Ed
há 2 anos
Para responder a essa questão, precisamos identificar qual das alternativas não constitui uma base legal para o tratamento de dados pessoais, conforme a legislação brasileira, especialmente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Vamos analisar as alternativas: a) Tutela da saúde, exclusivamente, em procedimento realizado por profissionais de saúde, serviços de saúde ou autoridade sanitária - Esta é uma base legal válida para o tratamento de dados pessoais. b) O interesse público secundário - Essa expressão não é uma base legal reconhecida na LGPD, que menciona o interesse público, mas não de forma secundária. c) Proteção da vida ou da incolumidade física do titular ou de terceiro - Esta é uma base legal válida. d) Atendimento aos interesses legítimos do controlador ou de terceiro, exceto no caso de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados pessoais - Esta também é uma base legal válida. Dessa forma, a alternativa que não constitui uma base legal para o tratamento de dados pessoais é: b) o interesse público secundário.
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Ed
há 2 anos
A alternativa correta é a letra B) o interesse público secundário. As hipóteses que constituem base legal para o tratamento de dados pessoais são previstas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e incluem a tutela da saúde, a proteção da vida ou da incolumidade física do titular ou de terceiro, o atendimento aos interesses legítimos do controlador ou de terceiro, exceto no caso de prevalecerem direitos e liberdades fundamentais do titular que exijam a proteção dos dados pessoais. O interesse público secundário não é uma base legal para o tratamento de dados pessoais.