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Caderno de Questoes FGV Mais de 2000 Questoes_pag828

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Caderno de Questões – FGV
Mais de 2000 questões gabaritadas!
d) deverá dela conhecer apenas em relação ao segundo fundamento;
e) não lhe poderá atribuir efeito suspensivo, diante de vedação legal nesse sentido.
1803. 1803. (FGV/2023/TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESPÍRITO SANTO/TJ-ES/JUIZ SUBSTITUTO) 
Márcio e Renata são casados em comunhão parcial de bens. A empresa de Márcio enfrentou 
grave crise financeira no período da pandemia e passou a figurar como ré em algumas 
ações judiciais. Em uma das demandas, foi instaurado o Incidente de Desconsideração da 
Personalidade Jurídica, tendo sido acolhido o pedido para incluir Márcio no polo passivo 
da ação, em fase de cumprimento de sentença. Após o ingresso de Márcio, considerando a 
ausência de pagamento espontâneo da condenação, houve a penhora de um dos imóveis 
registrados em nome de Márcio na constância do casamento com Renata, que não se tratava 
de bem de família do casal.
Considerando essa situação hipotética, é correto afirmar que:
a) por não se tratar de bem de família, basta a intimação de Márcio, na pessoa de seu 
advogado ou da sociedade de advogados a que o causídico pertença, sem necessidade da 
intimação de Renata;
b) a penhora não pode alcançar bens adquiridos por Márcio na constância do casamento 
com Renata, por ser a dívida anterior ao matrimônio;
c) por se tratar de penhora de bem imóvel, Márcio deve ser intimado pessoalmente sobre a 
penhora de seu bem, ainda que possua advogado constituído nos autos, sob pena de nulidade;
d) a intimação de Renata não se afigura necessária, pois, em discussão sobre penhora de 
imóvel de um dos cônjuges, o outro cônjuge figura como litisconsorte facultativo;
e) por se tratar de penhora de imóvel, Renata deve ser intimada, pois é casada em regime 
de comunhão parcial de bens com Márcio.
1804. 1804. (FGV/2023/TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESPÍRITO SANTO/TJ-ES/JUIZ SUBSTITUTO) A 
parte X ajuíza ação rescisória em face de Y, visando à rescisão da decisão judicial que, nos 
autos de ação monitória, deferiu a expedição de mandado de pagamento. Vale registrar 
que, nos autos da ação monitória, a parte X não efetuou o pagamento, tampouco ofereceu 
embargos monitórios. No bojo da ação rescisória, a parte X requereu apenas a rescisão da 
decisão, sem cumular o pedido de novo julgamento do processo, e baseou seu pedido em 
erro de fato verificável do exame dos autos, pugnando pela produção das provas pertinentes 
para comprovar os fatos constitutivos de seu direito.
Sobre o caso hipotético, é correto afirmar que:
a) não cabe a rescisão de decisão judicial que defere a expedição de mandado de pagamento em 
ação monitória, em qualquer hipótese, pois a respectiva decisão não faz coisa julgada material;