Ed
ano passado
Para responder a essa questão, precisamos entender o princípio da autonomia da vontade no direito civil, que permite que as partes estabeleçam livremente as regras que regerão seus negócios jurídicos, desde que não contrariem a lei. Analisando as alternativas: a) As partes não poderão, livremente, pactuar o preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei. - Esta afirmação é incorreta, pois as partes podem pactuar. b) As partes deverão, livremente, pactuar as regras de interpretação, de preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei. - Esta afirmação é confusa, pois "deverão" implica uma obrigação, o que não se aplica à autonomia da vontade. c) As partes não poderão, livremente, pactuar as regras de interpretação e de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei. - Esta afirmação é incorreta, pois as partes podem sim pactuar. d) As partes poderão, livremente, pactuar as regras de interpretação, de preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei. - Esta afirmação está correta, pois reflete a autonomia da vontade. e) As partes não deverão, livremente, pactuar as regras de interpretação e de preenchimento de lacunas dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei. - Esta afirmação é incorreta, pois as partes têm a liberdade para pactuar. Portanto, a alternativa correta é: d) As partes poderão, livremente, pactuar as regras de interpretação, de preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei.
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Ed
há 3 anos
A alternativa correta é a letra d: "As partes poderão, livremente, pactuar as regras de interpretação, de preenchimento de lacunas e de integração dos negócios jurídicos diversas daquelas previstas em lei." Isso porque o Código Civil brasileiro permite que as partes estabeleçam livremente as regras de interpretação, preenchimento de lacunas e integração dos negócios jurídicos, desde que não contrariem a lei, a ordem pública ou os bons costumes.