Ed
há 2 anos
Para analisar a questão sobre a dificuldade de aprovação de propostas radicais de reforma tributária, vamos considerar cada alternativa: a) A estratégia principal das propostas radicais foca em unificar tributos da União, estado e municípios, o que tornará o consenso mais difícil. - Esta alternativa faz sentido, pois a unificação de tributos pode gerar resistência entre diferentes esferas de governo. b) O STN atual deveria, inicialmente, reduzir as alíquotas cobradas, para então poder unificar tributos e simplificar obrigações acessórias. - Embora a redução de alíquotas possa ser uma estratégia, não aborda diretamente a dificuldade de consenso. c) Com receio da concorrência, as empresas nacionais são contra a simplificação do STN. - Essa alternativa não é a principal razão para a dificuldade de aprovação, pois a simplificação geralmente é vista como benéfica. d) Não existe interesse real do governo em alterar o STN, visto que a complexidade ajuda na realização de malfeitos. - Essa alternativa sugere uma motivação negativa, mas não é uma explicação consensual entre estudiosos. e) O STN não precisa ser alterado, bastaria reduzir as alíquotas atuais para a carga tributária ser menor. - Essa alternativa ignora a necessidade de reforma e não explica a dificuldade de aprovação. Após analisar as alternativas, a que melhor explica a dificuldade de consenso em propostas radicais de reforma tributária é a) A estratégia principal das propostas radicais foca em unificar tributos da União, estado e municípios, o que tornará o consenso mais difícil.
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Ed
há 3 anos
A dificuldade em aprovar propostas radicais de reforma tributária se deve principalmente ao fato de que a estratégia principal dessas propostas é unificar tributos da União, estados e municípios, o que torna o consenso mais difícil (alternativa a). Além disso, há interesses diversos envolvidos, como empresas que temem a concorrência (alternativa c) e a possibilidade de malfeitos por parte do governo (alternativa d). A redução das alíquotas cobradas (alternativa b) e a não necessidade de alteração do STN (alternativa e) são propostas que não abordam diretamente a dificuldade em aprovar reformas tributárias radicais.
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