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Notificação compulsória Comunicação obrigatória da ocorrência de determinada doença ou agravo, feita por um profissional de saúde a uma autoridade sanitária. Tem por objetivo: • nortear as decisões sobre ações de controle da doença ou agravo • angariar recurso financeiro CCIH - comissão de controle de infecção hospitalar • Gerencia risco para profissional e paciente • Equipe mínima: médico e enfermeiro obrigatoriamente infectologista preferencialmente infectologista - quem mais pode participar? Qualquer colaborador dentro do hospital Saúde Estado de completo bem-estar físico, mental e social Semiologia Estudo de sinais e sintomas • sinais: pode ser visualizado pelo examinador (através dos métodos propedêuticos) • sintomas: sentido pelo paciente e não visualizadas pelo examinador • síndrome: conjunto de sinais e sintomas que ocorrem associadamente Anamnese história clínica do paciente Exame físico visão geral do paciente • inspeção: olhar ↳ - o que se pode visualizar - desde a entrada avaliando até o andar • palpação: tocar - cabeça aos pés - procurar deformidades anatômicas - sentir se existe inchaço, ressecamento, massa, entre outros • ausculta: escutar - sons de órgãos ou sistemas - sistema cardiovascular - sistema digestório - sistema respiratório - útero gravídico • percussão: propagação de uma onda em órgãos aerados - emite som timpânico - descompensação Sinais vitais • Monitoramento da condição de um paciente ou resposta a um determinado tratamento. • 5 sinais vitais sendo: 4 objetivos e 1 subjetivo - frequência cardíaca/pulso - frequência respiratória - pressão arterial - temperatura - dor hipertimpânico: excesso de ar maciço: sol sólido (massa) -PROPAGO PROCURANDO EXPRESSÃO DE DOR NO PACIENTE = & Frequência cardíaca/pulso Adulto 60 100 BPM = taquicardia com o propósito de: • nortear as decisões sobre ações de controle da doença ou agravo • angariar recurso financeiro Núcleo de Vigilância Conjunto de articulação entre instituições públicas e privadas com objetivo de organização do sistema SUS NHE - núcleo de vigilância de epidemiologia Gerenciamento de Risco Identificar, analisar, avaliar, tratar e monitorar riscos pars aumentar a segurança do paciente, reduzindo danos. • farmacovigilância: tudo relacionado a terapia medicamentosa • tecnovigilancia: tudo oriundo de tecnologia que pode trazer avanço para cuidado com o paciente • hemovigilancia: tudo oriundo de transfusão sanguínea CCIH - comissão de controle de infecção hospitalar Equipe mínima • médico (preferencialmente infectologista) • enfermeiro (obrigatoriamente infectologista) Quem mais pode participar: todo colaborador dentro do hospital · prevenir, controlar infecções em hospital e imidade de saude Saúde Estado de completo bem-estar físico, mental e social  Semiologia Estudo de sinais e sintomas  • Sinais: dado objetivo que pode ser visualizado pelo examinador • Sintomas: sensação subjetiva sentida pelo paciente e não visualizada pelo examinador • Síndrome: conjunto de sinais e sintomas que ocorre associadamente  Anamnese • História clínica do paciente • Exame físico: visão geral do paciente  através da auxultor ,palpação, inspeção e percursão A Métodos propedêuticos • Inspeção • Palpação • Ausculta • Percussão ->ahar &o que se pode visualizar -> tocar ↓ sentir se existe pichocow , ressecamento,massa ... ->sons de órgãos ou sistemas -- · respiratorio · digestivo ⑧ cardiovascular ·clero gravídico -> "bater para propagar ↓ som/onda" orgãos avados ou cavi tários =>emite som timpânico decompensação hipertimpanico ,excesso de ar ↳maciço : som sólido (mana) Sinais vitais Monitoramento da condição de um paciente ou resposta a um detereminado tratamento 5 sinais vitais sendo 4 objetivos e 1 subjetivo: • Objetivos Frequência cardíaca/pulso Frequência respiratória Temperatura Pressão arterial • Subjetivos Dor Frequência cardíaca/pulso Adulto 60 100 BPM = taquicardia 22 = taquipneico Temperatura Adulto 36 a 37,5 SNG decompime ->melhora pearão respiratório Sondas 1. Levine - lavagem e descompressão 2. Dobbhoff - dieta e medicamento (ponta para RX) 3. Salem - descompressão 4. Blakemore • Sonda naso • Sonda oro • Sonda retal • Balão esofágico “tomia” - abertura realizada pelo médico gastrostomia = sonda gástrica com perfuração abdominal 1. material para sondas • bandeja • sonda • gel anestésico • luva de procedimento I linem -> 2 lume! balão gastrico • gaz ou pano • esparadrapo ou micropore • estetoscópio • cuba para drenagem se necessário 2. técnica de realização • identificar o paciente • escolher o tipo de sonda • explicar o procedimento e finalidade • lavar as mãos • preparar material • avaliar sinais vitais • avaliar contraindicação• posicionar paciente • paramentar com epi • realizar medida do tamanho da sonda - acrescer uns 5cm quando enteral • marcar o tamanho • lubrificar com anestésico as narinas e porcao da sonda • introduzir a sonda - sempre que possível deglutir ou extender pescoço • chegou na marcacao, fixa externamente - se for a de alimentação e tiver RX, fazer….se nao tiver RX, com auxilio da seringa e utilizando o esteto, verificar se ausculta quando solta ar Contra indicação absoluta SNE - SNG • Insuficiência respiratória grave • TCE - traumatismo crânio encefálico • Obstrução do septo nasal - ou mal formação • Obstrução do trato gastrointestinal- ou mal formação • Neoplasia • Sinusite Nutrição parental Administração endovenosa de macro e micronutrientes, via periférica ou central Indicação: pacientes graves • perda de peso corporal • trauma, fistula • insuficiência hepática • insuficiência renal • pancreatite…. Complicações • infecciosas (devido gravidade do paciente mais susceptível infecções) • não infecciosas (associada aos cateteres) • metabólicas (decorrente do metabolismo dos nutrientes utilizados) Cateterismo vesical É um procedimento estéril que consiste na introdução de uma sonda (dreno) da uretra até a bexiga do paciente. Os objetivos da inserção dessa sonda é: ➢ Controlar a incontinência urinária, dispositivo imunossupressão imasivo manuposicionamento hiperglicemia,hipogliamia . ➢ Aliviar a retenção urinária (bexiga não expele urina, mas o rim continua produzindo); ➢ Realizar a avaliação do débito urinário; ➢ Medir volume residual; ➢ Restrição pós operatória (pacientes que não conseguem ir ao banheiro); ➢ Coletar amostras de urina para exames; ➢ Irrigação da bexiga; ➢ Instilação de medicamentos; ➢ Cirurgias urológicas. Indicações ➢ Pacientes com obstrução ou retenção urinária; ➢ Pacientes com instabilidade hemodinâmica com necessidade de monitorização do débito urinário; ➢ Pacientes com doenças neurológicas; ➢ Pós-operatório; ➢ Cirurgias urológicas específicas. Contraindicações ➢ Infecção do trato urinário; ➢ Paciente com estenose (estreitamento) da uretra; ➢ Trauma uretral; ➢ Cirurgia de reconstrução uretral. Tipos 1. Sistema aberto: intermitente ou de alívio. 2. Sistema Fechado: de demora 3. Via Suprapúbica: punção emergencial CISTOSTOMIA: fura a sínfise púbica até a bexiga, mantendo um canal (temporário ou definitivo) para drenagem de urina. Técnica de realização • Reunir o material e levar até o paciente • Colocar o biombo para maior privacidade • Explicar o procedimento ao paciente • Solicitar que o paciente se posicione em decúbito dorsal e despir caso ele não tenha complicações na coluna vertebral • Higienizar as mãos • Calçar a luva cirúrgica • Preparar as gazes nas pinças ou entre os dedos • Embebeda a gaze com PVPI DEGERMANTE - eliminar sujidade visivel ➢ Nas mulheres, afasta os lábios genitais com a gaze - limpa a genitália de cima para baixo no mínimo, 3 vezes sempre descartando a utilizada em cada limpeza - limpa a genitália de de dentro para fora no mínimo, 3 vezes descartando a utilizada em cada limpeza ➢ Nos homens, com a gaze faz a retratação do prepúcio e para limpeza os movimentos serão circulares, de cima para baixo, tambem descartando a cada vez que limpa • embebeda a gaze com PVPI TÓPICO (ANTISSÉPTICO) - sujidade invisível - a limpeza da mesma forma, no mínimo, 3 vezes. 11. Coloca o campo fenestrado e troca a luva cirúrgica. 12. Insere a sonda: nutrientes em determinada área • Quando ocorre isso, nosso corpo começa a reorganizar estruturas na intenção de restaurar nesse corpo essa área afetada • Essa reestruturação segue um fluxo fisiológico que chamamos de cicatrização • Classificação: etiologia (origem da lesão), complexidade (superficial ou profunda) e tempo (aguda ou crônica) Feridas • Chamamos feridas a descontinuidade da integridade da pele (comprometido do maior órgão do corpo humano) • Quando falamos em descontinuidade, estamos falando da redução da oferta de oxigênio e 4) comprometimento tecidual • G1 • G2 • G3 • G4 5) grau de contaminação • Limpa • Limpa contaminada • Contaminada • Infectada 1) etiologia • Traumática • Cirúrgica • Infectada • Patológica 2) complexidade • Superficial ou simples • Complexa ou profunda 3) tempo de exposição • Aguda • Cronica troca de energia ; não intencional troca de energia ; intencional presença de exsudado calor, dos ou não , bolha fechada au rompida sinal flogístico , nuros presença de fárcia, ono, tendão ... irugia-embiente esteril cirurgia-trato digutino, respiratorio, minário • Curativo simples (lesão menor complexidade) • Curativos especiais (lesões complexas) • Oxigenoterapia hiperbarica • Alginato (media e alta exsudação) • Hidrocoloide (pouca exsudação) • Carvao ativado (ferida infectada, exsudativa e mal odor) • Papaina (feridas abertas com tecido necrosado) • Hidrogel (ferida limpa e nao infectada) • Acido graxos essenciais (prevencao de ulcera de pressao) • Antisséptico (matar microorganismo) • Funções do curativo - manter umidade, acelerando destruição tecido necrosado - remover excesso de exsudação - permitir troca gasosa - isolamento térmico (estimula processo de cicatrização) - barreira contra entrada de bactérias