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3 - Segundo o STJ, o rol das hipóteses de flagrante, previsto no art. 302 do CPP não é um rol taxativo, cabendo ao juiz analisar, caso a caso, os fatos apresentados, para decidir se o flagrante foi válido ou não. Certo ou Errado

O rol das hipóteses de flagrante, previsto no art. 302 do CPP não é um rol taxativo, cabendo ao juiz analisar, caso a caso, os fatos apresentados, para decidir se o flagrante foi válido ou não.
Certo
Errado
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Praticando Para Aprender

há 2 anos

Respostas

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Ed Verified user icon

há 2 anos

Certo. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entende que o rol das hipóteses de flagrante, previsto no art. 302 do Código de Processo Penal (CPP), não é taxativo. Isso significa que o juiz pode analisar as circunstâncias de cada caso concreto para decidir sobre a validade do flagrante.

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Craque NetoCraque Neto

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Ed Verified user icon

há 2 anos

A afirmação apresentada na pergunta é verdadeira. Segundo o entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o rol das hipóteses de flagrante, previsto no art. 302 do CPP, não é taxativo, ou seja, não se limita às situações previstas em lei. O juiz deve analisar cada caso concreto para decidir se o flagrante foi válido ou não. Portanto, a alternativa correta é: Certo.

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Ronald Souza

ano passado

ERRADO


O STJ, no RHC 17824/DF decidiu que “não caracterizada qualquer das hipóteses de flagrância previstas no art. 302 do Código de Processo Penal, cujo rol é taxativo, há de ser considerada ilegal a prisão em flagrante do paciente”.

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