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WEBDESIGN
PROF. ME. VAGNER BASQUEROTO MARTINS
Reitor:
Prof. Me. Ricardo Benedito de
Oliveira
Pró-Reitoria Acadêmica:
Maria Albertina Ferreira do
Nascimento
Diretoria EAD:
Prof.a Dra. Gisele Caroline
Novakowski
PRODUÇÃO DE MATERIAIS
Diagramação:
Alan Michel Bariani
Thiago Bruno Peraro
Revisão Textual:
Fernando Sachetti Bomfim
Marta Yumi Ando
Simone Barbosa
Produção Audiovisual:
Adriano Vieira Marques
Márcio Alexandre Júnior Lara
Osmar da Conceição Calisto
Gestão de Produção:
Cristiane Alves
© Direitos reservados à UNINGÁ - Reprodução Proibida. - Rodovia PR 317 (Av. Morangueira), n° 6114
Prezado (a) Acadêmico (a), bem-vindo
(a) à UNINGÁ – Centro Universitário Ingá.
Primeiramente, deixo uma frase de Só-
crates para reflexão: “a vida sem desafios não
vale a pena ser vivida.”
Cada um de nós tem uma grande res-
ponsabilidade sobre as escolhas que fazemos,
e essas nos guiarão por toda a vida acadêmica
e profissional, refletindo diretamente em nossa
vida pessoal e em nossas relações com a socie-
dade. Hoje em dia, essa sociedade é exigente
e busca por tecnologia, informação e conheci-
mento advindos de profissionais que possuam
novas habilidades para liderança e sobrevivên-
cia no mercado de trabalho.
De fato, a tecnologia e a comunicação
têm nos aproximado cada vez mais de pessoas,
diminuindo distâncias, rompendo fronteiras e
nos proporcionando momentos inesquecíveis.
Assim, a UNINGÁ se dispõe, através do Ensino
a Distância, a proporcionar um ensino de quali-
dade, capaz de formar cidadãos integrantes de
uma sociedade justa, preparados para o mer-
cado de trabalho, como planejadores e líderes
atuantes.
Que esta nova caminhada lhes traga
muita experiência, conhecimento e sucesso.
Prof. Me. Ricardo Benedito de Oliveira
REITOR
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UNIDADE
01
SUMÁRIO DA UNIDADE
INTRODUÇÃO .............................................................................................................................................................4
1. CONCEITOS DE WEBDESIGN ...............................................................................................................................5
2. GESTALT PARA O DESIGN ................................................................................................................................... 10
2.1 A TIPOGRAFIA NO WEBDESIGN ....................................................................................................................... 14
3. INTERNET E CONSUMO ...................................................................................................................................... 16
4. POSICIONAMENTO DE MARCA .......................................................................................................................... 19
CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................................................................................20
CONCEITOS GERAIS PARA PROJETOS WEB
PROF. ME. VAGNER BASQUEROTO MARTINS
ENSINO A DISTÂNCIA
DISCIPLINA:
WEBDESIGN
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INTRODUÇÃO
A internet é, como podemos chamar, um espaço onde na atualidade existe praticamente
todo o tipo de informação acessível, dos mais diversos assuntos, e que pode facilitar a vida das
pessoas na busca por produtos, serviços, informações, conhecimento e entretenimento.
Dessa forma, desde sua criação na década de 1990 até os dias atuais, ocorreu uma série
de mudanças que passam por questões tecnológicas e até mesmo a forma como as pessoas se
comportam, pois a sua utilização nos afeta de forma profunda, tendo em vista que, no cotidiano,
boa parte das tarefas das pessoas passa pela internet.
Atualmente, compramos, nos divertimos, estudamos, aprendemos, nos comunicamos
pela internet, e boa parte desse movimento, dessa “circulação” de pessoas, acontece em ambientes
como sites, sejam de empresas, indivíduos ou instituições, nos quais as informações acerca de
determinado assunto estão distribuídas de forma estruturada para que ocorra a interação das
pessoas com tais dados.
Assim, quando navegamos na web, passamos por uma in� nidade de informações
dispostas de inúmeras maneiras, com os mais variados propósitos e é justamente nesse aspecto
que o Webdesign é importante, no sentido de contribuir para que essas informações sejam
dispostas de maneira mais agradável, intuitiva e e� caz para as pessoas.
Portanto, pro� ssionais do Design podem se encaixar de forma contundente no
desenvolvimento de sites para empresas, pessoas e instituições, contribuindo para que estejam na
internet bem posicionadas, garantindo sua relevância no alcance às pessoas que fazem parte de
seu público-alvo.
Todavia, criar um site requer uma série de conhecimentos importantes para que os
projetos possam estar em sintonia com os recursos contemporâneos e, assim, conseguir estabelecer
contato efetivo com as pessoas, pois devido ao número gigantesco de sites, o mais comum é não
fazer diferença alguma à maioria dos projetos que estão funcionando. Assim, é determinante que
os pro� ssionais, ao desenvolverem sites, estejam atentos aos conceitos básicos de Design, além
daqueles de programação, inerentes ao funcionamento deles.
Conhecimentos básicos de composição visual, utilização de tipogra� as, linguagens de
programação como HTML e CSS, hospedagem, domínios, terminações, redes sociais e � uxo de
tráfego de usuários, assim como gestão de conteúdos e atualizações, fazem parte do repertório
essencial de pro� ssionais que irão desenvolver projetos web de sites e até mesmo de aplicativos,
que nada mais são que variações de sites.
Sendo assim, o conteúdo que será apresentado na sequência visa a capacitá-lo para o
desenvolvimento de projetos web de sites de forma essencial e objetiva.
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1. CONCEITOS DE WEBDESIGN
O Webdesign é uma área do conhecimento, especi� camente do Design, que contribui
para que a informação seja acessível ao maior número de pessoas possível, de forma visual e
estruturada, a � m de alcançar rapidamente aquelas pessoas que podem se interessar pelas
informações e conteúdo que determinada empresa, pessoa ou instituição queira compartilhar,
comercializar ou produzir (BEAIRD; GEORGE, 2016).
Figura 1 - Webdesign. Fonte: Freepik (2018).
Assim, entender os conceitos do Webdesign é fundamental para pro� ssionais que
queiram atuar no setor, assim como pessoas que estejam empreendendo, de forma a conseguir
dialogar com aqueles que irão desenvolver seus projetos na web, garantindo que possam falar a
mesma língua, uma vez que ao entender de determinado assunto, mesmo que de forma básica, a
conversa e encaminhamentos de projetos são facilitados.
Portanto, podemos entender que a essência do Webdesign está na junção entre
funcionalidade e beleza estética de forma harmoniosa, objetivando garantir que essa fusão seja
interessante às pessoas, sendo útil e prática sempre que possível, uma vez que as pessoas querem
perder cada vez menos tempo em sites nos quais não conseguem encontrar as informações que
desejam (BEAIRD; GEORGE, 2016).
Webdesign é uma das áreas do Design, na qual profi ssionais podem atuar
e desenvolver projetos, que serão utilizados por empresas, instituições e
profi ssionais de outras áreas, trazendo diversas possibilidades de atuação. É
possível atuar desde projetos que serão produzidos de forma física até aqueles
que permanecerão no meio digital.
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Dessa forma, é fundamental que as pessoas sejam colocadas como centro dos projetos,
ou seja, na criação e desenvolvimento dos sites que forem projetados, uma vez que serão elas
a utilizá-los. Isso poderá garantir que os projetos estejam mais adequados ao que as pessoas
procuram e, dessa forma, podem fazer mais sucesso e ser mais efetivos em seus objetivos.
Figura 2 - Pessoa navegando.Fonte: Freepik (2017).
Pensando nisso, é possível fazer uma analogia entre pro� ssionais de Design e Programação,
pois enquanto o primeiro tipo mantém seu foco na experiência das pessoas e na linguagem que elas
utilizam ao se expressarem, o segundo tipo de pro� ssionais está mais estabelecido na linguagem
de programação, ou seja, no funcionamento de algum tipo de comando, sem necessariamente
levar em conta as pessoas que irão utilizar tal recurso.
Por isso, são mestres em linguagens não humanas, totalmente analíticas e cheias de
detalhes, muitas vezes não compreendidas pelas pessoas, o que pode tornar a experiência de
navegar em determinados sites algo penoso e fadado ao esquecimento, provocando rejeição por
não ter proporcionado o tipo de interação desejada.
Portanto, podemos a� rmar que o webdesigner pode ser considerado o pro� ssional que
estabelece a ligação entre a linguagem de programação e algo visual e funcional, que é entendido
pelas pessoas de forma geral e que pode ser considerado até mesmo intuitivo e que contribui para
que as pessoas encontrem aquilo que procuram.
Figura 3 - Pro� ssional de Web. Fonte: Freepik (2019).
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É justamente a transformação de códigos binários, que é a essência de qualquer
programação, em elementos visuais e funcionais aos meros mortais, às pessoas que utilizam
a web para os � ns comuns de entretenimento, aquisição de produtos, de conhecimento e até
mesmo relacionamentos, ou seja, o aspecto humano para os projetos web.
Na atualidade, os sites são algo essencial para qualquer empresa, instituição e pro� ssional
que queira divulgar e comercializar seus produtos e serviços, mesmo que seja meramente
institucional, daqueles tipos que somente apresentam as informações básicas acerca dos negócios
ou instituições; assim, estar na internet sem informações fáceis de serem encontradas é algo
inimaginável (KRUG, 2014).
Figura 4 - Empresas na Web. Fonte: Freepik (2018).
Além disso, é muito comum hoje encontrar recursos que possibilitam que as pessoas
tenham experiências cada vez mais personalizadas e imersivas, com possibilidades que vão desde
temas especí� cos, personalizações, interações com outras pessoas, interações com o produto ou
serviço, uso dos mais variados recursos, como imagens, vídeos, animações tridimensionais etc.
Isso tudo faz com que a forma com a qual interagimos com os sites esteja também em
constante mudança, o que acompanha os avanços tecnológicos que ocorrem com cada vez mais
rapidez, e que vai desde a velocidade da conexão disponível até ferramentas de desenvolvimento
web, que facilitam e permitem mais variedades e possibilidades aos projetos.
Assim, um dos pontos mais importantes do webdesign é a interação das pessoas com
as informações na web. Dessa forma, o uso correto de tais recursos disponíveis pode contribuir
para que os projetos sejam bem-sucedidos na internet, tendo em vista que, em nosso dia a dia,
a utilizamos para diversas funções. Pro� ssionais de webdesign precisam, portanto, dominar a
utilização dos recursos no sentido de potencializar as possibilidades de satisfação das pessoas ao
acessarem nossos projetos web (KRUG, 2014).
Um outro aspecto importante de ser ressaltado com relação ao webdesign é o fato de
essa área do conhecimento caminhar lado a lado com o marketing, tendo em vista que um site é
parte integrante do conjunto de ferramentas que apresenta e constrói a relação entre um negócio,
instituição e pro� ssional com as pessoas que podem vir a consumir e interagir com seus produtos
e serviços, demonstrando sua importância no processo de comunicação com o mercado.
Podemos entender que essa relação entre Design e Marketing acontece quando os aspectos
visuais se incorporam aos comunicacionais e formam, assim, um conjunto de ações que podem
estabelecer uma série de conexões importantes entre os atores envolvidos nessa relação de troca
na qual todos nós participamos de alguma forma (MORAIS, 2018).
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Figura 5 - Webdesign como ferramenta de Marketing. Fonte: Freepik (2016).
Então, outro aspecto pode ser evidenciado e deve ser citado aqui: o fato de que o
pro� ssional de webdesign pode ser considerado uma espécie de pro� ssional híbrido, que recebe
formação multidisciplinar, que versa por caminhos artísticos e técnicos, sendo responsável por
essa mescla que dá forma aos projetos web de sites, traduzindo códigos em formas visuais e
estruturas organizadas que ajudam as pessoas a chegar nas informações que estejam procurando.
Ainda pensando nesse aspecto, em que existe a utilização de elementos e conhecimentos
multidisciplinares, no webdesign, é preciso estabelecer conexões com o estudo das cores e a
psicologia embutida nessa utilização, conhecimentos de semiótica, quanto ao uso de formas e
estruturas para transmitir mensagens aos usuários, transformando isso tudo em um conjunto de
elementos funcionais técnica e esteticamente.
Quanto aos conhecimentos técnicos, podemos destacar que é necessário que tenha
domínio sobre os so� wares que serão utilizados no desenvolvimento dos projetos web, como o
pacote Adobe, com Photoshop, Illustrator, Indesign ou CorelDraw, e conheça, ao menos de forma
básica, as principais linguagens de programação, como HTML e CSS, para que possa estabelecer
bom diálogo em projetos que envolvam equipes multidisciplinares, o que é comum no mercado.
Figura 6 - Extensões de arquivos de Webdesign. Fonte: Freepik (2015).
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Isso é importante para momentos em que sejam necessárias mudanças em alguma parte
do código-fonte dos projetos web, ou mesmo alterações de partes grá� cas, que depois receberão
seus códigos na estrutura por trás daquilo que as pessoas veem na tela de seus aparelhos no dia
a dia.
Então pode ser interessante, para as pessoas que queiram se aprofundar nos conhecimentos
necessários para projetos mais complexos de web, conhecer também códigos de programação
como PHP, Javascript e ASP, além de so� wares de edição de vídeo. Mas isso não as impedirá de
atuar na área, como poderemos ver mais adiante no conteúdo.
Além disso, o que será o maior diferencial, seja em projetos web, grá� cos ou de produtos,
é a criatividade e habilidade em transformar ideias em projetos reais e utilizáveis pelos usuários de
forma e� caz e satisfatória, de maneira a alcançar os objetivos estabelecidos no desenvolvimento
e, se possível, superar aquilo que puder, no sentido de agregar valor à experiência dos usuários.
Nesse aspecto, o processo criativo acontece de formas e caminhos diferentes para
cada pessoa. Mesmo que existam maneiras pré-estabelecidas para que esse processo ocorra,
é importante tentar identi� car quais são os caminhos que mais se adequam ao seu estilo de
trabalho e organização pessoal. Isso pode envolver desde levar um caderno de anotações contigo,
até utilizar uma agenda eletrônica no celular, utilizar mapas conceituais, brainstorm de ideias e
uma série de técnicas conhecidas ou não, que podem ser descobertas.
Dessa forma, podemos entender que o webdesign e os pro� ssionais que atuam nessa
área são relevantes para o mercado, ainda mais na atualidade, em que, cada vez mais, existem
negócios que já nascem somente na web, sem existirem de maneira física, assim como ocorre
uma migração cada vez maior de negócios ditos mais tradicionais, para terem uma parte de suas
operações via web, objetivando alcançar mais pessoas, as quais estão cada vez mais conectadas e
realizando suas diversas ações de forma virtual (ZENONE, 2017).
Assim, podemos veri� car que é uma área de atuação que demanda pro� ssionais ágeis
e criativos, sendo necessário um processo constante de atualização e aprimoramento, mas com
conhecimentos entre básicos e intermediários, já é possível realizar projetos interessantes de
webdesign.
Essa atuação podevariar desde um trabalho solo, como pro� ssional autônomo, ou como
é conhecido no mercado, freelancer, com a possibilidade de ter seu próprio CNPJ (Cadastro
Nacional da Pessoa Jurídica) em forma de MEI (Microempreendedor Individual), e outras
formas legais. Além disso, pode ingressar em agências de Design, Marketing, Publicidade,
Indústrias, e empresas dos mais diversos ramos de atividades, sendo responsável pelos projetos
web, ou fazendo parte de uma equipe responsável pela imagem das empresas, assim como pela
comunicação em seus diversos canais com o público em geral.
É importante ressaltar que cada uma dessas formas de trabalho possui um tipo de rotina
distinta, além da dinâmica, e isso deve ser levado em consideração ao se optar pelo caminho
escolhido, sendo prudente formular algum tipo de plano, com detalhes e formas de como
determinada meta poderá ser alcançada.
Portanto, dentre os conceitos gerais do webdesign, é possível entender que existe uma
série de aspectos que precisam ser levados em consideração, assim como em outras pro� ssões,
mas cada uma com suas especi� cidades, que precisam ser atendidas para que possam, assim,
contribuir para o sucesso.
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2. GESTALT PARA O DESIGN
Como o webdesign é uma das áreas do Design, não podemos deixar de abordar os
princípios da Gestalt, devido à sua importância para o processo de comunicação. Assim, toda
vez que se tem contato visual com algum objeto e isso é bom, ou seja, positivo, dentro de suas
referências, é bem possível que ali tenha sido aplicado algum princípio da Gestalt. Isso acontece,
pelo fato de esses princípios fazerem parte de nós, ou seja, na forma como entendemos visualmente
aquilo que está ao nosso redor (OLIVEIRA, 2016).
Compreender tais princípios é importante, para que possam ser aplicados em nossos
projetos e, dessa forma, conseguirmos alcançar resultados mais expressivos naquilo que
desenvolvemos, objetivando sempre a satisfação dos usuários e a e� cácia da mensagem proposta.
Dessa forma, é importante que você entenda esses conceitos e como aplicá-los em seus projetos
(OLIVEIRA, 2016).
Além disso, com conhecimento dos princípios da Gestalt, temos uma maior amplitude
em termos de repertório e formas de ações quanto ao desenvolvimento dos projetos, podendo
utilizar essas técnicas para produzir mensagens especí� cas e personalizadas, de acordo com o
público que se queira atingir.
Gestalt é um movimento vindo da psicologia que busca atuar na teoria da forma, sendo
utilizada pelo Design para trazer signi� cados às formas, e é usado, mesmo que de maneira
inconsciente, por pro� ssionais da área, assim como de outras áreas da comunicação. Ela é
importante, pois contribui para que as pessoas entendam a mensagem e as assimile de maneira
mais e� ciente (MARCO; SOUZA; COSCI, 2018).
Seu signi� cado tem origem germânica, que traz sua função explicitamente, ou seja, para
que serve. Assim, Gestalt signi� ca, em português, forma ou � gura, e teve sua adoção por essa
linha de estudos da psicologia para signi� car formas e � guras, ou um conjunto delas.
Você consegue perceber como o Design é uma área do conhecimento que reúne
uma série de assuntos para trazer subsídios aos projetos desenvolvidos? Isso
acontece, pois como são desenvolvidos projetos que trazem consigo signifi cados,
é necessário que sejam incorporados conhecimentos da comunicação e
linguagem, como os da Gestalt e Semiótica, os quais fornecem conceitos e
informações importantes para fundamentar criações realizadas no Design, e,
consequentemente, na vertente do Webdesign.
A Gestalt é interessante para o Design e a área do Webdesign, pois tem sua origem
na psicologia, o que faz todo o sentido para as áreas de comunicação, pois como
trabalha com os signifi cados, contribui para que os projetos façam mais sentido
para as pessoas, pois aproveita o contexto e repertório das pessoas nas diversas
faces do cotidiano, potencializando as mensagens de forma efetiva.
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Assim, podemos entender a Gestalt como um conjunto de entidades de diversos tipos,
que quando juntas, formam um determinado conceito, um padrão, ou ainda algum tipo de
con� guração uni� cada, que pode variar em diversos sentidos. Ela nos ajuda a entender as partes
e o todo, assim como ocorre essa relação em que percebemos partes com destaque, ou o todo
sendo o principal.
Podemos a� rmar ainda que, segundo a Gestalt, nossa mente preenche as informações
daquilo que vemos, ou quando lemos algo, nossa vivência remete a uma imagem, uma � gura,
com suas formas, nos ajudando a decifrar o código gerado nessa interação, ou completa um
caminho, linhas e preenchimentos.
Então, podemos entender que nosso cérebro sempre busca conexão com um determinado
aspecto para chegar às soluções mais fáceis possíveis, ou seja, estratégias mais e� cientes, para gastar
menos energia e tempo, e isso pode acontecer, por exemplo, com a formação de agrupamentos
por partes semelhantes e que contribua para um entendimento ou resultado (MARCO; SOUZA;
COSCI, 2018).
Assim, da mesma forma que tais conceitos e forma de o cérebro pensar servem para
realizar os agrupamentos, também é válido para a separação, ou afastamento, ou mesmo isolar
algo, que pode ser proposital para chamar a atenção para um determinado ponto a depender
daquilo que desejamos transmitir em determinado projeto. Assim, dentre os principais conceitos
da Gestalt, podemos destacar os seguintes: Semelhança, Proximidade, Continuidade, Pregnância,
Fechamento e Unidade.
A lei da semelhança é baseada no agrupamento de objetos similares, de forma a estabelecer
algum tipo de associação, como em um conjunto de círculos e quadrados, em que se intercala
cada uma dessas formas para estabelecer alguma sequência, ou conjunto, e que será interpretado
pelas pessoas possivelmente pela sequência de formas, não pela forma de arranjo por linhas e
verticais ou horizontais, por exemplo, mas sim por colunas de quadrados e círculos (GOMES
FILHO, 2006).
Este artigo é interessante, pois trata de uma forma mais detalhada da origem da
Gestalt, de modo a contribuir com o conhecimento desse importante aspecto do
Design para os profi ssionais que irão atuar na área de comunicação. E mesmo
sendo um pouco mais antigo, ainda assim, traz informações relevantes para os
dias atuais.
BEHRENS, R. R. Art, Design and Gestalt Theory. Leonardo The MIT
Press, [s. l.], v. 31, n. 4, p. 299-303, ago. 1998. Disponível em: <https://
muse.jhu.edu/article/607797/>. Acesso em: 4 jun. 2020.
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Figura 7 - Semelhança. Fonte: O autor.
Na lei de proximidade, o que podemos entender e ver é que objetos que estejam próximos
possuem a tendência de se agruparem, formando uma unidade, e isso � cará mais claro quanto
menor for o espaço entre os elementos. É possível notar que os quatro grupos são mais evidentes
que o total de círculos (GOMES FILHO, 2006).
Figura 8 - Proximidade. Fonte: O autor.
A lei de continuidade se estabelece pela conexão de pontos por linhas curvas ou retas,
que, de forma geral, podem indicar caminhos; dessa forma, em linhas pontilhadas, temos a
capacidade de ver a complementação com linhas imaginárias contínuas (GOMES FILHO, 2013).
Figura 9 - Continuidade. Fonte: O autor.
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Conhecida como lei da Pregnância, institui que os objetos sejam vistos de forma mais
simples, sendo conhecida também como lei da simplicidade, justamente por ter como premissa
que formas sejam interpretadas da maneira mais simples possível (MARCO; SOUZA; COSCI,
2018).
Figura 10 - Pregnância. Fonte: O autor.
Na lei do fechamento, o cérebro agrupa os elementos, mesmo que incompletos, para
formar uma � gura, ou seja, para completá-lo em nossa mente, a � m de possibilitar que possamosver e entender o objeto completo, mesmo que ele não exista de fato (GOMES FILHO, 2013).
Figura 11 - Fechamento. Fonte: O autor.
Já a lei da uni� cação pode ser entendida como a junção entre a parte da � gura que
vemos e o vazio, formando, ou preenchendo a forma para completar a mensagem que deve ser
entendida, se apropriando do vazio para conseguir construir a forma, podendo ser até mesmo
possível enxergar as linhas divisórias da � gura (GOMES FILHO, 2006).
Figura 12 - Uni� cação. Fonte: O autor.
Desse modo, podemos entender que as leis da Gestalt podem ser utilizadas, sempre que
possível de forma consciente, para agregar mais qualidade técnica aos projetos, trazer soluções
simples e inovadoras às mais diversas situações.
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2.1 A Tipografia no Webdesign
Outro aspecto essencial no webdesign está na escolha da tipogra� a, ou como conhecemos,
as fontes que serão utilizadas em projetos web, pois dentre todo o conteúdo na internet, a maior
concentração é textual; sendo assim, é importante conseguir estabelecer uma boa relação na
escolha das fontes que farão parte dos projetos desenvolvidos (FONSECA, 2008).
Figura 13 - Tipogra� as. Fonte: Freepik (2019).
A tipogra� a exerce impacto direto na experiência das pessoas na utilização dos sites e na
interação com as informações, tendo em vista que precisamos ler as informações e assimilar o
conteúdo. Mas é comum sentirmos desconforto ao acessarmos alguns sites, e corriqueiramente o
problema está no conjunto de fontes escolhidas, e isso envolve a sua forma, tamanho e distribuição
no espaço, uma vez que esse último aspecto varia de forma contundente por causa dos diversos
aparelhos por meio dos quais acessamos os sites (CLAIR; BUSIC-SNYDER, 2009).
Uma ótima fonte de conhecimento e subsídios acerca do Design,
este documentário, dividido em cinco episódios, é bem completo e
pode contribuir em diversos aspectos para a formação, passando
por diferentes tipos de objetos e projetos de Design, assim como
conceitos e utilizações. Para assistir, é possível encontrar os
capítulos no Youtube com o título: BBC - The Genius of Design 1 of
5 (legendado), sendo necessário ativar as legendas, tendo em vista que são em
inglês. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=1ofW8yT6aoM>.
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As fontes utilizadas na web precisam ser claras em termos de leitura e formas, contribuindo
para o entendimento e � uidez do conteúdo, e não atrapalhar o acesso às informações. Devem
fazer parte do conjunto de elementos que irá compor o projeto do site de maneira a trazer mais
qualidade ao projeto.
Assim, podemos entender que existem aspectos importantes relacionados às fontes, que
devem ser levados em consideração e, em hipótese alguma, descartados, salvo casos em que isso
seja intencional, ensinando algo como forma de exemplo. Tais aspectos são os estilos e usos, pesos,
cores, responsividade, intensidade e recursos existentes, os quais serão expostos na sequência.
Dentre os estilos e usos, na tipogra� a, podemos entender que existem opções para todas
as preferências e objetivos dos projetos e é necessário realizar uma escolha criteriosa, seguindo
padrões e tendências em projetos mais objetivos e mesmo comerciais, até os mais personalizados,
onde pode ser utilizado um conjunto mais diferenciado e exclusivo.
Sendo assim, conforme acontece em projetos grá� cos físicos, existem dois grandes grupos
de fontes que são amplamente utilizadas: com serifa e sem serifa. As fontes com serifa são aquelas
que possuem traços horizontais em sua base e que servem como uma espécie de linha imaginária
e ajuda na leitura de textos longos, como livros e revistas. Já as sem serifa, ou como também são
conhecidas, retas, não possuem essa base, terminando na haste e geralmente são utilizadas em
textos mais curtos, títulos e chamadas de reportagens (GARFIELD, 2012).
Figura 14 - Com serifa e sem serifa. Fonte: O autor.
Porém, quando entramos no campo da web, as fontes retas são mais amplamente
utilizadas, mesmo que isso esteja mudando ao longo do tempo, justamente pensando em projetos
exclusivos, ou aqueles que queiram se diferenciar do convencional praticado no mercado. Assim,
já é possível ver sites que utilizam fontes serifadas se tornarem mais comuns.
Outro aspecto relevante quanto ao uso das fontes está na relação de peso e cores utilizadas,
pois isso pode facilitar, ou atrapalhar, o reconhecimento das formas das letras e a consequente
leitura, se forem empregados de forma ruim. Isso acontece, pois nos conceitos de Design, é
importante trabalhar com hierarquia de tamanhos e pesos. Isso é importante para favorecer o
caminho que usuários irão percorrer ao navegar nos sites, tendo em vista, por exemplo, que títulos
usualmente chamam mais a atenção com tamanhos maiores; sendo assim, se esses elementos são
os mais importantes, os demais devem ser menores, com menos peso na composição e assim
sucessivamente, para guiar a leitura. Isso também vale no uso de cores e contrastes, que deve ser
realizado para bene� ciar de forma mais clara possível a leitura, salvo em casos especí� cos em que
se deseje uma mistura.
Dessa forma, é possível entender os principais pontos relacionados às tipogra� as na web,
assim como os demais pontos abordados até o momento.
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3. INTERNET E CONSUMO
As relações de consumo na história humana passam por mudanças constantemente,
devido a uma série de fatores que contribuem para que essa relação se estabeleça. Isso passa
por alterações na forma de se atribuir valor aos produtos e serviços, ciclos econômicos,
posicionamentos políticos, guerras, interesses econômicos e um quão número de outras razões
que poderiam ser elencadas, mas dentre os principais motivos de as relações mudarem, podemos
destacar os provenientes dos avanços tecnológicos (SOLOMON, 2016).
Figura 15 - Compras on-line. Fonte: Freepik (2017).
Tais aspectos nos in� uenciam de maneira integral na atualidade, estando presentes
em praticamente todas as tomadas de decisão de compra, por mais simples e barato que seja o
produto ou serviço adquirido. Isso acontece pela penetração que pode ser vista pelos smartphones
e aplicativos que auxiliam a humanidade nos mais variados afazeres.
Assim, quando pensamos em algo para comprar, em diversos momentos, veri� camos
algo sobre esse determinado bem de desejo na internet, buscamos detalhes, opiniões de outras
pessoas que já utilizaram, e isso faz parte da jornada que as pessoas percorrem ao pesquisar
produtos e serviços na internet (MERLO; CERIBELI, 2014).
Dessa forma, podemos veri� car alguns dados, a partir de uma pesquisa realizada em
conjunto pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Confederação Nacional dos Dirigentes
Lojistas (CNDL) em 2018, que aponta uma gama interessante de como ocorre o consumo na
internet, essa relação das pessoas com o consumo e como isso ocorre na internet (CNDL; SPC
BRASIL, 2018).
A jornada de compra dos consumidores on-line em geral possui um caminho pelo qual
as pessoas percorrem com fases nas quais 74% utilizam o smartphone em pelo menos uma delas,
como pesquisa de preço, marca, localização, comparações, opinião das pessoas, � nalização de
compra e assim por diante. Além disso, 93% dos consumidores conectados na internet preferem
utilizar os sites como canal de compra, ultrapassando as lojas físicas, shoppings, aplicativos,
catálogos, dentre outros.
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Em termos de gastos médios, os brasileiros � cam na faixa dos R$ 300,00, e itens de
vestuário e artigos para a casa lideram os itens comprados, como mostra a pesquisa. Isso re� ete
uma tendência de compras com valores mais altos estarem sendo realizadas de forma física ainda,
mas que já mostram sinais de mudança, com empresas realizandovendas de imóveis, carros e
outros itens com valores elevados de forma virtual (CNDL; SPC BRASIL, 2018).
Já quando pensamos em níveis de satisfação, podemos veri� car que 85% � caram satisfeitos
com as experiências de compras realizadas pela internet, com especial atenção ao item frete grátis,
que mais importou na decisão de compra, o que tem se tornado uma tendência amplamente
utilizada pelas empresas, ou com a retirada em lojas físicas da mesma rede, funcionando como
minicentros de distribuição.
Outro aspecto expressivo na pesquisa é o fato de que 95% dos participantes realizam
pesquisas de preços antes de tomar algum tipo de decisão de compra. O que antes acontecia de
loja em loja andando por centros comerciais, ou lojas de rua, acontece hoje na web, com a ajuda
de smartphones, tablets e outros aparelhos conectados à rede. Entre os itens mais pesquisados,
estão eletrodomésticos e smartphones.
O que contribui de maneira signi� cativa com a preferência da internet para a realização
de pesquisas de preço é o fato de poder analisar e realizar comparativos com dados técnicos,
que, em muitos casos, são detalhes que vendedores não dominam totalmente, até mesmo pela
variedade de opções existentes e lançamentos que chegam às lojas, enquanto nos sites, é possível,
em alguns casos, realizar comparações entre diversos modelos de produtos da mesma categoria.
Na Figura 16, é possível ver um comparativo entre as preferências dos consumidores nas
compras pela internet com vantagens e desvantagens.
Figura 16 - Vantagens e desvantagens de comprar pela internet. Fonte: CNDL e SPC Brasil (2018, p. 11).
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Outro aspecto que faz diferença na opinião dos consumidores é a forma como são
atendidos nos processos de compra on-line, seja por meio dos chats, redes sociais ou aplicativos
de conversa como WhatsApp ou Telegram. Isso os faz se sentirem como se estivessem sendo
atendidos pessoalmente, como num atendimento físico, o que transmite mais con� ança e
satisfação com o processo de compra. Tal fato é apontado por 80% como algo importante.
Mas nem tudo são � ores na relação entre consumidores e empresas na internet, pois como
aponta o estudo, 64% das pessoas já desistiram da compra pela internet no momento de realizar o
pagamento do produto ou serviço, e os motivos são variados: 54% desistiram por causa de taxas
ou fretes cobrados; 39% dizem ter encontrado diferenças entre preço anunciado e praticado; para
36% o prazo de entrega foi o limitante; 36% por suspeitarem ser algum tipo de fraude, dentre
outros itens que podem ser vistos (Figura 17).
Figura 17 - Fatores que in� uenciam na desistência de uma compra pela internet. Fonte: CNDL e SPC Brasil (2018,
p. 18).
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Sendo assim, a partir desses dados, podemos veri� car a importância de empresas,
instituições e pessoas estarem na internet, no sentido de terem uma possibilidade massivamente
maior de alcançar pessoas de lugares que um estabelecimento físico local não tem. Podem assim
também estabelecer formas de crescimento exponenciais, mas com cuidados que veremos a
seguir.
4. POSICIONAMENTO DE MARCA
Que as empresas, instituições e pro� ssionais devem estar na internet, provavelmente,
é um consenso, tendo em vista que, cada vez mais, procuramos e interagimos com pessoas e
marcas na internet nos mais diversos tipos de relação e objetivos. Dessa forma, esse é um aspecto
importante de se entender como acontece em termos de de� nição e seus efeitos, que passam
do virtual para o físico em intensidades diferentes do que se via antes do advento da internet e
desenvolvimento do digital com os aparelhos móveis e conexões mais rápidas (MORAIS, 2018).
Sendo assim, podemos a� rmar que o posicionamento de marca é a forma como desejamos
e planejamos a representação de como queremos que a marca seja percebida, ou seja, como
queremos que seja entendida. O que nos leva ao objetivo primordial, que é fazer com que essa
intenção e planejamento sejam efetivos no entendimento das pessoas sobre a marca (MERLO;
CERIBELI, 2014).
Além disso, quanto ao posicionamento da marca, é importante que alguns pontos sejam
levantados de maneira a contribuir como formas de de� nição daquilo que é importante para o
processo de posicionamento. Portanto, entender a quem produtos e serviços se destinam, o que
podem resolver para as pessoas e quais diferenciais a marca possui são essenciais para conseguir
estabelecer um posicionamento efetivo.
Figura 18 - Público-alvo. Fonte: Freepik (2017).
Dessa forma, quando pensamos a quem se destinam os produtos e serviços da marca,
precisamos entender o per� l ideal de pessoas, e utilizar suas características e preferências para a
produção e desenvolvimento de ações e projetos grá� cos que estejam alinhados aos pensamentos
elencados por meio de pesquisas.
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O mesmo acontece quando pensamos e de� nimos que tipo de problema nossa marca
soluciona para as pessoas, pois dessa forma é possível atrair, de forma mais efetiva, aqueles
que procuram as soluções que oferecemos. E � nalmente, que tipo de diferenciais a marca pode
oferecer às pessoas, ou seja, quais são os valores vistos pelas pessoas na marca, sejam eles visíveis
ou não, como material utilizado, preço, tecnologia embarcada, ou status, tendência, modismo e
assim por diante. Ter clareza desses aspectos pode potencializar as relações das pessoas com a
marca e até mesmo garantir sucesso ante concorrentes do mercado (SOLOMON, 2016).
Sendo assim, é importante conhecer o contexto social, cultural e econômico no qual
queremos que a marca esteja posicionada, para que a comunicação seja realizada de forma efetiva
e satisfatória para as pessoas que irão recebê-la e interagir com ela.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Com os assuntos abordados nesta unidade, foi possível entender os conceitos básicos de
Design, voltados para a área especí� ca do Webdesign, passando por conceitos gerais de internet
e demandas relacionadas aos pro� ssionais dessa área, assim como habilidades esperadas. Vimos
conceitos como Gestalt, que auxiliam no entendimento de mensagens, assim como na formulação
delas.
Foi possível ver a importância da tipogra� a na construção de sites e no design de forma
geral, além das relações de consumo e utilização da internet pelas pessoas na atualidade, o que
contribui para fortalecer a relevância do pro� ssional de Webdesign na comunicação das empresas,
pessoas e instituições.
E, � nalmente, abordamos o posicionamento das marcas, ou seja, dos mesmos atores
citados anteriormente, pois se pararmos para analisar o contexto, na atualidade, somos uma
espécie de marca, pois tudo o que fazemos e expomos transmite mensagens para aqueles que nos
observam.
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UNIDADE
02
SUMÁRIO DA UNIDADE
INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................22
1. CONCEITOS DE HTML ..........................................................................................................................................23
2. CONCEITOS DE CSS .............................................................................................................................................27
3. RESPONSIVIDADE ................................................................................................................................................30
4. SISTEMAS DE GESTÃO DE CONTEÚDOS ...........................................................................................................35
CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................................................................................40
LINGUAGENS E SISTEMAS PARA
WEB CONTEMPORÂNEA
PROF. ME. VAGNER BASQUEROTO MARTINSENSINO A DISTÂNCIA
DISCIPLINA:
WEBDESIGN
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INTRODUÇÃO
Para entendermos de forma satisfatória como ocorre o desenvolvimento web, é importante
que possamos conhecer as principais ferramentas utilizadas nessa área do Design, que consistem
na utilização em boa medida de linguagens de programação, ou seja, de códigos que irão ser
traduzidos pelos navegadores para as telas dos equipamentos que utilizamos.
Assim, entender o funcionamento de linguagens como HTML e CSS, as quais são as mais
utilizadas na construção de sites e essenciais para projetos web, farão diferença em sua atuação
no mercado.
Da mesma forma, é importante conhecer e compreender o que é a responsividade,
assim como para que serve e como acontece no nosso cotidiano, além dos sistemas de gestão de
conteúdos, que se constituem em ferramentas essenciais para aquelas pessoas que querem ganhar
agilidade.
Dessa forma, esta unidade irá tratar de uma série de assuntos importantes para o
desenvolvimento web.
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1. CONCEITOS DE HTML
Mesmo não conhecendo os códigos utilizados no HTML (HyperText Markup Language,
que signi� ca Linguagem de Marcação de Hipertexto), você possivelmente já deve ter ouvido
falar sobre ele, e utiliza sua estrutura em boa parte do seu dia a dia, pois sua estrutura de códigos
contribui para a formação e construção de sites e aplicações web. Dessa forma, na atualidade, é
praticamente impossível as pessoas não terem contato com o HTML (Figura 1).
Figura 1 - HTML. Fonte: Freepik (2020).
Com HTML, é possível realizar a criação de seções, parágrafos, cabeçalhos e links
que são utilizados nas páginas que acessamos diariamente dos mais diversos aparelhos, desde
computadores desktop, notebooks, tablets e smartphones, gerando uma série de possibilidades
de interação e comunicação entre as pessoas e entidades (TERUEL, 2014).
Fazendo uma analogia, podemos comparar o HTML ao Microso� Word (Figura 2), no
qual é possível formatar e organizar textos e estruturas visuais com imagens e ilustrações, mas que
não permite realizar funcionalidades dinâmicas, somente estáticas, o que con� gura a necessidade
de complementos para tornar sites e aplicações web completas.
Figura 2 - Microso� Word. Fonte: O autor.
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No HTML, trabalhamos com códigos e tags, que são estruturas de linguagem de
marcação que contêm instruções com início e � m, de modo que os navegadores consigam
entender e executar uma determinada função, sendo especi� cados diversos comandos que serão
interpretados pelos navegadores, os quais serão entendidos pelos usuários de forma visual, seja
por textos, imagens, grá� cos ou elementos visuais, e não em forma de códigos (Figura 3).
Figura 3 - Site da Red Bull com códigos aparentes. Fonte: O autor.
Assim como outras tecnologias tão comuns aos indivíduos na atualidade, o HTML surgiu
a partir de uma situação existente para um grupo especí� co que queria resolver como poderiam
se comunicar sobre pesquisas que estavam desenvolvendo. Dessa forma, Tim Berners-Lee, um
físico britânico, criou um sistema de hipertexto (textos que possuem links para outros textos)
para a internet, que resolveria seu problema. Isso ocorreu em 1991 com a utilização de 18 tags,
ou seja, comandos, e desde então, vem sofrendo modi� cações e atualizações, o que gira em torno
de 140 tags diferentes, sendo que alguns já não são reconhecidos pelos navegadores, tendo sido
substituídos por outras formas de codi� cação (TERUEL, 2014).
Assim, junto com a popularização da internet, o HTML foi sendo desenvolvido ao longo
dos anos, tendo sido lançadas novas versões desde a primeira em 1991 com o HTML. Depois
vieram: HTML 2.0 (1995), HTML 3.2 (1997), HTML 4.01 (1999), XHTML (2000), HTML 5
(2014), HTML 5.1 (2016 e 2017) e HTML 5.2 (2017).
Os arquivos de HTML são visualizados em navegadores, os quais utilizamos em
equipamentos eletrônicos como notebooks, desktops, tablets e smartphones, independentemente
do sistema operacional. E suas extensões são .html e .htm. Dessa forma, com a utilização
dessas extensões, em navegadores como o Chrome, Safari ou Mozilla Firefox, é feita a leitura e
renderização, ou seja, a transformação dos códigos em informações que estamos acostumados a
entender (HAROLD, 2010).
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Figura 4 - Navegador. Fonte: Freepik (2018).
Os sites mais comuns, ou simples, utilizam o HTML em suas diversas páginas, as quais
podem ser utilizadas de diferentes formas e com objetivos distintos, como páginas de entrada,
para explicar os objetivos da empresa, missão e valores, ou simplesmente apresentar alguma outra
informação relevante de forma prática e objetiva, sem qualquer tipo de efeito ou movimento.
Além disso, o que todos eles possuem em comum está na junção de uma combinação de tags, que
são considerados como blocos que formam cada página por completo.
Essa construção surge com as tags de forma hierarquizada, para que as informações
sejam compreendidas de forma correta pelos usuários e os devidos pesos (importância) estejam
corretos. Como acontece em um trabalho no Word, onde colocamos o título maior, com destaque,
os parágrafos, recuos especí� cos, cabeçalhos, rodapés e qualquer outro tipo de conjunto de
informações.
Assim como um parágrafo começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto
� nal, as tags do HTML iniciam com uma de abertura <tag> e outra de fechamento </tag>.
Isso acontece justamente para organizar os elementos das páginas e tornar a codi� cação, ou
renderização, correta e estruturada (HAROLD, 2010).
Na sequência, temos um exemplo da forma como elementos de HTML podem ser
elencados estruturalmente:
<div>
<h1>Cabeçalho principal</h1>
<h2>Subtítulo de impacto</h2>
<p>Parágrafo um</p>
<img src=”/” alt=”Image”>
<p>Parágrafo dois com <a href=”https://example.com”>hyperlink</a></p>
</div>
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O primeiro elemento é denominado como uma divisão, utilizado para marcar as seções
com maiores conteúdos (<div></div>);
No exemplo, também é possível veri� car o cabeçalho, com a tag (<h1></h1>), o subtítulo
(<h2></h2>), assim como dois parágrafos de textos que utilizam as tags (<p></p>) e uma
imagem, com a tag (<img>);
Para o segundo parágrafo, possui uma tag distinta (<a></a>), que indica um link e utiliza
um atributo href que contém a URL de destino.
Já na tag da imagem, é possível veri� car que ela possui dois atributos: src, que apresenta
o caminho da imagem, e alt, para a descrição dela.
Ainda em termos estruturais, o HTML possui dois tipos de tags que podem ser
consideradas como principais: os elementos de bloco e elementos em linha, os quais podem ser
assim descritos:
• Elementos de bloco são tags que se utilizam de todo o espaço antes de começar uma nova
linha, podendo ser vistos em cabeçalhos e parágrafos, pois formam blocos.
• Elementos em linha são mais econômicos quanto ao espaço, pois se restringem ao
necessário, sendo utilizados para formatar elementos como links.
Dessa forma, existem tags que todo documento de HTML possui, tais como: <html>,
<head> e <body> como elementos de bloco. A tag <html></html> seria o elemento que abre e
fecha todas as tags. A tag <head></head> possui informações como o título, e a tag <body></
body> abrange todos os elementos que são visualizados em uma página.
Além desses, existe uma série de tags utilizadas no HTML, que vão desde a abertura e o
fechamento de parágrafo, até negrito, itálico, indicação de imagens, links etc.
O importante é conhecer, ao menos de forma básica, os principais códigos ou tags, pois
com a utilização de sistemas, é possível desenvolver projetos pro� ssionais, mas que eventualmente
podem apresentar algum tipo de erro, ou necessidade de customizaçãoque seja requerida. E é
justamente nesse momento que conhecer as tags pode ajudar a resolver essa situação.
Assim, podemos chegar à conclusão de que o HTML é um conjunto de códigos que
auxiliam na estruturação de sites (Figura 5), algo como um esqueleto, que dá fundamento para
o que um site poderá se tornar, com o auxílio de outras linguagens complementares, que trazem
contribuições de movimento, estática e banco de dados, por exemplo, tornando um projeto
completo e robusto (MILETTO; BERTAGNOLLI, 2014).
Figura 5 - Estrutura de site. Fonte: Freepik (2018).
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O HTML é mantido pelo W3C (World Wide Web), um consórcio de tecnologia que
articula seu desenvolvimento e o mantém ativo nos navegadores por meio de protocolos
uni� cadores de linguagem e códigos.
2. CONCEITOS DE CSS
Mais uma sigla? Isso mesmo. Mas não se preocupe! O CSS é uma das linguagens mais
utilizadas no Webdesign e seu signi� cado é Cascading Style Sheet (em tradução livre, Folhas de
Estilo em Cascata), e surgiu em 1994, tendo sido criado por Hakon Lie, que tinha como objetivo
facilitar a criação de sites, uma vez que era necessária uma série de códigos para criar estruturas
simples, como uma tabela, por exemplo.
Dessa forma, o CSS surgiu para que fosse possível trabalhar com aspectos visuais de
maneira mais fácil (Figura 6), com a utilização de estilos, parecido com o que fazemos em
programas de formatação de texto, quando usamos estilos para títulos, parágrafos, tabelas e
demais itens do arquivo que estivermos desenvolvendo (MILETTO; BERTAGNOLLI, 2014).
O W3C é responsável por uma série de padronizações para a WEB, sendo uma
organização importante e que pode servir de fonte constante de consulta no que
diz respeito às linguagens de programação, padronizações e demais aspectos
relacionados ao bom funcionamento da internet em termos de linguagens.
Para acessar seu conteúdo, é possível verifi car seu site em <https://
www.w3c.br/Home/WebHome/>, onde existe uma variedade de
informações, mas que em grande parte está em inglês, tendo em
vista que esse é o idioma ofi cial das linguagens de programação.
Uma vez que o CSS trabalha com os estilos dos objetos, defi nindo como serão
exibidos no site, temos que ter em mente o conceito de acessibilidade bem
claro, de forma a garantir que os mais variados tipos de pessoas terão acesso
às informações do site, como, por exemplo, pessoas com algum tipo de restrição
visual severa, ou de movimentos dos membros superiores.
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Figura 6 - Estrutura de site. Fonte: Freepik (2019).
Assim, podemos entender que o CSS funciona como uma espécie de editor de estilo para
o site, enquanto o HTML fornece a estrutura da qual o site precisa. E por isso, existe uma relação
tão intensa entre as linguagens, pois é fundamental que os sites tenham um bom visual e acesso
fácil às informações, por meio de uma estrutura sólida e coesa.
Mesmo o CSS não sendo tecnicamente necessário para a criação de sites, ele acabou se
tornando algo essencial no desenvolvimento de sites, tendo em vista o próprio crescimento da
internet de forma geral e, consequentemente, das exigências das pessoas com relação ao visual dos
sites. E isso é fácil de notar, pois quando vemos um site com poucos recursos, ou, por exemplo,
com fundo branco e textos em preto ou azul, todo estático, com fontes antigas, meio quadradas,
provavelmente esse site não utiliza CSS, ou ele não foi carregado corretamente. Isso pode ser
visto no exemplo (Figura 7) de um site antigo, do início da internet (MILETTO; BERTAGNOLLI,
2014).
Figura 7 - Site do UOL. Fonte: Web Archive (1996).
O que acontecia antes da criação do CSS é que qualquer estilização (customização) no site
tinha que ser feita separadamente nas marcações do HTML, como plano de fundo, cores do texto,
do fundo, alinhamentos, e qualquer tipo de informação “diferente”. Já com o CSS, é possível criar
uma série de estilizações e, assim, utilizá-las em arquivos distintos, tornando o desenvolvimento
mais ágil e pro� ssional, diminuindo a possibilidade de erros, caso esqueça alguma formatação
numa parte especí� ca do código.
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Então, podemos entender que, com o CSS, não é preciso informar todas as vezes
as formatações de um elemento, toda vez que ele aparecer; com os estilos do CSS, isso já � ca
formatado para o arquivo todo, sempre que esse determinado elemento aparecer, tornando o
código, de forma geral, mais limpo e seguro de erros (MILETTO; BERTAGNOLLI, 2014).
Além disso, com a possibilidade de se ter vários estilos numa mesma página, como
acontece ao se utilizar o CSS, é possível gerar uma grande quantidade de personalizações,
tornando as páginas mais atrativas e de acordo com os objetivos dos projetos. Dentro dos aspectos
mercadológicos, isso já é uma necessidade imposta pelos usuários às marcas, ou seja, ser cada vez
mais customizado e em sintonia com suas preferências (Figura 8).
Figura 8 - Diferentes preferências. Fonte: Freepik (2018).
A vantagem do uso do CSS no desenvolvimento de sites em conjunto com o HTML é
sua característica de leveza, diferente do JavaScript ou de outras linguagens mais complexas e
pesadas. Com o CSS é possível criar uma experiência aos usuários de forma rica e satisfatória,
assim como para os desenvolvedores.
Ainda é possível destacar que, com o CSS, é possível desenvolver animações, assim como
o efeito de parallax e jogos, o que evidencia o potencial dessa linguagem leve e prática, que é
constante no desenvolvimento de sites contemporâneos e projetos web dos mais diversos.
A sintaxe do CSS é simples e, como a maioria das linguagens, é baseada no idioma inglês,
por meio da utilização de um conjunto de regras ou normas que regem seu funcionamento.
Tendo em vista então que o HTML foi projetado para marcações de página, o CSS contribui para
atribuir estilos a essas marcações.
Sendo assim, o CSS trabalha com declarações em sintaxes simples, que irão funcionar
como seletores para modi� carem blocos de declaração, como parágrafos, títulos, imagens,
fundo e demais elementos existentes na página. Assim, ao selecionar um elemento, é necessário
informar, por meio dessa sintaxe do CSS, o que deseja que aconteça com ele.
É claro que existem regras e a forma correta de realizar tais ações, uma vez que isso visa
a garantir a ordem e a correta utilização dos comandos e daquilo que irá acontecer sempre da
mesma forma. Dessa maneira, o seletor aponta para o elemento do HTML que será modi� cado,
o qual irá receber a ação de um bloco de declaração, que pode ter uma ou mais ordens para o
elemento, que são separadas por ponto e vírgula (MILETTO; BERTAGNOLLI, 2014).
Todas as declarações do CSS trazem um nome de propriedade e um valor, os quais são
separados por dois pontos, além de terminar com um ponto e vírgula e ser cercado por chaves.
Sendo assim, se quisermos estabelecer um determinado estilo aos parágrafos que utilizam a tag
<p>, poderíamos fazer uma declaração como no exemplo a seguir:
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<style>
p {
color: blue;
text-weight: bold;
}
<style>
Ou ainda, se quiséssemos centralizar e determinar o tamanho e cor diferente, � caria
assim:
<style>
p {
text-align: center;
font-size: 16px;
color: pink;
}
</style>
Dessa forma, os exemplos apresentados servem para demonstrar como os conceitos do
CSS funcionam na construção de um site, sendo que, como veremos adiante no conteúdo, na
atualidade é possível construir projetos inteiros sem ao menos programar uma linha sequer. Mas
ainda assim, é importante conhecer ao menos os conceitos que estão envolvidos nesse tipo de
projeto, para poder entender, caso ocorra algum tipo de problema, ou para estabelecer algum
tipo de diálogo com desenvolvedores programadores.
Portanto, nos próximostrechos do conteúdo, poderemos veri� car formas de como
desenvolver sites sem ter conhecimentos profundos de programação, mas ainda assim conseguir
construir projetos pro� ssionais e vencedores.
3. RESPONSIVIDADE
A responsividade é um conceito no Webdesign, relativo à possibilidade de acesso
pelas pessoas, aos sites em diferentes aparelhos, e suas várias dimensões de telas, de maneira a
possibilitar que seja possível visualizar todas as informações de maneira correta e satisfatória.
Assim, podemos de� nir também como um combinado de técnicas aplicadas ao layout dos sites
para que eles se adaptem aos muitos tamanhos dos dispositivos utilizados pelas pessoas (Figura
9).
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Figura 9 - Responsividade. Fonte: Freepik (2019).
Essa adaptação deve funcionar para as telas dos computadores, notebooks, tablets
e smartphones, além dos diferentes tipos de navegadores usados pelas pessoas, levando
em consideração os sistemas operacionais existentes. Isso é possível de se alcançar, com a
utilização do HTML e CSS, cuidando da estrutura textual e visual, respectivamente (MILETTO;
BERTAGNOLLI, 2014).
O objetivo primordial da responsividade é fazer com que o site esteja acessível em termos
de funcionalidades para o maior número de pessoas possível, melhorando tráfego e relevância na
internet, podendo converter acessos em negócios ou notoriedade na web. Além disso, é preciso
ter em mente que a responsividade deve vir acompanhada de uma boa estrutura de conteúdo e
informações, pois isso faz parte do pacote de interação, ou seja, da experiência do usuário (Figura
10).
Figura 10 - Boa estrutura de informações. Fonte: Freepik (2018).
Podemos dizer que o design responsivo é relativamente recente, tendo seu início em
2010. Assim como os aparelhos móveis como conhecemos, é um dos aspectos que vem sendo
desenvolvido, com os avanços da web, conexão, aparelhos e das próprias linguagens utilizadas no
desenvolvimento de sites.
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Justamente são esses avanços que ajudaram no desenvolvimento dos sites e da
responsividade necessária para que os projetos web tenham relevância, uma vez que é importante
para as empresas e desenvolvedores que os usuários consigam ter acesso fácil a todas as
informações do site (SILVA, 2018).
Dessa forma, alguns termos são importantes para esse entendimento e caminham junto
com a responsividade; no caso, podemos destacar a experiência do usuário (User Experience) e
interface do usuário (User Interface), que contribuem para que o processo de navegação, busca
e interação com as informações, de um modo geral, sejam realizadas de forma satisfatória pelas
pessoas na internet (Figura 11).
Figura 11 - UX e UI. Fonte: Freepik (2018).
Este artigo é interessante, pois trata das semelhanças e diferenças entre o UX
(User Experience) e o UI (User Interface) sob uma perspectiva dos profi ssionais
que desenvolvem tais técnicas e projetos, o que possibilita o entendimento de
como podem surgir oportunidades se conhecermos bem a área na qual desejamos
atuar.
DUPRE, H. Atenção: UX e UI design não são a mesma coisa,
mas caminham juntos. UX Collective. 24 dez. 2019. Disponível
em: <https://brasil.uxdesign.cc/ux-e-ui-n%C3%A3o-s%C3%A3o-
a-mesma-coisa-mas-trabalham-juntos-936af57097dc>. Acesso
em: 17 jun. 2020.
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Assim, podemos também entender o design responsivo de sites e aplicações web, a partir
de alguns aspectos importantes, como a adaptação do layout das páginas com a resolução da
tela onde se está visualizando as informações; o redimensionamento automático conforme o
tamanho da tela dos diversos tipos e especi� cações de aparelhos, de modo a não sobrecarregar
o processamento dos aparelhos, especialmente dos celulares e tablets; a simpli� cação dos
elementos como menus e aberturas quando visitados a partir de aparelhos móveis; ocultar partes
desnecessárias em dispositivos com tela reduzida; adaptação de botões e links para telas com
touch e geolocalização e mudança de orientação (horizontal e vertical) (Figura 12).
Figura 12 - Posições e formas de segurar o smartphone. Fonte: Freepik (2019).
Todos os aspectos apontados são facilmente justi� cados pela quantidade massiva de
aparelhos móveis sendo utilizados pelas pessoas no dia a dia, como celulares e tablets, ou mesmo
os notebooks, que necessitam de sites que sejam processados de forma ágil e rápida, além de ter
sua estrutura organizada para que as pessoas encontrem as informações rapidamente, ou seja, de
forma intuitiva, que o caminho seja fácil e rápido para usuários iniciantes e experientes, o que
não é uma tarefa sempre fácil (SILVA, 2018).
Podemos destacar também mais alguns elementos importantes que contribuem com
projetos responsivos e, dessa forma, são pontos importantes de se levar em consideração quanto
ao desenvolvimento dos projetos web de sites, pensando nos usuários e toda a experiência
que desejamos que as pessoas tenham, no sentido de que retornem e divulguem os sites que
desenvolvermos.
Dentre os elementos que quero destacar para você, o primeiro é que um site responsivo
contribui para a melhora de resultados em buscadores, ou seja, melhora o posicionamento em
motores de busca do site, que é um dos principais métodos para otimizar resultados de acesso
e relevância na internet para sites. Assim, o SEO (Search Engine Optimization), ou motor de
otimização de pesquisa, em tradução livre, é um dos principais atributos para que essa otimização
ocorra (ZEMEL, 2015).
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Outro ponto importante é o de que projetos de sites responsivos precisam de apenas
uma versão do site, que irá contemplar os diversos dispositivos nos quais ele pode ser acessado e
visualizado, dispensando a necessidade de se criar uma série de modelos para diferentes tamanhos
e resoluções de telas, o que, em alguns casos, poderia inviabilizar um projeto, economizando
tempo, dinheiro, equipe e prevenindo possíveis erros entre versões.
Consequentemente, ter apenas uma versão do site auxilia no gerenciamento do projeto,
tendo em vista que a mesma versão será usada nos diversos tipos de aparelhos, sendo ajustado
para funcionar com a mesma e� ciência e estrutura. Havendo a necessidade de se fazer algum tipo
de atualização, que ela ocorra automaticamente em toda a estrutura e que essas alterações sejam
acatadas para todos os tipos de aparelhos (ZEMEL, 2015).
Ainda podemos mencionar um outro elemento que é facilmente percebido em grandes
marcas, a consciência de marca, que é quando as pessoas reconhecem uma unidade visual e
estrutural na forma como determinada marca se comunica visualmente com as pessoas. A
responsividade auxilia justamente nesse processo, tornando o site adaptável aos diversos
tamanhos e resoluções, de forma a manter uma unidade visual da marca para as pessoas, o que
contribui para que essa consciência de marca seja fortalecida.
Portanto, com todas as características e elementos mencionados, podemos entender
que a responsividade é um dos fatores mais importantes nos projetos web na atualidade, o
que possibilitará que usuários possam acessar o conteúdo proposto de praticamente qualquer
aparelho eletrônico, como computadores, notebooks, tablets e smartphones, e ainda, smartwatches
(celulares/relógios de pulso), assim como em diferentes navegadores.
Ainda falando da responsividade, traçando uma conexão com a UX e UI mencionadas
anteriormente, é importante entender alguns princípios básicos inerentes ao design de sites na
perspectiva da atualidade e diversidade de aparelhos móveis. Dessa forma, iremos trazer alguns
desses princípios, importantes para o design de sites responsivos (ZEMEL, 2015).
Assim, podemos começar com o � uxo, que pode ser de� nido quando as informações
se adaptam ao formato das telas,em situações em que elas diminuem e o conteúdo preenche os
espaços de forma mais verticalizada e as informações restantes são acondicionadas para baixo no
sentido vertical, sendo preciso rolar para acessar o restante do conteúdo.
Um outro princípio é o uso de unidades relativas, que proporcionam ajustes em
termos de porcentagem aos elementos do site, independentemente do tamanho da tela onde
está sendo exibido, contribuindo para que as pessoas consigam manter a mesma experiência
independentemente do aparelho utilizado, reforçando a consciência de marca. Dessa forma, em
vez de estabelecermos que um determinado objeto ocupará 400px de largura, de� nimos que ele
ocupará 50% do total da largura, e assim com os demais objetos.
Já os pontos de interrupção são interessantes, pois determinam onde é o limite para que
informações estejam numa mesma linha, funcionando como uma espécie de quebra de página,
como ocorre em so� wares de formatação de texto. Assim, por exemplo, se em um formato
de tela é possível mostrar três colunas numa mesma linha, e em um outro, ocorrer o ajuste
automaticamente, vale ressaltar que isso deve ser feito com cuidado, para que o conteúdo não
� que desorganizado.
No desenvolvimento dos sites, é interessante que o conteúdo ocupe toda a largura de telas
menores, como as dos smartphones, tablets e até mesmo dos notebooks. Mas imagine ocupando
a largura total de uma televisão de tela grande, tendo em vista que na atualidade temos as smart
tvs. Por isso, um princípio interessante de se utilizar é o de valores mínimos e máximos, fazendo
com que, por exemplo, a largura de 100% com valores máximos de 1000 pixels signi� que que esse
determinado objeto irá ocupar a largura da tela até o limite máximo de 1000 pixels.
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Na atualidade, existem negócios que nascem somente digitais e, em alguns casos, por
in� uência das redes sociais e uso massivo dos smartphones, é possível que se pense em iniciar um
projeto web pelo layout para mobiles, em vez de desktops. Mas, na prática, não existe uma regra
de� nida, tendo em vista que, quando o projeto é responsivo, é possível fazer as con� gurações
necessárias para que o layout se ajuste aos diversos tamanhos e resoluções possíveis (Figura 13).
Figura 13 - Formatos diversos para iniciar um projeto. Fonte: Freepik (2020).
Outro princípio importante de se ter em mente é quanto ao uso das fontes, ou tipogra� as,
pois isso pode trazer algum tipo de in� uência visual e até mesmo estrutural ao projeto. Assim,
pode ser uma decisão usar as fontes do sistema, ou fontes da web, cuja diferença está em que as do
sistema são carregadas automaticamente, pois já fazem parte do sistema operacional do aparelho
que estiver sendo usado, enquanto as fontes web usam a conexão para carregar, e quanto mais
tipos forem usados, mais demorado isso pode ser (SILVA, 2018).
Já com relação aos ícones do projeto web que estiver desenvolvendo, caso sejam repletos
de detalhes e efeitos, o ideal é a utilização de arquivos do tipo bitmap; caso contrário, o uso de
arquivos vetoriais pode ser mais adequado, tendo em vista os mesmos conceitos utilizados para
projetos grá� cos com objetivos de impressão, em que os arquivos bitmap são mais pesados para
o processamento, devido à sua necessidade de resolução, e os vetores mais leves, por basicamente
serem desenhos com a utilização de pontos e linhas. De qualquer forma, pensando nos projetos
web, a recomendação é a de que, para imagens bitmap, se opte pelo uso de imagens jpg, png ou
gif e, para imagens vetoriais, a melhor opção é a extensão svg (ZEMEL, 2015).
Dessa forma, é possível perceber como os conceitos, aspectos e princípios de responsividade
devem fazer parte dos projetos web que estiver desenvolvendo, de forma a contribuir para
melhores resultados.
4. SISTEMAS DE GESTÃO DE CONTEÚDOS
Os sistemas de gerenciamento de conteúdos ou CMS (Content Management System, em
inglês) são plataformas onde é possível criar, gerenciar ou modi� car projetos web e seus conteúdos
de forma direta no navegador, sem a necessidade de ter conhecimentos em programação. Ainda
com esse tipo de conhecimento, é possível realizar customizações além das disponíveis e para
casos especí� cos, o que não ocorre com tanta frequência e, na maioria dos casos, é possível
atender com soluções já existentes (JENNER, 2019).
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Em geral, os CMS contam com interfaces grá� cas que contribuem para que o gerenciamento
e modi� cações dos projetos sejam feitos de maneira ágil e intuitiva, possibilitando que você crie,
edite e realize uma série de alterações com a utilização de conteúdos diversos, como imagens,
vídeos, textos, de modo a construir os layouts e estruturas dos sites (Figura 14). Entre os mais
conhecidos no nosso contexto, podemos destacar o Wordpress, Joomla, Magento, Drupal e Wix
(JENNER, 2019).
Figura 14 - CMS (Content Management System, em inglês). Fonte: Freepik (2019).
Os CMS servem para contribuir para uma maior democratização no desenvolvimento
de sites, tornando possível essa tarefa para pessoas que não saibam programar, ou que ainda
estejam aprendendo. Fazem com que toda a estrutura de códigos seja montada de forma grá� ca
pelos usuários, além de possibilitar e facilitar uma série de funções e tarefas por meio de suas
ferramentas e menus de opções, que contam com possibilidades gratuitas e pagas e vão de acordo
com as necessidades de cada projeto (JENNER, 2019).
Portanto, toda a estrutura necessária para que um site funcione corretamente e permita
a interação e uma boa experiência aos usuários é realizada de forma automatizada pelo sistema.
Assim, não é necessário que o desenvolvedor domine os códigos de HTML para a estruturação do
site, do CSS, para trazer uma boa aparência, nem tampouco de PHP, JavaScript, Python, dentre
outras relacionadas aos bancos de dados (Figura 15).
Figura 15 - Diversas linguagens de programação. Fonte: Freepik (2020).
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Os sistemas se encarregam da execução de tais atributos, tornando possível ao
webdesigner se dedicar de forma integral ao conteúdo, estrutura e qualidade visual para que,
assim, a experiência dos usuários seja a melhor possível, tornando as tarefas e responsabilidades
compartilhadas e possibilitando maior agilidade e e� ciência no desenvolvimento de projetos web.
De maneira geral, os CMS funcionam com a utilização de editores de conteúdo, para a
criação das páginas, posts (notícias ou reportagens), lojas virtuais e demais conteúdos, em que
é possível realizar a customização por meio de menus com funções pré-de� nidas e nos quais
podem ser adicionadas novas possibilidades à medida que novos projetos são desenvolvidos,
entre opções gratuitas e pagas.
No geral, os CMS trabalham com a possibilidade de adicionar uma série de funcionalidades,
como temas, plugins e extensões, os quais irão in� uenciar a forma estética, estrutural e funcional
dos sites e servem para cada tipo de objetivo. Portanto, os CMS trazem consigo as funções básicas
para a criação de páginas, posts e inclusão de imagens e textos, e à medida que for necessária a
inclusão de funções mais elaboradas, é quando se faz necessária a utilização dos temas, plugins e
extensões, para que os projetos ganhem consistência naquilo a que se propõem.
Entre os CMS mais populares, podemos destacar o Wordpress, Joomla, Magento, Drupal
e Wix, que em termos gerais, possuem basicamente o mesmo tipo de estrutura, funcionando
de forma que seja possível realizar a criação de projetos de sites, sem a necessidade de ter
conhecimentos de programação, além de conter alguns aspectos interessantes para determinadas
áreas nas quais você esteja desenvolvendo algum tipo de conteúdo (JENNER, 2019).
Dentre os mais utilizados, o Wordpress (Figura 16) é o que mais aparece nos projetos
atualmente,com algo em torno de 30% dos sites ativos na web (BUILT WITH, 2020), o que
demonstra sua força, que vem justamente da imensa possibilidade de temas e plugins para
utilização e criação de sites para os mais diversos segmentos, como lojas, portfólios, instituições,
pro� ssionais liberais etc. Conta ainda com ferramentas gratuitas e pagas, o que gera uma
possibilidade interessante em termos de desenvolvimento e mesmo de suporte (JENNER, 2019).
Figura 16 - Site do Wordpress. Fonte: Wordpress (2020).
Já o Joomla (Figura 17) é um misto entre o Wordpress e o Drupal, no sentido de ser
fácil de se trabalhar, contando com boa estrutura de suporte, formada por uma comunidade de
desenvolvedores que auxiliam em dúvidas, além de possuir uma série de módulos para a criação
de sites de comércio virtual (JENNER, 2019).
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Figura 17 - Site do Joomla. Fonte: Joomla (2020).
No Magento (Figura 18), é possível criar e desenvolver plataformas de e-commerce e é
utilizado por empresas como Samsung, Nike, Ford, dentre outras, justamente pela possibilidade
de se criar lojas on-line com funções complexas, além de avançadas funcionalidades como banco
de dados, trajetória de compras de produtos, entregas, controle de estoque e outras aplicações.
Figura 18 - Site do Magento. Fonte: Magento (2020).
O Drupal (Figura 19) é um CMS mais utilizado no meio corporativo, devido à necessidade
especí� ca relacionada à segurança das informações e tempo de resposta das ações. Dessa forma,
é possível entender essa necessidade por causa das empresas que o utilizam, como NASA, Tesla,
Sony Music e Nokia (JENNER, 2019).
Figura 19 - Site do Drupal. Fonte: Drupal (2020).
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E para � nalizar, o Wix (Figura 20) pode ser considerado um híbrido entre CMS e serviço
de hospedagem e registro de domínio, gerando possibilidades próximas ao que os sistemas já
citados oferecem, com a vantagem de poder realizar a hospedagem e registro do domínio no
mesmo local, o que pode ser ruim, dependendo do ponto de vista, mas ainda assim, é uma opção
existente no mercado (JENNER, 2019).
Figura 20 - Site do Wix. Fonte: Wix (2020).
Dessa forma, foi possível veri� car uma série de opções que podem ser utilizadas no
desenvolvimento de nossos projetos, cada uma com algumas particularidades que precisam
ser veri� cadas, mas que, de maneira geral, atendem bem a necessidade de criação de sites
e� cientemente.
A indicação para esta unidade é uma palestra do TED Talks
intitulada: O que realmente é a internet?, de Andrew Blum, a qual
trata das conexões sob uma perspectiva mais fi losófi ca e nos
ajuda a entender que o desenvolvimento de um site pode trazer
uma série de signifi cados para todas as pessoas envolvidas
e nos serve como fonte de conhecimento e refl exão. O vídeo
tem duração aproximada de 12 min, pode ser acessado de
forma gratuita e está disponível em: <https://www.ted.com/talks/andrew_blum_
discover_the_physical_side_of_the_internet?language=pt-br#t-700002>.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesta unidade, foi possível conhecer e entender os principais aspectos que norteiam os
assuntos relacionados aos conceitos de HTML, CSS, responsividade e CMS (Sistema de Gestão
de Conteúdos), os quais irão servir para todo o desenvolvimento de projetos web de sites.
Assim, tais conceitos devem ser utilizados e, se for necessário, aprofundados à medida
que você tiver mais demandas especí� cas de projetos web, como, por exemplo, das linguagens
HTML e CSS.
Da mesma forma, é imprescindível que você tenha os conceitos de responsividade bem
claros em sua mente, assim como em seus projetos, para que eles garantam uma boa experiência
aos usuários que acessarem esses sites, como também para quem contratar para desenvolvê-los.
Em um outro aspecto, conhecer e saber como funcionam os CMS disponíveis no mercado
ajuda a escolher aqueles que melhor servirão aos projetos que forem desenvolvidos, possibilitando
melhores resultados.
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UNIDADE
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SUMÁRIO DA UNIDADE
INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................42
1. DOMÍNIO E REGISTRO WEB ...............................................................................................................................43
2. HOSPEDAGEM ......................................................................................................................................................49
3. TIPOS DE SITES....................................................................................................................................................52
4. RECURSOS PARA PROJETOS WEB ....................................................................................................................57
CONSIDERAÇÕES FINAIS ........................................................................................................................................61
SUBSÍDIOS PARA PROJETOS WEB
PROF. ME. VAGNER BASQUEROTO MARTINS
ENSINO A DISTÂNCIA
DISCIPLINA:
WEBDESIGN
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INTRODUÇÃO
Nesta unidade, iremos tratar de subsídios essenciais para todo o desenvolvimento de
projetos web, com foco nos sites, na medida em que tais elementos podem fazer a diferença para
que os projetos sejam profi ssionais, trazendo mais resultados aos contratantes, assim como para
os usuários.
Tais possibilidades vão desde a interação e experiência dos usuários, até a efetivação de
negócios por parte das empresas que utilizam sites mais contemporâneos e dotados de recursos
mais elaborados e profi ssionais.
Dessa forma, utilizar-se de recursos adicionais é um dos caminhos mais explorados por
profi ssionais da área, que acaba sendo uma das características mais evidentes do Design de
modo geral, que é a interdisciplinaridade nessa área do conhecimento.
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1. DOMÍNIO E REGISTRO WEB
Quando as pessoas pensavam no nome de uma empresa, usualmente levavam em conta
algo que pudesse remeter para a área de atuação dela, ou uma lembrança relacionada ao nome
dos proprietários, ou sobre algum tipo de objetivo e mesmo uma palavra que indique o que a
empresa faz.
E isso é feito até hoje, e não é um problema, pois é um conceito testado e comprovadamente
vencedor ao longo da história, mas que sofre uma interferência importante vinda de quanto
determinada marca é exposta ao público em geral, da qualidade de seus produtos ou serviços,
assim como com relação à experiência que as pessoas têm com essa marca.
Assim, é fácil perceber que uma boa escolha de nome é importante, pois isso irá trazer
uma série de impactos que podem se tornar um problema em algum ponto da caminhada da
empresa, podendo até mesmo ser um limitante de seu crescimento, gerando algum tipo de
problema, como a necessidade de troca de nome depois de algum tempo de existência (BEAIRD;
GEORGE, 2016).
Mas a� nal de contas, o que isso tem a ver com a criação e o registro de domínios na
internet? A resposta pode ser simplesmente: tudo! Tendo em vista que, para que possamos ter um
site operando na internet, é necessário que ele tenha um domínio e que esse nome seja registrado.
Esse nome, ou como é denominado tecnicamente, o domínio, deve existir e ser registrado,
pois irá servir como a identidade da empresa, instituição ou pro� ssional, na internet. É por esse
nome que as pessoas irão procurar esse determinado negócio (HAROLD, 2010).
Dessa forma, sem isso, a criação do site pode � car inviável, pois o nome, além de ser uma
obrigação técnica, traz consigo uma série de signi� cados para as pessoas, que dizem respeito ao
ramo de atividade, potencial, seriedade, solidez e con� ançaem fazer negócios com a empresa.
Além dos fatores indicados anteriormente, quando pensamos no nome de um negócio,
devemos ter em mente alguns aspectos importantes que não podem ser negligenciados, justamente
para não se tornarem um problema no futuro. Por exemplo, se o nome já existe, se o existente é
no mesmo ramo, ou num ramo que pode prejudicar o negócio que está sendo criado, se é de fácil
� xação pelas pessoas, dentre outros fatores que poderiam ser mencionados (JENNER, 2019).
Se você vai atuar na internet, é importante entender que existem
leis e regras que regem sua utilização, trazendo direitos e deveres
a todas as pessoas. Dessa forma, é importante saber os limites
e possibilidades que se enquadram na lei, para que não tenha
algum tipo de problema no decorrer de sua carreira. Por isso,
a indicação é a leitura do Marco Civil da internet, estabelecido
pela Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014. Disponível em:
<https://www.tjdft.jus.br/institucional/imprensa/campanhas-
e-produtos/direito-facil/edicao-semanal/marco-civil-da-
internet>. Acesso em: 19 jun. 2020.
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Assim, um primeiro passo, que por diversas vezes é ignorado, é o de realizar uma pesquisa
prévia na internet, em algum buscador, pelo nome. Também é possível conversar com pessoas
perguntando sobre o nome desejado para o negócio, mas de forma objetiva e organizada e, para
isso, existem técnicas que podem ser adotadas, como grupos focais, pesquisas por enquete, de
forma presencial ou on-line, dentre outras.
Tudo isso é importante para que o processo seja realizado com o mínimo de problemas e
alterações bruscas, o que pode causar impactos importantes de forma negativa no projeto, tendo
em vista que projetos web fazem parte, geralmente, de projetos macro de criação de empresas
(KRUG, 2014).
Mas tais aspectos também podem ser aplicados em empresas que já possuem um histórico
de atuação, mesmo que pequeno, e querem ingressar na internet com o objetivo de atingir mais
pessoas por meio de seus produtos e serviços.
O diferencial é que provavelmente seja necessário, caso o nome já esteja sendo utilizado
por uma outra empresa, veri� car alternativas que possam ajudar a manter o mais próximo possível
o nome e signi� cado original, como siglas, complementos, ou ainda, algum tipo de acordo de
compra dos direitos do nome.
Mas � que atento, pois o registro de um domínio possui regras, como o ramo de atuação da
empresa e a sua real utilização. Dessa forma, não adianta querer registrar uma lista de nomes, se
você não atua de fato nos ramos e atividades, pois isso é facilmente vetado ou revogado, deixando
o caminho livre para algum negócio que realmente irá utilizar o nome em forma de domínio,
devidamente registrado (MILETTO; BERTAGNOLLI, 2014).
De qualquer forma, independentemente do caminho escolhido, para estar na internet
com um site, é preciso de� nir o nome, veri� car se ele está livre para uso, realizar o registro e dar
sequência ao desenvolvimento do projeto. E vale ressaltar que isso envolve um custo constante,
que normalmente é pago para um determinado período e precisa ser renovado de tempos em
tempos, como, por exemplo, anualmente e assim por diante.
Para pesquisar se um domínio existe, você pode acessar <https://
registro.br/> e digitar o nome que pretende ter para o seu site.
Há categorias para o registro de site. Consulte em <https://registro.
br/dominio/categorias/>.
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Outro aspecto interessante de se observar é que, na internet, existem alguns tipos de
extensão para os sites, sendo os de .com e .com.br os mais comuns de serem utilizados, sendo
que os .com estão associados aos negócios que querem ser reconhecidos como internacionais
e os .com.br reconhecidamente originários do Brasil, como acontece em outros países, como
Portugal, que utiliza .pt, ou Itália, que utiliza .it. Podem existir variações como uma empresa que
opta pela extensão .com e adiciona versões de seu site para os países ou idiomas para os quais
desenvolve versões, com a utilização, por exemplo: nomedaempresa.com/pt ou nomedaempresa.
com/it e assim sucessivamente, conforme for o caso.
No Brasil, as extensões possíveis e mais comuns são: .com; .com.br; .ong.br; .nte.br; .edu.
br; .art.br; .blog.br; .b.br; dentre outras possibilidades que podem ser veri� cadas no serviço que
pretende contratar para o registro do domínio do projeto que estiver desenvolvendo.
Na atualidade, existe uma série de empresas que possibilitam a contratação do registro
de domínios para a internet, o que facilita e traz uma boa gama de opções para comparação de
valores, que na prática são os mesmos para o domínio, mas podem ocorrer diferenças com a
contratação de outros serviços de forma conjunta, como iremos abordar no próximo tópico da
unidade, quando tratarmos do assunto de hospedagem.
Você pode consultar os valores em <https://registro.br/ajuda/
pagamento-de-dominio/>.
A indicação aqui é um conjunto de vídeos da série produzida pelo Discovery
Channel em 2008, que traz 4 documentários distintos com foco na história da
internet: Download: The true story of the internet (A verdadeira história da internet).
a) Browser wars, sobre a briga de navegadores (estrelando o Internet Explorer e o
Mosaic);
b) Search, sobre o nascimento do Google e como ele esmagou a busca do Yahoo;
c) Bubble, sobre o estouro da bolha da internet no começo dos anos 2000;
d) People power, sobre como a web começou a dar poder para as pessoas sob o
ponto de vista da troca de arquivos.
Os vídeos são facilmente encontrados no Youtube, seja em inglês
(idioma original), assim como dublado ou legendado em português.
Segue o link do primeiro vídeo, Browser wars: <https://www.youtube.
com/watch?v=qQwCx-Ey6x8>.
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Dentre as principais opções para a realização do registro do domínio, iremos destacar
algumas empresas que operam no Brasil, o que pode mudar em termos de valor e mesmo do tipo
de serviço e pacotes oferecidos. Dessa forma, é importante pesquisar antes de contratar algum
serviço para projetos pessoais ou de clientes.
Na atualidade, existe uma enorme gama de empresas que possibilitam a pesquisa e o
registro de domínios, podendo estar no Brasil ou fora, tendo em vista que esse tipo de serviço
pode ser fornecido a partir de qualquer parte do mundo. Mas entre os principais que podemos
citar estão: Registro.br, GoDaddy, Hostgator, Hostinger, Locaweb, King Host, UOL Host, Weblink
e Rede Host.
No Registro.br (Figura 1), é possível pesquisar e contratar o domínio a partir de um ano,
que é renovado periodicamente, assim como pela escolha de planos mais longos, que contam
com descontos para esse tipo de contratação, proporcionais ao período escolhido.
Figura 1 - Site do Registro.br. Fonte: Registro.br (2020).
A GoDaddy (Figura 2) é uma das maiores empresas de registro de domínio, que traz uma
série de recursos extras, possibilitando a contratação juntamente com o registro do domínio,
além de ter sob sua gestão mais de 17 milhões de domínios ativos.
Ao escolher uma empresa na qual irá realizar o registro do domínio, assim
como qualquer outro tipo de serviço relacionado ao desenvolvimento do site, é
importante ter em mente que deve ser uma empresa que possa gerar segurança,
especialmente se for algum tipo de site que irá conter informações de clientes,
como banco de dados, e informações de cartão de crédito, endereço e documentos
pessoais, pois isso pode ser uma tremenda dor de cabeça, caso essas informações
sejam vazadas.
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Figura 2 - Site da GoDaddy. Fonte: GoDaddy (2020).
A HostGator (Figura 3) é uma outra grande empresa do setor de internet, fornecendo
serviços que vão do registro de domínio, entre outros, o que possibilita uma série de recursos aos
projetos.Figura 3 - Site da HostGator. Fonte: Hostgator (2020).
A Hostinger (Figura 4) é outra empresa que conta com o serviço de registro de domínio
e outros mais que podem ser úteis ao desenvolvimento e manutenção de projetos que esteja
desenvolvendo.
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Figura 4 - Site da Hostinger. Fonte: Hostinger (2020).
A LocaWeb (Figura 5) é uma empresa nacional, que foi crescendo ao longo do tempo e
hoje oferece uma gama consistente de serviços para internet, assim como a opção de registro de
domínio.
Figura 5 - Site da LocaWeb. Fonte: Locaweb (2020).
Assim, é possível veri� car que existe uma diversidade de serviços ao alcance no mercado
para o desenvolvimento dos projetos web, que podem se ajustar aos mais diferentes objetivos.
Além de � car claro que, independentemente do caminho escolhido, é necessário realizar a
contratação de um serviço que permita o registro do domínio do negócio para a elaboração e o
desenvolvimento do projeto web.
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2. HOSPEDAGEM
Ao iniciarmos um projeto web de desenvolvimento de site, temos que ter em mente qual
será a estrutura necessária, uma vez que isso irá impactar os seus custos de manutenção, por
causa das opções que forem adicionadas aos serviços contratados, inclusive do país onde isso for
feito, por causa da variação do câmbio.
Mas levando em conta que iremos contratar um serviço pago em reais, ainda assim,
podemos contar com uma série de opções que devem ser vistas com atenção, para não correr o
risco de contratar menos do que é necessário, assim como a possibilidade de contratar mais do
que precisa, tornando os custos com esse aspecto variáveis conforme a realidade de cada projeto.
Dessa forma, basicamente, precisamos encontrar uma empresa que forneça o serviço de
hospedagem (Figura 6) para nosso site e, assim como exposto anteriormente, existem diversas
empresas no mercado atualmente, que além de fornecerem o registro de domínios, atuam
também na hospedagem e mesmo no desenvolvimento de sites, assim como fornecem soluções
para serem utilizadas nos sites que desenvolvemos (JENNER, 2019).
Figura 6 - Quarto de hotel. Fonte: Freepik (2018).
Dentre as opções mais relevantes do mercado na atualidade, que oferecem algum tipo
de serviço de hospedagem, podemos encontrar: GoDaddy, Hostgator, Hostinger, Locaweb, King
Host, UOL Host, Weblink e Rede Host.
Em diversos casos, temos uma tendência a querer economizar onde mais importa,
que no caso de projetos web, está no aspecto da segurança, dos dados e do
processamento das informações. Dessa forma, é importante que, ao procurar um
serviço de hospedagem, tenha em mente que, dentre os diversos planos e opções
de empresa, é necessário realizar uma mescla de custo/benefício, para que, no
futuro, não seja necessário realizar migrações, ou mesmo a troca de empresa,
o que, de qualquer forma, é um inconveniente que irá demandar algum tempo e
talvez algum custo.
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Além disso, é importante pontuar que existem diferentes tipos de hospedagem, que
oferecem serviços e suportes distintos, sendo necessário � car atento aos diferenciais de
cada opção para veri� car se aquilo que está incluso é o que precisa para o projeto que estiver
desenvolvendo. Sendo assim, entre os tipos de hospedagem mais comuns, estão: Hospedagem
Gratuita, Hospedagem Compartilhada, Hospedagem Cloud, Hospedagem VPS, Colocation e
Servidor Dedicado (JENNER, 2019) cujas características serão expostas a seguir.
A hospedagem gratuita é uma opção usualmente recomendada para alguém que esteja
começando e que queira conhecer o funcionamento de um serviço de hospedagem, pois traz
consigo uma série de restrições quanto ao espaço que pode ser utilizado, suporte e mesmo
segurança; por isso, não é recomendado para projetos de clientes em geral.
Na hospedagem compartilhada, ou hospedagem de sites, como é comumente vista em
ofertas de empresas que oferecem esse tipo de serviço, funciona com a divisão de espaços onde
são colocados diversos domínios distintos, separados por pastas num mesmo servidor. Dessa
forma, compartilha toda a estrutura desse equipamento, como espaço, memória, processamento,
rede etc., trazendo uma vantagem no custo de contratação.
Já a hospedagem em Cloud, mesmo sendo compartilhada, utiliza recursos mais avançados
para suprir necessidades especí� cas, como no caso de um alto nível de acessos causados pelo efeito
de um lançamento de produto/serviço, em que um determinado site precisa de mais memória e
processamento. O sistema faz essa compensação automática ou manualmente, sem comprometer
o desempenho do site por restrições físicas pré-estabelecidas e sem que seja necessário ocorrer
uma migração de plano.
Com o uso do servidor dedicado, ocorre a contratação de um tipo de serviço exclusivo,
sem os limites das opções compartilhadas, o que é indicado para projetos que tenham uma alta
demanda de processamento, fazendo jus ao investimento que deve ser realizado para tal opção,
uma vez que a totalidade do hardware contratado estará dedicada ao projeto contratante.
Na hospedagem VPS (Virtual Private Server, ou Servidor Privado Pessoal), obtêm-se
benefícios próximos ao do servidor dedicado, mas de forma mais acessível, uma vez que, na
prática, utiliza-se um servidor altamente potente, onde são criados diversos “mini” servidores, de
forma virtual, que são programados para utilizar uma determinada porção de todos os recursos
do servidor físico.
E, � nalmente, a hospedagem em forma de Colocation acontece quando uma empresa
monta seu próprio servidor, de maneira física, mas o deixa em um local diferente, como uma
empresa de datacenter, para aproveitar-se da estrutura de rede, internet etc.
Dentre as opções mais relevantes na atualidade, podemos destacar a lista a seguir com os
planos existentes que devem ser observados com detalhes à medida que houver um novo projeto
(Figuras 7 a 10).
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Figura 7 - Planos da GoDaddy. Fonte: GoDaddy (2020).
Figura 8 - Planos da Hostinger. Fonte: Hostinger (2020).
Figura 9 - Planos da Hostgator. Fonte: Hostgator (2020).
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Figura 10 - Planos da Locaweb. Fonte: Locaweb (2020).
Assim, é possível perceber e ter em mente a real importância de se realizar uma
pesquisa objetiva com relação ao tipo de plano e estrutura necessária para um projeto que
esteja desenvolvendo, de maneira a otimizar custos e, consequentemente, obter retornos com
o desenvolvimento e a manutenção dos projetos. Dessa forma, é possível construir uma base de
clientes e portfólio.
Além disso, é interessante pensar que, de acordo com o plano e recursos escolhidos, pode
haver a necessidade no curto prazo de efetuar um upgrade.
3. TIPOS DE SITES
Devemos concordar que uma das formas de os negócios se comunicarem e se posicionarem
no mercado na atualidade é ter um site com, pelo menos, informações básicas e objetivas acerca de
suas atividades. Mas isso muda totalmente de perspectiva, caso a empresa seja do setor de varejo,
por exemplo, e deseje realizar vendas de forma on-line, ou se for um fotógrafo que compartilha
seus projetos por meio de galerias de fotos (JENNER, 2019).
Esses exemplos são apenas referências para que possamos entender que, com o
desenvolvimento da internet, e consequentemente dos recursos de processamento e mesmo
de programação, foi surgindo uma série de opções de sites mais adequados para cada área de
atuação (Figura 11), com recursos que contribuíssem para sua efetiva atividade e, dessa maneira,
otimizassem resultados (BEAIRD; GEORGE, 2016).
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Figura 11 - Diversos objetivos para os sites. Fonte: Freepik (2016).
Assim, é possível identi� car aomenos sete tipos de sites que podem ser classi� cados
como categorias, que podem atender aos negócios de maneiras especí� cas conforme objetivos
distintos. Dentre essas categorias, temos os seguintes sites: Institucional, Dinâmico, E-Commerce,
One-Page, Portais, Hotsite e as Landing Pages, que serão descritos na sequência.
Um dos tipos de sites mais comuns e utilizados em projetos web é o do tipo Institucional,
que envolve aquelas ideias para negócios que querem estabelecer contato com o público em geral,
trazendo informações que tendem a não mudar com o tempo. Sendo assim, serve como um lugar
onde a identidade da empresa é constante e con� ável, de forma a descrever os diversos aspectos
do negócio, como localização, equipe, produtos ou serviços, assim como formas de contato e
atuação (Figura 12).
Figura 12 - Tema Enrolled - Codevibrant. Fonte: Wordpress (2019).
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Sites do tipo Dinâmico trazem características híbridas, ao combinar seções com objetivos
institucionais e de blogs, à medida que vai trazendo informações constantes ao público que quer
atingir com uma linguagem mais informativa, de compartilhamento de informações da área de
atuação, seus produtos ou serviços (Figura 13).
Figura 13 - Tema Fooding - Fame� emes. Fonte: Wordpress (2018).
O site de e-Commerce, ou Loja Virtual, é um dos mais fáceis de se entender para que
serve, pois é utilizado, basicamente, para realizar vendas de produtos, ou mesmo serviços.
Normalmente exige um alto volume de atividades no dia a dia e deve oferecer uma boa estrutura
de processamento, para garantir que as pessoas tenham uma boa experiência no processo de
compra, além de trazer segurança com relação aos dados cadastrados (Figura 14).
Figura 14 - Tema Envo eCommerce - Envo� emes. Fonte: Wordpress (2019).
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Os sites One-Page possuem atrativos que os fazem ser populares entre desenvolvedores,
por terem altos níveis de responsividade e trazerem, de forma resumida, as informações em
uma única página, com subdivisões de assuntos especí� cos, e agradam as novas gerações, que
priorizam a agilidade e rapidez no acesso ao conteúdo que buscam (Figura 15).
Figura 15 - Tema Onepress - Fame� emes. Fonte: Wordpress (2020).
Portais são sites voltados totalmente para notícias e informações ao reunirem uma alta
concentração de dados e usualmente são separados por seções, mas que funcionam de forma
dinâmica ao trazerem opções de destaque para assuntos do momento. São massivamente utilizados
por empresas de comunicação como jornais, canais de notícia e agências de informações, dentre
outros (Figura 16).
Figura 16 - Tema News Portal Mag - Mystery � emes. Fonte: Wordpress (2020).
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Hotsites normalmente são utilizados em momentos especí� cos, para campanhas,
promoções ou lançamento de produtos ou serviços, por exemplo. É prontamente tirada do ar,
quando essa determinada ação passa ou é substituída por outro hotsite, dando continuidade ao
processo de lançamentos e ações promocionais (Figura 17).
Figura 17 - Tema Rife Free - Apollo13themes. Fonte: Wordpress (2020).
Já as Landing Pages são similares aos hotsites, porém carregam consigo uma estrutura
mais completa, em que todo o conteúdo é exposto em uma única página, onde são apresentados
os serviços, produtos e ocorrem as vendas. É um tipo de site utilizado de forma recorrente em
campanhas e links patrocinados em redes sociais por criadores de cursos, autores e editoras,
assim como negócios de diversas áreas (Figura 18).
Figura 18 - Tema VW Landing - VW � emes. Fonte: Wordpress (2020).
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Tanto a nomenclatura como os tipos de sites podem variar conforme a região onde se
estiver desenvolvendo projetos, assim como de acordo com a empresa fornecedora de temas,
plugins ou extensões (MILETTO; BERTAGNOLLI, 2014). Dessa forma, as opções trazidas aqui
servem como uma espécie de guia para que seja possível identi� car as principais características
existentes e possibilidades.
4. RECURSOS PARA PROJETOS WEB
Usualmente os projetos de Design Grá� co utilizam imagens, ilustrações, vídeos,
tipogra� as e uma variedade de recursos para tornar o projeto mais elaborado, mesmo que sejam
apenas detalhes imperceptíveis aos leigos, mas que, no � m, trazem grande diferença ao resultado.
Dessa forma, é importante entender que, na atualidade, existe uma vasta gama de opções
gratuitas e pagas para que sejam encontrados recursos que podem ser utilizados nos projetos
grá� cos, incluindo os sites que podemos criar.
Dentre os recursos mais utilizados, podemos citar os bancos de imagens, os quais
possuem em sua grande maioria um banco de dados imenso, com uma in� nidade de opções para
cada tipo de projeto, com arquivos entre fotos, desenhos, ilustrações, imagens vetoriais, mapas,
infográ� cos, arquivos PSD, vídeos e sons, entre outros, que são utilizados para os mais diferentes
� ns.
Assim, podemos utilizar tais recursos para melhorar nossos projetos, tornando-os mais
pro� ssionais e possibilitando que sejam absorvidos pelo público que interagir com eles.
Outro tipo de recurso utilizado amplamente são as tipogra� as, as quais também existem
em grande variedade de tipos, formas e possibilidades, entre gratuitas e pagas, e podem ser
utilizadas para trazer algum tipo de customização ou mesmo melhorar a experiência de leitura
das informações.
Todos esses recursos são facilmente encontrados em buscas na internet e se multiplicam
de tempos em tempos, de forma a contribuir com o aumento de possibilidades que podemos ter
para a elaboração de nossos projetos.
Vale ressaltar, porém, que é importante ter cuidado redobrado ao utilizar esse tipo de
recurso, com relação aos direitos autorais, assim como possíveis cobranças pela utilização de
forma errada. Por exemplo, quando utilizamos uma foto que tem restrições de uso para materiais
editoriais, em algum projeto promocional, ou uma ilustração paga, sem que tenha ocorrido o
pagamento.
Portanto, utilizando com cuidado e responsabilidade, podemos aproveitar ao máximo
as possibilidades existentes, de modo a trazer mais qualidade aos projetos que estivermos
desenvolvendo, com um custo relativamente baixo.
Assim, dentre as alternativas, podemos destacar algumas opções gratuitas, o que contribui
de forma signi� cativa, especialmente quando um pro� ssional está no início de sua carreira, ou
o cliente em questão possui um orçamento apertado, ou mesmo se é um projeto bene� cente que
não tem orçamento para dispor de imagens, vídeos, fontes e ilustrações.
Com relação aos bancos de imagens, dentre as opções gratuitas, com opções de planos
de baixo custo, ou ainda com doações, podemos citar uma lista: Pixabay (Figura 19), Unsplash,
StockSnapp.io, Flickr, Vecteezy, Burst, Freepik (Figura 20), FreerangeStock, Flaticon, Photopin,
Public Domain Pi ctures, Gratisography, Picjumbo, Startup Stock Photos, Iso Republic, Pexels e
Pikwizard. Além disso, há os bancos pagos, como Adobe Stock, Getty Images (Figura 21), dentre
outros existentes. Eles possibilitam encontrar desde imagens bitmap a vetoriais, gratuitas e pagas,
para os mais diferentes objetivos, o que contribui imensamente com os projetos.
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Para se ter uma ideia em termos de valores, no Freepik, é possível comprar planos
mensais por 7,99 Euros por mês, ou 59,99 por ano. Na Getty Images, uma foto custa em torno de
U$4,99 e existem pacotes diversos. Mas vale ressaltar que cada serviço possui suas características
que fazem parte do preço, como exclusividade, imagens com melhor qualidade de produção e
resolução, editoriais para usos exclusivos e outros diferenciais.
De forma resumida, o que � ca claro é que há espaço e possibilidades paracada bolso e
tamanho de projeto.
Figura 19 - Pixabay. Fonte: Pixabay (2020).
Figura 20 - Freepik. Fonte: Freepik (2020).
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Figura 21 - Getty Images. Fonte: Getty Images (2020).
Para as opções de fontes, ou tipogra� as, também podemos citar uma série de sites onde
é possível realizar o download gratuitamente, com algum tipo de pagamento, ou doações aos
designers autores. Dessa forma, esse tipo de serviço, assim como os bancos de imagens citados
anteriormente se enquadram na chamada economia criativa e colaborativa, em que é possível
compartilhar trabalhos.
Assim, podemos citar uma lista com algumas possibilidades: DaFont (Figura 22),
Font Freak, Creative Market, Fontspace, � e Northern Block, FontStruct, 1001 Free Fonts,
Je� Schreiber, Typedepot, Fontfabric, Font Squirrel, Google Fonts (Figura 23), � e League of
Moveable Type, Urban Fonts, Abstract Fonts, FontZone, Acid Fonts, Fawnt, MyFonts, Behance,
Lost Type Co-Op, Fontshop, Pixel Buddha e Net Fonts.
Vale ressaltar que a maioria das opções citadas é em inglês e pode apresentar algum tipo
de opção de pagamento ou doação, assim como restrições sobre as possibilidades de uso das
fontes, segundo cada autor ou site. Assim, é importante veri� car as condições de uso, da mesma
forma que ocorre para os sites de bancos de imagens.
Figura 22 - DaFont. Fonte: DaFont (2020).
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Figura 23 - Google Fonts. Fonte: Google Fonts (2020).
Além dos recursos apresentados, uma prática comum no meio da comunicação grá� ca,
como no design grá� co e webdesign, é a contratação de pro� ssionais especializados em uma
determinada área de atuação, como um fotógrafo, ilustrador, programador, designer de tipos etc.
Uma vez que o Design de forma geral é multidisciplinar, esse tipo de movimento é natural de
acontecer e promove o intercâmbio entre pessoas.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesta unidade, foi possível veri� car uma série de recursos que fazem parte daquilo
que podemos utilizar para o desenvolvimento de sites, como recursos complementares, ou
seja, que estão além das linguagens de programação e que possuem grande importância para o
desenvolvimento de projetos web.
Assim, passamos pelo domínio e registro dos sites, que perpassam o nome, que é um dos
principais elementos de qualquer projeto, pois ter um bom nome e de fácil memorização pode
garantir acessos mais frequentes. E ter isso registrado garante sua utilização e seu controle.
Da mesma forma, de que adianta ter um bom nome e com o devido registro, se não temos
onde colocar todos os arquivos que fazem parte do site? Assim, a hospedagem garante que o site
esteja no ar e possa ser acessado pelas pessoas.
Mas depois de tudo isso, que tipo de site fazer, ou seja, desenvolver? Aqui temos uma séria
questão a resolver, pois cada tipo de site, como visto, atende a um determinado objetivo, mesmo
que, em alguns aspectos, haja similaridades.
E, por � m, além dos itens mencionados, é importante saber que fotos, ilustrações e
imagens utilizar e onde buscar, assim como que fontes serão utilizadas para apresentar os textos
que serão incluídos nos sites, para que as informações possam ser lidas e entendidas de maneira
fácil e e� ciente.
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UNIDADE
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SUMÁRIO DA UNIDADE
INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................63
1. ENTENDENDO O WORDPRESS ...........................................................................................................................64
2. INSTALANDO E CONFIGURANDO O WORDPRESS ...........................................................................................64
3. PROJETO 01 EM WORDPRESS ...........................................................................................................................98
4. CONHECENDO O WIX ......................................................................................................................................... 131
5. PROJETO 02 COM WIX ....................................................................................................................................... 131
CONSIDERAÇÕES FINAIS .......................................................................................................................................148
PROJETOS PRÁTICOS DE SITES
PROF. ME. VAGNER BASQUEROTO MARTINS
ENSINO A DISTÂNCIA
DISCIPLINA:
WEBDESIGN
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INTRODUÇÃO
A ideia central desta unidade focaliza os conceitos fundamentais do Wordpress e Wix,
principais ferramentas na atualidade para o desenvolvimento de sites baseado em Sistemas de
Gestão de Conteúdos, o CMS (Content Management System).
Assim, além de conhecermos os referidos sistemas, iremos realizar dois projetos de sites,
sendo um em cada sistema, para que você tenha a oportunidade de escolher a partir das duas
experiências.
Pode, assim, veri� car qual dessas opções se encaixa melhor no seu per� l de pro� ssional,
e isso � cará visível no decorrer de cada projeto que iremos desenvolver de forma prática nesta
unidade.
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1. ENTENDENDO O WORDPRESS
O Wordpress é um sistema de gestão de conteúdo (Content Management System - CMS),
de código aberto, ou seja, é passível de modi� cações em sua estrutura de códigos, o que requer
conhecimentos avançados de programação. Mas, ao mesmo tempo, permite que pessoas sem esse
tipo de conhecimento, ainda assim, possam criar sites com boas funcionalidades e responsividade.
Dessa forma, é uma importante ferramenta de criação e desenvolvimento de sites, sendo
utilizada por uma parcela signi� cativa de projetos ao redor do mundo, contando com uma
série de possibilidades em termos de layout, con� gurações e temas para utilização, os quais são
desenvolvidos por inúmeras equipes e empresas no sentido de oferecer alguns de forma gratuita
e outros em versões pagas.
Dentro dessas possibilidades, é possível desenvolver desde um blog até portais de notícias
e lojas de e-commerce, utilizando-se bancos de dados e formas de pagamento, contudo com
todas as con� gurações necessárias.
O Wordpress é muito popular entre desenvolvedores e mesmo entre pessoas que não
trabalham diretamente com o desenvolvimento web, pois sua linguagem e abrangência são
massivas e existe uma in� nidade de recursos, mas que exigem um certo grau de entendimento
dos princípios básicos de desenvolvimento web e requerem algumas con� gurações simples, que
podem ser realizadas por qualquer pessoa.
De forma geral, o Wordpress trabalha com um sistema de modelos, que são denominados
temas, os quais podem ser remodelados e customizados pelas pessoas, conforme as possibilidades
existentes em cada tema, seja ele gratuito ou pago (esse tipo de versão traz mais possibilidades).
Assim, com sua popularidade, é possível migrar de um modelo para outro, sem a necessidade de
executar, por exemplo, o recadastramento de clientes ou bancos de dados, realizando apenas uma
alteração visual no estilo.
Ainda assim, é importante levar em consideração que, mesmo sendo possível realizar
esse tipo de mudança, é importante entender que isso pode gerar uma série de consequências que
devem ser bem pensadas.
2. INSTALANDO E CONFIGURANDO O WORDPRESS
Para o entendimento das con� gurações e instalação do Wordpress, iremos trabalhar com
um servidor local, ou seja, instalado em seu próprio computador, para que possamos evitar a
utilização de serviços pagos, como o de hospedagem em servidores, como os citados na unidade
anterior. E caso opte pela contratação de tais serviços, essa etapa de instalação e con� guração é
realizada de outra maneira, seguindo passosde cada serviço contratado, mas que se assemelham
em boa parte com os procedimentos que iremos adotar aqui.
Assim, começaremos com a realização do download do Wordpress e o programa que
servirá para instalar um servidor local. Dessa forma, podemos realizar todo o desenvolvimento,
sem a necessidade de publicar de fato o site, antes que ele esteja completo, mas será possível
realizar testes de forma real nele.
Vale ressaltar ainda que todos os recursos que utilizaremos nessa parte do desenvolvimento
do site serão gratuitos, mas que, em sua maioria, possuem versões pagas, as quais podem ser
adquiridas, caso você acredite ser necessário ou interessante para seus projetos.
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Além disso, é importante entendermos que existem dois tipos de Wordpress: o Wordpress.
org e o Wordpress.com, e ambos são parecidos e atuam de formas similares, mas focaremos no
Wordpress.org, o qual possui um suporte mais amplo e versões gratuitas de temas, plugins e
demais ferramentas utilizadas em projetos de sites.
Dessa forma, o primeiro passo é acessar o site do Wordpress (https://br.wordpress.org/) e
realizar o download do programa.
Figura 1- Site Wordpress. Fonte: Wordpress (2020).
Ao acessar o site do Wordpress, clique na opção “Documentação”, do menu superior.
Essa opção o levará para a tela de instalações prévias (Support) para que o Wordpress funcione
corretamente em sua máquina.
Figura 2 - Página de suporte para instalação. Fonte: Wordpress (2020).
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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Na página de documentação, desça até visualizar o tópico “O so� ware Wordpress” e
depois clique na opção do menu lateral da direita em “Instalando Localmente”.
Figura 3 - Instalação do servidor local. Fonte: Wordpress (2020).
Na página de instalação local, desça até visualizar a opção “Instalando o XAMPP”, para
que seja realizado o redirecionamento para a página de download do servidor que utilizaremos
para a instalação e con� guração do Wordpress. O XAMPP é uma distribuição do Apache, fácil
de instalar, contendo PHP, MySQL e Perl. Basta fazer o download e iniciar o instalador. Ou seja,
toda a base de banco de dados necessária para o correto funcionamento do Wordpress.
Figura 4 - Site do XAMPP. Fonte: Apache Friends (2020).
Com a página aberta, escolha a opção mais recente, contornada em vermelho. Clique em
baixar para que o download inicie.
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Figura 5 - Arquivo do XAMPP. Fonte: O autor.
É provável que o arquivo de instalação seja salvo na pasta Downloads de seu computador;
caso ele não esteja lá, procure pelo nome em “localizar”. Ao localizar, clique duas vezes com o
botão esquerdo do mouse para iniciar o processo de instalação.
Figura 6 - Instalador do XAMPP. Fonte: O autor.
Ao abrir o instalador, deixe habilitada apenas a instalação do Apache e do PHP, mas se
deixar as demais habilitadas, não irá causar nenhum tipo de con� ito futuro, clique em “Next”
(Próximo) até iniciar a instalação de fato, com uma barra horizontal, que vai carregar até o
término do processo.
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Figura 7 - Processo de instalação do XAMPP. Fonte: O autor.
Aguarde alguns minutos até que ocorra o término do processo do XAMPP, o que pode
variar conforme a con� guração do equipamento.
Figura 8 - Finalização de instalação do XAMPP. Fonte: O autor.
Ao � nal do processo de instalação, basta clicar em “Finish” para que a instalação seja
� nalizada e o XAMPP seja iniciado.
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Figura 9 - XAMPP aberto. Fonte: O autor.
Depois de clicar em “Finish”, o XAMPP será aberto. É necessário clicar nos botões de
“Actions”, para iniciar os módulos.
Figura 10 - Janela do Windows Defender. Fonte: O autor.
É possível que, ao clicar em “Start”, seja aberta uma janela do Windows Defender,
solicitando permissão. Pode clicar em “Permitir acesso”, o que deve ocorrer apenas uma vez.
Nessa etapa, iremos instalar e con� gurar o MySQL 8, que irá fornecer o banco de dados
para a construção dos projetos de sites. Para isso, acesse o site do MySQL em https://mysql.com/.
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Figura 11 - Site do MySQL. Fonte: MySQL (2020).
Já no site, procure a opção DOWNLOADS e clique nela para abrir a página onde iremos
dar prosseguimento ao processo de instalação e con� guração.
Figura 12 - MySQL Community (GPL) Downloads. Fonte: MySQL (2020).
Quando a página carregar, procure a opção MySQL Community (GPL) Downloads
e clique nela, a qual utilizaremos, tendo em vista que é gratuita e atende às necessidades de
desenvolvedores autônomos, e mesmo em casos onde isso ocorre já em uma empresa de pequeno
e médio porte.
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Figura 13 - MySQL Installer for Windows. Fonte: MySQL (2020).
Na sequência, escolha a opção MySQL Installer for Windows, que servirá para instalar
todas as ferramentas necessárias do MySQL que são utilizadas no site.
Figura 14 - MySQL Community Downloads. Fonte: MySQL (2020).
Em seguida, serão mostradas duas opções: uma com algo em torno de 25Mb e outra com
427Mb, a qual vamos escolher, pois já realiza o download de todo o pacote, enquanto a primeira
opção só baixa o instalador e depois se conecta para realizar o download das outras partes.
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Figura 15 - No thanks, just start my download. Fonte: MySQL (2020).
A Oracle pede que seja realizado o login ou cadastro para realizar o download do MySQL,
mas não é necessário, tendo em vista que não precisamos necessariamente do suporte, uma vez
que é isso que ocorre ao realizar esse cadastro, sendo algo que pode ser decidido depois em
caso de necessidade por causa de uma demanda mais robusta. Então, basta clicar na opção “No
thanks, just start my download”, que o download iniciará automaticamente.
Figura 16 - Menu de execução do instalador. Fonte: O autor.
Após o download, procure onde está o arquivo (normalmente está localizado em
Downloads) e dê um duplo clique para executar. Provavelmente será aberta uma janela solicitando
a con� rmação da execução da instalação. Clique em executar.
Figura 17 - Carregamento do instalador. Fonte: O autor.
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Aguarde alguns segundos para que ocorra a instalação e, posteriormente, iniciaremos as
con� gurações do MySQL.
Figura 18 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
A primeira janela de con� guração é referente ao nível e opções de ferramentas que
queremos instalar de fato; nesse caso, iremos deixar como Developer Default, o que libera todos
os privilégios para o administrador, que é comumente denominado root.
Figura 19 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Na sequência, pode ser informado que faltam alguns recursos detectados. Não se
preocupe, pois não serão utilizados nessas con� gurações e para o desenvolvimento de sites
localmente. Dessa forma, clique em “Next”.
Figura 20 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Basta con� rmar em “Yes” e, na sequência, clicar em “Next”.
Figura 21 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
O instalador irá relacionar todos os itens que serão instalados e os carregará após ser
clicado em “Execute”. Ao � nal desse carregamento, basta clicar em “Next” para prosseguirmos.
Figura 22 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Na próxima tela, será mostrado aquilo que está pronto para ser con� gurado. Basta clicar
em “Next”.
Figura 23 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIANessa parte, tem-se uma con� guração para casos em que é necessária a ocorrência de
replicação de informações, do site para um sistema na empresa, o que não é necessário em nosso
caso, e caso ocorra esse tipo de demanda, é recomendado que se consulte um especialista em
infraestrutura de rede. Dessa forma, deixe como na imagem e clique em “Next”.
Figura 24 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Aqui, vemos a parte das con� gurações de portas do MySQL, sendo apenas necessário
deixar como é apresentado na � gura, que são as con� gurações padrão do MySQL. Assim, clique
em “Next”.
Figura 25 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Na versão MySQL 8, é informado que o método de autenticação utilizado é uma versão
mais poderosa que nas versões anteriores, o que garante mais segurança para as informações. É o
tipo que utilizaremos; assim, clique em “Next”.
Figura 26 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
O usuário padrão do MySQL é o root, como abordado anteriormente. Dessa forma,
precisamos criar uma senha para esse usuário, que deve ser forte com a utilização de letras,
números e caracteres, levando em conta maiúsculas e minúsculas. Não se esqueça de anotar ou
guardar essa senha em um local seguro e, depois disso, clique em Add User, para criarmos um
outro usuário, que terá um nível abaixo do root, para ser usado em con� gurações futuras.
Figura 27 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
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EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Pode escolher um usuário de sua preferência, ou usar a palavra aluno/a e de� nir uma
senha, utilizando os mesmos critérios mencionados anteriormente. Vale ainda ressaltar que é
importante deixar com as mesmas con� gurações da imagem, para garantir um nível de acesso
completo. Na sequência, clique em “Next”.
Figura 28 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Na próxima tela, proceder conforme a imagem, para a criação do servidor de serviço no
Windows. Na sequência, clique em “Next”.
Figura 29 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
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É apresentada uma lista daquilo que será instalado. Basta clicar em “Execute”.
Figura 30 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Ao término da instalação, basta clicar em “Finish”.
Figura 31 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
É apresentada uma lista, que mostra que o servidor MySQL foi instalado. Clique em
“Next”.
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Figura 32 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Na tela subsequente, para a con� guração do Router, basta clicar em “Finish”, sem habilitar
nenhuma opção, tendo em vista que não precisamos dessa ferramenta.
Figura 33 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Na tela seguinte, clique em “Next”.
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Figura 34 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Agora é o momento de conectar a instalação do servidor, utilizando o usuário root e
a senha previamente criada, clicando em “Check” na sequência, que irá habilitar a conexão e,
posteriormente, clique em “Next”.
Figura 35 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Nesse momento, clique em “Execute”, para aplicar a con� guração realizada anteriormente.
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Figura 36 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Posteriormente, clique em “Finish”.
Figura 37 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Na sequência, ao � nalizar, como apresentado na lista, conforme a imagem, clique em
“Next”.
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Figura 38 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Antes de clicar em “Finish”, deixe somente a primeira opção habilitada, conforme a
indicação da imagem, pois não utilizaremos o Shell para o desenvolvimento dos sites. Isso pode
ser habilitado posteriormente, caso surja algum tipo de necessidade especí� ca. Após isso, clique
em “Finish”.
Figura 39 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
O MySQL será aberto depois de alguns segundos, conforme apresenta a imagem. Clique
duas vezes em Local Instance MySQL80.
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Figura 40 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Será solicitada a senha do usuário root, digite-a no espaço de “password” e habilite a
opção “salvar”, caso queira, e depois clique em “OK”.
Figura 41 - Con� guração do MySQL. Fonte: O autor.
Após esse procedimento, o MySQL será aberto completamente, ou seja, sua interface, que
pode ser minimizada, assim como o XAMPP.
Depois de esses procedimentos prévios serem realizados, vamos voltar ao site do
Wordpress.org e baixar o Wordpress, para que possamos iniciar outra etapa de con� guração e
uso da plataforma.
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Figura 42 - Site do Wordpress.org. Fonte: Wordpress (2020).
No site do Wordpress, clique na opção “Baixar o Wordpress”, que se localiza no canto
superior direito da tela.
Na sequência, clique na opção “Baixar o Wordpress 5.5.1”, ou posterior.
Figura 43 - Site do Wordpress.org. Fonte: Wordpress (2020).
O download será iniciado automaticamente. Quando � nalizar, extraia o arquivo zipado
para uma pasta que iremos criar dentro do diretório do XAMPP, que deve estar localizado em
C:/xampp.
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Figura 44 - Pasta do diretório do XAMPP. Fonte: O autor.
Na sequência, acesse a pasta xampp, e depois uma pasta nomeada como htdocs e crie
uma pasta chamada site.com.br.
Figura 45 - Pasta htdoc. Fonte: O autor.
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Após criar a pasta site.com.br, copie a pasta wordpress, ou a extraia para a pasta site.com.
br, que é onde � carão todos os arquivos do seu site.
Figura 46 - Pasta site.com.br. Fonte: O autor.
Na sequência, abra seu navegador, como o Chrome, e digite o seguinte endereço: http://
localhost/site.com.br/wordpress. Note que o caminho indicado se trata da localização dos arquivos
para a con� guração do Wordpress em sua máquina, ou seja, localhost é uma nomenclatura
padrão para con� gurações locais de web, com subpasta de site.com.br e, por � m, a pasta do
próprio Wordpress.
Feito isso, será carregada uma página de con� guração, onde são solicitadas algumas
con� gurações necessárias ao banco de dados.
Figura 47 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
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Figura 48 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Antes de preenchermos essas informações, iremos voltar ao MySQL para criarmos o
banco de dados que utilizaremos nesse projeto e para a con� guração do Wordpress.
Figura 49 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Com o MySQL aberto, digite o seguinte comando na linha 1: create database site_wp; e
depois clique em CTRL+ENTER para executar o comando. Note que, na parte inferior, aparecerá
uma mensagem informando que o banco de dados foi criado.
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Figura 50 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Depois de ter veri� cado a con� rmação do primeiro comando, clique em ENTER duas
vezes, para adicionar mais duas linhas e, na linha 3, digite o seguinte comando: use site_wp;
como aparece na imagem, e depois clique em CTRL+ENTER para executar o comando.
Figura 51 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Note que, na parte intermediária inferior do lado esquerdo do MySQL, você consegue
visualizar as opções Administration / Schemas. É provável que, no momento, você esteja em
“Administration”, e ao clicar na opção “Schemas”, será possível ver o banco de dados criado, o
site_wp. Caso não consiga, cliqueno botão “Refresh” ao lado da palavra “Schemas” na parte
superior no lado esquerdo, logo abaixo do título “Navigator”.
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Figura 52 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Agora precisamos criar o usuário; para isso, volte para a aba Administration, em seguida,
clique em Users and Privileges. Na sequência, clique em Add account.
Figura 53 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Nesse momento, é necessário que você crie o usuário e a senha, que devem seguir os
mesmos critérios anteriormente levantados quanto ao nível de segurança, sendo necessário
con� rmar e depois clique em Apply. Depois o novo usuário irá aparecer na lista do lado esquerdo,
onde já deve ter os usuários root e aluno (ou o nome que você de� niu).
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Figura 54 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Repita o processo, adicionando um outro usuário, com mesmo nome e senha; porém, ao
invés de % (porcentagem) no “Limit to Hosts Matching”, use localhost. Isso vai garantir o acesso
ao banco de dados na máquina. Note dessa forma que, na lista, teremos dois usuários com o
mesmo nome, porém com acessos distintos; inclusive, pode usar a mesma senha.
Figura 55 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Agora iremos de� nir os privilégios para os usuários; assim, inicie pelo user_site_wp
localhost, clicando na aba Schema Privileges e, na sequência, em Add Entry.
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Figura 56 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Ao clicar em Add Entry, será aberta uma janela suspensa onde você deve selecionar
o site_wp para o usuário acessar na opção Selected schema. Esse processo você deve repetir
para os dois usuários user_site_wp clicando em OK depois de escolher as con� gurações como
apresentadas na imagem.
Figura 57 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Em ambos os casos, é importante habilitar as permissões, que serão iguais para ambos,
e devem ser marcadas e depois clicar em Apply. As opções que devem ser habilitadas são as
contornadas em vermelho: SELECT, INSERT, UPDATE, DELETE, EXECUTE, CREATE, ALTER,
CREATE VIEW, CREATE ROUTINE e CREATE TEMPORARY TABLES.
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Figura 58 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Após realizar os procedimentos de privilégios para os dois usuários, volte à página de
con� guração do Wordpress e preencha os dados conforme apresentado na imagem e depois
clique em “Enviar”.
Figura 59 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Carregará uma página informando que a instalação ocorreu com sucesso e então podemos
instalar a comunicação do Wordpress com o servidor. Clique em “Instalar”.
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Figura 60 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
As informações necessárias para essa parte são: Título do site, em que você pode usar o
exemplo ou de� nir algum de sua preferência, nome do usuário (nesse caso, é para o Wordpress),
senha (pode usar uma sua ou as geradas automaticamente, mas salve), e o e-mail, que pode ser
um criado especi� camente para isso ou um que você utilize. Na sequência, clique em “Instalar
Wordpress”.
Figura 61 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Após alguns segundos, será exibida uma mensagem informando que a instalação foi
concluída e que já é possível acessar o Wordpress. Clique em “Acessar”.
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Figura 62 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Na página de acesso, é provável que já apareça o usuário criado e a senha preenchida;
em caso contrário, digite os dados e uma boa opção é marcar a caixa “Lembrar-me”. Em seguida,
clique em “Acessar” para visualizar o Wordpress.
Figura 63 - Página de con� guração do Wordpress. Fonte: O autor.
Depois de carregar, sua página deve ter essa aparência, que é o painel de controle do
Wordpress, onde ocorrem diversas das con� gurações para a criação dos sites.
Na interface do Wordpress, é possível instalar plugins, temas e as mais variadas
ferramentas para o funcionamento e desenvolvimento de sites. Entre esses recursos, existem os
gratuitos e pagos com uma diversidade de preços e capacidade de suporte, pensando em cada
tipo de atividade ou necessidade.
Antes de darmos sequência e partirmos para a criação do site, passaremos brevemente
pelo menu e funcionalidades do Wordpress, para que você se familiarize.
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Figura 64 - Wordpress. Fonte: O autor.
Na parte superior, encontramos o menu inicial da plataforma, onde é possível ver o nome
do site que está sendo criado, ou con� gurado, assim como o usuário que está realizando tais
tarefas.
Figura 65 - Wordpress. Fonte: O autor.
Na lateral esquerda, temos o menu de opções do Wordpress, com diversas funções
existentes, como a criação de posts, armazenamento e carregamento de mídias, como fotos,
ilustrações e arquivos, páginas, comentários, aparência, usuários, ferramentas e con� gurações.
Figura 66 - Wordpress. Fonte: O autor.
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Passe o mouse sobre cada uma das opções, que será possível ver o que cada item oferece
em termos de opções e con� gurações.
Para a construção de nosso projeto, iremos instalar alguns recursos que facilitarão nosso
desenvolvimento.
Figura 67 - Wordpress. Fonte: O autor.
Para isso, vá até a ferramenta Plugins e clique na opção Adicionar novo.
Figura 68 - Elementor. Fonte: O autor.
No espaço para digitar a palavra-chave, digite “Elementor”, que é o construtor de sites
que iremos utilizar, em sua versão gratuita. Dessa forma, nessa etapa, é preciso instalar e ativar os
dois plugins destacados. Isso pode ser feito clicando em “instalar” nos dois, e depois clicando no
menu, na opção “Plugins”, você pode ativar ambos depois.
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Figura 69 - Wpforms. Fonte: O autor.
Precisamos instalar ainda o Wpforms, para podermos colocar um formulário de contato
em nosso site. Para isso, siga o mesmo procedimento anterior utilizado no Elementor e ative o
plugin.
3. PROJETO 01 EM WORDPRESS
Agora que temos tudo instalado em nosso Wordpress, vamos dar início ao desenvolvimento
do site, que, para esse caso, será um site de turismo onde teremos as principais funcionalidades
do Elementor.
Para darmos início, vá à opção Páginas e clique em Adicionar nova, para criarmos uma
página nova já utilizando as con� gurações do Elementor.
Figura 70 - Elementor. Fonte: O autor.
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Com a página aberta, em adicionar título, digite a palavra Principal. Caso a aba do menu
lateral do Wordpress não apareça, vá até os três pontinhos ao lado da engrenagem no canto
superior direito, clique e, nas opções que aparecerem, desabilite tela cheia. Mas caso não goste de
tantos elementos na tela, pode deixar como está.
Na sequência, clique em Publicar e, novamente, em Publicar.
Figura 71 - Elementor. Fonte: O autor.
Agora, ache a opção Wpforms e escolha Adicionar novo, pois iremos criar e con� gurar
um formulário de contato para nosso site.
Figura 72 - Elementor. Fonte: O autor.
No nome do formulário, digite a palavra CONTATO e depois clique na opção abaixo de
Formulário de contato simples.
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Figura 73 - Elementor. Fonte: O autor.
Com o novo formulário aberto, iremos con� gurar a parte superior; para isso, clique
uma vez no campo de nome, como na imagem destacada em azul claro e, no lado esquerdo, em
Formatar, mude paraa opção Simples.
Figura 74 - Elementor. Fonte: O autor.
O formulário deverá ter essa aparência. Na sequência, clique em Salvar no canto superior
direito e depois no “X” para voltar ao painel.
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Figura 75 - Elementor. Fonte: O autor.
Agora, clique em Con� gurações e depois em Leitura. Ache a opção Uma página estática
(selecionar abaixo), habilite essa opção e depois, em Página inicial, escolha Principal.
Figura 76 - Elementor. Fonte: O autor.
Em seguida, clique em Salvar alterações na parte inferior.
Figura 77 - Elementor. Fonte: O autor.
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Vá novamente para Con� gurações e depois em Links permanentes. Clique nessa opção
e escolha, dentre as alternativas, Nome do post, como é mostrado na imagem, sem se esquecer
de salvar.
Agora, vá à opção Páginas, clique com o botão direito em Todas as páginas e escolha
Abrir em uma nova aba. Isso vai nos ajudar durante o desenvolvimento, para podermos visualizar
como nosso site irá � car e facilitar o uso das ferramentas.
Figura 78 - Elementor. Fonte: O autor.
No menu de Páginas, clique na opção Editar, da página Principal, que será carregada
em seguida.
Figura 79 - Elementor. Fonte: O autor.
Essa é a aparência de sua página ao carregar o elementor. Na sequência, vá até à parte
inferior esquerda, na pequena engrenagem de con� gurações, e dê um clique, no menu, em
“Layout da página”, escolha a opção Elementor canvas.
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Figura 80 - Elementor. Fonte: O autor.
Sua página � cará vazia, como na imagem a seguir.
Figura 81 - Elementor. Fonte: O autor.
Isso é interessante, pois permitirá que possamos con� gurar todos os elementos que
quisermos no site, trazendo mais controle e liberdade.
O menu do Elementor possui diversas ferramentas e opções de comandos e funções que
podem ser incorporadas aos sites que forem projetados nele e isso pode ser veri� cado à medida
que você se familiariza com ele.
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Figura 82 - Menu do Elementor. Fonte: O autor.
Na parte superior, onde há a palavra elementor, podemos ver, do lado esquerdo, três
riscos. Ao clicar ali, somos conduzidos às con� gurações gerais do site, como cores, estrutura e
preferências. Do lado direito, na grade de quadrados, ao clicar, nos leva novamente às ferramentas
de módulos, como adicionar � guras, textos e formulários, assim como os demais elementos que
podem compor o site.
Figura 83 - Con� guração de cores. Fonte: O autor.
Nesse momento, iremos con� gurar as cores de nosso site; para isso, clique nas três
pequenas barras ao lado esquerdo da palavra elementor do menu. E, na sequência, clique em
Con� gurações do site.
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Figura 84 - Con� guração de cores. Fonte: O autor.
Na sequência, clique em Cores globais.
Figura 85 - Cores globais. Fonte: O autor.
Aqui você pode usar a paleta sugerida, ou criar a sua, adicionando e excluindo cores
conforme o projeto que estiver desenvolvendo. Para o nosso projeto, iremos deixar com as cores
da imagem. Mas experimente opções!
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Agora, iremos de� nir as fontes que serão utilizadas no site, pois boa parte dos sites é textual
e o conjunto deve possuir harmonia em sua composição. Nesse aspecto, é possível trabalhar com
uma série de opções também. Dessa forma, é interessante que você faça combinações diferentes
conforme o projeto que estiver desenvolvendo.
Figura 86 - Fontes. Fonte: O autor.
Para isso, clique na seta que aponta para a esquerda na barra azul superior, e ao voltar
para o menu de con� gurações gerais, clique na opção Fontes globais.
Para alterar a fonte, basta clicar na caneta em cada opção e será aberta a con� guração
de determinado elemento. Para nosso site, deixe com a seguinte con� guração: Primário: Varela,
Secundário: Varela, Texto: PT Sans e Acento: Roboto. Depois clique em Atualizar na parte
inferior, no menu de con� gurações.
Figura 87 - Fontes. Fonte: O autor. Figura 88 - Fontes. Fonte: O autor.
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Figura 89 - Opções de inclusão. Fonte: O autor.
Note que, ao clicar na pequena grade de quadrados, você retorna ao menu com opções de
elementos para incluir no site que estamos construindo e podemos ver essas duas opções onde
as partes do site serão inseridas. Uma é para adicionarmos seções e a outra, para buscarmos
modelos de partes ou de sites completos, os quais podemos customizar.
Figura 90 - Biblioteca. Fonte: O autor.
Clicando na pasta, você é direcionado para a Biblioteca, onde é possível realizar o
download de temas prontos, possíveis de customização, de partes especí� cas que podem ser
necessárias para um projeto que esteja em execução, como um banner, um slide show ou galerias,
por exemplo. Vale ressaltar que existem opções gratuitas e pagas, usualmente identi� cadas com a
palavra PRO. Assim, é importante veri� car a viabilidade de uso.
Além disso, você pode criar modelos e salvar na biblioteca para usos futuros, caso comece
a ter um � uxo de projetos em um mesmo setor de atuação, por exemplo, em que seja possível
utilizar uma estrutura próxima, o que pode adiantar uma série de etapas no desenvolvimento,
otimizando tempo e retornos.
Figura 91 - Estruturas de seções. Fonte: O autor.
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Clicando no sinal de “+”, é aberta a parte de estrutura de seções do site, em que é possível
incluir seções conforme desejado, desde inteiras, que irão ocupar a largura completa, até com
diferentes divisões.
Figura 92 - Criando seções. Fonte: O autor.
Ao clicar no “+”, escolha a primeira opção de coluna, ou seja, a inteira, e sua tela � cará
como na imagem.
Antes de continuarmos, é importante entender a hierarquia entre seção e colunas. Assim,
seção é a parte com o contorno azul, e a coluna é a parte interna com o sinal de “+”. Teremos
momentos em que iremos adicionar seções, editar e, em outros, iremos criar e editar colunas, que
� cam dentro das seções.
Vamos editar nossa primeira seção, iniciando pela coluna, onde iremos colocar um título
para nossa página, que será: Visite o estado de São Paulo!
Figura 93 - Criando seções. Fonte: O autor.
Para isso, clique na grade de quadrados, e na opção Título, mantenha o mouse pressionado
e arraste para a coluna até formar uma linha azul e solte, como na imagem.
No menu lateral esquerdo, digite a frase do título: Visite o estado de São Paulo!
Para trazer um certo destaque ao título, vamos alterar a cor do fundo dessa coluna. Para
isso, vá à aba Estilo, que está entre Layout e Avançado. Lembre-se de que você deve fazer isso
em Editar coluna!
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Figura 94 - Criando seções. Fonte: O autor.
Nas opções de Tipo de fundo, escolha a do pincel (Clássico), clique no pequeno globo e
escolha a cor cinza de Texto, e deixe clicado no quadrado cinza ao lado do globo. Deixe próximo
da con� guração mostrada na imagem.
Figura 95 - Criando seções. Fonte: O autor.
Agora, vamos colocar uma animação para o título, para quando ocorrer o carregamento
do site. Para isso, ainda na edição da coluna, clique em Avançado e depois em Efeitos de
movimento. Em Animação de entrada, escolha a opção Zoom in Down e, em Duração, deixe
como Normal.
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Figura 96 - Editando seções. Fonte: O autor.
Agora iremos editar a seção, que é possível, ao clicarmos no ícone de grade de quadrados
como apresentado na imagem e, no nosso caso, iremos inserir um vídeo de fundo, mas poderia
ser uma cor sólida, imagem ou slide show.
Para iniciar a edição,clique no ícone de Editar Seção. Depois, no menu lateral, clique em
Estilo.
Figura 97 - Editando seções. Fonte: O autor.
Clique na opção Vídeo, que mostra um ícone de câmera.
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Figura 98 - Editando seções. Fonte: O autor.
Agora, vamos realizar o download de um vídeo de oceano em um site de banco de imagens
gratuitas, de modo a deixar nosso site com mais qualidade. Para isso, acesse o site https://pixabay.
com/pt/ e, nas opções de arquivos, clique em Vídeos e, na barra de procura, digite “Natureza”.
Figura 99 - Site Pixabay. Fonte: O autor.
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Nas opções que abrirem, busque a primeira imagem da segunda linha, como na próxima
imagem, das ondas quebrando nas pedras.
Figura 100 - Site Pixabay. Fonte: O autor.
Clique em “Download” e escolha a última opção de tamanho, que é a versão mais
otimizada para Web. Provavelmente ele será salvo na pasta “Downloads” de seu computador.
Figura 101 - Download do vídeo. Fonte: O autor.
Agora, precisamos carregar o vídeo em nosso site. Para isso, vá à aba do painel do
Wordpress, em Mídia e, na sequência, clique em Adicionar nova.
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Figura 102 - Carregando vídeo. Fonte: O autor.
Clique em Selecionar arquivos, e ache o arquivo do vídeo em seu computador. Depois
de carregar, clique em Biblioteca. Clique sobre o ícone do arquivo, para abrir as con� gurações.
Figura 103 - Carregando vídeo. Fonte: O autor.
Copie o endereço que é mostrado em URL do arquivo e cole na outra aba do Elementor
no local para link do vídeo.
Figura 104 - Carregando vídeo. Fonte: O autor.
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Agora vamos fazer alguns ajustes, que depois você pode mudar, caso queira.
Vá à aba de Layout, do menu lateral, e deixe “Largura do conteúdo” com “Largura total”,
“Altura” com “Altura mínima”, mude o valor para 170 e deixe a “Posição da coluna” como “Meio”.
Seu site � cará como na imagem a seguir.
Figura 105 - Carregando vídeo. Fonte: O autor.
Pronto, nossa primeira coluna está pronta, e agora, iremos construir a segunda coluna, na
qual utilizaremos duas colunas.
Figura 106 - Criando nova seção. Fonte: O autor.
Nessa nova seção, iremos colocar, na coluna da esquerda, uma imagem. Para isso,
selecione a coluna e, em seguida, clique na grade de edição de seção, mantenha o mouse clicado
na opção Imagem e arraste até o sinal de “+” da coluna da esquerda e solte.
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Figura 107 - Criando nova seção. Fonte: O autor.
Para as imagens, faremos da mesma forma que foi feito para o vídeo: iremos fazer o
download no site da Pixabay. No site, clique em Fotos (Photos) e digite “praia” ou “beach” e
procure por uma imagem de uma mulher com o chapéu na frente.
O processo para carregar é o mesmo, indo em Mídia, carregando o arquivo em Adicionar
nova e, depois, clicando em Escolher imagem, no menu lateral do Elementor.
Figura 108 - Inserindo imagem. Fonte: O autor.
Depois que achar a imagem, veja se está selecionada e clique em Inserir mídia.
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Figura 109 - Imagem inserida. Fonte: O autor.
Certi� que-se ainda de que, no “Tamanho da imagem”, esteja como Large - 1024 X1024.
Figura 110 - Imagem inserida. Fonte: O autor.
Vamos colocar um título na coluna ao lado. Para isso, clique na grade do menu lateral,
mantenha o mouse clicado em Título e arraste até a coluna desejada. Na opção de texto para o
título, digite São Sebastião.
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Figura 111 - Inserindo título em coluna. Fonte: O autor.
Agora, vamos realizar algumas con� gurações para o texto.
Figura 112 - Con� gurando título em coluna. Fonte: O autor.
Deixe-o com a aparência da imagem, trocando a cor do título para branco e sombra com
as con� gurações apresentadas.
Agora, iremos con� gurar a seção, trocando a cor de fundo por um gradiente; para isso,
selecione a seção na pequena grade que � ca na parte superior no centro. Depois vá para Estilo e
deixe com a con� guração parecida com a apresentada na imagem a seguir.
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Figura 113 - Con� gurando fundo da seção. Fonte: O autor.
Iremos acrescentar uma seção interna, que será colocada dentro da coluna onde temos o
título.
Figura 114 - Seção interna. Fonte: O autor.
Clique na grade do menu lateral, selecione a opção Seção interna e arraste até embaixo
do título e, quando ver a barra azul, solte o mouse para adicionar a seção interna, que é dividida
em duas colunas.
Figura 115 - Seção interna. Fonte: O autor.
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Volte à grade do menu lateral e, na opção Texto, mantenha pressionado o mouse e arraste
para uma das colunas da Seção interna, depois repita o procedimento para a outra coluna. Nosso
site � cará como na imagem a seguir.
Figura 116 - Textos da Seção interna. Fonte: O autor.
Para essa parte, copie e cole os textos a seguir, ou crie os seus:
Texto 01: Venha conhecer São Sebastião e se encante com lindas praias, cidade bem
estruturada e ampla rede de opções de lazer para todos os públicos, com pousadas, hosts, hotéis,
casas e apartamentos para alugar.
Texto 02: Praias paradisíacas com água cristalina, que contam com todas as facilidades e
conforto, ou ainda outras quase intocadas para quem prefere exclusividade ou aventura entre a
natureza exuberante.
Figura 117 - Textos da Seção interna. Fonte: O autor.
Vamos editar brevemente o fundo da seção, clicando na grade da parte superior da seção.
Depois vá para Estilo, no menu lateral, e em Cor de fundo, escolha a opção Clássico, de� na a
cor branca, arrastando o mouse até o canto superior esquerdo do quadro de cor e depois coloque
uma transparência, como na imagem a seguir.
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Figura 118 - Textos da Seção interna. Fonte: O autor.
Agora iremos criar um botão para que pessoas possam entrar em contato, caso queiram
obter mais informações.
Para isso, vamos voltar à grade do menu lateral e com o mouse pressionado, arraste a
opção Botão até a parte debaixo das duas colunas de texto até formar a linha azul com a largura
total dessas duas colunas, aí solte o botão e realize as con� gurações conforme mostra a imagem
a seguir.
Figura 119 - Botão de informações. Fonte: O autor.
Em “Texto”, digite Reserve AGORA!, depois deixe centralizado. Em “Link”, poderia ser
seu e-mail ou até mesmo um WhatsApp para conversar com as pessoas, mas aqui pode deixar
em branco. Para “Alinhamento”, deixe centralizado e, em “Ícone”, escolha um de calendário e, no
� nal, deixe o espaçamento com 10, entre o ícone e a palavra.
Na sequência, vamos posicionar o botão em um lugar melhor, mais perto dos textos. Para
isso, vá para Avançado e, na margem superior, digite -90, ou vá reduzindo até esse valor. Deve
� car como na imagem a seguir.
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Figura 120 - Botão de informações. Fonte: O autor.
Podemos colocar uma classi� cação embaixo do botão de informações. Isso exigirá alguns
ajustes entre os espaçamentos, o que, ao � nal, deve gerar algo parecido com a � gura abaixo.
Figura 121 - Classi� cação. Fonte: O autor.
Caso sinta di� culdade em selecionar o botão ou a classi� cação, pode ser recomendado
utilizar a opção de Navegador, do menu lateral, que � ca na parte inferior.
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Figura 122 - Navegador. Fonte: O autor.
Se você já utiliza so� wares como Photoshop ou Illustrator, funcionam como camadas
(Layers) e pode ser algo bem útil, como nesse caso.
Agora partiremospara a próxima seção. Desça a barra de rolagem e crie uma nova seção
com largura total. Depois, inclua um título, como já realizamos anteriormente, e escreva Campos
do Jordão. Em seguida, volte para as opções e elementos e coloque um de imagem embaixo do
título.
Figura 123 - Nova seção com título e espaço para imagem. Fonte: O autor.
Agora é necessário que volte ao site do Pixabay e realize o download das imagens que
utilizaremos nessa seção.
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Figura 124 - Imagens de neve. Fonte: O autor.
Ache e faça o download dessas quatro imagens e as carregue na biblioteca de Mídia.
Figura 125 - Mulher na neve. Fonte: O autor.
De volta ao Elementor, clique para adicionar a imagem que utilizaremos agora, que é a da
mulher. Na sequência, em “Tamanho da imagem”, escolha Personalizado e digite 1280X400, e
de� na alinhamento centralizado.
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Figura 126 - Mulher na neve. Fonte: O autor.
Seu site deve estar com uma aparência semelhante à da imagem acima. Agora iremos
adicionar uma galeria de imagens logo abaixo dessa imagem da mulher. Para isso, volte às opções
do menu lateral, clicando na grade de quadrados, e escolha a opção Carrossel de imagem.
Figura 127 - Carrossel de imagem. Fonte: O autor.
Vamos inserir as imagens que baixamos do site com as paisagens. Para isso, selecione
o carrossel de imagem que inserimos e, no menu lateral, clique em Adicionar imagens. Em
seguida, selecione, com a ajuda do CTRL, as três paisagens e clique em Criar uma nova galeria
e depois em Inserir Galeria.
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Figura 128 - Carrossel de imagem. Fonte: O autor.
Seu site deve estar com a seguinte aparência:
Figura 129 - Carrossel de imagem. Fonte: O autor.
Iremos, nesse momento, con� gurar a galeria. Na opção “Tamanho da imagem”, selecione
a opção Personalizado e digite as medidas 500X350 e clique em Aplicar; isso fará com que as
imagens � quem com o mesmo tamanho.
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Figura 130 - Carrossel de imagem. Fonte: O autor.
Vamos agora colocar uma frase de efeito acima do título dessa seção, ou seja, da palavra
“Campos do Jordão”.
Para isso, utilize o texto a seguir:
Texto: Neve e gelo em São Paulo? Sim, isso é possível em Campos do Jordão!
Para colocar o texto, selecione a opção de texto, no menu lateral, e arraste até a parte de
cima do título da seção e, quando formar a linha azul, solte o cursor do mouse. Depois con� gure
o texto em Estilo utilizando a fonte Bad Script, a cor azul e o tamanho 39 e alinhamento à direita.
Além disso, modi� que o espaçamento entre essa frase e o título em Avançado, para que � que
como na imagem a seguir.
Figura 131 - Frase con� gurada. Fonte: O autor.
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Seguimos para a próxima seção, na qual iremos colocar o mapa e depois o formulário de
contato na sequência.
Para isso, crie uma nova seção abaixo dessa que acabamos de criar de coluna inteira e, nas
opções do menu lateral, clique e arraste o mapa para a seção.
Figura 132 - Mapa. Fonte: O autor.
Para adicionar o mapa, basta, no menu de opções lateral, encontrar o do Google Maps e,
com o mouse pressionado, arrastar para a seção, onde pode colocar um endereço da agência, que,
no nosso caso, provavelmente será um � ctício e de� nir o zoom.
Agora iremos adicionar mais uma seção com o formulário de contato, e escolhemos a
última opção da primeira linha, que contém duas colunas, sendo a primeira mais larga que a
segunda.
Figura 133 - Formulário de contato. Fonte: O autor.
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Sua seção deve ter essa aparência, como mostrado na imagem anterior. E ao � nal da
inclusão do Wpforms que criamos no início e do título Fale conosco! e do texto auxiliar, essa
seção estará completa.
Figura 134 - Formulário de contato. Fonte: O autor.
Lembre-se de usar os conhecimentos adquiridos até aqui para fazer mudanças em
gradientes e espaçamentos dos elementos para adequar conforme o projeto, assim como com
relação ao conteúdo por completo.
Para encerrar o desenvolvimento desse site, iremos inserir uma nova seção no topo do
site, clicando no sinal de “+” e escolhendo um tipo de seção dividida, com duas colunas iguais.
E no menu lateral de opções, procure o elemento Ícone sociais e arraste para a coluna da direita.
Figura 135 - Redes sociais. Fonte: O autor.
Agora iremos customizar. Será possível editar quais redes sociais deseja colocar, podendo
trocar. Para isso, basta clicar na rede social que deseja trocar e escolher dentre as opções que
existem, como Instagram, Facebook etc., e ainda pode colocar o link para que, ao clicar, a pessoa
seja redirecionada para o site da rede social.
Ainda é possível mudar a forma; no nosso caso, deve ser escolhida a circular e o
alinhamento, que, para o nosso site, será à direita.
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Figura 136 - Redes sociais. Fonte: O autor.
Em Estilo, pode mudar o tamanho dos ícones e o espaçamento. Recomendo que utilize
tamanho 15 e espaçamento 10 e, descendo o mouse, ainda existe a opção de Ícone ao passar o
mouse, com efeitos. A sugestão é escolher a opção Pop.
Agora iremos editar a seção, para que os ícones � quem sobre o vídeo do mar. Para isso,
clique na grade centralizada na parte superior da seção e em Avançado, depois em Margem,
clique na corrente, para modi� carmos apenas a posição inferior, e vá reduzindo até os ícones
sumirem. Para que apareçam novamente, digite “1” na opção Z-Index e termine de ajustar como
achar melhor.
Ao � nal, clique em Atualizar e depois no ícone do olho, para visualizar como � cou o
site e realize ajustes que achar necessários. Para as versões para tablet e smartphone, devem ser
customizadas posteriormente com medidas e padrões especí� cos.
A partir daqui, as customizações e realizações podem variar, assim como onde o site será
hospedado, uma vez que isso depende da contratação de serviços especí� cos e com relação ao
domínio.
Para esse site, realizamos todas as instalações e con� gurações para que você possa fazer
isso no futuro, com mais independência e autonomia. Mas é possível utilizar os temas prontos
que vimos no início deste material, que podem proporcionar uma série de elementos e recursos
mais fáceis e rápidos de serem utilizados.
Ainda assim, é importante saber realizar as alterações, que são as mesmas demonstradas
e realizadas por você nesse desenvolvimento.
Dessa forma, provavelmente seu site esteja semelhante a este:
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Figura 137 - Site Wordpress pronto. Fonte: O autor.
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4. CONHECENDO O WIX
O Wix é uma plataforma na qual praticamente todo o desenvolvimento dos sites ocorre
de forma automatizada, trazendo soluções desenvolvidas de forma prévia, o que pode gerar
benefícios em termos de otimização de tempo, mas, ao mesmo tempo, algumas restrições,
especialmente levando em conta que ele permite a criação de sites totalmente gratuitos, como
tipo de domínio e ações especí� cas que podem estar disponíveis somente para versões pagas.
Essas características são importantes de se levar em consideração para que, assim,
possamos garantir que cada pessoa possa escolher qual tipo de plataforma prefere utilizar.
Convém lembrar que, no Wordpress, utilizando o elementor, também é possível trabalhar com
temas prontos para os mais diversos tipos de site.
No Wix, é possível, com algumas perguntas, de� nir layouts mais adequados, assim como
ter mais liberdade em seus tipos e possibilidades. Além disso, na plataforma, é possível criar logos
para os sites, caso seja um projeto no qual vocêestá desenvolvendo todas as partes, o que pode
facilitar também o processo, mas note que cada decisão in� uencia o resto do projeto. Assim, cada
passo deve ser bem planejado.
Outra característica importante de se ressaltar no Wix é que cada tipo de plano possui
valores e possibilidades distintas, que devem ser levados em consideração, seja pelo tipo de
negócio, ou mesmo seu tamanho e se comercializa produtos. Isso ocorre por causa, por exemplo,
do � uxo de acessos e cadastramento de dados por parte de clientes, que devem fornecer segurança
e agilidade.
Todos esses aspectos devem estar no planejamento, pois serão a porta de entrada
nessa relação da empresa com possíveis consumidores, o que pode garantir um bom ou mau
posicionamento do site e consequentemente da empresa em buscas e feedbacks de pessoas na
rede.
5. PROJETO 02 COM WIX
Para iniciarmos nosso projeto no Wix, o primeiro passo é acessar o site da plataforma no
endereço https://pt.wix.com/ e clicar no botão Comece já!
Figura 138 - Site Wix. Fonte: Wix (2020).
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Figura 139 - Página de cadastro Wix. Fonte: Wix (2020).
Nessa etapa, existem algumas opções, como criar um cadastro usando sua conta do
Facebook, da Google, ou ainda realizar um cadastro do zero. Escolha uma das opções e prossiga
com o cadastro.
Figura 140 - Página de pesquisa Wix. Fonte: Wix (2020).
Depois que você clicar em “Registre-se”, a próxima página o convidará para uma pesquisa,
que tem como intuito customizar a experiência. Clique em Vamos lá.
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Figura 141 - Página de pesquisa Wix. Fonte: Wix (2020).
Nessa etapa, pergunta-se para quem é o site. No nosso caso, escolha a opção para mim
mesmo.
Figura 142 - Página de pesquisa Wix. Fonte: O autor.
Agora a pergunta é sobre a área de atuação para o site que desejamos criar. Escolha a
opção restaurantes.
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Figura 143 - Página de pesquisa Wix. Fonte: O autor.
Na sequência, tem-se uma pergunta sobre nossa experiência em criação de sites. Para
esse projeto, iremos selecionar a opção nunca criei site antes.
Figura 144 - Página de pesquisa Wix. Fonte: O autor.
Essa página é muito interessante, pois na plataforma do Wix, foi desenvolvido um sistema
que usa Inteligência Arti� cial para a de� nição de temas e opções de sites, que é chamada de Wix
ADI. É possível responder a algumas perguntas para que o sistema gere um layout baseado nas
respostas.
Vale ressaltar que ainda é possível ir por um caminho mais livre, na opção ao lado, a qual
irá diretamente para o editor, mas que também fornece uma gama de opções em termos de layout
e tipos de áreas para o desenvolvimento de sites.
Mas em nosso caso, iremos utilizar o Wix ADI; para isso, clique em Comece Já.
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Figura 145 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
Depois de clicar em “Comece Já”, será aberta uma nova página onde serão apresentadas
várias perguntas. Para a primeira, escolha a opção Restaurante e depois clique em “Próx.”
Figura 146 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
Escolha a opção Restaurante italiano e depois clique em “Próx.”
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Figura 147 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
Note que, na próxima tela, serão oferecidos diversos recursos. Para o nosso caso, adicione
os quatro primeiros em destaque. Em seguida, clique em “Próx.”
Figura 148 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
Agora é o momento de escolher o nome, ou utilizar algum que já exista. Para o nosso
projeto, iremos utilizar o nome Pepperroni. Depois prossiga clicando em “Próx.”
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Figura 149 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
Na tela seguinte, é perguntado se temos imagens ou site que queiramos carregar, deixe em
branco e clique em “Próx.”
Figura 150 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
Agora são solicitadas informações e você pode colocar as suas, ou criar dados � ctícios
para o desenvolvimento do projeto. Depois clique em “Próx.”
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Figura 151 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
Entramos agora na parte mais relacionada ao grá� co, em termos de identidade visual do
site. Para o nosso projeto, escolha a opção Eterno. Depois clique em “Continuar”.
Figura 152 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
Nessa tela, são oferecidos três modelos baseados em todas as etapas anteriores. Em nosso
caso, escolha a opção da direita, clicando em Editar Site.
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Figura 153 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
Depois de alguns instantes, o modelo todo con� gurado será carregado, pronto para ser
customizado dentro das necessidades e objetivos para o projeto.
Figura 154 - Con� gurando o Wix ADI. Fonte: O autor.
A partir de agora, é possível realizar uma série de modi� cações: fotos, cores, fontes,
alinhamentos, fundos e áreas como páginas, posições de menu de opções, descrições e tudo mais
que seja necessário.
Além disso, é possível veri� car como o site está � cando e suas implicações para o modo
de responsividade em telas diferentes.
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Figura 155 - Conhecendo o Wix ADI. Fonte: O autor.
Cada parte do site é uma seção, que pode ser modi� cada. Assim, algumas dessas
possibilidades serão apresentadas na sequência, mas você é livre para descobrir, brincar e
modi� car tudo aquilo que desejar, no sentido de melhorar suas habilidades no desenvolvimento
de sites. Pode, inclusive, trabalhar com outros layouts e áreas, para ver como cada tipo de opção
reage com as mudanças e customizações.
Figura 156 - Conhecendo o Wix ADI. Fonte: O autor.
Vamos editar o logo de nosso projeto. Para isso, posicione o mouse acima do nome e
clique na opção Editar.
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Figura 157 - Conhecendo o Wix ADI. Fonte: O autor.
No menu lateral, habilite Slogan e Logo. Você verá um slogan sugerido e, para o logo,
minha sugestão é você usar um site de banco de imagens gratuitas e baixar um ícone de pizza em
png ou svg para esse projeto.
Se quiser, pode mudar o slogan sugerido. Para isso, basta digitar algo que tenha em mente.
Para substituir ou editar o logo, clique na opção em azul de Editar e Substituir em Logo.
Figura 158 - Conhecendo o Wix ADI. Fonte: O autor.
Clique em Substituir e depois em Upload de Mídia, para procurar em seu computador,
caso tenha realizado o download de um ícone ou, se preferir, pode gerar um no Illustrator e salvar
como png para usar no projeto. Na sequência, clique em “OK”.
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Figura 159 - Conhecendo o Wix ADI. Fonte: O autor.
Ainda é possível alterar o tamanho, para adequar a proporção com o nome e link para
que, se uma pessoa clicar no desenho do ícone, ela seja levada para a página principal, ou alguma
outra, como de pedidos, por exemplo.
Figura 160 - Conhecendo o Wix ADI. Fonte: O autor.
Também é recomendado que sejam adicionadas as redes sociais, telefone e contato, pois
isso pode contribuir para que o site atinja maior número de pessoas, por diferentes canais.
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Figura 161 - Visualizando o site para desktop. Fonte: O autor.
Feche o menu lateral e clique na opção Visualizar site, no meu horizontal superior do
editor de site. Nele é possível ver a versão para desktop e para mobile.
Figura 162 - Visualizando o site para mobile. Fonte: O autor.
Agora volte para a opção de visualização para desktop e depois volte para o editor de site,clicando na opção no canto superior esquerdo. Vamos realizar mais alguma edição.
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Figura 163 - Customizando a seção de abertura. Fonte: O autor.
Vamos editar o design da seção de abertura, para utilizarmos um vídeo, que o próprio
Wix disponibiliza. Para isso, posicione o mouse acima da seção onde lemos Bem-vindos e clique
em Design.
Figura 164 - Customizando a seção de abertura. Fonte: O autor.
Dentre as opções personalizadas, escolha a que aparece na imagem acima e aguarde
carregar.
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Figura 165 - Customizando a seção de abertura. Fonte: O autor.
Ao carregar, clique em cima do vídeo, para realizarmos uma customização. No menu
lateral que será carregado, conforme a imagem acima, em Layout da Mídia, escolha a opção
Background, e depois, em Efeito de Rolagem, escolha Parallax.
Figura 166 - Customizando a seção de abertura. Fonte: O autor.
Depois feche o menu lateral e clique em Visualizar site, para vermos como � cou com
essa customização.
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Figura 167 - Customizando a seção de abertura. Fonte: O autor.
Note que o vídeo é iniciado automaticamente e funciona em � uxo contínuo.
Esse tipo de con� guração, assim como outras, agora são parte de sua tarefa de
aperfeiçoamento. Dessa forma, experimente, realize alterações e veja o resultado.
Para o nosso projeto, agora iremos partir para a publicação.
Figura 168 - Publicação do site. Fonte: O autor.
Como esse projeto é apenas pedagógico, não temos um domínio registrado, e por isso
iremos usar a opção de domínio gratuito do Wix. Assim, mude apenas o � nal para “pepperoni”
ou o nome que tenha utilizado e clique em Publique e continue.
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Figura 169 - Publicação do site. Fonte: O autor.
Para ver seu site no ar, pronto para ser compartilhado, basta clicar em Visualizar.
Assim, chegamos ao � m da criação do site no Wix. Aproveite a potencialidade da
plataforma e todos os recursos expostos durante a disciplina.
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CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesta disciplina, o objetivo central foi o de trazer conteúdos relevantes e consistentes
que possam ajudá-lo na criação e no desenvolvimento de sites que encantem pessoas, sejam seus
clientes, ou os clientes deles, no sentido de gerar resultados e contribuir para o desenvolvimento
de negócios pro� ssionais e instituições por meio da internet, assim como para contribuir com seu
desenvolvimento educacional e pro� ssional.
Dessa forma, os assuntos, recursos e técnicas são os que existem de mais atuais, de modo
a garantir que, a partir de uma base sólida, seja possível a você buscar um desenvolvimento mais
amplo e que possibilite encontrar caminhos melhores para o desenvolvimento de projetos.
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ENSINO A DISTÂNCIA
REFERÊNCIAS
BEAIRD, J.; GEORGE, J. Princípios do Web Design maravilhoso. [S. l.]: Alta Books, 2016.
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DUPRE, H. Atenção: UX e UI design não são a mesma coisa, mas caminham juntos. UX Collective.
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