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CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DO MARANHÃO – 
UNIFACEMA 
CURSO DE BACHARELADO EM ODONTOLOGIA 
DISCIPLINA: CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL E TRAUMATOLOGIA 
DOCENTE: THIAGO HENRIQUE GONÇALVES MOREIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
MANUAL DE EMERGÊNCIA E URGÊNCIA ODONTOLÓGICA 
Bruna Rafaela Mendes da Silva 
Dynaellen Costa Silva 
Gabriel Gonçalves Torres 
Gabriella de Sousa chaves 
Isabel Arina de Freitas da Conceição 
Lygia Maria Lima Botelho 
Makisine Viana Coelho 
Menahem William Conrado da Silva 
Milene Pereira Brito 
Samyra Monteiro 
Sthefany Gaeth da Silva 
 
 
 
 
 
 
 
CAXIAS-MA 
2021 
1 
 
Sumário 
1. EMERGÊNCIA ODONTOLÓGICA ............................................................................. 3 
1.1. Extrações De Dentes ........................................................................................................... 3 
1.2. Controles De Sangramento ................................................................................................ 3 
1.3. Reimplante Dentário ........................................................................................................... 3 
1.4. Drenagem De Infecção ....................................................................................................... 3 
1.5 Traumas Faciais .................................................................................................................. 4 
2. URGÊNCIAS ODONTOLÓGICAS .................................................................................... 4 
2.1. Cárie ...................................................................................................................................... 4 
2.2. Hemorragia .......................................................................................................................... 5 
2.3. Traumatismo Dentoalveolar .............................................................................................. 5 
2.3.1. Trinca De Esmalte .......................................................................................................... 5 
2.3.2. Fratura De Esmalte .......................................................................................................... 5 
2.3.3. Fratura De Esmalte E Dentina ....................................................................................... 5 
2.3.4. Fratura De Esmalte E Dentina Com Exposição Pulpar .............................................. 5 
2.3.5. Fratura Coronorradicular ............................................................................................... 6 
2.3.6. Fratura De Raiz ............................................................................................................... 6 
2.3.7. Concussão ........................................................................................................................ 6 
2.3.8. Sub Luxação .................................................................................................................... 6 
2.3.9. Luxação Lateral .............................................................................................................. 6 
2.3.10. Luxação Intrusiva ......................................................................................................... 6 
2.3.11. Luxação Extrusiva ........................................................................................................ 6 
2.3.12. Avulsão ........................................................................................................................... 6 
2.4 Urgência De Origem Endodôntica .................................................................................... 6 
2.5. Urgências De Origem Periodental .................................................................................. 7 
2.5.1. Acesso Periodontal ......................................................................................................... 7 
2.5.2. Doença Periodental Necrosante (Gun E Pun) ............................................................ 8 
2.5.3. Pericoronarite/Abecesso Pericoronário Agudo ........................................................... 8 
2.5.4 Mobilidade Grau Iv .......................................................................................................... 8 
3. POUCO URGENTE ........................................................................................................... 9 
3.1 Remoção De Suturas ................................................................................................................ 9 
3.2. Ajuste Ou Reparo De Próteses Removíveis Que Estejam Causando Dor Ou Com A 
Função Mastigatória Comprometida ................................................................................9 
4. NÃO URGENTE .............................................................................................................. 10 
2 
 
5.TRATAMNTOFARMACOLÓGICO ................................................................... 10 
 5.1. Fármacos .................................................................................................................. 10 
5.2. Esquema De Administração .................................................................................. 10 
6. REFERENCIAS ......................................................................................................... 12 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
1. EMERGÊNCIA ODONTOLÓGICA 
Primeiramente procura um serviço de saúde especializados em atendimentos 
odontológicos no qual o dentista irá realizar uma consulta rápida ao paciente, para ver o 
local da lesão e avaliar a situação, decidindo se é necessário realizar exames radiográficos, 
após será possível realizar: 
1.1. EXTRAÇÕES DE DENTES: onde a área é anestesiada o dente é descolado 
do osso com um tipo de alavancada, e então extraído 
com um fórceps dentário. 
1.2. CONTROLES DE SANGRAMENTO: 
para controlar o sangramento, colocar uma gaze sobre 
o vazio deixado pelo dente e trincar durante 45 minutos 
a 1 hora para estancar o sangramento. 
1.3. REIMPLANTE DENTÁRIO: nessa 
fase, você poderá encontrar as seguintes intercorrências: 
• Soltura de parafuso de componente; 
• Fratura de parafusos; 
• Peri-implantite causando dor; 
• Abcesso gengival ou periodontal; 
• Queda ou fratura de prótese fixa; 
• Fratura de barra de prótese protocolo; 
• Queda de dentes de próteses do tipo protocolo. 
Por isso, é interessante sempre acompanhar e realizar consultas de manutenção 
após o final dos tratamentos. Dessa forma, é comum nos depararmos com afrouxamento 
de parafusos de alguns componentes. 
 Após a finalização, os implantes vão estar sujeitos a urgências relacionadas às 
próteses. Muitas delas podem ser prevenidas no dia da sua instalação ou cimentação. 
Fazer a checagem da oclusão em intercuspidação e em lateralidade, checar guias, contatos 
e balanceamento é essencial para evitar fraturas, desgastes ou dentes soltos. Orientar os 
pacientes sobre a higiene das novas próteses é imprescindível. Apresente as ferramentas, 
gaste tempo na consulta final. 
1.4. DRENAGEM DE INFECÇÃO: 
Os abscessos são graves porque a 
infecção pode se espalhar para outras partes do 
corpo. Contate seu dentista para agendar uma 
consulta. A maior parte dos abscessos 
gengivais tem uma significativa melhora após 
três procedimentos: 
• A área ser completamente limpa; 
• O pus que está preso conseguir ser expelido; 
• A infecção ser tratada com os antibióticos; 
4 
 
 
 
1.5 TRAUMAS FACIAIS 
O diagnóstico e tratamento de lesões faciais obtiveram grande progresso nas 
últimas décadas. Uma agressão localizada na face não envolve apenas tecido mole e 
ossos, mas também, por extensão, pode acometer o cérebro, olhos, seios e dentição. 
Quando o trauma ocorre por impacto de grande velocidade e energia cinética, lesões 
concomitantes, que podem ser maisletais do que o trauma facial por si só. 
O trauma facial é uma realidade presente no serviço de emergência de grande 
referência de trauma, e acomete todas as 
idades. As causas são diretamente 
relacionadas com idade e tipo do trauma. 
TRATAMENTO: As fraturas de face 
podem ser tratadas e, com os 
procedimentos corretos, é possível 
recuperar 100% o paciente. O tratamento 
pode ocorrer de diversas maneiras, 
dependendo do nível de gravidade da 
lesão. Os casos podem variar desde uma simples observação até que a fratura melhore 
ou até mesmo intervenção cirúrgica. Os traumas de face precisam ser tratados 
adequadamente para evitar complicações como infecção, dor crônica, visão dupla 
permanente, alteração da posição do olho, alteração da mordida, dificuldades na 
mastigação, entre outros. É por este motivo que o diagnóstico precoce e tratamento 
correto (podendo ser cirúrgico ou não) são fundamentais para evitar danos permanentes 
na face. Por isso reforçamos: após acidentes, fique atento aos sintomas, mesmo que não 
haja um ferimento aparente. 
 
2. URGENCIAS ODONTOLÓGICAS 
É uma situação que deve ser resolvida imediatamente, que não pode ser adiada, 
mas que não tem risco de vida iminente, em casos de doenças que afetam a polpa dos 
dentes e que provocam uma dor aguda muito difícil de suportar, nesses casos um 
diagnostico rápido, feito por profissional competente, resolve a dor com a abertura do 
elemento dentário e extração da polpa. 
2.1. CÁRIE 
A principal causa de cárie é a falta de 
higienização bucal adequada, pois nesses 
casos o excesso de bactérias presente na boca 
e o resto de alimentos não são devidamente 
removidos, o que favorece o 
desenvolvimento de placas e cáries. Além 
disso, o consumo exagerado de alimentos 
com açúcar, como bolos, doces ou biscoitos, 
são fatores que facilitam o desenvolvimento 
de bactérias nos dentes. 
5 
 
TRATAMENTO: A única forma de tratar uma cárie dentária é numa consulta 
com o dentista, não existindo um tratamento caseiro capaz de eliminá-la. Por vezes, basta 
apenas 1 sessão para eliminar a cárie, com uma restauração do dente, em que é feita a 
remoção da cárie e de todo o tecido infectado, seguida da aplicação de resina. 
2.2. HEMORRAGIA: 
É comum a hemorragia após a remoção de 
um dente. Hemorragia bucal pode parecer pior do 
que realmente é porque uma pequena quantidade de 
sangue pode se misturar à saliva e dar a aparência de 
que há muito mais sangue. Em geral, a hemorragia 
pode ser interrompida por melo do pressionamento 
do local cirúrgico pela primeira hora, normalmente 
pedindo à pessoa que morda um pedaço de gaze. 
Algumas pessoas têm que repetir o processo por duas 
ou três vezes. É importante manter a gaze (ou bolsa de chá) pressionada no local por pelo 
menos uma hora. A maioria dos problemas ocorrem porque a pessoa remove com 
frequência remove a gaze para ver se a hemorragia já parou. Se a hemorragia continuar 
por mais de algumas horas, o dentista deve ser notificado. O dentista pode precisar limpar 
a área da hemorragia e fechar cirurgicamente com pontos (suturas). 
As pessoas que regularmente tomam anticoagulante (um medicamento que evita 
a coagulação) como a varfarina ou a aspirina (mesmo que só tomem uma aspirina em 
alguns dias) devem mencionar isso ao dentista uma semana antes da cirurgia porque esses 
medicamentos aumentam a tendência à hemorragia. O médico da pessoa pode ajustar a 
dosagem do medicamento ou interrompê-lo temporariamente alguns dias antes da cirurgia 
após consulta ao dentista. 
2.3. TRAUMATISMO DENTOALVEOLAR: 
O traumatismo dentoalveolar envolve algumas estruturas básicas: porção alveolar, 
tecidos de suporte periodontal, estruturas moles, estruturas ósseas da face e dentes. Os 
altos índices de acidentes automobilísticos, prática de esportes radicais, violência urbana 
com arma de fogo, quedas, lutas livres, entre outros tem favorecido muito as ocorrências 
desse tipo de trauma em urgências odontológicas. Na grande maioria das vezes os 
acidentes envolvem, principalmente, crianças e adolescentes, sendo considerado um 
problema de saúde pública 
Lesões traumáticas dos tecidos dentários e de sustentação: 
2.3.1. TRINCA DE ESMALTE: que não causa a perda de 
estrutura dental. 
2.3.2. FRATURA DE ESMALTE: é a perda de estrutura 
dentária restrita ao esmalte. 
2.3.3. FRATURA DE ESMALTE E DENTINA: Perda de 
estrutura dentária restrita ao 
esmalte e à dentina, sem exposição pulpar. 
2.3.4. FRATURA DE ESMALTE E 
DENTINA COM EXPOSIÇÃO PULPAR: Perda de 
6 
 
estrutura dentária restrita ao esmalte e à dentina, com exposição pulpar. 
2.3.5. FRATURA CORONORRADICULAR: Solução de continuidade que 
envolve esmalte, dentina e cemento, sem envolvimento pulpar. 
2.3.6. FRATURA DE RAIZ: Solução de continuidade que envolve esmalte, 
dentina, cemento e polpa. 
2.3.7. CONCUSSÃO: Traumatismo de pequena intensidade sobre os tecidos de 
sustentação, porém sem ruptura de fibras. Não há deslocamento e mobilidade do dente. 
2.3.8. SUB LUXAÇÃO: Traumatismo de baixa a moderada intensidade nos 
tecidos de sustentação no qual o dente possui mobilidade mas não está deslocado do 
alvéolo. Sangramento no sulco gengival pode estar presente. 
2.3.9. LUXAÇÃO LATERAL: Traumatismo de maior intensidade que leva a 
deslocamento dentário nos sentidos palatino, vestibular, mesial ou distal. 
2.3.10. LUXAÇÃO INTRUSIVA: Deslocamento do dente para o interior do 
alvéolo. 
2.3.11. LUXAÇÃO EXTRUSIVA: 
Deslocamento parcial do dente para fora do alvéolo. 
2.3.12. AVULSÃO: Deslocamento total do 
dente para fora do 
alvéolo. 
TRATAMENTO: A maior parte das fraturas 
dentoalveolares estão restritas cirurgião dentista, mas em 
casos de avulsão é recomendado ao paciente que coloque 
o dente avulcionado dentro do leite, saliva ou soro 
fisiológico. O reposicionamento do dente desse ser feito 
até 3 horas depois do acidente. 
O cirurgião dentista deve realizar a 
anamnese, pois é importante realizar-la, tendo em 
visto que por ela, irá ser definido o diagnóstico e o 
melhor tratamento e para garantir um atendimento 
seguro. Logo apo deve ser feitos exames 
radiográficos necessários e exames clínicos. 
 
 
 
2.4. URGÊNCIA DE ORIGEM ENDODÔNTICA 
A dor endodôntica é aquela que se origina na polpa dentária, em decorrência de 
cárie ou de trauma dental, que pode acometer os tecidos periodontais apicais. É 
fundamental ter em mente que, dependendo do tipo de tratamento a ser executado, será 
7 
 
possível conservar as 
propriedades pulpares 
mantendo a vitalidade 
pulpar e, inclusive, 
preservar o elemento 
dental na arcada com a 
realização do 
tratamento 
endodôntico. 
As situações 
de dor endodôntica 
são acompanhadas 
por alterações que podem ser classificadas como pulpares ou periapicais. O diagnóstico 
e o tratamento dos eventos agudos relacionados a essas alterações são uma das rotinas 
mais frequentes nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). A causa mais comum de 
alterações pulpares e periapicais é a presença de bactérias em decorrência de lesões de 
cárie. A magnitude da lesão pulpar está diretamente relacionada com a extensão e com a 
profundidade da lesão de cárie, sendo que a polpa poderá responder com um leve depósito 
de dentina ou até mesmo com alterações inflamatórias e degenerativas 
Nos casos de pulpite sintomática, uma lesão de cárie não diagnosticada ou não 
tratada em sua fase inicial, invariavelmente, atingirá a polpa e desencadeará uma resposta 
inflamatória mais severa, porém de forma limitada à região da polpa próxima ao agente 
agressor, não acometendo o tecido pulpar mais distante. A pulpite assintomática é 
caracterizada pela presença de uma inflamação crônica no tecido pulpar associada à 
presença de uma câmara pulpar aberta, o que gera uma via de drenagem e, portanto, 
resulta na ausência de sintomas. Sua etiologia é semelhante à da pulpite sintomática, no 
entanto os estímulos são menosintensos, o que permite uma resposta pulpar. 
Normalmente a polpa se apresentará ulcerada ou com pólipo pulpar, num processo 
inflamatório de caráter irrecuperável e com contaminação bacteriana. 
TRATAMENTO: Durante o exame clínico, o cirurgião-dentista observará, no 
dente apontado pelo usuário, a presença de restaurações com falhas ou cáries extensas 
que já alcançam a polpa dentária. Nestes casos, já há um comprometimento pulpar por 
inflamação e infecção que deverá ser avaliado. Na pulpite assintomática, clinicamente, o 
dente poderá apresentar duas condições: uma polpa ulcerada ou um pólipo pulpar. 
Durante o exame clínico, quando a condição for de polpa ulcerada, o cirurgião-dentista 
encontrará um dente com exposição pulpar, porém a polpa estará contida no interior da 
cavidade pulpar e apresentará um aspecto de tecido ulcerado, sangrando, com drenagem 
e presença de restos de alimentos, além de grande contaminação. 
2.5. URGÊNCIAS DE ORIGEM PERIODENTAL 
2.5.1. ACESSO PERIODONTAL 
Decorre de evolução de uma bolsa 
periodental, lesão ou complicação fratura ou fissura 
radicular; se há drenagem espotânea a 
sintomatologia é insignificante, caso contrário, o 
paciente pode relatar dor pulsátil e localizada. 
Testes de vitalidade pulpar são positivos quando as 
situações não envolvem lesão endopério. 
8 
 
TRATAMENTO: Introdução de uma sonda milimetrada/ exploradora na bolsa 
periodental e realização de movimentos pendulares para permitir a drenagem do pus; se 
houver zona de flutuação, está indicada drenagem cirúrgica por meio de incisão da 
mucosa com prescrição antimicrobiano com 1 hora de antecedência; prescrição de 
antimicrobianos específica para infecção periodontais e analgésicos. 
2.5.2 DOENÇA PERIODENTAL NECROSANTE (GUN E PUN) 
A anamnese revela fortes dores irradiadas, linfadenopatia satélite, gengiva 
avermelhada recoberta por uma camada cinzenta, destruição das papilas com aspecto 
crateriforme. 
TRATAMENTO: Limpeza das lesões com clorexidina ( solução a 0,12%), 
complementada por uma prescrição antimicrobiana de amplo aspecto, analgésicos e 
bochechos clorexidina a 0,12%. 
 
2.5.3.PERICORONARITE/ABECESSO PERICORONÁRIO AGUDO 
Em fase indica ( aguda congestiva), observar-se mucosa erimatosa, edema ciada, 
recobrindo parcialmente a coroa; na fase aguda supurada da infecção observa-se dor forte, 
otalgias, disfagia e turismo; pode haver febre; na fase crônica, podem ocorrer 
linfadenopatia indolor e supuração. 
TRATAMENTO: Na primeira fase, consiste em analgesia e bochechos 
antissépticos (clorexidina a 0,12); na segunda e terceira fase: antibiótico de largo espectro, 
analgésicos, miorrelaxantes (quando necessário em função do bruxismo) e, igualmente, 
bochechos com solução de clorexidina a 0,12%. 
Contra-referência ao serviços das unidades básicas para acompanhamento e para 
que estas encaminhem ao serviço especializado. 
2.5.4 MOBILIDADE GRAU IV 
 São os casos de dentes com comprimentos periodental avançado, com 
deslocamento vertical e função alterada. Muitas vezes, apresenta componente estético 
importante para o paciente. 
TRATAMENTO: Existem diversas manobras de urgência, desde contenção com 
material disponível no consultório, até exodontia do elemento e confecção de uma prótese 
adesiva com o mesmo. O profissional deve adotar a medida observando os recursos 
disponíveis; resguarda-se, assim, o paciente quanto a uma perda espontânea do elemento 
dentário. 
*Contra-referência ao serviço das unidades básicas para acompanhamento ou para 
que estas encaminhem ao serviço especializado, se necessário. 
9 
 
3. POUCO URGENTE 
3.1 REMOÇÃO DE SUTURAS: 
O ideal é que os pontos sejam removidos 
em um período de 5 a 7 dias após a exodontia, 
mas isso deve ser esclarecido pelo profissional 
durante o ato cirúrgico. 
3.2. AJUSTE OU REPARO DE 
PRÓTESES REMOVÍVEIS QUE ESTEJAM 
CAUSANDO DOR OU COM A FUNÇÃO 
MASTIGATÓRIA COMPROMETIDA: 
A Necessidade de um ajuste oclusal ou correção de uma borda em superextensão 
provocam dor intensa e lesões, as quais os pacientes não suportam e acabam por não 
utilizar o aparelho protético. Os ajustes e as instruções de utilização das próteses cabem 
somente ao cirurgião dentista realizar e essa consulta 
é de extrema importância. 
A consulta para instalação das próteses não 
representa o término do tratamento, essa deve ser 
uma questão bem definida para o profissional e 
principalmente para o paciente, cujo comparecimento 
nas consultas subsequentes é indispensável, indagar 
a ele a importância deste momento faz com que seu comprometimento à fase final 
aumente. Quando o paciente está ciente 12 do que pode ocorrer nas primeiras semanas 
após a entrega das próteses ele assume um perfil cooperador junto ao dentista. O protocolo 
estabelecido para os acompanhamentos e reajustes prevê retornos 24, 48 e 72 horas após 
a instalação das próteses e à medida que o processo de adaptação evolui os retornos são 
espaçados, sendo eles 7 e 14 dias após a entrega das estruturas, entretanto, caso haja 
necessidade consultas entre os períodos relatados anteriormente podem e devem ser 
realizadas. Os principais transtornos quando dos primeiros retornos são as dores e as 
dificuldades relacionadas à execução das funções. As intervenções nas próteses a fim de 
solucionar os incômodos por elas causados somente são feitas após uma criteriosa 
avaliação em que os aspectos clínicos e as queixas do paciente servem de instrumentos 
para um correto diagnóstico. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
4. NÃO URGENTE 
 Em condições não 
urgentes ou indicadas para 
tratamento de rotina, o 
paciente é encaminhado para a 
UBS responsável. Algumas 
Em casos de: -Dor leve ou 
moderada, deve-se usar gelo 
(gelo macerado) em recipiente 
apropriado que deve ser 
mantido no local por 20 
minutos, com intervalos de 20 
minutos de repouso, durante as 
primeiras 24 horas e também são aliviadas com analgésicos. -Trauma dental que é muito 
frequente na urgência odontológica. Geralmente esses casos acontecem mais com 
crianças e adolescentes, e em muitos casos são traumas leves que podem aguardar 
atendimento ou serem encaminhados para outros serviços de saúde. É indicado para o 
paciente pegar o pedaço de dente quebrado colocar em um recipiente com água ou soro 
fisiológico, para manter o dente hidratado, leve até o profissional responsável para que 
seja feito atendimento, quando o paciente receber o atendimento deve ser feito exame de 
extraoral, intraoral e o exame radiográfico para que seja feita uma possível colagem dos 
fragmentos do dente. 
5. TRATAMENTO FARMACOLÓGICO 
5.1. FARMACOS 
•Amoxicilina 500 mg + Clavulanato de 
Potássio 125 mg (nº DCB –00736 / 00137); 
•Amoxicilina 500 mg (nº DCB –00734 / 
00736); 
•Cloridrato de Clindamicina 300 mg (nº DCB 
02230)•Cefalexina 500 mg (n° DCB 01829); 
•Metronidazol 400 mg (nº DCB 05902); 
•Paracetamol 500 mg (nº DCB 06827); 
•Ibuprofeno 600mg (nº DCB 04766) 
•Dipirona Sódica –solução oral 500mg/ml -
(nº DCB 03121); 
•Clindamicina (fosfato) 600 mg -solução 
injetável 150 mg/ml ampola 4 ml –(n° DCB-02229); 
•Dipirona –solução injetável 500 mg/ml ampola 2 ml –(nº DCB –03121); 
•Ceftriaxona (sódica) –pó para solução injetável 1g frasco ampola (n° DCB -01909); 
•Comissão Permanente de Protocolos de Atenção à Saúde da SES-DF -CPPASPágina 
10•Dexametasona –solução injetável 4 mg/ml 2,5 ml frasco-ampola (n° DCB –02817); 
•Tramadol (cloridrato) -solução injetável 50 mg/ml ampola2 ml (n°DCB –08807); 
•Metronidazol –solução injetável 5mg/ml –bolsa ou frasco 100ml –sistema fechado de 
infusão (n° DCB 05902). 
 5.2. ESQUEMA DE ADMINISTRAÇÃO 
•Amoxicilina 500 mg + Clavulanato de Potássio 125 mg –comprimidos, pó para 
suspensão oral 250 mg + 62 mg/5ml ministrado de 08/08 h durante 07 dias; 
11 
 
•Amoxicilina 500 mg –cápsulas ou comprimidos, pó para suspensão oral 250 mg/5ml, 
frasco 150 ml -ministrado d 08/08hdurante 07 dias; 
•Cloridrato de Clindamicina 300 mg –cápsulas -ministrado de 08/08 h durante 07 dias; 
•Cefalexina 500 mg –drágea ou comprimidos, pó para suspensão oral 250 mg/5ml -
ministrado de 06/06h durante 07 dias; 
•Metronidazol 400 mg –comprimidos -ministrado de 08/08h durante 07 dias; 
•Paracetamol 500 mg –comprimidos, solução oral 200mg/ml -ministrado de 06/06h 
enquanto o sintoma persistir; 
•Ibuprofeno 600 mg –comprimidos, solução oral 50 mg/ml -ministrado de 06/06h 
enquanto o sintoma persistir; 
•Dipirona Sódica –solução oral 500mg/ml -ministrado de 06/06h enquanto o sintoma 
persistir; 
•Clindamicina (fosfato) 600 mg -solução injetável 150 mg/ml ampola 4 ml –ministrado 
de 08/08h, via endovenosa (EV); 
•Dipirona –solução injetável 500 mg/ml ampola 2 ml –ministrado de 06/06h ou SOS, 
via EV; 
•Ceftriaxona (sódica) –pó para solução injetável 1g frasco ampola –ministrado de 
12/12h, via EV; 
•Dexametasona –solução injetável 4 mg/ml -2,5 ml frasco-ampola –ministrado via EV, 
dose única; 
•Tramadol(cloridrato) -solução injetável 50 mg/ml -ampola 2 ml –ministrado 1 ampola 
de 12/12h, via EV; 
•Metronidazol –solução injetável 5mg/ml –bolsa ou frasco 100ml –ministrado de 
08/08h, via EV. 
 
 
12 
 
6. REFERENCIAS 
JETRO, V, MORAIS, H.H.A, DIAS, T.G.S, BARBALHO, J.C.M, LUCENA, 
E.E.S. Traumatismo dentoalveolar: nível de conhecimento e conduta de urgência dos 
bombeiros do município de Caicó-RN. Rev Cir Traumatol Buco-Maxilo-Fac, 
Camaragibe. Rio Grande do Norte. v.13, n.2, p. 101-108, 2013. 
OLIVEIRA, F.A.M, OLIVEIRA, M.G, ORSO, V.A, OLIVEIRA, V.R. 
Traumatismo dentoalveolar: revisão de literatura. Rev de Cir e Traumatol Buco-
Maxilo-Facial. Rio Grande do sul. v.4, n.1, p. 15- 21, 2004. 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de 
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