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Sobre espaços público e privado e paisagismo, podemos afirmar que:
A. Espaços públicos não podem abrigar no seu interior espaços privados.
B. Espaços privados não possuem relação com espaços públicos, mesmo com auxílio do paisagismo.
C. A integração entre os espaços público e privado é umas das funções aplicadas do paisagismo, criando os espaços chamados de semipublicos.
D. Espaços privados não podem conter espaços públicos.
E. Praças e largos sempre serão classificados como espaços públicos.
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há 2 anos

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ano passado

Vamos analisar as alternativas uma a uma: A. Espaços públicos não podem abrigar no seu interior espaços privados. - Essa afirmação não é verdadeira, pois muitos espaços públicos podem ter áreas privadas, como cafés ou lojas. B. Espaços privados não possuem relação com espaços públicos, mesmo com auxílio do paisagismo. - Essa afirmação é incorreta, pois o paisagismo pode criar transições e relações entre espaços públicos e privados. C. A integração entre os espaços público e privado é uma das funções aplicadas do paisagismo, criando os espaços chamados de semipúblicos. - Esta afirmação é verdadeira, pois o paisagismo realmente busca integrar esses espaços, criando áreas que são acessíveis ao público, mas que também têm características de espaços privados. D. Espaços privados não podem conter espaços públicos. - Essa afirmação é falsa, pois é possível que espaços privados tenham áreas que sejam acessíveis ao público. E. Praças e largos sempre serão classificados como espaços públicos. - Embora praças e largos sejam geralmente considerados espaços públicos, essa afirmação é muito absoluta e pode não se aplicar em todos os contextos. Portanto, a alternativa correta é: C. A integração entre os espaços público e privado é uma das funções aplicadas do paisagismo, criando os espaços chamados de semipúblicos.

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há 2 anos

A questão aborda a relação entre espaços públicos e privados, bem como a influência do paisagismo nessa interação. Analisando as opções: A. Espaços públicos não podem abrigar no seu interior espaços privados - Esta afirmação está incorreta, pois é possível encontrar espaços públicos que contenham áreas privadas, como por exemplo, em parques públicos com áreas de concessão para restaurantes. B. Espaços privados não possuem relação com espaços públicos, mesmo com auxílio do paisagismo - Esta afirmação está incorreta, pois os espaços privados podem sim ter relação com espaços públicos, especialmente quando há integração por meio do paisagismo. C. A integração entre os espaços público e privado é uma das funções aplicadas do paisagismo, criando os espaços chamados de semipúblicos - Esta afirmação está correta, pois o paisagismo pode ser utilizado para integrar espaços públicos e privados, criando áreas semipúblicas. D. Espaços privados não podem conter espaços públicos - Esta afirmação está incorreta, pois espaços privados podem sim conter espaços públicos, como por exemplo, condomínios com praças de uso comum. E. Praças e largos sempre serão classificados como espaços públicos - Esta afirmação está incorreta, pois embora praças e largos sejam comumente espaços públicos, é possível que existam praças privadas em determinados contextos. Portanto, a alternativa correta é: C. A integração entre os espaços público e privado é uma das funções aplicadas do paisagismo, criando os espaços chamados de semipúblicos.

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utiliza, para recuperação dos seus componentes bióticos, associações e indivíduos próprios que compunham os ecossistemas originais”. Ainda de acordo com o paisagista, “recriar um ecossistema é impossível, uma vez que [...] as atuais situações morfoclimáticas conduziram a situações clímaces distintas daquelas em que, há cerca de 4.000 anos, [...] os ecossistemas se estabilizaram”. Com base nesses conceitos, cabe ao arquiteto paisagista contemporâneo:
A. Trabalhar com as espécies vegetais disponíveis, hoje, no mercado, procurando conseguir o melhor resultado estético possível porque, após a destruição de determinado ecossistema, não há como recuperá-lo. Há como utilizar espécies vegetais que não são mais comuns de encontrar, trabalhando com um processo de resgate de espécies.
B. Trabalhar com completa liberdade na escolha das coberturas vegetais, não só porque a globalização chegou ao mercado produtor de mudas mas, também, devido à fácil aclimatação de espécies no nosso clima, onde “se plantando tudo dá”. Há espécies que não se adaptam a determinados locais, seja por necessidades de desenvolvimento relacionadas ao solo, às temperaturas ou mesmo ao ambiente em que serão aplicadas.
C. Entender que a reprodução parcial ou completa de ecossistemas pré-existentes é perda de tempo, pois as condições climáticas atuais são completamente diferentes das reinantes há 4.000 anos. Podemos criar ambientes semelhantes em características climáticas.
D. Tentar a máxima aproximação com o universo vegetal anteriormente existente, do ponto de vista biótico, ciente de que o resultado exibirá características de uma paisagem criada ou reconstruída pela mão do homem, segundo seus conceitos culturais e estéticos. O paisagista pode sim interferir no espaço, mesmo deixando ele com características de reconstruídas ou criadas.
E. Inventariar as espécies vegetais anteriormente existentes na área de trabalho e reproduzir fielmente as características do ecossistema original, de forma que sua intervenção passe despercebida. A intervenção será sempre perceptível nestes casos.

No desenho a seguir, está representado um sítio urbano com algumas quadras e suas respectivas ruas limítrofes. Qual a declividade da Rua Rotini entre os pontos A e C, sabendo-se que, na Quadra 5, cada lote mede 15 m x 30 m?
A. 0,06%. Este coeficiente, além de não considerar o cálculo de porcentagem, deveria considerar a distância entre os pontos A e B ou B e C.
B. 7,89%. O cálculo de declividade está com os numerais invertidos. A divisão correta é de 15,2 por 120.
C. 6,33%. Estaria correta se a questão fosse considerar a distância entre os pontos A e B ou B e C.
D. 0,12%. O cálculo considera porcentagem. Esta alternativa não considerou o cálculo deste coeficiente multiplicado por 100.
E. 12,66%. A declividade é calculada pela diferença entre os níveis de cada curva, sendo esta igual a 15,2m. Como a distância entre A e C é de 120m, esta é a correta declividade entre eles.

O historiador Sérgio Buarque de Holanda analisou as diferenças entre as cidades construídas, no início da colonização do continente sul-americano, por espanhóis e portugueses. Segundo esse autor, “para muitas nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais decisivo instrumento de dominação que conheceram”. Além disso, o autor observou que “ao contrário da colonização portuguesa, que foi antes de tudo litorânea, a espanhola preferiu as terras do interior e os planaltos” (HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1995, p. 95-99. Adaptado). Sobre as opções de portugueses e de espanhóis para a localização das cidades coloniais, é correto afirmar que:
A. As condições geográficas (sítios urbanos) não foram levadas em consideração na escolha dos locais para a fundação das cidades. No trecho final, cita que os portugueses foram mais litorâneos, enquanto os espanhóis preferiram as áreas mais interioranas.
B. A dominação europeia nas Américas utilizou as estruturas urbanas construídas anteriormente pelos indígenas. Em nenhum trecho o autor cita que estes colonizadores se apropriaram de cidades pré-existentes. Mas sim, que a construção das cidades foi instrumento decisivo de dominação.
C. Os territórios portugueses e os territórios espanhóis foram igualmente urbanos, pois ambos eram colônias de povoamento. No texto não são citadas as características das cidades, portanto, não há como concluir que eram igualmente urbanas.
D. A colonização portuguesa baseou-se em feitorias comerciais litorâneas, e a espanhola baseou-se na extração de minerais no interior. O sítio de povoamento escolhido por cada colonizador teve relação direta com a atividade econômica que cada p
E. Inventariar as espécies vegetais anteriormente existentes na área de trabalho e reproduzir fielmente as características do ecossistema original, de forma que sua intervenção passe despercebida. A intervenção será sempre perceptível nestes casos.

Considerando os trechos apresentados, analise as afirmativas sobre o paisagismo brasileiro e suas influências:
O paisagismo brasileiro rompeu com influências estrangeiras a partir da década de 30 do século XX.
Roberto Burle Marx tornou o paisagismo brasileiro uma obra nacional, com uso de referências modernistas e plantas tropicais.
O paisagismo brasileiro encontrou sua identidade ao longo dos anos, influenciado pelo surto de nacionalismo pós-guerra.
Benedito Abbud é considerado um dos principais nomes do paisagismo modernista brasileiro, ao lado de Burle Marx.
A. Todas as afirmativas estão corretas.
B. Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
C. Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
D. Apenas as afirmativas III e IV estão corretas.

opção correta com base nas figuras apresentadas, referentes a projetos de paisagismo.

A. A Figura 3 mostra o corte em um jardim, sem cota, mas com escala humana, no qual consta um riacho acessado por uma pequena escada e na parte superior se observa uma rampa de inclinação acentuada.
No desenho do corte citado, não há representação de rampa.
B. Depreende-se das seções A e C da Figura 4 que o relevo do terreno está mais acidentado nas extremidades do lado direito da planta e que, no meio, esse terreno apresenta um ligeiro aclive em direção ao lado esquerdo da planta, onde a vegetação é mais densa.
O corte, mesmo que seccionado, apresenta bem essa representação.
C. A representação do paisagismo com desenho técnico preciso é inadequada, pois, diferentemente do que ocorre na arquitetura e no design, que lidam com objetos definidos, no paisagismo são representadas formas da natureza imprecisas.
A representação arquitetônica do paisagismo é adequada, pois apresentará o porte das vegetações que serão utilizadas.
D. Utilizando-se o desenho em perspectiva, como o ilustrado na Figura 1, garante-se maior precisão nas informações do projeto.
A precisão só será adquirida com o projeto completo: planta, corte, vista e perspectiva, em conjunto.
E. A árvore maior, à direita, na Figura 2, que ilustra uma perspectiva de um conjunto de árvores e arbustos, tem a altura inferior a 5,0 m.
Pela imagem apresentada, não há como precisar o tamanho da árvore.

Quanto aos graus de detalhamento projetual, assinale a alternativa correta:

A. No estudo preliminar, é realizada a locação e identificação dos tipos de vegetação que serão utilizados no projeto arquitetônico da paisagem.
Essa especificação é realizada no projeto executivo.
B. No projeto básico, há a apresentação do memorial descritivo do plantio das vegetações.
Essa tabela é apresentada no projeto executivo.
C. No projeto executivo, há a definição dos locais para a criação das áreas verdes e demais ambientes.
Essa é uma das primeiras etapas de projeto, estando no estudo preliminar.
D. No projeto básico, há a apresentação da planta geral com indicações das áreas objeto de tratamento paisagístico.
Além disso, em praças, é preciso apresentar a localização das áreas esportivas e de lazer.
E. No projeto executivo, são apresentadas plantas separadas para locação de espécies e indicação das espécies propostas.
Essa graficação é realizada no projeto básico.

Dentro desse contexto, assinale a alternativa que define ou demonstra a importância da representação arquitetônica da paisagem:

A. A elaboração de projetos paisagísticos deve partir da interpretação da paisagem como resultado das ações do homem sobre o espaço, porém, sem refletir suas características culturais e seus valores.
Os projetos paisagísticos devem refletir, sim, as características culturais e valores das populações dos locais em que esses projetos serão executados.
B. Em qualquer uma das suas fases projetuais, o agenciamento paisagístico deve associar aspectos artísticos a princípios técnicos, mesmo sendo necessário ignorar as relações das condições locais às características do entorno.
É essencial a observação entre as relações entre o local e as características do entorno no momento de fazer o projeto paisagístico.
C. Além de agenciar o uso com o uso das artes e da técnica, o projeto paisagístico deve ser elaborado relacionando, também, finalidades de uso do espaço projetado com fundamentos de conservação ambiental.
O paisagismo consegue integrar artes, técnicas e cultura em um único espaço, trabalhando, ainda, sua conservação ambiental.
D. Pela complexidade de um projeto, não consegue-se atingir a sustentabilidade de uma proposta em suas diversas vertentes: física, biológica, territorial, social, econômica e institucional.
Apesar de complexo, um projeto paisagístico deve buscar a sustentabilidade das propostas em suas diversas vertentes: física, biológica, territorial, social, econômica e institucional.
E. Um projeto paisagístico depende da veia artística seguida pelo seu projetista e independe do local e uso que se deseja dar ao local.
Um projeto paisagístico, por mais que possa seguir alguma veia artística, deve sempre respeitar o local e o uso que este deve receber, estipulando essas diretrizes no programa de necessidades.