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Sobre o Tronco Encefálico (TE), assinale a alternativa correta:

a. O Tronco Encefálico é composto pelo bulbo, ponte e mesencéfalo, recebendo informações da pele e dos sistemas visual e vestibular. Ademais, os núcleos do TE controlam impulsos efetores para pescoço e face, sendo importantes na audição e na gustação. O TE também é uma via de passagem de vias ascendentes e descendentes que conduzem sinais sensoriais e motores a diversas outras porções do SN.
b. O Tronco Encefálico é composto pelo bulbo, ponte e mesencéfalo, recebendo informações da pele, dos músculos da cabeça e dos sistemas visual e vestibular. Ademais, os núcleos do TE controlam impulsos efetores para pescoço, face, olhos e são importantes na audição e na gustação. O TE também é uma via de passagem descendente que conduz sinais motores a diversas outras porções do SN.
c. O Tronco Encefálico é composto pelo bulbo, ponte e diencéfalo, recebendo informações da pele, dos músculos da cabeça e dos sistemas visual e vestibular. Ademais, os núcleos do TE controlam impulsos efetores para pescoço, face, olhos e são importantes na audição e na gustação. O TE também é uma via de passagem de vias ascendentes e descendentes que conduzem sinais sensoriais e motores a diversas outras porções do SN.
d. O Tronco Encefálico é composto pelo bulbo, ponte e mesencéfalo, recebendo informações da pele, dos músculos da cabeça e dos sistemas visual e vestibular. Ademais, os núcleos do TE controlam impulsos efetores para pescoço, face, olhos e são importantes na audição e na gustação. O TE também e uma via de passagem de vias ascendentes e descendentes que conduzem sinais sensoriais e motores a diversas outras porções do SN.
e. O Tronco Encefálico é composto pela ponte, mesencéfalo e início da medula espinhal, recebendo informações dos músculos da cabeça e do sistema visual. Ademais, os núcleos do TE controlam impulsos efetores para pescoço, face, olhos, e são importantes na audição e na gustação. O TE também é uma via de passagem de vias ascendentes e descendentes que conduzem sinais sensoriais e motores a diversas outras porções do SN.
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Praticando Para Aprender

há 2 anos

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ano passado

Vamos analisar as alternativas uma a uma para identificar a correta sobre o Tronco Encefálico (TE): a) O Tronco Encefálico é composto pelo bulbo, ponte e mesencéfalo, recebendo informações da pele e dos sistemas visual e vestibular. Essa descrição é correta, mas não menciona os músculos da cabeça e não é tão completa quanto a alternativa (b). b) O Tronco Encefálico é composto pelo bulbo, ponte e mesencéfalo, recebendo informações da pele, dos músculos da cabeça e dos sistemas visual e vestibular. Esta alternativa é mais completa, pois menciona os músculos da cabeça e os impulsos efetores para pescoço, face e olhos. c) O Tronco Encefálico é composto pelo bulbo, ponte e diencéfalo. Esta alternativa está incorreta, pois o diencéfalo não faz parte do tronco encefálico. d) O Tronco Encefálico é composto pelo bulbo, ponte e mesencéfalo, recebendo informações da pele, dos músculos da cabeça e dos sistemas visual e vestibular. Esta alternativa é correta, mas a descrição é semelhante à da alternativa (b), que é mais completa. e) O Tronco Encefálico é composto pela ponte, mesencéfalo e início da medula espinhal. Esta alternativa está incorreta, pois o tronco encefálico não inclui o início da medula espinhal. Após essa análise, a alternativa mais correta e completa é a b).

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há 2 anos

Analisando as alternativas, a alternativa correta é: b. O Tronco Encefálico é composto pelo bulbo, ponte e mesencéfalo, recebendo informações da pele, dos músculos da cabeça e dos sistemas visual e vestibular. Ademais, os núcleos do TE controlam impulsos efetores para pescoço, face, olhos e são importantes na audição e na gustação. O TE também é uma via de passagem descendente que conduz sinais motores a diversas outras porções do SN.

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Sobre o controle motor, leia as alternativas a seguir e assinale a correta:

a. Para a realização e controle do movimento é primordial a integração do corpo com os estímulos ambientais, os quais podemos denominar como informações sensoriais.
b. Durante a execução do movimento é primordial somente a integração do corpo com os estímulos externos (proporcionados por outras pessoas), os quais podemos denominar como informações sensoriais.
c. O termo controle motor é definido como “a habilidade em desregular ou direcionar os mecanismos essenciais ao movimento”.
d. O movimento humano acontece simplesmente pelo bom funcionamento dos músculos e articulações, sem a necessidade do comando originado pelo sistema nervoso central.
e. Essa regulação do movimento é comandada com maestria pelo nosso sistema nervoso periférico, que gerencia músculos e articulações em movimentos independentes que permitem que desempenhemos determinadas funções.

O que acontece na região cortical após um membro superior ter sido amputado, por exemplo?

a. Ocorre um aumento da representação do membro superior no córtex, após a amputação, o que reflete o crescimento de axônios em outras áreas. De fato, músculos proximais à amputação manifestam potenciais evocados maiores que os músculos equivalentes em um lado oposto.
b. Ocorre uma diminuição da representação do membro superior no córtex, após a amputação, o que reflete a redução de axônios em outras áreas. De fato, músculos proximais à amputação manifestam potenciais evocados maiores que os músculos equivalentes em um lado oposto.
c. Ocorre um aumento da representação do membro superior no córtex, após a amputação, o que reflete a diminuição de axônios na mesma área. De fato, músculos proximais à amputação manifestam potenciais reduzidos quando comparados com os músculos equivalentes em um lado oposto.
d. Ocorre uma diminuição da representação do membro superior no córtex, após a amputação, o que reflete o crescimento de axônios em outras áreas. De fato, músculos distais à amputação manifestam potenciais evocados menores que os músculos equivalentes em um lado oposto.
e. Ocorre um aumento da representação do membro superior no córtex, após a amputação, o que reflete a redução de axônios em outras áreas. De fato, músculos distais à amputação manifestam potenciais evocados maiores que os músculos equivalentes em um lado oposto.

Sobre os fusos musculares, assinale a alternativa correta:

a. Os fusos musculares são estruturas encurtadas, encapsuladas, com o centro estreito e as extremidades afiladas, com uma aparência fusiforme, medindo de 4 mm a 10 mm. Localizados em paralelo com as fibras musculares esqueléticas e sendo constituídos por fibras intrafusais, neurônios sensoriais (aferentes Ia e II) e motoneurônios denominados como “gama”, que inervam as fibras intrafusais e as ativam para a contração.
b. Os fusos musculares são estruturas encurtadas, encapsuladas, com o centro dilatado e as extremidades estreitas, com uma aparência fusiforme, medindo de 4 mm a 10 mm. Localizados em paralelo com as fibras musculares esqueléticas, sendo constituídos por fibras intrafusais; neurônios sensoriais (aferentes Ia e Ib); e motoneurônios denominados como “gama”, que inervam as fibras intrafusais e as ativam para contração.
c. Os fusos musculares são estruturas alongadas, encapsuladas, com o centro dilatado e as extremidades afiladas, com uma aparência fusiforme, medindo de 4 mm a 10 mm. Localizados em paralelo com as fibras musculares esqueléticas e sendo constituídos por fibras intrafusais, neurônios sensoriais (aferentes Ia e II) e motoneurônios denominados como “gama”, que inervam as fibras intrafusais e as ativam para a contração.
d. Os fusos musculares são estruturas alongadas, encapsuladas, com o centro dilatado e as extremidades alongadas, com uma aparência fusiforme, medindo de 4 mm a 8 mm. Localizados em paralelo com as fibras musculares esqueléticas, sendo constituídos por fibras intrafusais, neurônios sensoriais (aferentes Ia e II) e motoneurônios denominados como “gama”, que inervam as fibras intrafusais e as ativam para a contração.
e. Os fusos musculares são estruturas alongadas, encapsuladas, com o centro dilatado e as extremidades afiladas, com uma aparência fusiforme, medindo de 4 mm a 10 mm. Localizados em paralelo com as fibras musculares esqueléticas e sendo constituídos por fibras intrafusais, neurônios sensoriais (aferentes Ia e II) e motoneurônios denominados como “gama”, que inervam as fibras intrafusais e as ativam para a contração.

Diante do exposto, assinale a alternativa correta:

a. O controle tônico é diminuído por uma alteração na modulação suprassegmentar das vias ascendentes, o que acaba por gerar limitações muitas vezes importantes na realização dos movimentos voluntários. A espasticidade é uma síndrome neurológica caracterizada por sinais e sintomas característicos de lesão no trato corticoespinhal, a saber: hipertonia, hiperreflexia, presença de clônus e sinal de Babinski.
b. O controle tônico é exacerbado por uma alteração na modulação suprassegmentar das vias descendentes, o que acaba por gerar limitações muitas vezes importantes na realização dos movimentos voluntários. A espasticidade é uma síndrome neurológica caracterizada por sinais e sintomas característicos de lesão no trato corticoespinhal, a saber: hipotonia, hiporreflexia, presença de clônus e sinal de Babinski.
c. Espasticidade pode ser definida como “uma desordem do movimento, caracterizada por uma alternância entre aumento e diminuição da velocidade dependente dos reflexos de estiramentos tônicos resultante da hipoexcitabilidade dos reflexos tendíneos”.

Considerando a diminuição parcial ou total da força muscular, assinale a alternativa correta.

a. As alterações são caracterizadas por fraqueza muscular, que pode ser definida como uma inabilidade em gerar níveis adequados de força. É sabido que a extensão da lesão influencia diretamente nas alterações musculares, podendo proporcionar dois tipos de disfunção: a perda total da capacidade de geração de força, o que se denomina de paresia; ou o acometimento parcial da atividade muscular, denominado plegia. As plegias ou paresias resultam da inabilidade ou dificuldade no recrutamento ou modulação das unidades motoras, que são imprescindíveis na geração de torque ou movimento.
b. As alterações são caracterizadas por fraqueza muscular, que pode ser definida como uma inabilidade em gerar níveis adequados de força. É sabido que a extensão da lesão influencia diretamente nas alterações musculares, podendo proporcionar dois tipos de disfunção: a perda total da capacidade de geração de força, o que se denomina de plegia; ou o acometimento parcial da atividade muscular, denominado paresia. As plegias ou paresias resultam da inabilidade ou dificuldade no recrutamento ou modulação das unidades motoras, que são imprescindíveis na geração de torque ou movimento.
c. As alterações são caracterizadas por fraqueza muscular, que pode ser definida como uma inabilidade em gerar níveis adequados de força. É sabido que a extensão da lesão influencia diretamente nas alterações musculares, podendo proporcionar um único tipo de disfunção, a paresia; que é o acometimento parcial da atividade muscular. As paresias resultam da inabilidade ou dificuldade no recrutamento ou modulação das unidades motoras, que são imprescindíveis na geração de torque ou movimento.
d. As alterações são caracterizadas por fraqueza muscular, que pode ser definida como uma inabilidade em gerar níveis adequados de força. É sabido que a extensão da lesão não influencia diretamente nas alterações musculares, mesmo na possibilidade de proporcionar dois tipos de disfunção: a perda total da capacidade de geração de força, o que se denomina de plegia; ou o acometimento parcial da atividade muscular, denominado paresia. As plegias ou paresias resultam somente da dificuldade no recrutamento das unidades motoras, que são imprescindíveis na geração de torque ou movimento.
e. As alterações são caracterizadas por fraqueza muscular, que pode ser definida como uma habilidade em gerar níveis adequados de força. É sabido que a extensão da lesão influencia diretamente nas alterações musculares, podendo proporcionar um único tipo de lesão, a plegia; caracterizada pela perda total da capacidade de geração de força. As plegias resultam exclusivamente da inabilidade ou dificuldade na modulação das unidades motoras, que é imprescindível na geração de torque ou movimento.

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