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ARQUIVOLOGIA EM EXERCÍCIOS PARA A PG‐DF
PROFESSORA: CAROLINA TEIXEIRA
AULA 2
1
www.pontodosconcursos.com.br
Olá, futuro servidor da PG-DF! 
E aí, como estamos na nossa caminhada rumo à aprovação? Todo
mundo super animado e dedicado, eu espero! Sei que essa rotina de
estudos e mais estudos é muito cansativa e, às vezes, a vontade que
dá é de jogar tudo pro ar, não é mesmo? 
Mas não jogue não! Pense que, quando você estiver trabalhando na
PG-DF, realizado e satisfeito, nem se lembrará dessas horas que você
precisou gastar nos estudos. Veja o meu exemplo: eu sou muito feliz
lá na Câmara, a ponto de me sentir muito abençoada por Deus por
ter conseguido esse cargo com “somente” aquelas horas de estudo.
Digo “somente” porque, se você pensar que, salvo condutas
reprováveis, você poderá manter aquele cargo para o resto de sua
vida, as horas, por mais que tenham sido muitas, parecem até
poucas! 
Espero, com essas palavras sinceras, ter te motivado a terminar essa
semana com todo gás, cumprindo, à risca, o seu cronograma de
estudos! 
Hoje, estudaremos os métodos de arquivamento dos documentos,
muitíssimos cobrados em concursos públicos, qualquer que seja a
banca examinadora. No nosso edital, ele está lá escrito como
“técnicas e métodos de arquivamento”. Vamos destrinchar este
assunto... 
Tenho, antes, duas notícias para você, uma boa e uma ruim. Vamos
começar pela ruim, como é tradicionalmente, rs. A notícia ruim é que
eu achei pouquíssimas questões das IADES em arquivologia. Isso já
era de se esperar, entretanto. Entre você mesmo no site deles e veja
que, até hoje, eles encerraram alguns vestibulares e apenas um (isso
mesmo, apenas um!) concurso público: o do Conselho Federal de
Administração. 
A boa notícia é que, neste concurso, caíram 4 questões de
arquivologia e que nós vamos resolvê-las (todas essas 4! rs) no
nosso curso. Eu sei que é chato isso, mas, infelizmente, não há o que
fazer. 
A outra boa notícia (veja só, são 2 notícias boas contra uma notícia
ruim!) é que as questões são bem simples, o que significa que, com o
nosso curso, eu acredito que você terá plenas condições de resolver a
prova. Então, vamos, finalmente, aos exercícios? Vamos começar 
ARQUIVOLOGIA EM EXERCÍCIOS PARA A PG‐DF
PROFESSORA: CAROLINA TEIXEIRA
AULA 2
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com exercícios da FUNIVERSA - que, na minha opinião, é a banca que
mais se aproxima da IADES - e, no fim da aula, terminamos com as
questões da nossa querida banca da PG-DF. 
1. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) Assinale a alternativa
que apresenta o tipo de sistema a que pertence o método
de arquivamento alfabético. 
(A) Indireto 
(B) Básico 
(C) Ideográfico 
(D) Padronizado 
(E) Direto 
Você já sabe que os arquivos correntes são muito consultados, não é?
Imagine, agora, uma grande empresa, que precise arquivar vários
documentos. Para recuperá-los, ela precisará adotar alguém método
de arquivamento. E é a isso que a questão se refere. 
Existem vários métodos de arquivamento, capazes de atender às
mais variadas entidades e seus respectivos documentos. O método é
determinado de acordo com a natureza dos documentos e a natureza
da entidade. 
Os métodos podem ser divididos em duas classes, a saber: 
BÁSICOS 
ALFABÉTICO
GEOGRÁFICO 
NUMÉRICOS 
SIMPLES 
CRONOLÓGICO 
DÍGITO-TERMINAL
IDEOGRÁFICOS
ALFABÉTICOS 
ENCICLOPÉDICO
DICIONÁRIO 
NUMÉRICOS 
DUPLEX 
DECIMAL 
UNITERMO 
PADRONIZADOS
VARIADEX
AUTOMÁTICO
SOUNDEX
MNEMÔNICO
 
 
ARQUIVOLOGIA EM EXERCÍCIOS PARA A PG‐DF
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RÔNEO 
Todos esses métodos pertencem a dois sistemas, o direto ou indireto.
Sistema direto é aquele que não necessita de índices ou de códigos
para a recuperação da informação. Se os documentos estão
ordenados por ordem alfabética, para encontrar, por exemplo, o
documento do João, não será preciso um índice. Basta valer-se, nas
pastas, da simples ordem alfabética. 
Indireto, por sua vez, é o sistema que necessita que um índice ou
código seja consultado para se localizar o documento. 
A exceção é o sistema semi-indireto, característico do método
alfanumérico, aquele que utiliza letras e números combinados –
guarde isto! 
Na prova do STM, do penúltimo final de semana, caiu uma questão
perguntando justamente isso, se o método utilizava sistema direto ou
indireto. Fique atento! 
A questão fala sobre o método alfabético, o primeiro do nosso
esquema. É o método mais simples, desde que o elemento principal a
ser considerado seja mesmo o nome. É um método direto, já que não
necessita de índice ou código algum para a sua localização. Portanto,
a resposta é letra “e”. 
Perceba que, na letra “b”, ele fala que o método alfabético é um
método básico. De fato, é (veja na tabela acima). Mas “básico” é a
classe a que o método pertence e não o sistema (este, classificado
em “direto” e “indireto”). Percebeu a sutileza? 
Vamos aproveitar a questão para aprender tudo sobre o método
alfabético? 
O número de pastas individuais depende do porte da entidade. Pode
ser que, em uma entidade pequena, as letras A, B, e C sejam
armazenadas em uma só pasta e, em uma entidade grande, a letra A
tenha de ser dividida em várias pastas (de Aa – Ae, uma pasta; de Ae 
– Aj, outra pasta e assim por diante). 
Há, entretanto, um tipo especial de pasta que merece ser estudado:
as pastas miscelânia. São documentos diversos (com até cinco
unidades em cada uma das pastas) que, separados, não justificam a
criação de uma pasta própria. Eles ficam aí, na pasta miscelânia, até 
 
 
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que seja necessária a criação de uma pasta própria, devido ao
aumento do número de documentos correspondente. 
A ordenação interna das pastas miscelânea deve obedecer à ordem
alfabética, em primeiro lugar e, se necessário, à ordem cronológica.
Além disso, podem ser arquivadas antes ou depois das pastas
individuais. 
Vantagens do método alfabético: é direto, rápido, fácil e barato. 
Desvantagens do método: a literatura afirma que os erros no método
alfabético são mais comuns, devido ao cansaço visual e à variedade
gráfica nos nomes. Esses erros ficam mais frequentes quando o
volume de documentos é considerável. 
GABARITO: E
2. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) Acerca do método
geográfico de arquivamento, assinale a alternativa
correta. 
(A) O principal elemento a ser considerado é o nome. 
(B) É um método do sistema direto. 
(C) Quando se organiza o arquivo por estados, as capitais
devem ser alfabetadas por último. 
(D) Quando se organiza o arquivo pelo nome das cidades,
deve haver um destaque especial para as capitais. 
(E) Quando se organiza o arquivo pelo nome do país, não
há a necessidade de dispô-los em ordem alfabética. 
O próximo método no nosso esquema é o geográfico. É método
direto. É utilizado quando, em um documento, o local de procedência
ou origem é dado relevante. 
Sobre o método geográfico, é interessante que você saiba, também,
as vantagens e desvantagens do método: 
- Vantagens: é direto e de fácil manuseio. 
- Desvantagens: exige duas classificações, o local e o nome do
correspondente. 
 
 
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Já sabemos a resposta da questão, mas vamos analisar as outras
alternativas. 
Letra “a”: Qual o método que considera, como principal elemento, o
nome? O alfabético, como vimos acima - e não o geográfico. 
Para analisar as letras “c”, “d”, “e”, nós precisamos saber o seguinte: 
Há, basicamente, duas opções no arquivamento o método geográfico: 
a) Nome do estado, cidade e correspondente 
Nesse caso, em que os documentos estão organizados por estado, a
capital deve vir primeiro, independentemente de ordem alfabética. As
outras cidades, porém, devem vir em ordem alfabética. Exemplo: 
Estado Cidade Correspondente 
Distrito Federal Brasília (capital) Pires, Juliana 
Distrito Federal Ceilândia Lopes, PriscilaRio de Janeiro Rio de Janeiro (capital) Humig, Luiz Felipe 
Rio de Janeiro Búzios Bita, Maria de Lourdes
b) Nome da cidade, estado e correspondente 
Neste caso, como a cidade é o principal elemento (e não o estado),
não há destaque para as capitais. Utiliza-se, somente, a ordem
alfabética. 
Veja o exemplo: 
Cidade Estado Correspondente 
Brasília (capital) Distrito Federal Pires, Juliana 
Búzios Rio de Janeiro Bita, Maria de Lourdes
Ceilândia Distrito Federal Lopes, Priscila 
Rio de Janeiro (capital) Rio de Janeiro Humig, Luiz Felipe 
Quando for correspondência com outros países, alfabeta-se, primeiro,
o país, seguido necessariamente da capital e do correspondente. 
Agora já podemos, então, justificar o erro das alternativas restantes. 
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Letra “c”: quando se organiza os arquivos por estados, as capitais
devem ser alfabetadas primeiro. 
Letra “d”: quando se organiza o arquivo pelo nome das cidades, não
há destaque para as capitais. 
Letra “e”: quando se organiza o arquivo pelo nome do país, há a
necessidade de dispô-los em ordem alfabética. 
Ficou claro? 
GABARITO: B 
3. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) A atribuição de um
número a cada cliente (pessoa física ou jurídica), por
exemplo, obedecendo à ordem de entrada ou de registro,
sem preocupação alguma com a ordem alfabética é
característica do método 
(A) numérico cronológico. 
(B) numérico alfabético. 
(C) numérico simples. 
(D) dígito-terminal. 
(E) variadex-cronológico. 
Reveja a figura abaixo: 
BÁSICOS 
ALFABÉTICO
GEOGRÁFICO 
NUMÉRICOS 
SIMPLES 
CRONOLÓGICO 
DÍGITO-TERMINAL
IDEOGRÁFICOS
ALFABÉTICOS 
ENCICLOPÉDICO
DICIONÁRIO 
NUMÉRICOS 
DUPLEX 
DECIMAL 
UNITERMO 
PADRONIZADOS
VARIADEX
AUTOMÁTICO
SOUNDEX 
 
 
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MNEMÔNICO
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Releia o exercício e tente imaginar qual método seria aquele descrito
pelo examinador. Quando ele diz “a atribuição de um número”, nos
deixa a dica de que está falando de algum dos métodos numéricos,
certo? 
Vamos, agora, descobrir a qual deles o examinador se refere.
MÉTODO NUMÉRICO SIMPLES: 
Um número é atribuído às pessoas físicas ou jurídicas e um índice 
alfabético, remissivo, é utilizado. Além disso, é necessário manter um
registro dos números utilizados até o momento, para evitar que
sejam abertas duas pastas com o mesmo número. 
Duas observações importantes sobre esse método para concursos
públicos: 
– nele, pode-se reutilizar o número de uma pasta que venha a vagar;
– tem ampla utilização nos arquivos especiais e especializados.
MÉTODO NUMÉRICO CRONOLÓGICO: 
Aqui, a data também precisa ser observada, além da simples ordem
numérica. É a modalidade adotada em quase todas as repartições
públicas. 
Nesse método, quando um registro é anulado, o número só é
aproveitado se for distribuído na mesma data que o registro anterior. 
Vale a observação de que o método numérico cronológico é o único
que dispensa o uso de pastas miscelânia, já que cada documento
recebe seu próprio número de registro, perfazendo um único
processo, em ordem numérica rigorosa. 
A desvantagem do método advém do fato de ele ser um método
indireto, o que significa que a duplicidade de pesquisa é necessária. 
As vantagens, por sua vez, derivam da natureza do método: como é
mais fácil lidar com números do que com letras, as possibilidades de
erro no arquivamento são menores. 
 
 
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MÉTODO NUMÉRICO DÍGITO-TERMINAL 
O método dígito-terminal é utilizado quando do arquivamento de uma
quantidade muito grande de documentos; no INSS, por exemplo. 
Os números, de 5 ou 6 dígitos, são arquivados a cada par. Para
localizar o número 546.726, por exemplo, o procedimento é o
seguinte: 
– separar o número em pares, iniciando pela direita: 54-67-26; 
– como se inicia pela direita, o grupo 26 é chamado de primário, o 67
de secundário e o 54 de terciário; 
– encontrar a pasta 26; em seguida, verificar as pastas cujo grupo
secundário é o 67; por fim, localizar a pasta 54. 
Se o número a ser localizado tiver menos de 5 dígitos, são colocados
zeros à esquerda, até que ele complete 6 dígitos. Após este
procedimento, os passos a serem realizados são os mesmos listados
acima. 
As desvantagens do método são a sua leitura não tradicional (que
pode tornar-se um problema) e a disposição física dos documentos
que o método exige. 
As vantagens são a redução de erros de arquivamentos (ele foi criado
com esta intenção) e a rapidez na localização e também no
arquivamento. 
Voltemos à questão. Precisamos definir a qual método numérico ela
está se referindo. O método faz alguma menção à data de entrada
dos documentos? Não, não faz. Já podemos descartar, portanto, o
método numérico cronológico. 
O método faz, ainda, alguma menção à metodologia do método
dígito-terminal? Tampouco. 
Resta-nos, portanto, marcar a opção que corresponde ao método
numérico simples. Relendo o texto da questão, veja que ela está
totalmente de acordo com este método. 
GABARITO: C
 
 
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4. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) De acordo com as regras
de alfabetação utilizadas no método alfabético, assinale
a alternativa em que os nomes a seguir estão arquivados
de maneira correta. 
João Antônio Silva 
Alberto Monte Azul 
William d’Almeida 
Roberto Carlos Sousa Júnior 
(A) Almeida, William d’ 
Monte Azul, Alberto 
 João Antônio 
Sousa Júnior, Roberto Carlos 
(B) Alberto Monte Azul
João Antônio Silva
Roberto Carlos Sousa Júnior
William d’Almeida 
(C) Almeida, William d’ 
Azul, Alberto Monte 
Júnior, Roberto Carlos Sousa
 João Antônio 
(D) D’Almeida, William
Monte Azul, Alberto 
Júnior, Roberto Carlos Sousa
 João Antônio 
(E) Azul, Alberto Monte
D’Almeida, William 
Júnior, Roberto Carlos Sousa
 João Antônio 
Esse assunto é muito cobrado em questões de concursos! Como
arquivar os nomes? Existem 13 regrinhas para isso e você precisa
estar afiado nelas para a sua prova. São bem tranqüilas, você vai
ver. Vamos lá: 
1. Em nomes de pessoas físicas, o primeiro critério é o sobrenome e,
depois, o prenome. Prenome é o nome que os nossos pais nos dão,
como João, Maria, etc. 
Carolina Teixeira
Gustavo Fernandes 
 
 
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Fernando Ribeiro 
Tiago Lopes Fernandes 
Colocando os nomes acima, em ordem alfabética, tem-se que:
Fernandes, Gustavo 
Fernandes, Tiago Lopes 
Ribeiro, Fernando 
 Carolina 
Perceba como a ordem dos nomes se alterou, após a alfabetação.
Note, também, que, em caso de sobrenomes iguais, prevalece a
ordem alfabética do prenome. 
2. Sobrenomes ligados por hífen ou compostos de um substantivo e
um adjetivo não se saparam. 
Heitor Villa-Lobos 
Humberto de Alencar Castelo Branco
Ludmilla Monte Verde 
Arquivam-se: 
Castelo Branco, Humberto de Alencar 
Monte Verde, Ludmilla 
Villa-Lobos, Heitor 
3. Os sobrenomes formados com as palavras “Santa”, “Santo” ou
“São” também não se separam. 
Filipe Santo Cristo 
Marcelo Santa Rita 
Tainá São José 
Arquivam-se: 
Santa Rita, Marcelo 
Santo Cristo, Filipe 
São José, Tainá 
4. As iniciais abreviativas de prenomes têm precedência na
classificação de sobrenomes iguais. 
L. Ferreira 
Lúcia Ferreira 
Lucimar Ferreira 
 
 
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Arquivam-se: 
 L. 
 Lúcia 
 Lucimar 
5. Os artigos e preposições, como a, o, de, d’, da, do, e um, uma não
são considerados. 
Danielle da Rocha 
Dalva de Oliveira 
Renata Henriques d’Andrade 
Arquivam-se: 
Andrade, Renata Henriques d’ 
Oliveira, Dalva de 
 Danielle da 
6. Os sobrenomes como Filho, Júnior, Neto ou Sobrinho,que
exprimem grau de parentesco, são considerados parte do último
sobrenome, mas, ainda assim, são desconsiderados na ordenação
alfabética. 
Aloísio Barbosa Neto 
Caio Cordeiro Filho 
Igor Nazareth Sobrinho
José Jayme Moraes Junior 
Arquivam-se: 
Barbosa Neto, Aloísio 
Cordeiro Filho, Caio 
Moraes Junior, José Jayme 
Nazareth Sobrinho, Igor 
Entretanto, há uma observação: os graus de parentesco podem ser
considerados, desde que sirvam de elemento de distinção (leia-se: o
grau de parentesco é o único nome que difere dos outros). Veja este
exemplo: 
Aloísio Barbosa Neto 
Aloísio Barbosa Sobrinho 
Aloísio Barbosa Filho 
Arquivam-se: 
 
 
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Barbosa Filho, Aloísio 
Barbosa Neto, Aloísio 
Barbosa Sobrinho, Aloísio 
7. Os títulos tampouco são considerados na alfabetação. São
colocados após o nome completo, entre parênteses. 
Dra. Ana Beatriz Lopes 
General no Rocha 
Ministro João Pedro Goés 
Professora Fernanda Coutinho 
Arquivam-se: 
Coutinho, Fernanda (Professora) 
Goés, João Pedro (Ministro) 
Lopes, Ana Beatriz (Dra.) 
 no (General) 
8. Os nomes estrangeiros são considerados pelo último sobrenome,
salvo os espanhóis e orientais, que serão estudados a seguir: 
Lucy Humig 
Phoebe Buffay 
Rachel Green 
Ross Geller 
Arquivam-se: 
Buffay, Phoebe 
Geller, Ross 
Green, Rachel 
Humig, Lucy 
9. As partículas dos nomes estrangeiros (como di, du, Mac, O’)
podem ou não ser consideradas. O mais comum é considerá-las parte
integrante do nome quando escritas com letra maiúscula. 
Ronald Mac Donald 
Leonardo di Caprio 
Jean Du Pont 
Ryan O’Donnell 
Arquivam-se: 
 
 
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Caprio, Leonardo di 
Du Pont, Jean 
Mac Donald, Ronald 
O’Donnell, Ryan 
10. Os nomes espanhóis são registrados de forma diferente: pelo
penúltimo sobrenome, já que ele corresponde á família do pai. 
Andrés Iniesta Luján 
David Villa Sánchez 
Iker Casillas Fernández 
Arquivam-se: 
Casillas Fernández, Iker 
Iniesta Luján, Andrés 
Villa Sánchez, David 
11. Os nomes orientais – japoneses, chineses e árabes – são
registrados como se apresentam. Não é necessário fazer modificações
nos nomes para colocá-los em ordem de alfabetação. 
Li Ushizima 
Mukhtar Mai 
Arquivam-se: 
Li Ushizima 
Mukhtar Mai 
12. Os nomes de pessoas jurídicas (firmas, empresas, instituições e
órgãos governamentais) devem ser transcritos como se apresentam.
Entretanto, artigos e preposições não são considerados, para fins de
ordenação. Desse modo, os artigos do início do nome são colocados,
entre parênteses, após o nome, para facilitar a ordenação. 
Ponto dos Concursos 
Juliana Miranda Ltda. 
XK & Cia. 
The Library of Congress 
A Loja 
Arquivam-se: 
Juliana Miranda Ltda. 
Library of Congress (The) 
 
 
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Loja (A) 
Ponto dos Concursos
XK & Cia. 
13. Em títulos de congressos, conferências, reuniões, seminários e
afins, os números – arábicos, romanos ou mesmo por extenso – são
desconsiderados na alfabetação e, por isso, devem vir entre
parênteses, ao final do nome. 
II Congresso de Arquivologia
5º Seminário sobre a paz 
Primeira Conferência do Cespe 
Arquivam-se: 
Conferência do Cespe (Primeira) 
Congresso de Arquivologia (II) 
Seminário sobre a paz (5º) 
Estas regras, todavia, não engessam a organização. Imagine que a
organização tenha um funcionário chamado Joaquim Maria Machado
de Assis, que é conhecido somente pelos sobrenomes: Machado de
Assis. 
Ela pode, excepcionalmente, arquivá-lo como “Machado de Assis,
Joaquim Maria”, desde que, em “Assis, Joaquim Maria Machado de”,
haja uma remissiva (leia-se: uma observação deixando claro que os
documentos do funcionário estão em outro local, especificado) para
evitar dúvidas e desentendimentos futuros. 
Veja outro exemplo de exceção, com o objetivo de melhor servir à
organização: 
João Mendes Leite Junior 
Deveria ser arquivado, em regra: Leite Junior, João Mendes. 
Pode ser arquivado, excepcionalmente, pelos nomes mais
conhecidos: Mendes Junior, João Leite – desde que haja a remissiva. 
Observação: pode-se adotar, na ordenação, o critério de letra por
letra ou o de palavra por palavra. 
Exemplo de critério letra por letra: 
Monte Claro 
 
 
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Monteiro 
Monte Verde 
Esses mesmos dados, se classificados pelo critério palavra por
palavra, serão assim ordenados: 
Monte Claro 
Monte Verde 
Monteiro 
Observe que, no critério letra por letra as letras são consideradas na
alfabetação, independentemente do fato de a próxima letra a ser
analisada pertencer ou não à palavra anterior. No critério palavra por
palavra, por sua vez, a palavra em que a letra se encontra influi na
alfabetação. 
Em relação a essas regrinhas, não tem jeito, você terá de memorizá-
las. Mas não há motivo para pânico, não. Ao fazer exercícios, você vai
perceber que acabará “internalizando” as regrinhas de maneira leve e
natural. 
Então, para te ajudar nessa tarefa de memorizar essas benditas
regrinhas, eu vou colocá-las nos comentários aos exercícios, todas as
vezes em que elas forem necessárias à resolução, pode ser? Assim,
você não precisa ficar voltando às páginas para encontrar a regra
correta e vai aprendendo-a, nem que seja por “osmose”, rs... 
Pois bem, voltando ao item, vamos lá, arquivar cada um dos nomes
que o examinador nos deu. 
O primeiro nome é João Antônio Silva. Esse é simples, enquadra-se
na primeira regra. 
1. Em nomes de pessoas físicas, o primeiro critério é o sobrenome e,
depois, o prenome. Prenome é o nome que os nossos pais nos dão,
como João, Maria, etc. 
Carolina Teixeira 
Gustavo Fernandes 
Fernando Ribeiro 
Tiago Lopes Fernandes 
Colocando os nomes acima, em ordem alfabética, tem-se que: 
Fernandes, Gustavo 
Fernandes, Tiago Lopes 
 
 
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Ribeiro, Fernando 
 Carolina 
Perceba como a ordem dos nomes se alterou, após a alfabetação.
Note, também, que, em caso de sobrenomes iguais, prevalece a
ordem alfabética do prenome. 
Arquiva-se: 
 João Antônio 
O segundo nome é Alberto Monte Azul. Esse nome, por sua vez, 
utiliza a 2ª regra. 
2. Sobrenomes ligados por hífen ou compostos de um substantivo e
um adjetivo não se saparam. 
Heitor Villa-Lobos 
Humberto de Alencar Castelo Branco
Ludmilla Monte Verde 
Arquivam-se: 
Castelo Branco, Humberto de Alencar 
Monte Verde, Ludmilla 
Villa-Lobos, Heitor 
Lembre-se que Monte Azul não se separa no arquivamento. Fica,
portanto: 
Monte Azul, Alberto 
O terceiro nome é William d’Almeida. Releia a 5ª regra: 
5. Os artigos e preposições, como a, o, de, d’, da, do, e um, uma não
são considerados. 
Danielle da Rocha 
Dalva de Oliveira 
Renata Henriques d’Andrade 
Arquivam-se: 
Andrade, Renata Henriques d’ 
Oliveira, Dalva de 
 
 
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 Danielle da 
 
Arquiva-se, assim: 
Almeida, William d’ 
O quarto e último nome é Roberto Carlos Sousa Júnior. Reveja a 6ª
regra: 
6. Os sobrenomes como Filho, Júnior, Neto ou Sobrinho, que
exprimem grau de parentesco, são considerados parte do último
sobrenome, mas, ainda assim, são desconsiderados na ordenação
alfabética. 
Aloísio Barbosa Neto 
Caio Cordeiro Filho 
Igor Nazareth Sobrinho
José Jayme Moraes Junior 
Arquivam-se: 
Barbosa Neto, Aloísio 
Cordeiro Filho, Caio 
Moraes Junior, José Jayme 
Nazareth Sobrinho, Igor 
Entretanto, há uma observação: os graus de parentesco podem ser
considerados, desde que sirvam de elemento de distinção (leia-se: o
grau de parentesco é o único nome que difere dos outros). Veja este
exemplo:Aloísio Barbosa Neto 
Aloísio Barbosa Sobrinho 
Aloísio Barbosa Filho 
Arquivam-se: 
Barbosa Filho, Aloísio 
Barbosa Neto, Aloísio 
Barbosa Sobrinho, Aloísio 
 O nome será arquivado: 
Sousa Júnior, Roberto Carlos 
Pronto, agora já sabemos, o gabarito é a letra “a”. Entendido? 
 
 
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GABARITO: A
5. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) Assinale a alternativa
que apresenta o método de arquivamento em que a
documentação é dividida em classes, conforme os
assuntos, partindo-se do gênero para a espécie e desta
para a minúcia. 
(A) Método dígito-terminal 
(B) Método decimal 
(C) Método variadex 
(D) Método alfanumérico 
(E) Método numérico duplex 
Imagino que você deva estar cansado já de tantos métodos de
arquivamento, mas você vai perceber que, com o tempo, você vai
ficar “craque” neles. Não é difícil não! É muita matéria, eu sei, mas
na segunda ou terceira vez que você ler sobre eles, vai ficar mais
seguro! Agora, nesta questão, nós vamos estudar novos métodos: 
Métodos ideográficos são aqueles que consideram o assunto na
ordenação. Quase todas as organizações possuem certos documentos
que devem ser arquivados por assunto. 
Antes de falarmos mais sobre os métodos ideográficos, volte ao texto
da questão. Note que o examinador fala que a documentação é
dividida “conforme os assuntos”. Opa, aí já está a primeira dica. Se a
documentação é dividida por assuntos, o método é o ideográfico!
Você não pode esquecer essa relação: métodos ideográficos
consideram o assunto na ordenação! 
Os métodos de arquivamento não são de fácil aplicação, pois
dependem da interpretação do conteúdo dos documentos. Ainda
assim, é o mais aconselhável em grandes volumes de documentos de
assuntos diversos. 
Não faça confusão entre a classificação dos métodos por assunto com
a classificação por espécies documentais, como atas, contratos,
telegramas, que é, também, muito comum. 
 
 
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Se um candidato a algum concurso público desejar arquivar os seus
documentos referentes aos estudos das mais diferentes matérias,
poderá fazê-lo valendo-se do método ideográfico: 
Administração de Recursos Materiais 
Compras 
Estoque 
Supply Chain Management 
Arquivologia 
Arquivos 
Métodos de arquivamento
Microfilmagem 
Direito Administrativo 
Atos
Contratos
Lei nº 8.112 
Os métodos por assunto podem ser alfabéticos ou numéricos. 
a) Métodos alfabéticos 
Quando o volume de documentos é pequeno, deve-se adotar um dos 
métodos alfabéticos, a saber: 
Ordem dicionária: como em um dicionário, os assuntos são dispostos
exclusivamente pela ordem alfabética, independentemente do
assunto a que pertencem. No exemplo dado acima, dos arquivos de
um concursando, as matérias ficariam assim arquivadas, em ordem
dicionária: 
Arquivos
Atos
Compras 
 
 
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Contratos 
Estoque 
Lei nº 8.112 
Métodos de arquivamento 
Microfilmagem 
Supply Chain Management 
Ordem enciclopédica: como em uma enciclopédia, os documentos são 
ordenados, primeiramente, por assunto e, dentro de cada assunto,
são ordenadas por ordem alfabética: 
Administração de Recursos Materiais 
Compras 
Estoque 
Supply Chain Management 
Arquivologia 
Arquivos 
Métodos de arquivamento
Microfilmagem 
Direito Administrativo 
Atos
Contratos
Lei nº 8.112 
b) Métodos Numéricos 
Os métodos numéricos ideográficos mais conhecidos são o duplex, o 
decimal e o unitermo. 
 
 
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Método Duplex: os documentos são divididos em classes, ilimitadas.
Pode-se criar quantas classes quiser e isto exige certo cuidado, para
não serem abertas classes desnecessárias. 
Ainda que uma classe não seja prevista inicialmente, ela pode ser
criada assim que a necessidade surgir. Por exemplo, um concurseiro,
ao arquivar seus documentos, não previu uma determinada classe. 
Com o decorrer dos estudos, descobriu que seria necessária a criação
de outras classes para, abordar, por exemplo, o tema “métodos de
arquivamento básicos”, separadamente. Para resolver a esta situação
e criar tópicos novos, não há o menor problema, já que as classes
são ilimitadas. 
Se, antes, o arquivo dele estava assim:
1 – Administração de Recursos Materiais 
1.1 Compras 
1.2 Estoque 
1.3 Supply Chain Management 
2 – Arquivologia 
2.1 Arquivos 
2.2 Métodos de arquivamento 
2.3 Microfilmagem 
3 – Direito Administrativo 
3.1 Atos 
3.2 Contratos 
3.3 Lei nº 8.112 
Agora, após a inclusão dos métodos básicos de arquivamento, ficará 
assim: 
1 – Administração de Recursos Materiais 
1.1 Compras 
 
 
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1.2 Estoque 
1.3 Supply Chain Management 
2 – Arquivologia 
2.1 Arquivos 
2.2 Métodos de arquivamento 
2.2.1 Básicos 
2.2.1.1 Alfabético 
2.2.1.2 Geográfico 
2.2.1.3 Numéricos 
2.2.1.4 Ideográficos 
2.3 Microfilmagem 
3 – Direito Administrativo 
3.1 Atos 
3.2 Contratos 
3.3 Lei nº 8.112 
A vantagem do método é clara: a abertura ilimitada de classes – por 
isso, é preferido em relação ao método decimal, a ser estudado a
seguir. 
A desvantagem é a contrapartida da vantagem: ora, se podem ser
abertas quantas classes forem necessárias, elas precisam ser
cuidadosamente definidas, para não haver documentos que tratam do
mesmo tema sendo arquivados em mais de um lugar. 
Método Decimal: criado com base no Sistema Decimal de Melvil
Dewey, divide o conhecimento humano em nove classes principais e
uma décima é reservada para os assuntos mais genéricos, que não se
enquadram nas nove classes anteriores. 
 
 
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A parte inteira do número é composta de três algarismos e a parte
decimal depende do número de classes que dele deriva. Logo, pode
não haver parte decimal ou ela pode ter dois, três, quatro ou mais
algarismos. 
É necessário que a pessoa responsável pelo arquivo faça um estudo
cuidadoso das classes, já que elas são limitadas em apenas dez. Mas,
por outro lado, as subclasses podem ser expandidas ilimitadamente,
desde que, é claro, cada uma delas tenha somente dez divisões. 
As vantagens do método são, além da possibilidade de expansão
ilimitada das subdivisões dos assuntos, o fato de as nomenclaturas
em que são agrupados os documentos serem de fácil memorização. 
As desvantagens são a dificuldade de previsão antecipada de todas as
classes, além da própria limitação da classe em si. 
Unitermo: também chamado de indexação coordenada. Sua utilização
não é recomendada em arquivos convencionais, mas vem sendo
aplicada, com sucesso, em arquivos especiais e especializados. 
Neste método, um número é atribuído a cada documento que dá
entrada no arquivo. Após a numeração, uma análise do documento é
feita, para identificar quais termos e palavras-chave podem ser dele
extraídos. 
Cada palavra-chave recebe uma ficha com 10 colunas, numeradas de
0 a 9. Nessa ficha, são anotados os números dos documentos que,
em seu teor, possuem a palavra-chave. O número do documento é
escrito na coluna de seu último algarismo. Por exemplo, o documento
nº 326 deverá estar na coluna 6 e o documento nº 289 deverá estar
na coluna 9. 
Veja a ficha abaixo, supondo que ela trate de “reuniões”: 
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 
0230 4281 0682 4963 8924 4955 7896 2317 3948 4329
 6511 7634 3967 
 1847 
Portanto, todos os documentos inscritos nesta ficha, acima, tratam do
tema “reuniões”. 
Ufa, acabamos os métodos ideográficos! Agora, vem a parte mais
importante: saber identificar o método correto na questão e ganhar o
pontinho na hora da prova!ARQUIVOLOGIA EM EXERCÍCIOS PARA A PG‐DF
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Como vimos, a questão fala, necessariamente, de um método
ideográfico. Os itens “a”, “c” e “d” estão descartados, portanto.
Restaram-nos as letras “b” e “e”, que são o método numérico decimal
e o método numérico duplex, respectivamente. 
O livro que as bancas costumam utilizar como bibliografia é o
Marilena Paes Leite (citado na bibliografia) que inicia o parágrafo a
respeito do método duplex exatamente com essa definição: 
“Nesse método, a documentação é dividida em classes, conforme os
assuntos, partindo-se do gênero para a espécie e desta para a
minúcia”. 
A diferença para o método decimal é que, aqui, remove-se a
dificuldade apresentada por ele relativamente à previsão antecipada
de todas as atividades, pois o plano inicial não precisa ir além das
necessidades imediatas, sendo abertas novas classes à medida que
outras necessidades forem surgindo. 
Percebeu esta outra sutileza? No método duplex, as classes são
criadas de acordo com a necessidade (e é isto que a questão está
afirmando) e não abertas previamente, como no método decimal. 
Em concursos públicos, é preciso ficar atento a cada detalhe que o
examinador te dá para se chegar à resposta correta. 
GABARITO: E
6. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) A respeito do método
variadex, assinale a alternativa correta. 
(A) É um tipo de método cronológico. 
(B) Utiliza as cores como elementos auxiliares para
facilitar o arquivamento e a localização dos
documentos. 
(C) É baseado no sistema decimal. 
(D) Agrupa os assuntos, permitindo uma abertura
ilimitada de classes. 
(E) Dispõe os documentos na ordem dicionária. 
 
 
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Dentre os métodos padronizados, tem-se o variadex, o automático, o
soundex, o rôneo e o mnemônico. 
Para concursos públicos, é suficiente saber o variadex. Os outros,
além de não serem abordados em provas de concurso público, são ou
obsoletos ou não têm aplicação prática nos arquivos brasileiros. O
variadex, inclusive, caiu na prova do STM, aplicada no penúltimo final
de semana, pelo CESPE. 
Método Variadex: a principal inovação é a utilização de cores,
conforme a tabela abaixo: 
Letras Cores 
A, B, C, D e abreviações Ouro 
E, F, G, H e abreviações Rosa 
I, J, K, L, M, N e abreviações Verde 
O, P, Q e abreviações Azul 
R, S, T, U, V, W, X, Y, Z e abreviações palha 
Essas letras, na primeira coluna, correspondem à segunda letra do
nome e não à primeira. Um nome como “Maria Figueiras” está nas
pastas de cor verde, pois é assim ordenado: “Figueiras, Maria” e a
segunda letra, é, portanto, a letra “i”, de cor verde. 
A grande vantagem do método é que, como várias letras são
agrupadas juntas (na mesma cor), a chance de erros diminui
consideravelmente. 
Pois bem, voltemos, portanto, à questão: 
Letra “a”: O método variadex não é um tipo de método cronológico,
você já sabe disso! Método variadex sequer é método básico; é
método padronizado! 
Letra “b”: Perfeito! Pois não foi justamente isso que vimos acima? O
método variadex utiliza as cores como elementos auxiliares para
facilitar o arquivamento e a localização dos documentos. 
Imagine que sua memória seja um disco-rígido e que, nela, com
tantas matérias para este concurso, você só possa gravar uma única
palavrinha para levar para o dia da prova, em relação ao método
variadex. Essa palavrinha seria, definitivamente, “cores”. Sempre que
se falar neste método, lembre-se da utilização de cores. 
Letra “c”: O examinador viajou nesta alternativa. O método variadex
não é baseado no método decimal, não! 
 
 
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Letra “d”: O método que agrupa os assuntos, permitindo uma
abertura ilimitada de classes é o duplex. 
Letra “e”: Ora, o método que dispõe os documentos na ordem
dicionário, é o método ideográfico alfabético, ordem dicionária! 
GABARITO: B
7. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) O código Ba-Bl = 5 é um
exemplo de aplicação do método de arquivamento: 
(A) alfanumérico. 
(B) alfabético simples. 
(C) variadex. 
(D) decimal. 
(E) cronológico. 
Pronto, esta questão exige o último método a ser estudado! 
Olhando rapidamente para ela, já podemos descartar as letras “c”,
“d” e “e”, porque já sabemos o que são esses métodos e o código
apresentado na questão não nos remete a nenhum deles, não é
mesmo? 
Vamos descobrir, então, o que é o método alfanumérico. Como nós já
estudamos nessa aula, ele não é considerado nem básico nem
padronizado (tanto é que não está naquele esqueminha dos métodos,
que já vimos várias vezes). 
Você se lembra das desvantagens do método alfabético? Veja só: a
literatura afirma que os erros no método alfabético são mais comuns,
devido ao cansaço visual e à variedade gráfica nos nomes. Esses
erros ficam mais frequentes quando o volume de documentos é
considerável. 
Essas dificuldades podem ser contornadas valendo-se de cores (como
vimos, acima, no método variadex) ou por meio de números, como
acontece no método alfanumérico! 
 
 
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“Mas, Carol, como é que funciona esse método?” É o seguinte: um
profissional fica responsável pela elaboração de uma tabela
constituída de divisões do alfabeto, numeradas em ordem crescente. 
Exemplo: 
Aa-Al= 1 
Am-As = 2 
At-Az = 3 
Ba-Bl = 4 
Bm – Bz = 5 
E assim por diante... 
Para a gente ver, na prática, como os nomes seriam arquivados neste
método, veja abaixo: 
Fernando Alonso 
Maria Amaral 
Priscilla Brito 
Arquivam-se assim: 
Alonso, Fernando (Aa-Al= 1) 
Amaral, Maria (Am-As = 2) 
Brito, Priscilla (Bm – Bz = 5) 
Então, Fernando Alonso estará arquivado na pasta de número 1;
Maria Amaral, na pasta de nº 2; Priscilla Brito, na pasta nº 5. 
Agora, ficou fácil responder a questão, não ficou? A resposta é letra
“a”, método alfanumérico. A letra “b” refere-se a um método que
sequer existe! 
GABARITO: A 
8. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) Acerca do método
numérico cronológico, assinale a alternativa correta. 
 
 
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(A) Pertence ao sistema direto. 
(B) Numera-se a pasta e não o documento. 
(C) Quando se anula um registro, sempre se aproveita o
número. 
 
(D) Além da ordem numérica, respeita-se a data do
documento. 
(E) A sua desvantagem é o pequeno grau de sigilo. 
Essa questão é sobre o método numérico cronológico, que já
estudamos nessa aula. 
Vamos lá: 
Letra “a”: O método numérico cronológico é indireto. Se você ainda
estiver com dúvidas, volte na questão que aprendemos sobre ele. 
Letra “b”: Informação importante foi a que vimos acima: o método
numérico cronológico é o único que dispensa o uso de pastas
miscelânia, já que cada documento recebe seu próprio número de
registro, perfazendo um único processo, em ordem numérica
rigorosa. 
Ora, se cada documento recebe seu próprio número de registro,
então se numeram os documentos. 
Letra “c”: Como vimos, quando um registro é anulado, existe a
possibilidade de ele ser reaproveitado, mas somente se for distribuído
na mesma data que o registro anterior. 
Essa situação, ainda que excepcional, invalida o item. 
Letra “d”: Corretíssima! Além da ordem numérica, respeita-se a data
do documento. Não é à toa que ele é chamado de método numérico
cronológico. 
Letra “e”: Como pode ser pequeno o grau de sigilo se são utilizados
números? Lembre-se que é a modalidade adotada em quase todas as
repartições públicas. 
GABARITO: D 
 
 
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9. (CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO – IADES –
2010) Assinale a alternativa que não representa sistema
ou tipo de classificação utilizado em arquivos.(A) Classificação cronológica 
(B) Classificação decimal universal 
(C) Classificação randômica aleatória 
(D) Classificação alfanumérica 
Agora, que a gente já estudou todos os métodos de arquivamento,
ficou bem fácil responder a esta questão da IADES, não é mesmo?! 
Vamos fazer igual ao Jack Estripador, por partes. Nossa, foi péssima
essa, eu admito... Prometo não fazer esta mesma piada nos próximos
cursos! rs 
Letra “a”: classificação cronológica é o método numérico cronológico,
oras. Você já sabe do que ele trata. Vamos dar uma outra lida neste
método, por fins didáticos? 
Nele, a data também precisa ser observada, além da simples ordem
numérica. É a modalidade adotada em quase todas as repartições
públicas. 
Letra “b”: classificação decimal universal, o que é isso? É o método
ideográfico numérico decimal. E por que a IADES se referiu ao
método como universal? Por isso mesmo, porque o método é
universalmente reconhecido e utilizado. 
Letra “c”: classificação randômica aleatória? O examinador viajou
nessa, hein? Fala sério! Primeiro que não existe essa classificação;
segundo que randômica aleatória é o famoso “sair pra fora”. Se é
randômica, é aleatória, oras. O examinador quis fazer um nome
difícil, para tentar confundir o candidato, mas acabou dando a
questão de graça, né? 
Letra “d”: classificação alfanumérica nós já vimos. É, inclusive, o
único sistema semi-indireto, lembra-se? 
GABARITO: C 
10. (CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO – IADES
– 2010) Existem vários métodos possíveis de 
 
 
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arquivamento. Assinale a alternativa correta sobre o
tema. 
(A) Usa-se método duplex quando a documentação é
dividida em classes, conforme o assunto. 
(B) Nos casos em que o elemento principal é a situação
funcional da pessoa, utiliza-se o método alfabético,
por ser o mais direto. 
(C) A busca pelo CEP é a característica principal
usando-se o método de arquivamento geográfico. 
(D) O método ideográfico depende da interpretação dos
documentos sob análise, mas garante que haja
padronização dos arquivos com outras organizações
de porte e segmento de atuação semelhante. 
Vamos avaliar letra por letra, para chegar ao gabarito da questão. 
Letra “a”: o examinador está afirmando que o método duplex se vale
do assunto. Para saber se é verdade, é só nos lembrarmos que o
método duplex é ideográfico e, portanto, vale-se do assunto. 
Para termos a certeza de que o item está todo correto, precisamos
verificar se, neste método, a documentação é dividida em classes. É
sim, em classes ilimitadas. Pronto, achamos a resposta da questão.
Vamos, entretanto, como de costume, descobrir porque as outras
letras estão erradas. 
Letra “b”: cá entre nós, este examinador da IADES tem uma veia
cômica, só pode. Desde quando a situação funcional de uma pessoa é
levada em conta no método alfabético? Nada disso, você já sabe que
está errada esta letra. 
Letra “c”: não é o CEP que é levado em conta no método geográfico.
É o local de procedência ou origem. 
Letra “d”: o método ideográfico, assim como qualquer outro, depende
da interpretação dos documentos sob análise, mas isso não garante
padronização com outras organizações. 
A escolha dos métodos depende da natureza dos documentos e
também da estrutura da organização que os produz ou recebe. Logo,
o item está errado porque não se pode garantir padronização alguma. 
 
 
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GABARITO: A 
Encerramos, aqui, nossa segunda aula! Foram tranqüilas as questões
da IADES, né?! 
Você deve ter percebido que não fizemos muitos exercícios, em
quantidade, nesta aula. Mas, por outro lado, os exercícios estão
exaustivamente comentados, indo além daquilo que a questão exigia,
para te dar condições de chegar bem preparado à prova da
Procuradoria! Fique tranqüilo que, nesta aula de hoje, estudamos
bem todos os métodos de arquivamento. Se este é o seu primeiro
contato com a matéria, sugiro que você estude mais de uma vez
nossa aula, para diferençar bem os métodos, um do outro. Certo? 
Estou à disposição no fórum de dúvidas, para qualquer
eventualidade. 
Abaixo, como de costume, as questões comentadas nesta aula, caso
você queira refazê-las e conferir seu desempenho. 
Um abraço e força na peruca,
Carol 
 
 
 
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QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA 
1. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) Assinale a alternativa
que apresenta o tipo de sistema a que pertence o método
de arquivamento alfabético. 
A) Indireto 
B) Básico 
C) Ideográfico 
D) Padronizado 
E) Direto 
2. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) Acerca do método
geográfico de arquivamento, assinale a alternativa
correta. 
A) O principal elemento a ser considerado é o nome. 
B) É um método do sistema direto. 
C) Quando se organiza o arquivo por estados, as capitais
devem ser alfabetadas por último. 
D) Quando se organiza o arquivo pelo nome das cidades,
deve haver um destaque especial para as capitais. 
E) Quando se organiza o arquivo pelo nome do país, não há
a necessidade de dispô-los em ordem alfabética. 
3. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) A atribuição de um
número a cada cliente (pessoa física ou jurídica), por
exemplo, obedecendo à ordem de entrada ou de registro,
sem preocupação alguma com a ordem alfabética é
característica do método 
A) numérico cronológico. 
B) numérico alfabético. 
 
 
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C) numérico simples. 
D) dígito-terminal. 
E) variadex-cronológico. 
4. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) De acordo com as regras
de alfabetação utilizadas no método alfabético, assinale
a alternativa em que os nomes a seguir estão arquivados
de maneira correta. 
João Antônio Silva 
Alberto Monte Azul 
William d’Almeida 
Roberto Carlos Sousa Júnior 
(A) Almeida, William d’ 
Monte Azul, Alberto 
 João Antônio 
Sousa Júnior, Roberto Carlos 
(B) Alberto Monte Azul
João Antônio Silva
Roberto Carlos Sousa Júnior
William d’Almeida 
(C) Almeida, William d’ 
Azul, Alberto Monte 
Júnior, Roberto Carlos Sousa
 João Antônio 
(D) D’Almeida, William
Monte Azul, Alberto 
Júnior, Roberto Carlos Sousa
 João Antônio 
(E) Azul, Alberto Monte
D’Almeida, William 
Júnior, Roberto Carlos Sousa
 João Antônio 
5. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) Assinale a alternativa
que apresenta o método de arquivamento em que a
documentação é dividida em classes, conforme os 
 
 
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assuntos, partindo-se do gênero para a espécie e desta
para a minúcia. 
A) Método dígito-terminal 
B) Método decimal 
C) Método variadex 
D) Método alfanumérico 
E) Método numérico duplex 
6. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) A respeito do método
variadex, assinale a alternativa correta. 
A) É um tipo de método cronológico. 
B) Utiliza as cores como elementos auxiliares para
facilitar o arquivamento e a localização dos
documentos. 
C) É baseado no sistema decimal. 
D) Agrupa os assuntos, permitindo uma abertura
ilimitada de classes. 
E) Dispõe os documentos na ordem dicionária. 
7. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) O código Ba-Bl = 5 é um
exemplo de aplicação do método de arquivamento: 
A) alfanumérico. 
B) alfabético simples. 
C) variadex. 
D) decimal. 
E) cronológico. 
 
 
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8. (MPE/GO – 2010 – FUNIVERSA) Acerca do método
numérico cronológico, assinale a alternativa correta. 
A) Pertence ao sistema direto. 
B) Numera-se a pasta e não o documento. 
C) Quando se anula um registro, sempre se aproveita
o número. 
 
D) Além da ordem numérica, respeita-se a data do
documento. 
E) A sua desvantagem é o pequeno grau desigilo. 
09. (CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO – IADES
– 2010) Assinale a alternativa que não representa
sistema ou tipo de classificação utilizado em arquivos. 
(E) Classificação cronológica 
(F) Classificação decimal universal 
(G) Classificação randômica aleatória 
(H) Classificação alfanumérica 
10. (CONSELHO FEDERAL DE ADMINISTRAÇÃO – IADES –
2010) Existem vários métodos possíveis de
arquivamento. Assinale a alternativa correta sobre o
tema. 
(E) Usa-se método duplex quando a documentação é
dividida em classes, conforme o assunto. 
(F) Nos casos em que o elemento principal é a situação
funcional da pessoa, utiliza-se o método alfabético,
por ser o mais direto. 
(G) A busca pelo CEP é a característica principal
usando-se o método de arquivamento geográfico. 
 
 
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O método ideográfico depende da interpretação dos
documentos sob análise, mas garante que haja padronização
dos arquivos com outras organizações de porte e segmento de
atuação semelhante. 
 
 
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GABARITO DAS QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA 
1 E
2 B
3 C
4 A
5 E
6 B
7 A
8 D
9 C
10 A

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