Logo Passei Direto
Buscar

A primeira geração modernista brasileira

User badge image
Aprimorando com Questões

há 2 anos

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 2 anos

A primeira geração modernista brasileira foi um movimento literário que ocorreu no Brasil entre 1922 e 1930. Esse movimento foi marcado pela Semana de Arte Moderna, que aconteceu em São Paulo em 1922, e teve como objetivo renovar a cultura brasileira, rompendo com o academicismo e o tradicionalismo. Entre os principais escritores dessa geração estão Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Manuel Bandeira, entre outros.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar essa resposta. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Essa pergunta também está no material:

Mais perguntas desse material

Qual foi a grande noite da Semana de Arte Moderna?

a) 15.02.1922
b) 17.02.1922
c) 22.02.1922

Como aceitar todos esses fatores? Não concedendo predominância a nenhum.

Não há alternativas fornecidas.

Qual é o movimento literário referenciado no texto e qual é a principal obra associada a esse movimento?

cada um interpretar o seu país e o seu povo através de si mesmo, da própria determinação instintiva; – o grupo “verdamarelo”, à tirania das sistematizações ideológicas, responde com a sua alforria e a amplitude sem obstáculo de sua ação brasileira. Nosso nacionalismo é de afirmação, de colaboração coletiva, de igualdade dos povos e das raças, de liberdade do pensamento, de crença na predestinação do Brasil na humanidade, de fé em nosso valor de construção nacional. Aceitamos todas as instituições conservadoras, pois é dentro delas mesmo que faremos a inevitável renovação do Brasil, como o fez, através de quatro séculos, a alma da nossa gente, através de todas as expressões históricas. Nosso nacionalismo é “verdamarelo” e tupi. O objetivismo das instituições e o subjetivismo da gente sob a atuação dos fatores geográfico e histórico.

O “Manifesto Antropófago” foi publicado primeiramente em maio de 1928, na Revista de Antropofagia, como programa ou filosofia do grupo da qual essa revista seria veículo. O movimento surgiu como uma renovação do Pau-Brasil de 1924 e como resposta à Escola da Anta. Inspirada numa pintura de Tarsila do Amaral, Abaporu (em Tupi, “aquele que come”), a ideia de comer carne humana foi tomada como símbolo da “devoração crítica” na assimilação das influências estrangeiras, desde a colonização até as vanguardas, e sua digestão, cujo produto seria algo genuinamente brasileiro. Assim, seria possível recriar a própria história da cultura nacional sem copiar modelos estrangeiros.

Só a Antropofagia nos une. Socialmente. Economicamente. Filosoficamente. Única lei do mundo. Expressão mascarada de todos os individualismos, de todos os coletivismos. De todas as religiões. De todos os tratados de paz.

Nossa primeira obra modernista nasceu de um ímpeto de raiva do autor. Em 1942, na conferência crítica em que fazia um balanço do que fora o Modernismo de 22, Mário de Andrade contou como criou sua Pauliceia desvairada:

Exercícios 1. (UNESP) Entre 11 e 16 de fevereiro de 1922, realizou-se no Teatro Municipal de São Paulo a Semana de Arte Moderna. Segundo Mário de Andrade, as mudanças ocorridas a partir da Semana de 22 e do Movimento Modernista significaram a fusão de três princípios: o direito permanente à pesquisa estética, a atualização da inteligência artística brasileira e a estabilização de uma consciência criadora nacional. Está inteiramente correto considerarem-se consequências da Semana de Arte Moderna:
a) a formação de uma geração de artistas que romperam com a arte barroca; o reconhecimento e a valorização das expressões artísticas do Renascimento italiano; a formação de grupos de artistas e salões

No conhecido poema de Bandeira, a experiência do afastamento da festa de São João:
a) é de ordem subjetiva e ocorre, primordialmente, no plano do sonho e da imaginação.
b) reflete, em chave saudosista, o tradicionalismo que caracterizou a geração modernista de 1922.
c) se dá predominantemente no plano do tempo e encaminha uma reflexão sobre a transitoriedade das coisas humanas.
d) assume feição abstrata, na medida em que evita assimilar os dados da percepção sensível, registrados pela visão e pela audição.
e) é figurada poeticamente segundo o princípio estético que prevê a separação nítida de prosa e poesia.

Vício na fala
a) revela a alegria e a vitalidade do poeta, que se mantém jovem apesar da velhice em que vive.
b) aguça os sentidos, incentivando-o aos devaneios, como uma criança.
c) perpetua a crença de que a imaginação nunca se acaba.
d) mostra a realidade, desnudando-lhe as faces da velhice.
e) denuncia o estado decrépito em que está, mas cria-lhe a fantasia da felicidade.

No poema, a metáfora do espelho é um caminho para a reflexão sobre:
a) a velhice do poeta, revelada por seu mundo interior, triste e apático.
b) a magia do Natal e as expectativas do presente, maiores ainda na velhice.
c) o encanto do Natal, vivido pelo homem-menino que a tudo assiste sem emoção.
d) a alegria que ronda o poeta, fruto dos sonhos e da esperança contidos no homem e ausentes no menino.
e) as limitações impostas pelo mundo externo ao homem e os anseios e sonhos vivos no menino.

Sobre Manuel Bandeira, é correto afirmar que:
a) a insistência em temas relacionados ao sonho e à fantasia aponta para uma concepção de vida fugidia e distanciada da realidade. Dessa forma, entende-se o poeta na transição entre o Realismo e o Modernismo.
b) sua obra é muito pouco alinhada ao Modernismo, pois sua expressão exclui por completo a linguagem popular, priorizando a erudição e a contenção criadora.
c) o desapego aos temas do cotidiano o aponta como um poeta que, embora inserido no Modernismo, está muito distanciado das causas sociais e da busca de uma identidade nacional, como fizeram seus contemporâneos.
d) o movimento modernista teve com o seu trabalho e com o de poetas como Oswald de Andrade e Mário de Andrade a base de sua criação. Bandeira recriou literariamente suas experiências pessoais, com temas como o amor, a morte e a solidão, aos quais conferiu um valor mais universal.
e) O poeta trata de temas bastante recorrentes ao Romantismo, como a saudade, a infância e a solidão. Além disso, expressa-se como os românticos, já que tem uma visão idealizada de mundo. Daí seu distanciamento dos demais modernistas da primeira fase.

Agora que você já sabe um pouco sobre o autor de Brás, Bexiga e Barra Funda, leia um dos contos que se destacam em sua obra, em que se integram ao português coloquial das personagens vocábulos e estruturas frasais da língua italiana. Qual é o conto em questão?

a) Gaetaninho
b) Beppino
c) Ahi, Mari!

Qual é a obra-prima de Mário de Andrade?

a) Pauliceia desvairada
b) Macunaíma
c) O trovador

Qual é a principal marca estética de Pauliceia desvairada, de Mário de Andrade?

a) A representação do eu e da cidade, equilibrando notações objetivas da cidade grande com o tumulto de sensações de um homem moderno.
b) A predominância da poesia parnasiana, com métrica e rima tradicionais.
c) A utilização constante da ambiguidade poética e a subversão das regras tradicionais da poesia.

Qual é o nome do herói do livro “Macunaíma”?

a) Jiguê
b) Manaape
c) Macunaíma

Mais conteúdos dessa disciplina