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fisiologia cardiovascular microcirculação

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❖ Resistência periférica: se aumenta o débito 
cardíaco aumenta a pressão; e se aumenta a 
resistência periférica aumenta a pressão arterial 
❖ O débito cardíaco é o volume de sangue 
ejetado em um minuto pelo coração. Sendo 
assim ele está intrinsecamente relacionado à 
pressão arterial. Como ela é a frequência x o 
débito sistólico qualquer alteração no débito 
sistólico altera o débito cardíaco. 
❖ Então, para diminuir o débito cardíaco: 
diminuir débito sistólico, diminuição da pré-
carga, diminuição do volume diastólico final, 
diminuição da força de contração, etc. 
❖ Para aumentar o débito cardíaco: aumentar 
essas variáveis. 
❖ Resistência vascular periférica: o aumento da 
resistência vascular periférica aumenta a 
pressão arterial. Isso porque o aumento da 
resistência diminui o fluxo do sangue das 
artérias para as veias. 
FATORES FÍSICOS 
❖ Volume sanguíneo arterial: apenas os rins podem 
aumentar e diminuir a volemia do sistema 
circulatório. 
❖ Complacência arterial. 
❖ Volume sanguíneo arterial: controlado apenas 
pelos rins. 
❖ Complacência arterial: capacidade da artéria 
de se distender. 
MECANISMOS DE REGULAÇÃO DA PRESSÃO 
ARTERIAL 
❖ A pressão arterial pode ser regulada de duas 
formas: pelo SNA em um curto prazo ou pelo 
controle renal por um longo prazo. 
REGULAÇÃO DA PRESSÃO A CU RTO PRAZO 
❖ É um sistema que ocorre a todo momento. 
Nele temos o sistema nervoso autônomo 
fazendo diversos controles. 
❖ Esse mecanismo é mediado por 
mecanorreceptores principalmente os 
barorreceptores, quimiorreceptores e reflexo 
cardiopulmonar. 
Universidade Federal do Rio de Janeiro| Fisiologia – Fernanda Daumas 
 MICROCIRCULAÇÃO 
 
BARRORECEPTORES 
❖ Os barorreceptores estão presentes no arco 
da aorta e seio carotídeo. Quando há aumento 
da pressão esses receptores são estirados e 
detectam esses estímulos. Em seguida essas 
células ativam o sistema nervoso 
parassimpático que vão atuar no nó sino atrial 
diminuindo sua frequência de disparo e 
contração (bradicardia) para diminuir a 
pressão arterial. 
❖ Também há inibição do simpático resultando 
em diminuição da força de contração do 
ventrículo, sendo assim diminui o débito 
sistólico e cardíaco, logo a pressão arterial. 
❖ Pressão arterial elevada: inibição do 
simpático. Ativação do parassimpático 
❖ Pressão arterial diminuída: inibição do 
parassimpático. Ativação do simpático. 
❖ Os barorreceptores podem falhar ao longo da 
vida de um indivíduo. Se ele constantemente 
tem pressão arterial elevada esses receptores 
se acostumam com essa faixa e passam a não 
interpretar tal pressão como anormal. 
QUIMIORRECEPTORES 
❖ Os quimiorreceptores também se localizam na 
aorta e monitoram a parte química do sangue. 
❖ Eles irão detectar alterações na pressão de o2, 
co2 e pH sanguíneo. 
❖ Eles podem ser quimiorreceptores centrais e 
periféricos. 
❖ Os periféricos monitoram a pressão de o2, co2 
e pH. 
❖ O central, no entanto, monitora a pressão de 
co2 e pH. Quando a pressão desse composto 
aumenta o pH também se eleva. Isso faz com 
que o controle de respiração no bulbo seja 
ativado aumentando a frequência respiratória. 
MECANISMOS DE REGULAÇÃO A LONGO PRAZO 
❖ Nesse caso o sistema renal atua regulando o 
volume de urina (diurese) para o controle da 
volemia sanguínea e consequentemente da 
pressão arterial. 
❖ Quando a pressão sanguínea está acima da 
faixa do normal há aumento da excreção de 
sódio no néfron dos rins e consequentemente 
de água aumentando o volume de urina e 
diminuindo a pressão arterial. 
❖ Quando a pressão sanguínea está abaixo do 
normal há diminuição da excreção de sódio e 
água aumentando a volemia sanguínea e 
pressão arterial.
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