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A comunicação é uma ferramenta extremamente importante no processo de cuidar, no sentido de fortalecer o vínculo entre paciente e profissional. É importante estimular o paciente a verbalizar seus sentimentos e ajudá-los na tomada de decisões. E mesmo que não seja um paciente que verbaliza, é importante transmitir confiança, para que ele saiba que tem um profissional atencioso, que demonstra afeto e compromisso, pois é algo que traz conforto não só ao paciente, mas para a família também. @enfermagemuniamerica Cuidados paliativosCuidados paliativos e comunicaçãoe comunicação @enfermagemuniamerica Verbalizar disponibilidade para a atenção e cuidado contínuo; Estimular a verbalização de medos e angústia, não evitar falar sobre a doença; Estimular o paciente a se expressar; Utilizar a clareza e sinceridade prudente; Utilizar linguagem coloquial, com vocabulário adequado à compreensão; Valorizar todas as informações dadas pelo paciente; Questionar sobre os interesses do paciente e quais suas preferências; Evitar o silêncio constrangedor. Comunicação verbalComunicação verbal @enfermagemuniamerica Identificar as emoções e os sentimentos nas expressões faciais; Nunca interromper o paciente; Promover um ambiente reservado e tranquilo; Utilizar o sorriso, manter expressão facial positiva; Ofertar toque afetivo; Manter proximidade física, porém respeitando o espaço pessoal do paciente; Manter contato visual; Manter o tom de voz amável e suave; Promover a escuta ativa. Comunicação nãoComunicação não verbalverbal @enfermagemuniamerica POSSATO; N. E.; HIGASHI, P.; SOUZA, I. F. Cuidados paliativos: Estratégias de comunicação de profissionais da saúde de um hospital público de Foz do Iguaçu/PR. Trabalho de Conclusão de Curso. Centro Universitário UniAmérica, foz do Iguaçu, 2020. ALMEIDA, K. L. S.; GARCIA, D. M. O uso de estratégias de comunicação em cuidados paliativos no Brasil: Revisão integrativa. Rev. Cogitare Enfermagem, Paraná, v. 20, n. 4, p. 725 - 732, 2015. ReferênciasReferências @enfermagemuniamerica Aos 32 anos, não foi fácil para a jornalista Ana Michelle Soares receber o diagnóstico de que seu câncer de mama tinha voltado e atingira outros órgãos. Não havia mais possibilidade de cura. O tratamento seria focado em controlar a doença e seus sintomas – e em lhe proporcionar a melhor vida até o fim. Num relato visceral, marcado pelo humor ácido e por toda a coragem e urgência de quem não tem tempo a perder, Ana conta como o contato com a morte transformou para sempre sua maneira de enxergar as coisas. Em busca da cura da alma, encontrou uma grande companheira de jornada – a Renata, que enfrentava algo muito parecido – e, nesse processo, descobriu a si mesma. Dessa parceria nasceu a conta @paliativas no Instagram, para provar que tratamento paliativo não é sobre morrer: é sobre viver. É sobre ir à luta e viver apesar da doença. Inundar-se de gratidão a cada momento. Ressignificar a existência. Pois, para quem gosta de viver, nunca será tempo suficiente. Sugestão de leituraSugestão de leitura Mentor: Nelson Ebert Possato Orientadora: Priscilla Higashi Daiane de Lima Ramos Flávia Shimeny Soares Cardoso Julia Aguayo Iatcekiw Nathalia Valoura Mendes AlunasAlunas