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Existe uma crença de que a fórmula mágica para os problemas que enfrentam no dia a dia da sala de aula parece ser aplicação de jogos e materiais. O professor nem sempre tem clareza das razões fundamentais pelas quais os materiais ou jogos são importantes para o ensino-aprendizagem da Matemática e normalmente são necessários, e em que momentos devem ser usados. Geralmente costuma-se justificar a importância desses elementos apenas pelo caráter "motivador" ou pelo fato de se ter "ouvido falar" que o ensino da Matemática tem de partir do concreto ou, ainda, porque através deles as aulas ficam mais alegres e os alunos passam a gostar da Matemática. Considerando o contexto da educação matemática, o professor:
I - Deve abandonar, tanto quanto possível, o método expositivo tradicional, em que o papel dos alunos é quase cem por cento passivos, e procurar, pelo contrário, seguir o método ativo, estabelecendo diálogo com os alunos e estimulando a imaginação.
II - Deve ser consciente de que não consegue alcançar resultados satisfatórios junto a seus alunos e tendo dificuldades de, por si só, repensar satisfatoriamente seu fazer pedagógico procura novos elementos - muitas vezes, meras receitas de como ensinar determinados conteúdos.
III - Sempre tem clareza das razões fundamentais pelas quais os materiais ou jogos são importantes para o ensino-aprendizagem da matemática e, normalmente são necessários, e em que momentos devem ser usados.
A I - Deve abandonar, tanto quanto possível, o método expositivo tradicional, em que o papel dos alunos é quase cem por cento passivos, e procurar, pelo contrário, seguir o método ativo, estabelecendo diálogo com os alunos e estimulando a imaginação.
B II - Deve ser consciente de que não consegue alcançar resultados satisfatórios junto a seus alunos e tendo dificuldades de, por si só, repensar satisfatoriamente seu fazer pedagógico procura novos elementos - muitas vezes, meras receitas de como ensinar determinados conteúdos.
C III - Sempre tem clareza das razões fundamentais pelas quais os materiais ou jogos são importantes para o ensino-aprendizagem da matemática e, normalmente são necessários, e em que momentos devem ser usados.
D I e II.
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há 2 anos

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há 8 meses

Vamos analisar cada afirmativa: I - Deve abandonar, tanto quanto possível, o método expositivo tradicional, em que o papel dos alunos é quase cem por cento passivos, e procurar, pelo contrário, seguir o método ativo, estabelecendo diálogo com os alunos e estimulando a imaginação. Verdadeiro, essa afirmativa é correta, pois enfatiza a importância de métodos ativos que envolvem os alunos no processo de aprendizagem. II - Deve ser consciente de que não consegue alcançar resultados satisfatórios junto a seus alunos e, tendo dificuldades de, por si só, repensar satisfatoriamente seu fazer pedagógico, procura novos elementos - muitas vezes, meras receitas de como ensinar determinados conteúdos. Verdadeiro, essa afirmativa também é correta, pois reflete a realidade de muitos professores que buscam soluções externas sem uma reflexão crítica sobre sua prática pedagógica. III - Sempre tem clareza das razões fundamentais pelas quais os materiais ou jogos são importantes para o ensino-aprendizagem da matemática e, normalmente, são necessários, e em que momentos devem ser usados. Falso, essa afirmativa não é verdadeira, pois o texto menciona que o professor nem sempre tem clareza sobre a importância dos materiais ou jogos. Agora, vamos às alternativas: A) I - Apenas a afirmativa I é verdadeira. B) II - Apenas a afirmativa II é verdadeira. C) III - Apenas a afirmativa III é falsa. D) I e II - Ambas as afirmativas I e II são verdadeiras. Portanto, a alternativa correta que contém todos os itens verdadeiros é: D) I e II.

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há 2 anos

A alternativa correta é a letra A: "Deve abandonar, tanto quanto possível, o método expositivo tradicional, em que o papel dos alunos é quase cem por cento passivos, e procurar, pelo contrário, seguir o método ativo, estabelecendo diálogo com os alunos e estimulando a imaginação." Isso porque o método expositivo tradicional, em que o professor fala e os alunos apenas ouvem, não é eficiente para o ensino da Matemática. O professor deve buscar métodos mais ativos, que estimulem a participação dos alunos e a imaginação, para que o aprendizado seja mais efetivo. As outras alternativas não abordam diretamente a questão da importância dos jogos e materiais no ensino da Matemática.

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Usar as referências históricas da Matemática é uma ideia que está relacionada à busca pelo despertar da curiosidade do aluno que, sentindo-se motivado para o estudo, poderá compreender os conceitos matemáticos a partir do seu desenvolvimento histórico. Nesse sentido, a História da Matemática se constitui como um meio em potencial para o desenvolvimento da aula e para a aprendizagem, pois: [...] conceitos abordados em conexão com sua história constituem veículos de informação cultural, sociológica e antropológica de grande valor formativo. A História da Matemática é, nesse sentido, um instrumento de resgate da própria identidade cultural (BRASIL, 1997, p. 42). FONTE: BRASIL. Ministério da Educação, Cultura e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática, vol. 3, 1997. O trabalho com os conhecimentos históricos referentes à Matemática deve buscar dar ao educando uma visão mais crítica sobre os objetos de conhecimento, bem como fornecer informações culturais, sociológicas e antropológicas de grande valor formativo. Com base nisso, espera-se que:

A A abordagem histórica da Matemática seja uma possibilidade de não resgate da identidade sociocultural dos povos indígenas e das sociedades.
B A abordagem histórica da Matemática não seja uma possibilidade de resgate da identidade cultural dos povos e das sociedades.
C A abordagem histórica da Matemática seja uma possibilidade de não resgate da identidade intercultural dos povos antigos e das sociedades.
D A abordagem histórica da Matemática seja uma possibilidade de resgate da identidade cultural dos povos e das sociedades.

Diante da importância de se trabalhar no processo de ensino e aprendizagem a resolução de problemas para o desenvolvimento intelectual do aluno, o professor, “peça” fundamental no ato de aprender, deve propor atividades que despertem o entusiasmo dos alunos, desenvolvendo sua capacidade de criar, atuar em conjunto, aproximando-os uns dos outros, demonstrando a importância de cada um. Porém, essa aprendizagem só será possível se os problemas trabalhados desempenharem seu verdadeiro papel no processo de ensino, o de desenvolver no aluno posicionamento crítico e independência diante de situações novas e desafiadoras, pois, a resolução de problemas tem se apresentado como uma atividade de reprodução por meio de procedimentos padronizados. Desenvolver nos alunos a capacidade de resolver problemas e a resolução de problemas como ponto de partida fundamental da atividade matemática é finalidade dos Parâmetros Curriculares Nacionais, que visa construir referências nacionais comuns ao processo educativo para que os alunos possam ter acesso ao conjunto de conhecimentos necessários ao exercício da cidadania. Uma proposta viável seria oferecer aos professores do Ensino Fundamental estratégias didáticas para trabalharem com a resolução de problemas, a fim de incentivarem seus alunos a pensarem, encaminharem a solução do problema e tentarem superar as:

A Estratégias didáticas.
B Situações-problema.
C Dificuldades de aprendizagem.
D Metodologias.

Só há problema se o aluno for levado a interpretar o enunciado da questão que lhe é posta e a estruturar a situação que lhe é apresentada; aproximações sucessivas de um conceito são construídas para resolver certo tipo de problema; num outro momento, o aluno utiliza o que aprendeu para resolver outros, o que exige transferências, retificações, rupturas, segundo um processo análogo ao que se pode observar na História da Matemática; um conceito matemático se constrói articulado com outros conceitos, por meio de uma série de retificações e generalizações. Assim, pode-se afirmar que o aluno constrói um campo de conceitos que toma sentido num campo de problemas, e não um conceito isolado em resposta a um problema particular; a resolução de problemas não é uma atividade para ser desenvolvida em paralelo ou como aplicação da aprendizagem, mas uma orientação para a aprendizagem, pois proporciona o contexto em que se podem apreender conceitos, procedimentos e atitudes matemáticas. Para se resolver e encaminhar a solução de um problema, segundo Polya (1978), um matemático e pesquisador do tema possui quatro etapas principais que podem ser empregadas, que são:

A A compreensão do problema, a construção de uma estratégia de resolução, a execução de uma estratégia escolhida e a revisão da solução.
B A compreensão do problema, a construção de uma estratégia de resolução, a execução de uma estratégia escolhida e a revisão da solução.

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