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Exercícios: · Unidade 1.1 até 4.2 & Conteúdo Complementar Disciplina: PAISAGISMO E INFRAESTRUTURA VERDE - Unidade 1.1 1. (IFBA) Monstrengo enviado para punir o povo de Tebas por ter afrontado os deuses, a Esfinge tinha cabeça e seios de mulher, corpo e patas de leoa, e asas de águia. Instalada às portas da cidade, ela exigia que seus melhores jovens a enfrentassem. Todos eram impiedosamente trucidados porque não conseguiam responder ao enigma que ela lhes propunha. Desgraça que só terminou quando apareceu um esperto rapaz, vindo de Corinto e chamado Édipo. Ele matou a charada, provocando o suicídio da fera. O resto da lenda é bem conhecido. Pois bem, o “desenvolvimento sustentável” também é um enigma à espera do seu Édipo [....] . VEIGA, José Eli da. Desenvolvimento Sustentável: o desafio do século XXI. 3a edição. Rio de Janeiro: Garamond, 2008, p.3. O desenvolvimento sustentável se define de forma enigmática por constituir-se enquanto o desafio do Século XXI. Nesta perspectiva, pode-se afirmar: A. a) A privatização da água proposta pelo Banco Mundial é uma medida de uso e apropriação racional da natureza com vistas à sustentabilidade socioeconômica e ambiental. A privatização dos recursos naturais não possui relação com a questão do desenvolvimento sustentável. B. b) Os conflitos socioambientais evidenciam as contradições da relação estabelecida entre a sociedade e a natureza no modelo de desenvolvimento capitalista. A luta dos seres humanos entre si em busca de recursos revela a contradição do sistema que regula as sociedades. C. c) O Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), proposto pelo governo federal, tem como projeto estruturante a criação de reservas e parques nacionais para a promoção do desenvolvimento sustentável na Amazônia. O PAC não se destina integralmente a ações referentes à sustentabilidade. D. d) A regulação da biodiversidade pela Organização das Nações Unidas (ONU), enquanto patrimônio da humanidade, vem garantindo o cumprimento legal da política ambiental brasileira. A política ambiental brasileira não vem conseguindo ser cumprida. Abusos e irregularidades estão frequentemente presentes nos noticiários. E. e) A conservação natural dos ecossistemas terrestres para a reprodução social da vida torna evidente o desenvolvimento sustentável no capitalismo. O capitalismo, por impor altos padrões de consumo, é amplamente criticado por sua atual ausência de um padrão sustentável de desenvolvimento. 2. Nesta questão, você deverá analisar a frase a seguir. O processo de urbanização gera uma grande quantidade de impactos ambientais. Uma avenida, por exemplo, causará impacto tanto na fase de construção como de operação, tais como: 1- impermeabilização do solo 2- produção de ruído 3- poluição atmosférica por gases automotivos, 4- instalação de estabelecimentos comerciais às suas margens 5-criação de empregos. Dentre esses cinco impactos citados: A. O impacto de n°1 ocorrerá nas fases de construção e operação. O processo de impermeabilização do solo ocorre tanto na fase da construção, já que construirão provavelmente estradas ou ruas. Essa ruas serão impermeabilizadas permitindo a passagem de veículos (operação). B. Os impactos de n°s 2 e 3 ocorrerão apenas na fase de operação. A produção de ruído e a poluição atmosférica ocorrerão tanto na fase de construção, na chegada dos caminhões e tratores para a construção da avenida quanto na sua operação. C. Os impactos de n°s 1 e 2 são negativos e indiretos. A impermeabilização do solo e o ruído causados pela construção atingem diretamente a população. Se houver vizinhança por perto, casas, apartamentos, certamente serão atingidos pelo barulho. D. O item 5 não pode ser considerado impacto. Um impacto pode ser benéfico ou não, positivo ou negativo. A criação de empregos é um impacto positivo. E. Os itens de n°s 4 e 5 não podem ser considerados impactos. Um impacto pode ser benéfico ou não. A instalação de estabelecimentos comerciais pode trazer tanto impactos negativos quanto positivos ao local de construção. 3. O Dia Mundial do Meio Ambiente foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1972, e é celebrado no dia 5 de Junho. A data se tornou um catalizador de ações em defesa da preservação ambiental e da conscientização política sobre a defesa do meio ambiente. Assinale a alternativa correta em relação ao tema meio ambiente. A. Um dos temas de relevância no Brasil é a preservação da Mata Atlântica. A construção de hidrelétricas de grande porte nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo nos últimos 5 anos acelerou o processo de desmatamento na região. A hidrelétrica referida encontra-se no nordeste Brasileiro, às margens do Rio São Francisco, chamada de Monte Belo. B. O efeito estufa tem contribuído com a redução da temperatura no globo terrestre nas últimas décadas e o aumento considerável das calotas polares. O efeito estufa contribui com o aquecimento das temperaturas e redução das calotas polares. C. Um dos grandes desafios do milênio em relação ao meio ambiente é evitar a falta de água, pois parte muito reduzida de água disponível no planeta é doce e apropriada para uso humano. Temos que contribuir para o consumo consciente de água potável, além de preservar as matas ciliares e florestas, que auxiliam na preservação dos mananciais. D. O crescente uso de garrafas PET foi incentivado pelo fato de serem fabricadas com plástico facilmente absorvido pela natureza, podendo inclusive ser usado para adubo em plantações de grãos. As garrafas PET são produzidas com materiais de difícil absorção pela natureza. E. As espécies (vegetais ou animais) não sofrem influencia do aquecimento global para a manutenção dos seus ciclos de vida. O aquecimento global afeta o desenvolvimento das espécies, diretamente ou indiretamente, quebrando o seu ciclo de vida. 4. Numa concepção democrática do espaço urbano e após a emergência da questão ambiental, a propriedade deve se submeter além da sua função social, à sua função ambiental. Desta afirmação pode-se concluir que: é fundamental que seja dado o melhor tratamento possível à propriedade... A. ...em relação ao meio ambiente, desde que subordinando-o aos interesses do proprietário. Os interesses do proprietário não devem sobressair aos efeitos nocivos ao meio ambiente. O paisagista deve interferir para que sejam adotadas medidas cabíveis e utilizadas espécies vegetais adequadas a cada situação, não oferecendo riscos aos demais. B. ...de modo que sempre as árvores nela existente sejam preservadas. Nem todas as árvores se retiradas causarão efeitos negativos ao ambiente. Algumas podem estar interferindo negativamente no desenvolvimento das espécies, ou mesmo apresentando riscos aos demais por estarem em condições degradadas de manutenção. Por isto a importância do paisagismo. C. ...de modo que seu uso predominante seja habitacional. O uso não deve condicionar a manutenção do ambiente. Ela deve ocorrer em qualquer situação. D. ...de modo a remodelar o espaço construído para que tenha maior sustentabilidade ambiental. Nem sempre é necessário remodelação dos espaços construídos para maior sustentabilidade ambiental. Muitas vezes a interferência no espaço aberto geram maiores resultados. E. ...em relação à manutenção da qualidade de vida e do bem estar de todos. O ambiente deve favorecer a vida e a sua qualificação sempre. 5. O arquiteto paisagista Fernando Chacel vem colocando em prática e popularizando o conceito de ecogênese. Segundo Chacel, ecogênese “deve ser entendida como uma ação antrópica e parte integrante de uma paisagem cultural que utiliza, para recuperação dos seus componentes bióticos, associações e indivíduos próprios que compunham os ecossistemas originais”. Ainda de acordo com o paisagista, “recriar um ecossistema é impossível, uma vez que [...] as atuais situações morfoclimáticas conduziram a situações clímaces distintas daquelas em que, há cerca de 4.000 anos, [...] os ecossistemas se estabilizaram”. Com base nesses conceitos, cabe ao arquiteto paisagistacontemporâneo: A. Trabalhar com as espécies vegetais disponíveis, hoje, no mercado, procurando conseguir o melhor resultado estético possível porque, após a destruição de determinado ecossistema, não há como recuperá-lo. Há como utilizar espécies vegetais que não são mais comuns de encontrar, trabalhando com um processo de resgate de espécies. B. Trabalhar com completa liberdade na escolha das coberturas vegetais, não só porque a globalização chegou ao mercado produtor de mudas mas, também, devido à fácil aclimatação de espécies no nosso clima, onde “se plantando tudo dá”. Há espécies que não se adaptam a determinados locais, seja por necessidades de desenvolvimento relacionadas ao solo, às temperaturas ou mesmo ao ambiente em que serão aplicadas. C. Entender que a reprodução parcial ou completa de ecossistemas pré-existentes é perda de tempo, pois as condições climáticas atuais são completamente diferentes das reinantes há 4.000 anos. Podemos criar ambientes semelhantes em características climáticas. D. Tentar a máxima aproximação com o universo vegetal anteriormente existente, do ponto de vista biótico, ciente de que o resultado exibirá características de uma paisagem criada ou reconstruída pela mão do homem, segundo seus conceitos culturais e estéticos. O paisagista pode sim interferir no espaço, mesmo deixando ele com características de reconstruídas ou criadas. E. Inventariar as espécies vegetais anteriormente existentes na área de trabalho e reproduzir fielmente as características do ecossistema original, de forma que sua intervenção passe despercebida. A intervenção será sempre perceptível nestes casos. - Unidade 1.2 1. O termo sítio urbano é muito utilizado nos estudos geográficos, urbanísticos e paisagísticos. Qual das alternativas define este termo? A. Lugar onde a cidade está se formando e, desse modo, influencia seu desenvolvimento e cultura, especialmente quanto ao seu aspecto natural, que pode favorecer ou atrapalhar seu desenvolvimento. O sítio urbano é o local de formação da cidade e suas características. B. Lugar onde estão sendo realizados estudos ou levantamentos de características locais, que independem dos aspectos naturais. Todo sítio urbano depende de suas características naturais. C. Local que não possui relação com o meio rural, visto que trata somente da relação urbana do município. O sítio urbano está sim relacionado ao meio rural, pois este delimita a extensão do sítio urbano. D. É a localização da construção da cidade, sem depender de sua topografia. A topografia influencia na localização das cidades e, portanto, no sítio urbano. Pode ser uma planície, um planalto ou montanhas. E. Um sítio urbano é o local onde originou-se alguma cidade projetada. O lugar onde a cidade se desenvolve é chamado de sítio urbano. Pode ser planejada ou não. 2. (UFRGS) Quanto à sua classificação, uma cidade pode ser analisada sob diferentes aspectos, como situação, função, origem ou sitio. Analise a alternativa que apresenta a melhor definição de sitio urbano. A. É a posição que uma cidade ocupa em relação aos fatores naturais. Não são quaiquer dos fatores naturais que são considerados, somente os morfológicos. B. É a atividade que melhor caracteriza uma cidade. Sítio urbano não é uma atividade, e sim uma caracterização. C. É a base topográfica e morfológica em que a cidade está assentada. Sítio urbano é definido pela sua origem topográfica e suas características de relevo. D. É a posição que a cidade ocupa na rede urbana. A posição não define o sítio urbano. E. É a especialização funcional da cidade. A função da cidade não define o sítio urbano. 3. (ULBRA) “O município está assentado sobre a borda da bacia sedimentar do Paraná, tendo como embasamento rochas antigas tais como xisto e gnaisses do Grupo Araxá (Pré-Cambriano).” Sociedade & Natureza, Uberlândia, dez./1989. O trecho acima define: A. O sítio urbano e a situação urbana do município. Esta descrição refere-se apenas ao sítio urbano. B. O sítio urbano do município. Esta descrição define o sítio urbano. C. A situação urbana do município. A descrição é sobre o sítio urbano, não sobre situação urbana. D. A posição geográfica do município. Em nenhum momento é citada a posição geográfica do município, apenas as características do sítio urbano. E. A situação no contexto regional do município. O contexto regional não é citado acima. 4. No desenho a seguir, está representado um sítio urbano com algumas quadras e suas respectivas ruas limítrofes. Qual a declividade da Rua Rotini entre os pontos A e C, sabendo-se que, na Quadra 5, cada lote mede 15 m x 30 m? A. 0,06%. Este coeficiente, além de não considerar o cálculo de porcentagem, deveria considerar a distância entre os pontos A e B ou B e C. B. 7,89%. O cálculo de declividade está com os numerais invertidos. A divisão correta é de 15,2 por 120. C. 6,33%. Estaria correta se a questão fosse considerar a distância entre os pontos A e B ou B e C. D. 0,12%. O cálculo considera porcentagem. Esta alternativa não considerou o cálculo deste coeficiente multiplicado por 100. E. 12,66%. A declividade é calculada pela diferença entre os níveis de cada curva , sendo esta igual a 15,2m. Como a distância entre A e C é de 120m, esta é a correta declividade entre eles. 5. O historiador Sérgio Buarque de Holanda analisou as diferenças entre as cidades construídas, no início da colonização do continente sul-americano, por espanhóis e portugueses. Segundo esse autor, “para muitas nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais decisivo instrumento de dominação que conheceram”. Além disso, o autor observou que “ao contrário da colonização portuguesa, que foi antes de tudo litorânea, a espanhola preferiu as terras do interior e os planaltos” (HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1995, p. 95-99. Adaptado). Sobre as opções de portugueses e de espanhóis para a localização das cidades coloniais, é correto afirmar que: A. As condições geográficas (sítios urbanos) não foram levadas em consideração na escolha dos locais para a fundação das cidades. No trecho final, cita que os portugueses foram mais litorâneos, enquanto os espanhóis preferiram as áreas mais interioranas. B. A dominação europeia nas Américas utilizou as estruturas urbanas construídas anteriormente pelos indígenas. Em nenhum trecho o autor cita que estes colonizadores se apropriaram de cidades pré-existentes. Mas sim, que a construção das cidades foi instrumento decisivo de dominação. C. Os territórios portugueses e os territórios espanhóis foram igualmente urbanos, pois ambos eram colônias de povoamento. No texto não são citadas as características das cidades, portanto, não há como concluir que eram igualmente urbanas. D. A colonização portuguesa baseou-se em feitorias comerciais litorâneas, e a espanhola baseou-se na extração de minerais no interior. O sítio de povoamento escolhido por cada colonizador teve relação direta com a atividade econômica que cada povo desenvolveu. E. As cidades coloniais portuguesas seguiram o modelo de construção católico, e as espanholas seguiram o modelo arquitetônico protestante. Não há como prever, a partir dos trechos disponibilizados, que estes foram os modelos seguidos pelos colonizadores. - Unidade 2.1 1. No Brasil, somente no final do século XVIII e durante o século XIX, a preocupação com a paisagem e a arborização das cidades começou a adquirir importância. No entanto, os jardins e praças construídos nesse período eram inspirados em influências externas e eram restritos às camadas mais abastadas da população. A partir da década de 30 do século XX, o paisagismo rompe com as influências estrangeiras e democratiza esses espaços para uso por todas as camadas sociais. Essa mudança teve grande influência de: A. Auguste François Marie Glaziou. François Glaziou importava muitas espécies européias para utilizar em seus jardins, e trazia fortes influências estrangeiras para seus projetos paisagísticos. B. Mestre Valentim. O usode referências e plantas estrangeiras marcam seus projetos. C. Roberto Burle Marx. Roberto Burle Marx, nos anos 1930 tornou o paisagismo brasileiro uma obra nacional, com uso de referências modernistas e plantas tropicais. D. Oscar Niemeyer. Niemeyer não era paisagista, Burle Marx era seu paisagista oficial. E. Grandjean de Montigny. Grandjean de Montigny era arquiteto, não paisagista. 2. O paisagismo brasileiro apresentou muitas características com o passar dos anos, até que encontrou sua identidade. Quanto aos períodos e às características dos projetos paisagísticos, assinale a alternativa correta: A. O passeio público do Rio de Janeiro foi aterrado e ajardinado em 1783, sendo o mais antigo parque urbano do Brasil aberto à população. Foi projetado pelo mestre Valentim da Fonseca e Silva, inspirado nos tradicionais desenho do jardim clássico inglês. Os jardins do mestre Valentim da Fonseca e Silva eram inspirados nos jardins franceses, e não ingleses. B. Os jardins dos palacetes do bairro São Cristóvão, no Rio de Janeiro, eram ornamentados com plantas nativas tropicais. Os burgueses, para ornamentar seus jardins, introduzindo no Brasil espécies importadas da Europa, como: agapantos, roseiras, copos-de-leite, dálias, jasmins, lírios e craveiros, entre outras. C. O francês August Marie Glaziou foi o principal paisagista do Império durante o reinado de Dom Pedro I. Entre as suas obras destacam-se o Campo de Santana e a Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro. Esse paisagista utilizava plantas arbustivas e introduziu o uso da palmeira imperial no Brasil. Esse paisagista utilizou, pela primeira vez, árvores floríferas no paisagismo. D. A palmeira-imperial (Roystonea oleracea) chegou ao Brasil trazida pelos portugueses libertados da Ilha de Maurício. Sementes dessa espécie foram presenteadas ao Rei de Portugal D. João VI, que as plantou no Horto Real. Já a palmeira-real (Roystonea regia), nativa de Cuba e Porto Rico, de porte mais baixo e estipe mais grosso, foi introduzida posteriormente. A palmeira-imperial é originária da Venezuela e da Colômbia. E. O grande marco do paisagismo no país foi o surto de nacionalismo decorrente do pós-guerra. Seguindo essa linha, chegariam aos jardins as ideias do famoso e conceituado paisagista Roberto Burle Marx, defendendo o uso da flora europeia, devido à sua formação. O paisagista Roberto Burle Marx ficou conhecido por defender o uso da flora tropical. Hoje os paisagistas brasileiros se espelham nos seus grandes e magníficos jardins tropicais. 3. Considerado um dos mais importantes paisagistas do século XX, Roberto Burle Marx: A. Buscava evitar, em seus jardins, situações que propiciassem a percepção sucessiva e simultânea do geral e do específico. A percepção do geral e do específico está clara nos seus jardins. B. Estudava o passado colonial brasileiro e respeitava, em seus jardins, os padrões convencionais e da sociedade. Roberto Burle Marx utilizava, em seus projetos, princípios da pintura moderna baseados no abstracionismo. C. Inspirava-se na floresta selvagem e dela retirava plantas que, em seu habitat natural, poderiam ser consideradas apenas mato. Inspirava-se nas vegetações do clima tropical, que estavam presentes nas paisagens naturais, mas que não eram apenas matos, fazendo uso destas espécies em seus projetos. D. Preocupava-se, em seus jardins, com a busca constante de regularidade e repetição, de modo a permitir a apreensão imediata da totalidade da solução. Baseado na pintura abstrata, a regularidade não era presente em seus jardins, mas sim as formas mais puras e a assimetria. E. Valorizava a pintura e, por isso, concebia a forma de seus jardins como um gesto, antes de tudo, decorativo. A pintura, uma de suas paixões, influenciou seus traços no paisagismo. 4. O Modernismo, compreendido pelo período entre os anos de 1930 a 1989, teve relevante influência no paisagismo brasileiro. De acordo com as fases do paisagismo modernista no Brasil, assinale a alternativa correta: A. A primeira fase do paisagismo moderno brasileiro ocorre entre os anos de 1950 e 1960, e destaca-se por características funcionais e o uso de plantas tropicais, influenciadas por Burle Marx. A primeira fase do paisagismo moderno brasileiro correu entre 1937 e 1950. B. A terceira fase, que ocorre entre os anos de 1960 a 1989 destacou-se pelos jardins internos, além do desenvolvimento da gestão dos espaços públicos, com destaque para Benedito Abbud e José Tabacow. O desenvolvimento do urbanismo auxiliou neste processo. C. A verticalização das edificações marcou a segunda fase da implantação do paisagismo moderno brasileiro, destacando-se a produção de jardins internos. Esta fase ocorre entre os anos de 1950 e 1960, e teve grandes influências californianas. D. O modernismo paisagístico brasileiro finaliza suas fases com o projeto do Parque do Ibirapuera. O marco do final do modernismo paisagístico brasileiro é o Parque Marinha de porto Alegre, em 1990, com projeto de Carlos Fayett. E. A produção do paisagismo de fachadas marcou a terceira fase do modernismo paisagístico brasileiro, com destaque para Roberto Coelho Cardoso. Esta foi a segunda fase, compreendida entre os anos de 1950 e 1960. 5. Um dos principais nomes do paisagismo modernista brasileiro, ao lado de Burle Marx, é Benedito Abbud. Este paisagista, com larga experiencia profissional, lançou o livro Criando Paisagens, que orientam práticas de trabalhos voltados aos estudantes e paisagistas. Dentre estas orientações, podemos destacar como premissa do autor: A. O paisagismo é a única expressão artística em que participam os cinco sentidos do ser humano. Enquanto a arquitetura, a pintura, a escultura e as demais artes plásticas usam apenas da visão. Para Benedito Abbud, o paisagismo interage com todos os sentidos. B. O paisagismo é uma expressão artística mais completa que as demais, pois é a única em que a visão e o olfato são aguçados. Segundo Benedito Abbud, todos os cinco sentidos são despertados pelo paisagismo. C. O tato e o paladar não são sentidos contemplados pelo paisagismo, assim como as demais expressões da arte. Mesmo que para o tato e o paladar precise haver contato direto, o paisagismo contempla estes sentidos, seja por meio de espécies com texturas diferenciadas, seja por árvores frutíferas. D. A audição não pode ser contemplada por meio de projetos paisagísticos, uma vez que este é composto pelas vegetações e estas não emitem barulhos. Segundo Benedito Abbud, tudo é som nos jardins. Seja pelo barulho das folhas com o vento, ou mesmo o ruído do pisar nos caminhos. E. O paisagismo contempla apenas a visão, assim como as demais expressões artísticas. O paisagismo pode contemplar a visão, a audição, o tato, o olfato e o paladar. - Unidade 2.2 1. Assinale a opção correta com base nas figuras apresentadas, referentes a projetos de paisagismo. A. A Figura 3 mostra o corte em um jardim, sem cota, mas com escala humana, no qual consta um riacho acessado por uma pequena escada e na parte superior se observa uma rampa de inclinação acentuada. No desenho do corte citado, não há representação de rampa. B. Depreende-se das seções A e C da Figura 4 que o relevo do terreno está mais acidentado nas extremidades do lado direito da planta e que, no meio, esse terreno apresenta um ligeiro aclive em direção ao lado esquerdo da planta, onde a vegetação é mais densa. O corte, mesmo que seccionado, apresenta bem essa representação. C. A representação do paisagismo com desenho técnico preciso é inadequada, pois, diferentemente do que ocorre na arquitetura e no design, que lidam com objetos definidos, no paisagismo são representadas formas da natureza imprecisas. A representação arquitetônica do paisagismo é adequada, pois apresentará o porte das vegetações que serão utilizadas. D. Utilizando-se o desenho em perspectiva, como o ilustrado na Figura 1, garante-se maior precisão nas informações do projeto. A precisão só será adquirida com o projeto completo: planta, corte, vista e perspectiva, em conjunto.E. A árvore maior, à direita, na Figura 2, que ilustra uma perspectiva de um conjunto de árvores e arbustos, tem a altura inferior a 5,0 m. Pela imagem apresentada, não há como precisar o tamanho da árvore. 2. Conceituado como “arte e técnica de planejar e projetar espaços abertos e áreas livres, criando, modificando ou conservando as paisagens natural e cultural, em escalas diferenciadas de intervenção” (HARDT, 2007, p., o paisagismo compreende o tratamento de locais com diferentes dimensões físicas, abrangências espaciais e especializações funcionais. A existência, a tipologia e a quantidade de cobertura vegetal são também diferenciadas (HARDT, 2008). Quanto aos graus de detalhamento projetual, assinale a alternativa correta: A. No estudo preliminar, é realizada a locação e identificação dos tipos de vegetação que serão utilizados no projeto arquitetônico da paisagem. Essa especificação é realizada no projeto executivo. B. No projeto básico, há a apresentação do memorial descritivo do plantio das vegetações. Essa tabela é apresentada no projeto executivo. C. No projeto executivo, há a definição dos locais para a criação das áreas verdes e demais ambientes. Essa é uma das primeiras etapas de projeto, estando no estudo preliminar. D. No projeto básico, há a apresentação da planta geral com indicações das áreas objeto de tratamento paisagístico. Além disso, em praças, é preciso apresentar a localização das áreas esportivas e de lazer. E. No projeto executivo, são apresentadas plantas separadas para locação de espécies e indicação das espécies propostas. Essa graficação é realizada no projeto básico. 3. O paisagismo é visto como uma das artes capazes de integrar mais os homens entre si e com o ambiente em que estão inseridos. Porém, para aplicar projetos arquitetônicos de paisagismo, devemos planejar e projetar para, então, executar. Dentro desse contexto, assinale a alternativa que define ou demonstra a importância da representação arquitetônica da paisagem: A. A elaboração de projetos paisagísticos deve partir da interpretação da paisagem como resultado das ações do homem sobre o espaço, porém, sem refletir suas características culturais e seus valores. Os projetos paisagísticos devem refletir, sim, as características culturais e valores das populações dos locais em que esses projetos serão executados. B. Em qualquer uma das suas fases projetuais, o agenciamento paisagístico deve associar aspectos artísticos a princípios técnicos, mesmo sendo necessário ignorar as relações das condições locais às características do entorno. É essencial a observação entre as relações entre o local e as características do entorno no momento de fazer o projeto paisagístico. C. Além de agenciar o uso com o uso das artes e da técnica, o projeto paisagístico deve ser elaborado relacionando, também, finalidades de uso do espaço projetado com fundamentos de conservação ambiental. O paisagismo consegue integrar artes, técnicas e cultura em um único espaço, trabalhando, ainda, sua conservação ambiental. D. Pela complexidade de um projeto, não consegue-se atingir a sustentabilidade de uma proposta em suas diversas vertentes: física, biológica, territorial, social, econômica e institucional. Apesar de complexo, um projeto paisagístico deve buscar a sustentabilidade das propostas em suas diversas vertentes: física, biológica, territorial, social, econômica e institucional. E. Um projeto paisagístico depende da veia artística seguida pelo seu projetista e independe do local e uso que se deseja dar ao local. Um projeto paisagístico, por mais que possa seguir alguma veia artística, deve sempre respeitar o local e o uso que este deve receber, estipulando essas diretrizes no programa de necessidades. 4. Utilizado pela primeira vez em 1985 por Ron Mace, o termo "desenho universal" designa uma filosofia de projetos que visam, desde a concepção de ambientes, edificações e produtos, considerar a diversidade humana, suas diferentes capacidades e habilidades. A utilização do desenho universal em projetos de qualquer natureza procura viabilizar a independência na realização de atividades pelo maior número de indivíduos, considerando a totalidade de suas limitações. Porém, não é somente de desenhos que um projeto se constitui. Um dos detalhamentos possíveis em um projeto arquitetônico da paisagem é a geração de fichas de vegetação. Nessas fichas, podemos encontrar as seguintes informações e características de uma vegetação: A. Geometria, cor e textura. Essas são algumas das características elencadas na ficha de vegetação. B. Geometria, manutenção e odor. A manutenção não é citada na ficha de vegetação. C.Insolação, textura e floração. A insolação não constitui uma das características a serem citadas na ficha de vegetação. D. Resistência a intempéries e características de folhas e tronco. A resistência a intempéries não é listada na ficha de vegetação. E. Nutrientes, porte da vegetação e perenidade de folhas. Os nutrientes necessários para o desenvolvimento da espécie não é citado na ficha de vegetação. 5. Um projeto arquitetônico da paisagem pode ser constituído por vários elementos que irão garantir a sua execução correta. Porém, vale salientar que um projeto paisagístico: A. pode apresentar projetos de passeios, caminhos e uso de outros materiais, mas não inclui as estruturas que envolvam meios aquáticos, como espelhos d'água, fontes, lagos, etc. Elementos aquáticos também compõem projetos arquitetônicos paisagísticos. B. tem a iluminação como um elemento que não precisa de especificações projetuais para implantação, uma vez que pode ser incluída após a conclusão da execução dos serviços de plantio do projeto paisagístico. É fundamental prever o projeto luminotécnico juntamento ao detalhamento do projeto paisagístico. Há passagem de tubulações que devem ser mapeadas e inseridas antes do plantio das espécies, garantindo que não haja retrabalho para abertura de valas, instalação de iluminações e plantios de correção. C. não apresenta a drenagem como fundamental. A drenagem do solo é fundamental para que as espécies possuam irrigação adequada e quantidade de água reservada no solo e não prejudique a absorção dos seus nutrientes pelas espécies vegetais. D. não precisa apresentar acessibilidade universal, pois, após a sua execução, podemos adaptar as estruturas, inserir sinalizações e pisos táteis. A acessibilidade universal sempre deve estar prevista no projeto arquitetônico, paisagístico ou outros, possibilitando que todas as estruturas facilitem a locomoção dos portadores de necessidades universais pelos espaços e paisagens projetadas. E. além do detalhamento das vegetações e seu posicionamento, apresenta a iluminação, a drenagem, a circulação/fluxos, a acessibilidade e os meios aquáticos. Um projeto de arquitetura paisagística completo irá apresentar todos esses detalhamentos. - Unidade 3.1 1. A construção e a transformação das paisagens é um longo processo cultural que reflete os valores das sociedades que as criam e que delas usufruem. No Brasil, o paisagismo se constituiu inicialmente sob influência da colonização portuguesa, com duas características básicas: a exploração predatória da paisagem e a dos recursos naturais. Entre o século XIX e o início do século XX, importaram-se modelos paisagísticos embasados no modelo de cultura francês, tendo exercido grande influência nesse momento o paisagista francês Auguste Marie François Glaziou, que implantou vários jardins e parques públicos na cidade do Rio de Janeiro. Nesse contexto, surge o trabalho de Roberto Burle Marx, que, como paisagista, trouxe uma proposta de valorização da cultura nacional. Lúcia Maria S. A. Costa. Burle Marx e o Paisagismo no Brasil Contemporâneo. In: Revista Municipal de Engenharia. jan.-mar./1949 (com adaptações). Tendo como referência o texto acima e considerando os múltiplos aspectos a ele relacionados, assinale a opção correta. A. a) Para Burle Marx, o desenho de um jardim é, principalmente, uma reintegração estética dos elementosda paisagem envolvente. Burle Marx criou caminhos e formas que relacionassem o jardim ao seu entorno imediato. B. b) Os primeiros jardins e parques públicos implantados no Rio de Janeiro foram criticados pela exploração predatória da paisagem e dos recursos naturais. Os primeiros jardins cariocas usufruíram das paisagens naturais. C. c) O paisagismo de François Glaziou tinha como premissa a valorização da paisagem tropical. François Glaziou tentou implantar plantas oriundas da Europa nos jardins brasileiros. D. d) A grande inovação de Burle Marx em paisagismo foi utilizar plantas nativas, seguindo uma estética ligada ao Renascimento. A estética Renascentista trabalhou com simetria e alinhamentos, o que nunca esteve presente nos jardins de Burle Marx. E. e) Burle Marx é considerado modernista devido ao constante uso de linhas retas em seus jardins. Burle Marx ficou conhecido pela sua criação nada linear, e sim pelas formas amebóides. 2. (PUC-SP) O texto abaixo refere-se a qual formação vegetal? “De origem bastante discutida, essa formação é característica das áreas onde o clima apresenta duas estações bem marcadas: uma seca e outra chuvosa, como no Planalto Central. Ela apresenta 2 estratos nítidos: uma arbóreo-arbustivo, onde as espécies tortuosas têm os caules geralmente revestidos de casca espessa, e outro herbáceo, geralmente dispostos em tufos”. A. a) Floresta Tropical A floresta tropical é caracterizada pela grande presença de chuvas, não havendo grandes períodos de seca, diferentemente do Planalto Central. B. b) Caatinga A caatinga é marcada por grandes períodos de seca e apresenta vegetação típica de regiões semiáridas. Esse bioma é predominante no o sertão nordestino. C. c) Pantanal As árvores do pantanal não apresentam caules com cascas espessas, além desse domínio não apresentar grandes períodos de seca. D. d) Mata Semi úmida Nas áreas em que a mata semiúmida está presente não ocorrem grandes períodos de seca, além de suas árvores não apresentarem aspectos tortuosos e cascas espessas. E. e) Cerrado O cerrado é o bioma típico do Planalto Central, suas árvores são tortuosas e possuem cascas espessas. A região onde predomina esse tipo de vegetação é mercada por duas estações bem definidas: chuvosa (outubro a março) e seca (abril a setembro). 3. Assinale a alternativa correta quanto as vegetações e suas regiões morfoclimáticas. A. a) Na região Norte destacam-se as Matas de Várzea e os Mangues no litoral Amazônico, vegetações características da Mata Atlântica. Estas vegetações são características da Costa Litorânea. B. b) O Cerrado caracteriza-se por uma vegetação de arbustos de porte médio, secos e com galhos retorcidos. Estas são vegetações encontradas na Caatinga, juntamente com ervas e cactos. C. c) A Mata Atlântica é considerada a maior floresta tropical do mundo com uma rica biodiversidade. Caracteriza-se pela presença de árvores de grande porte, situadas bem próximas umas das outras (floresta fechada). Como o clima na região é quente e úmido, as árvores possuem folhas grandes e largas. Esta descrição refere-se a Floresta Amazônica. A Mata Atlântica é uma floresta fechada com presença de árvores de porte médio e alto. D. d) No Nordeste, há a presença de restingas, falésias e mangues, pertencentes a Costa Litorânea. Estes são exemplos de vegetações pertencentes a Costa Litorânea presente no Nordeste Brasileiro. E. e) Com uma rica biodiversidade, a Caatinga caracteriza-se pela presença de gramíneas, arbustos e árvores retorcidas. As plantas possuem longas raízes para retirar água e nutrientes em profundidades maiores. Estas são características do Cerado Brasileiro. 4. Sobre os jardins e paisagens brasileiras, relacionadas aos microclimas existente no território brasileiro, assinale a alternativa correta: A. a) O paisagismo permite a inserção de variados tipos de vegetações em qualquer região brasileira. Por exemplo: uma araucária se desenvolve na Floresta Amazônica. As Araucárias são características de regiões frias e altas, como as Matas dos Pinhais, ou Matas de Araucarias, presentes principalmente nas regiões subtropicais. B. b) Na região central do Nordeste, as Bromélias conseguem se desenvolver tanto quanto nas áreas tropicais. As Bromélias são plantas de meia sombra, portanto, pela escassez de sombreamento nesta região, não conseguem se desenvolver. C. c) Nas regiões de campos, as gramíneas, os arbustos e herbáceas tem seu desenvolvimento pleno. Estas são as vegetações características deste microclima. D. d) No paisagismo realizado na região de predomínio da Floresta Amazônica, os cactos são inseridos com bastante facilidade de adaptação. Por ser uma região muito úmida, e os cactos serem vegetações apropriadas para regiões secas, não se desenvolvem plenamente neste microclima. E. e) A vegetação de mangues é facilmente encontrada nas regiões interioranas do território brasileiro, e adaptam-se bem aos projetos de paisagismo. Os mangues são característicos da Mata Atlântica, e encontrados nas regiões litorâneas. 5. Burle Marx, principal referência nos estudos de paisagismo no Brasil, entende o jardim como um projeto proposto com elementos naturais, referenciados nas “leis que orientam os problemas artísticos”. Segundo o paisagista, ao pensar na solução de um jardim, é necessário que o arquiteto considere os seguintes elementos artísticos: A. a) Rugosidade, relação entre volumes, harmonia, especificação botânica e contraste. A especificação botânica não é considerada como elemento artístico. B. b) Contraste, textura, relação entre volumes, harmonia e oposição de cores. Estes são os elementos dos projetos de Burle Marx. C. c) Especificação botânica, insolação, uniformidade, textura e cores complementares. Burle Marx não trabalhava com a uniformidade, e sim, com a descontinuidade das espécies e alturas, criando cenários diferenciados. Assim como a insolação não compõe os elementos artísticos. D. d) Variação da altura das espécies, textura, insolação e cores complementares. A insolação não compõe os elementos artísticos. E. e) Insolação, harmonia, variação da altura das espécies e especificação botânica. A insolação e a especificação botânica não compõem os elementos artísticos. - Unidade 3.2 1. O paisagismo pode ser considerado um dos meios de integração entre as pessoas. Diante dessa afirmação e dos materiais disponibilizados, assinale a alternativa que a justifica. A. O paisagismo pode integrar as pessoas por criar barreiras naturais entre as edificações, como de cercar vivas. As cercas vivas servem para separar os ambientes sem o uso de barreiras edificadas, mas não agem como integrador de pessoas, pois ao tomar forma, tornam-se uma barreira espessa, alta e sólida. B. O paisagismo evita que haja circulação entre espaços públicos e privados. Esta opção é verdadeira, porém não justifica a afirmativa acima de integrar as pessoas. C. Com paisagismo, não temos como prever a integração entre as pessoas por meio do projeto dos espaços públicos. Todos os projetos podem prever a integração das pessoas, seja no ambiente público, semipublico ou privado. D. As praças arborizadas não auxiliam na promoção da integração entre as pessoas, devido ao fato de atraírem muitos indigentes e espantarem a população. Nem todas as praças arborizadas são atrativas a indigentes. Um bom projeto de paisagismo pode apresentar arborização e segurança pública, desde que sejam utilizadas espécies adequadas. E. O paisagismo favorece a relação entre as pessoas, principalmente nos espaços públicos, como as praças, mas também em áreas privativas, como os jardins de edifícios residenciais. Um bom projeto arquitetônico paisagístico pode ser aplicado em praças ou em edifícios privados. Espaços abertos, com mobiliários bem-dispostos, favorecem a integração das pessoas. 2. Sobre espaços público e privado e paisagismo, podemos afirmar que: A. Espaços públicos não podem abrigar no seu interior espaços privados. É comum encontrarmos em praças, que são espaços públicos, edificações como bares,que são privadas. Portanto, esta afirmativa não é verdadeira. B. Espaços privados não possuem relação com espaços públicos, mesmo com auxílio do paisagismo. Não é verdadeira, pois é comum vermos os espaços privados relacionando-se com os espaços públicos em áreas de transição, chamadas de semipublico, através de recursos paisagísticos. C. A integração entre os espaços público e privado é umas das funções aplicadas do paisagismo, criando os espaços chamados de semipublicos. O paisagismo integra as áreas e transforma os espaços em áreas de convivência e controle, ao mesmo tempo. D. Espaços privados não podem conter espaços públicos. Os espaços privados normalmente possuem espaços públicos em seus acessos ou mesmo salas e pátios públicos. E. Praças e largos sempre serão classificados como espaços públicos. Existem praças e largos com acesso controlado, sendo abertos ao uso público em horários estabelecidos. Nos demais horários, quando fechados, tornam-se espaços restritos. 3. Sobre os espaços públicos, assinale a alternativa correta. A. Os adros são as áreas externas, cercadas ou não, de edificações religiosas que geram espaços contíguos bastante característicos. Tem caráter público e agregador social, servindo para a realização de procissões e festas religiosas, feiras e mercado livre ou ainda espaço de lazer da população. Alternativa correta. Os adros são locais normalmente vinculados a edificações religiosas. B. Praça é um espaço delimitado por muros que a cercam. Os espaços abertos cercados por muros ou edificações são chamados de pátio, não de praça. C. A ágora grega era um espaço público aberto da antiguidade clássica, onde se praticava a democracia direta ou ainda, um lugar por excelência do debate das ideias, dos tribunais populares e onde eram discutidos os negócios e decididos os rumos da cidade. A ágora era o local de maior debate democrático entre os gregos. D. Os largos são as áreas externas cercadas de edificações que servem para a realização exclusiva de eventos de lazer. Os largos são espaços públicos definidos a partir de um equipamento com a finalidade de valorizar ou complementar alguma edificação como mercado público, podendo também ser destinados a atividades lúdicas temporárias. E. Ágoras são espaços livres públicos definidos a partir de um equipamento geralmente comercial, com o fim de valorizar ou complementar alguma edificação como mercado público, podendo também ser destinados a atividades lúdicas temporárias. Esta é a definição de largos, não de ágoras. 4. A aplicabilidade do paisagismo nos espaços públicos e privados, além de ser uma questão de interesse das pessoas envolvidas, também é uma questão de incentivos. Entre as afirmações abaixo, assinale a que se refere, com propriedade, aos incentivos que podem tornar essas aplicações mais corriqueiras no cotidiano. A. A cultura da população usuária dos espaços não interfere na sua elaboração. Sabe-se que a arquitetura tem vinculação direta com a cultura dos povos, por isso é necessário dimensionar e projetar os espaços de forma a que sejam pertencentes às culturas. Portanto, esta característica interfere diretamente nos projetos. B. Aplicar legislações que tornem os espaços públicos e semipublicos obrigatórios de tratamento arquitetônico ou que recebam incentivos como abatimentos de impostos prediais, seriam formas de tornar as cidades mais atraentes e colaborativas ao bem-estar da população. A legislação urbanística, quando bem aplicada, torna as cidades mais bonitas, tratadas, seguras, convidativas e integram a população. C. As diferenças sociais fazem com que os espaços públicos e privados tenham isolamentos sólidos entre si, demonstrando que é impossível trabalhar com espaços semiabertos em países não desenvolvidos e em emergentes. Os espaços transformam a vida das pessoas. O isolamento faz com que haja maior distinção social, ofertando aos menos favorecidos combustível aos delitos, como furtos. D. Tornar o térreo de todos os edifícios em espaços públicos ou semipublicos não irá reduzir a segregação populacional. Cidades como Nova Iorque já apresentam esta alternativa como uma maneira de redução da segregação populacional. Além de transformar a qualidade de vida das pessoas com a inserção de elementos vegetais naturais. E. A preocupação com a arborização e inserção de elementos vegetais naturais nas paisagens urbanas não contribui com a qualidade de vida das pessoas, tampouco é uma maneira de integrar os espaços público e privado. Além de melhor a qualidade de vida das pessoas, a inserção de elementos vegetais naturais integra os espaços público e privado, uma vez que cria barreiras naturais e percursos controlados, permitindo a visualização dos espaços. 5. Complete a definição: "Quando pensamos em sistemas de espaços abertos na cidade lembramos logo de praças, ruas, jardins e parques. Os espaços livres das cidades correspondem ou deveriam ser o ideal da vida urbana, alguns com maciços verdes outros não, eles se tornaram um reflexo da evolução das cidades (seja ela qual for). Um exemplo de espaço livre que revolucionou a paisagem nos grandes centros urbanos surgiu nos EUA em 1967, quando em New York próximo à Quinta Avenida foi inaugurado o primeiro Oásis Urbano, ou simplesmente... A. Pátios. Os pátios são áreas abertas edificadas entre muros ou edificações consolidadas. B. Varandas. São espaços externos que podem abrigar um quintal, mas que não estão ao nível do solo. C. Quintal. Pequeno terreno na parte posterior de uma habitação usado para diversas finalidades, como plantar algo ou recreação. D. Pocket Park. Espécie de pequeno parque existente em áreas urbanas consolidadas, que surgem como se fossem "salas de estar" no meio do caos urbano. E. Jardim. Área de uma composição paisagística de um projeto arquitetônico ou urbanístico, na qual se cultivam plantas ornamentais. - Unidade 4.1 1. Sobre as espécies arbóreas, marque a alternativa correta. A. Estas espécies não são utilizadas para produção de frutas. Muitas árvores fornecem frutas, como as macieiras e mangueiras, por exemplo. B. Estas espécies não precisam de luz natural para se desenvolver. Estas espécies necessitam de luz natural para que o processo de fotossíntese seja feito e elas se desenvolvam. C. Grupo formado por espécies que dão a estrutura da mata, de crescimento lento, sendo as primeiras a serem plantadas. Podem apresentar crescimento rápido, variando de acordo com as suas características e as do solo. D. Grupo das secundárias iniciais, formado por espécies que toleram sombreamento parcial, mas que necessitam de luz para crescimento e reprodução. Como maior parte das espécies vegetais, necessita de luz para crescimento e reprodução. E. Suas raízes são sempre profundas e rígidas. As raízes variam de tamanho de acordo com o tipo de árvore, podendo ser profundas ou não, rígidas ou não. 2. A análise da paisagem é uma das etapas de um projeto paisagístico. Sobre as etapas que fazem parte desta análise, veja as afirmações a seguir: I - Levantamento dos fatores geomorfológicos, como hipsometria, declividades e drenagem. II - Análise das personalidades do terreno: características e potencialidades, ritmos naturais e efeitos sensoriais. III - Análise dos fatores naturais; clima, regime pluviométrico e dos ventos, insolação, microclimas e iluminação. IV - Plantas dos conjuntos sazonais propostos: primavera, verão, outono e inverno. Quais afirmativas estão corretas? A. I, II e IV A afirmativa IV apresenta-se incorreta, pois o ideal é um projeto paisagístico poder ser apreciado em todas as estações do ano, sendo a mescla de espécies importantes para este efeito. Porém, não fazem parte da análise da paisagem, mas do resultado final. B. I, II e III As afirmativas apresentam as etapas para a preparação de um projeto paisagístico. C. Apenas a alternativa IV está correta. A afirmativa IV apresenta-se incorreta, pois o ideal é um projeto paisagístico poder ser apreciado em todas as estações do ano, sendo a mescla de espécies importantespara este efeito. Porém, não fazem parte da análise da paisagem, mas do resultado final. D. Apenas a alternativa I está correta. Saber a morfologia dos solos é fundamental para designar quais espécies utilizar em determinado local, entretanto há outras alternativas que também são etapas do projeto paisagístico. E. Apenas a alternativa II está correta. O terreno deve ser estudado previamente e suas características mapeadas para que as plantas sejam adequadas a estas personalidades, entretanto não é a única afirmativa que faz parte das etapas de um projeto paisagístico. 3. A escolha das espécies deve considerar as condições ambientais e do suporte específico do local onde serão plantadas. Assim, aponte a alternativa que não está correta. A. Plantas que apresentam princípios tóxicos, espinhos ou fragilidade devem ficar restritas a áreas onde estes aspectos possam ser neutralizados. Estas plantas, ficando em locais muito expostos, podem intoxicar pessoas ou animais, por isso a importância de serem neutralizadas. B. Árvores e arbustos de crescimento rápido, geralmente, necessitam de manutenção especial de podas e cortes, sendo aconselháveis, portanto, para o uso em espaço público. Todas as espécies que exijam grande necessidade de manutenção não são indicadas para uso em locais públicos. C. Muitas plantas não resistem à estiagem prolongada, não sendo aconselhável para plantio em espaços públicos, onde a irrigação é precária ou inexistente. Há plantas que se adequam a essas condições, mas nem todas são recomendadas, sendo necessário o conhecimento de suas características e a manutenção. D. A morfologia da planta pode ser alterada conforme diferentes climas ou temperatura, podendo a mesma espécie ter um crescimento maior em regiões úmidas e quentes do que em regiões frias ou áridas. O crescimento das plantas ocorre através de um conjunto de características, que mudam de um local para o outro e influem no crescimento. E. Uma mesma planta pode apresentar diferentes cores na sua composição, de acordo com as características dos nutrientes existentes no solo. Muitas plantas têm sua coloração modificada de acordo com o solo onde estão inseridas. Outras vezes, criadores fazem essa modificação para atingir determinados resultados. 4. São plantas com porte menor que o das árvores, não ultrapassando os 3 metros de altura. Podem ter estrutura lenhosa, semilenhosa ou herbácea. Esse conceito refere-se a qual espécie vegetal? A. Espécies aquáticas. São espécies de vegetais adaptáveis a meios aquáticos. B. Gramas e forrações. Gramas e forrações são espécies que formam grandes tapetes vegetais, gerados pelo seu crescimento no sentido horizontal. C. Trepadeiras. Trepadeiras são plantas que, quando seus ramos tocam em um obstáculo, enrolam-se, subindo e/ou desenvolvendo-se em espiral. D. Palmeiras. As palmeiras pertencem à categoria das árvores. E. Arbustos. Os arbustos, por suas diferentes características volumétricas, são muito utilizados em projetos paisagísticos. 5. A topiaria é uma prática muito vista em projetos paisagísticos e consiste na poda de espécies vegetais do tipo: A. Árvores. Podem ser podadas, mas a finalidade não se aplica à arte de topiarias, e sim a ordenar e guiar seu crescimento. B. Flores. A poda não se dá para finalidade de topiaria. C. Arbusto. Seus galhos e suas folhas permitem que as podas deem formas diferenciadas às plantas. D. Gramas e forrações. Não têm porte para essa prática. E. Hortícolas. São vegetais, sem possibilidade de topiarias. - Unidade 4.2 1. Assinale a alternativa que preenche corretamente a frase: A representação gráfica de um projeto paisagístico deve apresentar um grau de detalhamento que permita a qualquer executor entender quais espécies deverá utilizar, bem como_________________________ A. Qual será a quantidade de água que cada espécie deverá receber para que se desenvolva corretamente. A quantidade de água que uma planta deve receber não está presente na representação gráfica de um projeto paisagístico. B. O posicionamento que cada planta deverá ter no lote, através de marcações feitas por meio de pontos cartesianos. O posicionamento de cada planta deve estar especificado para que o projeto seja executado com rigor e precisão. C. A incidência de radiação solar nas plantas, indicando as horas de maior projeção de sol e sombras. Não faz parte da representação gráfica de um projeto paisagístico a incidência solar nas plantas, apenas o posicionamento do norte geográfico. D. A demarcação das vegetações dos terrenos vizinhos. O projeto deverá respeitar os limites do lote em que estiver inserido. Para fins de levantamento prévio, esta demarcação pode ser importante, mas não no projeto executivo de paisagismo. E. A divisão interna dos ambientes das edificações em que o projeto se desenvolve no entorno externo. Para a execução de um projeto paisagístico, os executores não precisam saber o que está ocorrendo no interior da edificação. 2. Os elementos paisagísticos nos permitem transmitir o contexto de um desenho. Entre esses elementos temos como exemplos a vegetação natural, como árvores, arbustos e gramíneas; ou as construções externas, como terraços, calçamentos e muros de arrimo. Com esses elementos de paisagismo: A. A chance de conseguirmos representar o perfil de um terreno fica distorcida, em virtude dos elementos atrapalharem a sua leitura. O perfil natural do terreno continua sendo representado corretamente, mesmo com a inserção dos elementos. B. A indicação de escalas dos desenhos fica subentendida. A escala pode ser identificada mais facilmente pela inserção de elementos como vegetações e calungas. C. O enquadramento de vistas não ocorre. As vegetações e seus elementos auxiliam no enquadramento de vistas e identificação do seu posicionamento. D. Os espaços externos são definidos. Espaços internos não apresentam vegetações, a não ser que sejam espaços destinados a elas, como jardins internos, ou posicionadas em vasos. Os espaços externos costumam representar elementos paisagísticos para demarcação dos limites entre interior e exterior. E. Os fluxos de pessoas e veículos não são percebidos em um projeto paisagístico. Os projetos paisagísticos direcionam movimentos e fluxos. 3. Sobre a representação gráfica de vegetações, assinale a alternativa correta: A. A representação gráfica de vegetações arbóreas apresenta um padrão de representação em que o diâmetro das copas se mantém constante. O diâmetro das copas das árvores deve respeitar seu dimensionamento real, portanto, será variável de acordo com o porte e tamanho da árvore. B. Em plantas baixas, cortamos os troncos das árvores e, portanto, podemos apenas sugerir o diâmetro das copas, utilizando linhas tracejadas. Caso a vegetação apresente altura superior a altura de corte da planta baixa, correspondente a 1,5 metros de altura, esta representação está coerente com as normas de representação gráfica de vegetações. C. Os calçamentos estão subentendidos no projeto de paisagismo, sendo posicionados sempre nos locais onde não há representação de vegetações. A tonalidade e a textura das vegetações, sejam gramíneas, arbustivas ou outras espécies, deve oferecer o grau de contraste necessário para definir os calçamentos, terraços e outras construções externas subjacentes, sempre demonstrando a materialidade a ser empregada. D. A disposição das vegetações no projeto deve ocorrer de forma aleatória. Sempre devemos observar as escalas adequadas das árvores e os tipos escolhidos devem ser adequados a posição geográfica da arquitetura, não devendo ser dispostas aleatoriamente. E. Quanto maior o detalhamento do desenho das vegetações, mais fácil é a sua identificação. A quantidade de detalhes vai depender da escala do projeto, devendo também ser coerente com o estilo. 4. Um projeto de paisagismo pode ser representado de diferentes formas. Assinale a alternativa correta: A. Um projeto paisagístico pode mesclar diferentes formas de graficação, podendo ser graficado parcialmente em meio digital, ecomplementado de forma manual, por exemplo. A mescla de graficações é bastante utilizada em projetos paisagísticos, principalmente no uso de cores e sombras. B. Um projeto paisagístico depende exclusivamente da planta de locação das vegetações para sua correta execução. Um projeto paisagístico, para ser executado corretamente, além da planta de locação das vegetações precisa de um memorial e especificação das espécies e quantidades a serem utilizadas. C. Os projetos paisagísticos devem apresentar as vegetações com cotas em sistema cartesiano, considerando a posição das copas das árvores e das massas verdes de arbustos, folhagens e forrações. As cotas devem considerar o caule das vegetações, e não as copas, para locação correta de sua plantação no sítio. D. As vegetações podem ser representadas com suas dimensões de plantio. As vegetações devem ser representadas com suas dimensões já no tamanho adulto. E. Não é possível identificar em graficações de projetos paisagísticos os tipos de vegetações a serem utilizados sem o auxílio de um memorial. A graficação do projeto paisagístico deve permitir a identificação do tipo de vegetação utilizada. 5. Na representação gráfica de vegetações podemos representar, além da forma da vegetação, muitas outras de suas características, exceto: A. Sombra gerada pela vegetação. A sombra pode ser identificada pela projeção sobre outras espécies e/ou elementos edificados. B. Tamanho das copas das vegetações. As copas devem ser representadas sempre e devem expressar o tamanho real da espécie em idade adulta. C. Altura das vegetações. Pode ser identificada pela sobreposição de desenhos ou pela sombra projetada. D. Posicionamento do tronco das vegetações. É fundamental identificar o posicionamento dos troncos das vegetações para saber onde será realizado o plantio de cada muda. E. A projeção das raízes. Não podemos identificar pelo desenho qual a área que as raízes irão ocupar. - Conteúdo Complementar 1 1. No projeto paisagístico, os elementos trabalhados na composição dos ambientes externos são as vegetações e seus mais variados tipos de aplicação. Observe a imagem a seguir e assinale a alternativa correta sobre a classificação da vegetação indicada com o retângulo em vermelho. A. Herbácea. A figura indica uma vegetação arbórea ainda que de pequeno porte. Plantas arbóreas são aquelas que apresentam caule único e ramos com folhas, como as árvores, palmeiras e coníferas. Já que tem o caule autoportante, não se trata de uma trepadeira que se apoiaria sobre uma estrutura. Como possui um único caule juto ao solo, não se trata de um arbusto que tem o caule subdividido junto ao solo. O caule único se diferencias dos caules herbáceos, forrações que não superam a altura de 1 m. Não é piso vegetal porque este é rasteiro e resistente ao pisoteio, como, por exemplo, o gramado da imagem. B. Trepadeira. A figura indica uma vegetação arbórea ainda que de pequeno porte. Plantas arbóreas são aquelas que apresentam caule único e ramos com folhas, como as árvores, palmeiras e coníferas. Já que tem o caule autoportante, não se trata de uma trepadeira que se apoiaria sobre uma estrutura. Como possui um único caule juto ao solo, não se trata de um arbusto que tem o caule subdividido junto ao solo. O caule único se diferencias dos caules herbáceos, forrações que não superam a altura de 1 m. Não é piso vegetal porque este é rasteiro e resistente ao pisoteio, como, por exemplo, o gramado da imagem. C. Arbusto. A figura indica uma vegetação arbórea ainda que de pequeno porte. Plantas arbóreas são aquelas que apresentam caule único e ramos com folhas, como as árvores, palmeiras e coníferas. Já que tem o caule autoportante, não se trata de uma trepadeira que se apoiaria sobre uma estrutura. Como possui um único caule juto ao solo, não se trata de um arbusto que tem o caule subdividido junto ao solo. O caule único se diferencias dos caules herbáceos, forrações que não superam a altura de 1 m. Não é piso vegetal porque este é rasteiro e resistente ao pisoteio, como, por exemplo, o gramado da imagem. D. Arbórea. A figura indica uma vegetação arbórea ainda que de pequeno porte. Plantas arbóreas são aquelas que apresentam caule único e ramos com folhas, como as árvores, palmeiras e coníferas. Já que tem o caule autoportante, não se trata de uma trepadeira que se apoiaria sobre uma estrutura. Como possui um único caule juto ao solo, não se trata de um arbusto que tem o caule subdividido junto ao solo. O caule único se diferencias dos caules herbáceos, forrações que não superam a altura de 1 m. Não é piso vegetal porque este é rasteiro e resistente ao pisoteio, como, por exemplo, o gramado da imagem. E. Piso vegetal. A figura indica uma vegetação arbórea ainda que de pequeno porte. Plantas arbóreas são aquelas que apresentam caule único e ramos com folhas, como as árvores, palmeiras e coníferas. Já que tem o caule autoportante, não se trata de uma trepadeira que se apoiaria sobre uma estrutura. Como possui um único caule juto ao solo, não se trata de um arbusto que tem o caule subdividido junto ao solo. O caule único se diferencias dos caules herbáceos, forrações que não superam a altura de 1 m. Não é piso vegetal porque este é rasteiro e resistente ao pisoteio, como, por exemplo, o gramado da imagem. 2. “O contexto não é menos importante na paisagem. A paisagem determina o contexto para tudo que é construído e para as atividades cotidianas de nossas vidas. Qualquer coisa que é construída na paisagem precisa levar em consideração seu entorno e sua inserção no meio, para que possa ser bem-sucedida e sustentável, e isso é essencial para a prática da arquitetura paisagística.” (WATERMAN, 2010, p. 50) Sobre o contexto de ambientes externos em projetos paisagísticos, é possível afirmar que: A. É preferível que o arquiteto paisagista selecione plantas nativas para seus projetos em detrimento das plantas exóticas, porque estas podem prejudicar a biodiversidade local. É preferível que o arquiteto paisagista selecione plantas nativas para seus projetos em detrimento das plantas exóticas, porque estas podem prejudicar a biodiversidade local. A localização do terreno é importante para definirmos clima, insolação, umidade, temperatura e direção dos ventos dominantes. As vegetações nativas existentes no Brasil devem ser especificadas de acordo com a região, pois cada região do País apresenta um tipo de clima distinto, logo, uma vegetação nativa distinta. A importância de se definir o contexto no projeto paisagístico diz respeito à capacidade do projetista de dominar as características do local e tirar proveito delas para elaborar um projeto adequado. A incidência solar no contexto é um aspecto importante, porque as vegetações necessitam de quantidades diferentes de luz solar, direta ou indireta. B. A localização do terreno é importante somente para definirmos a direção dos ventos dominantes e da posição solar. É preferível que o arquiteto paisagista selecione plantas nativas para seus projetos em detrimento das plantas exóticas, porque estas podem prejudicar a biodiversidade local. A localização do terreno é importante para definirmos clima, insolação, umidade, temperatura e direção dos ventos dominantes. As vegetações nativas existentes no Brasil devem ser especificadas de acordo com a região, pois cada região do País apresenta um tipo de clima distinto, logo, uma vegetação nativa distinta. A importância de se definir o contexto no projeto paisagístico diz respeito à capacidade do projetista de dominar as características do local e tirar proveito delas para elaborar um projeto adequado. A incidência solar no contexto é um aspecto importante, porque as vegetações necessitam de quantidades diferentes de luz solar, direta ou indireta. C. As vegetações nativas existentes no Brasil podem ser especificadas independentemente da região. É preferível que o arquiteto paisagista selecione plantas nativas para seus projetos em detrimento das plantas exóticas, porque estas podem prejudicara biodiversidade local. A localização do terreno é importante para definirmos clima, insolação, umidade, temperatura e direção dos ventos dominantes. As vegetações nativas existentes no Brasil devem ser especificadas de acordo com a região, pois cada região do País apresenta um tipo de clima distinto, logo, uma vegetação nativa distinta. A importância de se definir o contexto no projeto paisagístico diz respeito à capacidade do projetista de dominar as características do local e tirar proveito delas para elaborar um projeto adequado. A incidência solar no contexto é um aspecto importante, porque as vegetações necessitam de quantidades diferentes de luz solar, direta ou indireta. D. A importância de se definir o contexto no projeto paisagístico diz respeito à capacidade do projetista de alterar o clima de uma região com a implementação da vegetação adequada. É preferível que o arquiteto paisagista selecione plantas nativas para seus projetos em detrimento das plantas exóticas, porque estas podem prejudicar a biodiversidade local. A localização do terreno é importante para definirmos clima, insolação, umidade, temperatura e direção dos ventos dominantes. As vegetações nativas existentes no Brasil devem ser especificadas de acordo com a região, pois cada região do País apresenta um tipo de clima distinto, logo, uma vegetação nativa distinta. A importância de se definir o contexto no projeto paisagístico diz respeito à capacidade do projetista de dominar as características do local e tirar proveito delas para elaborar um projeto adequado. A incidência solar no contexto é um aspecto importante, porque as vegetações necessitam de quantidades diferentes de luz solar, direta ou indireta. E. A incidência solar no contexto não é um aspecto importante, uma vez que todas as vegetações necessitam de luz solar direta. É preferível que o arquiteto paisagista selecione plantas nativas para seus projetos em detrimento das plantas exóticas, porque estas podem prejudicar a biodiversidade local. A localização do terreno é importante para definirmos clima, insolação, umidade, temperatura e direção dos ventos dominantes. As vegetações nativas existentes no Brasil devem ser especificadas de acordo com a região, pois cada região do País apresenta um tipo de clima distinto, logo, uma vegetação nativa distinta. A importância de se definir o contexto no projeto paisagístico diz respeito à capacidade do projetista de dominar as características do local e tirar proveito delas para elaborar um projeto adequado. A incidência solar no contexto é um aspecto importante, porque as vegetações necessitam de quantidades diferentes de luz solar, direta ou indireta. 3. Enquanto o arquiteto utiliza revestimentos de piso, texturas em paredes, fechamentos em cortinas, especificação de mobiliário, etc., o paisagista trabalha com a composição e a seleção de vegetações segundo seus atributos morfológicos e biológicos para áreas externas. Escolha a alternativa que discrimina corretamente o tipo de vegetação e seus atributos: A. Pisos vegetais – plantas de até 30 cm, não admitem pisoteio. Os arbustos têm entre 5 e 6 m de altura e caule subdividido próximo ao solo. As plantas arbóreas do tipo coníferas são árvores de grande porte com caule vertical e ramificações laterais, enquanto as arbóreas do tipo palmeiras têm caule único alongado e folhas no topo. As plantas que necessitam de estrutura externa como apoio, como as parreiras, são as trepadeiras. Diferentemente das herbáceas, que são plantas de caule herbáeo (macio), que não ultrapassam 1m de altra; também chamadas de plantas herbáceas rasteiras elas podem ser os pisos vegetais, fortemente enraizados que admitem o pisoteio, ou as forrações, que podem alcançar até 30cm e não admitem pisoteio. B. Plantas arbustivas – têm entre 5 e 6 m de altura e caule subdividido próximo ao solo. Os arbustos têm entre 5 e 6 m de altura e caule subdividido próximo ao solo. As plantas arbóreas do tipo coníferas são árvores de grande porte com caule vertical e ramificações laterais, enquanto as arbóreas do tipo palmeiras têm caule único alongado e folhas no topo. As plantas que necessitam de estrutura externa como apoio, como as parreiras, são as trepadeiras. Diferentemente das herbáceas, que são plantas de caule herbáeo (macio), que não ultrapassam 1m de altra; também chamadas de plantas herbáceas rasteiras elas podem ser os pisos vegetais, fortemente enraizados que admitem o pisoteio, ou as forrações, que podem alcançar até 30cm e não admitem pisoteio. C. Plantas arbóreas do tipo palmeiras – árvores de grande porte com caule vertical, com ramificações laterais. Os arbustos têm entre 5 e 6 m de altura e caule subdividido próximo ao solo. As plantas arbóreas do tipo coníferas são árvores de grande porte com caule vertical e ramificações laterais, enquanto as arbóreas do tipo palmeiras têm caule único alongado e folhas no topo. As plantas que necessitam de estrutura externa como apoio, como as parreiras, são as trepadeiras. Diferentemente das herbáceas, que são plantas de caule herbáeo (macio), que não ultrapassam 1m de altra; também chamadas de plantas herbáceas rasteiras elas podem ser os pisos vegetais, fortemente enraizados que admitem o pisoteio, ou as forrações, que podem alcançar até 30cm e não admitem pisoteio. D. Plantas herbáceas – plantas de caule que necessitam de estrutura externa como apoio (por exemplo, parreiras). Os arbustos têm entre 5 e 6 m de altura e caule subdividido próximo ao solo. As plantas arbóreas do tipo coníferas são árvores de grande porte com caule vertical e ramificações laterais, enquanto as arbóreas do tipo palmeiras têm caule único alongado e folhas no topo. As plantas que necessitam de estrutura externa como apoio, como as parreiras, são as trepadeiras. Diferentemente das herbáceas, que são plantas de caule herbáeo (macio), que não ultrapassam 1m de altra; também chamadas de plantas herbáceas rasteiras elas podem ser os pisos vegetais, fortemente enraizados que admitem o pisoteio, ou as forrações, que podem alcançar até 30cm e não admitem pisoteio. E. Forrações – plantas rasteiras fortemente enraizadas que permitem pisoteio e poda rente ao solo. Os arbustos têm entre 5 e 6 m de altura e caule subdividido próximo ao solo. As plantas arbóreas do tipo coníferas são árvores de grande porte com caule vertical e ramificações laterais, enquanto as arbóreas do tipo palmeiras têm caule único alongado e folhas no topo. As plantas que necessitam de estrutura externa como apoio, como as parreiras, são as trepadeiras. Diferentemente das herbáceas, que são plantas de caule herbáeo (macio), que não ultrapassam 1m de altra; também chamadas de plantas herbáceas rasteiras elas podem ser os pisos vegetais, fortemente enraizados que admitem o pisoteio, ou as forrações, que podem alcançar até 30cm e não admitem pisoteio. 4. O projeto de paisagismo tem como objetivo qualificar ambientes externos de diversas dimensões, desde jardins e recantos até praças e parques urbanos. Nesse sentido, pode-se afirmar que: A. A escolha da arborização urbana de determinada cidade não é um projeto de paisagismo. A escolha da arborização urbana de determinada cidade é um projeto de paisagismo específico para cidades, que considera o impacto das árvores na infraestrutura. O projeto paisagístico de parques urbanos não precisa ser realizado em conjunto com um urbanista; o paisagista pode desenvolver o projeto. A construção de um jardim interno nem sempre requer o trabalho de um paisagista — por exemplo, uma área pequena dispensa esse profissional; o trabalho pode ser realizado pelo proprietário ou por um jardineiro. Os projetos paisagísticos devem considerar os aspectos do contexto e as características das plantas, sejam elas nativas, sejam elas exóticas. Além disso, devem considerar os aspectos contextuais e as características da vegetação, a fim de produzirem uma composição estética e ambiental qualificada. B. O projeto paisagístico de parques urbanos deverá ser realizado em conjunto com um urbanista.A escolha da arborização urbana de determinada cidade é um projeto de paisagismo específico para cidades, que considera o impacto das árvores na infraestrutura. O projeto paisagístico de parques urbanos não precisa ser realizado em conjunto com um urbanista; o paisagista pode desenvolver o projeto. A construção de um jardim interno nem sempre requer o trabalho de um paisagista — por exemplo, uma área pequena dispensa esse profissional; o trabalho pode ser realizado pelo proprietário ou por um jardineiro. Os projetos paisagísticos devem considerar os aspectos do contexto e as características das plantas, sejam elas nativas, sejam elas exóticas. Além disso, devem considerar os aspectos contextuais e as características da vegetação, a fim de produzirem uma composição estética e ambiental qualificada. C. A construção de um jardim interno sempre requer o trabalho de um paisagista, independentemente de suas dimensões. A escolha da arborização urbana de determinada cidade é um projeto de paisagismo específico para cidades, que considera o impacto das árvores na infraestrutura. O projeto paisagístico de parques urbanos não precisa ser realizado em conjunto com um urbanista; o paisagista pode desenvolver o projeto. A construção de um jardim interno nem sempre requer o trabalho de um paisagista — por exemplo, uma área pequena dispensa esse profissional; o trabalho pode ser realizado pelo proprietário ou por um jardineiro. Os projetos paisagísticos devem considerar os aspectos do contexto e as características das plantas, sejam elas nativas, sejam elas exóticas. Além disso, devem considerar os aspectos contextuais e as características da vegetação, a fim de produzirem uma composição estética e ambiental qualificada. D. Os projetos paisagísticos devem considerar somente os aspectos do contexto e especificar plantas nativas. A escolha da arborização urbana de determinada cidade é um projeto de paisagismo específico para cidades, que considera o impacto das árvores na infraestrutura. O projeto paisagístico de parques urbanos não precisa ser realizado em conjunto com um urbanista; o paisagista pode desenvolver o projeto. A construção de um jardim interno nem sempre requer o trabalho de um paisagista — por exemplo, uma área pequena dispensa esse profissional; o trabalho pode ser realizado pelo proprietário ou por um jardineiro. Os projetos paisagísticos devem considerar os aspectos do contexto e as características das plantas, sejam elas nativas, sejam elas exóticas. Além disso, devem considerar os aspectos contextuais e as características da vegetação, a fim de produzirem uma composição estética e ambiental qualificada. E. Os projetos paisagísticos devem considerar os aspectos contextuais e as características da vegetação, a fim de produzirem uma composição estética e ambiental qualificada. A escolha da arborização urbana de determinada cidade é um projeto de paisagismo específico para cidades, que considera o impacto das árvores na infraestrutura. O projeto paisagístico de parques urbanos não precisa ser realizado em conjunto com um urbanista; o paisagista pode desenvolver o projeto. A construção de um jardim interno nem sempre requer o trabalho de um paisagista — por exemplo, uma área pequena dispensa esse profissional; o trabalho pode ser realizado pelo proprietário ou por um jardineiro. Os projetos paisagísticos devem considerar os aspectos do contexto e as características das plantas, sejam elas nativas, sejam elas exóticas. Além disso, devem considerar os aspectos contextuais e as características da vegetação, a fim de produzirem uma composição estética e ambiental qualificada. 5. A composição paisagística consiste na elaboração harmônica dos planos verticais e horizontais de ambientes externos. Observe as imagens a seguir e marque a alternativa que descreve corretamente o uso da vegetação. A. Plantas arbóreas alinhadas para sombreamento. As plantas arbóreas estão organizadas em maciços ao longo dos caminhos para proteção solar. A vegetação arbustiva delimita deck de madeira. São os arbustos que apresentam poda topiaria como monumentos plantados na praça. O alinhamento das palmeiras não serve como proteção solar dos pedestres, pois são árvores com uma copa pequena e de pouca sombra. A praça apresenta diversos exemplares arbóreos para sombreamento dos trajetos. B. Vegetação arbustiva delimita deck de madeira. As plantas arbóreas estão organizadas em maciços ao longo dos caminhos para proteção solar. A vegetação arbustiva delimita deck de madeira. São os arbustos que apresentam poda topiaria como monumentos plantados na praça. O alinhamento das palmeiras não serve como proteção solar dos pedestres, pois são árvores com uma copa pequena e de pouca sombra. A praça apresenta diversos exemplares arbóreos para sombreamento dos trajetos. C. Herbáceas com poda topiaria, como monumentos plantados na praça. As plantas arbóreas estão organizadas em maciços ao longo dos caminhos para proteção solar. A vegetação arbustiva delimita deck de madeira. São os arbustos que apresentam poda topiaria como monumentos plantados na praça. O alinhamento das palmeiras não serve como proteção solar dos pedestres, pois são árvores com uma copa pequena e de pouca sombra. A praça apresenta diversos exemplares arbóreos para sombreamento dos trajetos. D. Alinhamento das palmeiras para proteção solar dos pedestres. As plantas arbóreas estão organizadas em maciços ao longo dos caminhos para proteção solar. A vegetação arbustiva delimita deck de madeira. São os arbustos que apresentam poda topiaria como monumentos plantados na praça. O alinhamento das palmeiras não serve como proteção solar dos pedestres, pois são árvores com uma copa pequena e de pouca sombra. A praça apresenta diversos exemplares arbóreos para sombreamento dos trajetos. E. Praça com poucos exemplares arbóreos para sombreamento dos trajetos. As plantas arbóreas estão organizadas em maciços ao longo dos caminhos para proteção solar. A vegetação arbustiva delimita deck de madeira. São os arbustos que apresentam poda topiaria como monumentos plantados na praça. O alinhamento das palmeiras não serve como proteção solar dos pedestres, pois são árvores com uma copa pequena e de pouca sombra. A praça apresenta diversos exemplares arbóreos para sombreamento dos trajetos. - Conteúdo Complementar 2 1. A avaliação do local é uma das principais etapas para o desenvolvimento de um projeto paisagístico. É muito importante coletar o máximo de informações possível para conseguir escolher as espécies que irão se adaptar melhor. A respeito dessa etapa, é correto dizer que: A. a etapa de avaliação acontece depois da etapa de lançamento de diretrizes. O local deve ser avaliado antes de lançar as diretrizes, já que isso irá trazer informações úteis para o lançamento destas. A análise de insolação influencia muito na escolha das espécies, já que a adequação a essa variável é uma condição de sobrevivência para elas. A análise da umidade é um dos pontos importantes para ajudar a definir as espécies, já que é preferível que se escolham espécies adaptadas às condições. O uso do ar condicionado não deve ser considerado como elemento determinante para a escolha das espécies, é preferível alguma que se adapte às condições normais do ambiente. A verificação da temperatura é importante para a escolha das espécies, já que é preferível alguma já adaptada àquela temperatura. A necessidade de climatização para a sobrevivência de uma espécie deve ser considerada com muita cautela, já que torna o projeto muito oneroso. B. a análise da insolação do local é feita majoritariamente para tomar decisões de implantação de proteção solar. O local deve ser avaliado antes de lançar as diretrizes, já que isso irá trazer informações úteis para o lançamento destas. A análise de insolação influencia muito na escolha das espécies, já que a adequação a essa variável é uma condição de sobrevivência para elas. A análise da umidade é um dos pontos importantes para ajudar a definir as espécies,já que é preferível que se escolham espécies adaptadas às condições. O uso do ar condicionado não deve ser considerado como elemento determinante para a escolha das espécies, é preferível alguma que se adapte às condições normais do ambiente. A verificação da temperatura é importante para a escolha das espécies, já que é preferível alguma já adaptada àquela temperatura. A necessidade de climatização para a sobrevivência de uma espécie deve ser considerada com muita cautela, já que torna o projeto muito oneroso. C. a análise da umidade do ar pode ajudar a definir as melhores espécies. O local deve ser avaliado antes de lançar as diretrizes, já que isso irá trazer informações úteis para o lançamento destas. A análise de insolação influencia muito na escolha das espécies, já que a adequação a essa variável é uma condição de sobrevivência para elas. A análise da umidade é um dos pontos importantes para ajudar a definir as espécies, já que é preferível que se escolham espécies adaptadas às condições. O uso do ar condicionado não deve ser considerado como elemento determinante para a escolha das espécies, é preferível alguma que se adapte às condições normais do ambiente. A verificação da temperatura é importante para a escolha das espécies, já que é preferível alguma já adaptada àquela temperatura. A necessidade de climatização para a sobrevivência de uma espécie deve ser considerada com muita cautela, já que torna o projeto muito oneroso. D. a presença de umidade no local não tende a influenciar no projeto, já que ela pode sempre ser amenizada com ar condicionado. O local deve ser avaliado antes de lançar as diretrizes, já que isso irá trazer informações úteis para o lançamento destas. A análise de insolação influencia muito na escolha das espécies, já que a adequação a essa variável é uma condição de sobrevivência para elas. A análise da umidade é um dos pontos importantes para ajudar a definir as espécies, já que é preferível que se escolham espécies adaptadas às condições. O uso do ar condicionado não deve ser considerado como elemento determinante para a escolha das espécies, é preferível alguma que se adapte às condições normais do ambiente. A verificação da temperatura é importante para a escolha das espécies, já que é preferível alguma já adaptada àquela temperatura. A necessidade de climatização para a sobrevivência de uma espécie deve ser considerada com muita cautela, já que torna o projeto muito oneroso. E. a verificação da temperatura do local é necessária principalmente para verificar a necessidade de climatizar o espaço para as espécies. O local deve ser avaliado antes de lançar as diretrizes, já que isso irá trazer informações úteis para o lançamento destas. A análise de insolação influencia muito na escolha das espécies, já que a adequação a essa variável é uma condição de sobrevivência para elas. A análise da umidade é um dos pontos importantes para ajudar a definir as espécies, já que é preferível que se escolham espécies adaptadas às condições. O uso do ar condicionado não deve ser considerado como elemento determinante para a escolha das espécies, é preferível alguma que se adapte às condições normais do ambiente. A verificação da temperatura é importante para a escolha das espécies, já que é preferível alguma já adaptada àquela temperatura. A necessidade de climatização para a sobrevivência de uma espécie deve ser considerada com muita cautela, já que torna o projeto muito oneroso. 2. A determinação das espécies vegetais é uma das fases mais importantes do projeto paisagístico. A adequação das espécies vai garantir que o projeto fique exuberante por mais tempo. A respeito dessa fase, é correto afirmar que: A. é preferível escolher espécies que tenham facilidade de desenvolvimento nas condições do local, dessa forma pode-se conservar o paisagismo exuberante por mais tempo. A vegetação mais adequada deve sempre estar adaptada às condições do local, pois é a única forma de prolongar a vida útil. É possível importar espécies de climas, mas deve-se sempre dar prioridade às nativas e às disponíveis, para diminuir os custos. Deve-se considerar o estado da vegetação em todas as estações do ano, pois o espaço pode ser utilizado em qualquer temperatura. As espécies caducifólias podem servir a um propósito, mas elas devem ser escolhidas com consciência, já que, muitas vezes, o efeito causado por elas não é o desejado. Elas produzem acúmulo de folhas, mas muitas vezes devem ser escolhidas se atendem a uma demanda de projeto. As espécies adaptadas a climas secos podem sobreviver bem no ar condicionado, mas esse nem sempre é o caso. Existem locais com umidade muito alta em que as plantas de clima seco não se adaptariam. B. é preferível priorizar espécies importadas de climas frios, já que elas são um grande atrativo para os usuários. A vegetação mais adequada deve sempre estar adaptada às condições do local, pois é a única forma de prolongar a vida útil. É possível importar espécies de climas, mas deve-se sempre dar prioridade às nativas e às disponíveis, para diminuir os custos. Deve-se considerar o estado da vegetação em todas as estações do ano, pois o espaço pode ser utilizado em qualquer temperatura. As espécies caducifólias podem servir a um propósito, mas elas devem ser escolhidas com consciência, já que, muitas vezes, o efeito causado por elas não é o desejado. Elas produzem acúmulo de folhas, mas muitas vezes devem ser escolhidas se atendem a uma demanda de projeto. As espécies adaptadas a climas secos podem sobreviver bem no ar condicionado, mas esse nem sempre é o caso. Existem locais com umidade muito alta em que as plantas de clima seco não se adaptariam. C. a necessidade de considerar o estado da vegetação durante o inverno é ínfima, já que a maioria dos usuários não interage com a vegetação em temperaturas baixas. A vegetação mais adequada deve sempre estar adaptada às condições do local, pois é a única forma de prolongar a vida útil. É possível importar espécies de climas, mas deve-se sempre dar prioridade às nativas e às disponíveis, para diminuir os custos. Deve-se considerar o estado da vegetação em todas as estações do ano, pois o espaço pode ser utilizado em qualquer temperatura. As espécies caducifólias podem servir a um propósito, mas elas devem ser escolhidas com consciência, já que, muitas vezes, o efeito causado por elas não é o desejado. Elas produzem acúmulo de folhas, mas muitas vezes devem ser escolhidas se atendem a uma demanda de projeto. As espécies adaptadas a climas secos podem sobreviver bem no ar condicionado, mas esse nem sempre é o caso. Existem locais com umidade muito alta em que as plantas de clima seco não se adaptariam. D. é prefeível priorizar espécies caducifólias, para que tenham exuberância no verão e permeabilidade no inverno. A vegetação mais adequada deve sempre estar adaptada às condições do local, pois é a única forma de prolongar a vida útil. É possível importar espécies de climas, mas deve-se sempre dar prioridade às nativas e às disponíveis, para diminuir os custos. Deve-se considerar o estado da vegetação em todas as estações do ano, pois o espaço pode ser utilizado em qualquer temperatura. As espécies caducifólias podem servir a um propósito, mas elas devem ser escolhidas com consciência, já que, muitas vezes, o efeito causado por elas não é o desejado. Elas produzem acúmulo de folhas, mas muitas vezes devem ser escolhidas se atendem a uma demanda de projeto. As espécies adaptadas a climas secos podem sobreviver bem no ar condicionado, mas esse nem sempre é o caso. Existem locais com umidade muito alta em que as plantas de clima seco não se adaptariam. E. é recomendável priorizar espécies de clima seco, para sobreviverem no ar condicionado. A vegetação mais adequada deve sempre estar adaptada às condições do local, pois é a única forma de prolongar a vida útil. É possível importar espécies de climas, mas deve-se sempre dar prioridade às nativas e às disponíveis, para diminuir os custos. Deve-se considerar oestado da vegetação em todas as estações do ano, pois o espaço pode ser utilizado em qualquer temperatura. As espécies caducifólias podem servir a um propósito, mas elas devem ser escolhidas com consciência, já que, muitas vezes, o efeito causado por elas não é o desejado. Elas produzem acúmulo de folhas, mas muitas vezes devem ser escolhidas se atendem a uma demanda de projeto. As espécies adaptadas a climas secos podem sobreviver bem no ar condicionado, mas esse nem sempre é o caso. Existem locais com umidade muito alta em que as plantas de clima seco não se adaptariam. 3. A análise do caráter do local de implantação do projeto paisagístico é uma forma de avaliar questões não objetivas e que podem dar diretrizes para a realização do projeto. A respeito dessa análise, é correto afirmar que: A. o caráter de um lugar é tão importante quanto a personalidade para uma pessoa. A avaliação do caráter do local engloba um conjunto de fatores, concretos ou não, que vão influenciar a leitura do ambiente. Esses atributos definem a área assim como estética, personalidade e comportamento definem uma pessoa. O contexto é de extrema importância, já que uma área urbana ou rural vão ter diferentes leituras, mesmo que tenham características físicas parecidas, assim, apenas as informações concretas recolhidas no ambiente não serão suficientes para a definição do caráter. Da mesma forma os fatores históricos e culturais, que vão influenciar o uso e percepção daquele espaço. As informações físicas são muito importantes, porém não devem ser as únicas levantadas durante o processo. As sensações percebidas pelo arquiteto dão um indício de como o local é lido e podem direcionar para uma abordagem projetual que potencialize ou diminua essas percepções, entretanto apenas a opinião do arquiteto não é suficiente para determinar as diretrizes de projeto. A avaliação do público é muito importante, já que é ele quem vai utilizar e se apropriar do espaço futuramente. B. o caráter de um local é definido majoritariamente por informações concretas recolhidas no ambiente. A avaliação do caráter do local engloba um conjunto de fatores, concretos ou não, que vão influenciar a leitura do ambiente. Esses atributos definem a área assim como estética, personalidade e comportamento definem uma pessoa. O contexto é de extrema importância, já que uma área urbana ou rural vão ter diferentes leituras, mesmo que tenham características físicas parecidas, assim, apenas as informações concretas recolhidas no ambiente não serão suficientes para a definição do caráter. Da mesma forma os fatores históricos e culturais, que vão influenciar o uso e percepção daquele espaço. As informações físicas são muito importantes, porém não devem ser as únicas levantadas durante o processo. As sensações percebidas pelo arquiteto dão um indício de como o local é lido e podem direcionar para uma abordagem projetual que potencialize ou diminua essas percepções, entretanto apenas a opinião do arquiteto não é suficiente para determinar as diretrizes de projeto. A avaliação do público é muito importante, já que é ele quem vai utilizar e se apropriar do espaço futuramente. C. as decisões de projeto devem ser tomadas baseadas apenasno contexto contemporâneo. A avaliação do caráter do local engloba um conjunto de fatores, concretos ou não, que vão influenciar a leitura do ambiente. Esses atributos definem a área assim como estética, personalidade e comportamento definem uma pessoa. O contexto é de extrema importância, já que uma área urbana ou rural vão ter diferentes leituras, mesmo que tenham características físicas parecidas, assim, apenas as informações concretas recolhidas no ambiente não serão suficientes para a definição do caráter. Da mesma forma os fatores históricos e culturais, que vão influenciar o uso e percepção daquele espaço. As informações físicas são muito importantes, porém não devem ser as únicas levantadas durante o processo. As sensações percebidas pelo arquiteto dão um indício de como o local é lido e podem direcionar para uma abordagem projetual que potencialize ou diminua essas percepções, entretanto apenas a opinião do arquiteto não é suficiente para determinar as diretrizes de projeto. A avaliação do público é muito importante, já que é ele quem vai utilizar e se apropriar do espaço futuramente. D. a análise do local deve contar com informações estritamente físicas. A avaliação do caráter do local engloba um conjunto de fatores, concretos ou não, que vão influenciar a leitura do ambiente. Esses atributos definem a área assim como estética, personalidade e comportamento definem uma pessoa. O contexto é de extrema importância, já que uma área urbana ou rural vão ter diferentes leituras, mesmo que tenham características físicas parecidas, assim, apenas as informações concretas recolhidas no ambiente não serão suficientes para a definição do caráter. Da mesma forma os fatores históricos e culturais, que vão influenciar o uso e percepção daquele espaço. As informações físicas são muito importantes, porém não devem ser as únicas levantadas durante o processo. As sensações percebidas pelo arquiteto dão um indício de como o local é lido e podem direcionar para uma abordagem projetual que potencialize ou diminua essas percepções, entretanto apenas a opinião do arquiteto não é suficiente para determinar as diretrizes de projeto. A avaliação do público é muito importante, já que é ele quem vai utilizar e se apropriar do espaço futuramente. E. as decisões de projeto devem ser tomadas com base na opinião do arquiteto. A avaliação do caráter do local engloba um conjunto de fatores, concretos ou não, que vão influenciar a leitura do ambiente. Esses atributos definem a área assim como estética, personalidade e comportamento definem uma pessoa. O contexto é de extrema importância, já que uma área urbana ou rural vão ter diferentes leituras, mesmo que tenham características físicas parecidas, assim, apenas as informações concretas recolhidas no ambiente não serão suficientes para a definição do caráter. Da mesma forma os fatores históricos e culturais, que vão influenciar o uso e percepção daquele espaço. As informações físicas são muito importantes, porém não devem ser as únicas levantadas durante o processo. As sensações percebidas pelo arquiteto dão um indício de como o local é lido e podem direcionar para uma abordagem projetual que potencialize ou diminua essas percepções, entretanto apenas a opinião do arquiteto não é suficiente para determinar as diretrizes de projeto. A avaliação do público é muito importante, já que é ele quem vai utilizar e se apropriar do espaço futuramente. 4. A avaliação das características de cada planta é de extrema importância para verificar se ela estará adequada ao sítio e às demandas de projeto. Entender como as plantas se desenvolvem é fundamental para que se possa garantir o cumprimento da sua função. A respeito das raízes das plantas, é correto afirmar que: A. existe um tipo de raiz, que varia de tamanho conforme a espécie. Existem pelo menos dois tipos de raízes: as axiais e as fasciculadas. As raízes são os elementos que fazem com que a planta fique presa ao solo contido no vaso, garantindo estabilidade. Algumas raízes são rasas, como é o caso das espécies de forração, e têm aproximadamente 0,3m. Outras raízes podem ser bem profundas, necessitando de vasos com espaço para até 1m de profundidade. As raízes não param de crescer se estão em um vaso menor do que o necessário, elas normalmente continuam seu crescimento, danificando o recipiente. B. as raizes são os elementos de sustentação da planta no recipiente. Existem pelo menos dois tipos de raízes: as axiais e as fasciculadas. As raízes são os elementos que fazem com que a planta fique presa ao solo contido no vaso, garantindo estabilidade. Algumas raízes são rasas, como é o caso das espécies de forração, e têm aproximadamente 0,3m. Outras raízes podem ser bem profundas, necessitando de vasos com espaço para até 1m de profundidade. Asraízes não param de crescer se estão em um vaso menor do que o necessário, elas normalmente continuam seu crescimento, danificando o recipiente. C. as raízes sempre são profundas, necessitando de vasos de pelo menos 1m de altura. Existem pelo menos dois tipos de raízes: as axiais e as fasciculadas. As raízes são os elementos que fazem com que a planta fique presa ao solo contido no vaso, garantindo estabilidade. Algumas raízes são rasas, como é o caso das espécies de forração, e têm aproximadamente 0,3m. Outras raízes podem ser bem profundas, necessitando de vasos com espaço para até 1m de profundidade. As raízes não param de crescer se estão em um vaso menor do que o necessário, elas normalmente continuam seu crescimento, danificando o recipiente. D. as raízes sempre são rasas, não ultrapassando 30cm de profundidade. Existem pelo menos dois tipos de raízes: as axiais e as fasciculadas. As raízes são os elementos que fazem com que a planta fique presa ao solo contido no vaso, garantindo estabilidade. Algumas raízes são rasas, como é o caso das espécies de forração, e têm aproximadamente 0,3m. Outras raízes podem ser bem profundas, necessitando de vasos com espaço para até 1m de profundidade. As raízes não param de crescer se estão em um vaso menor do que o necessário, elas normalmente continuam seu crescimento, danificando o recipiente. E. as raízes param de crescer se estão em um vaso menor que o necessário. Existem pelo menos dois tipos de raízes: as axiais e as fasciculadas. As raízes são os elementos que fazem com que a planta fique presa ao solo contido no vaso, garantindo estabilidade. Algumas raízes são rasas, como é o caso das espécies de forração, e têm aproximadamente 0,3m. Outras raízes podem ser bem profundas, necessitando de vasos com espaço para até 1m de profundidade. As raízes não param de crescer se estão em um vaso menor do que o necessário, elas normalmente continuam seu crescimento, danificando o recipiente. 5. A definição das espécies deve contar com a avaliação das características de todos os seus componentes: raiz, caule, folha, flor e frutos. Eles devem ser considerados em seu contexto botânico de crescimento e também estético. Sobre a avaliação dessas características é correto afirmar que: A. o formato do caule influencia a leitura que se tem da espécie. O formato do caule tem muita influência na leitura de cada espécie. Ele vai determinar a altura e a esbeltez de cada planta. O tamanho da folha não está relacionado com a altura, é o caule que determina isso. As espécies com floração normalmente são de difícil adaptação no interior, já que flores normalmente necessitam de muita luz natural. As espécies com frutos podem ser muito interessantes para atrair usuários, porém a maioria não se desenvolve bem em interiores, já que os frutos normalmente necessitam de muita luz para se desenvolverem. Existe a possibilidade da criação de bonsais de árvores frutíferas, entretanto eles exigem um cuidado extensivo. As raízes influenciam muito na escolha de espécies, já que podem causar danos graves e algumas delas, inclusive, ficam visíveis na superfície, causando um efeito estático. B. o tamanho da folha é o fator determinante para estabelecer a altura de uma espécie. O formato do caule tem muita influência na leitura de cada espécie. Ele vai determinar a altura e a esbeltez de cada planta. O tamanho da folha não está relacionado com a altura, é o caule que determina isso. As espécies com floração normalmente são de difícil adaptação no interior, já que flores normalmente necessitam de muita luz natural. As espécies com frutos podem ser muito interessantes para atrair usuários, porém a maioria não se desenvolve bem em interiores, já que os frutos normalmente necessitam de muita luz para se desenvolverem. Existe a possibilidade da criação de bonsais de árvores frutíferas, entretanto eles exigem um cuidado extensivo. As raízes influenciam muito na escolha de espécies, já que podem causar danos graves e algumas delas, inclusive, ficam visíveis na superfície, causando um efeito estático. C. espécies com floração são sempre ótimas escolhas para ambientes de interior. O formato do caule tem muita influência na leitura de cada espécie. Ele vai determinar a altura e a esbeltez de cada planta. O tamanho da folha não está relacionado com a altura, é o caule que determina isso. As espécies com floração normalmente são de difícil adaptação no interior, já que flores normalmente necessitam de muita luz natural. As espécies com frutos podem ser muito interessantes para atrair usuários, porém a maioria não se desenvolve bem em interiores, já que os frutos normalmente necessitam de muita luz para se desenvolverem. Existe a possibilidade da criação de bonsais de árvores frutíferas, entretanto eles exigem um cuidado extensivo. As raízes influenciam muito na escolha de espécies, já que podem causar danos graves e algumas delas, inclusive, ficam visíveis na superfície, causando um efeito estático. D. espécies com fruto são ótimas para locais de interior, pois atraem os usuários. O formato do caule tem muita influência na leitura de cada espécie. Ele vai determinar a altura e a esbeltez de cada planta. O tamanho da folha não está relacionado com a altura, é o caule que determina isso. As espécies com floração normalmente são de difícil adaptação no interior, já que flores normalmente necessitam de muita luz natural. As espécies com frutos podem ser muito interessantes para atrair usuários, porém a maioria não se desenvolve bem em interiores, já que os frutos normalmente necessitam de muita luz para se desenvolverem. Existe a possibilidade da criação de bonsais de árvores frutíferas, entretanto eles exigem um cuidado extensivo. As raízes influenciam muito na escolha de espécies, já que podem causar danos graves e algumas delas, inclusive, ficam visíveis na superfície, causando um efeito estático. E. as raízes dificilmente influenciam na escolha, já que sempre ficam escondidas. O formato do caule tem muita influência na leitura de cada espécie. Ele vai determinar a altura e a esbeltez de cada planta. O tamanho da folha não está relacionado com a altura, é o caule que determina isso. As espécies com floração normalmente são de difícil adaptação no interior, já que flores normalmente necessitam de muita luz natural. As espécies com frutos podem ser muito interessantes para atrair usuários, porém a maioria não se desenvolve bem em interiores, já que os frutos normalmente necessitam de muita luz para se desenvolverem. Existe a possibilidade da criação de bonsais de árvores frutíferas, entretanto eles exigem um cuidado extensivo. As raízes influenciam muito na escolha de espécies, já que podem causar danos graves e algumas delas, inclusive, ficam visíveis na superfície, causando um efeito estático. - Conteúdo Complementar 3 1. As plantas de exterior são divididas em muitas categorias conforme seu porte, crescimento e características formais. Analisando as suas principais categorias, como podemos definir as forrações? A. Plantas de médio porte, com caule ramificado e folhagem densa. As forrações são plantas de pequeno porte que não permitem o pisoteio. São usadas para preenchimento de grandes áreas. Elas não atingem porte médio, apesar de terem caule ramificado e folhagem densa. Podem ter floração, mas existem muitas espécies apenas com folhagem. Além disso, não existem forrações de grande porte, essa é uma característica de vegetações arbóreas. B. Plantas que permitem o pisoteio e são usadas para preenchimento de grandes áreas. As forrações são plantas de pequeno porte que não permitem o pisoteio. São usadas para preenchimento de grandes áreas. Elas não atingem porte médio, apesar de terem caule ramificado e folhagem densa. Podem ter floração, mas existem muitas espécies apenas com folhagem. Além disso, não existem forrações de grande porte, essa é uma característica de vegetações arbóreas. C. Plantas que não permitem o pisoteio e são usadas para preenchimento de grandesáreas. As forrações são plantas de pequeno porte que não permitem o pisoteio. São usadas para preenchimento de grandes áreas. Elas não atingem porte médio, apesar de terem caule ramificado e folhagem densa. Podem ter floração, mas existem muitas espécies apenas com folhagem. Além disso, não existem forrações de grande porte, essa é uma característica de vegetações arbóreas. D. Plantas de porte pequeno, com floração colorida exclusivamente. As forrações são plantas de pequeno porte que não permitem o pisoteio. São usadas para preenchimento de grandes áreas. Elas não atingem porte médio, apesar de terem caule ramificado e folhagem densa. Podem ter floração, mas existem muitas espécies apenas com folhagem. Além disso, não existem forrações de grande porte, essa é uma característica de vegetações arbóreas. E. Plantas de grande porte, com alta densidade de folhagens. As forrações são plantas de pequeno porte que não permitem o pisoteio. São usadas para preenchimento de grandes áreas. Elas não atingem porte médio, apesar de terem caule ramificado e folhagem densa. Podem ter floração, mas existem muitas espécies apenas com folhagem. Além disso, não existem forrações de grande porte, essa é uma característica de vegetações arbóreas. 2. Arbustos são plantas de porte médio que possuem caule ramificado desde o solo. Podem atingir até 4m de altura. A respeito desses arbustos, podemos afirmar que: A. são muito utilizados como delimitadores de espaços, já que apresentam concentração homogênea de massa normalmente. Os arbustos revelam concentração de massa homogênea, já que seus galhos se ramificam igualmente ao longo da altura. Por esse motivo, são muito utilizados como delimitadores de espaço, configurando plano vertical. Não são as plantas mais indicadas para cobrir grande áreas, pois não apresentam crescimento horizontal de modo geral. Não são plantas adaptadas a ambientes aquáticos, a absorção de nutrientes acontece através do solo. Podem ou não apresentar floração, mas exercem funções muito além da estética. Não são as espécies mais indicadas para coberturas, visto que têm crescimento vertical predominantemente. B. são muito utilizados para cobrir grandes áreas e evitar erosões de taludes. Os arbustos revelam concentração de massa homogênea, já que seus galhos se ramificam igualmente ao longo da altura. Por esse motivo, são muito utilizados como delimitadores de espaço, configurando plano vertical. Não são as plantas mais indicadas para cobrir grande áreas, pois não apresentam crescimento horizontal de modo geral. Não são plantas adaptadas a ambientes aquáticos, a absorção de nutrientes acontece através do solo. Podem ou não apresentar floração, mas exercem funções muito além da estética. Não são as espécies mais indicadas para coberturas, visto que têm crescimento vertical predominantemente. C. são muito utilizados em ambientes aquáticos, pois resistem bem à água. Os arbustos revelam concentração de massa homogênea, já que seus galhos se ramificam igualmente ao longo da altura. Por esse motivo, são muito utilizados como delimitadores de espaço, configurando plano vertical. Não são as plantas mais indicadas para cobrir grande áreas, pois não apresentam crescimento horizontal de modo geral. Não são plantas adaptadas a ambientes aquáticos, a absorção de nutrientes acontece através do solo. Podem ou não apresentar floração, mas exercem funções muito além da estética. Não são as espécies mais indicadas para coberturas, visto que têm crescimento vertical predominantemente. D. são utilizados somente quando apresentam floração, com objetivo estético estritamente. Os arbustos revelam concentração de massa homogênea, já que seus galhos se ramificam igualmente ao longo da altura. Por esse motivo, são muito utilizados como delimitadores de espaço, configurando plano vertical. Não são as plantas mais indicadas para cobrir grande áreas, pois não apresentam crescimento horizontal de modo geral. Não são plantas adaptadas a ambientes aquáticos, a absorção de nutrientes acontece através do solo. Podem ou não apresentar floração, mas exercem funções muito além da estética. Não são as espécies mais indicadas para coberturas, visto que têm crescimento vertical predominantemente. E. são muito utilizados para configurar planos de cobertura e proporcionar sombreamento. Os arbustos revelam concentração de massa homogênea, já que seus galhos se ramificam igualmente ao longo da altura. Por esse motivo, são muito utilizados como delimitadores de espaço, configurando plano vertical. Não são as plantas mais indicadas para cobrir grande áreas, pois não apresentam crescimento horizontal de modo geral. Não são plantas adaptadas a ambientes aquáticos, a absorção de nutrientes acontece através do solo. Podem ou não apresentar floração, mas exercem funções muito além da estética. Não são as espécies mais indicadas para coberturas, visto que têm crescimento vertical predominantemente. 3. A definição de espaços pode acontecer de diversas maneiras no projeto paisagístico. De modo geral, o espaço se configura com base na delimitação de, pelo menos, um plano que representa piso, parede ou cobertura. Para a definição de uma cobertura a partir da vegetação, selecione a melhor alternativa. A. Uso de uma forração, pois é indicada para cobrir grande área. A espécie mais indicada é a árvore com copa horizontal. Sua concentração de massa acontece no local em que estaria a área da cobertura, produzindo sombreamento. As forrações são vegetações de pequeno porte, com massa concentrada onde seria o plano do piso. Os arbustos têm crescimento vertical predominantemente, não sendo indicados na criação de plano horizontal de cobertura. As palmeiras não são as mais indicadas para planos de cobertura, pois possuem copa pouco volumosa. As árvores de copa vertical apresentam o diâmetro da copa menor do que a altura, sendo pouco eficientes quando se trata de formar cobertura. B. Uso de arbusto, pois apresenta crescimento homogêneo e alta densidade de folhagens. A espécie mais indicada é a árvore com copa horizontal. Sua concentração de massa acontece no local em que estaria a área da cobertura, produzindo sombreamento. As forrações são vegetações de pequeno porte, com massa concentrada onde seria o plano do piso. Os arbustos têm crescimento vertical predominantemente, não sendo indicados na criação de plano horizontal de cobertura. As palmeiras não são as mais indicadas para planos de cobertura, pois têm copa pouco volumosa. As árvores de copa vertical apresentam o diâmetro da copa menor do que a altura, sendo pouco eficientes quando se trata de formar cobertura. C. Uso de árvore com copa horizontal, pois tem concentração de massa na área da cobertura. A espécie mais indicada é a árvore com copa horizontal. Sua concentração de massa acontece no local em que estaria a área da cobertura, produzindo sombreamento. As forrações são vegetações de pequeno porte, com massa concentrada onde seria o plano do piso. Os arbustos têm crescimento vertical predominantemente, não sendo indicados na criação de plano horizontal de cobertura. As palmeiras não são as mais indicadas para planos de cobertura, pois têm copa pouco volumosa. As árvores de copa vertical apresentam o diâmetro da copa menor do que a altura, sendo pouco eficientes quando se trata de formar cobertura. D. Uso de palmeira, pois possui alta densidade de folhagens. A espécie mais indicada é a árvore com copa horizontal. Sua concentração de massa acontece no local em que estaria a área da cobertura, produzindo sombreamento. As forrações são vegetações de pequeno porte, com massa concentrada onde seria o plano do piso. Os arbustos têm crescimento vertical predominantemente, não sendo indicados na criação de plano horizontal de cobertura. As palmeiras não são as mais indicadas para planos de cobertura, pois têm copa pouco volumosa. As árvores de copa vertical apresentam o diâmetro da copa menor do que a altura, sendo pouco eficientes quando se trata de formar cobertura. E.Uso de árvore com copa vertical, pois causa a sensação de um pé-direito aconchegante. A espécie mais indicada é a árvore com copa horizontal. Sua concentração de massa acontece no local em que estaria a área da cobertura, produzindo sombreamento. As forrações são vegetações de pequeno porte, com massa concentrada onde seria o plano do piso. Os arbustos têm crescimento vertical predominantemente, não sendo indicados na criação de plano horizontal de cobertura. As palmeiras não são as mais indicadas para planos de cobertura, pois têm copa pouco volumosa. As árvores de copa vertical apresentam o diâmetro da copa menor do que a altura, sendo pouco eficientes quando se trata de formar cobertura. 4. A escolha correta das espécies garante que o resultado do paisagismo seja coerente com o projeto e permaneça exuberante por mais tempo. Nesse processo, é importante priorizar: A. espécies importadas para que o projeto ganhe valor e sofisticação. O mais importante é priorizar espécies nativas, pois se adaptarão mais facilmente. As espécies importadas podem fazer parte do projeto, porém não são ideais, pois têm mais dificuldade de adaptação ao clima. As plantas com floração também podem ser utilizadas, mas essa não é uma característica que deve ser priorizada, até porque as flores não se mantêm por todas as estações. Além disso, espécies sem floração são capazes de chamar a atenção dos usuários a partir de outras características. As de grande porte podem estar presentes, mas isso não deve ser prioridade, já que há risco de se criar um ambiente com sensação de enclausuramento. Espécies de pequeno porte podem estar presentes, mas também não são prioritárias, com risco de se originar um ambiente monótono e sem referências visuais. B. espécies nativas, melhor adaptadas ao clima e mais baratas. O mais importante é priorizar espécies nativas, pois se adaptarão mais facilmente. As espécies importadas podem fazer parte do projeto, porém não são ideais, pois têm mais dificuldade de adaptação ao clima. As plantas com floração também podem ser utilizadas, mas essa não é uma característica que deve ser priorizada, até porque as flores não se mantêm por todas as estações. Além disso, espécies sem floração são capazes de chamar a atenção dos usuários a partir de outras características. As de grande porte podem estar presentes, mas isso não deve ser prioridade, já que há risco de se criar um ambiente com sensação de enclausuramento. Espécies de pequeno porte podem estar presentes, mas também não são prioritárias, com risco de se originar um ambiente monótono e sem referências visuais. C. espécies com floração, pois são as únicas que chamam a atenção de usuários. O mais importante é priorizar espécies nativas, pois se adaptarão mais facilmente. As espécies importadas podem fazer parte do projeto, porém não são ideais, pois têm mais dificuldade de adaptação ao clima. As plantas com floração também podem ser utilizadas, mas essa não é uma característica que deve ser priorizada, até porque as flores não se mantêm por todas as estações. Além disso, espécies sem floração são capazes de chamar a atenção dos usuários a partir de outras características. As de grande porte podem estar presentes, mas isso não deve ser prioridade, já que há risco de se criar um ambiente com sensação de enclausuramento. Espécies de pequeno porte podem estar presentes, mas também não são prioritárias, com risco de se originar um ambiente monótono e sem referências visuais. D. espécies de grande porte, pois são mais resistentes. O mais importante é priorizar espécies nativas, pois se adaptarão mais facilmente. As espécies importadas podem fazer parte do projeto, porém não são ideais, pois têm mais dificuldade de adaptação ao clima. As plantas com floração também podem ser utilizadas, mas essa não é uma característica que deve ser priorizada, até porque as flores não se mantêm por todas as estações. Além disso, espécies sem floração são capazes de chamar a atenção dos usuários a partir de outras características. As de grande porte podem estar presentes, mas isso não deve ser prioridade, já que há risco de se criar um ambiente com sensação de enclausuramento. Espécies de pequeno porte podem estar presentes, mas também não são prioritárias, com risco de se originar um ambiente monótono e sem referências visuais. E. espécies de pequeno porte, pois seu transporte é mais fácil. O mais importante é priorizar espécies nativas, pois se adaptarão mais facilmente. As espécies importadas podem fazer parte do projeto, porém não são ideais, pois têm mais dificuldade de adaptação ao clima. As plantas com floração também podem ser utilizadas, mas essa não é uma característica que deve ser priorizada, até porque as flores não se mantêm por todas as estações. Além disso, espécies sem floração são capazes de chamar a atenção dos usuários a partir de outras características. As de grande porte podem estar presentes, mas isso não deve ser prioridade, já que há risco de se criar um ambiente com sensação de enclausuramento. Espécies de pequeno porte podem estar presentes, mas também não são prioritárias, com risco de se originar um ambiente monótono e sem referências visuais. 5. Uma das funções da vegetação é estabelecer referências visuais no projeto paisagístico. Em área muito ampla, pontuar o espaço é artifício bem-vindo a fim de balizar e orientar o usuário. Para exercer tal função, a espécie mais indicada seria: A. uma planta aquática, pois não é muito comum. A palmeira alta é a melhor opção, pois, para estabelecer referências visuais em grandes áreas, onde é necessário balizar e orientar o usuário, a melhor opção é aquela que pode ser observada mesmo de longe. As plantas aquáticas não costumam atingir grandes alturas, não sendo indicadas nesse caso. As forrações e as trepadeiras têm crescimento horizontal predominantemente e não são boa opção para identificação à distância. Por sua vez, as bromélias também costumam não crescer muito em altura. B. uma forração com floração, pois chama a atenção pela cor. A palmeira alta é a melhor opção, pois, para estabelecer referências visuais em grandes áreas, onde é necessário balizar e orientar o usuário, a melhor opção é aquela que pode ser observada mesmo de longe. As plantas aquáticas não costumam atingir grandes alturas, não sendo indicadas nesse caso. As forrações e as trepadeiras têm crescimento horizontal predominantemente e não são boa opção para identificação à distância. Por sua vez, as bromélias também costumam não crescer muito em altura. C. uma bromélia, pois é elemento diferencial e único. A palmeira alta é a melhor opção, pois, para estabelecer referências visuais em grandes áreas, onde é necessário balizar e orientar o usuário, a melhor opção é aquela que pode ser observada mesmo de longe. As plantas aquáticas não costumam atingir grandes alturas, não sendo indicadas nesse caso. As forrações e as trepadeiras têm crescimento horizontal predominantemente e não são boa opção para identificação à distância. Por sua vez, as bromélias também costumam não crescer muito em altura. D. uma palmeira alta, pois é elemento identificável mesmo à distância. A palmeira alta é a melhor opção, pois, para estabelecer referências visuais em grandes áreas, onde é necessário balizar e orientar o usuário, a melhor opção é aquela que pode ser observada mesmo de longe. As plantas aquáticas não costumam atingir grandes alturas, não sendo indicadas nesse caso. As forrações e as trepadeiras têm crescimento horizontal predominantemente e não são boa opção para identificação à distância. Por sua vez, as bromélias também costumam não crescer muito em altura. E. uma trepadeira, pois chama a atenção pela beleza. A palmeira alta é a melhor opção, pois, para estabelecer referências visuais em grandes áreas, onde é necessário balizar e orientar o usuário, a melhor opção é aquela que pode ser observada mesmo de longe. As plantas aquáticas não costumam atingir grandes alturas, não sendo indicadas nesse caso. As forraçõese as trepadeiras têm crescimento horizontal predominantemente e não são boa opção para identificação à distância. Por sua vez, as bromélias também costumam não crescer muito em altura. - Conteúdo complementar 4 1. A implementação de plantas no interior é atividade manipulada pelo ser humano. O ambiente natural da vegetação é o externo, no qual elas crescem, reproduzem-se e desenvolvem-se naturalmente. A respeito da escolha das espécies que serão implementadas no interior, é correto afirmar que: A. qualquer espécie de exterior pode ser implementada no interior. Nem todas as espécies de exterior podem ser implementadas no interior. Algumas são de porte muito grande, têm raízes muito profundas ou não se adaptam a ambiente sem insolação direta. Cada espaço interior terá uma série de características ambientais diferentes. As espécies devem se adaptar para sobreviverem nesses locais. Além das plantas de pequeno porte, as de médio porte também podem ser implementadas nos ambientes internos. Algumas espécies se adaptam melhor ao lado de janelas, mas existem outras que podem ficar afastadas da iluminação direta, pois sobrevivem bem à sombra. Todas as espécies de interior foram de exterior um dia, pois esse é o habitat natural de toda vegetação. B. as espécies a serem implementadas no interior são as que respondem bem às condições desse ambiente. Nem todas as espécies de exterior podem ser implementadas no interior. Algumas são de porte muito grande, têm raízes muito profundas ou não se adaptam a ambiente sem insolação direta. Cada espaço interior terá uma série de características ambientais diferentes. As espécies devem se adaptar a tais características para sobreviverem nesses locais. Além das plantas de pequeno porte, as de médio porte também podem ser implementadas nos ambientes internos. Algumas espécies se adaptam melhor ao lado de janelas, mas existem outras que podem ficar afastadas da iluminação direta, pois sobrevivem bem à sombra. Todas as espécies de interior foram de exterior um dia, pois esse é o habitat natural de toda vegetação. C. as espécies a serem implementadas no interior são as de pequeno porte. Nem todas as espécies de exterior podem ser implementadas no interior. Algumas são de porte muito grande, têm raízes muito profundas ou não se adaptam a ambiente sem insolação direta. Cada espaço interior terá uma série de características ambientais diferentes. As espécies devem se adaptar a tais características para sobreviverem nesses locais. Além das plantas de pequeno porte, as de médio porte também podem ser implementadas nos ambientes internos. Algumas espécies se adaptam melhor ao lado de janelas, mas existem outras que podem ficar afastadas da iluminação direta, pois sobrevivem bem à sombra. Todas as espécies de interior foram de exterior um dia, pois esse é o habitat natural de toda vegetação. D. as espécies podem ser implementadas no interior se posicionadas ao lado de uma janela. Nem todas as espécies de exterior podem ser implementadas no interior. Algumas são de porte muito grande, têm raízes muito profundas ou não se adaptam a ambiente sem insolação direta. Cada espaço interior terá uma série de características ambientais diferentes. As espécies devem se adaptar a tais características para sobreviverem nesses locais. Além das plantas de pequeno porte, as de médio porte também podem ser implementadas nos ambientes internos. Algumas espécies se adaptam melhor ao lado de janelas, mas existem outras que podem ficar afastadas da iluminação direta, pois sobrevivem bem à sombra. Todas as espécies de interior foram de exterior um dia, pois esse é o habitat natural de toda vegetação. E. espécie de exterior é inadequada para ser implementada no interior. Nem todas as espécies de exterior podem ser implementadas no interior. Algumas são de porte muito grande, têm raízes muito profundas ou não se adaptam a ambiente sem insolação direta. Cada espaço interior terá uma série de características ambientais diferentes. As espécies devem se adaptar a tais características para sobreviverem nesses locais. Além das plantas de pequeno porte, as de médio porte também podem ser implementadas nos ambientes internos. Algumas espécies se adaptam melhor ao lado de janelas, mas existem outras que podem ficar afastadas da iluminação direta, pois sobrevivem bem à sombra. Todas as espécies de interior foram de exterior um dia, pois esse é o habitat natural de toda vegetação. 2. As espécies de interior devem ser selecionadas a partir do espaço disponível para implementação, além de outros fatores. A respeito do tamanho das espécies para implementação no interior, é correto afirmar que: A. espécies de grande porte são as mais recomendadas para ficar no interior, pois têm mais resistência. As espécies de grande porte não são recomendadas para interior, pois têm crescimento muito elevado e raízes profundas e agressivas. Espécies de pequeno e médio porte são as mais adequadas, pois, por meio da poda, pode-se controlar bem seu crescimento. As espécies de pequeno porte podem se desenvolver no interior, mas todas necessitam de luz, mesmo que por pouco tempo e com incidência indireta. As espécies de médio porte têm condições de crescer de modo adequado no interior, mas não apresentam raízes rasas necessariamente. B. espécies de médio e pequeno porte são as mais adequadas para interior, pois podem ter o crescimento melhor planejado. As espécies de grande porte não são recomendadas para interior, pois têm crescimento muito elevado e raízes profundas e agressivas. Espécies de pequeno e médio porte são as mais adequadas, pois, por meio da poda, pode-se controlar bem seu crescimento. As espécies de pequeno porte podem se desenvolver no interior, mas todas necessitam de luz, mesmo que por pouco tempo e com incidência indireta. As espécies de médio porte têm condições de crescer de modo adequado no interior, mas não apresentam raízes rasas necessariamente. C. espécies de pequeno porte são as únicas que se desenvolvem no interior, pois não necessitam de luz. As espécies de grande porte não são recomendadas para interior, pois têm crescimento muito elevado e raízes profundas e agressivas. Espécies de pequeno e médio porte são as mais adequadas, pois, por meio da poda, pode-se controlar bem seu crescimento. As espécies de pequeno porte podem se desenvolver no interior, mas todas necessitam de luz, mesmo que por pouco tempo e com incidência indireta. As espécies de médio porte têm condições de crescer de modo adequado no interior, mas não apresentam raízes rasas necessariamente. D. espécies de médio porte são as únicas que se desenvolvem no interior, pois têm raízes rasas. As espécies de grande porte não são recomendadas para interior, pois têm crescimento muito elevado e raízes profundas e agressivas. Espécies de pequeno e médio porte são as mais adequadas, pois, por meio da poda, pode-se controlar bem seu crescimento. As espécies de pequeno porte podem se desenvolver no interior, mas todas necessitam de luz, mesmo que por pouco tempo e com incidência indireta. As espécies de médio porte têm condições de crescer de modo adequado no interior, mas não apresentam raízes rasas necessariamente. E. espécies de grande e médio porte são as mais indicadas para o interior, pois necessitam de menos água. As espécies de grande porte não são recomendadas para interior, pois têm crescimento muito elevado e raízes profundas e agressivas. Espécies de pequeno e médio porte são as mais adequadas, pois, por meio da poda, pode-se controlar bem seu crescimento. As espécies de pequeno porte podem se desenvolver no interior, mas todas necessitam de luz, mesmo que por pouco tempo e com incidência indireta. As espécies de médio porte têm condições de crescer de modo adequado no interior, mas não apresentam raízes rasas necessariamente. 3. Em qualquer projeto paisagístico, sempre é necessário verificar a característica de crescimento de cada espécie para prever como o jardim vai ficar no futuro. A respeito do crescimento deespécies em ambientes internos, é correto afirmar que: A. a mesma espécie pode crescer de maneira diferente no exterior e interior, já que está em condições diferentes. As condições ambientais favorecem ou não o crescimento das plantas. Elas podem ter desenvolvimentos diferentes no interior ou exterior. O crescimento que ocorre no exterior não pode servir de base para planejar o crescimento no interior, já que as condições ambientais não são as mesmas. As espécies de interior podem crescer acima de 150cm e 30cm se tiverem luz e espaço suficientes. As espécies se desenvolvem bem nos interiores caso tenham as condições adequadas. B. pode-se planejar o crescimento de uma espécie no interior, observando seu crescimento no exterior. As condições ambientais favorecem ou não o crescimento das plantas. Elas podem ter desenvolvimentos diferentes no interior ou exterior. O crescimento que ocorre no exterior não pode servir de base para planejar o crescimento no interior, já que as condições ambientais não são as mesmas. As espécies de interior podem crescer acima de 150cm e 30cm se tiverem luz e espaço suficientes. As espécies se desenvolvem bem nos interiores caso tenham as condições adequadas. C. as espécies de interior crescem até 150cm normalmente, pois não há luz suficiente. As condições ambientais favorecem ou não o crescimento das plantas. Elas podem ter desenvolvimentos diferentes no interior ou exterior. O crescimento que ocorre no exterior não pode servir de base para planejar o crescimento no interior, já que as condições ambientais não são as mesmas. As espécies de interior podem crescer acima de 150cm e 30cm se tiverem luz e espaço suficientes. As espécies se desenvolvem bem nos interiores caso tenham as condições adequadas. D. as espécies têm seu crescimento paralisado no interior. Assim, devem ser implantadas já adultas. As condições ambientais favorecem ou não o crescimento das plantas. Elas podem ter desenvolvimentos diferentes no interior ou exterior. O crescimento que ocorre no exterior não pode servir de base para planejar o crescimento no interior, já que as condições ambientais não são as mesmas. As espécies de interior podem crescer acima de 150cm e 30cm se tiverem luz e espaço suficientes. As espécies se desenvolvem bem nos interiores caso tenham as condições adequadas. E. As espécies de interior crescem até 30cm. As condições ambientais favorecem ou não o crescimento das plantas. Elas podem ter desenvolvimentos diferentes no interior ou exterior. O crescimento que ocorre no exterior não pode servir de base para planejar o crescimento no interior, já que as condições ambientais não são as mesmas. As espécies de interior podem crescer acima de 150cm e 30cm se tiverem luz e espaço suficientes. As espécies se desenvolvem bem nos interiores caso tenham as condições adequadas. 4. Uma das etapas mais importantes do paisagismo de interiores é o planejamento da manutenção. É ele que vai garantir a sobrevivência e controle do jardim. Sobre a manutenção de plantas em ambientes internos, é correto afirmar que: A. é incomum haver necessidade de manutenção, as plantas se ajustam naturalmente. As plantas de interiores necessitam de manutenção frequente, já que não estão inseridas no seu habitat natural. Cada espécie e ambiente vão ter características diferentes, exigindo que a manutenção se adapte a essas condições. Nem todas as plantas devem ser regadas diariamente, algumas podem morrer afogadas. Nem todas as plantas devem ser podadas, algumas têm pequeno porte e podem crescer livremente se tiverem espaço. Nem todas as plantas necessitam modificar seu lugar dentro da casa em busca de sol, algumas sobrevivem bem à sombra. B. a manutenção deve considerar o caso específico de cada planta e ambiente. As plantas de interiores necessitam de manutenção frequente, já que não estão inseridas no seu habitat natural. Cada espécie e ambiente vão ter características diferentes, exigindo que a manutenção se adapte a essas condições. Nem todas as plantas devem ser regadas diariamente, algumas podem morrer afogadas. Nem todas as plantas devem ser podadas, algumas têm pequeno porte e podem crescer livremente se tiverem espaço. Nem todas as plantas necessitam modificar seu lugar dentro da casa em busca de sol, algumas sobrevivem bem à sombra. C. as plantas de interiores devem ser regadas diariamente, de acordo com a incidência de luz. As plantas de interiores necessitam de manutenção frequente, já que não estão inseridas no seu habitat natural. Cada espécie e ambiente vão ter características diferentes, exigindo que a manutenção se adapte a essas condições. Nem todas as plantas devem ser regadas diariamente, algumas podem morrer afogadas. Nem todas as plantas devem ser podadas, algumas têm pequeno porte e podem crescer livremente se tiverem espaço. Nem todas as plantas necessitam modificar seu lugar dentro da casa em busca de sol, algumas sobrevivem bem à sombra. D. as plantas de interiores devem ser podadas de acordo com o solo e incidência de umidade. As plantas de interiores necessitam de manutenção frequente, já que não estão inseridas no seu habitat natural. Cada espécie e ambiente vão ter características diferentes, exigindo que a manutenção se adapte a essas condições. Nem todas as plantas devem ser regadas diariamente, algumas podem morrer afogadas. Nem todas as plantas devem ser podadas, algumas têm pequeno porte e podem crescer livremente se tiverem espaço. Nem todas as plantas necessitam modificar seu lugar dentro da casa em busca de sol, algumas sobrevivem bem à sombra. E. as plantas de interior necessitam ser transportadas conforme a luz do sol se modifica no ambiente. As plantas de interiores necessitam de manutenção frequente, já que não estão inseridas no seu habitat natural. Cada espécie e ambiente vão ter características diferentes, exigindo que a manutenção se adapte a essas condições. Nem todas as plantas devem ser regadas diariamente, algumas podem morrer afogadas. Nem todas as plantas devem ser podadas, algumas têm pequeno porte e podem crescer livremente se tiverem espaço. Nem todas as plantas necessitam modificar seu lugar dentro da casa em busca de sol, algumas sobrevivem bem à sombra. 5. No exterior, quando uma planta recebe água, da chuva ou de rega, o solo é capaz de absorver o excesso. No interior, quando as plantas são regadas, a água em excesso precisa ser direcionada a algum lugar. A respeito da drenagem de plantas de interior, é correto afirmar que: A. as plantas necessitam de sistema de drenagem, tanto as que estão em vasos quanto em floreiras. A drenagem é essencial para todas as plantas. Desse modo, o solo não fica encharcado em excesso, o que pode causar o afogamento da espécie. As plantas em vasos e em floreiras necessitam de drenagem. Todas as plantas precisam de rega, ainda que não seja com muita frequência. Algumas espécies, como cactos e suculentas, armazenam água, mas, mesmo assim, exigem sistema de drenagem para evitar o encharcamento do solo no caso de rega excessiva e o consequente afogamento. B. plantas em floreiras são as que necessitam de sistema de drenagem quando instaladas no interior. A drenagem é essencial para todas as plantas. Desse modo, o solo não fica encharcado em excesso, o que pode causar o afogamento da espécie. As plantas em vasos e em floreiras necessitam de drenagem. Todas as plantas precisam de rega, ainda que não seja com muita frequência. Algumas espécies, como cactos e suculentas, armazenam água, mas, mesmo assim, exigem sistema de drenagem para evitar o encharcamento do solo no caso de rega excessiva e o consequente afogamento. C. plantas em vasos são as únicas que necessitam de sistema de drenagem quando estão no interior. A drenagem é essencial para todas as plantas. Desse modo, o solo não fica encharcado em excesso, o que pode causar o afogamento da espécie. As plantas em vasos e em floreiras necessitam de drenagem. Todas as plantas precisam de rega, ainda que não seja com muita frequência. Algumasespécies, como cactos e suculentas, armazenam água, mas, mesmo assim, exigem sistema de drenagem para evitar o encharcamento do solo no caso de rega excessiva e o consequente afogamento. D. algumas plantas dispensam drenagem, pois não necessitam de rega e solo preparado para interiores. A drenagem é essencial para todas as plantas. Desse modo, o solo não fica encharcado em excesso, o que pode causar o afogamento da espécie. As plantas em vasos e em floreiras necessitam de drenagem. Todas as plantas precisam de rega, ainda que não seja com muita frequência. Algumas espécies, como cactos e suculentas, armazenam água, mas, mesmo assim, exigem sistema de drenagem para evitar o encharcamento do solo no caso de rega excessiva e o consequente afogamento. E. algumas plantas dispensam drenagem, pois têm sistema de armazenamento de água. A drenagem é essencial para todas as plantas. Desse modo, o solo não fica encharcado em excesso, o que pode causar o afogamento da espécie. As plantas em vasos e em floreiras necessitam de drenagem. Todas as plantas precisam de rega, ainda que não seja com muita frequência. Algumas espécies, como cactos e suculentas, armazenam água, mas, mesmo assim, exigem sistema de drenagem para evitar o encharcamento do solo no caso de rega excessiva e o consequente afogamento. image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image1.jpeg image2.jpeg