Ed
há 11 meses
Protágoras, como filósofo sofista, entendia que as noções morais são construídas a partir da experiência subjetiva e da interação social. Ele acreditava que a moralidade não é universal, mas sim relativa, variando conforme o contexto histórico e social. Para ele, o ser humano é tanto o criador quanto o destruidor das verdades morais, e as leis morais dependem da razão e dos valores que emergem dessa dinâmica social. Assim, a moralidade é vista como uma construção ideológica que reflete as circunstâncias e experiências de cada sociedade.


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Ed
há 2 anos
Protágoras, importante filósofo sofista, entendia o processo de elaboração das noções morais como algo relativo e subjetivo, ou seja, que varia de acordo com a sociedade e a época em que se vive. Ele afirmava que o processo de construção de noções abstratas, como a moralidade universal, tinha por origem o processo empírico da experiência subjetiva. Observava a relatividade histórica e social das certezas humanas, e que o próprio homem em sociedade seria o construtor e destruidor das verdades. Entendia que as leis morais dependem de uma razão objetiva, em que se afirmam valores que sejam universais e independentes da dinâmica concreta.