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Curso de Bacharelado em Biomedicina CRITÉRIOS PARA IDENTIFICAÇÃO DE LEVEDURAS Trabalho apresentado à unidade de ensino Micologia e Virologia, do Curso de Bacharelado em Biomedicina da Faculdade de Minas – UNIFAMINAS, como requisito parcial à sua integralização. Professora: Fernanda Mara Acadêmicos (as): Douglas Cesso, Kayo Moreira e Roberta Ramos. Período: 8° Muriaé-MG 19 de setembro de 2017 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO........................................................................................2 2. DESENVOLVIMENTO……………..…………………………..…………….3 2.1. Características macroscópicas e microscópicas das leveduras……. 2.2. Características bioquímicas das leveduras………………………….... 3. CONCLUSÃO..........................................................................................8 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS........................................................9 1 1. INTRODUÇÃO Os fungos são seres vivos eucariotos, que possuem um único núcleo. Algumas formas, podem ser visualizados macroscópicamente (como os cogumelos) e outras, microscópicas (como os bolores e as leveduras) (FISHER; COOK, 2001). Em relação as diferenças dos fungos, existem aqueles que são extremamente prejudiciais a saúde humana, causando inúmeras enfermidades e até intoxicação, conhecidos como micoses; alguns podem ser encontrados na decomposição de materiais; outros podem ser utilizados na fabricação de alimentos, medicamentos, etc. Os fungos, constituem um grupo de microrganismos que afetam qrande parte da população, e são de grande interesse na área de estudos e na área da saúde humana (KERN; BLEVINS, 1999). Esses microorganismos, são classificados como filamentosos ou bolores e fungos leveduriformes ou leveduras, formando diversas estruturas; sendo a principal delas, os esporos. É através desta estrutura, que gera diversas vias de dispersão dos fungos, sendo encontrados em toda a biosfera: no solo, na água, no ar e nos hospedeiros (animais e vegetais). Quando os fungos encontram um substrato com nutrientes adequados, eles crescem e se colonizam. Dessa maneira, podem deteriorar diversos tipos de materiais e\ou, ocasionar diversas micoses e outras doenças nos hospedeiros (SIDRIM; ROCHA, 2010). A principal via de dispersão dos fungos, é o ar atmosférico que ocorre através dos ventos. Os fungos que se dispersam pelo ar atmosférico são chamados de fungos anemófilos, sendo de grande importância em alergias que ocorrem nos seres vivos e também possuem função de deterioração de diversos materiais (FISHER; COOK, 2001). Através de métodos de identificação específicos, os fungos podem ser isolados em seu habitat, através das vias de dispersão, dos materiais contaminados e dos diversos hospedeiros com micoses. A identificação de leveduras ao nível de espécie, têm significância prognóstica e terapêutica, e permitem o início precoce de terapia antifúngica nos casos de doença sistêmica. Portanto, o objetivo deste estudo, foi mostrar os principais tipos de identificação e detecção das leveduras, os fungos. 2 2. DESENVOLVIMENTO 2.1. Características macroscópicas e microscópicas das leveduras: A identificação dos fungos são baseadas, devido a sua morfologia macroscópica e microscópica. Quando falamos em identificação macroscópica, isso quer dizer que os fungos podem apresentar vários tipos de morfologias, como: colônias filamentosas, pulverulentas, bolores e cremosas (leveduras) e com diversos tipos de colorações. A unidade estrutural dos fungos é chamada de hifa, e o conjunto desses elementos é denominado micélio. O micélio pode ser diferenciado em vegetativo e reprodutivo. O micélio vegetativo, exerce funções de assimilação de alimentos e fixação em substratos, podendo apresentar células redondas, ovóides ou alongadas e podem se reproduzir por brotamento, cissiparidade ou por outro processo. Já o micélio reprodutivo, como o próprio nome diz, serve para a realização da reprodução dos fungos, podem ser hialinos, pigmentados, simples, septados, apresentando várias formas que muitas vezes definem gêneros ou espécies de fungos, sendo muito importantes para sua identificação. As leveduras filamentosas, pode se apresentar-se com ou sem septos. O estudo morfológico dos fungos filamentosos contribui para a identificação dos mesmos, inclusive no nível de gênero e espécie. Para exame macroscópico, deve ser avaliada a morfologia da colônia, observando-se tamanho, superfície, bordas e pigmentação, entre outras características. O exame microscópico deve ser realizado, preferencialmente, empregando-se a técnica de microcultivo de Ridell. Para o exame microscópico de fungos leveduriformes, o preparo de esfregaços é realizado de maneira semelhante à empregada para confecção de lâminas de bactérias. ● Leveduras do gênero Candida: Normalmente essas espécies atuam nos seres humanos saudáveis em locais como a vagina, a boca e a pele. Na boca, a candidíase se manifesta como placas brancas. A infecção oral por Candida tem função marcadora no indivíduo HIV-positivo em relação ao desenvolvimento da AIDS, sendo infecção secundária comum em pacientes imunodeficientes. A doença, também atinge áreas de dobras cutâneas, como região abaixo das mamas, entre os dedos, virilhas e axilas. Em meio sólido, como o Sabouraud, as colônias se apresentam cremosas de coloração branca ou bege. Na microscopia, podem ser observados estruturas como blastoconídios com ou sem brotamentos, clamidoconidios e pseudo-hifas – que se formam quando os blastoconidios que nascem, se alongam e não se 3 desprendem da célula que o originou. ● Leveduras do gênero Paracoccidioidomicose: é uma micose profunda, com ampla gama de manifestações clínicas e patológicas. A doença pode atingir os pulmões, predominantemente em adultos do sexo masculino. Na boca, as lesões geralmente envolvem várias áreas, com aspecto granular, eritematoso e ulcerado. O quadro microscópico, caracteriza-se por hiperplasia pseudoepiteliomatosa, microabscessos intraepiteliais, infiltrado inflamatório mono e polimorfonuclear, presença de células gigantes e granulomas, além de quantidade variável do fungo na forma de levedura. Suas células, podem ser encontradas na forma arredondado, esférico ou oval. Na maioria das vezes exibem célula mãe com brotamentos múltiplos, ligados por um pedúnculo, que é sua característica mais evidente, também conhecido como cabeça de mickey. ● Leveduras do gênero Rhodotorula: Este tipo de levedura, atinge pulmões, vias urinárias, endocardite, meningite, fungemia, ceratite micótica e peritonite. Para a identificação da espécie, pode-se utilizar materiais de líquor, sangue, urina, secreções respiratórias, fragmentos de tecidos da pele ou da córnea. Macroscopicamente, suas colônias possuem coloração vermelho-alaranjado, com textura lisa e úmida ou mucóide quando leveduras capsuladas. Microscopicamente, suas células contêm paredes finas isoladas ou em cadeias curtas, sendo encontrados na forma de blastoconídios. ● Leveduras do gênero Trichosporon: infecção fúngica superficial do pêlo conhecida como “Piedra Branca”, devido a presença de nódulos irregulares e macios aderidos ao pelo e visíveis a olho nu. Infecções cutâneas e profundas causadas por este patógeno estão se tornando mais comuns em pacientes severamente comprometidos.O gênero Trichosporon é um fungo leveduriforme que se desenvolve rapidamente em meio de cultivo formando colônia de coloração branco – amarelada, inicialmente lisas, e com o tempo tornando – se rugosas. Este agente possui septo em suas hifas. Os artroconídeos e blastoconídeos capsulares estão presentes nos pelos parasitados. Microscopicamente, observa-se micélio abundante, artroconídeos de tamanhos variados e pseudomicélios. 4 2.2. Características bioquímicas das leveduras Bioquimicamente, são investigadas a capacidade que as leveduras têm de utilizar determinados carboidratos e compostos nitrogenados como fontes de carbono e nitrogênio (auxanograma utilizando meio C e m eio N) e a capacidade de fermentar alguns carboidratos (zimograma). Podemser pesquisadas também a produção de urease ou fenoloxidase. 2.2.1. Prova do tubo germinativo Método simples de triagem que permite a distinção presuntiva entre Candida albicans ou C. dubliniensis (tubo germinativo positivo) de outras espécies de levedura (tubo geminativo negativo). O tubo germinativo é uma projeção alongada, que emerge da levedura quando esta entra em contato com soro à temperatura de 37°C durante 2 a 3 horas. Retira-se uma alíquota da colônia de levedura inocula em um tubo contendo soro de coelho, fetal bovino ou de cavalo suspensão é incubada a 37°C durante 2 a 3 horas. Depois, é realizada a remoção de uma gota da suspensão, que é examinada ao microscópio óptico. Não se pode confundir tubos germinativos com pseudo -hifas; o tubo germinativo é asseptado, sem constrição no ponto de inserção entre a projeção crescente e o blastoconídio, enquanto a pseudo-hifa pode ser septada ou não, e apresenta ponto de constrição em sua base. Resultados falso-negativos podem ocorrer em portadores de neoplasia submetidos a quimioterapia, ou no exame de pacientes tratados com antifúngicos, ou quando o inóculo é pesado (alíquota muito grande de levedura) ou, ainda, quando há refrigeração prolongada do soro. O falso-positivo é observado raramente, quando a incubação se prolonga por mais de 3 horas. 2.2.2. Prova do microcultivo (DALMAU, 1929) Possibilita o estudo micromorfológico das leveduras em meio ágar-fubá-Tween 80 ou ágar-arroz-Tween 80 incubação das leveduras em meio com Tween 80 e sob baixa tensão de oxigênio estimula a produção de conídios e filamentação, sendo possível sugerir o gênero, ou até mesmo a espécie, através do estudo da presença e disposição dos blastoconídios, artroconídios, hifas verdadeiras e pseudo-hifas. A presença de clamidoconídios é característica de C. albicans ou de C. dubliniensis, sendo seu melhor desenvolvimento no extrato de arroz, enquanto o de blastoconídios é intensificado no fubá. Presença de blastoconídios sem hifas ou pseudo-hifas, é indicativo de Cryptococcus spp., Candida glabrata, Rhodotorula spp. ou Saccharomyces 5 spp. Presença de artroconídios, blastoconídios e hifas, Trichosporon spp. Presença apenas de hifas e artroconídios, é indicativo de Geotrichum candidum. Em geral é preciso realizar provas bioquímicas adicionais para confirmar a identificação. 2.2.3. Uso de meio cromogênico São meios de cultivo capazes de gerar o crescimento de colônias de cores distintas, segundo a espécie de levedura. O CHROMagar Candida, é um meio capaz de fazer a identificação presuntiva das espécies de levedura mais comumente isoladas de material clínico e de facilitar o reconhecimento de culturas mistas de leveduras. O seu princípio: é a produção de cor das colônias por reações enzimáticas espécie-específicas, com um substrato cromogênico do meio. Sensibilidade e especificidade do meio excede 99% para C. albicans, C. tropicalis e C. krusei (colônias verde, azul e rosa-pálido, respectivamente). 2.2.4. Identificação de Candida dubliniensis Primariamente associada com a colonização e infecção da cavidade oral de pacientes HIV -soropositivos, sendo relatada também em casos de infecção sistêmica associada à imunodeficiência. Compartilha muitas características com C. albicans, o que torna difícil a distinção. Podem ser isolados de ambas as espécies crescem a 30 e 3 7°C, produzem colônias de cor creme em ASD, produ zem tubo germinativo e clamidoconídios e apresentam perfil bioquímico semelhante; a discriminação baseia-se em métodos moleculares como PCR, RAPD e PFGE. 2.2.5. Assimilação de carboidratos Testa a capacidade de crescimento da levedura em aerobiose frente a uma fonte de carbonos: glicose, lactose, maltose, trealose, xilose, dextrose (controle positivo) entre outros açúcares, fornecidos como única fonte de energia (meio YNB ou meio “C”). É chamada de assimilação em meio sólido auxanograma ou técnica auxanográfica. Utiliza-se ágar destituído de qualquer fonte de carbono adiciona-se a suspensão da levedura, que é distribuída na placa utilização de discos de papel de filtro impregnados com os diferentes carboidratos positividade é avaliada através da observação de halo de crescimento da levedura em presença do carboidrato fornecido. 6 2.2.6. Assimilação de nitrogênio Testa a habilidade que uma levedura tem de crescer aerobiamente na presença de um composto nitrogenado fornecido como única fonte de energia. Essa técnica auxanográfica emprega meio de ágar YCB ou YNB destituído de qualquer fonte de nitrogênio, adicionado da suspensão da levedura e distribuído em placa depois são aliquotados compostos nitrogenados sobre o ágar a positividade é avaliada por meio do crescimento da levedura em presença do composto fornecido (geralmente peptona como controle positivo e nitrato de potássio). 2.2.7. Zimograma ou fermentação de carboidratos Habilidade que uma levedura tem de crescer anaerobiamente na presença de determinado açúcar fornecido como única fonte de energia, observada através da produção de gás carbônico e alteração de pH. Classicamente é realizada em meio líquido suspensão da levedura é inoculada em tubo de ensaio contendo meio de cultura, solução do açúcar a 2 % e um tubo de Durham invertido positividade é observada através da produção de gás no interior do tubo de Durham e da mudança da coloração do meio, quando se utiliza um indicador de pH. 2.3. Características sexuais das leveduras Segundo Kreger-van Rij (1984), leveduras são fungos unicelulares que se reproduzem por brotamento ou cissiparidade, incluindo Ascomicetos, Basidiomicetos e Deuteromicetos. As chamadas leveduras imperfeitas ou anascoporadas possuem afinidades com ambos os grupos. Alguns micologistas restringem o termo levedura à fungos de brotamento unicelular, com a possibilidade de reprodução sexuada, e a palavra leveduriforme a fungos semelhantes ou afins, que se reproduzem assexuadamente. Segundo Kwon-Chung e Bennett (1992), as leveduras englobam estruturas somáticas globosas, ovais ou alongadas, reproduzindo-se por brotamento ou cissiparidade. Algumas vezes, as gêmulas formam cadeias de células alongadas, denominadas pseudo-hifas. Assim, leveduras do gênero Candida produzem pseudo-hifas e hifas verdadeiras, dependendo das condições de crescimento, enquanto as células somáticas de Cryptococcus reproduzem-se somente por brotamento. As espécies de Cryptococcus produzem hifas somente em seu ciclo sexuado. As leveduras reproduzem-se por brotamento único, fissão binária ou cissiparidade e por brotamento-fissão. O brotamento pode ser unipolar, bipolar e multilateral. A reprodução sexuada efetua-se pela conjugação de duas células 7 haploides, com núcleos compatíveis, seguindo-se os mecanismos de plasmogamia, cariogamia e meiose, resultado uma célula diploide com a quantidade dupla de cromossomos. As leveduras são classificadas em: 2.3.1. Ascosporadas Caracterizam-se pela formação de ascos e ascósporos em número definido a cada espécie. Pertencem à classe Ascomycetes, famílias Spermophthoracecae e Saccharomycetaceae. Várias leveduras no estado anamorfo apresentam seus estados telemorfos na divisão Ascomycota. Ex: Candida parapsilosis – Lodderomyces ellongisporus. 2.3.2. Anascoporadas São aquelas que não apresentam ascos nem ascósporos, pertencendo à subdivisão Deuteromycotina, classe Blastomycetes, família Cryptococcaceae. Várias leveduras no estado anamorfo apresentam telemorfos nas classes Ascomycetes e Basidiomycetes, como: Candida famata (fungo imperfeito) – Debaryomyces basenii (ascomiceto); Candida japônica (fungo imperfeito) – Filobasidium capsuligenum (basidiomiceto). 2.3.3. Balistosporadas Caracterizam-se pela formação de balistosporos de formas variadas, posteriormente expelidos de curtos dentículos das células vegetativas. Pertencem à subdivisão Deuteromycotina, classe Blastomycetes e família Sporobolomycetaceae, na qual estão incluídos os gêneros Buller e Sporobolomyces. Sporobolomyces albo-rubescens é sinanamorfo de Rhodotorularubra. 2.3.4. Basidiosporados Estão incluídas as leveduras pertencentes à subdivisão Basidiomycotina, ordens Ustilaginales e Tremellales, família Filobasidiaceae, Sirobasidiaceae, Tremellaceae e as que formam teliosporos. As leveduras basidiosporadas, conforme o gênero, possuem hifas septadas com ou sem ansas (grampos de conexão), blastoconídios com brotamentos, basidióforos com basídios e basidiósporos exógenos, teliosporos intercalares ou terminais, promicélio e esporídios. Vários anamorfos como Candida e Cryptococcus possuem teleomorfos na classe Basidiomycetes. 2.3.5. Provas para classificação de leveduras As leveduras em seus estados anamorfos podem, quando apresentam estados teleomorfos, serem classificadas como ascomiceto ou basidiomiceto, pela utilização de várias provas como: 1. Reação dos blastoconídios em presença de azul de diazônio. Com esse corante, os ascomicetos não são corados e os basidiomicetos apresentam tonalidade vermelha; 2. A urease está geralmente ausente nos ascomicetos e quase sempre presente nos basidiomicetos; 8 3. A porcentagem de guanina e citosina do DNA é menor nos ascomicetos e maior nos basidiomicetos; 4. A fermentação é frequente nos ascomicetos e infrequente nos basidiomicetos; 5. Coenzimas Q-6 e Q-9 são detectadas nos ascomicetos e Q-8 e Q-10 nos basidiomicetos. 9 3. CONCLUSÃO 10 4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICA 1. CORRÊA, B.; TABORDA, C. P.; BARROS, M. H.; Roteiro de aulas práticas micologia. BMM 280- Microbiologia básica - MEDICINA. 2. VILLALBA, H. Características microscópicas da paracoccidioidomicose bucal. Faculdade de odontologia de Piracicaba - UNICAMP, 1998. 3. FISHER, F.; COOK, N. B. Micologia: fundamentos e diagnóstico. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. 4. SIDRIM, J. J. C.; ROCHA, M. F. G. Micologia médica: à luz de autores contemporâneos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010. 5. ARAÚJO, I. R. A.; MARQUES, S. G. Tricosporonose: etiologia, manifestações clínicas, diagnósticos laboratoriais, epidemiologia e tratamento. Disponível em: <http://congressos.ifal.edu.br/index.php/connepi/CONNEPI2010/paper/viewFile/ 1134/634>. 6. KERN, M. E.; BLEVINS, K. S. Micologia médica: texto e atlas. São Paulo: Premier, 1999. 7. 11 Critérios para Identificação de Leveduras 1. Reação dos blastoconídios em presença de azul de diazônio. Com esse corante, os ascomicetos não são corados e os basidiomicetos apresentam tonalidade vermelha; 2. A uréase está geralmente ausente nos ascomicetos e quase sempre presente nos basidiomicetos; 3. A porcentagem de guanina e citosina do DNA é menor nos ascomicetos e maior nos basidiomicetos; 4. A fermentação é frequente nos ascomicetos e infrequente nos basidiomicetos; 5. Coenzimas Q-6 e Q-9 são detectadas nos ascomicetos e Q-8 e Q-10 nos basidiomicetos. 12