e outras pirâmides menores e mastabas para abrigar os funcionários do rei.
A pirâmide de Quéops é constituída por 2,3 milhões de blocos de pedra que pesam cerca de 2,5 a 60 toneladas cada. O trabalho de construção teria durado 20 anos e contou com a força de 100 mil homens.
Pirâmide de quefren 
A segunda maior pirâmide na península de Gizé foi edificada para abrigar o corpo do faraó Quéfren, com 143 metros de altura. Quefrén era filho do faraó Queóps e, por respeito ao pai, fez sua pirâmide 10 metros mais baixa.
Ao lado dela está a Esfinge de Gizé, a maior do mundo antigo, com 200 metros de comprimento e 74 de altura.
Miquerinos.
Já a menor deste grupo de três pirâmides foi construída para o corpo de Miquerinos, que reinou entre 2532 e 2503 a.C., filho de Quéfren e, portanto, neto de Queóps. Tem 65 metros de altura e uma base de 105 metros.
No seu interior se repete a mesma arquitetura de câmaras, corredores íngremes e falsas passagens a fim de despistar os ladrões de túmulos.
Infelizmente, esta providência não adiantou muito, pois praticamente todos os tesouros das pirâmides foram saqueados.
A construção das pirâmides está entre os maiores mistérios da engenharia. Sabe-se que os egípcios faziam cálculos matemáticos baseado em suas crenças religiosas e isto acabava por determinar a altura e largura dessas edificações.
A mão de obra consistia tanto em escravos quanto trabalhadores livres. Isso tudo, desde estrangeiros escravizados, passando por camponeses egípcios que trabalhavam durante o regime de cheias do Nilo.
Igualmente, eram empregados inúmeros artesãos e pintores que fabricavam os objetos que seriam colocados para servir ao faraó na outra vida.
Para transportar as pedras calcárias que compunham as pirâmides, existem várias teorias. Há, inclusive, aqueles que acreditam que foram erguidas com a ajuda de extraterrestres.
Contudo, no fim de 2014, cientistas holandeses apresentaram a última das hipóteses aceitas e que implicaria o uso de água para mover os blocos de pedra. A teoria surgiu a partir da observação de imagens de uma pessoa jogando água à frente do que seria um trenó onde estava assentada uma pedra puxada por pelo menos 150 trabalhadores.
Os egípcios também aproveitavam as cheias do rio Nilo para transportar as pedras pelo seu leito.
Mumificação
Antes de falar propriamente da mumificação, é importante ficar claro que naquela época, há 5 mil anos atrás, a sociedade era politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses, e que cada um tinha um papel diferente diante no universo. Você pode entender um pouco mais sobre esta crença no texto sobre a mitologia egípcia que fiz aqui no blog. Será muito útil a leitura para entender o processo todo. 
Na Terra – os faraós 
Os egípcios acreditam que a figura do Faraó, na Terra, era a “reencarnação” do deus maior Rá. Acreditavam ainda que, após a vida terrena, existia uma segunda vida. Considerava-se também que, tudo o que você possuía materialmente aqui neste plano, poderia ir contigo para o outro lado. Por isso dentro das pirâmides e tumbas encontramos tanta coisa. 
A mumificação é apenas uma parte do processo de sepultamento no geral. Quando o assunto eram os Faraós, esse acontecimento envolvia grandes eventos, sacrifício de animais domésticos queridos, joias enfeitando o corpo, pertences espalhados pela sua catacumba, entre outros. Somente a classe alta podia ser mumificada e existiam diferentes tipos de preços para o procedimento. A do faraó era a mais cara e grandiosa.
MAS QUAL A FINALIDADE DE SER MUMIFICADO?
Ser sepultado da “forma correta” lhe daria pontos positivos na hora de atravessar para a outra vida. Acreditava-seno seguinte: assim que o morto chegasse do outro lado, seria recebido por Anúbis, que teria a função de pesar o coração numa balança. Se esse fosse mais leve que uma pena (A Pena da Verdade, pertencente a Toth, a Deusa da Verdade), o morto atravessaria para o pós vida, do contrário, seria comido por Amnut, o crocodilo monstruoso. Forte né!
Em alguns casos, Osíris, o deus da imortalidade, fazia um questionário com o morto, ainda que Anúbis afirmasse que o coração deste era pesado demais, ponderando se o indivíduo mereceria ser devorado por Amnut ou se poderia retornar a vida. Para que tudo isso desse certo, o corpo precisaria estar em bom estado, por isso fazia-se o processo de mumificação! 
O Processo de Mumificação
Quando o faraó morria, seu corpo era transportado para o lugar onde aconteceria o processo de mumificação, acompanhado por um sacerdote. Estando já no lugar, o corpo era colocado em uma cama feita de madeira, revestida em ouro, e posteriormente, iniciavam-se os processos:
1. Através de um corte feito na altura do abdômen do lado esquerdo, o fígado, o intestino, rins e pulmão eram retirados.
2. Posteriormente o cérebro também era removido por meio de uma agulha introduzida no nariz. 
3. Em potes de alabastro, os órgãos eram separados.
4. Em relação ao coração há duas teorias: uma em que o coração era o único órgão a ser deixado no corpo, para quando o morto chegasse do outro lado ele revivesse. E a outra é que o coração era retirado e colocado em um pote especial junto com o líquido cerebral. E, no lugar do coração, botava-se um escaravelho, símbolo da sorte no Egito. 
5. O corpo, agora sem órgãos, repousava num vasilhame de água e sal, desidratando a pele e músculos, além de matar as bactérias. Também se colocava o corpo no sol para secar.
6. Com o corpo desidratado, os egípcios abriam seu abdômen e preenchiam com serragem, ervas aromáticas e textos sagrados. Colocam também a chave da vida e outras coisas para que protegessem o corpo e a alma do faraó.
7. Isso feito, é hora de enfaixar. As ataduras eram feitas de linho branco e passadas ao redor de todo o corpo, coberta por uma cola especial. Enrolava-se o pé direito primeiro, depois o esquerdo e por final os braços cruzados, que representavam que o corpo estava morto. 
8. É a partir daqui que o corpo é colocado num sarcófago (o caixão) e sepultado em mastabas (túmulos) ou pirâmides e tumbas (se o morto era um faraó). Todo o processo podia durar cerca de 70 dias. 
Conclusão
Neste trabalho abordei o assunto sobre o Egito, falei um pouco de sua história, aspectos econômicos, cultura, arte, escrita, mumificação, pirâmides etc. e conclui que o Egito é um pais super interessante, se localiza em uma região desértica, às margens do Rio Nilo, na porção nordeste do continente africano, é banhado tanto pelo Mar Mediterrâneo quanto pelo Mar Vermelho e limita-se com o Sudão e com o Deserto da Líbia. Tem uma História super interessante, que se divide em três fases: o Antigo Império; Médio Império e o Novo Império. No Egito não chove muito, eles se organizaram por meio de um conjunto de comunidades patriarcais chamadas de nomos. Os nomos eram controlados por um chefe chamado nomarca. A sociedade egípcia era organizada em torno do faraó, senhor de todas as terras e de todas as pessoas. A economia no Antigo Egito era majoritariamente agrária. A parte artística e cultural dos povos egípcios estava relacionada a tradições religiosas e funerárias. Eles acreditavam na imortalidade da alma, no juízo final e no retorno da alma ao mesmo corpo, por esse motivo, quando mortos, os faraós eram embalsamados para que o seu corpo se conservasse até a sua volta, por isso, eles faziam o processo de mumificação. E as pirâmides do Egito são túmulos construídos em pedra para abrigar os corpos dos faraós. 
Cumpri todos os objetivos que tinha proposto para este trabalho. Este trabalho foi muito importante para o meu conhecimento, consegui me aprofundar neste assunto que achei super interessante, aprendi muitas coisas e fiquei super interessada em conhecer o Egito, que é um país com uma história super interessante.
Bibliografia
-"Egito" em Só História. Virtuous Tecnologia da Informação, 2009-2020. Consultado em 06/04/2020 às 16:08. Disponível em: http://www.sohistoria.com.br/ef2/egito/
 -Localização Egito, mundo educação, Consultado em: 06/04/2020 Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/egito
-Política egípcia, história do mundo, consultado em 08/04/2020. Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/
- Egito antigo, infoescola. Consultado em: 08/04/2020. Disponível em: https://egito-antigo.info/economia-no-egito-antigo.html
- Mundo educação, Por Rainer Sousa. Consultado em:08/04/2020. Disponível em:https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/escrita-egipcia.htm 
- Piramides, toda matéria. Consultado em:08/04/2020. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/as-piramides-do-egito/
- Processo de mumificação, Consultado em: 08/04/2020. Disponível em: https://www.historiadomundo.com.br/idade-antiga/o-processo-de-mumificacao-no-egito-antigo-.htm
- Arte egípcia, toda matéria, Consultado em: 09/04/2020. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/arte-egipcia/ 
Anexos
Anexo A - Mapa do Egito
 
Anexo B – Estrutura social egípcia
 
 
 
 
 Anexo C- Escrita egípcia 
Anexo D - Pintura egípcia 
Anexo E- Pirâmides do Egito 
 
 
 
Anexo F – Processo de mumificação

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