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Disciplina:EMBRIOLOGIA GERAL121 materiais1.961 seguidores
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30/04/2012
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EM BRI O LO GI A BI OL OG I A D O
DES E N V O LVIM E NT O
Com pl ex o e c om um.
Iní ci o com a obs erv ão d o ov o da gal i nha .
Def i ni çã o :
Ana to mi a do des en vo lv i men to .
Com pre end er o c orr eto p ara co rri gi r o err ado .
Des en vo lv im en to mai s im pre ss i ona nt e oco rre nas 8 pri me ir as se man as .
Per íod o E mbr io nár io (ma is cr it ic o) X Pe río do F et al
Emb ri ol ogi a X b io lo gi a do de se nv ol vi me nto .
Nas ci me nt o: Eve nt o dr amá ti co du ran te o des en vo lv i men to . Dent es,
reb ro t rip li c a, s ei os , com pl et o aos 2 5 a no s.
Eta pa s im por tan te s: game to gên es e, o vu la çã o, tra ns por te d e gam et as ,
fer ti li za çã o, im pl ant ão, rel ão m at ern o-f eta l, em bri og êne se e
organogênese.
IM PO RT ÂN CI A E UT I LI Z AÇÃ O PRÁ TI CA
Im po rta nt e ente nd er f orm ão e m al -f orm açã o. Cirur gi a int ra -ut er in a.
Ma lf orm ões não f at ai s e s uas co mp li ca çõe s dura nt e a vi da .
Ped ia tr as e c ria do res per ceb em a im po rtâ nc ia da em br io lo gi a.
Ano ma li as , maio r cau sa de m ort e ap ós o nas ci me nt o.
Rep rod ão as si st id a.
Fer ti li za çã o in vit ro .
Congelamento de sêmen e embriões.
Congelamento de oócitos.
Det er mi na ção genét ic a pré -i mp la nt e.
Pro duç ão d e a ni ma is t ran sg êni co s (em br es no es gi o pr onú cl eo e
bl a s t oc i st os )
Clonagem terapêuti ca.
HIS RIA
Eg íp ci o s, 3000 a. C .
Ac red it av am que a al m a e ntr av a na cr i anç a ao n asc i me nto atr av és
da placenta
Hi po cr ate s 460-377 a. C. :
Pai da medi ci na. Para c ompreender o em bri ão humano pegue 20
ovo s de g al inh a, co loq ue- a par a c hoc ar e r et ir e u m ov o a c ada di a.
Ar ist ó tel es 384 -32 2 a. C:
Fundador da embri ologi a apesar de difundi r a idéi a que o embri ão
era res ul tan te de u ma m ass a amo rf a, san gue m ens tr ual a ti va do pel o
sêm e n.
Consider ou duas possi bili dades:
1) Embr o pr é- fo r ma do , nec e ss it an do so me nt e de cr es c im en to . Cri ã o
di v in a .
2) Nov a s e st ru tu ra s su rg em pro gr e ss iv a me nte. Epigê n es e (m om en to d a
for ma ç ão ). C on fec ç ão de um a r e de
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HIS T Ó R I A
Cor ão :
Emb ri ão mis tur a de se c re ç õe s m as cu lin as e f em in in as
Or ga ni sm o res u lta n te s e f ix a n o s ex to dia
Gota desenvolve dentro de um coágulo endurecido (blastocisto implantado ou
abortado e parecido).
Aspecto de Sanguessuga.
Torna-se humano no dia 41-44.
Emb ri ão des e nv ol v e- se em tr ês v éu s: Abdo min al ma te rn o, ut er in o e â mn io
co r i ô n i c a .
Leo nar do da Vin ce ( séc. XI V) :
Fe z de se nh o s de úte r os co nt en do feto s . F ez m ed õe s de c r es c im en to.
Har vey, 165 1.
Re vo lu ç ão emb r io gi ca . Sem en te ma s cu li na ap ós ent ra da no ú te ro for ma u ma
es tr ut ur a par ec i da com um o vo . Em br es d e p in to , c ir c ul ã o san gu ín ea .
Inc a pa z de ob s er va r os es gi os ini c ia is as su mi u q ue o emb r o e ra se c re ta do
pelo útero.
HIS T Ó R I A
Gr aaf , 167 2.
Pe q ue nas câma ra s no út er o d e coe lh as (b la sto ci sto s) . Nã o po de ri am ser s ec re ta da s.
Vie ra m do ov ár io . De sc re ve u fo líc ul os ov ar ia no s.
Mal pi gh i , 1675.
Ovo s d e ga li nh a , prim e ira s fa se s. Ob se rvo u ovo s n ão fer ti liz ad o s e viu u m p in to de n tro .
Ham n e Le eu n we nh oek , 1675.
Pr ime i ro e spe rm a to id e o bse r vad o co n ten do u m ser h u ma n o em s eu in te ri or.
Wol f, 17 59.
Re fu to u o b s d e M al pi g hi e te or ia da p -f or ma çã o . Co n ce it o da s ca m ad a s de lu la s
da s qu a is e mb ri ão se d e se nv ol ve . Dife re n cia çã o celu la r – e p i g ê n e s e.
Sp all an z an i, 1775.
Ovó ci to e e sp er ma to id e são n e ce ssá ri os. In se mi na çã o artif ici al co m suc es so em
cãe s. . S pt z é o a g en te fecu n da n te .
Pan d er, 1817.
Tes e de do u to ra do , três ca ma d as ger mi na ti va s. Bla st od e rm a.
HIS T Ó R I A
Sai nt Hil air e, 181 8.
Pri me ir os es tu do s te ra to gi co s.
Von B aer, 1827 .
15 0 an os ap ós a de s co be r ta do sp tz , d es cr e ve u o o c ito no fo líc u lo ov a ri an o
de uma c ad e la . Ob se r vo u zig o tos em d iv is ão na tu ba u ter in a . Bla s toc i st os no
úte r o. O ri ge m d os te ci do s e ó rg ão s a pa r tir da s ca ma da s de s co be r tas po r
Pan d er. Pai da m od er n a e mbr io lo g ia . Car a ct er ís tic a s ger a is pre ce d em as
es p e c i fi c a s .
Sch kei nd en e S ch wan n, 1 839.
Te or ia cel ul ar : Or g an is mo é c on st itu íd o d e lu la s e pr o du tos ce lu la re s .
Emb ri ão se de s en vo lv e de um a lu la , z ig o to.
Dar wi n, 1 859.
Or ig em das e sp éc ie s . Natu r ez a ev o lu tiv a da s es p éc ie s .
Men de l, 18 65.
He ra a g e tic a . E ss es co nc e ito s de mo r ar am par a s er e m ent en di do s den tr o
do conceito de desenvolvimento.
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HIS RIA
Fle mm in g, 18 78 .
Obs erv ou c rom os som os e s ug eri u pa pe l na f er ti l iz açã o.
Von Bene de n, 188 3 .
Gam et a s tê m m eno s cro mo ss om os. De scr eve u c ara ct erí st i cas d a m ei os e.
Sut to n e Bo ve ri , 19 02 .
Formação de gametas segue esquema de Mendel.
Von Wim art en , 191 2.
47 cr om oss om os nas c él ul as so ti ca s,
Pai nt er, 192 3.
O nú me ro co rre to d e cro mo sso mo s: 48.
Spe am an n, 19 35 .
In duç ão pri ma ria , um t eci do det erm i na ndo a f u nçã o de ou tro . Pre mi o No bel . Sub st anc ia s qu e
in duz em est a d if e ren ci açã o?
Tijo e Le v an, 19 56 .
Som en te 46 cro mo sso mo s.
Le jeu ne , 195 9.
ndr om e de Do wn p oss ui 47 c rom os so mo s. N ov a era n a g en ét ic a m éd ic a. 8% ap res en ta m
ano ma li as gené ti ca s.
Edw ar d e S te pto e, 197 8.
Lou is e Br own , p rim ei ro beb e fe rt il i zad o in vi tro .
PE RS O N A GE N S
Ei xo hi pot al âm ic o – H i pof is ári o – G ona dal
Test í c ul o
Cél ul as de Se rto li
Cél ul as de Ley di g
Epi di mo
Duc to de fer en te
Gl ându la s ac essó ri as
Vesíc ul a se mi na l
Pró s t a t a
Bul bo ure tra l
Ur etr a
Pên is
ES P E RM ATOGÊNE S E
Asp er mi a
Falha na pr odução de um ejacul ado
Azo o sp erm ia
Pr oduç ão de ej acu la do s em a p res en ça de es per m atoz ói de s.
Ol ig o s p er mi a
Pr oduç ão de ej acu la do c om me nos de 2 0 m i lh oes de
esp er m a to z ói d es / m l
Ast en o s p er mi a
Pr oduç ão de ej acu la do c om me nos de 5 0% de es per m atoz ói des
mov ei s.
Tera t o s p e r m i a
Pr oduç ão de ej acu la do no q ual m ai s de 5 0% do s esp er mat oz ói des
tem mo rfo lo gi a an or mal .