Ed
há 2 anos
Vamos analisar as alternativas uma a uma para identificar a correta: A) Na conciliação, o conciliador apenas cuida da segurança das partes caso se desentendam e venham a agredirem-se; enquanto na mediação o mediador documenta todas as possibilidades de acordo e fala pelas partes para que não tenham que se encontrar. Após documentos analisados, o mediador toma a decisão sobre o caso. Análise: Esta descrição não é precisa. O mediador não toma decisões, mas facilita a comunicação. Portanto, essa alternativa está incorreta. B) É desnecessário as partes se envolverem na mediação e conciliação para que a solução do conflito tenha sucesso. Em ambos os casos, apenas o conciliador, o mediador ou o juiz é que podem atuar no caso para tomar a decisão. Análise: Essa afirmação é falsa, pois a participação ativa das partes é fundamental tanto na mediação quanto na conciliação. C) Quando os conciliadores transformam o caso em uma situação desagradável ou problemática, cabe ao juiz interferir e reabrir o procedimento para análise e nova sentença. Já o mediador possui a mesma autonomia do juiz, logo é livre para oferecer a decisão. Análise: O mediador não tem a autonomia de um juiz e não pode tomar decisões. Portanto, essa alternativa também está incorreta. D) Enquanto o conciliador manifesta sua opinião sobre a solução justa para o conflito e propõe os termos do acordo, o mediador atua com um método estruturado em etapas sequenciais, conduzindo a negociação entre as partes, dirigindo o “procedimento”, mas abstendo-se de assessorar, aconselhar, emitir opinião e de propor fórmulas de acordo. Análise: Esta descrição está correta. O conciliador pode sugerir soluções, enquanto o mediador facilita o diálogo sem impor soluções. Portanto, a alternativa correta é: D.
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Ed
há 2 anos
Analisando as alternativas apresentadas, a alternativa correta é: D) Enquanto o conciliador manifesta sua opinião sobre a solução justa para o conflito e propõe os termos do acordo, o mediador atua com um método estruturado em etapas sequenciais, conduzindo a negociação entre as partes, dirigindo o “procedimento”, mas abstendo-se de assessorar, aconselhar, emitir opinião e de propor fórmulas de acordo.
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