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Direito Tributário

Colégio Santo Agostinho
Suponha que em 2019 o contribuinte realizou o fato gerador de determinado tributo, sem, contudo, tê-lo pago. Nessa época a lei 1111/2010 previa uma alíquota para tal tributo no importe de 10%, bem como a multa pelo não pagamento no importe de 10%. Em 2021 foi publicada a lei 2222/2021, a qual reduziu a alíquota do tributo para 8%, elevando, contudo, a multa pelo não pagamento para 30%. Em 2023 foi publicada a lei 3333/2023 reduzindo a alíquota do tributo para 5% e estabelecendo multa pelo não pagamento no importe de 20%. Fora isso, essa nova lei introduziu novos métodos e critérios de fiscalização que até então não estavam previstos na legislação. Em 2023, quando já em vigor a última lei referida, o contribuinte foi fiscalizando, sendo-lhe exigido o tributo. Neste caso, para a definição da lei a ser utilizada, o Fisco deverá adotar:
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ronara

há 2 anos

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ronara

há 2 anos

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há 10 meses

No caso apresentado, a definição da lei a ser utilizada pelo Fisco deve seguir o princípio da legalidade e a regra da irretroatividade das leis tributárias. Como o fato gerador ocorreu em 2019, a legislação aplicável para a exigência do tributo será a que estava em vigor na data do fato gerador, ou seja, a Lei 1111/2010, que previa a alíquota de 10% e a multa de 10%. As alterações introduzidas pelas leis posteriores (Lei 2222/2021 e Lei 3333/2023) não podem ser aplicadas retroativamente para fatos geradores ocorridos antes de sua vigência. Portanto, o Fisco deverá adotar a legislação vigente na época do fato gerador, que é a Lei 1111/2010.

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há 2 anos

Para a definição da lei a ser utilizada no caso apresentado, o Fisco deverá adotar o princípio da anterioridade tributária, que estabelece que a lei que rege a obrigação tributária é aquela em vigor na data da ocorrência do fato gerador. Portanto, no caso em questão, a lei a ser aplicada para determinar a alíquota e a multa a serem cobradas do contribuinte é a lei vigente em 2019, quando ocorreu o fato gerador do tributo.

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