Ed
há 8 meses
Para responder à pergunta sobre o fenômeno que Charles Jencks atribuiu à frase “o dia em que a arquitetura moderna morreu”, vamos analisar cada uma das alternativas: A. Charles Jencks se refere à implosão, em 1972, do conjunto habitacional Pruitt-Igoe (1952-1955), em Saint Louis, no Missouri, nos EUA. - Esta é uma referência importante, pois a implosão do Pruitt-Igoe é frequentemente citada como um símbolo do fracasso da arquitetura moderna. B. Charles Jencks se refere à publicação do livro Complexidade e contradição em arquitetura, de Robert Venturi, de 1966. - Embora este livro tenha influenciado a arquitetura pós-moderna, não é o fenômeno específico que Jencks menciona. C. Charles Jencks se refere à divulgação das ideias de Jane Jacobs em seu livro Morte e vida de grandes cidades, de 1966. - As ideias de Jacobs foram fundamentais para a crítica à urbanização moderna, mas não são o fenômeno específico que Jencks menciona. D. Charles Jencks se refere à exposição Arquitetura desconstrutivista, inaugurada em 1988, na Tate Gallery, em Londres. - Esta exposição é posterior ao que Jencks menciona e não é o fenômeno que ele atribui à "morte" da arquitetura moderna. E. Charles Jencks se refere ao projeto da Piazza d’Italia (1975-1978), em New Orleans, projetada por Charles Moore. - Embora seja um projeto relevante, não é o fenômeno que Jencks menciona. Após essa análise, a alternativa correta é: A. Charles Jencks se refere à implosão, em 1972, do conjunto habitacional Pruitt-Igoe (1952-1955), em Saint Louis, no Missouri, nos EUA.
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Ed
há 2 anos
A resposta correta é a alternativa A. Charles Jencks se refere à implosão, em 1972, do conjunto habitacional Pruitt-Igoe (1952-1955), em Saint Louis, no Missouri, nos EUA, como o dia em que a arquitetura moderna morreu. A implosão do conjunto habitacional foi vista como um fracasso do modelo modernista de urbanização e racionalização da arquitetura moderna.